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	<title>Esporte em Pauta &#187; Opinião</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Opinião</title>
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		<title>O que o famigerado handebol e o Jammil me ensinaram sobre esporte e vida</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Dec 2013 21:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Handebol]]></category>
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		<category><![CDATA[Título mundial]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Eu não acho que elas são coitadinhas, e é bom deixar claro que o handebol vem tendo apoio sim,mas olhando esse histórico, quem poderia criticar se a comemoração fosse um desabafo, se sobrassem críticas para todos os lados, reclamações pela estrutura do Brasil, mais desabafo, “calamos a boca de todo mundo” e por ai vai?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>A essa altura do campeoanto, todo mundo já sabe, já se emocionou, já postou ou pelo menos já deu um curtir no título mundial do handebol feminino do Brasil. Era o mínimo, porque foi histórico e espetacular. Daquelas coisas que daqui a muitos anos dá para olhar para trás e falar “cacete, aquele dia foi foda, aquelas meninas eram fodas”.</p>
<p>Eu entendo do fundo do coração o bode que as pessoas que “gostam de verdade de handebol” e acompanham a seleção faz tempo sentem quando veem seus esporte virar modinha. Acho que é até normal. Quando o Cielo foi campeão olímpico, em 2008, teve um momento que me senti meio “traída”: po Cielo, te acompanho desde que você nem ganhava brasileiro absoluto, e agora você é da galera&#8230; tem a ver com o que o Mike Gustafson falou sobre o amor que a gente tem pelos esportes “não mainstream”, que se assemelham às bandas pequenas e desconhecidas: “You love them partially because they&#8217;re small, they&#8217;re yours, and in this world of globalization and commercialization, sometimes the best rocking out is to the small-time garage band in your life.”</p>
<p>Mas isso só pode durar 1 dia. Porque quem gosta do seu esporte preferido de verdade precisa ver que é maravilhoso o que aconteceu com o handebol, e que eu não vejo há muito tempo: a forma como essa seleção e esse título contagiaram muita gente. Amo natação e tenho orgulho dessa modalidade ser tão vitoriosa, mas eu admito que nunca vi uma reação como essa a um título da natação: não vi esse ano na histórica dobradinha da Poliana com a Ana Marcela no Mundial, no pódio do Cielo, ou mesmo no seu ouro em 2008, não vi no judô com o título da Rafaela.</p>
<p>Talvez porque no handebol o título era inédito, e natação e judô já são mais “vitoriosos”? Pode ser. Talvez tenha um pouco do efeito facebook, da época do ano vazia no calendário do futebol e de “férias” pra muita gente, pode ter a ver com o fato de muita gente ter praticado a modalidade na escola, ser um esporte coletivo, enfim.. não sei e nem me interesssa muito. O fato é que poucas vezes na vida eu vi algo como isso. Alexandra pedindo música no fantástico, todo mundo falando de handebol, que sensacional! As implicações são imensas. Mais mídia, mais gente querendo praticar a modalidade. Já pensou se começa uma cultura de handebol? Não vai ser como futebol, mas não dá para querer comparar com futebol &#8211; é outro negócio, e não tem problema que seja assim. Todo país tem seu esporte principal. O importante é que os outros tenham um mínimo de estrutura para atrair mais gente, ter crianças praticando, atletas se formando, e tudo mais.</p>
<p>E agora me estendendo um pouco mais na Alexandra no Fantástico, é aqui que chego na parte mais bonita dessa história para mim. De tudo, o que mais me emocionou foi a reação das jogadoras, especificamente a música que elas cantaram durante o campeonato. Eu estou longe, eu sei, e minha visão pode ser superficial, mas o que eu vi ali e em todas as declarações depois me tocou o coração. Eu já conhecia a música, e a primeira vez que vi que elas estavam cantando essa letra, achei muito divertido. Poxa, a música é super pra cima, elas estavam felizes de estar vivendo aquilo ali, que demais.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/YfufhS8jH4s" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Vamos recapitular essa história: essas jogadoras precisaram sair do país para melhorar seu handebol (com apoio da Confederação, é bom dizer), ficar longe de suas famílias. Vem de um histórico de exposição pífia na mídia (um salve ao Brasil no Rio, Surto Olímpico, Marcelo Romano, Olimpílulas, e todo mundo que tenta fazer jornalismo de esportes olímpicos nesse país). De um continente que não tinha nenhum resultado expressivo em Mundiais/Olimpíadas. E de dois resultados que estavam engasgados, o Mundial de 2011 e as Olimpíadas do ano passado. Eu não acho que elas são coitadinhas, e é bom deixar claro que o handebol vem tendo apoio sim,mas olhando esse histórico, quem poderia criticar se a comemoração fosse um desabafo, se sobrassem críticas para todos os lados, reclamações pela estrutura do Brasil, mais desabafo, “calamos a boca de todo mundo” e por ai vai?</p>
