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	<title>Esporte em Pauta &#187; atletismo</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; atletismo</title>
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		<title>Uma vida dedicada ao salto triplo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2012 17:21:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/>Dentro e fora das pistas, a vida de Nelson Prudêncio foi marcada pelo salto triplo. Duas vezes medalhista olímpico, o salto triplo tinha no ex-atleta um dos maiores especialistas do país. PhD desde 2006, o medalhista lecionava na UFSCar na disciplina de Teoria do Treinamento Esportivo e Fundamentos das Atividades Atléticas. Prudêncio morreu nesta sexta-feira, vítima de um câncer de pulmão que descobriu há cerca de um mês


]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/><p>Dentro e fora das pistas, a vida de Nelson Prudêncio foi marcada pelo salto triplo. Prova que já deu seis medalhas olímpicas ao Brasil, &#8211; duas do próprio Prudênio, uma prata no México em 1968 e um bronze em Munique em 1972 &#8211; o salto triplo tinha no ex-atleta um dos maiores especialistas do país. PhD desde 2006, depois de cinco anos de pesquisa sobre a técnica do salto triplo, o medalhista olímpico lecionava na UFSCar na disciplina de Teoria do Treinamento Esportivo e Fundamentos das Atividades Atléticas.</p>
<p>Prudêncio morreu nesta sexta-feira, vítima de um câncer de pulmão que descobriu há cerca de um mês. O medalhista olímpico morreu em São Carlos aos 68 anos, deixando dois filhos e esposa. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/11/nelson_prudencio.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8849" title="Nelson Prudêncio" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/11/nelson_prudencio-266x300.jpg" alt="" width="266" height="300" /></a></p>
<p>Quando chegou à Cidade do México, em 1968, o Brasil já tinha tradição na prova, com dois ouros olímpicos conquistados por Adhemar Ferreira da Silva, em 1952 e 1956. Na ocasião, aos 24 anos, Prudêncio protagonizou uma das finais mais equilibradas da prova em todos os tempos, com nove quebras de recorde mundial em quatro horas &#8211; uma delas pelo brasileiro.</p>
<p>&#8220;Eu não estava preparado para aquilo. Pensei: &#8216;quem sou eu para ser recordista mundial?&#8217;. Tinha ido lá para bater o recorde brasileiro, que era de 16,56 m. Desmoronei emocionalmente&#8221;, disse Prudênio em entrevista ao UOL em junho deste ano. Antes dos Jogos, o recorde mundial era de 17,03m. Prudêncio chegou a saltar 17,27m, mas foi superado pelo soviético Viktor Saneyev, que saltou 17,37m, conquistando o ouro. O brasileiro foi prata.</p>
<p>Quatro anos depois, Prudênio seria bronze, em prova novamente vendida pelo soviético, que se tornou bicampeão olímpico. Prudêncio conquistou a medalha apenas no últomo de seis saltos, marcando 17,05m. O alemão Jorg Drehmel foi prata. Nos Jogos de 1976, em Montreal, Prudêncio chegou a participar da prova, mas não passou das eliminatórias. O Brasil, no entanto, esteve no pódio com João do Pulo, que terminou em terceiro lugar, em prova novamente vencida por Saneyev, carrasco dos brasileiros.</p>
<p><strong>PhD</strong><br />
Em 2006, Prudêncio concluiu uma pesquisa de cinco anos sobre a técnica do salto triplo, com tese intitulada &#8220;<em><a href="http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000382745">Salto triplo: o sistema de preparação do desportista – da detecção à promoção do talento</a></em>&#8220;, defendida na Unicamp. Ele se motivou pela falta de grandes atletas após três gerações consecutivas de medalhistas olímpicas na prova. De acordo com a entrevista ao UOL, na época os atletas foram produto do acaso, sem sistematização, algo que buscou com seus estudos.</p>
<p>&#8220;Que atleta conhece de bioquímica, biomecânica? Este trabalho funciona como um direcionamento. Cada prova tem sua demanda. Procurei deixar indicadores que possam contribuir para o rendimento do atleta&#8221;, afirmou <a href="http://olimpiadas.uol.com.br/noticias/redacao/2012/06/29/heroi-olimpico-vira-phd-e-diz-que-ciencia-pode-reconduzir-brasil-ao-topo-do-salto-triplo.htm">na entrevista</a>.</p>
