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	<title>Esporte em Pauta &#187; Caio Leal</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Caio Leal</title>
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		<title>Meu momento olímpico inesquecível: essência do esporte resumida em cinco minutos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 13:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Leal]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Judô]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/>Quando derrubou Tiago, o italiano demonstrou toda sua alegria em seu momento de glória. A espontaneidade com que deu uma cambalhota no ar é a prova de que as pessoas se transformam quando estão lutando por algo grande. Do lado de fora do tatame, a comemoração do técnico do judoca é ainda mais marcante]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/><p>Por <strong>Caio Leal</strong></p>
<p>A lista de campeões da história das Olimpíadas é grande e qualquer um dos que conseguiram essa façanha teria lugar como especial. Escolhi Giuseppe Maddaloni, judoca italiano que conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Sydney, porque foi o protagonista da história esportiva que mais me arrepiou até hoje. Em menos de cinco minutos, Maddaloni conseguiu resumir o que é o esporte.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/jpUDiyhee4U?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent" frameborder="0" width="600" height="368"></iframe></p>
<p>Maddaloni, na época com 24 anos, conquistou a medalha de ouro após aplicar um Ippon no brasileiro Tiago Camilo, que acabara de completar 18 anos. Após a definição da luta, tudo o que aconteceu no tatame e ao redor dele fizeram desta luta um momento muito marcante do esporte. Ainda bem que essa luta foi gravada no vídeo lá de casa, ainda em 2000. Nas incontáveis vezes em que revi a luta, muitas delas servindo de inspiração antes de competições importantes, não deixei de me arrepiar em sequer uma delas.</p>
<p>Quando derrubou Tiago, o italiano demonstrou toda sua alegria em seu momento de glória. A espontaneidade com que deu uma cambalhota no ar é a prova de que as pessoas se transformam quando estão lutando por algo grande. Do lado de fora do tatame, a comemoração do técnico do judoca é ainda mais marcante. Nem todo mundo tem noção da importância do técnico na carreira de um atleta, e com certeza no caso de Maddaloni não foi diferente. A imagem na qual é visível a felicidade do judoca e do técnico revela o quanto eles devem ter batalhado, juntos, para conquistar a medalha de ouro olímpica.</p>
<p>O momento mais incrível, no entanto, seria o da cerimônia de premiação. Enquanto caminhava até o pódio, o italiano já dava sinais do que estava sentindo. Ao olhar para seus amigos, familiares, comissão técnica e torcedores italianos, Maddaloni não conseguia conter a emoção e o orgulho que estava sentindo por aquilo que tinha feito. Quando subiu no pódio, recebeu sua tão sonhada medalha de ouro e ouviu o hino italiano, Maddaloni desabou e transmitiu em lágrimas tudo o que significava para ele ser campeão olímpico.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3549" title="maddaloni" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/maddaloni.jpg" alt="" width="412" height="630" /></p>
<p>Superação de limites, orgulho de representar o país e felicidade em realizar um sonho resumidos em apenas uma luta.</p>
<p>Simplesmente esporte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Caio Leal Caneda</strong> é assistente técnico da equipe infantil de natação do Corinthians. O texto foi orginalmente publicado no blog <a href="http://simplesmenteesporte.wordpress.com/2009/06/27/o-porque-da-foto-ai-em-cima/">Simplesmente Esporte</a></p>
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		<title>Depoimento: algum lugar merecia mais esse torneio?</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Caio Leal]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Tênis]]></category>
		<category><![CDATA[Gilles Simon]]></category>
		<category><![CDATA[nalbandian]]></category>
