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	<title>Esporte em Pauta &#187; 4&#215;200 livre</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; 4&#215;200 livre</title>
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		<title>Entrevista com Natalie Coughlin: &#8220;I&#8217;m up for the challenge&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 18:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>A bi-campeã olímpica Natalie Coughlin treina para conquistar o tri no 100 costas ano que vem em Londres, e está a uma pódio de alcançar o recorde de 12 medalhas de uma mulher em Olimpíadas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Muito boa a entrevista de Natalie Coughlin ao The Morning Swim Show publicada na semana passada. A bi-campeã olímpica na prova de 100 costas treina para conquistar o tri ano que vem em Londres, quando terá a árdua concorrência da nova sensação americana Melissa Franklin, que este ano bateu o recorde mundial dos 200 costas.</p>
<p>Além dos dois ouros no 100 costas, Coughlin tem mais uma medalha dourada olímpica pelo 4&#215;200 livre de Atenas, quatro pratas (4&#215;100 livre e 4&#215;100 medley nas últimas duas Olimpíadas) e quatro bronzes (100 livre em Atenas e Pequim, 4&#215;200 e 200 medley em Pequim) sendo uma das maiores estrelas da seleção americana e a apenas uma medalha de alcançar o recorde de 12 medalhas de Jenny Thompson (curiosidade, das 12 medalhas, 8 são douradas, mas nenhuma delas em provas individuais)</p>
<p><iframe src="http://blip.tv/play/3kaC5LR5Ag.x?p=1" width="500" height="380" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://a.blip.tv/api.swf#3kaC5LR5Ag" style="display:none"></embed></p>
<p>Destaco a primeira parte da entrevista, onde Natalie responde a pergunta de Peter Busch se está de fato &#8220;re-energizada&#8221; nos últimos tempos como aparenta:</p>
<p>Natalie Coughlin: No, it&#8217;s definitely the case. <strong>I&#8217;ve been more excited in training and in competing than I&#8217;ve ever been.</strong> I think part of that is because it is the Olympic year, and the other part is I knew that I was going to be so, so busy with sponsor obligations and media obligations and such that<strong> I met with Teri McKeever, my swim coach, and then Nick Folker, my strength coach, in the beginning of the year and we really set this plan ahead that I was going to train no matter what and I was going to fit in all of these things</strong>. and for some reason having such a good plan laid out really gave me something to be excited for and it&#8217;s been working out so far.</p>
<p>E ela está treinando essa semana, mesmo durante as férias do técnico. Dê uma olhada no programa dela com o marido para a terça 27/dezembro:</p>
<div><a title="Natalie Coughlin" href="http://twitter.com/NatalieCoughlin">NatalieCoughlin</a> Natalie Coughlin Since the Cal team is on Winter break, my hubby&#8217;s my coach for the next few weeks. Got my butt kicked today in an IM/breast set. Exhausted!</div>
<div></div>
<div></div>
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		<title>O 4&#215;200 livre feminino brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 19:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[PAN]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<category><![CDATA[revezamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>O que se viu no PAN foi a melhor atuação das brasileiras neste revezamento desde Atenas-2004, quando conquistaram a segunda final olímpica de revezamento na história da natação feminina do país, terminando em sétimo. Na ocasião, tinhamos Joanna Maranhão, Mariana Brochado, Monique Ferreira e Paulo Baracho, um revezamento consistente com quatro nadadoras nadando entre 2'01-2'02.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p>Foi uma grata surpresa assistir ao revezamento 4&#215;200 livre feminino no PAN. As análises indicavam que o Brasil teria uma luta difícil apenas pela prata, lutado contra as venezuelanas, capitaneadas pelas irmãs Andreina e Yanel Pinto, terceira e quinta colocadas na prova, com 2&#8217;00&#8243;7 para Andreina e 2&#8217;03&#8243;9 para Yanel. Mas o que se viu foi a melhor atuação das brasileiras desde Atenas-2004, quando conquistaram a segunda final olímpica de revezamento na história da natação feminina do país, terminando em sétimo.</p>
