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	<title>Esporte em Pauta &#187; Nova geração</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Nova geração</title>
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		<title>Carolina Bilich: &#8220;Vou dar a vida na água pra pegar a vaga no revezamento&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 14:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
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		<category><![CDATA[Carolina Bilich]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Carolina Bilich tinha 15 anos quando se mudou do Espírito Santo para Belo Horizonte para treinar. Hoje com 17, Carolina foi o maior destaque da seleção brasileira que foi campeã sulamericana juvenil, em torneio que aconteceu no Chile na última semana. O feito foi inédito: Carolina saiu da competição com o prêmio de melhor atleta tanto na natação como nas maratonas aquáticas ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Carolina Bilich tinha 15 anos quando se mudou do Espírito Santo para Belo Horizonte para treinar. Destaque infantil do Clube Alvares Cabral, um dos mais tradicionais da natação em Vitória, Carolina foi para o  Minas Tênis Clube em 2011, quando já tinha sido campeã brasileira de categoria diversas vezes, além de já ter chegado a uma final de brasileiro absoluto. Hoje com 17 anos, Carolina foi o maior destaque da seleção brasileira que foi campeã sulamericana juvenil, em torneio que aconteceu no Chile na última semana. O feito foi inédito: Carolina saiu da competição com o prêmio de melhor atleta tanto na natação (levou o índice técnico no 400 livre) como nas maratonas aquáticas (dois ouros, na prova por equipes e no 7,5km).</p>
<div id="attachment_10110" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/carolina.jpg"><img class="size-medium wp-image-10110" title="carolina" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/carolina-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Destaque do Sulamericano Juvenil (Foto: Satiro Sodré)</p></div>
<p>Versátil, Carolina nada tudo: já foi campeã brasileira infantil no 200 borboleta, campeã do 100 borboleta no Chico Piscina, fez duelos por anos com Gabriela Rocha nas prova de 400 e 800 livre, e sua primeira medalha em torneios nacionais absolutos veio no 1500 livre, no Maria Lenk de 2011. Mas se perguntada qual dessas é sua prova preferida, Carolina responde com outra: o 200 livre. &#8220;As quatro melhores do 100 e 200 livre vão para o Mundial pelo revezamento. Lógico que eu quero nadar as outras provas bem, mas a meta do Maria Lenk é pegar o revezamento do Mundial. Vou dar avida na água pra pegar essa vaga&#8221;. Confira entrevista com a atleta:</p>
<p>:: Veja <a href="http://esporteempauta.com.br/tag/especial-nadadoras">aqui</a> todas as entrevistas do Especial Nadadoras.</p>
<p><strong>No início da sua carreira você nadava borboleta e depois passou a mesclar com o fundo e priorizar mais essas provas. Como foi essa transição? Ainda treina borboleta?</strong></p>
<p>Quando a gente vai ficando mais velho tem que focar mais nas provas que a gente quer nadar, não tem jeito. Eu acabei focando mais no crawl, no fundo. De vez em quando eu treino borbo para dar resistência para o fundo, mas o crawl é o foco.</p>
<p><strong>Em 2009, ainda como infantil 2, você já participou de uma competição absoluta, nadando o Finkel, onde terminou em 12º no 400 livre e 200 borboleta. Como essa experiência foi importante?<br />
</strong>Com certeza foi muito importante. Eu tinha índice pra ir para o absoluto, e meu técnico na época, o  Alexandre, queria que eu fosse, para pegar experiência. Ele sabia que eu queria seguir na natação e ia ser legal nadar com Joanna Maranhão, Cielo. Foi bem importante para pegar experiência e também para dar uma motivada.</p>
<p><strong>Você começou a nadar no Álvares Cabral mesmo, com o Alexandre?</strong><br />
Eu comecei no Praia Clube, com o Marco, e logo depois fui para o Álvares. Treinava com o Paulista, e no infantil passei pro Alexandre.</p>
<p><strong>Em 2010 a Gabriela Rocha foi para o Álvares e vocês fizeram bons duelos nos Brasileiros, se alternando nos primeiros lugares do pódio no 400 livre e 800 livre. Como era essa relação?<br />
