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	<title>Esporte em Pauta &#187; PAN</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; PAN</title>
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		<title>Quem é Graciele Hermann?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>A nova sensação da natação brasileira é gaúcha e tem 19 anos. Graciele Hermann surgiu para o público em geral após o PAN de Guadalajara. Ela chegou lá sem fazer muito barulho, conquistando sua primeira convocação para a Seleção Brasileira na última seletiva, e saiu como a maior surpresa do país, ao ficar a três centésimos do índice olímpico dos 50 livre. No final do ano, no Open realizado no Rio de Janeiro, Graciele confirmou as expectativas e atingiu a marca, nadando para 25"12, oito centésimos abaixo da marca A da FINA para a prova. Mas quem é essa nadadora sorridente de 19 anos, que está atualmente no México participando do treinamento em altitude com a Seleção Brasileira?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p>A nova sensação da natação brasileira é gaúcha e tem 19 anos. Graciele Hermann surgiu para o público em geral após o PAN de Guadalajara. Ela chegou lá sem fazer muito barulho, conquistando sua primeira convocação para a Seleção Brasileira na última seletiva, e saiu como a maior surpresa do país, ao ficar a três centésimos do índice olímpico dos 50 livre. No final do ano, no Open realizado no Rio de Janeiro, Graciele confirmou as expectativas e atingiu a marca, nadando para 25&#8243;12, oito centésimos abaixo da marca A da FINA para a prova. Mas quem é essa nadadora sorridente de 19 anos, que está atualmente no México participando do treinamento em altitude com a Seleção Brasileira?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-268" title="Captura de tela 2011-10-21 às 17.17.35" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-21-c3a0s-17-17-35.png" alt="" width="480" height="315" /><em>Foto: Satiro Sodré</em></p>
<p>Graciele começou a nadar aos 12 anos em Pelotas no <a href="http://www.clubebrilhante.com.br/">Clube Brilhante</a>.Uma pesquisa no site da CBDA indica que a atleta ainda não participava de campeonatos brasileiros na categoria infantil (13 e 14 anos). É de 2007, quando tinha 15 anos e já estava na categoria juvenil a primeira aparição nos resultados de campeonatos de categoria. Em Fortaleza, Graciele, única representante do clube pelotense na competição, nadou três provas e ficou de fora das finais nas três: 22o lugar no 100 e 200 peito, e primeira reserva (nona colocada) nos 50 livre, quando nadou para 28&#8243;80.</p>
<p>Um ano depois, Graciele já estava no Grêmio Náutico União, uma das maiores potências da região Sul do país na natação. Em maio, ela já esteve presente no Maria Lenk, o campeonato brasileiro absoluto, na ocasião a última seletiva para as Olimpíadas de Pequim. Ficou em 20a reserva na prova de 50 livre nadando para 28&#8243;32, em setembro, no Finkel, baixou para 28&#8243;08 e pulou três posições para cima.</p>
<p>O mais curioso de 2008, entretanto, foi que Graciele já havia chegado aos campeonatos nacionais absolutos mas continuou sem subir ao pódio no brasileiro de categoria. Ficou em 4o lugar no 50 livre tanto no nacional do meio do ano, realizado em Belém, quando nadou para 27&#8243;72, quanto no brasileiro de verão, realizado no Espírito Santo, nadando para 27&#8243;64. No Chico Piscina, tradicional competição infanto-juvenil do calendário da CBDA, por onde passaram César Cielo, Joanna Maranhão, Lucas Salatta, Thiago Pereira e outros grandes nomes da natação brasileira, Graciele ficou em 7o.</p>
<p>Em 2009, já na categoria Júnior, Graciele subiu pela primeira vez ao pódio em campeonatos brasileiros de categoria, e não foi nem no 50 nem no 100 livre, mas no 100 peito, conquistando a prata no meio do ano. No final do ano, no mesmo torneio onde Cielo bateu o recorde mundial do 50 livre, Graciele ficou em 2o no 50 livre Júnior (o brasileiro júnior e sênior era realizado de tarde, e na manhã seguinte os oito primeiros de todas as categorias nadavam a OPEN; Graciele não chegou a classificar para nadar a final absoluta). Ao longo do ano, Graciele também marcou presença nos brasileiros absolutos, conseguindo chegar à final B do Finkel (100 livre) e do Maria Lenk (50 livre).</p>
