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	<title>Esporte em Pauta &#187; Camila Lacerda</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Camila Lacerda</title>
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		<title>O que esperar do Handebol feminino nas Olimpíadas?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jun 2012 18:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Camila Lacerda]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[handebol]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>O grupo A acabou mais fraco do que o B e ainda assim é difícil prever resultados, dado o alto nível de quase todas as equipes. Exceto pela Grã Bretanha, que obteve sua vaga por ser anfitriã e está em um nível abaixo dos demais times, qualquer resultado nas fases preliminar e final não será uma completa surpresa; Brasil tem chances]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>Os últimos seis participantes nas Olimpíadas podem até ter sido definidos e é verdade que os grupos da competição já foram sorteados. De qualquer forma, isso não nos diz muito sobre o que acontecerá com a disputa olímpica do handebol feminino, que promete muito equilíbrio e possíveis surpresas em Londres.</p>
<p>Com a classificação de Rússia, Dinamarca, França, Montenegro, Espanha e Croácia nos três torneios pré-olímpicos ocorridos em Maio  e a definição dos grupos (A) Montenegro, Rússia, Croácia, Grã Bretanha, Brasil e Angola e (B) Noruega, Espanha, Dinamarca, França, Suécia, Coreia do Sul, finalmente temos um torneio estruturado. Dos doze participantes, os oito melhores irão às quartas de final e seguirão em busca do ouro olímpico.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-4331" title="noruega" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/noruega-300x208.png" alt="" width="300" height="208" />Favoritos?<br />
</strong>O grupo A acabou mais fraco do que o B e ainda assim é difícil prever resultados, dado o alto nível de quase todas as equipes. Exceto pela Grã Bretanha, que obteve sua vaga por ser anfitriã e está em um nível abaixo dos demais times, todo e qualquer resultado nas fases preliminar e final não será uma completa surpresa.</p>
<p>É preciso, contudo, destacar seleções que por seu histórico recente e tradição são consideradas mais favoritas do que outras. São elas a Noruega (atual campeã europeia, mundial e olímpica), Rússia (atual vice campeã olímpica e quatro vezes campeã mundial), França (atual vice-campeã mundial) e Dinamarca (três títulos olímpicos e europeus na última década).</p>
<div id="attachment_4330" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-4330" title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/hand-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">Seleção brasileira na apresentação do novo uniforme</p></div>
<p><strong>Surpresas?<br />
</strong>Sem tanta tradição e histórico de excelentes resultados, algumas seleções irão a Londres e podem muito bem surpreender torcedores desavisados. Montenegro é um desses casos. O principal clube do país, Buducnost, conquistou a Liga dos Campeões 2012 e tem em suas jogadoras a base de sua seleção. Montenegro derrotou a forte equipe francesa dentro da França no pré-olímpico e mostrou um pouco do que pode aprontar para cima de seleções mais favoritas nas Olimpíadas.</p>
<p>De outro continente, quase nada tradicional no esporte, o Brasil também irá para as Olimpíadas com grandes chances de fazer história. Jogando em casa o último mundial da modalidade, a seleção brasileira realizou uma campanha excelente, vencendo equipes de alto nível como França, Rússia e Croácia e conquistando o inédito quinto lugar na competição. O Brasil tem realizado diversos amistosos como parte de sua preparação para os Jogos e conseguido resultados animadores,  como duas vitórias sobre a Coreia do Sul e dois empates com a seleção Norueguesa.</p>
<p><strong>E o resto?<br />
</strong>As demais equipes, longe de serem simplesmente o resto, também estão qualificadas para ganhar uma medalha olímpica. Não se pode descartar da disputa de medalhas a Espanha, terceira colocada no último mundial e dona de um handebol que evolui a cada dia.  Difícil também esquecer da Coreia do Sul e seu handebol veloz, que ganhou medalhas olímpicas de ouro, prata e bronze em edições anteriores dos Jogos.</p>