<p><img class="size-full wp-image-260 alignright" title="marianaemonique" src="http://teste.gpizzo.com/wp-content/uploads/2011/10/marianaemonique.jpg" alt="" width="280" height="200" />Na ocasião, tinhamos Joanna Maranhão, Mariana Brochado, Monique Ferreira e Paulo Baracho, um revezamento consistente com quatro nadadoras nadando entre 2&#8217;01-2&#8217;02 (o recorde sulamericano era de Mariana com 2&#8217;01&#8243;17, batido somente com o início da era dos trajes). A rivalidade na piscina entre Monique e Mariana era muito saudável, forçando as duas cariocas a nadar cada vez mais forte.</p>
<p>Em 2004, tivemos o renascimento da natação feminina. Em uma Olimpíada de transição da geração Gustavo Borges e Xuxa para a de Thiago Pereira e Cielo, o Brasil não chegou ao pódio mas esteve em cinco finais, três das quais no feminino, na melhor performance das mulheres até hoje. Uma delas foi Joanna Maranhão, no melhor resultado de nossa história, ficando em quinto, Flavia Delaroli foi oitava no 50 livre, e o revezamento foi sétimo.</p>
<p>Na eliminatória, as meninas nadaram para 8&#8217;05&#8243;58, recorde sulamericano, garantindo vaga para a final, onde melhoraram 29 centésimos e cravaram 8&#8217;05&#8243;29, recorde sulamericano até hoje. Foi uma prova muito especial com quatro nadadoras guerreiras, duas pernambucanas (Joanna e Paula) e duas cariocas, e que selava uma de nossas provas mais fortes, o 200 livre, justamente pelo protagonismo das duas últimas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-261" title="reveza" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza.jpg" alt="" width="200" height="280" /></p>
<p>De lá para cá, Paula e Mariana pararam de nadar, Monique voltou a nadar muito bem próximo às Olimpíadas de Pequim, e ano passado voltou ao Rio depois de anos nadando pela Unisanta e depois pelo Pinheiros. Joanna também se recuperou de percalços e alcançou o índice que garantiu participação individual em Pequim. Na ocasião, o 4&#215;200 foi o único sem participação brasileira, evidenciando como aquele 4&#215;200 de quatro anos antes fora resultado de uma geração muito forte de nadadoras da prova.</p>
<p>Desconsiderando os tempos feitos com trajes, nos últimos tempos as nadadoras não conseguiram superar a casa dos 2&#8217;03. Promessas acabaram não vingando e Tatiana Lemos se especializou mais nos 100 livre.</p>
<p>Sob este contexto, foi muito importante os 8&#8217;09&#8243; e a prata registrada na noite de terça feira em Guadalajara. A começar pelo tempo de Joanna, que abriu para 2&#8217;01&#8243;46, marca muito boa considerando a altitude e os fatos dela ter acabado de sair da final do 200 medley, onde conseguiu o bronze e superar seu melhor tempo sem trajes, e os 200 livre não serem sua principal prova. Jéssica Cavalheiro e Tatiana Lemos nadaram para 2&#8217;03, enquanto Manuella Lyrio, que tem voltado a nadar bem, marcou 2&#8217;01&#8243;22, tempo muito respeitável.</p>
<p><img class="aligncenter  wp-image-262" title="4x200pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/4x200pan.jpg" alt="" width="480" height="718" /></p>
<p>Claro que pensando na marca da Atenas comparada com essa tivemos uma involução, e ninguém nega isso. Mas este cenário posto, e pensando no que virá, o tempo de ontem foi uma inflexão importante para reverter este quadro. Precisamos de meninas de 20 anos, como Mariana em 2004, voltando a nadar para 2&#8217;01 e 2&#8217;00 e a brigar por finais internacionais, da força de Joanna, que não pode deixar de ser citada como referência para esta prova no Brasil. Jéssica Carvalho tem tudo para ser um desses nomes, além de outras que vem se destacando no cenário nacional &#8211; como Ana Araújo, cortada a uma semana do PAN, que foi lembrada por Joanna na entrevista após a prova.</p>
