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	<title>Esporte em Pauta &#187; brasil</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; brasil</title>
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		<title>O time que sobrou em um dia e o goleiro que ganhou o jogo no outro</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 19:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Camila Lacerda]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[PAN]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[handebol]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>A seleção feminina merece atenção. Do time que foi para o Pan, apenas duas atletas atuam no Brasil. As demais estão espalhadas pela Europa na Espanha, Hungria, Áustria, França e Dinamarca com a base do time formada por atletas atuando no time austríaco Hypo, que em recente parceria com a Confederação Brasileira de Handebol tem conseguido trazer experiência internacional e entrosamento entre as jogadoras. Não só porque suas jogadoras têm talento, potencial e vontade de vencer, mas também porque têm um técnico experiente acreditando que o Brasil possa brigar por algo a mais que eu ficaria de olho e torceria por essa seleção em Dezembro aqui no Brasil e também em Londres.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p><strong>Contribuição de Camila Lacerda</strong></p>
<p>Domingo e segunda trouxeram aos espectadores brasileiros as finais do handebol feminino e masculino em duas histórias com finais bastante diferentes para nossas seleções. Já que no domingo a Record decidiu transmitir o belíssimo jogo da seleção Brasileira de futebol e sua derrota para a Costa Rica, quem tinha Record News ou conseguiu acessar a transmissão online do Terra  viu a seleção feminina de handebol sobrar na vitória que trouxe o ouro contra a seleção da Argentina. Quem não tinha, infelizmente perdeu.</p>
<p>Eu bem que joguei handebol por 5 anos na faculdade, mas como minhas ex-companheiras de time bem sabem eu não entendo muito do esporte. Só sei que a seleção feminina brasileira é a melhor seleção das Américas desde algum tempo e tetracampeã dos Jogos Panamericanos. Não sobra muito a comentar sobre o jogo, em que o Brasil ganhou com tranquilidade por um placar de 33 a 15 e contou com grandes atuações da ponta direita Alê, da meia Duda e da experiente e talentosíssima goleira Chana.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-277" title="Captura de tela 2011-10-25 às 13.05.41" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-25-c3a0s-13-05-41.png" alt="" width="480" height="225" /><em>Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM</em></p>
<p>Comandada desde 2008 pelo Dinamarquês Morten Soubak, a seleção brasileira feminina terá a chance de mostrar à sua torcida no campeonato mundial a ser realizado em Dezembro no Brasil que está pronta para subir mais um degrau e crescer no cenário mundial. O Dinamarquês tem feito um trabalho de muita qualidade com o time e incentivado a ida de suas jogadoras para a Europa para que se exponham ao melhor handebol do mundo e assim possam evoluir, aumentando o nível individual e coletivo da equipe brasileira.</p>
<p>Essa seleção merece atenção. Do time que foi para o Pan, apenas duas atletas atuam no Brasil. As demais estão espalhadas pela Europa na Espanha, Hungria, Áustria, França e Dinamarca com a base do time formada por atletas atuando no time austríaco Hypo, que em recente parceria com a Confederação Brasileira de Handebol tem conseguido trazer experiência internacional e entrosamento entre as jogadoras. Não só porque suas jogadoras têm talento, potencial e vontade de vencer, mas também porque têm um técnico experiente acreditando que o Brasil possa brigar por algo a mais que eu ficaria de olho e torceria por essa seleção em Dezembro aqui no Brasil e também em Londres.</p>