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		<title>A briga pelo 800 rasos masculino</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2012 19:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/>Até duas semanas atrás, Diego Gomes e Diomar Souza tinham o índice B da prova e eram os representantes do Brasil em Londres; nos últimos dois fins de semana, Fabiano Peçanha correu para 1m45s31 na Copa Rio Grande do Sul de Atletismo e Kleberson Davide marcou 1m45s32 no Torneio FPA Adulto, ambos abaixo do índice A da prova. Definição ocorrerá no Troféu Brasil]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/><p>Até duas semanas atrás, dois atletas tinham a vaga para os 800 rasos nos Jogos, tendo conquistado o índice B na prova: Diego Gomes e Diomar Souza. Do dia 28 de maio para cá, no entanto, o quadro mudou. Primeiro, Fabiano Peçanha correu para 1m45s31 na Copa Rio Grande do Sul de Atletismo, abaixo do índice A da prova (1m45s60), se colocando à frente dos dois.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3888" title="800rasos" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/800rasos-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>Uma semana depois, Kleberson Davide correu para 1m45s32 no Torneio FPA Adulto, e se juntou a Fabiano como um dos dois com índice A na prova. Os dois tem como melhor tempo na carreira marcas abaixo de 1m45: 1m44s60 para Peçanha em 2007, e 1m44s21 para Davide no ano passado. Os dois estiveram em Pequim, onde Peçanha chegou à semifinal, e tem medalhas de pan-americano: Peçanha foi bronze duas vezes, em 2003 e 2007, e Davide tem duas pratas, em 2007 e 2011.</p>
<p>Há um limite de três atletas por país por prova, no caso de todos estarem abaixo do índice A.Diego e Diomar ainda não tem a marca mas estão próximos: os dois fizeram 1m45s62, ficando a dois centésimos do índice exigido. O Troféu Brasil será decisivo para a definição dos representantes &#8211; a competição acontece em São Paulo de 26 de junho a 1o de julho, prazo para a realização das marcas exigidas pela IAAF.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Histórias olímpicas: Derek Redmond termina o 400 rasos com seu pai</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jun 2012 15:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/>O britânico chegou às Olimpíadas como um dos favoritos à medalha no 400 rasos, um ano depois de integrar o revezamento 4x400 campeão Mundial. Depois de correr bem nas eliminatórias, ele sentiu o tendão de Aquiles na semifinal e caiu. Segundos depois, a despeito das tentativas da organização de fazê-lo parar, Derek levantou para terminar a corrida mancando. Seu pai o ajudou a cruzar a linha de chegada]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/><p>Ironicamente,o momento mais marcante de Derek Redmond para o grande público é, para ele, o pior de sua carreira. Pudera: o britânico chegou às Olimpíadas de Barcelona, em 1992, como um dos favoritos à medalha no 400 rasos, um ano depois de integrar o revezamento 4&#215;400 campeão Mundial. Nas semifinais da prova nas Olimpíadas, sentiu o tendão de Aquiles e caiu. Segundos depois, a despeito das tentativas da organização de fazê-lo parar, Derek levantou para terminar a corrida mancando.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-3758" title="derek_caido" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/derek_caido-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></p>
<p>Em entrevistas após a prova, ele diria que levantou mais rápido do que saia do bloco de partida. &#8220;Eu disse pra mim mesmo: não tem nenhuma chance de eu ser colocado para fora dessa Olimpíada. Eu não sabia onde eu estava. Na verdade, eu realmente acreditava que ainda podia classificar&#8221;.</p>