<p>Mas não foi isso o que aconteceu. Sim, até teve, mas de um jeito bem moderado &#8211; e, em geral, como resposta a perguntas de jornalistas, não como uma agenda imposta por elas. Bem diferente do que o vôlei quando foi campeão olímpico em 2012 (isso não é uma crítica, eu entendo). Mas falando de handebol: a comemoração delas foi leve, foi linda:</p>
<p><em>“Celebrar, como se amanhã o mundo fosse acabar,</em><br />
<em>  tanta coisa boa a vida tem pra te dar, </em><br />
<em> o pensamento leve faz a gente mudar”. </em></p>
<p>Elas estavam felizes! Não estavam preocupadas em calar a boca de ninguém (até podem ter ficado e até podem ter calados, mas isso não foi o principal), ou em cantar uma música de superação: elas estavam cantando uma música sobre alegria! A tônica de Celebrar, que a Alexandra pediu no Fantástico e que a seleção cantou depois de conquistar o título, é de meninas felizes até perder a conta, orgulhosas de si mesmas, agradecidas pelo momento que puderam viver. Isso é muito muito muito bonito.</p>
<p>Fico muito emocionada quando vejo pessoas trabalhando com o que amam e fazendo sua função bem. Isso vale não só para elas, mas para os jornalistas do Esporte Interativo: como foi legal ver a emoção da repórter, do narrador, a vibração da equipe toda. Eu sai da casa do meu amigo com quem eu vi o jogo feliz de ter visto tantas pessoas genuinamente felizes. Isso é muito raro, e talvez seja uma pureza que só um &#8220;primeiro título&#8221; permita, pensando na pressão, no dinheiro, e em tudo mais que está envolvido depois.</p>
<p>Como eu sempre falo: cada título deve ser muito comemorado por si só. Uma conquista não tem valor só porque ela foi um passo rumo ao ouro olímpico: ela é também este passo, mas é antes disso um título por si só. Que bode desse mundo em que as coisas só tem sentido se vão implicar em alguma outra, se vão agregar ao currículo ou ensinar a ter disciplina: cacete, o esporte vale por ele, não só pelas suas implicações (que são muito legais, claro!). Muito bonito ver essa celebração, &#8220;como se amanhã o mundo fosse acabar&#8221;. Claro! O título vale muito, a Olimpíada é outra coisa, e o que quer que aconteça lá, não apaga o que aconteceu agora.</p>
<p>Pra terminar: <em>&#8220;se acostume com a felicidade&#8221;</em> da música é lindo, e bem que o Gérson, meu técnico de natação, me ensinou lá atras: &#8220;para com essa história ridícula de se melhorar estraga, se melhorar, melhora!&#8221;. Quem diria que o Jammil fosse me dar uma aula de filosofia de vida.</p>
<p><em>*Dedicado a Camila Lacerda, que assim como as meninas, é sempre em prol da alegria</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand4.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12473" title="hand4" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand4-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand3.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12474" title="hand3" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand3-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12475" title="hand2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand2-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
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		<title>No tira-teima deu Djokovic</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2013 17:54:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>O ATP Finals não poderia ter tido outro desfecho. No torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada, a final foi disputada pelos dois que protagonizaram o ano de 2013. Rafael Nadal e Novak Djokovic venceram quase tudo nos últimos onze meses e sem o lesionado Andy Murray, outra decisão não seria tão espetacular.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><div>O ATP Finals não poderia ter tido outro desfecho. No torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada, a final foi disputada pelos dois que protagonizaram o ano de 2013. Rafael Nadal e Novak Djokovic venceram quase tudo nos últimos onze meses e sem o lesionado Andy Murray, outra decisão não seria tão espetacular.</div>
<div></div>
<div>
<div id="attachment_12439" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/11/Captura-de-Tela-2013-11-19-às-15.34.20.png"><img class="size-medium wp-image-12439" title="Captura de Tela 2013-11-19 às 15.34.20" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/11/Captura-de-Tela-2013-11-19-às-15.34.20-300x284.png" alt="" width="300" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Djokovic conquistou o tricampeonato em Londres</p></div>
<p>O espanhol voltou de lesão em fevereiro e viveu a melhor temporada de sua carreira, com dois títulos de Grand Slam, cinco Masters 1000 e mais uma boa quantidade de torneios menores, mas perdeu rendimento após o US Open. Nada mais justo para alguém que voltou de lesão. Já o sérvio começou com o título no Australian Open e alternou grandes momentos com algumas derrotas inesperadas, mas embalou no final da temporada e parece ter encontrado seu melhor tênis após o US Open.</p>
