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	<title>Esporte em Pauta &#187; Gustavo Battaglia</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Gustavo Battaglia</title>
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		<title>Passado os Jogos de Londres, a pergunta que fica é: e agora?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2012 19:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Battaglia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[basquete]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Dos 12 jogadores que estiveram em Londres, oito têm menos de trinta anos e plenas condições de estar nos Jogos do Rio. Além deles, vários outros estão surgindo. Contamos com um técnico gabaritado, um armador acima da média e ótimos pivôs para os próximos anos, mas ainda estamos carentes de um franchise player (aquele cara que vai botar a bola debaixo do braço no fim do jogo e resolver a partida)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Depois de um longo período fora dos Jogos Olímpicos, a seleção brasileira fez um excelente trabalho em Londres. Vencemos a favorita Espanha e, até mesmo nas derrotas para Rússia e Argentina, jogamos basquete de alto nível. No final terminamos em 5º lugar e, de quebra, saltamos do 13º para o 9º no ranking da FIBA.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-7241" title="Magnan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Magnan-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" />Claro que isso tudo é muito pouco para uma seleção que já foi bicampeã mundial (1959 e 1963) e três vezes medalhista olímpica (1948, 1960 e 1964), mas é prova de que o trabalho nesse último ciclo olímpico foi bem feito. A classificação para os Jogos veio com “tranquilidade” no Pré Olímpico das Américas, onde derrotarmos Argentina, República Dominicana e Porto Rico, antigos algozes do basquetebol tupiniquim.</p>
<p>Depois de tanta evolução, o que esperar da seleção brasileira até 2016?</p>
<p>O primeiro passo para nos mantermos em ascensão foi dado. O contrato do técnico Ruben Magnano foi renovado até 2016, mas isso ainda é muito pouco para uma seleção que pretende voltar ao pódio olímpico. Se o basquete (leia-se CBB) pretende voltar a ser o segundo esporte nacional, outros tipos de investimento precisam ser feito.</p>
<p>Não vou ficar aqui apontando as excessivas falhas da CBB, pois esse não é o objetivo desse texto. É sabido que a política nacional de esportes de base precisa ser melhorada e a confederação <strong>tem</strong> que ser uma das principais ferramentas dessa mudança. É ela quem tem que gerir os torneios escolares, cobrar das federações campeonatos melhores e promover intercâmbios de jogadores e técnicos.</p>
<p>Dos 12 jogadores que estiveram em Londres, oito (Raulzinho, Caio Torres, Huertas, Leandrinho, Varejão, Nenê, Splitter e Marquinhos) têm menos de trinta anos e plenas condições de estar nos Jogos do Rio. Além deles, vários outros estão surgindo (ou já são realidade), caso de Scott Machado, Fab Mello, Rafa Luz, Augusto Lima, Vitor Faverani, Rafael Hettsheimeir, entre outros.</p>
<p>Contamos com um técnico gabaritado internacionalmente, um armador acima da média e ótimos pivôs para os próximos anos, mas ainda estamos carentes de um <em>franchise player</em> (aquele cara que vai botar a bola debaixo do braço no fim do jogo e resolver a partida). Infelizmente tenho que concordar com o amigo Fabio Sormani que afirma que o último jogador desse tipo que tivemos no Brasil foi Oscar Schmidt. Cabe aqui ressaltar que nosso eterno camisa 14 era um exímio pontuador, mas não defendia bem. Leandrinho sempre se candidatou ao posto, mas já provou mais do que uma vez que não dá conta do recado. Nos falta um jogador com capacidade de decisão como Ginobili, Navarro ou Kirilenko.</p>
<p>Teremos quatro anos de treinos e competições para nos afirmarmos como uma potência do basquete mundial e lutarmos por uma medalha em 2016.</p>
<div><strong><img class="size-thumbnail wp-image-6728 alignleft" title="basquete_perfil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/basquete_perfil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Gustavo Battaglia </strong>apaixonou-se pelo basquete assistindo aos Jogos Olímpicos de 1992, quando viu o Dream Team passeando em Barcelona. Hoje é técnico e consultor de basquete, e escreve no blog <a href=" http://homensbrancosnaosabemblogar.tumblr.com/ ">Homens Brancos não sabem blogar</a></div>