<p>A frase soa surreal para quem assiste ao vídeo da prova. Mais: ouvir que ele sentia estar correndo e contrastar com a imagem de um homem praticamente se arrastando ajuda a dar a dimensão da decepção que tomou conta dele quando percebeu o que estava acontecendo. Imagino como o mundo desabou sobre sua cabeça quando a ficha caiu &#8211; é a hora em que ele começa a chorar, logo depois de ver seu pai, Jim, entrando na pista e ajudando-o a completar a prova. Jim disse que de cara também não acreditou quando o viu caído, e lembra-se apenas de pedir para o técnico do filho tomar conta de sua câmera.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3759" title="derek_pai" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/derek_pai-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Os problemas físicos não eram novidade para Derek &#8211; quando chegou a Barcelona, ele já tinha feito nove cirurgias no tendão de Aquiles; depois, ainda passou por mais quatro. Mas ele estava se sentindo bem para os Jogos, correu com facilidade as eliminatórias e na noite anterior à semi conversou com pai e técnico e decidiu forçar um pouco mais, para se classificar nas raias centrais para a final. Em entrevista ao The Guardian relembrando a prova, ele comenta que começou muito bem, o que não era comum para ele, sendo um dos primeiros a reagir ao tiro de largada, e durante a prova decidiu não forçar tanto porque já estava na frente. Até que sentiu um estalo.</p>
<p>O que se seguiu pode ser apontado como uma das muitas cenas que exprime o espírito olímpico, a importância de nunca desistir, a superação dos limites. Mas também é uma história triste e sem final feliz: Derek nunca teve a chance da redenção, encerrando sua carreira dois anos depois sem ter conseguido se livrar dos problemas físicos. Em diversas entrevistas, ele comentou que não gostava de ser lembrado apenas pela história, e que um sentimento muito forte de ódio o acometia quando lembrava da prova.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/HFKpZnok10s" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>151 dias para Londres</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 13:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>Brasil conquista duas vagas para as Olimpíadas no final de semana]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>+ <strong>Atletismo</strong>: a brasileira Adriana Aparecida da Silva obteve o índice olímpico na maratona, marcando 2&#8217;29&#8221;17, 50 segundos abaixo do tempo requerido e o melhor tempo de sua carreira. A marca foi estabelecida na Maratona de Tóquio e a brasileira terminou a prova na nona colocação, e se tornou a terceira brasileira a correr abaixo de 2&#8217;30&#8221;00. <img class="alignright size-medium wp-image-1254" title="adriana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/adriana-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></p>
<p>+ <strong>Judô</strong>: na etapa de Varsóvia da Copa do Mundo, o melhor resultado entre as brasileiras ficou com a judoca Maria Portela (70kg), que caiu nas quartas de final. Portela é hoje a 14a no ranking, última posição que garante classificação para as Olimpíadas (no entanto, mesmo que fique fora, a brasileira pode conseguir classificação pela cota continental). Mariana Silva (63kg), também 14ª no ranking, perdeu na primeira luta, assim como Maria Suelen Altheman (+78kg), 7a no ranking e que já tem vaga em Londrs assegurada</p>
<p>+ <strong>Hipismo</strong>: a amazona Luiza Almeida (20 anos) conquistou vaga para o adestramento nas Olimpíadas no Grand Prix Freestyle, no Clube Hípico de Santo Amaro.</p>
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		<title>Conheça a história de Steve Prefontaine</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:07:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/>Como um quarto lugar nas Olimpíadas de 1972 transcende gerações e seu protagonista é até hoje inspiração para uma corrida nos Estados Unidos? Na mesma edição dos Jogos que Steve Prefontaine foi 4o lugar na prova dos 5.000 metros, depois de passar a primeira volta na frente, Mark Spitz conquistava sete ouros e ofuscava qualquer atleta da delegação olímpica americana. A morte prematura de Prefontaine em um acidente de carro, no entanto, ajudou a transformá-lo em inspiração para muitos corredores. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/><p><em>“Some people create with words or with music or with a brush and paints. I like to make something beautiful when I run. I like to make people stop and say, &#8216;I&#8217;ve never seen anyone run like that before.&#8217; It&#8217;s more than just a race, it&#8217;s a style.”</em> Steve Prefontaine</p>
