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	<title>Esporte em Pauta &#187; entrevistas</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; entrevistas</title>
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		<title>Larissa Oliveira: &#8220;Estou acreditando no impossível&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 17:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/> Com personalidade forte, Larissa Martins Oliveira é um dos maiores destaques da nova leva de velocistas brasileiras. Natural de Juiz de Fora e nadadora do Pinheiros desde 2011, Larissa tem 21 anos e é especialista no 100 e 200 livre.  A nadadora estreou em Mundiais de piscina longa em Barcelona, no ano passado
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>“Eu estou acreditando no impossível”. Com personalidade forte, Larissa Martins Oliveira é um dos maiores destaques da nova leva de velocistas brasileiras. Natural de Juiz de Fora e nadadora do Pinheiros desde 2011, Larissa tem 21 anos e é especialista no 100 e 200 livre.  A nadadora estreou em Mundiais de piscina longa em Barcelona, no ano passado, fazendo o melhor tempo do revezamento 4×100 livre na ocasião. Campeã Sulamericana em Santiago, no Chile, no início deste ano, Larissa falou em entrevista sobre sua carreira, os objetivos para esse ano e a relação com o técnico André Ferreira (Amendoim).</p>
<p><b>Beatriz Nantes: Você ficou bem emocionada no pódio do 100 livre no Sulamericano semana passada. O que essa vitória e essa competição representaram para você?<br />
</b>Larissa Oliveira: Essa competição foi meio que um passo que eu precisava passar. O início desse ano tive alguns problemas. Foi difícil, desde o primeiro dia de treino, não foi fácil. Eu precisava ter um resultado que me mostrasse que esse foi o caminho certo, que está tudo tranquilo, certinho mesmo. Quando eu vi que eu tinha conseguido ganhar, que fiz um resultado legal, foi uma realização.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/larissa-1.jpg"><img alt="larissa 1" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/larissa-1.jpg" width="528" height="350" /></a></p>
<p>Campeã Sul-Americana dos 100 livre Foto: Satiro Sodré/SSPress</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Gostou do tempo também?</b><br />
LO: Gostei. O meu melhor é 55’’2 em Barcelona abrindo revezamento, e oficial é 55’’3, do Open. Eu achei que para a época foi bom, como todo mundo estava pesado, achei que foi um tempo bacana, bem perto do meu melhor.</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Qual o objetivo para esse ano?<br />
</b>LO: A competição do ano é o Pan Pac [Pan Pacific] né. O que eu quero para esse ano é isso, apesar do índice ser muito difícil, principalmente para o feminino, que ainda somos inferiores. Mas estou acreditando.</p>
<p><b>BN: Você nada bem os 100 livre, os 200 livre, e mesmo os 50 livre. Qual sua prova favorita?<br />
</b>LO: Na verdade a que eu gosto mais é os 100 livre. Mas eu sei que a melhor prova é os 200 livre. No momento não está sendo, acho que por causa de encaixe. Só os 50 que eu não gosto muito. É muito rápido! Não consigo pensar, me concentrar, falar  “força, vamo”.</p>
<p><b>BN: Você acha que a leveza é um diferencial seu, já que você não é tão alta.<br />
</b>LO: Realmente a coisa da leveza é uma vantagem minha, todo mundo fala que tenho uma posição na água muito boa. Esse negócio da desvantagem de tamanho, teve uma época que eu fiquei “Ah, não sou alta, não sou forte, será que eu tenho chance a nível mundial?”. Só que esse ano eu comecei a pensar diferente. Já que é tão difícil, que é tão impossível como todo mundo fala, eu estou acreditando no impossível. No sentido que, por mais que eu seja menor, eu acredito.</p>
<p><b>BN: Seu submerso é muito forte. Você treina para fazer 30m (15m na ida e 15m na volta)?<br />
</b>LO: Sim, a gente treina bem pesado para o submerso. É uma vantagem que eu sei que consigo tirar de todo mundo, onde eu realmente torço para tentar me destacar.</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Foi no Pinheiros que surgiu isso, ou você já focava nisso antes?<br />