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		<title>Deu a lógica!</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 12:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Battaglia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Antes dos jogos começarem, Kobe Bryant disse que esse time dos EUA poderia bater o Dream Team de Barcelona 92 e foi zombado por isso. Porém, com esses números, uma coisa ficou clara: a diferença técnica, tática e física desse selecionado é proporcional à daquele time. Muito se falou sobre uma possível dificuldade dos americanos teriam ao enfrentar alguns adversários (Espanha, Argentina, Rússia), mas o que se viu em Londres foi uma aula de basquete com o selecionado norte americano]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Na reedição da final dos Jogos Olímpicos de Pequim, a Espanha até que tentou mudar a história, mas não conseguiu derrotar os EUA. Com excelentes atuações de Kevin Durant e LeBron James, os americanos fizeram 107 x 100, confirmaram o favoritismo e conquistaram a décima quarta medalha de ouro olímpica para o país na modalidade.<img class="alignright size-medium wp-image-7177" title="usa" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/usa-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>A soberania americana nesses jogos pode ser vista através de alguns números. Foram 115,5 pontos por jogo (destaque para o recorde de pontos em uma única partida, 156 e os 126 pontos contras os hermanos), 59,5 % de aproveitamento das bolas de dois pontos e 44% nas de três pontos (129 tiros certeiros durante toda a competição).</p>
<p>Antes dos jogos começarem, Kobe Bryant disse que esse time dos EUA poderia bater o Dream Team de Barcelona 92 e foi zombado por isso. Porém, com esses números, uma coisa ficou clara: a diferença técnica, tática e física desse selecionado é proporcional à daquele time. Muito se falou sobre uma possível dificuldade dos americanos teriam ao enfrentar alguns adversários (Espanha, Argentina, Rússia) acostumados com o estilo de jogo da FIBA, mas o que se viu em Londres foi uma aula de basquete com o selecionado norte americano.</p>
<p>Já na disputa pelo bronze, a Argentina que tentava conquistar sua terceira medalha olímpica consecutiva caiu diante da Russia, 81 x 77. Dificilmente essa geração de ouro argentina jogará os jogos do Rio em 2016.</p>
<p>Os jogos de Londres terminaram e vão deixar saudades.</p>
<div><strong><img class="size-thumbnail wp-image-6728 alignleft" title="basquete_perfil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/basquete_perfil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Gustavo Battaglia </strong>apaixonou-se pelo basquete assistindo aos Jogos Olímpicos de 1992, quando viu o Dream Team passeando em Barcelona. Hoje é técnico e consultor de basquete, e escreve no blog <a href=" http://homensbrancosnaosabemblogar.tumblr.com/ ">Homens Brancos não sabem blogar</a></div>
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		<title>Jogamos como nunca, perdemos como sempre</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 23:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Battaglia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[basquete]]></category>
		<category><![CDATA[Rubén Magnano]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Com uma atuação ofensiva abaixo da média e muitos lances livres errados (12-24) o Brasil perdeu para a Argentina, 82 a 77. A equipe comandada pelo argentino Ruben Magnano também falhou muito defensivamente e pagou caro por isso. O Brasil encerra sua participação nos Jogos na honrosa 5º colocação, à frente de Lituânia e França, duas potências do basquete europeu]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Apesar da excelente campanha na primeira fase (derrota por um ponto para a Rússia e vitória sobre a Espanha), o Brasil foi eliminado dos Jogos Olímpicos de Londres.</p>
<p>Com uma atuação ofensiva abaixo da média e <strong>muitos</strong> lances livres errados (12-24) o Brasil perdeu para a Argentina, 82 a 77. A equipe comandada pelo argentino Ruben Magnano também falhou muito defensivamente e pagou caro por isso. O Brasil encerra sua participação nos Jogos na honrosa 5º colocação, à frente de Lituânia e França, duas potências do basquete europeu.<img class="size-medium wp-image-6892 alignright" title="basquete" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/basquete2-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p>Diferentemente do que aconteceu em todas as últimas competições em que nosso selecionado esteve presente, dessa vez não temos um culpado. Nossa seleção está de parabéns pelo excelente trabalho que vem realizando desde a contratação do técnico argentino.</p>
<p>Claro que, no fim do jogo, depois de buscar uma diferença de 15 pontos e baixá-la para três pontos, cometemos erros infantis, como a falta de ataque de Alex e a bola perdida de Leandrinho, mas esses erros não foram determinantes para o resultado final da partida. Jogamos contra uma grande equipe que conquistou medalha nas últimas duas Olimpíadas e não podemos tirar o mérito da vitória.</p>
<p>Hoje temos uma equipe que tem consciência tática (exceção de Marcelinho Machado) e um sistema defensivo consistente, mas ainda sentimos a falta de um jogador <em>clutch</em> (a la Ginobili, Durant ou Gasol) para fecharmos jogos como o de hoje.</p>
