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	<title>Esporte em Pauta &#187; basquete</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; basquete</title>
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		<title>Passado os Jogos de Londres, a pergunta que fica é: e agora?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2012 19:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Battaglia]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Dos 12 jogadores que estiveram em Londres, oito têm menos de trinta anos e plenas condições de estar nos Jogos do Rio. Além deles, vários outros estão surgindo. Contamos com um técnico gabaritado, um armador acima da média e ótimos pivôs para os próximos anos, mas ainda estamos carentes de um franchise player (aquele cara que vai botar a bola debaixo do braço no fim do jogo e resolver a partida)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Depois de um longo período fora dos Jogos Olímpicos, a seleção brasileira fez um excelente trabalho em Londres. Vencemos a favorita Espanha e, até mesmo nas derrotas para Rússia e Argentina, jogamos basquete de alto nível. No final terminamos em 5º lugar e, de quebra, saltamos do 13º para o 9º no ranking da FIBA.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-7241" title="Magnan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Magnan-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" />Claro que isso tudo é muito pouco para uma seleção que já foi bicampeã mundial (1959 e 1963) e três vezes medalhista olímpica (1948, 1960 e 1964), mas é prova de que o trabalho nesse último ciclo olímpico foi bem feito. A classificação para os Jogos veio com “tranquilidade” no Pré Olímpico das Américas, onde derrotarmos Argentina, República Dominicana e Porto Rico, antigos algozes do basquetebol tupiniquim.</p>
<p>Depois de tanta evolução, o que esperar da seleção brasileira até 2016?</p>
<p>O primeiro passo para nos mantermos em ascensão foi dado. O contrato do técnico Ruben Magnano foi renovado até 2016, mas isso ainda é muito pouco para uma seleção que pretende voltar ao pódio olímpico. Se o basquete (leia-se CBB) pretende voltar a ser o segundo esporte nacional, outros tipos de investimento precisam ser feito.</p>
<p>Não vou ficar aqui apontando as excessivas falhas da CBB, pois esse não é o objetivo desse texto. É sabido que a política nacional de esportes de base precisa ser melhorada e a confederação <strong>tem</strong> que ser uma das principais ferramentas dessa mudança. É ela quem tem que gerir os torneios escolares, cobrar das federações campeonatos melhores e promover intercâmbios de jogadores e técnicos.</p>
<p>Dos 12 jogadores que estiveram em Londres, oito (Raulzinho, Caio Torres, Huertas, Leandrinho, Varejão, Nenê, Splitter e Marquinhos) têm menos de trinta anos e plenas condições de estar nos Jogos do Rio. Além deles, vários outros estão surgindo (ou já são realidade), caso de Scott Machado, Fab Mello, Rafa Luz, Augusto Lima, Vitor Faverani, Rafael Hettsheimeir, entre outros.</p>
<p>Contamos com um técnico gabaritado internacionalmente, um armador acima da média e ótimos pivôs para os próximos anos, mas ainda estamos carentes de um <em>franchise player</em> (aquele cara que vai botar a bola debaixo do braço no fim do jogo e resolver a partida). Infelizmente tenho que concordar com o amigo Fabio Sormani que afirma que o último jogador desse tipo que tivemos no Brasil foi Oscar Schmidt. Cabe aqui ressaltar que nosso eterno camisa 14 era um exímio pontuador, mas não defendia bem. Leandrinho sempre se candidatou ao posto, mas já provou mais do que uma vez que não dá conta do recado. Nos falta um jogador com capacidade de decisão como Ginobili, Navarro ou Kirilenko.</p>
<p>Teremos quatro anos de treinos e competições para nos afirmarmos como uma potência do basquete mundial e lutarmos por uma medalha em 2016.</p>
<div><strong><img class="size-thumbnail wp-image-6728 alignleft" title="basquete_perfil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/basquete_perfil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Gustavo Battaglia </strong>apaixonou-se pelo basquete assistindo aos Jogos Olímpicos de 1992, quando viu o Dream Team passeando em Barcelona. Hoje é técnico e consultor de basquete, e escreve no blog <a href=" http://homensbrancosnaosabemblogar.tumblr.com/ ">Homens Brancos não sabem blogar</a></div>
