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	<title>Esporte em Pauta &#187; Home</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Home</title>
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		<title>Três outras lições dos técnicos da minha vida</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2014 13:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Poderia gastar linhas falando das lições óbvias que aprendi com meus técnicos de natação: a importância de se construir um resultado, cair após as derrotas, respeito aos adversários, disciplina. Tudo isso é muito bonito, tão bonito que já chega a ser meio clichê, de tão incorporado na minha vida.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Poderia gastar linhas falando das lições óbvias que aprendi com meus técnicos de natação: a importância de se construir um resultado, cair após as derrotas, respeito aos adversários, disciplina. Tudo isso é muito bonito, tão bonito que já chega a ser meio clichê, de tão incorporado na minha vida.</p>
<p>Nesse dia após a comemoração do dia dos professores, lembrei de três outras lições que aprendi com os três técnicos da minha vida.</p>
<p><strong>1. &#8220;Melhor não julgar os outros; todo mundo tem uma história e nós não conhecemos&#8221;</strong><br />
Sempre tive o costume de, logo após sair do pódio, tirar a medalha do pescoço e guardá-la &#8211; tinha pavor que alguém me visse desfilando com aquilo e inferisse que eu era uma menina metida e exibida. Em algum Campeonato Paulista, fui almoçar com o Caco (meu técnico por grande parte da vida e amigo até hoje) e avistamos uma mãe com uma medalha no pescoço, algo que sempre achei meio ridículo. Fiz alguma piada sobre isso.</p>
<p>No ônibus de volta para o hotel, me lembro claramente do Caco falando: &#8220;Bia, parei para pensar naquela mãe que estava com a medalha. Também acho meio estranho. Mas nós não conhecemos a história dela, né? Nem da família. Às vezes eles passaram por algo difícil, às vezes tem que fazer muitos sacrifícios para o filho nadar. Enfim, não sabemos. E como não sabemos, não podemos julgar&#8221;.</p>
<p>Nunca esqueci disso. Continuo julgando as pessoas no impulso mas, dentro de mim, sempre lembro disso. É uma ideia meio parecida com um mantra que tenho ouvido com frequência, de ser gentil com os outros anônimos que passam em nossa vida; não sabemos que tipo de fardo as pessoas carregam.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="" src="http://www.berlinda.org/BERLINDA.ORG/Artes_Visuais/Eintrage/2011/9/18_A_Tropa_do_Individuo__Nastio_Mosquito_e_os_Ghostbusters_files/Pai%20Natal%20A%20Viagem.jpg" width="444" height="203" /></p>
<p><strong>2. A sinceridade do &#8220;Eu não vou torcer para você&#8221;</strong><br />
Nadei no mesmo clube, Saldanha, por muitos anos. A Unisanta era a principal força da cidade e, todo ano, perdíamos atletas para lá. Eu ficava indignada, odiava o Santa. Até que, por muitos motivos, resolvi ir para lá em 2004. Contar para o Caco e o Marcelo, meus dois técnicos durante meus anos de Saldanha, foi uma das coisas mais difíceis da minha vida (mas, ainda bem, minha mãe me mostrou a importância de ter dignidade e fazer isso pessoalmente, algo que muitos atletas olímpicos esquecem mesmo com 25 anos na cara).</p>
<p>Caco foi muito tranquilo; ele já estava meio de saco cheio de ser técnico. Me desejou sorte e sucesso. O Marcelo não. Ele ficou triste, pediu para eu ficar e foi muito sincero: falou que não torceria por mim, não porque não gostasse de mim, mas porque gostava demais. Aquilo pegou em mim muito forte, mas confesso que admirei muito a sinceridade e o sentimento.</p>
<p>Além disso, foi importante para eu aprender que toda escolha na vida envolve uma renúncia. Não dá para sair de um lugar e esperar que todos achem lindo. Assim como não dá para terminar com alguém, mudar de emprego, falar o que pensa, se posicionar sobre algum assunto e esperar que todo mundo goste.</p>
<p>Isso em nada alterou o que nós tínhamos vivido e a importância do Marcelo na minha vida. Hoje, torço por ele e vibro com cada conquista; sei que a recíproca é verdadeira.</p>
<p><strong>3. Se melhorar, melhora. </strong><br />
Treinei com o Gérson só por um ano, mas foi o suficiente para amá-lo para o resto da vida, mesmo que com uma relação bem diferente e menos fraternal do que tive com Caco e Marcelo.</p>
<p>Eu achava engraçado ver suas broncas coletivas, a forma como ele falava e ficava bravo, a forma como cobrava seriedade. E dentre todas as coisas que ele falava, nada foi tão marcante do que o &#8220;para com essa coisa de &#8216;se melhorar estraga&#8217;. Pelo amor de deus molecada, vamos PARAR DE SE SABOTAR!! Se melhor melhora, esse discursinho ai é a coisa mais ridícula do mundo&#8221;.</p>
<p>Incorporar isso na minha vida é uma tarefa diária; sou uma pessimista por excelência. Mas essa filosofia gerseniana não é um ode ao otimismo desmedido ou  uma visão infantil de que tudo sempre ficará bem; é um discurso em prol de colocar menos minhocas na cabeça e aceitar que não há problema nas coisas boas que acontecem com você. Não precisa estar sempre desconfiando do universo. Tudo pode dar errado ou certo, independente se estava dando certo ou errado antes.</p>
<p><img class="alignnone" alt="" src="https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpa1/v/t1.0-9/180488_150153168371693_288989_n.jpg?oh=3a703060743a113d6c36a52759d7a93d&amp;oe=54BE79BD&amp;__gda__=1421183820_93f7e284ace05e31a60c7b6d04ec4f1f" width="478" height="379" /></p>
<p><img class="alignnone" alt="" src="https://scontent-b-mia.xx.fbcdn.net/hphotos-xfa1/v/t1.0-9/40235_112707062116304_6041727_n.jpg?oh=494f4d58251590844e30d17145fb0081&amp;oe=54BAAF11" width="448" height="336" /></p>
<p><img class="alignnone" alt="" src="https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfa1/v/t1.0-9/166113_148263851893958_4520817_n.jpg?oh=fb576eb924d7ce4190ff515d77d24353&amp;oe=54BF2189&amp;__gda__=1424943169_f52fa4b28bd85eb1adb45acb03d40ff3" width="504" height="378" /></p>
<p><img class="alignnone" alt="" src="https://scontent-a-mia.xx.fbcdn.net/hphotos-xpa1/v/t1.0-9/41340_112707115449632_353931_n.jpg?oh=5f3dc3ec2e97356a5c24ad58bbbfb2ba&amp;oe=54C020AD" width="493" height="370" /></p>
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		<title>Diego Hypólito</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 01:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ginástica Artística]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[diego hypólito]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Gymnastics-Artistic-42.png" width="42" height="42" alt="Ginástica Artística" title="Ginástica Artística" /><br/>Não é trivial alguém que exponha de forma tão contundente um objetivo desse tamanho (tenho até minhas dúvidas se é bom). Mas uma coisa não dá para negar: Diego é corajoso.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Gymnastics-Artistic-42.png" width="42" height="42" alt="Ginástica Artística" title="Ginástica Artística" /><br/><p><em>&#8220;It&#8217;s not about how hard you hit, it&#8217;s about how hard you can get hit, and keep moving forward&#8221;</em></p>
<p>Me lembro como se fosse ontem do tombo que Diego Hypólito levou nas Olimpíadas de Pequim. Ele vinha de dois ouros e uma prata em Mundiais naquele ciclo olímpico: era o favorito ao ouro no solo. Mas caiu de bunda e saiu completamente devastado da prova. Lembro de sua entrevista, arrasado, lembro da foto em que sua cara exprimia o quão inacreditável era aquilo que tinha acontecido. E lembro também dele falando: meu sonho não acabou, quero ser campeão olímpico.</p>
<p>Um dos maiores talentos da história da ginástica brasileira, Diego sempre lidou com lesões. Em 2005 passou por cirurgia e ficou 6 meses sem treinar; em 2010, ficou fora do Mundial por lesão no tornozelo e pé esquerdo e também passou por cirurgia; o mesmo aconteceu após as Olimpíadas de Londres, quando ficou quatro meses afastado após mais duas operações. Mesmo com tudo isso, Diego seguia treinando, e sempre fez questão de falar o quanto amava a ginástica.</p>
<p>Nesse meio tempo, Diego viu seu colega Arthur Zanetti conquistar aquilo que nunca teve vergonha de dizer que era seu sonho: o ouro olímpico. Faz parte do esporte: nem sempre o primeiro cara a ter mais destaque em uma modalidade, aquele que abre as primeiras portas, é quem vai chegar mais alto (ou mais cedo) no pódio olímpico. Na mesma edição em que Zanetti foi magistral e conquistou o histórico ouro, Diego caiu de novo. &#8220;Esse cara não foi feito para Olimpíadas, esquece&#8221;, muita gente falou. Talvez não seja mesmo, mas acho engraçado duvidar de quem coleciona tantas medalhas em Mundial.</p>