<p>Croácia e Suécia, apesar de não possuírem um histórico de resultados tão relevante quanto outras seleções europeias, também estão na briga, junto com Angola. A seleção angolana, incontestável no continente africano, coleciona resultados importantes desde as Olimpíadas de Atlanta quando foi sétima colocada. Desde então manteve, entre altos e baixos, o bom nível de seu handebol e conquistou vitórias importantes sobre Alemanha e Islândia no último mundial, terminando na oitava colocação.</p>
<p><strong>Quando</strong>: 28 de julho a 11 de agosto<strong><br />
Onde: </strong>Copper Box (eliminatórias e quartas de final) e Basketball Arena (semi finais e finais)<br />
<strong>Provas</strong>: Handebol feminino<br />
<strong>Em Pequim</strong>: Noruega foi campeã vencendo a Rússia na final, Coreia do Sul ficou com o bronze após vencer a Hungria<br />
<strong>Brasil na modalidade</strong>:Brasil se classificou depois de ter vencido o PAN de Guadalajara.</p>
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		<title>Meu momento olímpico inesquecível: a chegada de Vanderlei</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 13:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Camila Lacerda]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[momento inesquecível]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Foi tão inesperada a entrada daquele irlandês que não tive tempo de digerir aquela intervenção. Aliás não digeri até hoje. Nunca quis escrever sobre esse dia e sobre essa prova pra relembrar desse ataque. Só consigo lembrar do Vanderlei voltando a correr e indo buscar  o maior sonho da sua vida. Só me vem à cabeça aquela entrada no estádio olímpico de cabeça erguida, sorriso no rosto e braços abertos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>As Olimpíadas de Atenas foram as primeiras que acompanhei intensamente. Antes teve Sidney e antes disso Atlanta, mas foi em Atenas que realizei o quão especial era um Ano Olímpico. O quão raro era não trabalhar e poder acompanhar a transmissão dos Jogos Olímpicos o máximo possível pra ficar triste quando a cerimônia de encerramento terminasse e a programação da tv voltasse a ser infinitamente mais sem graça porque não tinha mais pódio, nem disputa, nem medalha.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2433" title="correndo" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/correndo-300x205.png" alt="" width="300" height="205" />Era um domingo. Último dia de Olimpíadas e eu só lembrei disso depois. Sei que estava em casa vendo a transmissão da maratona com o meu pai. A maratona justo no lugar onde ela surgiu e em seu percurso original. Tão tradicional e simbólica, tão sofrida, bonita e cheia de surpresas, sendo liderada por um brasileiro. Chegava a ser inesperada a prova do Vanderlei aquele dia. Não que eu soubesse se ele era favorito ou quem deveria levar a prova seguindo a lógica dos melhores tempos dos competidores, às vezes tão ilógica em uma maratona olímpica. Mas porque eu não imaginava que o Vanderlei pudesse despontar como líder mesmo. Nem eu, nem o narrador, nem os milhões de brasileiros acompanhando a prova no domingo.</p>
<p>Vanderlei assumiu a liderança lá pelo kilômetro 15, quando desgarrou do pelotão de frente e começou a correr sozinho. Do sofá de casa, não acreditava que aquela liderança pudesse durar  aproximados 20 kilômetros, com um Vanderlei cada vez mais focado em conseguir o melhor resultado que pudesse alcançar. Mas a liderança durou e a vantagem para o segundo colocado aumentou. Ainda não consigo explicar a insignificância da minha descrença no bom desempenho do Vanderlei se comparada com a descrença no que se seguiu. Foi tão inesperada a entrada daquele irlandês que não tive tempo de digerir aquela intervenção. Aliás não digeri até hoje.</p>