<p>2010 foi mais um ano de evolução. Neste ano, chegou à final do OPEN, desta vez disputado em piscina curta e ficou em sexto lugar. No torneio de categoria, foi campeã brasileira nos 50 e 100 livre, saindo da competição com o segundo e terceiro índice técnico, chamando a atenção o 25&#8243;92 no 50 livre na longa, no tradicional parque aquático Julio de Delamare, primeiro sub-26 em competições nacionais. Este ano, a competição que selou sua ida ao PAN foi a Tentativa de Índice para o Mundial de Xangai, quando nadou para 25&#8243;81, ficando em segundo lugar, atrás apenas de Flávia Delaroli, e a frente de nomes como Tatiana Lemos e Juliana Kury. No Maria Lenk, ficou em sétimo mas ninguém conseguiu superar seu tempo e sua vaga estava garantida.</p>
<p>Em meio a tantos números e competições, uma coisa fica clara: Graciele certamente não era apontada como promessa quando era infantil ou juvenil, mesmo já sendo muito forte e com tempos consistentes, principalmente no juvenil 2. Sua evolução ao longo dos anos salta aos olhos e deixa claro que ainda que tenha sido surpresa para a grande maioria dos torcedores, vinha de um trabalho bem feito dos profissionais do GNU que certamente acreditaram nela esse tempo todo. Uma coisa em especial me chamou a atenção: os dois quarto lugares no brasileiro quando era juvenil 2. É muito difícil ficar em quarto e continuar, ainda mais chegando nesta idade quando se coloca a questão: vai continuar nadando ou vai prestar vestibular? &#8211; muitas vezes uma coisa exclui a outra no Brasil. É extremamente significativo que ela tenha continuado nadando.</p>
<p>No PAN, Graciele melhorou 6 décimos e nadou duas vezes para a casa dos 25&#8243;20, uma vez para 25&#8243;28 nas eliminatórias e outra pra 25&#8243;23, na final. Faltam trés centésimos para o índice &#8211; esta barreira não é trivial mas é inegável que a marca está muito próxima. Graciele tem porte ideal para velocista: é alta, magra e forte. Mais do que isso, gostei muito de sua atitude após as provas. Sempre sorrindo, Graciele poderia ter reclamado ou se lamentado por ter ficado tão próxima da marca que precisava fazer e bater na trave, mas o que vimos foi o contrário, uma garota contente por ter chegado tão perto, certa do trabalho que tinha pela frente, e muito feliz.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-270" title="PAN GUADAJARA 2011/NATAÃÃO" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/3cent.jpg" alt="" width="480" height="319" /></p>
<p><em>Foto: Satiro Sodré</em></p>
<p>No Brasileiro Júnior &#8211; que não valia vaga olímpica &#8211; Graciele mais uma vez nadou muito bem e ficou novamente a oito centésimos da marca, aumentando a expectativa pelo Open. Na competição, nadou a eliminatória do 100 livre para 56&#8243;15, mas optou por não nadar a final para descansar para a principal prova. No dia 15 de dezembro, sexta de tarde, nadou em observação a última série do Brasileiro Sênior, válido como eliminatória para o Open, e marcou 25&#8243;12, conseguindo o índice olímpico.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/quem-e-graciele-hermann/attachment/captura-de-tela-2012-02-02-as-16-21-19" rel="attachment wp-att-877"><img class="size-full wp-image-877 aligncenter" title="Captura de Tela 2012-02-02 às 16.21.19" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Captura-de-Tela-2012-02-02-às-16.21.19.png" alt="" width="587" height="247" /></a></p>
<p><em>Foto: Ricardo Brandão/AGIF</em></p>
<p><strong>*O texto foi adaptado do original publicado no blog <a href="http://londres365dias.wordpress.com/2011/10/24/quem-e-graciele-hermann/">Londres 365 dias</a> em 24 de outubro, publicado logo após o PAN, para incorporar o resultado da atleta nos demais torneios do ano. </strong></p>
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		<title>O time que sobrou em um dia e o goleiro que ganhou o jogo no outro</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 19:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Camila Lacerda]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>A seleção feminina merece atenção. Do time que foi para o Pan, apenas duas atletas atuam no Brasil. As demais estão espalhadas pela Europa na Espanha, Hungria, Áustria, França e Dinamarca com a base do time formada por atletas atuando no time austríaco Hypo, que em recente parceria com a Confederação Brasileira de Handebol tem conseguido trazer experiência internacional e entrosamento entre as jogadoras. Não só porque suas jogadoras têm talento, potencial e vontade de vencer, mas também porque têm um técnico experiente acreditando que o Brasil possa brigar por algo a mais que eu ficaria de olho e torceria por essa seleção em Dezembro aqui no Brasil e também em Londres.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p><strong>Contribuição de Camila Lacerda</strong></p>