</strong>Foi uma coisa muito legal quando ela foi pro Álvares, porque era uma competição todo dia. Desde pequena a gente sempre disputava. Um dia dava uma, outro dava outro, era de quem estava melhor no dia mesmo. Foi bom porque no treino tem dia que você tá mal, outros que está bem, e foi uma puxando a outra, a gente foi crescendo junto. A gente sabia que era sempre a gente em primeiro e segundo, só não sabia a ordem.</p>
<div id="attachment_10111" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/carol.jpg"><img class="size-medium wp-image-10111" title="carol" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/carol-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Ao lado de Ana Marcela e Poliana</p></div>
<p><strong>Um ano depois você já foi pro Minas Tênis, ainda com 15 anos. Como foi essa decisão?<br />
</strong>Eu já recebia algumas propostas. Vim para o Minas para ver como era só, não imaginava que iria, mas sabia que em algum momento teria que sair do Espírito Santo. Fui com a minha mãe só para ver, mas quando cheguei no Minas, não teve como não ficar. Tanto que foi tudo muito rápido, cheguei aqui dia 3 de janeiro, voltei para o Espírito Santo, e voltamos de novo para Belo Horizonte no dia 4.</p>
<p><strong>Seus pais foram com você?<br />
</strong>Minha mãe veio junto, eu tinha 15 anos. Ela ficava direto comigo, e as vezes meu pai vinha também ou ela ia pra lá ficar com ele. Minha mãe falava pra mim: se você quiser ir pro Minas, vai, eu vou junto com você. Depois em outubro do ano passado meu pai conseguiu transferência para cá.</p>
<p><strong>Como foi a adaptação?<br />
</strong>Dizem que<strong> </strong>demora de 8 a 16 meses pra se adaptar ao lugar e tal. Foi meio difícil a vinda para cá, senti muito a falta dos meus irmãos. Mas no Maria Lenk, com 4 meses no Minas, consegui minha primeira medalha no absoluto, só perdi para a Ana Marcela e a Poliana no 1500 livre . Nessa hora eu vi que fiz a escolha certa, que estava no caminho certo. Porque querendo ou não lá em Vitória estava indo bem com o Alexandre, então eu troquei o certo pelo incerto, sempre dá uma insegurança.</p>
<p><strong>Pouco depois, no início de 2012 você foi para sua primeira seleção absoluta, no Sulamericano. </strong><br />
Foi minha primeira seleção, nadei para 8’52 no 800 livre e fiquei em 4º, e no 1500 fiquei em 2º com 17’02, foi minha primeira medalha na competição.</p>
<p><strong>Acha que uma participação em seleção nacional absoluta para Mundial pode vir dessa prova de 1500?</strong><br />
Na verdade, agora com o Vanzella como Head Coach da seleção feminina, foi definido que os quatro melhores tempos do 100 livre e 200 livre vão para o Mundial para o revezamento.  Eu diria que não que é fácil, porque é super difícil, mas que o menos difícil para mim seria entrar pelo revezamento. Mas claro que não é fácil.</p>
<p><strong>Você começou a nadar o 200 livre há menos tempo, como foi isso?</strong><br />
Eu sempre nadava o 200 borboleta e o 400 livre seguido, na mesma etapa. Conversei com meu técnico e decidimos trocar pelo 200 livre. Acabei ficando impressionada com meu tempo no 200 livre, fiquei com o quinto tempo do Brasil, atrás da Manuela [Lyrio], Joanna [Maranhão], Jessica  [Cavalheiro] e Larissa [Oliveira]. Fiquei animada, via que tinha alguma chance.</p>
<p><strong>A Manuella treina no Minas também, vocês treinam juntas?</strong><br />
Mais ou menos, porque ela treina no meio fundo, com o Scott, e eu treino no fundo, com o Dudu.  No fundo treinamos só eu e Larissa Cieslak, e tem os meninos também: Lucas Kanieski, Diogo Vilarinho, Juan Pereyra..</p>
<p><strong>Você foi o grande destaque do Sulamericano juvenil, baixou pela primeira vez os 4&#8217;20 no 400 livre, fez 2&#8217;03 no 200 livre&#8230; o que achou da competição? Estava polida?<br />
</strong>Não estava polida! Fui super pesada, treinando normal. Às vezes acho qeu quando você vai pesado, tem menos pressão. Você acaba nadando mais tranquila pensando que &#8220;o tempo que der estou feliz&#8221;. Fiquei muito impressionada com meus resultados.</p>
<p><strong>Qual sua expectativa para essas provas no Maria Lenk?<br />
</strong>Acho que todo mundo quer sempre melhorar os tempos. Eu sempre converso com o Dudu e com meu preparador físico e a gente pensa em metas. A meta desse Maria Lenk é pegar o revezamento do Mundial. Lógico que quero nadar as outras provas bem, mas como apareceu esse 200, vou dar minha vida na água para pegar essa vaga. .</p>