<p>De todo modo, Diego continuou treinando. Esse ano, revelou ter passado por depressão no período após a demissão do Flamengo. Ficou internado, tomou remédios e quando revelou o problema para a imprensa, falou de novo: <em>&#8220;Eu não estava mais tendo o desempenho que eu queria ter. O meu objetivo é muito claro, eu quero ser medalhista olímpico e vou fazer tudo para buscar isso. Eu acredito que eu posso e buscarei medalha olímpica. Até onde o meu sonho pode ir, só eu e Deus vamos decidir.&#8221;</em></p>
<p>Não é trivial alguém que exponha de forma tão contundente um objetivo desse tamanho (tenho até minhas dúvidas se é bom). Mas uma coisa não dá para negar: Diego é corajoso.</p>
<p>Passaram alguns meses e mais um baque: Diego seria o reserva da seleção no Mundial da China, competição mais importante da modalidade. Diego estava treinando bem, viajou ao país, mas não iria competir. A decisão da comissão técnica era estratégica: focar nos atletas que fossem fortes no conjunto e não em um único aparelho. Isso porque esse Mundial classificaria 24 seleções para o Mundial do ano que vem, em Glasgow, que será seletiva para as Olimpíadas. O país nunca conseguiu se classificar para a disputa por equipes em uma Olimpíadas. A evolução é grande e isso pode mudar no Rio-2016. Nesse Mundial, a seleção acabou ficando em 6o na prova, resultado inédito e muito expressivo.</p>
<p>Mas voltando à decisão estratégica: a comissão resolveu focar nos atletas fortes no conjunto, o que não era o caso de Diego, que sempre foi muito forte no solo. Mas, poucos dias antes da competição, Caio Souza teve uma lesão e Diego entrou no time.</p>
<p>No dia em que foi anunciado que Diego seria reserva, ele postou no instagram:</p>
<div data-reactid=".14.0.0.0.0.0.0.1.0.0.0.0.1"><em>Oi galera! Quero agradecer tantas pessoas legais que sempre me incentivam na vitória ou na derrota! Esses dias tem sido muito difíceis! Me esforcei o máximo que pude mas não foi o suficiente para ser da seleção titular! Quero desejar muita sorte a todos os meninos que treinaram e se dedicaram e irão competir o mundial! Obrigado pelo carinho da seleção por terem me ajudado muito com força em meus treinamentos! Esse ano assim como o próximo ano é muito importante para a seleção! Vcs tem muito potencial para chegar a uma final por equipes! Assim possibilitando 5 ginastas competirem as olimpíadas! Espero conseguir fazer parte desse sonho! Desculpe repórteres! Família! Amigos! Técnicos dentre muitas pessoas que estão próximas a mim esses dias se eu não consegui dar muitas risadas! Conversar! Mas estou muito decepcionado comigo! Espero que entendam que estar aqui sempre é um sonho! E ficar de fora não é nada fácil! Esse ano ainda tenho duas competições! Irei continuar me esforçando muito para tentar ajudar a equipe nacional! Assim também possibilitado que eu consiga o meu sonho! Que é ser um medalhista olímpico e a classificação olímpica por equipes! Muita força mesmo a todos os meninos que estão se esforçando para esse objetivo olímpico! Temos muitas chances com essa equipe de ir à final por equipes esse ano e finais individuais! Estarei orando por nós! Deus obrigado por tudo! Quando eu chorar vou me lembrar que até aqui tua mão me sustentou! Desistir nunca! Esse foi meu treino de hoje da manhã!<a href="http://instagram.com/fc_diegohypolito" data-reactid=".14.0.0.0.0.0.0.1.0.0.0.0.1.2:1.1"><br />
</a></em></div>
<p>Novamente, depois de mais uma &#8220;derrota&#8221;, Diego ressaltou seu sonho: ser medalhista olímpico. Essa fé inabalável é comovente.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Os posts ontem e hoje foram diferentes. Diego, sorrindo muito, estava nas nuvens. Diego não desperdiçou a vaga herdada: foi para a final do solo, ajudando o Brasil a conseguir o sexto lugar por equipes. E na final, fez uma apresentação segura, com pouquíssimos erros, e foi bronze, voltando ao pódio de Mundial depois de 3 anos.  Na entrevista, falou que aquele era o dia mais feliz de sua vida e comentou que chegar ali tinha sido &#8220;muito, muito difícil.&#8221; De novo, <a href="http://globoesporte.globo.com/programas/esporte-espetacular/noticia/2014/10/exclusivo-diego-hypolito-supera-depressao-treina-e-conquista-medalha.html">falou no desejo</a> da medalha olímpica (vale muito a pena ver o primeiro vídeo dessa reportagem da Globo). </span></p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">&#8220;Galera ainda não acredito que fui medalhista mundial!!!!! Estou me sentindo muito criança precisando me beliscar para provar que é real!!!!! Então como é dia das crianças postei essa foto de ontem que fui feliz como uma criança!!!!!! Obrigado Deus e todas as pessoas que têm me coberto de carinho! Muito grato mesmo sem explicação!!!!! Estou no hotel mas não consigo dormir pois amanhã volto ao Brasil!!!!!! Terca estarei em casa!!!!</span></p>
<p><img class="alignnone" alt="Foto: Ricardo Bufolin" src="http://s2.glbimg.com/0xY2PjJp1qvskwUPCsjIpg63jjQ=/0x15:1500x885/690x400/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2014/10/03/cbg_ag_world_champion_2014_-_mag_team_competition_-_02oct14_13.jpg" width="483" height="280" /></p>
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		<title>Sonho Olímpico: Patricia Boos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2014 18:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Hóquei na grama]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Boos]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>A questão das Olimpíadas é complicada. Pela diferença de nível técnico da seleção para as demais equipes, a Federação Internacional de Hóquei (FIH) criou um critério: o Brasil teria que chegar ao top 40 do mundo no feminino e top 30 no masculino até o final deste ano.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Existe outra Olimpíada antes das Olimpíadas começarem. Para que 10.568 atletas estivessem em Londres, muitos ficaram pelo caminho.</p>
<p>As seletivas nacionais são cruéis. No taekwondo, pela regra que valia até a última edição dos Jogos, cada país só podia levar quatro atletas no total, entre todas as categorias &#8211; não basta ser o melhor do país no seu peso, há que ser melhor que os outros melhores. No judô, apenas um atleta é aceito por país em cada categoria. Os cortes na lista dos convocados no vôlei aconteceram já em Londres.</p>
<p>A mesma travessia está sendo traçada desde já, rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Diz o senso comum que os esportes de menor tradição podem respirar alivados quando há uma Olimpíada em casa. O motivo é bem claro: ao invés de se submeter aos fortes índices e critérios de classificação típicos de uma Olimpíada, o país sede teria o benefício da vaga garantida em todas as modalidades.</p>
<p>Mas nem sempre é assim. O caso mais emblemático hoje é o do hóquei sobre a grama, que corre o risco de ser o único esporte sem brasileiros nas Olimpíadas de 2016. Desde que a modalidade se tornou olímpica, em 1908 para os homens e 1980 para a disputa feminina, o Brasil nunca teve representantes na competição mais importante desse esporte.</p>
<p>A ausência do hóquei brasileiro no piso sagrado das Olimpíadas não podia ser diferente: o esporte engatinha no país, com 6 clubes que participam do Campeonato Brasileiro, todos do eixo Sul-Sudeste. No <a href="https://www.youtube.com/watch?v=F-JD35iBry0">documentário</a> “À sombra dos holofotes”, o técnico do Florianópolis resume bem a questão técnica: “Não daria para jogar contra a primeira divisão argentina, contra a segunda dá. No masculino. No feminino já teria que ir um pouco mais embaixo”.</p>
<p>Em meio aos dados, existem os atletas. Uma delas é Patricia Boos, 30 anos.</p>
<p>Ainda na faculdade de educação física, Patricia foi vista jogando futebol. Na época, o Brasil começava a formar uma seleção permanente visando o PAN de 2007, e Patricia foi chamada para defender o país. O Brasil terminou a competição com três derrotas em três jogos, e 38 gols sofridos.</p>
<p>A evolução da modalidade a partir daí &#8211; lenta, mas uma evolução &#8211; se confunde com a história de Patricia, hoje capitã da seleção. O principal (e insuficiente) legado do PAN foi o campo oficial construído no Rio de Janeiro.</p>