<p>Na partida de hoje, Djokovic buscava seu terceiro título de Finals, enquanto Nadal corria atrás do primeiro. O piso sem dúvida favorecia o sérvio, mas não foi isso que fez a diferença na Arena O2. Rafa não encontrou meios de agredir Djoko. O número dois do mundo estava mais inspirado do que o normal e devolveu tudo que vinha do outro lado. Nadal tentou, tentou e sucumbiu a um sérvio que lembrou os momentos mágicos de 2011, quando venceu 10 torneios seguidos.</p>
<p>Nadal termina o ano de forma justa como o número um do mundo. Pelo que fez e pelo que evoluiu na quadra dura em 2013, merece o posto. Mas a resposta de Djokovic foi rápida e assim que perdeu a final do US Open reagiu, está invicto a 22 rodadas e mostrou para todos que estará na briga logo logo. Em 2013, três vitórias para cada um no confronto direto. Quem ganha com isso é o tênis. Que me desculpem Murray, Ferrer, Federer e Del Potro, mas vai demorar para alguém conseguir desbancar um dos dois do topo do ranking mundial.</p>
<div id="attachment_12440" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/11/MarceloMelo_BrunoSoares_tenis_Reuters_PauloWhitaker_15092012.jpg_292_280.jpg"><img class="size-full wp-image-12440" title="Melo and Soares of Brazil discuss their tactics in the play against Russia during their Davis Cup World Group play-off tennis doubles match in Sao Jose do Rio Preto" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/11/MarceloMelo_BrunoSoares_tenis_Reuters_PauloWhitaker_15092012.jpg_292_280.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno e Marcelo fizeram temporada espetacular</p></div>
</div>
<div></div>
<div><strong>Brasileiros -</strong> Para os tenistas nacionais, o ano foi de altos e baixos. Nosso principal tenista de simples teve sua pior temporada desde que explodiu no circuito mundial. Thomaz Bellucci sofreu com lesões, ansiedade e troca de técnicos. O paulista termina a temporada fora do top 100 e sem vaga garantida no Australian Open. João Souza segue no nível challenger e não evoluiu em termos de ranking se comparado ao ano passado. Rogério Dutra Silva segue o mesmo mantra de Feijão. A melhor evolução ficou por conta de Guilherme Clezar, que se firmou no nível challenger e beira o top 150.Nas duplas não tem como dar outra nota que não seja a máxima para Bruno Soares e Marcelo Melo. Os dois conseguiram se estabelecer com parceiros estrangeiros, estão hoje entre os melhores duplistas do mundo e chegaram a semifinal do ATP Finals. Bruno termina o ano como número três do mundo, tendo feito duas finais de Grand Slam, vencido um Masters 1000 e mais cinco torneios. Marcelo Melo chegou ao quinto posto, com dois títulos no ano &#8211; um Masters 1000 &#8211; e uma final de Slam. Na casa dos 30 anos, os mineiros mostram que estão no melhor momento da carreira e ainda tem muito para evoluir. Se os todo-poderosos irmãos Bryan vacilarem, não se surpreendam se um deles liderar o ranking mundial.</div>
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		<title>Não é disso que precisamos salvar a natação</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Nov 2013 19:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Acabar com as semifinais para as provas de 200 (ou talvez para todas?) faz sentido. Deixar as provas de 50 estilo fora também me parece o mais certo - assim como parar de criar  revezamentos novos. Mas tirar do programa provas que já tem toda tradição? Para que? ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Não queria começar jogando baixo, mas sugiro ver essa prova antes de ler o texto. Com Thorpe e Grant Hackett de sunguinha, um dos melhores 400 livres de todos os tempos. Pode passar a introdução inicial, a prova dura pouco mais de 3 minutos:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/ZZ9w3fsBWwY" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>O 100 livre pode até ser a prova mais nobre da natação (e eu confesso que a arquibancada silencia de um jeito muito particular antes da largada do 50 livre), mas não tem como não achar esse 400 livre uma prova emocionante e maravilhosa, mesmo durando quatro vezes mais do que um 100 livre &#8211; até porque, 3 minutos não matam ninguém. Achei interessante a discussão <a href="http://swimchannel.blogosfera.uol.com.br/2013/11/07/como-salvar-a-natacao-por-pieter-van-den-hoogenband/">levantada por</a> Pieter van den Hoogenband e trazida pelo Daniel Takata, mas não acredito que essa mudança prenderia mais a atenção do público ou levaria a maior valorização das medalhas, como Pieter propõe.</p>
<p>Já faz um tempo que o COI vem tentando popularizar as Olimpíadas. Tenho ouvido muita gente dizer que é um absurdo um esporte como o ciclismo BMX, incluído em 2008, ser olímpico. Depois foi recomendado tirar a luta olímpica do programa (ainda bem que voltaram atrás). Não tenho opinião totalmente formada sobre esse tema &#8220;deixar as Olimpíadas mais atrativas ao público&#8221;, e sei que o balanço entre tradição e novidade é sempre difícil, sobretudo quando temperado por esse componente capcioso que é a audiência de TV e patrocínio.</p>
<p>Mas me parece que a natação não está nesse fogo cruzado. Os ingressos para natação nas Olimpíadas de Londres eram dos mais caros entre todos os esportes, a demanda superou a oferta. Ainda do Brasil, tentei comprar ingressos para uma eventual ida para Londres. Em vão. A agência tinha ingressos diretos para esgrima, ginástica, judô, atletismo, mas para natação, &#8220;eles chegavam e acabavam na hora&#8221; (estranhamente, estavam disponíveis para quem fechasse os pacotes completos incluindo hotel e transporte por preços bem salgados, mas isso é outra história).</p>