<p>Fico feliz em ver amigos comentando basquete, discutindo os adversários e torcendo pela nossa seleção. Acho que essa é a grande vitória dessa Olimpíada. O basquete “voltou” para retomar o posto de segundo esporte do brasileiro.</p>
<p><strong>Semifinais</strong><br />
O corpo mole da seleção espanhola funcionou e eles venceram os franceses por 66 x 59. Agora os espanhóis enfrentam os russos, que eliminaram a Lituânia (83 a 74). Na outra partida da semifinal teremos Argentina e EUA, que bateu a Austrália por 119 a 86.</p>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong><img class="size-thumbnail wp-image-6728 alignleft" title="basquete_perfil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/basquete_perfil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Gustavo Battaglia </strong>apaixonou-se pelo basquete assistindo aos Jogos Olímpicos de 1992, quando viu o Dream Team passeando em Barcelona. Hoje é técnico e consultor de basquete, e escreve no blog <a href=" http://homensbrancosnaosabemblogar.tumblr.com/ ">Homens Brancos não sabem blogar</a></div>
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		<title>Que venham os hermanos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 01:19:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Battaglia]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Não se pode tirar o mérito do time brasileiro, pois a vitória foi merecida e incontestável (pelo menos para o colunista que vos escreve). Mas vale deixar uma observação que a França entrou com protesto no COI contra o resultado da partida. Com esses resultados teremos um Brasil x Argentina e França x Espanha nas quartas. Como disse Varejão em uma das suas entrevistas: “quem quer ser campeão não pode escolher adversários”. Que venham os hermanos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>A Argentina até que tentou embolar a classificação do grupo A, fazendo um excelente primeiro tempo (60 x 59 para os americanos), mas no terceiro quarto o selecionado de Coach K fez 42 a 17 e acabou com qualquer esperança de vitória dos hermanos. Placar final: EUA 126 x 97 Argentina.</p>
<p>Os americanos confirmaram o favoritismo e terminaram em primeiro com cinco vitórias ( com a assustadora marca de 117,8 pontos por jogo). Os franceses terminaram em segundo, seguidos por Argentina e Lituânia.<img class="alignright  wp-image-6723" title="spliter" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/spliter.jpg" alt="" width="277" height="416" /></p>
<p>A última rodada do grupo B começou com uma surpresa. A Austrália, quarta colocada, surpreendeu e venceu a Rússia. Com uma bola do armador do Portland Trailblazers, Patty Mills no último segundo da partida, os australianos ganharam por 82 x 80. O resultado não alterou em nada a classificação das duas equipes, mas serviu pra dar uma motivação extra para os australianos, afinal de contas eles enfrentam os favoritos a medalha de ouro, EUA.</p>
<p>No jogo mais aguardado do dia Brasil e Espanha fizeram um belo jogo. Muito se falou sobre uma possível manipulação de resultado, pois o vencedor do confronto ficaria com a segunda colocação do grupo, o que significava enfrentar os americanos já nas semi. A equipe espanhola terminou na frente os três primeiros quartos do jogo (26 x 17, 44 x 38 e 66 x 57), mas a equipe brasileira fez um excelente quarto quarto e acabou vencendo a partida por 88 a 82. Vitória que seria incontestável não fosse o placar do ultimo quarto, 31 a 16.</p>
<p>Pra quem assistiu ao jogo e teve curiosidade de ver os números finais da partida, não pareceu que a Espanha teve intenção de entregar o jogo, apesar de ambas equipes terem se utilizado muito do banco de reservas. O que se viu nos últimos minutos do confronto foi um Brasil defendendo muito bem e acertando as bolas de três que teimavam a cair nos outros jogos (foram 4 somente no ultimo quarto).</p>
<p>Não se pode tirar o mérito do time brasileiro, pois a vitória foi merecida e incontestável (pelo menos para o colunista que vos escreve). Mas vale deixar uma observação que a França entrou com protesto no COI contra o resultado da partida.</p>
<p>Com esses resultados teremos um Brasil x Argentina e França x Espanha nas quartas.</p>
<p>Como disse Varejão em uma das suas entrevistas: “quem quer ser campeão não pode escolher adversários”. Que venham os hermanos.</p>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong><img class="size-thumbnail wp-image-6728 alignleft" title="basquete_perfil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/basquete_perfil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Gustavo Battaglia </strong>apaixonou-se pelo basquete assistindo aos Jogos Olímpicos de 1992, quando viu o Dream Team passeando em Barcelona. Hoje é técnico e consultor de basquete, e escreve no blog <a href=" http://homensbrancosnaosabemblogar.tumblr.com/ ">Homens Brancos não sabem blogar</a></div>
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