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<p>Como a história de um quarto lugar nas Olimpíadas de 1972 transcende gerações e seu protagonista é até hoje inspiração para uma corrida nos Estados Unidos? Na mesma edição dos Jogos que Steve Prefontaine foi 4o lugar na prova dos 5.000 metros, depois de passar a primeira volta na frente, Mark Spitz conquistava sete ouros e ofuscava qualquer atleta da delegação olímpica americana. A morte prematura de Prefontaine em um acidente de carro, no entanto, ajudou a transformá-lo em inspiração para muitos corredores.</p>
</div>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/atletismo/conheca-a-historia-de-steve-prefontaine/attachment/pre" rel="attachment wp-att-1055"><img class="alignleft size-full wp-image-1055" title="pre" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/pre.jpg" alt="" width="195" height="262" /></a></p>
<p>Ainda que tenha sido um dos poucos resultados internacionais de Prefontaine, a única participação olímpica esconde uma carreira de sucesso para o jovem, que tinha apenas 21 anos quando competiu em Munique. Com uma perna maior que a outra, Pre, como era conhecido, detinha o recorde nacional das cinco provas de longa distância do atletismo &#8211; com uma melhora meteórica durante os anos do colégio e faculdade.</p>
<p>Quando calouro na escola de Marshfield, ele ficou em 53o lugar em uma prova realizada no estado. Treinando duro ao longo dos anos, foi melhorando posições e terminou ganhando tudo no estado no último ano,  o que chamou a atenção do renomado técnico Bill Bowerman. Este, apontado como um dos principais personagens a transformar a corrida em um esporte popular, algo impensável hoje em dia, com centenas de corridas de rua acontecendo ao longo do ano. Não à toa, Bowerman foi um dos fundadores da Nike.</p>
<p>Apesar dos grandes resultados de Prefontaine, o treinador tinha trabalho com ele na Universidade de Oregon.  Pre tinha dificuldades em focar nas  estratégias de corrida: começava muito forte, sem se preocupar se aguentaria ou não o final, se cobrava nos treinos. Alguns corredores que, posteriormente, quebrariam os recordes deixados por Prefontaine, comentam da inspiração vinda dele sobre a importância de treinar duro. A vontade de treinar não é surpresa se levamos em conta as palavras de <a href="http://runningtimes.com/Article.aspx?ArticleID=8992&amp;PageNum=1">Walt McClure, que treinou Pre no colegio</a> e fala que a escolha pelo atletismo não veio de cara, mas de uma frustração de Pre por ser muito pequeno para jogar futebol.</p>
<p>Durante a faculdade, ele ganhou quase tudo que disputou e foi imbatível nas provas de longa distância no NCAA, ganhando os quatro torneios de Track &amp; Field e três de Cross Country &#8211; o único que não venceu foi em 1972, quando competiu nas Olimpíadas. No vídeo abaixo, a prova de 5.000 metros, que chegou a liderar, mas acabou caindo para a terceira posição, e perdeu a medalha nos últimos metros &#8211; terminando em quarto lugar.</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/laYn7SV2__U?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Prefontaine treinava forte para uma melhor performance olímpica em 1976, quando chegaria a Montreal como um dos favoritos ao ouro, que perdera quatro anos antes.</p>
<p>Em 1975, Pre tinha o recorde americano de todas as provas entre os 2 mil e os 10 mil metros, mesmo treinando e trabalhando em um bar por meio período &#8211; em função das regras que não permitiam que se ganhasse mais do que US$ 3 por dia provenientes do atletismo. O último destes recordes foi estabelecido em 9 de maio de 1975, em Marshfield, marcando 5&#8243;01&#8243;40 para 2.000 metros. No ano seguinte, a prova já levaria seu nome. Isso porque, no final de maio, um acidente de carro encerraria precocemente a vida de Prefontaine com apenas 24 anos.</p>