<p>Nunca quis escrever sobre esse dia e sobre essa prova pra relembrar desse ataque. Quando penso no meu melhor momento olímpico só consigo lembrar do Vanderlei voltando a correr e indo buscar  o maior sonho da sua vida. Só me vem à cabeça aquela entrada no estádio olímpico de cabeça erguida, sorriso no rosto e braços abertos. E ninguém deveria questionar a vitória do favorito italiano Baldini ou tentar adivinhar o que aconteceria caso as coisas tivessem sido diferentes. Aquele bronze não valeu ouro naquele domingo e nunca valerá. Mas mais que uma medalha olímpica ou uma terceira colocação na competição mais importante do mundo, aquele emocionante bronze valeu história. História essa que será lembrada por muito tempo ainda e que pra mim é inesquecível.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-2434" title="chgando" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/chgando-800x497.png" alt="" width="560" height="348" /></p>
<p><strong>Camila</strong> jogou handebol e correu pela FEA USP. Hoje já é formada e corre na rua. É acima de tudo apaixonada pela beleza do esporte.</p>
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		<title>Handebol: na Areia, na Europa e nas Olimpíadas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 13:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Camila Lacerda]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>O Brasil sagrou-se campeão no feminino e masculino do Panamericano de handebol de areia  e segue como o grande nome no esporte. Na Europa, a Champions League vai chegando na fase decisiva; em busca da vaga olímpica, Seleção Brasileira masculina participa do qualificatório de 6 a 8 de Abril no forte grupo da Suécia, Hungria e Macedônia. Infelizmente Bruno de Souza, importante atleta da seleção, rompeu os ligamentos cruzados do joelho nos treinamentos com o grupo brasileiro ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p><strong>+ Na Areia:</strong> Foi realizado de 1 a 4 de março o campeonato Panamericano de handebol de praia em Montevidéu, Uruguai. As cinco seleções participantes do torneio masculino foram Argentina, Equador, Uruguai, Venezuela e Brasil. No torneio feminino participaram Brasil, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos  e Argentina. Após a disputa da primeira fase e dos jogos eliminatórios, as finais foram realizadas entre as mesmas seleções, Brasil e Uruguai, tanto no feminino quanto no masculino. O Brasil sagrou-se campeão nas duas disputas e segue como o grande nome no esporte. A seleção masculina, ultima campeã do Mundo, já possuía a classificação para o Mundial desse ano, que ocorrerá em Oman de 08 a 13 de Julho. Já a feminina conquistou sua classificação devido ao ouro conquistado nesse Panamericano. Ainda pouco conhecido no Brasil e no Mundo, o esporte considera que gols de goleiro e acrobáticos valham mais de um ponto e possui diversas regras que diferem das do handebol de quadra.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1502" title="areia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/03/areia.jpg" alt="" width="417" height="266" /></p>
<p><strong>+  Na Europa:  </strong>Está acontecendo desde o final do ano passado a Champions League da Europa, importante campeonato de clubes do continente. O torneio está chegando em sua fase decisiva para homens e mulheres. No feminino, os times estão terminando a rodada principal disputada em dois grupos de quatro times, de onde sairão os semifinalistas. No masculino os times disputarão as oitavas de final a partir do dia 14 de março em partidas de ida e volta. Os jogos são transmitidos ao vivo no site oficial da competição <a href="http://www.ehfcl.com/">http://www.ehfcl.com/</a>. Também estão rolando as partidas da fase classificatória para o campeonato Europeu feminino a ser realizado na Holanda entre os dias 2 e 16 de Dezembro. 28 seleções divididas em sete grupos disputam as 14 vagas disponíveis para a rodada principal, que definirá o campeão.</p>