<p>Embora importante, o campo é também uma “maldição”: os jogos do Campeonato brasileiro são realizados lá. Não é incomum ver as duas principais equipes de Florianópolis viajando horas até o Rio para disputar uma partida no final de semana e, então, voltar para casa. Seria apenas o problema do cansaço e da falta de praticidade, não fosse um detalhe: são os jogadores que arcam com todos os custos de viagem: passagem aérea, hospedagem, alimentação. Não há auxílio de custo nem por parte do clube nem da Seleção, com exceção dos períodos de preparação em Deodoro.</p>
<p>Em paraleo ao hóquei, Patrícia &#8211; e a maioria dos atletas das seleções, masculina e feminina &#8211; trabalham. Patricia é funcionária pública e também faz faculdade. Treina todos os dias, entre preparação física e treino na quadra e no campo society, improvisação para lidar com a falta de um campo oficial no estado.</p>
<p>Enquanto ouvia Patricia me contando sobre isso há cerca de um mês, quando falamos ao telefone, meu lado racional não pensava nem na estrutura para o esporte no Brasil. O que me vinha à cabeça era: <em>por que</em> ela fazia aquilo? Se dedicar assim por um esporte, gastar dinheiro com ele &#8211; sem nem ter a garantia de participar das Olimpíadas &#8211; pagar para competir. É contraintuitivo. Ela me respondeu:</p>
<p>&#8220;Eu sempre fui apaixonada por esportes em geral. Isso vem muito da pessoa: eu não consigo ficar muito longe da competição, gosto do clima e gosto muito de representar e vestir a camisa do Brasil. Isso me move, me atrai. Por isso eu continuo esse tempo todo. Não consigo largar isso e seguir minha normalmente, sem ser atleta”.</p>
<p><strong>Participação nas Olimpíadas</strong><br />
A questão das Olimpíadas é complicada. Pela diferença de nível técnico da seleção para as demais equipes, a Federação Internacional de Hóquei (FIH) criou um critério: o Brasil teria que chegar ao top 40 do mundo no feminino e top 30 no masculino até o final deste ano.</p>
<p>Atualmente, o Brasil é 41o. A última chance de melhorar a classificação seria a disputa da Liga Mundial, em Guadalajara. Com o patrocinador tirando a verba da viagem, o Brasil não pode participar da competição, e não há mais chance de ficar entre os 40 primeiros até o final do ano. Outra forma de classificação seria ficar entre os 6 primeiros no PAN, mas o país ainda não está classificado para a competição.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Os atletas se mobilizaram e organizaram um <a href="http://www.change.org/p/federação-internacional-de-hóquei-reveja-seus-critérios-de-qualificação-e-confirme-a-participação-das-seleções-brasileiras-masculina-e-feminina-nos-jogos-ol%C3%ADmpicos-do-rio-de-janeiro-em-2016?share_id=HeWDLSwcEi&amp;utm_campaign=friend_inviter_chat&amp;utm_medium=facebook&amp;utm_source=share_petition&amp;utm_term=permissions_dialog_true">abaixo assinado</a> pedindo a revisão das regras de participação da FIH, mencionando que outros esportes sem tradição contarão com convite para participar dos Jogos. “Não queremos só as Olimpíadas. Queremos o futuro do esporte. Sabemos que a participação vai trazer um legado muito grande: instalações, aumentar o número de praticantes, crianças conhecendo, público. A ideia é essa, divulgar o esporte. Somos poucos, muitos não conhecem”, me disse Patricia. </span></p>
<p>Antes que soasse um discurso de &#8220;vítima&#8221;, a própria Patricia completou. &#8220;A ideia é mostrar a realidade mas não de forma negativa. Sabemos que tem muitos problemas, e que a realidade não é a ideal. Queremos divulgar e desenvolver o hóquei no Brasil. Mas sempre positivamente, sabe? Tentando trazer as pessoas para o nosso lado ao ver que a gente vem lutando e batalhando”.</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter" alt="" src="http://hoqueibrasil.files.wordpress.com/2013/01/patricia-boos2.jpg" width="565" height="356" /></p>
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		<title>Quem é Isaquias Queiroz (um pouco além da &#8220;piada pronta&#8221; e da &#8220;redenção&#8221;)</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/home/quem-e-isaquias-queiroz-um-pouco-alem-da-piada-pronta-e-da-redencao</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2014 23:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Isaquias Queiroz]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Natural de Ubaitaba, na Bahia, Isaquias é um fenômeno da canoagem brasileira já há algum tempo. Estamos falando de um esporte com pouca tradição no Brasil, que tem no jovem de 20 anos os melhores resultados já conquistados. Ele começou na modalidade aos 11 anos, quando ingressou no projeto do governo federal Segundo Tempo. Antes disso, seu sonho era ser jogador de futebol. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Isaquias Queiroz estampou as manchetes de jornais no sábado, dia 10 de agosto. Durante o Mundial de Canoagem, disputado em Moscou, na Rússia, o atleta brasileiro esteve prestes a se sagrar campeão quando se desequilibrou e caiu perto da linha de chegada. Foi na prova olímpica de C1 1000 metros, em que ele havia sido bronze no Mundial de 2013, melhor resultado da história da canoagem brasileira em Mundiais.</p>
<p><img class="alignright" alt="" src="http://s2.glbimg.com/VVaGroilqsCQQJC4GvxlGf4Tw7Y=/0x0:880x600/690x470/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2014/08/10/isaquiasqueiroz_facebook.jpg" width="386" height="263" /></p>
<p>A imagem e o vídeo rodaram os principais portais de notícias, menos pelo resultado e mais pelo &#8220;pitoresco&#8221; da queda tão próxima à linha de chegada. Isaquias nem é Isaquias na maioria das manchetes, mas sim o &#8220;Brasileiro que tem ouro do Mundial de canoagem na mão, mas cai na remada final&#8221;. Piada pronta, né? Nos comentários, &#8220;Brasil sendo Brasil&#8221;, &#8220;Eu me pergunto porque brasileiro &#8220;amarela&#8221; tanto!&#8221;, &#8220;Gol, da Alemanha, rs.&#8221; e por ai vai. Uma prévia do que teremos daqui a dois anos nas Olimpíadas, quando os entendidos de plantão virarão entendidos nos 28 esportes olímpicos que serão disputados.</p>
<p>Antes de continuar: não acho que os atletas brasileiros são coitadinhos nem heróis incompreendidos, não acho que a grande imprensa e o futebol são grandes  vilões por não haver espaço para &#8220;outros esportes&#8221;, não acho que para torcer para um esporte você precisa necessariamente entender dele e nem sou contra cobranças aos atletas. Mas acho legal e razoável que as pessoas saibam que Isaquias não é só &#8220;um brasileiro que tem ouro na mão&#8221;, que Poliana não &#8220;saiu da prova em Londres porque estava com frio&#8221; e etc. Como tudo na vida, se informar e entender um pouco sobre as coisas torna todas as histórias mais complexas e mais gostosas de acompanhar. O que não diminui o fato, é claro, de Isaquias ter cometido um erro no final da prova. Não dá para não dizer isso. Para além disso, vale conhecer a historia de Isaquias.</p>
<p>Natural de Ubaitaba, na Bahia, Isaquias é um fenômeno da canoagem brasileira já há algum tempo. Estamos falando de um esporte com pouca tradição no Brasil, que tem no nono lugar de Sabastian Cuatrin, um argentino naturalizado brasileiro, seu melhor resultado em Olimpíadas. Foi Isaquias quem teve os melhores resultados do país na modalidade desde então.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Ele começou na modalidade aos 11 anos, quando ingressou no projeto do governo federal Segundo Tempo. Antes disso, seu sonho era ser jogador de futebol. &#8220;</span><em style="line-height: 1.5em;">Eu acho que o sonho da maioria dos brasileiros, quando jovens, é jogar futebol, para ter seu nome reconhecido. E o futebol é o esporte que mais traz esse reconhecimento no país</em><span style="line-height: 1.5em;">&#8220;. Aos 14 anos, Isaquias saiu da Bahia e foi para São Paulo treinar, período em se bancava sozinho, com sua mãe mandando dinheiro e colocando foco total nos treinos.</span></p>
<p>Desde cedo os resultados foram muito fortes, dominando os campeonatos nacionais e sul-americanos de categoria. Em 2010, ele participou da primeira edição das Olimpíadas da Juventude e terminou em quinto. Foi medalhista nos Pan-Americanos de canoagem e, em 2011, conquistou a primeira medalha do Brasil a nível mundial da modalidade: ouro no Mundial Junior. Dois anos depois, abriu mão de defender o título para disputar o Mundial adulto. Resultado: duas medalhas, um bronze em prova olímpica (c1 1000m, essa mesma em que caiu ontem) e ouro em prova não olímpica. Esse ouro foi repetido hoje, quando sagrou-se bicampeão do C1 500, para alegria de quem adora uma história de &#8220;redenção&#8221;. Ele ganhou ainda um bronze ao lado de Erlon Souza na prova de C2 200, também não olímpica.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">No facebook, ele postou:</span></p>