<p>O jogo da seleção masculina foi diferente desde o começo. Bem que o Brasil tentou e até abriu 4 gols de diferença no primeiro tempo de jogo. Mas então o ataque pouco criativo da seleção, que forçou seu jogo o tempo inteiro em seus meias pouco assertivos e muito precipitados começou a falhar e o goleiro da Argentina Schulz começou a aparecer. O handebol é um esporte em que o goleiro faz toda a diferença no resultado final e pode acabar sendo o grande responsável pela vitória de seu time. Ainda que muitas das bolas defendidas por Schulz tenham sido mal chutadas pelos brasileiros, o fato do goleiro ter crescido e atuado como atuou tirou a confiança dos atletas da seleção e foi fator determinante para o resultado final de 26&#215;23 favorável ao time argentino.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-276" title="shulz" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/shulz.jpg" alt="" width="480" height="359" /><em>Goleiro Shulz que fez a diferença para a equipe argentina (Foto: Reinaldo Marques, Terra)</em></p>
<p>A derrota da seleção masculina acaba por trazer à tona a fragilidade de um esporte que tem tudo pra ser grande no país, já que é popular nas escolas Brasil afora e que se levado mais a sério poderia ir muito mais longe. Juca Kfouri <a href="http://blogdojuca.uol.com.br/2010/03/nosso-recordista-no-handebol/">postou já em 2010, em seu blog</a> algo que a meu ver reflete essa derrota e a falta de evolução do esporte nos últimos anos em suas seleções feminina e masculina: “<em>O sítio da Confederação Brasileira de Handebol informa que seu presidente, Manoel Luiz Oliveira, “aceitou”, constrangidamente, é claro, cumprir mais um mandato à frente da entidade, o sétimo”.</em> Depois de sete mandatos e resultados pouco expressivos, resta nos perguntar se um dia esse esporte será grande no Brasil e se alguma gestão conseguirá fazer o esporte evoluir e consolidar-se como potência. Enquanto isso torcemos pra que as meninas brilhem e os rapazes possam se recuperar e dar a volta por cima da derrota de ontem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-279" title="Captura de tela 2011-10-25 às 13.22.25" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-25-c3a0s-13-22-25.png" alt="" width="480" height="303" /><em>Foto: Reuters</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-278" title="hand_argentina" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/hand_argentina.jpg" alt="" width="480" height="359" /><em>Foto: Terra</em></p>
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		<title>O 4&#215;200 livre feminino brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 19:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[PAN]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<category><![CDATA[revezamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>O que se viu no PAN foi a melhor atuação das brasileiras neste revezamento desde Atenas-2004, quando conquistaram a segunda final olímpica de revezamento na história da natação feminina do país, terminando em sétimo. Na ocasião, tinhamos Joanna Maranhão, Mariana Brochado, Monique Ferreira e Paulo Baracho, um revezamento consistente com quatro nadadoras nadando entre 2'01-2'02.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p>Foi uma grata surpresa assistir ao revezamento 4&#215;200 livre feminino no PAN. As análises indicavam que o Brasil teria uma luta difícil apenas pela prata, lutado contra as venezuelanas, capitaneadas pelas irmãs Andreina e Yanel Pinto, terceira e quinta colocadas na prova, com 2&#8217;00&#8243;7 para Andreina e 2&#8217;03&#8243;9 para Yanel. Mas o que se viu foi a melhor atuação das brasileiras desde Atenas-2004, quando conquistaram a segunda final olímpica de revezamento na história da natação feminina do país, terminando em sétimo.</p>
<p><img class="size-full wp-image-260 alignright" title="marianaemonique" src="http://teste.gpizzo.com/wp-content/uploads/2011/10/marianaemonique.jpg" alt="" width="280" height="200" />Na ocasião, tinhamos Joanna Maranhão, Mariana Brochado, Monique Ferreira e Paulo Baracho, um revezamento consistente com quatro nadadoras nadando entre 2&#8217;01-2&#8217;02 (o recorde sulamericano era de Mariana com 2&#8217;01&#8243;17, batido somente com o início da era dos trajes). A rivalidade na piscina entre Monique e Mariana era muito saudável, forçando as duas cariocas a nadar cada vez mais forte.</p>