<p>Domingo e segunda trouxeram aos espectadores brasileiros as finais do handebol feminino e masculino em duas histórias com finais bastante diferentes para nossas seleções. Já que no domingo a Record decidiu transmitir o belíssimo jogo da seleção Brasileira de futebol e sua derrota para a Costa Rica, quem tinha Record News ou conseguiu acessar a transmissão online do Terra  viu a seleção feminina de handebol sobrar na vitória que trouxe o ouro contra a seleção da Argentina. Quem não tinha, infelizmente perdeu.</p>
<p>Eu bem que joguei handebol por 5 anos na faculdade, mas como minhas ex-companheiras de time bem sabem eu não entendo muito do esporte. Só sei que a seleção feminina brasileira é a melhor seleção das Américas desde algum tempo e tetracampeã dos Jogos Panamericanos. Não sobra muito a comentar sobre o jogo, em que o Brasil ganhou com tranquilidade por um placar de 33 a 15 e contou com grandes atuações da ponta direita Alê, da meia Duda e da experiente e talentosíssima goleira Chana.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-277" title="Captura de tela 2011-10-25 às 13.05.41" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-25-c3a0s-13-05-41.png" alt="" width="480" height="225" /><em>Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM</em></p>
<p>Comandada desde 2008 pelo Dinamarquês Morten Soubak, a seleção brasileira feminina terá a chance de mostrar à sua torcida no campeonato mundial a ser realizado em Dezembro no Brasil que está pronta para subir mais um degrau e crescer no cenário mundial. O Dinamarquês tem feito um trabalho de muita qualidade com o time e incentivado a ida de suas jogadoras para a Europa para que se exponham ao melhor handebol do mundo e assim possam evoluir, aumentando o nível individual e coletivo da equipe brasileira.</p>
<p>Essa seleção merece atenção. Do time que foi para o Pan, apenas duas atletas atuam no Brasil. As demais estão espalhadas pela Europa na Espanha, Hungria, Áustria, França e Dinamarca com a base do time formada por atletas atuando no time austríaco Hypo, que em recente parceria com a Confederação Brasileira de Handebol tem conseguido trazer experiência internacional e entrosamento entre as jogadoras. Não só porque suas jogadoras têm talento, potencial e vontade de vencer, mas também porque têm um técnico experiente acreditando que o Brasil possa brigar por algo a mais que eu ficaria de olho e torceria por essa seleção em Dezembro aqui no Brasil e também em Londres.</p>
<p>O jogo da seleção masculina foi diferente desde o começo. Bem que o Brasil tentou e até abriu 4 gols de diferença no primeiro tempo de jogo. Mas então o ataque pouco criativo da seleção, que forçou seu jogo o tempo inteiro em seus meias pouco assertivos e muito precipitados começou a falhar e o goleiro da Argentina Schulz começou a aparecer. O handebol é um esporte em que o goleiro faz toda a diferença no resultado final e pode acabar sendo o grande responsável pela vitória de seu time. Ainda que muitas das bolas defendidas por Schulz tenham sido mal chutadas pelos brasileiros, o fato do goleiro ter crescido e atuado como atuou tirou a confiança dos atletas da seleção e foi fator determinante para o resultado final de 26&#215;23 favorável ao time argentino.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-276" title="shulz" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/shulz.jpg" alt="" width="480" height="359" /><em>Goleiro Shulz que fez a diferença para a equipe argentina (Foto: Reinaldo Marques, Terra)</em></p>