<p>+ <strong>Nas Olimpíadas:</strong> Apenas 12 das 24 seleções participantes das Olimpíadas nos torneios feminino e masculino já estão decididas. As 12 equipes restantes se enfrentarão em torneios qualificatórios durantes os meses de Abril e Maio. O torneio qualificatório masculino ocorrerá de 6 a 8 de Abril e terá a presença da seleção Brasileira no forte grupo da Suécia, Hungria e Macedônia. Infelizmente Bruno de Souza, importante atleta da seleção, rompeu os ligamentos cruzados do joelho nos treinamentos com o grupo brasileiro para o torneio classificatório. O jogador já havia se lesionado no joelho e desfalcado a seleção durante os jogos Panamericanos de Guadalajara. O torneio qualificatório feminino ocorrerá entre os dias 25 e 27 de Maio e o Brasil, por ter sido campeão panamericano e portanto assegurado sua vaga para Londres, estará de fora e 100% focado em treinar para conseguir um resultado inédito em Londres.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1503" title="bruno" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/03/bruno-.jpg" alt="" width="355" height="266" /></p>
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		<title>Euro 2012 de Handebol, o mais alto nível do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Camila Lacerda]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Foi diante de 19.800 torcedores fanáticos na arena de Belgrado que a Sérvia sucumbiu à Dinamarca por dois gols em uma partida que por um lado mudou o significado do esporte para a Sérvia e por outro ratificou a tradição e o histórico de excelentes resultados da Dinamarca.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>Contando com mais de 300.000 expectadores durante as duas últimas semanas de Janeiro, o Campeonato Masculino Europeu de Handebol realizado na Sérvia teve em seu último dia um desfecho à altura de toda a emoção, competitividade e alto nível apresentado ao longo de todo o torneio. Foi diante de 19.800 torcedores fanáticos na arena de Belgrado que a Sérvia sucumbiu à Dinamarca por dois gols em uma partida que por um lado mudou o significado do esporte para a Sérvia e por outro ratificou a tradição e o histórico de excelentes resultados da Dinamarca.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/handebol/euro-2012-de-handebol-o-mais-alto-nivel-do-mundo/attachment/servia-2" rel="attachment wp-att-899"><img class="aligncenter  wp-image-899" title="servia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/servia1-800x459.png" alt="" width="640" height="367" /></a></p>
<p>O Handebol na Europa é grande e é o melhor do mundo. A igualdade entre seus competidores e o grau de competição com o qual o esporte é jogado no velho continente são tão grandes que é preciso organizar um torneio qualificatório prévio capaz de escolher os 16 times participantes do torneio principal. Este contou com duas fases distintas: a fase de grupos, onde 4 grupos de 4 seleções se enfrentaram e os 3 melhores avançaram à próxima fase e a fase final, onde 2 grupos de 6 seleções se enfrentaram e os 4 melhores avançaram às semininais.</p>
<p>Parafraseando um dos chavões do futebol brasileiro, não existe time bobo no handebol europeu. Desde a primeira fase, todos os jogos foram jogaços. Muito disputados e vencidos em sua maioria por um ou dois gols de diferença no último minuto, trazendo muita emoção. A França, até então uma das favoritas ao título por deter a tríplice coroa (ouro olímpico, campeonato mundial e europeu) não chegou a se classificar entre os 6 melhores times e ficou de fora da fase decisiva da competição. Por outro lado, algumas seleções surpreenderam ao longo do torneio. A jovem seleção da Macedônia foi embalada por sua torcida fanática e conseguiu um quinto lugar após 14 anos sem disputar o campeonato Europeu. Já o time da casa, apesar de não ser considerado favorito ao título e nem ser brilhante técnica e taticamente conseguiu o feito inédito de chegar à final.</p>
<p>Foram muitos os destaques coletivos e individuais nesse Europeu. O All-star team, composto por jogadores de 8 países diferentes, teve que deixar de fora grandes estrelas do mundial como os goleiros Niklas Landim (Dinamarca), Hombrados (Espanha), Allilovic (Croácia), tão fundamentais para suas equipes e muitos jogadores excelente como o croata Lackovic, o esloveno Gajic e o espanhol Dani Sarmiento, entre outros.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/handebol/euro-2012-de-handebol-o-mais-alto-nivel-do-mundo/attachment/dinamarcas" rel="attachment wp-att-897"><img class="aligncenter  wp-image-897" title="dinamarcas" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/dinamarcas.png" alt="" width="585" height="452" /></a></p>
<p><em>Landim e Hansen, a dupla de ouro dinamarquesa</em></p>