<p><a href="http://www.empiricus.com.br/?attachment_id=20625" rel="attachment wp-att-20625"><img alt="Captura de Tela 2014-08-10 às 19.45.57" src="http://www.empiricus.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Captura-de-Tela-2014-08-10-às-19.45.57.png" width="519" height="324" /></a></p>
<p>Procurando reportagens antigas sobre ele, além dessa <a href="http://www.esporteessencial.com.br/entrevista/isaquias-queiroz-canoagem">excelente entrevista do Esporte Essencial</a>, achei <a href="http://sportsdende.com.br/n/isaquias-queiroz-confederacao-brasileira-de-canoagem#.U-flXl4oznA">declarações interessantes</a> de seu técnico, o espanhol Jesús Morlán. O renomado treinador foi contratado pelo COB para auxiliar na preparação da canoagem visando os Jogos de 2016.</p>
<p><em><span style="line-height: 1.5em;">&#8220;O Isaquias sempre teve um potencial enorme, mas ainda tinha que entender que era um caminho longo de quatro anos de preparação para os Jogos. Então ainda faltava um pouco de paciência, ele queria tudo instantaneamente, mas em pouco tempo conseguimos trabalhar essa ansiedade dele”, conta o treinador. Ele também comenta que o baiano sofreu com o trabalho árduo, mas depois de ser campeão mundial entendeu que o sacrifício valia a pena.</span><span style="line-height: 1.5em;"><span style="line-height: 1.5em;"> </span></span></em></p>
<p>Outro episódio interessante envolvendo o atleta foi seu &#8220;<a href="http://globoesporte.globo.com/outros-esportes/noticia/2013/09/campeao-mundial-isaquias-queiroz-desabafa-e-ameaca-largar-canoagem.html">desabafo</a>&#8221; nas redes sociais, após o ouro no Mundial do ano passado. Nele, ele fala que nada em sua vida mudou financeiramente, diz que está triste, que pensou em abandonar o esporte e voltar a ser &#8220;aquele moleque travesso&#8221;, e comenta de um amigo do Equador que ganhou uma casa após ser ouro em etapa da Copa do Mundo. O desabafo é forte e vale ser lido.</p>
<p>Já pensei bastante sobre essa questão da premiação para atletas. Não acho que alguém deve ganhar uma casa por ganhar uma medalha e entendo que hoje em dia há sim apoio ao esporte olímpico brasileiro &#8211; não da forma certa, uma vez que o investimento vem sendo feito no esporte de alto rendimento em buscas exclusivamente de medalhas em 2016, para sustentar uma boa colocação no quadro de medalhas, que pode até vir mas <a href="http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/brasil-no-rio/post/o-que-e-ser-uma-potencia-olimpica.html">não significará que somos uma potência esportiva</a>. Mas que há mais investimentos hoje dia, isso é inegável.</p>
<p>O ponto é que, lendo a história de Isaquias, entendo sua frustração. Acho que ele tem toda razão em cobrar mais atenção, em &#8220;denunciar&#8221; os erros da Confederação, compreendo sua &#8220;impaciência por um resultado&#8221; como o técnico colocou. Estamos falando de um jovem de 20 anos, que saiu de casa aos 14, que vê no esporte uma forma de mudar de vida e que luta diariamente para um resultado. O esporte no Brasil não podia ser diferente do que é o Brasil e suas desigualdades de todos os tipos.<span style="line-height: 1.5em;"> Não digo isso de forma piegas, nem pintando Isaquias como um &#8220;coitadinho&#8221;. É só uma constatação de como funciona o esporte olímpico no Brasil. </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A importância do Meeting Estudantil</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2014 01:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Em uma natação que caminha todo ano para poucos clubes absorvendo todo mundo, em uma cidade importante para a natação brasileira e em um mundo de crianças viciadas em facebook e celulares, como é bom ver tanta gente junta para nadar um estudantil. Mesmo que essa competição não seja a principal da temporada. Mesmo que muitos ali não sigam na natação. Se uma criança estiver assistindo TV e resolver nadar depois de ver essa competição, ela já terá valido a pena.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Há dois anos, ao final das provas de natação nas Olimpíadas de Londres, Barack Obama postou no facebook: &#8220;O programa de natação dos EUA tem muitas razões para ficar orgulhoso essa semana &#8211; aqui estão algumas mais&#8221;. Os EUA acabavam de ganhar, novamente, o maior número de ouros, pratas e bronzes entre todos os países na modalidade, liderando com folga o quadro de medalhas das Olimpíadas.</p>
<p>O presidente dos EUA estava orgulhoso disso, mas o post falava de algo mais. Uma foto comemorava as 600 mil crianças que haviam entrado em programas de iniciação à natação naquele ano, 530 mil aprendendo a nadar e 70 mil novos membros na USA Swimming, a confederação do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Captura-de-Tela-2014-08-05-às-22.02.13.png"><img class="wp-image-12611 aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-08-05 às 22.02.13" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Captura-de-Tela-2014-08-05-às-22.02.13.png" width="592" height="352" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Costuma ser emocionante quando assistimos uma reportagem relembrando os primeiros passos de um campeão. Essas matérias não deixam de ser muito legais, tem seu valor. Mas é relativamente fácil (e cômodo) ir até a piscina de Santa Bárbara do Oeste e filmar o local onde Cesar Cielo aprendeu a nadar e iniciou sua vitoriosa carreira. Relembrar o início de uma trajetória quando ela já está traçada é relativamente fácil.Um pouco mais difícil é fazer o caminho contrário. Talvez um pouco do sucesso dos EUA na natação seja explicado por isso: o valor dado e os esforços feitos para incentivar a natação desde cedo.</p>
<p>Ver uma competição de natação na TV sempre me enche de felicidade. Ver uma competição de natação de categoria base na TV é quase uma raridade. Me enche de esperança. Me encheu de orgulho ver o Meeting Estudantil, transmitido pelo Corpo em Ação de Santos, no último sábado. Orgulho não só por ter estado lá nadando a série comemorativa dos 10 anos da competição, mas de ver uma competição com essa longevidade e, principalmente, de saber que conheço bem quem merece os parabéns por isso.</p>
<p>Ver o Caco e o Marcelo na beira da piscina é daquelas coisas que não tem preço. Tenho inveja de quem pode, mesmo anos depois de parar de nadar, &#8220;dar uma passada&#8221; no clube e ver que os antigos técnicos continuam lá, treinando outras crianças sortudas que passam a semana na escola esperando ansiosas pelo campeonato paulista. Meu clube não existe mais, os técnicos partiram para outras funções. Mas algumas coisas jamais se perdem.</p>
<p>Em uma natação que caminha todo ano para poucos clubes absorvendo todo mundo, em uma cidade importante para a natação brasileira e em um mundo de crianças viciadas em facebook e celulares, como é bom ver tanta gente junta para nadar um estudantil. Mesmo que essa competição não seja a principal da temporada. Mesmo que muitos ali não sigam na natação. Se uma criança estiver assistindo TV e resolver nadar depois de ver essa competição, ela já terá valido a pena.</p>
<p>Que continue valendo por mais 10 anos&#8230;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="" src="https://scontent-a-mia.xx.fbcdn.net/hphotos-xpa1/v/t1.0-9/10255199_662033737219146_6243829833931524026_n.jpg?oh=cd27e0e8ac83c68d81529296b1918b64&amp;oe=544ADBF2" width="640" height="426" /></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ele está de volta &#8211; e sorrindo. Tudo sobre a volta de Phelps</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 11:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Phelps]]></category>
		<category><![CDATA[ryan lochte]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Michael Phelps, o maior medalhista olímpico da história, está de volta mesmo. Depois da novela desde meados do ano passado, quando a notícia foi publicada pela primeira vez, ele não só voltou como já em um bom nível.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Michael Phelps, o maior medalhista olímpico da história, está de volta mesmo. Depois da novela desde meados do ano passado, quando a notícia foi publicada pela primeira vez, ele não só voltou como já em um bom nível.</p>