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		<title>Jogamos como nunca, perdemos como sempre</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 23:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Battaglia]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Com uma atuação ofensiva abaixo da média e muitos lances livres errados (12-24) o Brasil perdeu para a Argentina, 82 a 77. A equipe comandada pelo argentino Ruben Magnano também falhou muito defensivamente e pagou caro por isso. O Brasil encerra sua participação nos Jogos na honrosa 5º colocação, à frente de Lituânia e França, duas potências do basquete europeu]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Apesar da excelente campanha na primeira fase (derrota por um ponto para a Rússia e vitória sobre a Espanha), o Brasil foi eliminado dos Jogos Olímpicos de Londres.</p>
<p>Com uma atuação ofensiva abaixo da média e <strong>muitos</strong> lances livres errados (12-24) o Brasil perdeu para a Argentina, 82 a 77. A equipe comandada pelo argentino Ruben Magnano também falhou muito defensivamente e pagou caro por isso. O Brasil encerra sua participação nos Jogos na honrosa 5º colocação, à frente de Lituânia e França, duas potências do basquete europeu.<img class="size-medium wp-image-6892 alignright" title="basquete" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/basquete2-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p>Diferentemente do que aconteceu em todas as últimas competições em que nosso selecionado esteve presente, dessa vez não temos um culpado. Nossa seleção está de parabéns pelo excelente trabalho que vem realizando desde a contratação do técnico argentino.</p>
<p>Claro que, no fim do jogo, depois de buscar uma diferença de 15 pontos e baixá-la para três pontos, cometemos erros infantis, como a falta de ataque de Alex e a bola perdida de Leandrinho, mas esses erros não foram determinantes para o resultado final da partida. Jogamos contra uma grande equipe que conquistou medalha nas últimas duas Olimpíadas e não podemos tirar o mérito da vitória.</p>
<p>Hoje temos uma equipe que tem consciência tática (exceção de Marcelinho Machado) e um sistema defensivo consistente, mas ainda sentimos a falta de um jogador <em>clutch</em> (a la Ginobili, Durant ou Gasol) para fecharmos jogos como o de hoje.</p>
<p>Fico feliz em ver amigos comentando basquete, discutindo os adversários e torcendo pela nossa seleção. Acho que essa é a grande vitória dessa Olimpíada. O basquete “voltou” para retomar o posto de segundo esporte do brasileiro.</p>
<p><strong>Semifinais</strong><br />
O corpo mole da seleção espanhola funcionou e eles venceram os franceses por 66 x 59. Agora os espanhóis enfrentam os russos, que eliminaram a Lituânia (83 a 74). Na outra partida da semifinal teremos Argentina e EUA, que bateu a Austrália por 119 a 86.</p>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong><img class="size-thumbnail wp-image-6728 alignleft" title="basquete_perfil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/basquete_perfil-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Gustavo Battaglia </strong>apaixonou-se pelo basquete assistindo aos Jogos Olímpicos de 1992, quando viu o Dream Team passeando em Barcelona. Hoje é técnico e consultor de basquete, e escreve no blog <a href=" http://homensbrancosnaosabemblogar.tumblr.com/ ">Homens Brancos não sabem blogar</a></div>
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		<title>Iziane é cortada das Olimpíadas por problemas de indisciplina</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 13:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>A ala Iziane, uma das melhores jogadoras da seleção brasileira feminina de basquet, foi cortada das Olimpíadas por questões de indisicplina. Essa não é a primeira vez que a jogadora tem problemas com a seleção - ela já havia ficado fora de Pequim por questões disciplinares. Com o corte, o Brasil competirá com apenas 11 jogadoras]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>A ala Iziane, uma das melhores jogadoras da seleção brasileira feminina de basquet, foi cortada das Olimpíadas por questões de indisicplina. A ex jogadora e hoje diretora da CBB, Hortencia Marcari, desligou a atleta em decisão tomada em conjunto com a comissão técnica. Essa não é a primeira vez que a jogadora tem problemas com a seleção &#8211; ela já havia ficado fora de Pequim por questões disciplinares. Com o corte, o Brasil competirá com apenas 11 jogadoras.</p>