<p>Tive o privilégio de estar em Barcelona, no Mundial de longa disputado esse ano. Não, as arquibancadas não estavam completamente lotadas. Mas estavam bem cheias. Torcedores da China, do Brasil (que foram lá só para ver o Mundial! &#8211; sim essas pessoas existem), de toda Europa (muitos franceses, como a Marsellesa depois dos revezamentos não me deixa mentir), norte-americanos, lituanos (efeito Ruta). Natação nunca vai ser futebol, e isso não é um problema. Temos nosso público, temos pessoas apaixonadas e aficcionadas, e temos também a audiência do grande público, que talvez não vá ver todas as provas, mas verá a maioria delas.</p>
<p>O modelo atual me parece bom &#8211; oito dias de competição, com no máximo duas horas de duração. Não dá tempo de cansar no mesmo dia, e a competição dura vários dias, o que é muito legal para quem gosta muito, e também permite a quem gosta mais ou menos de natação que vá apenas nos dias das provas/atletas que mais gosta. Talvez pudessemos ter as duas horas de duração em apenas seis dias? Para mim seria uma pena, mas pode ser. Acabar com as semifinais para as provas de 200 (ou talvez para todas?) faz sentido. Deixar as provas de 50 estilo fora também me parece o mais certo &#8211; assim como parar de criar  revezamentos novos. Mas tirar do programa provas que já tem toda tradição? Para que? Talvez chegue um dia em que a natação esteja em baixa, mas esse dia ainda não chegou &#8211; graças, em grande parte, ao Phelps. Nada como um ídolo como ele para ajudar a atrair a atenção para um esporte. Quem foi o nome de Atenas, Pequim e Londres? Foi o Phelps. Pode até ter sido ele junto com mais alguém, mas o nome de Phelps com certeza está na lista.</p>
<p>É claro que sempre haverá quem diga que &#8220;não é tão difícil ser um Phelps, a natação tem tantas provas&#8221;. Mas vocês acham mesmo que esse argumento pararia se diminuíssemos em 10 provas o programa? Sempre haverá um Pieter van den Hoogenband para quem um 100 livre é sagrado e um 400 livre não (&#8220;ah, já tem o 1500 para quem nada fundo..&#8221; ok, vamos tirar o 50 livre ja que já temos o 100 então para ver o que ele fala&#8230;). Assim como sempre haverá quem ache que esporte coletivo vale mais que individual, e o contrário, ou quem ache que alguns esportes são fracos e &#8220;se eu treinasse era capaz até que fosse para as Olimpíadas&#8221;. Não podemos formular as regras para essas pessoas!</p>
<p>Não temos, infelizmente, competições toda semana &#8211; isso não é culpa da mídia, mas da natureza desse esporte. Natação é uma modalidade de poucos grandes eventos, e parte da beleza dela está nisso, assim como a beleza do futebol está em acompanhar seu time na tabela toda semana. Esperamos (eu espero) ansiosamente, para a cada quatro anos ver aquele um 200 borboleta que vai marcar história, com dois Mundiais de longa neste interím. Quatro anos de espera para ver aquele 200 medley absurdo de Lochte e Phelps em Shangai, esse 400 livre aqui em cima, aquele 200 borboleta do Chad Le Clos contra o Phelps, aquele 800 livre da Janet Evans.</p>
<p>Precisávamos salvar a natação quando os trajes saíram do controle, e acertadamente a FINA o fez. Precisamos salvar a natação do maldito doping que todo ano mancha nosso esporte. Mas não precisamos matar a natação dando um tiro no pé da sua história.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/11/janet.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12432" title="EVANS USA 400M MEDLEY GOLD" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/11/janet.jpg" alt="" width="550" height="336" /></a></p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/11/Captura-de-Tela-2013-11-07-às-17.27.08.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-12433" title="Captura de Tela 2013-11-07 às 17.27.08" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/11/Captura-de-Tela-2013-11-07-às-17.27.08.png" alt="" width="639" height="352" /></a></p>
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		<title>Agora é pra ficar</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Sep 2013 13:35:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teliana Pereira]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>Teliana Pereira conquistou neste domingo mais um título na França. A tenista pernambucana levantou o troféu em Saint Maló, ITF de US$ 25 mil, e garantiu retorno ao seleto grupo das 100 melhores do mundo. Foi o quarto título de Teliana em terras francesas nesta temporada.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><div id="attachment_12373" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/taça.jpg"><img class="size-medium wp-image-12373" title="taça" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/taça-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Mais um título para Teliana</p></div>