<p>Em 2004, tivemos o renascimento da natação feminina. Em uma Olimpíada de transição da geração Gustavo Borges e Xuxa para a de Thiago Pereira e Cielo, o Brasil não chegou ao pódio mas esteve em cinco finais, três das quais no feminino, na melhor performance das mulheres até hoje. Uma delas foi Joanna Maranhão, no melhor resultado de nossa história, ficando em quinto, Flavia Delaroli foi oitava no 50 livre, e o revezamento foi sétimo.</p>
<p>Na eliminatória, as meninas nadaram para 8&#8217;05&#8243;58, recorde sulamericano, garantindo vaga para a final, onde melhoraram 29 centésimos e cravaram 8&#8217;05&#8243;29, recorde sulamericano até hoje. Foi uma prova muito especial com quatro nadadoras guerreiras, duas pernambucanas (Joanna e Paula) e duas cariocas, e que selava uma de nossas provas mais fortes, o 200 livre, justamente pelo protagonismo das duas últimas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-261" title="reveza" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza.jpg" alt="" width="200" height="280" /></p>
<p>De lá para cá, Paula e Mariana pararam de nadar, Monique voltou a nadar muito bem próximo às Olimpíadas de Pequim, e ano passado voltou ao Rio depois de anos nadando pela Unisanta e depois pelo Pinheiros. Joanna também se recuperou de percalços e alcançou o índice que garantiu participação individual em Pequim. Na ocasião, o 4&#215;200 foi o único sem participação brasileira, evidenciando como aquele 4&#215;200 de quatro anos antes fora resultado de uma geração muito forte de nadadoras da prova.</p>
<p>Desconsiderando os tempos feitos com trajes, nos últimos tempos as nadadoras não conseguiram superar a casa dos 2&#8217;03. Promessas acabaram não vingando e Tatiana Lemos se especializou mais nos 100 livre.</p>
<p>Sob este contexto, foi muito importante os 8&#8217;09&#8243; e a prata registrada na noite de terça feira em Guadalajara. A começar pelo tempo de Joanna, que abriu para 2&#8217;01&#8243;46, marca muito boa considerando a altitude e os fatos dela ter acabado de sair da final do 200 medley, onde conseguiu o bronze e superar seu melhor tempo sem trajes, e os 200 livre não serem sua principal prova. Jéssica Cavalheiro e Tatiana Lemos nadaram para 2&#8217;03, enquanto Manuella Lyrio, que tem voltado a nadar bem, marcou 2&#8217;01&#8243;22, tempo muito respeitável.</p>
<p><img class="aligncenter  wp-image-262" title="4x200pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/4x200pan.jpg" alt="" width="480" height="718" /></p>
<p>Claro que pensando na marca da Atenas comparada com essa tivemos uma involução, e ninguém nega isso. Mas este cenário posto, e pensando no que virá, o tempo de ontem foi uma inflexão importante para reverter este quadro. Precisamos de meninas de 20 anos, como Mariana em 2004, voltando a nadar para 2&#8217;01 e 2&#8217;00 e a brigar por finais internacionais, da força de Joanna, que não pode deixar de ser citada como referência para esta prova no Brasil. Jéssica Carvalho tem tudo para ser um desses nomes, além de outras que vem se destacando no cenário nacional &#8211; como Ana Araújo, cortada a uma semana do PAN, que foi lembrada por Joanna na entrevista após a prova.</p>
<p>Outro ponto que me agradou muito foi a fala de Tatiana Lemos. Veterana da seleção, ela comentou que havia tempo que o Brasil não nadava bem esta prova, e este tempo já era razoável (palavras dela). Esse tipo de autocrítica é muito importante e mostra que no caso dessas quatro, não há acomodação ou ingenuidade &#8211; elas sabem o que precisa melhorar e estão lutando por isso.</p>
<p>*</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-263" title="reveza" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza1.jpg" alt="" width="480" height="320" /><em>4&#215;200 Brasil 2011</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-264" title="reveza2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza2.jpg" alt="" width="280" height="200" /></p>