<p>- Phelps estava inscrito nas provas de 50, 100 livre e 100 borboleta no GP de Mesa. Já na entrevista coletiva antes do início da competição ele comentou que sairia do 100 livre.<a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Michael-Phelps-by-Mike-Lewis-2-319x480.jpg"><img class="alignright" alt="Michael-Phelps-by-Mike-Lewis-2-319x480" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Michael-Phelps-by-Mike-Lewis-2-319x480.jpg" width="223" height="336" /></a></p>
<p>- Na eliminatória do 100 borboleta, ele nadou <strong>52&#8221;84</strong>, venceu sua série e passou para a final com o primeiro tempo. Sorrindo bastante, ele continuou reforçando que está se divertindo na piscina. Outra declaração também foi que &#8220;<strong>estou fazendo isso porque eu quero</strong>, por mim&#8221;. Tenho sentido, de fato, Phelps feliz e mais descontraído nas entrevistas do que costumava ser (ele é um gênio e o maior de todos os tempos, mas carisma nunca foi seu forte). <a href="https://www.youtube.com/watch?v=of7f1Bzvn0M">Vídeo da prova aqui.</a></p>
<p>- Na coletiva de imprensa, ele disse que estava muito <strong>animado</strong> de nadar e que realmente estava mais relaxado nessa volta, depois de uma jornalista comentar sobre o sorriso dele atrás da baliza, algo que nunca tinha visto. Sobre a expectativa para a final, falou &#8220;obviamente sou uma pessoa muito orientada pelo tempo, então tenho um tempo na minha cabeça&#8221;. Bob Bowman, seu técnico por toda vida, falou que foi divertido vê-lo nadar (e que nem sempre era), e &#8220;comemorou&#8221; o fato dele ter feito o tempo exigido para participar do Campeonato Nacional.</p>
<p>- Sobre a disputa com <strong>Ryan Lochte</strong>, tanto na coletiva da manhã como da noite ele comentou que os dois gostam de competir um com o outro, mas &#8220;obviamente, nenhum dos dois quer que o outro ganhe, e por isso é tão legal&#8221;. Disse ainda que os dois conversaram sobre como os tempos estão fortes e ainda brincaram sobre ambos fazerem um tempo para entrarem juntos na final C e &#8220;ver o que acontece&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/10314454_10152344417776069_9176917351476110756_n.jpg"><img class="aligncenter" alt="10314454_10152344417776069_9176917351476110756_n" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/10314454_10152344417776069_9176917351476110756_n.jpg" width="538" height="358" /></a></p>
<p>- Uma jornalista perguntou a Bob Bowmann qual foi a última vez que ele precisou classificar Phelps para um campeonato nacional, e ele disse &#8220;talvez com 13 anos&#8221;. Phelps disse que se sentia como um &#8220;<strong>summer league swimmer</strong>&#8220;. Ele tem batido muito na tecla de se divertir nadando. &#8221;A única coisa que voce pode dizer para as crianças é &#8220;se divirta&#8221;. &#8221;</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/kt5tZYklbfQ" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>- Na final, Phelps nadou na raia 4 e Ryan Lochte na raia 5. Muita gritaria quando o nome de Phelps foi anunciado. O ritmo foi bem mais forte do que pela manhã, mas Phelps virou muito mal. Ele ainda voltou melhor que Lochte, mas não o suficiente para vencer. Os tempos foram 51&#8221;93 e 52&#8221;13, o segundo e o <strong>quinto melhor tempo</strong> do mundo esse ano, empatado com Steffen Deibler. Seria o suficiente para vencer o Maria Lenk.</p>
<p>- Phelps errou a <strong>virada</strong> e falou na coletiva de imprensa que foi provavelmente &#8220;a pior de sua vida&#8221;. Bob concordou. Ele se disse mais relaxado na final do que nas eliminatórias, e que achou estranho que não conseguiu dormir.<br />
<iframe src="//www.youtube.com/embed/tR73EXzMAeI" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>- Logo após a prova, perguntado se tinha visto Phelps durante a prova, Lochte falou que sim, na virada, e que &#8220;deu um sorriso&#8221;. Phelps então disse: &#8220;Por que, porque voce estava na frente?&#8221;, e depois brincou novamente com isso na entrevista. É muito bom ver os dois competindo juntos novamente.</p>
<p style="text-align: left;">- Ele desconversou sobre planos para o <strong>futuro</strong>. &#8220;É um longo caminho até eu decidir se continuo ou não&#8221;, mas depois falou que &#8220;sabe o que precisa fazer para continuar, e precisa nadar mais rápido a cada competição&#8221;. Phelps já deu demonstrações o bastante de que nunca vai nadar sem ter algum objetivo em sua cabeça. Claro que ele não vai falar agora &#8220;eu quero o ouro olímpico&#8221;, mas  deve ter sim um objetivo em mente&#8230;</p>
<p><iframe style="line-height: 1.5em;" src="//www.youtube.com/embed/bMoGNKAfgNg" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">- Sobre o </span><strong style="line-height: 1.5em;">50 livre</strong><span style="line-height: 1.5em;">, ele falou que nadará </span><strong style="line-height: 1.5em;">borboleta</strong><span style="line-height: 1.5em;">. &#8220;O 50 é um pouco estranho. Bob me disse que esse pode ser o primeiro e último 50 que eu vou nadar&#8221;.</span></p>
<p>- A escolha de Mesa para voltar, de acordo com ele, foi pelo <strong>timing</strong>. &#8220;Iamos voltar em outra competição, mas ela foi cancelada&#8221;. Depois, falou ainda que é uma cidade legal e ouviu coisas interessantes sobre esse GP no ano anterior.</p>
<p>E uma das partes mais legais para mim: &#8220;<strong>Esse esporte me deu tanta coisa, eu não consigo devolver o suficiente pelo que eu recebi dele. Essa jornada tem sido incrível, espero que continue sendo</strong>&#8220;.</p>
<p>Ele está de volta. E sorrindo.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-25-às-08.39.44.png"><img class="size-full wp-image-12599 aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-25 às 08.39.44" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-25-às-08.39.44.png" width="469" height="262" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/dois.jpg"><img class="aligncenter" alt="dois" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/dois.jpg" width="448" height="298" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/coach1.jpg"><img class="aligncenter" alt="coach" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/coach1.jpg" width="605" height="403" /></a></p>
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		<title>Thiago Simon e Pereira são os nomes do segundo dia</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 00:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[thiago pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Simon]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O segundo dia de finais não foi tão intenso como o primeiro, mas teve muitas boas marcas! Mais dois atletas fizeram índice para o Pan Pacific. No 200 peito masculino, Thiago Simon não só confirmou seu índice como nadou melhor do que pela manhã

]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O segundo dia de finais não foi tão intenso como o primeiro, mas teve muitas boas marcas! Mais dois atletas fizeram índice para o Pan Pacific.</p>
<p>No 200 peito masculino, Thiago Simon não só confirmou seu índice como nadou melhor do que pela manhã. Com 2’11”99 ele venceu a prova e comemorou muito. Henrique Barbosa também nadou bem, fechou forte (34”15) e fez o índice, com 2’12”54. Tales Cerdeira completou o pódio com 2’13”28.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-18.38.40.png"><img class="aligncenter" alt="Foto: Satiro Sodré, SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-18.38.40.png" width="556" height="370" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré, SSPress</p>
<p>Na prova feminina, Pamela Alencar dominou boa parte da prova (passou 1’12”52), mas cansou na volta. Fechando muito forte para 37”13, Julia Sebastian levou a prova com 2’28”53. Para se ter uma ideia de como o último parcia de Julia fez diferença, o segundo melhor parcial de últimos 50 foi 39”82, mais de 1 segundo e meio mais fraco. Renata Sander fez 2’34”07 e foi a segunda melhor brasileira, e Manuela Prado foi a terceira, com 2’35”27.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-18.42.56.png"><img class="aligncenter" alt="Foto: Satiro Sodré, SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-18.42.56.png" width="568" height="376" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré, SSPress</p>
<p>Nadando sua segunda prova de 100 na competição, Thiago Pereira venceu e fez o índice do Pan Pacific no 100 borboleta, com 52”37. Marcos Macedo foi prata com 52”76 e Arhtur Mendes Filho bronze, com 52”94.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-19.47.03.png"><img class="aligncenter" alt="Foto: Satiro Sodré, SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-19.47.03.png" width="544" height="364" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré, SSPress</p>
