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	<title>Esporte em Pauta &#187; Ariana Kukors</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Ariana Kukors</title>
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		<title>Análise: provas de medley não devem fugir do domínio de EUA, Hungria e Austrália</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jul 2012 18:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>No feminino, a chinesa Ye Shiwen também é concorrente forte no 200 medley e está na briga com os demais países. As provas masculinas devem ser dominadas por Lochte e Phelps, com Cseh correndo por fora; no feminino, Rice tem chance do bicampeonato e as americanas querem acabar com jejum de cinco edições sem medalhas nas provas dos quatro estilos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>As provas de 200 e 400 medley são relativamente recentes no programa olímpico. A primeira foi introduzida nos Jogos na edição de 1968, ocorreu em 1972, e não foi disputada nas duas edições seguintes, voltando em 1984. Já os 400 medley entraram em 1964 e nunca saíram da disputa.</p>
<div id="attachment_4946" style="width: 253px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4946" title="RYAN LOCHTE MICHAEL PHELPS" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/lochte-243x300.jpg" alt="" width="243" height="300" /><p class="wp-caption-text">No masc, ouro deve ficar entre Lochte e Phelps</p></div>
<p>A prova com maior supremacia de um país é o 400 medley masculino, com sete vitórias em 12 disputas indo para os EUA, inclusive nas últimas quatro Olimpíadas. Com Phelps e Lochte na disputa, há grandes chances de o país extender o reinado. Outra curiosidade é que desde 1988 a prova tem um bicampeão &#8211; o húngaro Darnyi em 1988 e 1992, Dolan nas duas edições seguintes, e Phelps nas últimas duas. Se vencer em Londres, na prova que acontece já no primeiro dia, Phelps se tornará o <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/o-primeiro-tri-campeao-olimpico-da-natacao-sai-em-2012">primeiro tricampeão olímpico da história da natação masculina</a> em qualquer prova.</p>
<p>No 200 medley, os EUA tem três vitórias em nove disputas, empatados com a Hungria. O país do leste europeu tem um concorrente forte, Laszlo Cseh, prata na prova em Pequim, mas pelo nível alcançado por Phelps e Lochte do último ano para cá, acredito ser difícil ele desempatar em favor da Hungria, embora seja favorito ao bronze. O ouro deve ficar entre Phelps e Lochte, em uma das disputas mais aguardadas de todos os Jogos.</p>
<p>No feminino, desde 1996 temos uma mesma atleta vencendo a prova de 200 e 400 medley: a irlandesa Michelle Smith em Atlanta, a ucraniana Yana Klochkova em 2000 e 2004, e a australiana Stephanie Rice em 2008. Rice tem condições de, assim como Klochkova, conseguir o bicampeonato. Ela não chega como favorita, mas não há hoje alguém nessa condição nas duas provas &#8211; talvez a americana Elizabeth Beisel esteja um pouco à frente das demais no 400, depois de ser campeã mundial ano passado e fazer o melhor tempo do mundo este ano nos Trials. Se vencer, Beisel acaba com um jejum de ouro dos EUA na prova que já dura seis edições.</p>
<div id="attachment_4947" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-4947" title="evans" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/evans-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">EUA não vencem prova de medley feminino desde 1988</p></div>
<p>No 200, o ranking é liderado por Rice, e quem venceu em Shangai foi a chinesa Ye Shiwen, segunda na temporada de 2012 e que tem um final de prova muito forte. A prova está aberta, e temos ainda a zimbabuana Kirsty Coventry, especialista em costas mas que tem três medalhas de medley em Olimpíadas e não pode ser descartada. As americanas na prova, Caitlin Leverenz e <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/a-historia-por-tras-da-vaga-2-ariana-kukors">Ariana Kukors </a>tentarão desempatar em favor dos EUA: são duas vitórias até hoje, mesmo número de ouros da Austrália. Kukros é recordista mundial e Leverenz e foi a única a nadar quatro vezes este ano para 2’10 ou abaixo.</p>
<div></div>
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		<title>A história por trás da vaga 2: Ariana Kukors</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2012 16:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
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		<category><![CDATA[Ariana Kukors]]></category>