<p>Teliana Pereira conquistou neste domingo mais um título na França. A tenista pernambucana levantou o troféu em Saint Maló, ITF de US$ 25 mil, e garantiu retorno ao seleto grupo das 100 melhores do mundo. Foi o quarto título de Teliana em terras francesas nesta temporada.</p>
<p>A nova taça coloca Teliana no 94° posto, o que é sua melhor colocação da carreira. Em julho ela esteve apenas uma semana no top 100 e quebrou um jejum de 23 anos sem uma brasileira no grupo. Mas a conquista pode representar muito mais do que um lugar simbólico no ranking.</p>
<p>Além de toda a confiança que um troféu traz, Teliana pode quebrar outro longo e incômodo jejum no tênis brasileiro. Se se mantiver entre as 104 melhores do mundo até o final de outubro, entrará direto na chave do Australian Open e será a primeira tenista nacional a jogar um Grand Slam desde Andréa Vieira em 1993.</p>
<p>Na carreira, Teliana já faturou nove títulos do porte do de Saint Maló, sendo oito desde sua volta às quadras após longa recuperação de lesão no joelho, em 2011. Ela agora segue para mais dois torneios no saibro europeu e pode melhorar ainda mais seu ranking e suas chances de jogar na Austrália.</p>
<div id="attachment_12374" style="width: 291px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/clezar.jpg"><img class="size-medium wp-image-12374" title="clezar" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/clezar-281x300.jpg" alt="" width="281" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clezar deu salto no ranking</p></div>
<p><strong>Clezar - </strong>Quem também faturou título neste final de semana foi Guilherme Clezar. O jovem gaúcho de 20 anos ficou com a taça do challenger de Campinas, seu segundo título deste nível. Clezar passou por nada menos que cinco argentinos em campanha perfeita na qual não cedeu sets aos adversários.</p>
<p>Ele dá grande salto no ranking e vai ao 177° posto, o melhor da carreira. Sua meta é terminar a temporada entre os 150. Nessa semana tem chance de mais um bom salto no challenger de Porto Alegre.</p>
<p>Da nova safra masculina é um dos nomes mais promissores. Méritos para o treinador João Zwsetch.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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		<title>Esperado, mas sempre dolorido</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 00:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>A equipe brasileira foi até a Alemanha disputar a repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. Mesmo sem Tommy Haas, os anfitriões eram muito favoritos diante do momento preocupante que passa o tênis brasileiro. Philipp Kohlschreiber e Florian Mayer são mais jogadores e vivem momentos muito melhores do que Thomaz Bellucci e Rogério Dutra Silva, ainda mais no piso duro coberto. A esperança, como sempre, estava na duplas Marcelo Melo e Bruno Soares.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>A equipe brasileira foi até a Alemanha disputar a repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. Mesmo sem Tommy Haas, os anfitriões eram muito favoritos diante do momento preocupante que passa o tênis brasileiro. Philipp Kohlschreiber e Florian Mayer são mais jogadores e vivem momentos muito melhores do que Thomaz Bellucci e Rogério Dutra Silva, ainda mais no piso duro coberto. A esperança, como sempre, estava na duplas Marcelo Melo e Bruno Soares.</p>
<div id="attachment_12367" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/marcelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-12367" title="marcelo" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/marcelo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Melo e Soares fizeram o único ponto brasileiro</p></div>
<p>No primeiro dia, Rogerinho, como sempre, lutou muito, mas não tirou sets de Kohlschreiber. Bellucci foi apático diante de Mayer e a missão se tornou quase impossível. No sábado, a dupla brasileira confirmou diante de Daniel Brands e Martin Emmereich. O número um alemão então se lesionou e Bellucci teve ótima chance de se redimir diante de Brands, mas novamente não se encontrou e perdeu em sets diretos. Rogerinho apenas cumpriu tabela no quinto jogo e também foi derrotado.</p>
<p>A derrota é o que menos importa nesse momento. O preocupante é não termos uma equipe forte, um jogador de simples de confiança ou jovens aparecendo com força. São muito poucos os brasileiros no top 200 e os mais jovens ainda não saíram dos challengers. Falta experiência e trabalho de preparação para a nova safra. Bellucci, Rogerinho e Feijão já são nomes batidos, mas não vivem boa fase. Bellucci, inclusive, está com o ombro lesionado e pode voltar apenas em 2014.</p>
<p>Disputaremos novamente o Zonal Americano. Vencendo um confronto estaremos de volta à repescagem e quem sabe em 2015, no Grupo Mundial. Os adversários podem ser Equador, República Dominicana , Uruguai e Venezuela. Independente de quem vier e da fase de nossos jogadores de simples, temos a obrigação de vencer.</p>
<p>Não temos uma equipe de nível do Grupo Mundial, mas podemos complicar mais do que complicamos contra a Alemanha. E nada melhor que uma boa apresentação na Davis para dar confiança aos jogadores no, cada vez mais, difícil e concorrido circuito mundial.</p>