</b>LO: Eu sempre tive um submerso bom, e no Pinheiros eu aprimorei ele junto com o Amém [Amendoim].</p>
<p><strong>BN</strong>: <b>Como é sua relação com ele? Você sempre exalta ele nas suas vitórias.<br />
</b>LO: Quando eu cheguei aqui eu não tinha nada, família, amigos, não conhecia quase ninguém. E desde quando eu cheguei comecei a treinar com ele. Eu senti como se ele fosse meu porto seguro, que tudo que precisasse poderia contar com ele. Isso ajuda muito, a gente não tem só o atleta-técnico, eu sei que ele é um apoio para mim. Aconteceu de cogitarem a hipótese de treinar com outro técnico no Pinheiros, por conta do esquema, quando aconteceu eu bati bem o pé, só fico se for para continuar com ele. Ele me passa confiança de que eu consigo chegar nas Olimpíadas, me coloca para cima, está junto comigo.</p>
<p><b>BN: Como foi essa vinda para São Paulo? Antes, você sempre tinha morado em Juiz de Fora?<br />
</b>LO: Sempre morei lá. Cheguei a nadar no Botafogo mas treinando com meu técnico, o Gérson, em Juiz de Fora. Quando eu era mais nova eu ia muito para seleção de categoria, e no Multinations eu conheci o Carlão. Meu pai é corinthiano roxo, eles se deram bem. O Carlão me chamou para nadar lá e eu fiquei 1 ano nadando pelo Corinthians, e no final do ano o Pinheiros me chamou. Só que como eu não tinha terminado o 3º ano, minha mãe falou para eu ficar em Juiz de Fora, e depois viria para São Paulo. Esse um ano, nadei de novo pelo Corinthians, e aí o Pinheiros me chamou de novo. Eu já tinha acabado a escola e pensei em vir, tentar dar uma alavancada. Cheguei no Pinheiros em 2011.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/larissa-2.jpg"><img alt="larissa 2" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/larissa-2.jpg" width="521" height="348" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré/SSPress</p>
<p><b>BN: Foi difícil?<br />
</b>LO: Foi difícil ter que deixar minha mãe, pai, irmã, eu era muito apegada. Isso me fez sofrer um pouco, é a parte que eu menos gosto, de não ter a família por perto. Só que meu sonho é grande. Eu sei que em Juiz de Fora eu não ia chegar perto dele. Então ficou uma balança. E minha mãe me incentivou, e sempre que dá meus pais vem para cá também.</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Que sonho é esse?<br />
</b>LO: Meu sonho é um pouco ousado. Eu acho que ir para as Olimpíadas já é uma satisfação grande. Ir, muita gente vai. Eu queria ir e ter um resultado expressivo lá.</p>
<p><b>BN: Você pensa nisso para 2016 já, ou para 2020?<br />
</b>LO: Eu quero para 2016, é o meu foco. Eu até estava conversando com uma amiga no Chile, que eu não tenho tempo a perder. Se eu for para 2020, ótimo, mas não quero depender de 2020, acho que minha hora já é 2016.</p>
<p><b>BN: Como é sua rotina aqui em São Paulo, você mora sozinha?<br />
</b>LO: A rotina é bem dividida por período, cada época tem um volume diferente, tanto de água como musculação. Agora a gente está num período de 10 treinos + 3 sessões fora. Moro com o Daniel Orzechowski, meu namorado.</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Vocês treinam juntos? Como é essa relação?<br />
</b>LO: Agora a gente não está treinando mais junto, mas antes a gente treinava. Então era tudo junto. É uma questão de se adaptar, não é fácil ficar 24 horas junto, mas tem a parte do apoio que é bom. Ele sempre sabe o que eu estou passando.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/IMG_222407831323316.jpeg"><img alt="Daniel e Larissa" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/IMG_222407831323316.jpeg" width="960" height="720" /></a></p>
<p>Daniel e Larissa</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Você tem algum ídolo na natação?<br />