<p>A derrota da seleção masculina acaba por trazer à tona a fragilidade de um esporte que tem tudo pra ser grande no país, já que é popular nas escolas Brasil afora e que se levado mais a sério poderia ir muito mais longe. Juca Kfouri <a href="http://blogdojuca.uol.com.br/2010/03/nosso-recordista-no-handebol/">postou já em 2010, em seu blog</a> algo que a meu ver reflete essa derrota e a falta de evolução do esporte nos últimos anos em suas seleções feminina e masculina: “<em>O sítio da Confederação Brasileira de Handebol informa que seu presidente, Manoel Luiz Oliveira, “aceitou”, constrangidamente, é claro, cumprir mais um mandato à frente da entidade, o sétimo”.</em> Depois de sete mandatos e resultados pouco expressivos, resta nos perguntar se um dia esse esporte será grande no Brasil e se alguma gestão conseguirá fazer o esporte evoluir e consolidar-se como potência. Enquanto isso torcemos pra que as meninas brilhem e os rapazes possam se recuperar e dar a volta por cima da derrota de ontem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-279" title="Captura de tela 2011-10-25 às 13.22.25" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-25-c3a0s-13-22-25.png" alt="" width="480" height="303" /><em>Foto: Reuters</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-278" title="hand_argentina" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/hand_argentina.jpg" alt="" width="480" height="359" /><em>Foto: Terra</em></p>
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		<title>O 4&#215;200 livre feminino brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 19:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>O que se viu no PAN foi a melhor atuação das brasileiras neste revezamento desde Atenas-2004, quando conquistaram a segunda final olímpica de revezamento na história da natação feminina do país, terminando em sétimo. Na ocasião, tinhamos Joanna Maranhão, Mariana Brochado, Monique Ferreira e Paulo Baracho, um revezamento consistente com quatro nadadoras nadando entre 2'01-2'02.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p>Foi uma grata surpresa assistir ao revezamento 4&#215;200 livre feminino no PAN. As análises indicavam que o Brasil teria uma luta difícil apenas pela prata, lutado contra as venezuelanas, capitaneadas pelas irmãs Andreina e Yanel Pinto, terceira e quinta colocadas na prova, com 2&#8217;00&#8243;7 para Andreina e 2&#8217;03&#8243;9 para Yanel. Mas o que se viu foi a melhor atuação das brasileiras desde Atenas-2004, quando conquistaram a segunda final olímpica de revezamento na história da natação feminina do país, terminando em sétimo.</p>
<p><img class="size-full wp-image-260 alignright" title="marianaemonique" src="http://teste.gpizzo.com/wp-content/uploads/2011/10/marianaemonique.jpg" alt="" width="280" height="200" />Na ocasião, tinhamos Joanna Maranhão, Mariana Brochado, Monique Ferreira e Paulo Baracho, um revezamento consistente com quatro nadadoras nadando entre 2&#8217;01-2&#8217;02 (o recorde sulamericano era de Mariana com 2&#8217;01&#8243;17, batido somente com o início da era dos trajes). A rivalidade na piscina entre Monique e Mariana era muito saudável, forçando as duas cariocas a nadar cada vez mais forte.</p>
<p>Em 2004, tivemos o renascimento da natação feminina. Em uma Olimpíada de transição da geração Gustavo Borges e Xuxa para a de Thiago Pereira e Cielo, o Brasil não chegou ao pódio mas esteve em cinco finais, três das quais no feminino, na melhor performance das mulheres até hoje. Uma delas foi Joanna Maranhão, no melhor resultado de nossa história, ficando em quinto, Flavia Delaroli foi oitava no 50 livre, e o revezamento foi sétimo.</p>
<p>Na eliminatória, as meninas nadaram para 8&#8217;05&#8243;58, recorde sulamericano, garantindo vaga para a final, onde melhoraram 29 centésimos e cravaram 8&#8217;05&#8243;29, recorde sulamericano até hoje. Foi uma prova muito especial com quatro nadadoras guerreiras, duas pernambucanas (Joanna e Paula) e duas cariocas, e que selava uma de nossas provas mais fortes, o 200 livre, justamente pelo protagonismo das duas últimas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-261" title="reveza" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza.jpg" alt="" width="200" height="280" /></p>
<p>De lá para cá, Paula e Mariana pararam de nadar, Monique voltou a nadar muito bem próximo às Olimpíadas de Pequim, e ano passado voltou ao Rio depois de anos nadando pela Unisanta e depois pelo Pinheiros. Joanna também se recuperou de percalços e alcançou o índice que garantiu participação individual em Pequim. Na ocasião, o 4&#215;200 foi o único sem participação brasileira, evidenciando como aquele 4&#215;200 de quatro anos antes fora resultado de uma geração muito forte de nadadoras da prova.</p>