<p><strong>Outros jogos –</strong> Nas semifinais da elite do tênis, Sérvia e República Tcheca confirmaram o favoritismo e farão a decisão da Copa Davis. Comandados por Djokovic, a Sérvia superou o Canadá no quinto jogo. Já os tchecos atropelaram a combalida Argentina por cinco a zero. Espanha, Holanda, Suíça, Grã-Bretanha, Austrália, Bélgica e Japão venceram na respescagem e estarão no Grupo Mundial em 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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		<title>Três finais e três histórias diferentes</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Sep 2013 14:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>O US Open chegou ao fim, mas deixou algumas lições e confirmações para os amantes da bolinha amarela. Entre as mulheres, Serena Williams ratificou deu domínio. Entre os homens, Rafael Nadal mostrou que é o melhor do mundo na atualidade. E nas duplas masculinas, Bruno Soares reafirmou que está entre os grandes do esporte.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><div dir="ltr">
<p>O US Open chegou ao fim, mas deixou algumas lições e confirmações para os amantes da bolinha amarela. Entre as mulheres, Serena Williams ratificou deu domínio. Entre os homens, Rafael Nadal mostrou que é o melhor do mundo na atualidade. E nas duplas masculinas, Bruno Soares reafirmou que está entre os grandes do esporte.</p>
<div id="attachment_12360" style="width: 210px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/serena.jpg"><img class="size-medium wp-image-12360" title="serena" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/serena-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Serena venceu US Open pela quinta vez</p></div>
<p>A final feminina foi disputada pelas duas primeiras cabeças de chave. Victoria Azarenka e Serena Williams reeditaram a final do ano passado e o resultado foi o mesmo. O triunfo da americana, agora pentacampeã em Nova York, não foi fácil, mas deixa claro que se ela estiver bem a briga é pelo segundo lugar do ranking mundial. A força, a técnica e a tática de Serena são infinitamente superiores a de Azarenka, Sharapova ou qualquer outra. Tem tudo para dominar o circuito por mais alguns anos.</p>
<p>Rafael Nadal e Novak Djokovic tiveram a chance de mostrar quem merece o topo do ranking mundial. E o espanhol levou a melhor. O ano impecável tem agora 10 títulos e apenas uma derrota antes da final, na estreia de Wimbledon. No saibro e na quadra dura não teve pra ninguém. O ranking ainda não diz, mas Nadal é o melhor tenista da atualidade. Em um jogo cheio de lances espetaculares, fez 3&#215;1 pra cima do sérvio e comemorou o 13° Grand Slam da carreira.</p>
<p>Nas duplas, Bruno Soares e Alexander Peya tiveram duas semanas quase perfeitas e chegaram à decisão de um Grand Slam pela primeira vez. Mas o austríaco entrou na final com lesão na região lombar e simplesmente não conseguiu sacar, volear e se movimentar. Não podemos tirar os méritos de Leander Paes e Radek Stepanek, mas a duplas austro-mineira teria muito mais chances estando 100% fisicamente.</p>
<p>Bruno, quarto melhor duplista do mundo, estipulou quatro metas para a temporada 2013: entrar no top 10, vencer um Masters 1000, se classificar para o ATP Finals e ganhar um Grand Slam. As três primeiras foram sacramentadas com folga e a última bateu na trave. Um ano incrível para ele e Peya que, se não tivessem os inspirados Irmãos Bryan pela frente, liderariam o ranking mundial.</p>
<p>Os Grand Slams acabaram, mas o final de temporada ainda reserva briga pela ponta do ranking masculino e definições dos classificados para o Finals em ambos os sexos. As dúvidas sobre o futuro de Roger Federer também persistem e o final do ano pode marcar a recuperação ou preocupação para o maior de todos os tempos.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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		<title>US Open: Previsões para a 2ª semana</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Sep 2013 19:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>O último Grand Slam do ano fechou a primeira semana com poucas zebras entre os homens e alguns sustos entre as mulheres. A segunda semana começa com as oitavas masculinas e a definição das outras quatro quadrifinalistas do feminino.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>O último Grand Slam do ano fechou a primeira semana com poucas zebras entre os homens e alguns sustos entre as mulheres. A segunda semana começa com as oitavas masculinas e a definição das outras quatro quadrifinalistas do feminino.</p>
<div id="attachment_12347" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/hewitt.jpg"><img class="size-medium wp-image-12347" title="hewitt" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/hewitt-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Hewitt eliminou Del Potro</p></div>
<p>Na chave masculina, sete dos oito principais cabeças e chave continuam vivos. A única eliminação precoce coube a Juan Martin Del Potro, que parou no tênis versátil e cheio de garra do experiente Lleyton Hewitt, campeão em Nova York em 2001. Roger Federer e Rafael Nadal são os que têm jogado o melhor tênis até agora. Agressivos, sempre em busca de winners e com o saque afiado. Uma pena que devem se enfrentar ainda nas quartas de final, pois a decisão seria o local mais indicado para o tamanho do clássico.</p>