</b>LO: Como eu vim de cidade pequena, nunca fui muito ligada no esporte nível mundo. Tanto que quando eu comecei, não sabia quem era Phelps, Lochte, ninguém mesmo, eu não acompanhava. Depois que eu vim, eu comecei a ver que o horizonte é mais amplo do que eu imaginava. Comecei a ter mais vivência, com a Flavia Delaroli, Michelle Lenhardt, a Gabi Silva, essas pessoas são meu ponto de referência, que eu via como ter a atitude que elas tinham em competição. Ídolo mesmo eu não tenho, mas a princípio, quando eu comecei, foram elas. Hoje como eu tenho ido para competições internacionais, vejo muito essas meninas, já começo a me espelhar nelas. Eu vejo a Katinka [Hosszu], que ganha um milhão de provas, a Missy Franklin, que também nada os 200, a Ranomi [Kromowidjojo], que é campeã olímpica. Eu comecei a olhar para todo mundo.</p>
<p><strong>BN: </strong><b>O que você tem achado da programação da CBDA, de levar vocês para competições fora?<br />
</b>LO: O ano passado foi quando eu comecei mesmo a viajar para fora. Eu fui convocada para a Copa do Mundo de Singapura, e fui bancando mais duas. A CBDA deu o Mare Nostrum, como preparação para Barcelona. Essas viagens vão mostrando que não é tão distante. Acho que o grande salto foi por conta dessas competições. Eu comecei a reparar em tudo. Mesmo coisas pequenas, ver como elas fazem aquecimento fora da água, ativação, ver como elas iam soltar depois da prova. Eu tento absorver o máximo.</p>
<p><b>BN: Como foi a experiência do Mundial de Barcelona?<br />
</b>LO: Eu fiquei muito feliz por ter ido, em contrapartida como eu só fui para nadar revezamento, queria ter nadado uma prova individual. Chegando lá eu pedi para abrir o revezamento, foi onde eu fiz o meu melhor tempo e foi o melhor das brasileiras, assim ganhei a vaga para o 4×100 medley. Achei que foi mais um degrau que eu subi, mas eu queria ter nadado prova individual.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/larissa-3.jpg"><img alt="larissa 3" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/larissa-3.jpg" width="666" height="489" /></a></p>
<p>Gracielle, Alessandra, Daynara e Larissa em Barcelona Foto: Satiro Sodré/SSPress</p>
<p><b>BN: Você falou que a meta esse ano é o Pan Pacific, você está pensando também no Mundial de curta ou o foco é para longa mesmo?<br />
</b>LO: Eu penso nos dois, mas até pela data, eu penso em uma coisa de cada vez. Primeiro tem o Maria Lenk, tentar fazer o índice do Pan Pacific. Aí, se fizer, tem o Pan Pac. Depois disso, zerou, é pensar no índice para Doha.</p>
<p><strong>BN</strong>: <b>Você gosta de treinar?<br />
</b>LO: Eu gosto de treinar. Todo mundo fala que não, mas eu tenho muito prazer em chegar no clube. Acho que também porque a equipe está muito bacana, ficou um pessoal bem legal, e isso ajuda. Eu treino meio fundo, tem o pessoal de medley também e o Fabio Santi, que é o que mais nada junto comigo.</p>
<p><b>BN: Você falou que não acompanhava muito natação mundial em Juiz de Fora, ao mesmo tempo você sempre se destacou na base. Você sempre quis ser nadadora?<br />
</b>LO: Era uma coisa minha. Eu me sentia muito bem na piscina treinando. Aquela coisa que eu não sabia porque, como. Eu só sabia que eu gostava.</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Quando começou a nadar?<br />
</b>LO: A nadar, desde quando eu me entendo por gente. Competir mesmo foi quando virei petiz. Quando era infantil já comecei a ganhar brasileiro. No juvenil, eu continuava indo para os pódios, mas não cheguei a nadar tão bem, de ganhar minhas três provas. Depois no júnior voltei a nadar melhor, e aí vim para o Pinheiros.</p>
<p><b>BN: Nessa época de juvenil, ou em algum outro período difícil, você já pensou em parar de nadar?<br />
</b>LO: Tem época que é muito difícil, a gente pensa mesmo. Não em parar de nadar, mas em desistir, e não porque quer, mas porque é um caminho difícil. Mas é esse mesmo caminho que motiva. Quando a gente consegue aquela coisa pequena, é muito gratificante, e isso vai motivando.</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Qual foi seu momento mais marcante na natação até hoje?<br />