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		<title>Mundial de Atletismo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 20:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://londres365dias.wordpress.com/?p=194</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/>110 com barreiras, surpresa no 400 rasos masculino, Mo Farah e os etíopes fundistas, Bolt e o ouro histórico de Fabiana Murer]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/><p>Alguns destaques e provas que me chamaram atenção na disputa terminada no final de semana em Daegu.</p>
<p><strong>+  110 metros com barreira masculino</strong></p>
<p>Acompanho um pouco essa prova por causa do chinês Liu Xiang, ouro em Atenas-2004 e que lesionado <a href="http://www.businessweek.com/globalbiz/content/aug2008/gb20080818_700953.htm">não pôde competir em casa em Pequim-2008</a>, para a frustração da imensa torcida chinesa &#8211; além do ouro quatro anos antes, Liu tinha o recorde e título mundial, inédito em um país com pouca tradição (até aquele momento) em esportes individuais. Outro grande nome da prova era Dayron Robles, cubano recordista mundial e campeão olímpico em 2008. Os dois disputavam a liderança quando na última barreira Robles tocou o chinês e foi desclassificado &#8211; ainda que não intencional, a regra é que não se pode, nessa prova, invadir a pista do adversário. Mas o ouro foi para um terceiro, Jason Richardson, e Liu herdou a prata após a desclassificação.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-197" title="Captura de tela 2011-09-05 às 15.51.47" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-05-c3a0s-15-51-47.png" alt="" width="480" height="319" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-198" title="Captura de tela 2011-09-05 às 15.54.23" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-05-c3a0s-15-54-23.png" alt="" width="480" height="314" /></p>
<p><strong>+ Yes, Ukraine</strong></p>
<p>Dica retirada do blog <a href="http://www.webrun.com.br/comunidade/blog/home/id/16">Recorrido</a> que fez uma bela cobertura do Mundial. Ele chama a atenção, além do alto nível da prova, para a reação das ucranianas ao descobrirem que foram terceiro lugar, atrás de Jamaica e EUA. É da Ucrânia um dos maiores ídolos do atletismo mundial, Sergei Bubka, recordista mundial do salto com vara até hoje (recorde permanece desde 1994). Bubka bateu o recorde mundial 35 vezes, seis vitórias em campeonatos mundiais e uma vez em Jogos Olímpicos. No vídeo disponível no youtube dá para ver, a partir do minuto 1&#8217;41, o momento que duas corredoras ucranianas percebem que conseguiram a medalha e comemoram muito.</p>
<p>[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Fo1sfCFbRCw&amp;feature=youtu.be]</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-196" title="Captura de tela 2011-09-05 às 13.25.15" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-05-c3a0s-13-25-15.png" alt="" width="480" height="318" /></p>
<p><strong>+ Bolt</strong></p>
<p>Acho muito bom para um esporte que tenha a presença de gênios competindo, dando um brilhantismo diferente à disputa e uma certa aura à competição. É o caso de Phelps na natação e Bolt no atletismo. E acho ótimo que os gênios falhem as vezes também, para nos lembrarmos que os gênios não deixam de ser humanos &#8211; e também para lembrar como é importante acreditar sempre: dois dos principais adversários de Bolt, Asaffa Powel e Tyson Gay não estavam na prova, e foi a chance para o compatriota Yohan Blake levar o ouro. Evidente que a vitória fica marcada como &#8220;ganhou aquele Mundial que o Bolt queimou&#8221;, mas não deixa de ser uma vitória. E foi ótimo ver, dias depois, Bolt destruir nos 200 rasos fazendo o melhor tempo do ano (19&#8243;40) e sem perder o carisma antes e depois da prova.</p>
<p><strong>+ Fundistas</strong></p>