<p>A disputa da medalha de bronze entre Croácia e Espanha resultou na vitória croata por 31-27, liderada por Cupic e Lackovic e ajudada pelo cansaço espanhol. Já na grande final, a surpresa sérvia contou com o apoio da torcida e com as notícias da vitória de Djokovic em um jogo histórico e do seu time de pólo aquático no campeonato europeu. Não foi o suficiente, com o time sucumbindo por dois gols frente a uma Dinamarca sólida e de dois jogadores com enorme poder de decisão. Niklas Landim, goleiro dinamarquês de 23 anos fez defesas inacreditáveis nos momentos importantes e Mikkel Hansen, talentoso meia equerdo chamou para si a responsabilidade de marcar sempre que sua equipe mais precisou. Graças à vitória, a Dinamarca está classificada para os jogos olímpicos de Londres. Já os demais times se enfrentarão em 3 torneios qualificatórios com 4 times cada, em que os dois melhores classificam-se. O Brasil disputará sua vaga olímpica com a Suécia, Hungria e Macedônia em abril.</p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>O time que sobrou em um dia e o goleiro que ganhou o jogo no outro</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 19:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Camila Lacerda]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[PAN]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>A seleção feminina merece atenção. Do time que foi para o Pan, apenas duas atletas atuam no Brasil. As demais estão espalhadas pela Europa na Espanha, Hungria, Áustria, França e Dinamarca com a base do time formada por atletas atuando no time austríaco Hypo, que em recente parceria com a Confederação Brasileira de Handebol tem conseguido trazer experiência internacional e entrosamento entre as jogadoras. Não só porque suas jogadoras têm talento, potencial e vontade de vencer, mas também porque têm um técnico experiente acreditando que o Brasil possa brigar por algo a mais que eu ficaria de olho e torceria por essa seleção em Dezembro aqui no Brasil e também em Londres.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p><strong>Contribuição de Camila Lacerda</strong></p>
<p>Domingo e segunda trouxeram aos espectadores brasileiros as finais do handebol feminino e masculino em duas histórias com finais bastante diferentes para nossas seleções. Já que no domingo a Record decidiu transmitir o belíssimo jogo da seleção Brasileira de futebol e sua derrota para a Costa Rica, quem tinha Record News ou conseguiu acessar a transmissão online do Terra  viu a seleção feminina de handebol sobrar na vitória que trouxe o ouro contra a seleção da Argentina. Quem não tinha, infelizmente perdeu.</p>
<p>Eu bem que joguei handebol por 5 anos na faculdade, mas como minhas ex-companheiras de time bem sabem eu não entendo muito do esporte. Só sei que a seleção feminina brasileira é a melhor seleção das Américas desde algum tempo e tetracampeã dos Jogos Panamericanos. Não sobra muito a comentar sobre o jogo, em que o Brasil ganhou com tranquilidade por um placar de 33 a 15 e contou com grandes atuações da ponta direita Alê, da meia Duda e da experiente e talentosíssima goleira Chana.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-277" title="Captura de tela 2011-10-25 às 13.05.41" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-25-c3a0s-13-05-41.png" alt="" width="480" height="225" /><em>Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM</em></p>
<p>Comandada desde 2008 pelo Dinamarquês Morten Soubak, a seleção brasileira feminina terá a chance de mostrar à sua torcida no campeonato mundial a ser realizado em Dezembro no Brasil que está pronta para subir mais um degrau e crescer no cenário mundial. O Dinamarquês tem feito um trabalho de muita qualidade com o time e incentivado a ida de suas jogadoras para a Europa para que se exponham ao melhor handebol do mundo e assim possam evoluir, aumentando o nível individual e coletivo da equipe brasileira.</p>