<p><strong>Você também foi  destaque nas maratonas aquáticas no Sulamericano, vencendo a prova por equipes e o 7,5km, levando o prêmio de melhor maratonista da competição. Pretende começar a nadar maratonas aquáticas também?<br />
</strong>Pretendo sim. Foi a minha terceira maratona, e tenho conversado com o Dudu que pretendo continuar. Querendo ou não é uma prova a mais, tem o Rio-2016 ai&#8230; <strong></strong></p>
<p><strong>Tem alguma referência no fundo, em quem você se espelha?<br />
</strong>Eu acho que por treinar com os homens, minha referência são eles. O Kanieski, esses meninos que treinam comigo, são muito fortes, então meu objetivo nos treinos acaba sendo deixar eles menos na frente possível.</p>
<p><strong>O que achou da clinica e da nova estrutura proposta pela CBDA?<br />
</strong>Eu achei bem legal eles colocarem o Vanzella como técnico da seleção feminina. Os homens querendo ou não sempre estiveram na frente das mulheres. Eu acho que agora as mulheres juntas, mais unidas, vai dar tudo certo. A nova geração tem muito o que fazer na piscina ainda.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pra ficar de olho: Hugo Calderano, tênis de mesa</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 15:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Hugo Calderano,16 anos, pratica tênis de mesa há oito. Destaque nas categorias de base, ele terminou o ano de 2011 em 11o no ranking mundial sub-15 (chegou a ser sexto em julho do mesmo ano, a melhor colocação da história de um brasileiro na modalidade) e se destaca também na categoria asboluta - é hoje o quinto melhor brasileiro ranqueado, na 261a posição. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Hugo Calderano,16 anos, pratica tênis de mesa há oito. Destaque nas categorias de base, ele terminou o ano de 2011 em 11o no ranking mundial sub-15 (chegou a ser sexto em julho do mesmo ano, a melhor colocação da história de um brasileiro na modalidade) e se destaca também na categoria asboluta &#8211; é hoje o quinto melhor brasileiro ranqueado, na 261a posição.</p>
<div id="attachment_9943" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/thiago.jpg"><img class="size-medium wp-image-9943" title="thiago" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/thiago-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Com Thiago Monteiro, aos 11 anos, no PAN de 2007 (Facebook)</p></div>
<p>Atualmente, Hugo se recupera de uma cirurgia no adutor direito no início do ano, que o afastou por alguns meses do treinamento. “A recuperação está muito boa. Já retornei aos treinos, mas por enquanto em um ritmo não tão forte”, afirmou em entrevista exclusiva ao <strong>Esporte em Pauta</strong>. Mesmo sem competir este ano, ele permanece no top 20 do ranking mundial juvenil (sub-18) &#8211; começou o ano na 12a posição e hoje é 16o.</p>
<p>Natural do Rio de Janeiro, onde começou a jogar no Fluminense, ele se mudou para São Caetano cedo, aos 14 anos. “O que mais pesou foi a estrutura e a qualidade do treinamento”, afirma.  A rotina é puxada “Treino 2 horas de meia de manhã e 3 horas e meia de tarde”, diz, e completa que é difícil conciliar os treinamentos com os estudos, principalmente pelas viagens para competir.</p>
<p>Hoje os melhores jogadores do Brasil treinam em São Caetano, com exceção de Thiago Monteiro (3o melhor ranqueado), que treina na França. Na última semana foi iniciado um treinamento permanente da seleção brasileira semanalmente às terças-feiras, no ginásio do São Caetano do Sul.</p>
<p>Assim como Thiago, Hugo também já fez treinamentos na França, no INSEP, principal centro de treinamento olímpico da França. “Foi uma ótima experiência. Eu pude treinar com atletas muito fortes. Devo retomar meus treinos na França em maio”, projeta o atleta. Para 2013, o maior objetivo é conseguir a classificação para os Jogos Olímpicos da Juventude de 2014, que acontecerão na China. “Com certeza, depois disso o foco será me classificar para as Olimpíadas de 2016”.</p>
<p>Com o programa Vivência Olímpica do COB, Hugo já teve a oportunidade de sentir um pouco como é o clima olímpico. Ele foi um dos participantes do programa, que levou jovens às Olimpíadas de Londres-2012. “Foi uma experiênica excelente, pois pude ter uma noção maior de como são as Olimpíadas, e acho que essa experiência pode me ajudar muito no futuro”.</p>