</b>LO: O que mais me marcou , que é uma prova que eu lembro até hoje, foi o Finkel de 2011 em Belo Horizonte. Era o que eu queria, ganhar um Finkel, mas quando eu vi que realmente tinha conseguido, lembro como se fosse ontem, bati a mão no placar e sai correndo chorando para abraçar o Amém, agradecer. Foi uma das cenas mais marcantes.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/larissa.jpg"><img alt="Campeã do 100 livre no Finkel 2011" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/larissa.jpg" width="592" height="396" /></a></p>
<p>Campeã do 100 livre no Finkel 2011</p>
<p><strong>BN: </strong><b>Deixe uma mensagem para os leitores do blog<br />
</b>LO: Acho que é isso que eu falei. Muita gente falava para mim que eu tinha que ficar mais forte, porque não sou grande, e que seria muito difícil, porque minhas provas eram 50, 100 e 200, que tinha que ser alta, que todas são altas…. e hoje eu não me importo mais com isso. Todos falavam que é impossível. Eu passei a acreditar no impossível. Se tem algo que eu sempre falo pra mim, é que eu acredito no impossível.</p>
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		<title>Luiz Altamir: &#8220;eu penso em 2016 todo dia&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2014 16:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Depois de colecionar títulos nacionais de categoria, Luiz Altamir vem aparecendo cada vez mais no absoluto. Especialista nas provas de 20o borboleta, 200 livre e 400 livre, na primeira ele terminou 2013 com o terceiro melhor tempo do país, atrás apenas dos olímpicos Leonardo de Deus e Kaio Marcio Almeida]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Luiz Altamir Lopes Melo, hoje com 17 anos e atleta do Flamengo, é um dos principais nadadores de borboleta do país atualmente, e um dos <a href="http://www.bestswimming.com.br/2013/2013/12/31/nadador-junior-masculino-do-brasil-em-2013/">maiores destaques da nova geração da natação brasileira</a>.  Natural de Boa Vista (Roraima), Altamir viveu (e treinou) no Ceará até os 15 anos, onde competia pela Academia de Natação Hedla Lopes. Depois de colecionar títulos nacionais de categoria, Altamir vem aparecendo cada vez mais no absoluto. Especialista nas provas de 200 borboleta, 200 livre e 400 livre, na primeira ele terminou 2013 com o terceiro melhor tempo do país, atrás apenas dos olímpicos Leonardo de Deus e Kaio Marcio Almeida.</p>
<div style="width: 293px" class="wp-caption alignright"><img class="  " alt="" src="http://www.lancenet.com.br/minuto/Luiz-Altamir-Foto-Satiro-SodreSSPress_LANIMA20130426_0028_26.jpg#650x433" width="283" height="202" /><p class="wp-caption-text">Foto: Satiro Sodré/SSPress</p></div>
<p>&#8220;Eu já penso nisso, em 2016. Todo dia eu penso nisso&#8221;, disse em entrevista pelo telefone. Altamir falou ainda sobre a mudança para o Flamengo em 2012, a participação em sua primeira seleção brasileira absoluta, a expectativa para este ano (&#8220;Acho que consigo chegar no 1&#8217;57&#8221;0) e exaltou a comissão técnica do Flamengo  (&#8220;Não temos a melhor estrutura, mas temos alguns dos melhores profissionais&#8221;). Confira:</p>
<p><b>1- O que você achou do resultado no BHP Billiton na Austrália? Você esteve doente pouco antes da competição né?<br />
</b>Achei que foi um resultado bom para mim. Eu fiquei doente na segunda semana de janeiro, quando viajei para lá já estava melhor há uma semana. Eu competi com três semanas de treinamento, então gostei bastante.</p>
<p><b>2- Foi sua primeira seleção brasileira absoluta, você que foi várias vezes da seleção de categoria. Como foi?<br />
</b>Com certeza é um passo muito grande para mim. Eu sempre quis participar de uma seleção brasileira absoluta, foi o primeiro passo. Mas não acabou.</p>
<p><b>3- Você pensa em 2016? Ano passado você terminou com o terceiro melhor tempo do Brasil no 200 borboleta, atrás do Leo e Kaio Marcio. Com o Kaio parando, você já é o segundo melhor tempo do Brasil.<br />
</b>Eu já penso nisso, em 2016. Todo dia eu penso nisso.</p>