<p>No 100 borboleta feminino, domínio das estrangeiras.. e do SESI! Jeanette Ottensen e Inge Dekker ficaram nas primeiras posições, com 57”22 para a dinamarquesa (recorde de campeonato) e 57”60 para a nadadora da holanda.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-19.56.34.png"><img class="aligncenter" alt="Foto: Satiro Sodré, SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-19.56.34.png" width="569" height="379" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré, SSPress</p>
<p>Entre as brasileiras, o pódio foi 100% do SESI, com Daynara de Paula (58”49), Etiene Medeiros (59”79) e Giovanna Diamante (1’00”25). Fernando Vanzella falou sobre isso com exclusividade.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/z2yB3Jo8Ah8" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>No 1500m livre, Juan Pereyra travou uma bela disputa com Luiz Rogerio Arapiraca. O final de prova do argentino fez a diferença e ele levou com 15’30”42. Mas o ouro na verdade ficou com Miguel Valente, que pela manhã venceu a série fraca com 15’28”87. Arapiraca completou o pódio com 15’33”40.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Graciele Herrmann é o destaque do primeiro dia de Maria Lenk</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2014 23:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[etiene medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Santi]]></category>
		<category><![CDATA[Graciele Herrmann]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>Graciele abriu o revezamento 4x50 livre com novo recorde sul-americano, de 24''76. O Pinheiros teve um belo dia de finais, com vitórias de Larissa Oliveira no 200 livre e Fabio Santi no 100 costas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>Na primeira disputa do dia, Larissa Oliveira fez um grande 200 livre. Passou 59”89 e voltou muito forte, especialmente os últimos 50 metros (29”47). Ouro com  2’00”73, seu melhor tempo da vida. Larissa depois dedicou a vitória ao técnico Amém. A prata ficou com a recordista sul-americana Manuella Lyrio, com 2’00”94. Bronze para Jessica Cavalheiro, 2’01”56, nadando um pouco acima do que havia feito de manhã.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-19.09.26.png"><img class="aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-21 às 19.09.26" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-19.09.26.png" width="651" height="433" /></a></p>
<p>Na prova masculina, Nicolas Oliveira mesmo disse que estava “devendo” nadar bem uma final. Depois de fazer o índice do Pan Pacific nas eliminatórias, o nadador do Minas nadou para 1’47”17, seu melhor tempo desde o Mundial de Barcelona. Em segundo, o campeão do NCAA, João de Lucca, 1’49”01, acima de seu tempo da manhã. O bronze foi para João Amorim, 1’50”02.</p>
<p>Etiene Medeiros confirmou ser a melhor nadadora do Brasil de 100 costas na atualidade. Nadou um pouco acima de seu tempo  a tarde, com 1’01”37 (havia feito 1’00”73 de manhã). Prata pra Natalia de Luccas com 1’02”41 e bronze para a argentina Florencia Perotti (1’03”68) e Thalandra Borges (1’04”36).</p>
<p>Na prova masculina, vitória incrível de Fabio Santi. Nadando na raia 2, ele desbancou Guido e Thiago Pereira fazendo 54”32, índice para o Pan Pacific e seu melhor tempo da vida. O atleta e a torcida do Pinheiros comemoraram muito. Prata ficou com Thiago Pereira, 54”90, e bronze com Guilherme Guido, 55”24.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-18.59.10.png"><img class="aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-21 às 18.59.10" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-18.59.10.png" width="659" height="435" /></a></p>
<p>No 1500m livre, vitória fácil de Poliana Okimoto para mais uma vitória em brasileiro absoluto, com 16’47”44. Ana Marcela foi prata, com 17’01”39,  e Bianca Avella foi bronze, 17’04”35.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-18.58.38.png"><img class="aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-21 às 18.58.38" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-18.58.38.png" width="652" height="420" /></a></p>
<p>No revezamento 4×50 livre masculino, destaque para Cesar Cielo abrindo o revezamento para 21”71 e para a parcial de Bruno Fratus, o segundo a nadar pelo Pinheiros, com 21”21. Vitória foi do Minas diante de uma arquibancada lotada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-19.07.07.png"><img class="aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-21 às 19.07.07" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-19.07.07.png" width="540" height="300" /></a></p>
<p>O revezamento 4×50 livre feminino teve uma atuação fantástica de Graciele Herrmann. Abrindo o revezamento do GNU ela chegou na frente das estrangeiras Inge Dekker (24”98) e Katinka Hosszu (24”89), nadou pela primeira vez abaixo de 25” e igualou o recorde sul-americano de 24”76. A vitória da prova ficou com o Corinthians, abaixo do recorde sul-americano, com destaque para o último parcial de Jeanette Ottensen (24”04). Confira video de Graciele logo após sair da piscina:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/PRcddWhGUzw" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Todas as fotos, com exceção da última, são de Satiro Sodré, da SSPress.</p>
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		<title>Evolução brasileira na 1ª etapa da Copa do Mundo 2014</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/evolucao-brasileira-na-1a-etapa-da-copa-do-mundo-2014</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2014 19:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Tiro]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiros tiros]]></category>
		<category><![CDATA[tiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A Copa do Mundo ISSF de Tiro Esportivo 2014 teve seu pontapé inicial em Fort Benning, Georgia, EUA, onde a primeira etapa da Copa do Mundo de Carabina e Pistola da temporada foi realizada de 26 de março a 3 de abril.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><div>A Copa do Mundo ISSF de Tiro Esportivo 2014 teve seu pontapé inicial em Fort Benning, Georgia, EUA, onde a primeira etapa da Copa do Mundo de Carabina e Pistola da temporada foi realizada de 26 de março a 3 de abril.</p>
<p>É o início do caminho que leva à World Cup Final, que será realizada em Gabala, no Azerbaijão, em outubro, e um passo importante na preparação para o Campeonato Mundial ISSF a ser realizada em Granada, Espanha, em setembro próximo. Lá, serão distribuídas as primeiras vagas olímpicas para 2016.<a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-04-às-15.52.19.png"><img class="alignright size-medium wp-image-12583" alt="Captura de Tela 2014-04-04 às 15.52.19" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-04-às-15.52.19-300x200.png" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Entre campeões olímpicos e mundias, defensores de título e novatos, 430 atletas internacionais vindos de 53 países participaram da competição, que teve um total de 680 inscritos nos 10 eventos olímpicos disputados.</p>
<p>A Pistola de Tiro Rápido masculina, vencida por Keith Sanderson (EUA) e a Carabina Deitado masculino, dominada pelo &#8220;atirador do ano&#8221; Henri Junghaenel (Alemanha), concluíram esta primeira etapa da Copa do Mundo.</p>
<p>A Rússia terminou no topo da classificação geral de medalhas com 2 de ouro, 1 de prata e 3 de bronze. A Itália, <a href="http://www.primeirostiros.com.br/2014/03/Sorte-e-alto-desempenho-deram-a-Campriani-o-ouro-na-Carabina-3-Posicoes-em-Fort-Benning.html" target="_blank">que só levou dois atletas</a>, ficou em segundo com 2 ouros, ambos consquistados na Carabina 3 Posições por Niccolò Campriani e Petra Zublasing. A China, com 6 medalhas (1 de ouro, 3 de prata, 2 de bronze ) fechou a etapa em terceiro lugar.</p>
<p>Um novo recorde mundial de 202,8 pontos foi estabelecido por Hoang Xuan Vinh (Vietnã) na final da Pistola de Ar masculino, enquanto Petra Zublasing marcou um novo recorde mundial de 591 pontos na qualificação da Carabina 3 Posições Feminino. Yulia Karimova, 19, da Rússia, registrou o novo recorde mundial Junior na final da Carabina 3 Posições, com 413,7 pontos.</p>
<p>O Brasil esteve na disputa com 8 atletas do Time Olímpico, dentre eles dois finalistas de etapas da Copa do Mundo em 2013: Cassio Rippel &#8211; duas vezes 5º lugar na Carabina 3 Posições &#8211; e Felipe Wu, 8º lugar na Pistola de Ar. Dessa vez nossas atiradores não disputaram finais, mas houve uma grande evolução no desempenho geral.</p>