<p>A seleção, comandada por Luis Cláudio Tarallo, segue agora para disputar triangular amistoso com França, Austrália e China. Nas Olimpíadas, o Brasil está no grupo B juntamente com a equipe anfitriã, Grã Bretanha, Rússia, Canadá e França, adversário da estreia, no dia 28. A seleção feminina não conquista uma medalha desde 2000, quando terminou na terceira colocação.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-5062" title="Iziane-protagonizado-Olimpiada-Foto-CBBDivulgacao_LANIMA20120720_0002_26" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Iziane-protagonizado-Olimpiada-Foto-CBBDivulgacao_LANIMA20120720_0002_26-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" />Casos anteriores</strong><br />
Em 2008, quando o time era comandado pelo técnico Paulo Bassul, ela recusou-se a entrar em quadra durante uma partida no Pré Olímpico, e acabou não sendo selecionada para as Olimpíadas.No ano aseguinte, Hortência impôs a convocação da jogadora a Bassul na Copa América, mas Iziane se recusou a jogar enquanto ele estivesse no comando. Após o título da competição, Bassul acabou demitido.</p>
<p>No início deste ano, Iziane afirmou que <a href="http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1052237-iziane-estuda-trocar-olimpiada-por-liga-dos-estados-unidos.shtml">preferia jogar na WNBA (liga de basquete feminino norte-americana) a disputar os Jogos</a>. Como não conseguiu assinar com nenhum time e seguiu defendendo o Maranhão Basquete, Iziane aceitou disputar os Jogos.  Hortência disse ter inclusive criado escala de pagamentos de diária diferenciado para as melhores jogadoreas do elenco, incluindo a ala.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova geração</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jun 2012 19:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Lima]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Enquanto a Seleção Brasileira principal de basquete treina em São Carlos sob o comando de Rubén Magnano, de olho nas Olimpíadas, uma Seleção B, formada por jovens jogadores, representou o Brasil no sulamericano da modalidade, disputado em Chaco, Argentina. O Brasil terminou em quarto na competição, e ao final da disputa, Magnano chamou Benite, Nezinho e Augusto Lima para se juntar ao grupo de selecionáveis para as Olimpíadas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Enquanto a Seleção Brasileira principal de basquete treina em São Carlos sob o comando de Rubén Magnano, de olho nas Olimpíadas, uma Seleção B, formada por jovens jogadores, representou o Brasil no sulamericano da modalidade, disputado em Chaco, Argentina.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4374" title="Basquete_sula" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Basquete_sula-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" />Comandada pelo jovem treinador do Paulistano Gustavo de Conti, a seleção ficou em quarta no torneio, jogando contra os times completos dos adversários regionais.Depois de vencer os três jogos da primeira fase, o Brasil perdeu da Venezuela na semifinal por 86&#215;70, e foi derrotado pelo Uruguai por 80&#215;68 na disputa do terceiro lugar. A Argentina foi a vencedora do torneio em cima da Venezuela.</p>
<p>Ao final da competição, o técnico da Seleção principal Ruben Magnano chamou três jogadores para integrar os selecionáveis para as Olimpíadas: Nezinho, Benite e Augusto Lima. Os 12 jogadores que defenderão a camisa brasileira em Londres serão anunciados em 10 e 11 de julho, durante o Torneio de Foz de Iguaçu, de acordo com entrevista coletiva de Magnano concedida na última semana.