		<category><![CDATA[tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>Cada grande jogada de Nalbandian foi muito apreciada pelos paulistanos. O argentino veio para nosso maior torneio e presenteou o público com um tênis de altíssima qualidade. Na volta para casa, dentro do ônibus, ficou claro porque essa cidade merece tanto ver tenistas como Nalbandian de perto. Pessoas de diferentes partes da cidade comentavam sobre a grande atuação que tiveram a oportunidade de ver e não se importavam em voltar para casa no meio da madrugada.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>A noite desta quinta-feira pode ser considerada especial para o tênis na cidade de São Paulo. O excelente público que foi ao Ginásio do Ibirapuera teve a chance de acompanhar um dos grandes tenistas dessa geração, em uma jornada que deixou claro o quanto a cidade merecia sediar um grande torneio e o quanto este ainda pode crescer.</p>
<p>O confronto entre Gilles Simon e David Nalbandian estava previsto para começar não antes das 20:30, mas devido à longa duração das partidas anteriores, aqueles que foram direto do trabalho para o ginásio tiveram a oportunidade de ver também todo o duelo entre Leonardo Mayer e Jeremy Chardy. Mayer venceu, mas a grande atração da noite veio na sequência.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/tenis/depoimento-algum-lugar-merecia-mais-esse-torneio/attachment/1104" rel="attachment wp-att-1104"><img class="alignleft size-medium wp-image-1104" title="&lt;KENOX S1050  / Samsung S1050&gt;" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/brasil-open-2a-rodada-061-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Gilles Simon era o tenista melhor ranqueado, dono de grandes resultados nos últimos 5 anos (impossível não mencionar suas vitórias sobre Rafael Nadal e Roger Federer) e provavelmente o grande trunfo da organização nesse ano de mudança de sede. No entanto, já era possível perceber a preferência do público pelo argentino David Nalbandian. Isso porque o público paulistano que esteve presente no Ibirapuera é fanático por tênis, aprecia o jogo como uma arte e sabe que ver um jogo do nosso vizinho é uma experiência diferenciada. Ele já foi número 3 do mundo, já derrotou qualquer um que alguém possa imaginar e, mais do que isso, sabe como jogar tênis como poucos, e isso era o mais importante para a torcida.</p>
<p>Nas arquibancadas, era marcante a presença de torcedores com <a href="http://esporteempauta.com.br/tenis/depoimento-algum-lugar-merecia-mais-esse-torneio/attachment/1105" rel="attachment wp-att-1105"><img class="alignright size-medium wp-image-1105" title="&lt;KENOX S1050  / Samsung S1050&gt;" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/brasil-open-2a-rodada-033-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>camisas da Argentina (inclusive este que vos escreve). Provavelmente era uma mistura de fãs brasileiros de Nalbandian e argentinos presentes no local, como era possível perceber pelos sotaques se confundindo na multidão.</p>
<p>A partida teve domínio completo do argentino. Quem esteve presente pode ver um pouco do melhor que Nalbandian pode ser: sólido, firme, movendo-se com maestria por todos os cantos da quadra, bem taticamente e distribuindo lindos golpes com toda sua genialidade. Simon, por sua vez, embora com alguns momentos de destaque, não esteve tão regular quanto de costume, de forma que acabou sendo presa relativamente fácil para o adversário.</p>
<p>Cada grande jogada de Nalbandian foi muito apreciada pelos paulistanos. O argentino veio para nosso maior torneio e presenteou o público com um tênis de altíssima qualidade. Tive a oportunidade de ver esse mesmo tenista em ação em frente a sua torcida, no ATP de Buenos Aires, há 3 anos. Posso afirmar que o nível de apoio a esse grande tenista foi muito parecido nos dois locais. Ele também deve ter percebido isso e ainda achou uma oportunidade de fazer a melhor jogada no último game da partida, tendo sido aplaudido de pé, e isso é para poucos.</p>
<p>Na volta para casa, dentro do ônibus, ficou claro porque essa cidade merece tanto ver tenistas como Nalbandian de perto. Pessoas de diferentes partes da cidade comentavam sobre a grande atuação que tiveram a oportunidade de ver, pessoas que claramente entendiam e apreciavam o jogo de tênis, e não se importavam em voltar para casa no meio da madrugada. &#8220;Eu vi o jogo dele contra o outro francês na terça e fiquei com medo dele perder. Quando ele ganhou, já decidi que ia na quinta de qualquer jeito&#8221;. &#8220;Pois é, eu quis garantir hoje porque achei que ele não chegava na final. E eu tinha que ver o Nalbandian jogar&#8221;. &#8220;Tá chegando meu ponto, pra onde você vai?&#8221;. &#8220;Cara, eu vou pro Jaguaré! Tenho que pegar mais um ônibus ainda&#8221;.</p>
<p>Garanto que ouvi isso na volta para casa. Algum lugar merecia mais esse torneio?</p>
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