<p>Foi uma evolução muito grande que eu tive em um ano no 200 borboleta. Foi uma surpreso de baixar dos 2’00 e ir para o 1’58  <em>[Altamir chegou ao Mundial de Dubai fazendo 2'01 na prova, e nadou para 1'58''94 nas eliminatórias e 1'58''99 na final, terminado em quinto lugar]</em>. Agora é focar bastante nos detalhes, no treinamento, cada dia que passa eu foco mais em cada detalhe para melhorar.</p>
<div style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img class="  " alt="" src="http://blogs.diariodonordeste.com.br/jogada/wp-content/uploads/2013/09/Altamir-Lopes021.jpg" width="610" height="406" /><p class="wp-caption-text">No Mundial Junior, Altamir saiu de 2&#8217;01 para 1&#8217;58&#8221;94 no 200 borboleta (Foto: Satiro Sodré/SSPress)</p></div>
<p><b>4- Falando nisso, quais as expectativas pra esse ano? O índice do Pan Pacific é 1’57’’03, você acha que dá?<br />
</b>Acho que sim. Quando eu cheguei no 1’58 ano passado [durante o Mundial Junior, disputado em Dubai], eu não esperava. Acho que consigo chegar no 1’57’0. Cada dia que passa a gente coloca novas metas na nossa rotina, no treinamento. Daqui até o Maria Lenk ou o Brasileiro Junior eu acho que dá para chegar neste tempo.</p>
<p><b>5- Como é sua rotina de treinos? Você estuda?<br />
</b>Estou fazendo três dobras na semana, segunda, quarta  e sexta, e também malho esses dias. Terça e quinta treino só no período da tarde. Vou começar em maio um estudo à distância. Vai ser mais rápido e acho que pode me ajudar, porque no futuro penso em fazer faculdade nos EUA.</p>
<p><b>6- Você pensa em treinar nos EUA também?<br />
</b>Eu gosto bastante do Brasil. Aqui é meu país, tem minha família, meu treinador. Ir para os EUA é um passo grande também, que vai me ajudar a evoluir psicologicamente e fisicamente, eu poderia evoluir com tanta gente de alto nível. Um dia eu penso em ir, até para ver a diferença, o que falta para nós, e sentir coisas novas também. Mas agora eu estou bem aqui.</p>
<p><b>7- Como foi a saída do seu clube no Ceará e vinda para o Flamengo, em 2012?<br />
</b>Eu estava recebendo o Prêmio Brasil Olímpico no Rio em 2011, e o Flamengo fez uma proposta muito boa. Eu tinha 15 anos, não sabia muito bem o que eu queria&#8230; só sabia que precisava sair de casa para evoluir. Fui muito bem recebido. Foi difícil tomar a decisão, porque eu tive que morar longe dos meus pais, mas me adaptei super bem. Gosto muito daqui.</p>
<p><b>8- Você sempre se destacou nas categorias de base, e na época nadava também 100 livre, 100 borbo, 200 livre&#8230; como é o seu treino? E quando comecou a especificar mais?<br />
</b>Meu treino é meio-fundo. Varia de 200 livre, 200 borboleta e 400 livre. E com esse treinamento, eu me sinto bem até para nadar prova de 100 metros. Às vezes sinto que falta algo de velocidade, mas eu e meu técnico vimos isso e ele está colocando coisas de velocidade este ano, já está fazendo uma diferença muito boa.</p>
<p>O 200 borboleta é a prova principal. Eu sinto que é a minha prova, nado desde o petiz 2, melhoro a cada ano. Mas treino crawl e borboleta, e sinto que o 200 e 400 livre são provas muito boas, gosto delas. Mesmo sendo uma prova carente no Brasil, com esforço e dedicação isso pode virar. O Brasil está crescendo. Você pode ver que o Leo de Deus já bateu o recorde brasileiro, estamos melhorando. Isso é um ponto importante para as Olimpíadas de 2016.</p>
<p><strong>9- Como é sua relação com ele, e quem são seu ídolos?</strong></p>
<p>Me espelho muito no Michael Phelps. Bom não tem o que falar, é o melhor nadador do mundo. Aqui no Brasil tem o Leo de Deus, que é uma inspiração para mim. A gente é amigo, já se conhece há um tempo. Nadamos as mesmas provas, e a gente sempre apoia um ao outro.  A gente sempre se cumprimenta, já viajamos juntos,a gente sempre troca ideia. Ele não é um atleta que pensa só nele, ele quer que o Brasil cresça de uma forma conjunta. Isso é um ponto importante para um atleta campeão. Ele é humilde, sempre me dá uns toques. Gosto bastante dele.</p>
<p><b>12- A natação do Rio vive alguns contratempos e imagino que você, pelos resultados, tenha tido propostas para sair. O que te manteve no Flamengo, o que te deixa mais satisfeito no clube?<br />