</p>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Pra fazer bonito</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 23:42:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Devemos levar os jogadores brasileiros que atuam na NBA e não participaram do pré-olímpico? Primeiramente, já podemos excluir dessa análise o pivô Tiago Splitter, que representou o Brasil em praticamente todas as competições nos últimos anos. Outro atleta que talvez já tenha a vaga assegurada no time de Rubén Magnano é Anderson Varejão, que vive a melhor fase da carreira e chegou a ser convocado pra o pré-olímpico e se apresentou, mas acabou sendo cortado devido a uma lesão no tornozelo direito. Leandrinho Barbosa e Nenê Hilário são dois casos mais delicados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Como havia prometido no ultimo <a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/olimpiadas-o-que-queremos">post</a>, quando escrevi sobre a volta de seleção masculina de basquetebol aos Jogos Olímpicos, dessa vez vou tentar explicar por quais motivos levaria os jogadores brasileiros que atuam na NBA e não participaram do pré-olímpico, em agosto na Argentina, onde o Brasil conseguiu a classificação para as Olimpíadas após 15 anos.</p>
<p>Primeiramente já podemos excluir dessa breve análise o pivô Tiago Splitter, jogador do San Antonio Spurs, que representou o Brasil em praticamente todas as competições nos últimos anos, vive um bom momento na NBA e já tem sua convocação praticamente garantida.</p>
<p>Outro atleta que talvez já tenha a vaga assegurada no time de Rubén Magnano é Anderson Varejão. Pivô do Cleveland Cavaliers, o brasileiro vive atualmente a sua melhor fase na NBA e é considerado por técnicos e jogadores um dos melhores pivôs na liga. Com médias de 10,8 pontos e 11,5 rebotes por jogo, Anderson é visto hoje pela sua equipe como indispensável, tanto que o dono do time da Cleveland já disse por várias vezes que ele é um jogador inegociável.</p>
<p>Lembrando que ele chegou a ser convocado pra o pré-olímpico e se apresentou, mas acabou sendo cortado devido a uma lesão no tornozelo direito. Hoje vejo Varejão como um dos melhores defensores da liga americana e gostaria muito de poder contar com ele no time. Alto, não muito forte mas bastante ágil, e que pelo que vem jogando provavelmente só fica atrás de Dwight Howard, astro do Orlando Magic.</p>
<p>Após anos sendo criticado pelo seu baixo potencial ofensivo e pelo pouco que ele produzia no ataque dos Cavaliers, porém nessa temporada Varejão vem mostrando que é sim capaz de ajudar muito o time também no ataque.</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=PowUbrqHJcc&#038;feature=related</p>
<p>Vale a pena lembrar que, infelizmente, no último dia 10 ele acabou sofrendo uma micro fratura na mão durante a derrota da sua equipe para o Milwaukee Buckse e ainda não tem previsão de volta as quadras.</p>
<p>Agora vamos aos dois casos mais delicados do basquete brasileiro. Leandrinho Barbosa e Nenê Hilário. O primeiro sempre esteve presente nos campeonatos disputados pelo Brasil e alegou uma contusão para não ir a Mar Del Plata. Já Nenê tem um histórico de confusões com a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e consequentemente com a <a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/pra-fazer-bonito/attachment/leandrinho" rel="attachment wp-att-1066"><img class="alignleft size-full wp-image-1066" title="leandrinho" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/leandrinho.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>seleção, sempre é convocado para jogar pela Seleção, mas quase todo às vezes alega algum problema de saúde ou familiar e acaba pedindo dispensa. Os dois jogadores vivem bons momentos na NBA (mas em um nível abaixo de Anderson Varejão) e podem ser peças fundamentais em uma campanha vitoriosa esse ano nas Olimpíadas. A questão é se devemos dar uma segunda chance (ou terceira, quarta, etc, no caso de Nenê) para eles.</p>
<p>Pessoalmente acredito que Leandrinho seja peça importantíssima para o Brasil, bom chutador da linha dos três pontos e muito veloz nos contra ataques. Agora já vejo Nenê com um pé atrás, mas que seria um belo jogador para completar o elenco e ter seus minutos em quadra, principalmente, para dar descanso aos outros pivôs da seleção (Varejão e Splitter). Além disso, ainda pode ser muito importante para dar um pouco mais de força ao garrafão brasileiro.</p>