<p>Bruno Heck fez uma belíssima prova na Carabina 3 Posições e<a href="http://www.primeirostiros.com.br/2014/03/Por-apenas-1-ponto-Bruno-Heck-nao-vai-a-final-da-Carabina-3-Posicoes-na-primeira-etapa-da-Copa-do-Mundo.html" target="_blank"> por uma diferença de apenas um ponto deixou de disputar uma vaga na final</a>. Bruno terminou na 11aª posição, resultado que o fez subir de 59º para 22º lugar no ranking. Na Carabina Deitado, Cassio Rippel mais uma vez obteve uma excelente pontuação (625,2), mas por 0,9 também deixou escapar a chance de fazer a final. Cassio ocupa atualmente a 15ª posição no ranking mundial.</p>
<p>Julio Almeida foi outro a subir muitas posições. Após terminar em 15º na Pistola de Ar com 578 pontos, Julio saiu da 59ª para a 27ª colocação no ranking mundial. Esse resultado é ainda mais relevante se considerarmos que desde 2012 Julio não fazia acima de 575 pontos em etapas de Copa do Mundo.</p></div>
<div></div>
<div>O <a href="http://www.primeirostiros.com.br/2014/03/Com-11-medalhas-Tiro-Esportivo-brasileiro-encerra-participacao-nos-Jogos-Sul-Americanos.html" target="_blank">melhor atirador de Pistola de Tiro Rápido da América do Sul</a>, Emerson Duarte, também se destacou em Fort Benning. Emerson foi o 17º colocado na sua prova e, com isso, subiu três posições no ranking mundial, ocupando agora a 26ª colocação.</p>
<p>A Copa do Mundo ISSF de Carabina e Pistola continua entre os dias 4 e 13 de junho, na cidade de Munique, Alemanha. Mas antes disso, os brasileiros ainda disputam o Campeonato Ibero-Americano, que será realizado em Buenos Aires, entre 5 e 12 de maio.</p>
<p>O próximo evento ISSF é a estréia da Copa do Mundo de Tiro ao Prato Olímpico, em Tucson, Arizona, EUA, entre os dias 08 e 15 de abril. O Brasil estará presente na disputa com 10 atletas: Andre Altobello, Rodrigo Bastos, Eduardo Correa, Robson Deschamps, Filipe Fuzaro, Dante Lanna, Ludmila Melo, Jaison Santin, Roberto Schmitis e Janice Teixeira.</p>
<p><strong>Fabio Bessa</strong> é criador do site Primeiros Tiros, um dos principais veículos especializados sobre tiro esportivo no país</div>
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		<title>Matheus Santana: &#8220;quero estar em 2016 e disputar medalha&#8221;</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/natacao/matheus-santana-quero-estar-em-2016-e-disputar-medalha</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2014 19:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[MAtheus Santana]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Os resultados não mentem: Matheus Santana já é uma realidade. O juvenil que bateu os fortes recordes de categoria de Cesar Cielo conquistou, no Sulamericano deste ano, seu primeiro resultado de alto nível no absoluto]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Os resultados não mentem: Matheus Santana já é uma realidade. O juvenil que bateu os fortes recordes de categoria de Cesar Cielo conquistou, no Sulamericano deste ano, seu primeiro resultado de alto nível no absoluto: ouro nos 100 livre, vencendo a prova com 49”13. Diabético desde os 8 anos, Matheus foi cortado da seleção brasileira para o Mundial Junior no meio do ano passado, pouco depois de trocar o Botafogo pela Unisanta, e diz que usou o corte como motivação para voltar melhor no segundo semestre. Ele fala sobre isso na entrevista, além de contar sobre seu início na natação, o objetivo para esse ano (que não é o Pan Pacific!), sua rotina e  o que espera de 2016.</p>
<p><b>Beatriz Nantes: Hoje você é velocista, mas levantamos seus resultados desde petiz e vimos que sua primeira medalha de Brasileiro foi nos 200 livre, no brasileiro de inverno infantil 1. Como era seu treino na época?<br />
</b>Matheus Santana: Foi isso mesmo, minha primeira medalha foi nos 200 livre. Na época eu treinava metragem muito grande. Quando tinha dobra, chegava a nadar 10 mil metros. Eu nadava muito mais provas que hoje, cheguei a nadar 200 borboleta e 1500 livre. O treino não era tão específico.</p>
<p><b>BN: Você gostava?<br />
</b>MS: Eu gostava mais de nadar os 100 livre e os 200. Nadava bastante borbo também, e gostava.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/santana.jpg"><img class="alignright" alt="santana" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/santana.jpg" width="290" height="423" /></a></p>
<p>Matheus defendeu o Botafogo até 2012</p>
<p><b>BN: Onde você começou a nadar? Fazia outros esportes quando era mais novo?<br />
</b>MS: Comecei a nadar numa escolinha no Fluminense e depois fui para o Olaria. No petiz, fui para o Botafogo, onde fiquei até 2012. Quando era menor eu fazia jiu jitsu, e cheguei a fazer escolinha de futebol. Mas sempre gostei de nadar.</p>
<p><b>BN: Depois dessa medalha dos 200 livre, você ficou dois brasileiros sem pegar pódio, e foi voltar no infantil 2, bronze nos 50 livre. Você acha que nadar uma prova tão competitiva no Brasil em todas as categorias, como as de velocidade, te ajudou a não se acomodar? Como foi essa época?<br />
</b>MS: Depois da medalha dos 200 livre, fiquei uma época sem conseguir me destacar, fiquei meio desmotivado com a natação. Mas eu sempre treinei forte, sempre busquei objetivos que eu estabeleci para mim. Depois no intantil 2, fui evoluindo um pouco mais, e acho que isso foi importante para não me deixar desistir, não me desmotivar. No infantil eu treinava muito. A partir do juvenil foi quando eu comecei a especificar mais.</p>
<p><b>BN: Você sempre quis ser nadador “profissional”, mesmo nessa época? Já sonhava com isso desde novo?<br />
</b>MS: Sempre sonhei em ser nadador profissional, chegar em uma Olimpíada. Mas de uns tempos para cá que eu acho que comecei a chegar mais perto.</p>
<p><b>BN: Teve algum momento, alguma prova ou competição, que deu um clique e você percebeu isso?<br />
</b>MS: Acho que o divisor de águas foi um 100 livre no Open quando eu era juvenil 1, em 2011. Eu fiz 51” na época. Era um tempo que na época, para juvenil, as pessoas olhavam e falavam “nossa, tá nadando pra caramba!”. Ali eu percebi que podia dar algo a mais. Dali em diante eu fiquei muito focado, mais motivado.</p>
<p><b>BN: Você tem algum ídolo na natação?<br />
</b>MS: Eu acompanho bastante o Cielo nadando, ele tem um talento inquestionável. Mas quem eu me espelho mesmo é no Nicholas [Santos, campeão mundial do 50 borboleta em piscina curta, esteve em duas Olimpíadas]. Gosto do jeito que ele lida com as coisas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/nicholasematheus.jpg"><img class="aligncenter" alt="Ao lado do ídolo e companheiro de equipe, Nicholas Santos" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/nicholasematheus.jpg" width="640" height="426" /></a></p>
<p>Ao lado do ídolo e companheiro de equipe, Nicholas Santos</p>
<p><b>BN: Já falou isso para ele?<br />
</b>MS: Já. Ele fica rindo, falando “ah, quando você ganhar uma medalha olímpica não vai esquecer de mim”.</p>
<p><b>BN: Você disse que começou a especificar o treino no juvenil, e em que momento começou trabalho de musculação?</b><br />
MS: Desde o infantil 2 eu já trabalhava com um pouco de peso, não musculação, mas já fazia trabalho com peso. Musculação mais intensivo mesmo foi a partir do juvenil 1 para o 2.</p>
<p><b>BN: Sua ascenção a partir do juvenil 1 foi bem rápida. Você ganhou seu primeiro título de brasileiro e no ano seguinte já bateu recorde do Cielo. Bater os recordes dele era algo que você tinha como objetivo?</b><br />
MS: Aconteceu de forma natural. Eu não ficava procurando o recorde, foi algo que aconteceu.</p>
<p><b>BN: Como você se motiva? É daqueles que anota um tempo e guarda para você, cola no quarto, penso nos objetivos no início do ano…<br />
</b>MS: Eu consigo me motivar no começo do ano colocando objetivos na cabeça. Consigo ficar bem focado e deixar isso bem claro na minha cabeça, lembro disso quando eu treino. Consigo me motivar sozinho.</p>
<p><b>BN: Você gosta de treinar?</b><br />
MS: Eu gosto. Sou uma cara que gosto de sentir dor no treino, gosto de dar meu máximo todo dia.</p>
<p><b>BN: E de competir?</b><br />
MS: Sou bastante competitivo. Gosto de estar sempre competindo.</p>
<p><b>BN: Como foi a decisão de sair do Botafogo? Vários clubes devem ter te procurado, qual o diferencial da Unisanta?<br />