</b>O que me deixa mais satisfeito é a minha relação com meu técnico, com a equipe. Isso foi o ponto mais importante para mim, para eu ficar aqui. Tudo bem, tem muita gente que mudou de clube esse ano. Mas eu melhorei muito com meu técnico. Não temos a melhor estrutura, mas temos alguns dos melhores profissionais. Cada dia que passa meu preparador, André Vieira, quer evoluir mais, meu técnico, Eduardo Pereira, quer algo a mais. Mesmo a equipe, meus parceiros de treino, estamos querendo sempre mais. Isso faz com que a equipe sempre evolua. A gente pode não ser a melhor equipe hoje, mas estamos trabalhando. Quem sabe o dia de amanhã?</p>
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		<title>Pra ficar de olho: Hugo Calderano, tênis de mesa</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/personagens/promessa-do-tenis-de-mesa-hugo-calderano-se-recupera-de-cirurgia-e-foca-em-jogos-da-juventude</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 15:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Hugo Calderano,16 anos, pratica tênis de mesa há oito. Destaque nas categorias de base, ele terminou o ano de 2011 em 11o no ranking mundial sub-15 (chegou a ser sexto em julho do mesmo ano, a melhor colocação da história de um brasileiro na modalidade) e se destaca também na categoria asboluta - é hoje o quinto melhor brasileiro ranqueado, na 261a posição. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Hugo Calderano,16 anos, pratica tênis de mesa há oito. Destaque nas categorias de base, ele terminou o ano de 2011 em 11o no ranking mundial sub-15 (chegou a ser sexto em julho do mesmo ano, a melhor colocação da história de um brasileiro na modalidade) e se destaca também na categoria asboluta &#8211; é hoje o quinto melhor brasileiro ranqueado, na 261a posição.</p>
<div id="attachment_9943" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/thiago.jpg"><img class="size-medium wp-image-9943" title="thiago" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/thiago-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Com Thiago Monteiro, aos 11 anos, no PAN de 2007 (Facebook)</p></div>
<p>Atualmente, Hugo se recupera de uma cirurgia no adutor direito no início do ano, que o afastou por alguns meses do treinamento. “A recuperação está muito boa. Já retornei aos treinos, mas por enquanto em um ritmo não tão forte”, afirmou em entrevista exclusiva ao <strong>Esporte em Pauta</strong>. Mesmo sem competir este ano, ele permanece no top 20 do ranking mundial juvenil (sub-18) &#8211; começou o ano na 12a posição e hoje é 16o.</p>
<p>Natural do Rio de Janeiro, onde começou a jogar no Fluminense, ele se mudou para São Caetano cedo, aos 14 anos. “O que mais pesou foi a estrutura e a qualidade do treinamento”, afirma.  A rotina é puxada “Treino 2 horas de meia de manhã e 3 horas e meia de tarde”, diz, e completa que é difícil conciliar os treinamentos com os estudos, principalmente pelas viagens para competir.</p>
<p>Hoje os melhores jogadores do Brasil treinam em São Caetano, com exceção de Thiago Monteiro (3o melhor ranqueado), que treina na França. Na última semana foi iniciado um treinamento permanente da seleção brasileira semanalmente às terças-feiras, no ginásio do São Caetano do Sul.</p>
<p>Assim como Thiago, Hugo também já fez treinamentos na França, no INSEP, principal centro de treinamento olímpico da França. “Foi uma ótima experiência. Eu pude treinar com atletas muito fortes. Devo retomar meus treinos na França em maio”, projeta o atleta. Para 2013, o maior objetivo é conseguir a classificação para os Jogos Olímpicos da Juventude de 2014, que acontecerão na China. “Com certeza, depois disso o foco será me classificar para as Olimpíadas de 2016”.</p>
<p>Com o programa Vivência Olímpica do COB, Hugo já teve a oportunidade de sentir um pouco como é o clima olímpico. Ele foi um dos participantes do programa, que levou jovens às Olimpíadas de Londres-2012. “Foi uma experiênica excelente, pois pude ter uma noção maior de como são as Olimpíadas, e acho que essa experiência pode me ajudar muito no futuro”.</p>