<p>Novak Djokovic e Andy Murray não sofreram muito até aqui, mas demonstraram jogos preguiçosos em muitos momentos. Chegar até aqui não foi duro, mas os próximos compromissos tendem a complicar mais. Tomas Berdych é outro que vem jogando bem e pode incomodar os dois na parte de cima da chave. Embaixo, difícil não apostar em Federer ou Nadal.</p>
<p><strong>Mulheres –</strong> Na chave feminina, Serena Williams também tem se mostrado preguiçosa, mas mesmo assim é extremamente superior às suas adversárias. Difícil pensar que Carla Suarez Navarro, Ekaterina Makarova ou Na Li possam complicar para a americana. Talvez a chinesa em um dia muito inspirado, belisque uma parcial.</p>
<p>Do outro lado, ainda estamos nas oitavas de final e Victoria Azarenka surge como a principal favorita. Mas a partida contra Ana Ivanovic já pode ser um grande desafio, já que a bielorrussa vem patinando nas rodadas iniciais. Flavia Penetta e Simona Halep vem jogando bem, mas a falta de experiência em rodadas decisivas de Slam podem pesar. Hantuchova, Riske, Giorgi e Vinci não devem assustar.</p>
<p><strong>Brasileiros – </strong>Thomaz Bellucci perdeu na primeira rodada. Não tirou nem um set do modesto Roberto Bautista. Decepcionante. Rogério Dutra Silva passou o qualificatório e superou o ótimo canadense Vasek Pospisil em cinco duros sets. Pela terceira vez seguida chegou à segunda rodada em Nova York. Teve a chance de enfrentar Nadal na central e ganhou a vaga na Davis.</p>
<p>As duplas continuam trazendo ótimas notícias para nós. Marcelo Melo, junto com Ivan Dodig, e Bruno Soares, com Alexander Peya, estão nas oitavas de final e tem ótimas chances de avançar na chave. Os dois seguem vivos nas mistas. Estão nas quartas e podem se enfrentar na semi, o que já garantiria um brasileiro na decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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		<title>O verdadeiro número 1</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Aug 2013 11:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>Apesar de o ranking mundial mostrar Rafael Nadal na segunda colocação, o espanhol é hoje o melhor tenista do circuito. O troféu deste domingo no Masters 1000 de Cincinnati coloca o Touro como favorito ao US Open, que começa no próximo dia 26.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>Apesar de o ranking mundial mostrar Rafael Nadal na segunda colocação, o espanhol é hoje o melhor tenista do circuito. O troféu deste domingo no Masters 1000 de Cincinnati coloca o Touro como favorito ao US Open, que começa no próximo dia 26.</p>
<div id="attachment_12224" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/trofeu.jpg"><img class="size-medium wp-image-12224" title="Western &amp; Southern Open - Day Eight" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/trofeu-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Nadal com seu 26º troféu de Masters 1000</p></div>
<p>Após doze torneios disputados em 2013, Nadal acumula onze finais e incríveis nove títulos: um Grand Slam, cinco Masters 1000, dois ATP 500 e um ATP 250. Resultados que nem o fã mais otimista apostaria após os nove meses afastado por lesão.</p>
<p>O prêmio de US$ 583.800 pelo título inédito em Cincinnati foi o menos importante do final de semana do espanhol. Com o quinto Masters 100 da temporada, ele igualou o número de títulos deste porte de Novak Djokovic em 2011. E ainda temos Xangai e Paris pela frente. Nadal chega a 26 conquistas de Masters 1000 na carreira, recorde absoluto no tênis.</p>
<p>A 59ª taça da carreira do canhoto de Mallorca veio no piso rápido. Na superfície, que nunca foi sua preferida, ele está invicto na temporada, com títulos também em Indian Wells e Montreal. As outras conquistas vieram no saibro, piso em que domina o circuito há anos. O único torneio em que decepcionou foi Wimbledon, em que não passou da estreia.</p>
<p>Roger Federer, David Ferrer e Andy Murray já ficaram para trás no ranking. Como não defende nenhum ponto até fevereiro do ano que vem, só uma série de campanhas desastrosas de Nadal o fará ficar atrás de Djokovic. Como cabeça de chave número dois no US Open, só encara o sérvio em uma eventual decisão em Nova Iorque. Uma vitória de Nadal seria o último ingrediente necessário para os que ainda não o consideram o verdadeiro número um do mundo no momento.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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		<title>Três de quatro</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Aug 2013 11:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>No início do ano, Bruno Soares foi perguntado sobre quais eram suas metas para a temporada 2013. O mineiro foi, como sempre, direto e reto: entrar no top 10, jogar o ATP Finals, ganhar um Masters 1000 e ganhar um Grand Slam. Estamos em agosto e três dos quatro objetivos já foram cumpridos. E com sobra.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><div>No início do ano, Bruno Soares foi perguntado sobre quais eram suas metas para a temporada 2013. O mineiro foi, como sempre, direto e reto: entrar no top 10, jogar o ATP Finals, ganhar um Masters 1000 e ganhar um Grand Slam. Estamos em agosto e três dos quatro objetivos já foram cumpridos. E com sobra.</p>