<p>Desconsiderando os tempos feitos com trajes, nos últimos tempos as nadadoras não conseguiram superar a casa dos 2&#8217;03. Promessas acabaram não vingando e Tatiana Lemos se especializou mais nos 100 livre.</p>
<p>Sob este contexto, foi muito importante os 8&#8217;09&#8243; e a prata registrada na noite de terça feira em Guadalajara. A começar pelo tempo de Joanna, que abriu para 2&#8217;01&#8243;46, marca muito boa considerando a altitude e os fatos dela ter acabado de sair da final do 200 medley, onde conseguiu o bronze e superar seu melhor tempo sem trajes, e os 200 livre não serem sua principal prova. Jéssica Cavalheiro e Tatiana Lemos nadaram para 2&#8217;03, enquanto Manuella Lyrio, que tem voltado a nadar bem, marcou 2&#8217;01&#8243;22, tempo muito respeitável.</p>
<p><img class="aligncenter  wp-image-262" title="4x200pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/4x200pan.jpg" alt="" width="480" height="718" /></p>
<p>Claro que pensando na marca da Atenas comparada com essa tivemos uma involução, e ninguém nega isso. Mas este cenário posto, e pensando no que virá, o tempo de ontem foi uma inflexão importante para reverter este quadro. Precisamos de meninas de 20 anos, como Mariana em 2004, voltando a nadar para 2&#8217;01 e 2&#8217;00 e a brigar por finais internacionais, da força de Joanna, que não pode deixar de ser citada como referência para esta prova no Brasil. Jéssica Carvalho tem tudo para ser um desses nomes, além de outras que vem se destacando no cenário nacional &#8211; como Ana Araújo, cortada a uma semana do PAN, que foi lembrada por Joanna na entrevista após a prova.</p>
<p>Outro ponto que me agradou muito foi a fala de Tatiana Lemos. Veterana da seleção, ela comentou que havia tempo que o Brasil não nadava bem esta prova, e este tempo já era razoável (palavras dela). Esse tipo de autocrítica é muito importante e mostra que no caso dessas quatro, não há acomodação ou ingenuidade &#8211; elas sabem o que precisa melhorar e estão lutando por isso.</p>
<p>*</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-263" title="reveza" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza1.jpg" alt="" width="480" height="320" /><em>4&#215;200 Brasil 2011</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-264" title="reveza2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza2.jpg" alt="" width="280" height="200" /></p>
<p><em>4&#215;200 Brasil 2004, no melhor momento da carreira das quatro e prestes a fazer a melhor marca sulamericana da prova até hoje</em></p>
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		<title>Quanto vale o PAN?</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 21:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[PAN]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Paixão" title="Paixão" /><br/>O PAN se chama PAN porque é o PAN, e não Olimpíadas, e não Mundial. Nenhum atleta é ingênuo o bastante para achar que um pódio no PAN equivale a uma medalha olímpica. Mas você sabe sabe o que significa participar de uma Seleção Brasileira? Não vejo porque não valorizar os ouros de Thiago, Hoyama e tantos outros, só porque eles não tem medalhas olímpicas. Poucas vezes vivi um clima tão contagiante como o que tomou conta do Rio-2007 e tive o privilégio de assistir]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Paixão" title="Paixão" /><br/><p>É normal em épocas de PAN ouvir as pessoas fazendo piadinhas sobre a inutilidade da competição. &#8220;De que vale ser ouro no PAN e depois chegar nas Olimpíadas e ficar em quinto?&#8221;, &#8220;Os EUA só vem com a seleção B&#8221;, ou o eterno complexo de inferioridade &#8220;Só o Brasil liga pra essa competição&#8221;.</p>
<p>Primeiro de tudo: o PAN se chama PAN porque é o PAN, e não Olimpíadas, e não Mundial. Nenhum atleta é ingênuo o bastante para achar que um pódio no PAN equivale a uma medalha olímpica.</p>