<p>Essa seleção merece atenção. Do time que foi para o Pan, apenas duas atletas atuam no Brasil. As demais estão espalhadas pela Europa na Espanha, Hungria, Áustria, França e Dinamarca com a base do time formada por atletas atuando no time austríaco Hypo, que em recente parceria com a Confederação Brasileira de Handebol tem conseguido trazer experiência internacional e entrosamento entre as jogadoras. Não só porque suas jogadoras têm talento, potencial e vontade de vencer, mas também porque têm um técnico experiente acreditando que o Brasil possa brigar por algo a mais que eu ficaria de olho e torceria por essa seleção em Dezembro aqui no Brasil e também em Londres.</p>
<p>O jogo da seleção masculina foi diferente desde o começo. Bem que o Brasil tentou e até abriu 4 gols de diferença no primeiro tempo de jogo. Mas então o ataque pouco criativo da seleção, que forçou seu jogo o tempo inteiro em seus meias pouco assertivos e muito precipitados começou a falhar e o goleiro da Argentina Schulz começou a aparecer. O handebol é um esporte em que o goleiro faz toda a diferença no resultado final e pode acabar sendo o grande responsável pela vitória de seu time. Ainda que muitas das bolas defendidas por Schulz tenham sido mal chutadas pelos brasileiros, o fato do goleiro ter crescido e atuado como atuou tirou a confiança dos atletas da seleção e foi fator determinante para o resultado final de 26&#215;23 favorável ao time argentino.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-276" title="shulz" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/shulz.jpg" alt="" width="480" height="359" /><em>Goleiro Shulz que fez a diferença para a equipe argentina (Foto: Reinaldo Marques, Terra)</em></p>
<p>A derrota da seleção masculina acaba por trazer à tona a fragilidade de um esporte que tem tudo pra ser grande no país, já que é popular nas escolas Brasil afora e que se levado mais a sério poderia ir muito mais longe. Juca Kfouri <a href="http://blogdojuca.uol.com.br/2010/03/nosso-recordista-no-handebol/">postou já em 2010, em seu blog</a> algo que a meu ver reflete essa derrota e a falta de evolução do esporte nos últimos anos em suas seleções feminina e masculina: “<em>O sítio da Confederação Brasileira de Handebol informa que seu presidente, Manoel Luiz Oliveira, “aceitou”, constrangidamente, é claro, cumprir mais um mandato à frente da entidade, o sétimo”.</em> Depois de sete mandatos e resultados pouco expressivos, resta nos perguntar se um dia esse esporte será grande no Brasil e se alguma gestão conseguirá fazer o esporte evoluir e consolidar-se como potência. Enquanto isso torcemos pra que as meninas brilhem e os rapazes possam se recuperar e dar a volta por cima da derrota de ontem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-279" title="Captura de tela 2011-10-25 às 13.22.25" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-25-c3a0s-13-22-25.png" alt="" width="480" height="303" /><em>Foto: Reuters</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-278" title="hand_argentina" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/hand_argentina.jpg" alt="" width="480" height="359" /><em>Foto: Terra</em></p>
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		<title>Sobre a Copa Davis, Belucci guerreiro e a bela vitória do Feijão</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 21:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Camila Lacerda]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><em>Contribuição de Camila Lacerda</em>

Confesso que quando o destino, caprichoso que é, sorteou o único confronto fora de casa que o Brasil poderia ter na rodada que lhe daria a chance de voltar à elite da Copa Davis, já visualizei a derrota. Não só porque pegaria a Rússia, forte equipe mesmo que não imbatível, mas também porque jogaria lá, não aqui. No carpete e não no saibro. O confronto foi se aproximando e junto dele vinha um Belucci com um desempenho abaixo do esperado em seus jogos de simples da temporada.  Não posso mentir, meu pessimismo só piorou. Mesmo assim acompanhei, torci e me surpreendi com o que aconteceu em Kazan nesses últimos dias.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p><em>Contribuição de Camila Lacerda</em></p>