<p>Campeão latino-americano infantil em 2010 e 2011, Hugo diz que seu “momento mais marcante foi o bronze conquistado no Desagio Mundial de Cadetes em Porto Rico”, disputado em janeiro de 2012. A medalha veio após reação impressionante contra Jeong Woo Park &#8211; depois de vencer o primeito set por 11 a 9, Hugo estava perdendo o segundo por 9 a 1, com o coreano perto de empatar o jogo. Hugo conseguiu virar o set aparentemente perdido, e no terceiro fechou por 11 a 4, garantindo o bronze.</p>
<div id="attachment_9944" style="width: 626px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/hugo2.jpg"><img class=" wp-image-9944 " title="hugo" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/hugo2-800x502.jpg" alt="" width="616" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Campeão Sulamericano Juvenil. Fonte: Facebook</p></div>
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		<title>Líder do ranking brasileiro de BMX, Bianca Quinalha tem PAN e Mundial como objetivos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 15:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Bianca Quinalha]]></category>
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		<category><![CDATA[Squel Stein]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Bianca teve um bom início de ano, conquistando o título paulista e terminando na sétima colocação  no Gator Nationals, disputado nos EUA. “Fiquei extremamente feliz pois estou colhendo todo o trabalho que estou fazendo, disputando de igual para igual com os melhores do mundo, e espero que isso seja só o começo”, comenta. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Líder do ranking nacional brasileiro de ciclismo BMX em 2012, Bianca Quinalha tem 19 anos e treina de 6 a 7 horas por dia no interior de São Paulo, no clube de Ciclismo de São José dos Campos. Praticante do esporte desde os 6 anos, seu pai, que praticava a modalidade até o nascimento da filha, inicialmente não apoiou a empreitada. &#8220;Por ser um esporte radical e por ser menina.. mas com o tempo comecei a me destacar e ele viu que eu tinha futuro&#8221;, disse em entrevista ao <strong>Esporte em Pauta</strong>.</p>
<div id="attachment_9921" style="width: 263px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bianca.jpg"><img class="size-full wp-image-9921" title="bianca" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bianca.jpg" alt="" width="253" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Bianca teve um bom início de ano, conquistando o título paulista e terminando na sétima colocação  no Gator Nationals, disputado nos EUA. A competição foi vencida pela campeã olímpica, a colombiana Mariana Pajon. “Fiquei extremamente feliz pois estou colhendo todo o trabalho que estou fazendo, disputando de igual para igual com os melhores do mundo, e espero que isso seja só o começo”, comenta.</p>
<p>Olímpico desde a edição de Pequim-2008, o ciclismo BMX teve em Londres uma representante brasileira pela primeira vez. Squel Stein conquistou a vaga ao terminar em sexto no Mundial de Birmighan. Bianca esteve na competição e ficou em 36o. “Para este ano, os objetivos são ficar entre as três primeiras no campeonato Panamericano, que será na Argentina, conseguir resultados significativos nas etapas da Copa do mundo e melhorar meu resutado no campeonato Mundial”. A vaga do Brasil ainda não está definida.</p>
<p>No ciclismo BMX, é muito comum acontecerem “tombos” durante as provas, Bianca já teve algumas quedas graves, duas dela culminando com cirurgias, no joelho e na mão. “O ciclismo BMX é um esporte radical, temos que lidar com isso”. O treinamento da modalidade envolve treinos na pista, academias e na rua (sprints). Entre os três, Bianca faz de dois a três treinos por dia, seis dias por semana.</p>
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		<title>Para ficar de olho: Rebecca Silva, do vôlei de praia</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 17:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vôlei de praia]]></category>