<p>Por hora, se fosse Rubén Magnano, montaria o time com Marcelinho Huertas (armador), Leandrinho (ala-armador), Alex Garcia (ala), Anderson Varejão (ala-pivo) e Tiago Splitter (pivô). Não sei se é o melhor que temos, mas é um time que eu vejo com condições de jogar bem contra um estilo de basquete de muita força e velocidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Olimpíadas: o que queremos?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:00:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Depois de conquistar a vaga para Londres no pré-olímpico da Argentina, onde ganhou, depois de muito tempo, dos donos da casa, a seleção brasileira voltou de Mar Del Plata com uma medalha e uma interrogação na mala: Quem serão os jogadores que irão representar o Brasil nas Olimpíadas? O motivo de tanta polêmica é: devemos contar com os jogadores que, por algum motivo, pediram dispensa da Seleção Brasileira que disputou o campeonato classificatório em agosto passado?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Um dos principais destaques dos Jogos Olímpicos de Londres este ano não poderia deixar de ser à volta (em um grande momento) da seleção masculina de basquetebol. Fora das ultimas três edições das olimpíadas e de resultados inexpressivos nos últimos campeonatos mundiais, em 2011 o Brasil voltou a ser grande. Depois de conquistar a vaga para Londres no pré-olímpico da Argentina, onde ganhou, depois de muito tempo, dos donos da casa (e não um rival regional qualquer, um dos melhores times do mundo nos últimos anos), a seleção brasileira voltou de Mar Del Plata com uma medalha e uma interrogação na mala: Quem serão os jogadores que irão representar o Brasil nas Olimpíadas?</p>
<p>O motivo de tanta polêmica é: devemos contar com os jogadores que, por algum motivo, pediram dispensa da Seleção Brasileira que disputou o campeonato classificatório em agosto passado? Independente dos motivos, jogadores como Nenê, Anderson Varejão e Leandrinho foram julgados e crucificados por grande parte da imprensa que, no mais absurdo dos comentários, dizia que se o Brasil conseguiu a classificação para os Jogos sem esses atletas não precisaríamos deles em Londres.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/olimpiadas-o-que-queremos/attachment/selecao" rel="attachment wp-att-943"><img class="aligncenter  wp-image-943" title="selecao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/selecao.jpg" alt="" width="521" height="367" /></a></p>
<p>O ponto que quero tocar é exatamente esse. Realmente não precisamos desses jogadores para participar dos Jogos, poderíamos levar somente os jogadores que disputaram o pré-olímpico. Mas a pergunta que fica é: O que nos queremos de Londres? Queremos ir para desfilar na cerimônia de abertura ou vamos tentar (isso mesmo, tentar) jogar de igual para igual com as grandes equipes do mundo?</p>
<p>É evidente que temos jogadores de potencial atuando aqui no Brasil, com a NBB tomando cada dia mais corpo e se tornando um campeonato de bom nível técnico, com vários atletas se destacando e que ajudariam muito o Brasil em uma campanha vitoriosa nas Olimpíadas. Jogadores como o incansável Marcelinho Machado (Flamengo) hoje com média de mais de 26 pontos por jogo, ou então do ala Marquinhos (Pinheiros) que após uma passagem pouco proveitosa na NBA voltou a jogar em alto nível. Sem esquecer outros jogadores que estão apresentando um bom basquetebol pelo campeonato nacional como: Guilherme Giovannoni (Brasília), Alex Garcia (Brasília), e Olivinha (Pinheiros) esse último com menos chances de ir para Londres do que os outros quatro.</p>
<p>Contando com os jogadores da NBB e mais alguns atletas que atuam nas principais ligas pelo mundo, o time brasileiro já apresenta um elenco com bom potencial, ainda mais se já dermos como certa a convocação de Tiago Splitter, pivô do San Antonio Spurs, que em sua segunda temporada na NBA vem conquistando cada vez mais espaço no time e saindo do banco de reservas para uma média de 9,2 pontos por jogo. Mas, sem dúvida, hoje o principal jogador da Seleção Brasileira e um dos responsáveis pela classificação aos Jogos Olímpicos é o excelente Marcelinho Huertas, armador recentemente contratado pelo Barcelona, que na fase final do Campeonato Europeu de Basquete (Euroliga) vem registrando média de 10 pontos por jogo e incríveis 63% de aproveitamento nos arremessos de três pontos.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/olimpiadas-o-que-queremos/attachment/marcelinho" rel="attachment wp-att-942"><img class="aligncenter size-full wp-image-942" title="marcelinho" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/marcelinho.jpg" alt="" width="619" height="464" /></a></p>