<p>Outro ponto que me agradou muito foi a fala de Tatiana Lemos. Veterana da seleção, ela comentou que havia tempo que o Brasil não nadava bem esta prova, e este tempo já era razoável (palavras dela). Esse tipo de autocrítica é muito importante e mostra que no caso dessas quatro, não há acomodação ou ingenuidade &#8211; elas sabem o que precisa melhorar e estão lutando por isso.</p>
<p>*</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-263" title="reveza" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza1.jpg" alt="" width="480" height="320" /><em>4&#215;200 Brasil 2011</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-264" title="reveza2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza2.jpg" alt="" width="280" height="200" /></p>
<p><em>4&#215;200 Brasil 2004, no melhor momento da carreira das quatro e prestes a fazer a melhor marca sulamericana da prova até hoje</em></p>
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		<title>Finkel &#8211; 4o dia</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 19:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>+ Os estrangeiros contratados pelos clubes para ajudar na pontuação não são mais nome certo para vencer as provas. Na final do 2oo borboleta feminino, Joanna Maranhão venceu as duas estrangeiras na prova levando o ouro com 2&#8217;12&#8243;46, em bela disputa com a americana Kimberly Vanderberg (2&#8217;12&#8243;75). A espanhola Mireia Belmonte (2&#8217;16&#8243;38) completou o pódio. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>+ Os estrangeiros contratados pelos clubes para ajudar na pontuação não são mais nome certo para vencer as provas. Na final<img class="alignright size-medium wp-image-184" title="Captura de tela 2011-09-02 às 16.48.17" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-02-c3a0s-16-48-17.png?w=300" alt="" width="300" height="196" /> do 2oo borboleta feminino, Joanna Maranhão venceu as duas estrangeiras na prova levando o ouro com 2&#8217;12&#8243;46, em bela disputa com a americana Kimberly Vanderberg (2&#8217;12&#8243;75). A espanhola Mireia Belmonte (2&#8217;16&#8243;38) completou o pódio.</p>
<p>+ No masculino, com Kaio Marcio e Leo de Deus pesados na entresafra do Mundial e PAN, os tempos não chegaram nem perto das melhores marcas. Kaio, do Fluminense, foi melhor e nadou para 1&#8217;58&#8243;75, único abaixo dos 2 minutos, seguido de Lucas Salatta do Minas e Leo, que defende o Flamengo.</p>
<p>+ João Gomes Junior, até o momento o principal nome masculino da competição, classificou para a final com o melhor tempo, 27&#8243;46, e amanhã deve disputar o ouro com o companheiro de clube e campeão mundial da prova, Felipe França. No feminino, Ana Carla Carvalho nada amanhã na 4 e também deve brigar com as pinheirenses Tatiane Sakemi e Beatriz Travalon pela primeira posição.</p>
<p>+ Fabíola levou mais uma prova, vencendo com folga o 50 costas com 28&#8243;34, seguida de Etiene Medeiros, do Nikita, e Natalia Diniz, do Pinheiros. A expectativa fica pelas eliminatórias disputadas agora a tarde, onde Fabíola nada o 100 costas em busca do índice olímpico, com chances reais de atingi-lo novamente.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-185" title="Captura de tela 2011-09-02 às 16.48.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-02-c3a0s-16-48-36.png?w=300" alt="" width="300" height="196" />+ Em um dos únicos revezamentos relativamente fracos do Pinheiros no feminino, o 4&#215;200 viu a vitória do Minas, que tinha as três primeiras colocadas na prova. O Flamengo, com duas das quatro nadadoras que levaram esse revezamento brasileiro à final olímpica de 2004, Joanna Maranhão e Monique Ferreira (as únicas que continuam nadando), levou a prata, e o Corinthians fechou em terceiro. No masculino, Thiago Pereira fez a diferença para a equipe corinthiana e ajudou a somar 70 pontos para o clube com a vitória com 7&#8217;27&#8243;66, seguido de Flamengo e Minas.</p>
<p>+Apesar de não colocar nenhum revezamento no pódio na etapa, o Pinheiros conseguiu passar o Corinthians, contando com o bom desempenho nas provas individuais (no 50 costas, os três primeiros eram atletas do clube). Já o Flamengo encostou mais na terceira colocação, prometendo uma briga boa até a última prova.</p>
<p>&nbsp;</p>
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