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		<category><![CDATA[Rebecca Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Nascida no Ceará - origem de outra jogadora de sucesso, Shelda - Rebecca tem 19 anos. Com bons resultados nas categorias de base, ela já se destaca na categoria adulta, sendo uma das responsáveis pela única derrota das campeãs mundiais Juliana e Larissa no Circuito Banco do Brasil de 2012/2013. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Muitos dos que irão brilhar nas Olimpíadas de 2016 são hoje atletas em construção. Destaques nas categorias de base e começando a dar seus primeiros passos nas competições absolutas, são atletas que podem estrear no Rio-2016, já com grande resultado. Arthur Zanetti e Bruno Fratus, por exemplo, fizeram em Londres sua primeira participação olímpica. Um desses atletas para ficar de olho neste ciclo olímpico é Rebecca Silva, do vôlei de praia.</p>
<p>Nascida no Ceará &#8211; origem de outra jogadora de sucesso, Shelda, e onde treinavam Juliana e Larissa &#8211; Rebecca é nascida em 1993 e tem 19 anos. Com bons resultados nas categorias de base, ela já se destaca na categoria adulta, sendo uma das responsáveis pela única derrota das campeãs mundiais Juliana e Larissa no Circuito Banco do Brasil de 2012/2013.</p>
<p>Na base, Rebecca é a maior promessa do vôlei de praia do país. Campeã brasileira sub-21 (2012) e sub-19 (2011), nas duas vezes ao lado de Carolina Horta, ela teve o melhor resultado internacional da base do Brasil ano passado. Ao lado de Drussyla, de apenas 16 anos, conquistou a medalha de prata no Mundial sub-21, perdendo a final para uma dupla suiça.</p>
<div id="attachment_9098" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/rebecca2.jpg"><img class="size-medium wp-image-9098" title="rebecca2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/rebecca2-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: CBV</p></div>
<p>No absoluto, Rebecca joga ao lado de Lili, atleta que também teve resultados expressivos nas categorias de base (hoje com 25 anos, foi campeã do Mundial sub-21 em 2005). A parceria começou na primeira etapa do Circuito Banco do Brasil dessa temporada. Nas seis etapas já disputadas, elas chegaram à semifinal cinco vezes, mostrando regularidade e atestando a qualidade de Rebecca mesmo no absoluto. As duas treinam com o técnico Elmer Calvis.</p>
<p>Foram três partidas contra as medalhistas olímpicas Juliana e Larissa: pelas quartas de final da 3a etapa, pela final da 4a etapa (as duas com derrota) e na semifinal da última etapa. Depois de vencer as cinco primeiras etapas e na competição que marcaria o fim da dupla, o favoritismo era de Juliana e Larissa. Mas Rebecca e Lili frustraram a festa, deixando as duas de fora da final. Na disputa pelo ouro, venceream Maria Clara e Carol, vencendo uma etapa pela primeira vez. Eleita revelação do circuito em 2011, Rebecca jogou muito bem e foi eleita a melhor jogadora da decisão. Sem Juliana e Larissa e com quatro etapas para o fim do Circuito, as duas são grandes candidatas a vencer a competição &#8211; estão em segundo, atrás da dupla olímpica, e precisam tirar 480 pontos.</p>
<p>No início de dezembro, Rebecca e Lili foram convocadas para a seleção brasileira adulta, de onde sairão os representantes do Brasil para competições internacionais da temporada. O grupo de 11 atletas no feminino treinará no Centro de Treinamento de Saquarema com as comissões técnicas da seleção brasileira. Juliana estava entre as convocadas e não se apresentou, sendo dispensada pela CBV e aumentando as indenfinições sobre o que acontecerá com a atleta &#8211; a CBV manterá a dispensa e deixará a melhor jogadora do país em atividade fora das competições?</p>
<p>Muita coisa pode mudar até 2016. Hoje o Brasil tem duas duplas no topo do ranking mundial &#8211; Juiana e Larissa, em primeiro, e Maria Elisa e Talita, em terceiro. Com Larissa deixando o esporte para ser mãe, foi anunciado que Juliana passaria a jogar com Maria Elisa &#8211; não se sabe como fica a parceria dado a dispensa da CBV. Até 2016 ainda devemos assistir uma dança das cadeiras na formação das duplas, mas o importante é que o Brasil está bem servido de jogadoras de alto nível na modalidade. Vale ficar de olho em Rebecca Silva.</p>
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<div id="attachment_9097" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/rebecca.jpg"><img class="size-full wp-image-9097" title="rebecca" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/rebecca.jpg" alt="" width="620" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Mauricio Kaye / CBV)</p></div>
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