<p><em>4&#215;200 Brasil 2004, no melhor momento da carreira das quatro e prestes a fazer a melhor marca sulamericana da prova até hoje</em></p>
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		<title>Just do it (sobre a beleza de chegar lá)</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 01:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[basquete]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[marcelinho huerta]]></category>
		<category><![CDATA[marcelinho machado]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>É um prazer sem tamanho ver qualquer atleta conquistando seu sonho. Sabendo do passado de derrotas e da luta da Seleção Brasileira Masculina de Basquete, assistir à conquista da vaga para as olimpíadas é uma honra e o tipo de coisa que emociona de verdade. Desde a participação em 1996, em Atlanta, o Brasil não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>É um prazer sem tamanho ver qualquer atleta conquistando seu sonho. Sabendo do passado de derrotas e da luta da Seleção Brasileira Masculina de Basquete, assistir à conquista da vaga para as olimpíadas é uma honra e o tipo de coisa que emociona de verdade.</p>
<p>Desde a participação em 1996, em Atlanta, o Brasil não faz parte das equipes que lutam pela consagração nas Olimpíadas. Na última ainda havia Oscar &#8211; acho fundamental que um esporte tenha ídolos, mas é importante também que eles sejam superados, não no sentido de serem esquecidos, mas que um esporte consiga andar para frente mesmo depois que um de seus heróis parou.</p>
<p>No 7 de setembro do ano passado, o Brasil jogou como há muito não se via e colocou pressão na Argentina. Doeu ver o choro de Marcelinho Huerta e a incredulidade dos jogadores nas entrevistas, que chegaram tão perto de derrotar o rival (não um mero rival regional, um rival que é um dos melhores do mundo). Chegaram perto, mas não conseguiram, e como isso dói.</p>
<p>Os últimos quatro dias foram a exaltação do que significa chegar lá. Vejo beleza na busca de um sonho, na preparação,  jornada inteira, nas dores superadas e em tudo que envolve meramente estar numa disputa competindo de igual para igual. Mas como é bom, no final, conseguir também. A beleza e a crueldade do esporte está em saber que muitas vezes, a maioria, os dois lados estão dando o sangue e tendo o jogo de sua vida nas quadras, piscinas, nos ginásios. Há histórias bonitas e superação nas duas metades do campo. E hoje foi o dia  da metade brasileira, sem suas maiores estrelas da NBA, com o genial técnico argentino, e um time focado daquele jeito que dá gosto de ver chegar lá.</p>
<p>Com basquete, sou igual aqueles que torcem meramente quando há uma disputa escancarada na TV. Igual às pessoas que torcem para o Cielo só nas Olimpíadas sem nem saber quem ele era até ai.</p>
<p>Então, hoje o meu brinde vai para todos os apaixonados por basquete, que como eu em Pequim vendo Cielo, Thiago, Kaio e Gabriella, choraram vendo ali a redenção dos brasileiros fazendo o esporte de suas vidas.</p>
<p>Vai para os comentaristas da Sportv, visivelmente abalados ano passado na derrota do Mundial, visivelmente emocionados hoje ao narrar o resultado para que tanto torciam (que coisa bonita ver profissionais se emocionando ao trabalhar).</p>
<p>Vai para a mãe e pai do Marcelinho, e de todos os outros pais que não estavam lá, e choraram vendo seus filhos alcançando a redenção.</p>
<p>Vai para meu irmão, chorando em casa em São Paulo ao assistir essa vitória (vale a pena ler seu texto sobre o jogo <a href="http://simplesmenteesporte.wordpress.com/2011/09/11/londres/">aqui </a>)</p>
<p>E vai para os jogadores que, mais do que terem conquistado a vaga para o Brasil, fizeram hoje o jogo de suas vidas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-209" title="huerta" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/huerta.jpg" alt="" width="341" height="496" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="vitoria" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/vitoria.jpg" alt="" width="307" height="446" /></p>
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