<p>Sou fã incondicional de fundistas em qualquer esporte. Não sei muito sobre a cena mundial dos 10.000 metros, mas sempre admirei Bekele,recordista mundial da prova e uma figura excepcional. O etiope ganhou o ouro na prova nas últimas duas Olimpíadas e nos 5.000 metros foi prata em Atenas e ouro em Pequim. Com a idade pesando, ele abandonou a prova um pouco após a metade, mas sem comprometer um belo espetáculo, com Mo Farah, uma das esperanças dos ingleses de ouro para o ano que vem, sendo ultrapassado no final por outro etiope, Ibrahim Jeilan. Já nos 5.000 metros, Mo Farah levou a melhor e garantiu o ouro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-200" title="Captura de tela 2011-09-05 às 15.08.14" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-05-c3a0s-15-08-14.png" alt="" width="394" height="588" /></p>
<p><strong>+ 400 rasos</strong></p>
<p>Outra prova com surpresa, com o americano LaShawun Merrit sendo ultrapassado no final por Kirani James, de Granada, atleta de apenas 18 anos. Merrit voltou este ano de 21 meses de suspensão por ser pego no doping &#8211; o episódio é pitoresco:  ele foi pego com a substância DHEA e alegou que ela apareceu após utilizar um produto que prometia aumentar o pênis.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-199" title="Captura de tela 2011-09-05 às 16.33.30" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-05-c3a0s-16-33-30.png" alt="" width="480" height="314" /></p>
<p><strong>+ Fabiana Murer</strong></p>
<p>Sobre o desempenho do Brasil falo outro dia. Mas é sempre maravilhoso ver uma atleta brasileira chegando ao nível mais alto do esporte. Neste caso, assim como Cielo em 2008, acho sempre que mais importante do que a primeira medalha de ouro brasileira (Cielo foi o primeiro ouro olímpico da natação, Fabiana é o primeiro ouro em mundiais do atletismo no país), o que conta é vermos esses atletas conquistarem as medalhas mais importantes de suas vidas.</p>
<p>Todo mundo sabe que em 2008 Fabiana sofreu com uma falha gritante da organização e o sumiço de suas varas. Em 2009, no Mundial, com menos atenção da mídia brasileira e um problema menos caricato, só quem acompanha mesmo atletismo sabe que foi a vez de ser prejudicada com a colocação do colchão. Elson Miranda, treinador e marido da atleta, explica: &#8221;Ele [colchão] tem um ângulo de encaixe para dar a possibilidade de a vara envergar, mas lá eles levantaram o colchão em 20cm para colocar uma câmera. Isso acabou mudando o ângulo e as varas batiam no colchão, não permitindo a algumas atletas saltarem direito&#8221;.</p>
<p>Pode soar como desculpa mas vale lembrar que o salto com vara é uma das provas mais técnicas do atletismo e de todos os esportes, onde cada detalhe faz a mínima diferença, tanto pelos aparelhos envolvidos, como pela complexidade do salto. Sem muita tradição no Brasil, Fabiana se lançou no esporte e foi atrás da melhor preparação possível. Isso inclui Petrov, técnico da recordista mundial da prova Isinvayeva, com quem Murer treinou um tempo. Aliás, vale destacar que o nível da prova foi muito alto: Isinbayeva, a recordista mundial antes dela, Svetlana Feofanova e Jennifer Stuczynski, prata em Pequim, estavam presentes. Murer só errou pela primeira vez no salto dos 4.80m e a marca dos 4.90m passa a ser uma realidade para a a brasileira, que ganhou com 4,85m e disse em entrevista acreditar que possa saltar 5m.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-201" title="Captura de tela 2011-09-05 às 16.42.50" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-05-c3a0s-16-42-50.png" alt="" width="197" height="294" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-203" title="Captura de tela 2011-09-05 às 16.43.50" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-05-c3a0s-16-43-50.png" alt="" width="298" height="142" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-202" title="Captura de tela 2011-09-05 às 16.43.24" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/captura-de-tela-2011-09-05-c3a0s-16-43-24.png" alt="" width="296" height="295" /></p>
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