		<category><![CDATA[Trials USA]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>Na noite anterior à prova, Kukors não conseguia dormir. Pediu para sua irmã mais nova, Mattie, segurar sua mão. “De repente, ela adormeceu. Senti cãimbra no braço, me mexi um pouco. Ela acordou perto das 5 horas da manhã, e senti que ela pegou minha mão e segurou de novo”, afirmou Mattie à reportagem da ESPN veiculada hoje]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>Olhando o currículo das nadadoras que compunham a final do 200 medley nos Trials ontem, Ariana Kukors poderia ser apontada como favorita. Recordista mundial desde 2009, quando ganhou o campeonato em Roma, e terceira colocada na edição do ano passado, ficou fora da última Olimpíada por 8 centésimos, ao terminar em terceiro na prova, nos Trials de quatro anos atrás. Mas Caitlin Leverenz melhorou muito neste ano, Beisel nadaria relaxada e mostrou que estava em forma após a vaga no 400 medley, Pelton tem um borbo e costas fortes. Ela sabia que tinha tantas chances de fazer o time, tanto como ficar fora. E se ficasse fora, tinha decidido parar de nadar.</p>
<p>Na noite anterior à prova, Kukors não conseguia dormir. Pediu para sua irmã mais nova, Mattie, segurar sua mão. “De repente, ela adormeceu. Senti cãimbra no braço, me mexi um pouco. Ela acordou perto das 5 horas da manhã, e senti que ela pegou minha mão e segurou de novo”, afirmou Mattie à reportagem da ESPN veiculada hoje.<img class="alignright size-medium wp-image-4643" title="beiselkukors" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/beiselkukors-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>“Para cada Michael Phelps e Ryan Lochte no mundo, superstar que às vezes parecem imunes à pressão dos Trials, há outros 10 como Ariana Kukors, que lutam com os demônios internos que surgem com o fato de você ter que decidir sua carreira em 130 segundos. Eles tem sucesso não apenas pelo seu talento, mas também pelo grupo que os suporta. Um técnico. Uma irmã. Uma mãe. Um pai. Um namorado. Uma esposa”, <a href="http://espn.go.com/olympics/summer/2012/espnw/story/_/id/8110003/2012-summer-olympics-ariana-kukors-makes-olympic-team-family-side">resume o repórter Wayne Drehs</a>.</p>
<p>No caso de Kukors, irmã do meio de três mulheres, como ela mesma diz em seu perfil no twitter, se definindo como irmã orgulhosa antes mesmo de atleta profissional (Proud middle sister, disneyland nut, coffee addict, closet piano player and singer, professional swimmer). Todas nadadoras, elas chegaram a competir uma contra a outra, mas em nada atrapalhando a relação. “É uma coisa de irmã, você mexe com uma, mexeu com todas”, define a mãe. Todas estavam presentes na arquibancada da prova com uma camiseta dizendo “Team Kukors” e, atrás: “When sisters stand shoulder to shoulder, who stands a chance against us?&#8221;.</p>
<p>Quando bateu o recorde mundial do 200 medley em 2009, Kukors entrou para a lista dos “desconhecidos que bateram o recorde com trajes tecnológicos”. Muitos foram criticados, ela inclusive. Não criticados, mas contestados. “Sem trajes, será que eles conseguem?”. Na entrevista após a prova, questionada na zona mista sobre qual momento ela escolheria <img class="alignleft size-medium wp-image-4644" title="kukors" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/kukors-216x300.jpg" alt="" width="216" height="300" />entre ter conseguido a vaga (dessa vez com uma vantagem de 25 centésimos sobre a terceira colocada) para os Jogos e o recorde mundial, respondeu, se segurando para não chorar: “This, right here. I just saw my sister and my mom and.. this is the most emotional moment”.</p>
<p>Kukors esteve em terceiro até a parcial do peito. Chegou a estar em quarta após o costas, se recuperou durante o estilo peito e encostou em Pelton, com quem travou uma disputa acirrada até o último metro, vencendo por 25 centésimos. Ela disse que, ao tocar a mão na parede, ela não conseguia olhar para trás e estava aterrorizada e dizia a si mesmo para virar e simplesmente olhar. E quando virou, viu o número 2 ao lado do seu nome.</p>
<p>Sua irmã e suas irmãs também não conseguiam olhar. “Eu olhei para cima, vi o número e pensei ‘É um dois.’ Ela vai. Nós vamos”.</p>
<p>Veja <a href="http://youswim.com.br/watch_video.php?v=DNSGHU24NMBU">aqui</a> o vídeo da prova e a comemoração da nadadora com a família</p>
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