<p>Campeão latino-americano infantil em 2010 e 2011, Hugo diz que seu “momento mais marcante foi o bronze conquistado no Desagio Mundial de Cadetes em Porto Rico”, disputado em janeiro de 2012. A medalha veio após reação impressionante contra Jeong Woo Park &#8211; depois de vencer o primeito set por 11 a 9, Hugo estava perdendo o segundo por 9 a 1, com o coreano perto de empatar o jogo. Hugo conseguiu virar o set aparentemente perdido, e no terceiro fechou por 11 a 4, garantindo o bronze.</p>
<div id="attachment_9944" style="width: 626px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/hugo2.jpg"><img class=" wp-image-9944 " title="hugo" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/hugo2-800x502.jpg" alt="" width="616" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Campeão Sulamericano Juvenil. Fonte: Facebook</p></div>
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		<title>Líder do ranking brasileiro de BMX, Bianca Quinalha tem PAN e Mundial como objetivos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 15:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Bianca Quinalha]]></category>
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		<category><![CDATA[Nova geração]]></category>
		<category><![CDATA[Squel Stein]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Bianca teve um bom início de ano, conquistando o título paulista e terminando na sétima colocação  no Gator Nationals, disputado nos EUA. “Fiquei extremamente feliz pois estou colhendo todo o trabalho que estou fazendo, disputando de igual para igual com os melhores do mundo, e espero que isso seja só o começo”, comenta. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Líder do ranking nacional brasileiro de ciclismo BMX em 2012, Bianca Quinalha tem 19 anos e treina de 6 a 7 horas por dia no interior de São Paulo, no clube de Ciclismo de São José dos Campos. Praticante do esporte desde os 6 anos, seu pai, que praticava a modalidade até o nascimento da filha, inicialmente não apoiou a empreitada. &#8220;Por ser um esporte radical e por ser menina.. mas com o tempo comecei a me destacar e ele viu que eu tinha futuro&#8221;, disse em entrevista ao <strong>Esporte em Pauta</strong>.</p>
<div id="attachment_9921" style="width: 263px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bianca.jpg"><img class="size-full wp-image-9921" title="bianca" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bianca.jpg" alt="" width="253" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Bianca teve um bom início de ano, conquistando o título paulista e terminando na sétima colocação  no Gator Nationals, disputado nos EUA. A competição foi vencida pela campeã olímpica, a colombiana Mariana Pajon. “Fiquei extremamente feliz pois estou colhendo todo o trabalho que estou fazendo, disputando de igual para igual com os melhores do mundo, e espero que isso seja só o começo”, comenta.</p>
<p>Olímpico desde a edição de Pequim-2008, o ciclismo BMX teve em Londres uma representante brasileira pela primeira vez. Squel Stein conquistou a vaga ao terminar em sexto no Mundial de Birmighan. Bianca esteve na competição e ficou em 36o. “Para este ano, os objetivos são ficar entre as três primeiras no campeonato Panamericano, que será na Argentina, conseguir resultados significativos nas etapas da Copa do mundo e melhorar meu resutado no campeonato Mundial”. A vaga do Brasil ainda não está definida.</p>
<p>No ciclismo BMX, é muito comum acontecerem “tombos” durante as provas, Bianca já teve algumas quedas graves, duas dela culminando com cirurgias, no joelho e na mão. “O ciclismo BMX é um esporte radical, temos que lidar com isso”. O treinamento da modalidade envolve treinos na pista, academias e na rua (sprints). Entre os três, Bianca faz de dois a três treinos por dia, seis dias por semana.</p>
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