<p>Segundo: você sabe o que significa participar de uma Seleção Brasileira? Que seja de categoria: são pouquíssimos que conseguem. Chegar a uma seleção brasileira, ou do país que for, significa demais. Penso na natação, esporte mais familiar a mim: desde a categoria infantil, são centenas de pessoas competindo, já há um filtro dado pelos que conseguem índices para chegar aos campeonatos estaduais/brasileiro, os que conseguem final, os que conseguem pódio, os que continuam nadando apesar do que vai surgindo ao longo do caminho. Os que chegam ao absoluto e conseguem se manter no topo são a elite da nossa natação, e creio que assim seja para os outros esportes. Salvo raras exceções de atletas que se acomodam nesse patamar e são de provas/categorias relativamente fracas, faço uma reverência a todos eles pela capacidade de chegar aonde muitos gostariam: manter sua paixão, o esporte, como sua atividade profissional, e viver disso. Por si só, isso já é lindo.</p>
<p>Terceiro: ninguém duvida que o nível no PAN é mais fraco na maioria dos casos (provas como o 100 livre tiveram um resultado muito forte, assim como o taekwondo masculino até 58 kg, com a final disputada entre um vice campeão olímpico e um vice campeão mundial). Mas a preparação olímpica também é feita das competições intermediárias, e isso vale para os atletas que chegaram às Olimpíadas para chegar às finais ou participar e também para Cielo, que vai lá em busca de dois ouros &#8211; se o PAN fosse tão desimportante, ele não teria chegado em Guadalajra polido e se preparado para fazer o melhor tempo de sua vida sem trajes.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-253" title="cielo_2007" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/cielo_2007.jpg" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p><em>Cielo comemorando o ouro no PAN de 2007,em uma vitória extremamente importante em sua jornada rumo ao ouro olímpico um ano depois</em></p>
<p>Hugo Hoyama e Thiago Pereira estão sendo colocados pela imprensa em um disputa por quem carrega mais ouros e medalhas em PANs. E nenhum deles tem medalha olímpica. Tenho quase certeza que Thiago trocaria todas as medalhas do PAN por uma de Olimpíadas, mas enquanto ela não chega &#8211; e talvez, espero que não mas pode acontecer, ela nunca chegue &#8211; não vejo  o que há de tosco ou ridículo em brilhar no PAN. As Olimpíadas sempre serão o objetivo máximo, mas que bom para nós que haja outras competições para torcer no meio do caminho e, principalmente para os atletas, que bom que podem colocar objetivos de médio prazo e ganhar motivação extra durante a jornada em competições tão legais como o PAN.</p>
<p>Por fim, lembro que o esporte é feito também de histórias de superação pessoal. Tenho a opinião que sempre haverá mais gente merecedora do que lugares no pódio: o esporte é assim, e ganhar requer uma combinação de muita coisa, há muitos que treinam demais e não conseguem chegar lá.</p>
<p>Por exemplo, a história de Ailson da Silva contada pela UOL. Ele aprendeu a remar treinando em barcos artesanais no Rio Negro (Amazonas), passou fome na infância e foi vice-campeão mundial sub-23 em 2009, e agora chegou a seu primeiro PAN. Talvez Ailson nunca ganhe uma medalha olímpica e sequer chegue a uma Olimpíada, mas tem no PAN a possibilidade de se consagrar.</p>
<p>Ou o 200 borboleta de Leo de Deus ontem. O tempo dele não foi forte, o nivel da prova não foi nada digno de nota, mas ele venceu em seu primeiro PAN uma prova linda, e as circunstâncias seguintes deram um toque de drama (para alegria da Record) que tornou a prova inesquecível para ele. Independente do que venha nas Olimpíadas do ano que vem e nas próximas, tenho certeza que essa prova ficará marcada para ele (que acabou altamente exposto para todo o Brasil, o que é bom para ele) e dará folêgo extra para o treinamento. Se chegar em Londres e ele não conseguir subir ao pódio, isso invalida esse momento que viveu em Guadalajara?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-252" title="Captura de tela 2011-10-18 às 16.55.16" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-18-c3a0s-16-55-16.png" alt="" width="480" height="234" /></p>