<p>Com esses jogadores o Brasil tem tudo para jogar bem contra algumas equipes como China, Tunísia, Austrália e Grã-Bretanha e até mesmo a Argentina, mas pensar em brigar por medalha já é algo mais distante. Se quisermos voltar a ser referência no basquete mundial precisamos engolir o orgulho e levar a Londres o que realmente temos de melhor.</p>
<p>No próximo post vou tentar explicar por quais motivos levaria o trio da NBA para Londres.</p>
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		<title>Just do it (sobre a beleza de chegar lá)</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 01:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[basquete]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[marcelinho huerta]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>É um prazer sem tamanho ver qualquer atleta conquistando seu sonho. Sabendo do passado de derrotas e da luta da Seleção Brasileira Masculina de Basquete, assistir à conquista da vaga para as olimpíadas é uma honra e o tipo de coisa que emociona de verdade. Desde a participação em 1996, em Atlanta, o Brasil não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>É um prazer sem tamanho ver qualquer atleta conquistando seu sonho. Sabendo do passado de derrotas e da luta da Seleção Brasileira Masculina de Basquete, assistir à conquista da vaga para as olimpíadas é uma honra e o tipo de coisa que emociona de verdade.</p>
<p>Desde a participação em 1996, em Atlanta, o Brasil não faz parte das equipes que lutam pela consagração nas Olimpíadas. Na última ainda havia Oscar &#8211; acho fundamental que um esporte tenha ídolos, mas é importante também que eles sejam superados, não no sentido de serem esquecidos, mas que um esporte consiga andar para frente mesmo depois que um de seus heróis parou.</p>
<p>No 7 de setembro do ano passado, o Brasil jogou como há muito não se via e colocou pressão na Argentina. Doeu ver o choro de Marcelinho Huerta e a incredulidade dos jogadores nas entrevistas, que chegaram tão perto de derrotar o rival (não um mero rival regional, um rival que é um dos melhores do mundo). Chegaram perto, mas não conseguiram, e como isso dói.</p>
<p>Os últimos quatro dias foram a exaltação do que significa chegar lá. Vejo beleza na busca de um sonho, na preparação,  jornada inteira, nas dores superadas e em tudo que envolve meramente estar numa disputa competindo de igual para igual. Mas como é bom, no final, conseguir também. A beleza e a crueldade do esporte está em saber que muitas vezes, a maioria, os dois lados estão dando o sangue e tendo o jogo de sua vida nas quadras, piscinas, nos ginásios. Há histórias bonitas e superação nas duas metades do campo. E hoje foi o dia  da metade brasileira, sem suas maiores estrelas da NBA, com o genial técnico argentino, e um time focado daquele jeito que dá gosto de ver chegar lá.</p>
<p>Com basquete, sou igual aqueles que torcem meramente quando há uma disputa escancarada na TV. Igual às pessoas que torcem para o Cielo só nas Olimpíadas sem nem saber quem ele era até ai.</p>
<p>Então, hoje o meu brinde vai para todos os apaixonados por basquete, que como eu em Pequim vendo Cielo, Thiago, Kaio e Gabriella, choraram vendo ali a redenção dos brasileiros fazendo o esporte de suas vidas.</p>
<p>Vai para os comentaristas da Sportv, visivelmente abalados ano passado na derrota do Mundial, visivelmente emocionados hoje ao narrar o resultado para que tanto torciam (que coisa bonita ver profissionais se emocionando ao trabalhar).</p>
<p>Vai para a mãe e pai do Marcelinho, e de todos os outros pais que não estavam lá, e choraram vendo seus filhos alcançando a redenção.</p>
<p>Vai para meu irmão, chorando em casa em São Paulo ao assistir essa vitória (vale a pena ler seu texto sobre o jogo <a href="http://simplesmenteesporte.wordpress.com/2011/09/11/londres/">aqui </a>)</p>
<p>E vai para os jogadores que, mais do que terem conquistado a vaga para o Brasil, fizeram hoje o jogo de suas vidas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-209" title="huerta" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/huerta.jpg" alt="" width="341" height="496" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="vitoria" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/vitoria.jpg" alt="" width="307" height="446" /></p>
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