<div id="attachment_12215" style="width: 253px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/master.jpg"><img class="size-medium wp-image-12215" title="master" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/master-243x300.jpg" alt="" width="243" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno e Peya conquistaram 1° Masters</p></div>
<p>Os títulos em Auckland, São Paulo, Barcelona e Eastbourne, somados as finais em Hamburgo, Queen&#8217;s e Madri e a semifinal de Roland Garros, levaram Bruno ao sexto lugar do ranking mundial. E neste domingo, o troféu no Masters 1000 de Montreal levou Bruno e Alexander Peya ao Finals, além de alçar o mineiro a uma inédita quarta colocação no ranking mundial.</p>
<p>E digo mais: Se os irmãos Bryan não estivessem vivendo a melhor fase da carreira, Bruno e Peya teriam grandes chances de conquistar o troféu em Paris e fechar as quatro metas da temporada. Lembremos também que dia 26 começa o US Open e a parceria mineiro-austríaca deve entrar como cabeça de chave número 2, ou seja, só pegariam os norte-americanos em uma eventual decisão.</p>
<p>Interessante ainda pontuar o ótimo desempenho de Bruno em todos os tipos de piso. Títulos no sintético, no saibro e na grama. O taça de hoje foi a 15ª da carreira de Bruno em 27 finais de primeira linha. Ele e Peya dividiram neste domingo um cheque de 170 mil dólares. Com o quarto lugar no ranking, Bruno iguala Cássio Motta, que chegou a mesma colocação em 1983.</p>
<div id="attachment_12216" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/nadal.jpg"><img class="size-medium wp-image-12216" title="Rafael Nadal" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/nadal-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Nadal conquistou 8° troféu do ano</p></div>
<p><strong>Touro com tudo -</strong> Não podemos deixar de falar do título de Nadal em simples. O espanhol acabou &#8211; mais uma vez &#8211; com as especulações em cima de seu joelho e faturou seu 25° troféu de Masters 1000 em Montreal. Durante toda a semana, Nadal só perdeu um set, diante de Novak Djokovic na semifinal. O resto das partidas foram tranquilas e com a movimentação de sempre. Lembrando que ele não defende pontos até fevereiro e se continuar assim logo logo incomodará os primeiros do ranking.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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		<title>O fim de um longo jejum</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Aug 2013 11:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>Teliana Pereira é uma das 100 melhores tenistas do mundo. A simbólica, mais importante, faixa nobre do ranking mundial feminino, enfim tem um brasileira. Foram 23 anos de espera desde que Andréa Vieira, a Dadá, ocupou o 95º posto. Para os mais específicos, exatos 8.505 dias sem uma top 100.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>Teliana Pereira é uma das 100 melhores tenistas do mundo. A simbólica, mais importante, faixa nobre do ranking mundial feminino, enfim tem um brasileira. Foram 23 anos de espera desde que Andréa Vieira, a Dadá, ocupou o 95º posto. Para os mais específicos, exatos 8.505 dias sem uma top 100.</p>
<div id="attachment_12210" style="width: 253px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/teliana2.jpg"><img class="size-medium wp-image-12210" title="teliana2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/teliana2-243x300.jpg" alt="" width="243" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Teliana deve jogar o US Open</p></div>
<p>Com dois títulos de ITF no ano, uma semifinal e uma quartas em WTAs, a pernambucana conseguiu o que há tempos tentava – e merecia. Teliana sofreu com lesões no começo da precursora carreira e só agora conseguiu jogar duas temporadas inteiras seguidas. No ranking da temporada 2013, ela é uam das 90 melhores do mundo, mostrando que tem jogo para ir ainda mais longe.</p>
<p>Com o 100º posto e se aproveitando da má fase de Thomaz Bellucci, ela se tornou também a melhor tenista nacional. O paulista, que chegou a ser o 21º do mundo em 2010, caiu para 115º e não mostra poder de reação.</p>
<p>As boas notícias não param por aí, já que ela está a uma desistência de entrar na chave principal do US Open e quebrar outro longo jejum. Há 20 anos uma tenista brasileira não participa de um Grand Slam em simples, desde a mesma Dadá no mesmo US Open em 1993.</p>
<p>O nome de Teliana circulou bastante pela internet nos últimos dias por conta do feito histórico. Isso é muito bom para o esporte, que vem tendo muito pouco destaque na mídia. Com Bellucci em baixa e a pouca expressividade das meninas brasileiras, as notícias que aparecem se resumem as boas fases dos duplistas Bruno Soares e Marcelo Melo.</p>
<p>Que acabem mais jejuns. Que voltemos a ter bons resultados. Que falemos mais de tênis no país do futebol.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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