<p>Não vejo porque valorizar essa histórias e não valorizar os ouros de Thiago, Hoyama e tantos outros. Tenho orgulho de ver o Brasil no PAN e poucas vezes vivi um clima tão contagiante como o que tomou conta do Rio-2007 e tive o privilégio de assistir.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-251" title="pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pan1.jpg" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Histórias do PAN &#8211; Fernando Scherer tricampeão</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>A disputa do 50 livre prometia ser uma das mais fortes da competição, a única contando com o melhor atleta da seleção americana que foi ao PAN, Gary HAll Jr, nada menos do que o campeão olímpico dos 50 livre na época. Mas o outro protagonista era o argentino José Meolans, campeão mundial da prova em piscina curta um ano antes, e que já havia levado o 100 livre no mesmo PAN. E lá estava Scherer]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p>O PAN é uma competição importante para a natação brasileira. Mesmo com a melhora no nível de nossos ateltas nos últimos anos, que permitiu mudar escolhas o como a de 2003, onde o PAN foi privilegiado frente ao Mundial de piscina longa, a competição continental continua tendo grande peso no calendário da CBDA. Para a edição de Guadalajara, nossa seleção completa estará lá, e nossas maiores estrelas César Cielo, Thiago Pereira e Felipe França devem conseguir entregar bons tempos.</p>
<p>Um grande personagem da história de nossa natação já brilhou nessa competição. É Fernando Scherer, o Xuxa, que junto com Gustavo Borges foi o grande nome das piscinas na década de 1990.Ambos são grandes medalhistas de PAN &#8211; Gustavo Borges foi o atleta brasileiro que mais subiu ao pódio na competição até hoje, 19 vezes, enquanto Scherer tem dez medalhas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-235" title="borges e scherer" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/borges-e-scherer.jpg" alt="" width="250" height="171" /></p>
<p>Santo Domingo ficou marcada pela aparição de dois que seriam grandes nomes da natação brasileira a partir dai. Thiago Pereira, então com 17 anos, foi prata no 200 medley, que um ano depois daria a ele sua primeira final olímpica, e bronze nos 400 medley; na mesma prova, Joanna Maranhão também foi bronze no PAN e no ano seguinte conseguiu o melhor resultado da natação feminina do Brasil em toda história, ficando em em quinta em Atenas com 17 anos.</p>
<p>Diante dos novatos, Gustavo Borges,  Scherer e Rogério Romero (que merece um post exclusivo) também brilharam. Os dois ajudaram o revezamento brasileiro a levar o ouro, Borges esteve na prata do 4&#215;200, e conquistou o bronze nos 100 livre &#8211; já pouco competitivo na prova em nível mundial, fez uma opção a meu ver certa e encerrou a carreira em Atenas nadando apenas o revezamento 4&#215;100, sabendo que na prova individual seria difícil brilhar e chegar perto do resultado de Barcelona (prata) e Atlanta (bronze).</p>
<p>Mas a grande surpresa e uma prova memorável ficou por conta de Scherer nos 50 livre. A disputa prometia ser uma das mais fortes da competição, a única contando com o melhor atleta da seleção americana que foi ao PAN, Gary HAll Jr, nada menos do que o campeão olímpico dos 50 livre na época (e que um ano depois se tornaria bi, levando o ouro em Atenas). Mas o outro protagonista era o argentino José Meolans, campeão mundial da prova em piscina curta um ano antes, e que já havia levado o 100 livre no mesmo PAN.</p>
<p>E lá estave Scherer. Bronze nas Olimpíadas de Atlanta sete anos antes (não sei se é possível entender o tamanho e o significado de uma medalha individual olímpica), em Sidney a má atuação individual (não passou das eliminatórias) foi ofuscada por um bronze histórico no revezamento 4&#215;100 livre, com o Brasil se colocando junto aos gigantes Austrália e EUA.Três anos depois, Scherer chegou ao PAN como azarão ao lado dos dois.</p>
<p>Mas Scherer sempre foi guerreiro. Começou tarde na natação, com 17 anos, era surfista, se iniciou com cabelos compridos e loiros e depois ficou conhecido pela cabeça completamente raspada. Nadou ali uma prova irretocável e levou o tricampeonato com 22&#8243;40, deixando os dois rivas para trás, e comemorando do jeito que esse tipo de vitória pede.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-236" title="scherer_pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_pan.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-237" title="scherer_2003" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_2003.jpg" alt="" width="480" height="316" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-238" title="scherer_podio2003" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_podio2003.jpg" alt="" width="245" height="364" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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