<p>Confesso que quando o destino, caprichoso que é, sorteou o único confronto fora de casa que o Brasil poderia ter na rodada que lhe daria a chance de voltar à elite da Copa Davis, já visualizei a derrota. Não só porque pegaria a Rússia, forte equipe mesmo que não imbatível, mas também porque jogaria lá, não aqui. No carpete e não no saibro. O confronto foi se aproximando e junto dele vinha um Belucci com um desempenho abaixo do esperado em seus jogos de simples da temporada.  Não posso mentir, meu pessimismo só piorou. Mesmo assim acompanhei, torci e me surpreendi com o que aconteceu em Kazan nesses últimos dias.</p>
<p>A primeira rodada não foi nada surpreendente. Ricardo Mello apanhou de Mikhail Youzhny no primeiro confronto porque tem menos tênis mesmo e só um dia muito ruim do russo em um dia muito inspirado de Ricardo o faria ganhar. Depois teve a esperada vitória de Thomaz sobre o Andreev. Escolha um tanto estranha essa do técnico russo de escalar o Andreev pra jogar com o Belucci, mas enfim escalou e deu chance a uma bela exibição do brasileiro. Já no sábado e com o confronto empatado, Bruno Soares e Marcelo Melo fizeram sua parte em um belo jogo. Eram mesmo mais dupla que a parceria russa de Dmitry Tursunov e Igor Kunitsyn e por isso ganharam.</p>
<p>Com o Brasil na frente, os jogos de simples do domingo decidiriam o confronto. Ou melhor, o jogo entre Thomaz e Youznhy decidiria. Quem acompanha tênis e um pouco dos resultados de Belucci admira, mas também se irrita com o brasileiro sempre tão inconstante, imprevisível e com um tênis tão promissor e de alto nível ao mesmo tempo. Foi um jogaço. E ao contrário do que os cornetas de plantão possam dizer, não achei que Belucci afinou. Jogou o que sabia contra um belo jogador que teve que tirar a vitória da cartola, quando tudo estava quase perdido e decidido pro lado brasileiro da quadra. Thomaz teve momentos inspiradores durante a partida como a quebra de saque no game que faria Youzhny ganhar a partida, a força mental até o fim da linha e a vibração, que tanto lhe faltava em outras partidas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-216" title="Captura de tela 2011-09-21 às 15.07.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-21-c3a0s-15-07-36.png" alt="" width="480" height="293" /></p>
<p>O resto foi Ricardo jogando em seu limite em um jogo que poderia ter sido ganho não fosse o abalo que a dura derrota de Belucci deve ter lhe provocado no começo do jogo. Não fosse o fato de Tursunov ser melhor ranqueado e estar jogando em casa para decidir um confronto que a meu ver já tinha acabado no quinto set da partida anterior. Por mais que Ricardo quisesse e pudesse ganhar do Russo. Agora voltamos ao zonal, ranqueados depois do Chile e como segundo cabeça de chave da região. Na prática significa que teremos que disputar um confronto para chegarmos à partida que pode nos levar para a tão sonhada elite da Davis mais uma vez. Já há nove anos fora, só o futuro e a evolução dessa equipe nos dirá até quando.</p>
<p>Enquanto isso em terras Sérvias, Djokovic aos prantos abandonava a partida contra Del Potro devido a uma contusão nas costas, colocando a Argentina na final da competição. Já a esquadra de Nadal e demais espanhóis batia a França, chegando a uma final que promete muita emoção. Impossível não gostar da Davis, onde os atletas deixam de defender um nome pra defender o próprio país. É nessa competição, mais que em todas as outras, que raça ganha jogo, que o fator casa interfere, que a superação, a vibração e o inimaginável estão presentes. Vale a pena ver essa final, na lógica, daria Espanha. Mas não arrisco um palpite.</p>
<p>Pra finalizar, vale destacar o Feijão confirmando a boa fase com a vitória de segunda-feira sobre Tommy Robredo no saibro de Bucareste. O feito não deve passar em branco, já que o brasileiro derrotou o espanhol em sets diretos e encontra-se em 84 do mundo, sua melhor posição no ranking da ATP. A segunda rodada não parece ser nenhum bicho papão, nos resta torcer para que Feijão faça uma boa campanha. E também para que Belucci comece a acreditar cada vez mais do que é capaz, depois desse fim de semana onde seu lado guerreiro, até então desconhecido, resolveu aflorar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-217" title="Captura de tela 2011-09-21 às 15.08.08" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-21-c3a0s-15-08-08.png" alt="" width="291" height="280" /></p>
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