</b>MS: No Botafogo eu não estava mais tendo a estrutrura que precisava, não tinha mais um suporte para continuar motivado. Procurei alguns clubes e alguns clubes me procuraram. Mas eu já tinha contato com o Marcio Latuf, a gente já se conhecia e acabou fechando esse acordo. Foi meio difícil a adaptação no começo, mas depois de um mês eu já consegui me adaptar legal, ajeitar meu nado, a o Marcio fez um trabalho para ajeitar a técnica e a estratégia de prova. Hoje em dia a gente se dá super bem, acho que estou 100% bem aqui, tenho tudo que eu preciso. Estou feliz no Unisanta.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/Captura-de-Tela-2014-03-30-%C3%A0s-23.47.26.png"><img class="alignleft" alt="Foto: Satiro Sodré/SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/Captura-de-Tela-2014-03-30-%C3%A0s-23.47.26.png" width="367" height="242" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré/SSPress</p>
<p><b>BN: Seus pais foram para Santos com você?<br />
</b>MS: A princípio eu iria morar sozinho, depois o meu pai veio passar um tempo comigo. Ele gostou da cidade, do ambiente de treinamento, e agora ele fica aqui, e volta quando eu vou viajar.</p>
<p><b>BN: Como está sendo viver em Santos? Sente muita falta do Rio?</b><br />
MS: Às vezes sinto da familia, dos meus amigos… mas morar aqui é bem parecido com o Rio, Santos é um mini Rio (risos).</p>
<p><b>BN: Você está estudando?</b><br />
MS: Não comecei a faculdade ainda. Estou meio em dúvida, nao sei direito o que vou fazer.</p>
<p><b>BN: Quando você descobriu que tinha diabetes? Como lida com isso?</b><br />
MS: Fiquei diabético com 8 anos. Nunca me atrapalhou até o dia que eu deixei de morar com meu pai e minha mãe. Eu pisei um pouco na bola, e aconteceu tudo o que aconteceu. No final, foi importante para eu ter uma consciência melhor.</p>
<p><b>BN: Como foi esse momento? No primeiro semestre você nadou um pouco acima dos seus melhores tempos.</b><br />
MS: No começo do ano passado eu tive muitas viagens, a cada duas semanas viajava para algum lugar. Primeiro teve Austrália, depois Sulamericano, clínica em Brasília, depois Multinations, Brasileiro Junior. Acho que não deu para encaixar legal no treinamento, sempre dava uma quebrada. Isso que me atrapalhou um pouco. Depois a gente conseguiu parar e teve um longo período de treino, e começou a funcionar. Depois não pude competir o Mundial Junior e começou tudo de novo do zero. Tive um tempinho, um mês e meio, e consegui encaixar o treino.</p>
<p><b>BN: Como foi ficar fora do Mundial Junior? <em>[Matheus foi cortado em função do tratamento de diabetes]</em></b><br />
MS: Foi bem dificil. Eu fiquei bem chateado. Chorava com o Marcio, com a minha namorada, com a minha mãe… Mas eu procurei esquecer um pouco. Fiquei umas três semanas sem treinar, voltei para o Rio. Procurei não saber dos resultados, dar uma afastada mesmo. Depois que passou, que eu consegui digerir esse corte que eu tive, acho que eu consegui realmente começar do zero. Do zero no tratamento, no treinamento, em tudo. E consegui lidar bem com isso.</p>
<p><b>BN: A seleção fez várias homenagens para você lá. Você tem muitos amigos na natação?</b><br />
MS: O grupo que foi para Dubai era um grupo bem único. Já vinha de várias seleções juntos. Quando eu vi, fiquei bem emocionado. Mandei mensagem pra eles no mesmo dia, achei bem bacana.</p>
<p><b>BN: No próprio ano você voltou com tudo. Melhorou os tempos, classificou para o Sulamericano. A quê e a quem você atribui essa sua melhora no desempenho?</b><br />
MS: A minha vontade depois do corte era dar a volta por cima, mostrar para mim mesmo que esse corte tinha sido drástico mas ao mesmo tempo importante pra minha consciência de diabético, que isso ajudaria meu treinamento. Fiquei bem motivado pelo corte na verdade, me motivou a conseguir buscar meus resultados o mais rápido possível. No Brasileiro Junior, eu esperava nadar um pouco melhor. Não só o tempo, mas nadar a prova melhor. Acabei passando um pouco forte e dei uma cansada no final. No Open, eu já nadei um pouco melhor, dividi melhor. E no Sulamericano eu acho que foi a melhor prova nadada por mim. Saída boa, virada boa. Estou chegando perto dos meus objetivos de tempo e da forma que eu espero nadar os 100 livre.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/Captura-de-Tela-2014-03-31-%C3%A0s-00.00.43.png"><img class="aligncenter" alt="Sula: Título absoluto no 100 livre" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/Captura-de-Tela-2014-03-31-%C3%A0s-00.00.43.png" width="607" height="406" /></a></p>
<p>Sula: Título absoluto nos 100 livre</p>
<p><b>BN: Você estava descansado no Sula?</b><br />
MS: A gente não estava descansado, mas diminuiu um pouco o volume de treino. Eu cortei a dobra da semana também. Só que eu tava com uma sensação boa na água, isso ajudou.</p>
<p><b>BN: E agora para o Maria Lenk? Como estão os treinos e qual o objetivo?</b><br />
MS: Ainda estamos no finalzinho do específico, com treino forte. No fim de semana que vem, começa o pré polimento, tem competição em Santos, e aí começa o polimento. Primeiro eu tô pensando nas Olimpíadas da Juventude, mesmo que faça índice para o Pan Pacific eu acho que vou focar nos Jogos da Juventude.</p>
<p><b>Pergunta do leitor – </b><b>Gustavo Cardoso</b><b>: Matheus vem sendo apelidado de ” o novo Cielo”, como ele lida com essa comparação e se isso o ajuda ou atrapalha na hora das competições.<br />
</b>MS: Eu na verdade não lembro disso no dia a dia, só quando alguém me pergunta.  Eu acho que é uma coisa boa, mas não gosto de ficar sendo toda hora comparado ao Cielo. O Cielo é o Cielo, nada de um jeito, eu de outro. Claro que ser comparado com o melhor velocista do mundo é legal. Mas primeiro penso em fazer o meu trabalho, para depois pensar em chegar onde ele chegou.</p>
<p><b>BN: Você já pensa em 2016?<br />
</b>MS: Eu tô pensando aos poucos, um passo de cada vez. O Marcio sempre fala isso para mim. Mas em 2016, eu espero estar lá e nadar o revezamento e a prova, e quero disputar medalha.</p>
<p><b>BN: E os 200 livre, que te deu sua primeira medalha de brasileiro. Você pensa em focar?</b><br />
MS: Tinha muito tempo que eu não nadava bem os 200 livre. No Brasileiro Junior, consegui fazer uma divisão meio maluca da prova, mas deu certo. Agora vou nadar o Maria Lenk, a gente vai ver o que vai sair, para ver as possibilidades.</p>
<p><b>BN: Mentalmente, você se sente preparado? Como é competir contra nomes como Cielo e Fratus?<br />
</b>MS: Cada um tem seu jeito de lidar com a pressão. Eu sou bem tranquilo quanto a isso, consigo não deixar esse negócio de pressão me afetar muito. E tem outra coisa, eu acho que os dois estão bem focados nos 50 livre, e eu vejo que minha prova principal hoje é os 100 livre. A pressão de nadar com eles não me afeta muito, eu sei que na competição vou estar preparado, pronto pra dar meu melhor.</p>
<p><strong>BN: Sua prova preferida é os 100 livre?</strong><br />
MS: Eu gosto bastante de nadar o 100 livre. Tinha uma dificuldade na saída para o s50, eu ficava pra trás. Acho que agora já acertou, dá para nadar bem esse cinquentinha.</p>
<p><b>Pergunta do leitor – </b><b>Vítor Anfrizio</b><b>: Qual a rotina dele (treino físico, dieta, dobras etc.).<br />
</b>Treino na parte da manhã, de segunda a sábado, e dobro duas vezes na semana, na terça e quinta. De manhã a gente faz musculação e preparo antes do treino, depois a gente cai das 9h às 11h30 mais ou menos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/latuf.jpg"><img class="aligncenter" alt="Com o técnico Marcio Latuf" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/latuf.jpg" width="512" height="512" /></a></p>
<p>Com o técnico Marcio Latuf</p>
<p><strong>BN: Como foi o trabalho que você fez na Unisanta para aprimorar seu estilo? </strong><br />
MS:  O Marcio logo percebeu que a minha técnica não era das melhores. A gente fez um trabalho de técnica, de diminuir braçada, diminuir a frequência, aumentar a força, e de melhorar a técnica e a pernada. Meu pé saia muito fora da água, fizemos trabalho subaquático para ver o quão eficiente era minha braçada. Isso tudo me fez melhorar. Ele é um cara que todo dia cobra a mesma coisa. Não dá para esquecer que ele vai estar lá.</p>
<p><strong>BN: Qual seu treino ou série preferida?<br />
</strong>MS: A gente faz um monte, não consigo lembrar da preferida. Mas eu gosto de série na porrada. AN, fazer força, eu gosto.</p>
<p><b>BN: Dê um recado aos leitores do blog.<br />
</b>MS: Eu queria agradecer as mensagens que eu recebi pelo Sulamericano. Agradecer a torcida do pessoal e mandar um beijo pra todo mundo.</p>
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