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	<title>Esporte em Pauta &#187; gary hall jr.</title>
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		<title>Especial: Thorpe de volta &#8211; parte II</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 19:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>É muito difícil tirar qualquer conclusão da primeira competição de Thorpe após o anúncio de que está de volta às piscinas. A escolha de duas provas que estão longe de ser sua especialidade já foi estratégica para isso. O que dá para dizer: Thorpe está em forma, seu crawl no medley estava estranho (braçada curta, muito diferente do estilo que assombrou o mundo no início da década passada). Pouco além disso.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>É muito difícil tirar qualquer conclusão da primeira competição de Thorpe após o anúncio de que está de volta às piscinas. A escolha de duas provas que estão longe de ser sua especialidade já foi estratégica para isso. O que dá para dizer: Thorpe está em forma, seu crawl no medley estava estranho (braçada curta, muito diferente do estilo que assombrou o mundo no início da década passada). Pouco além disso.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/HPbobd13uxA?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Seu técnico disse que queria reacostumá-lo às competições e realmente acho que essa parte é muito importante. Depois da primeira prova, os 100 medley que classificou em 6o e terminou a final em 7o, Thorpe disse: &#8220;I&#8217;m happy. It&#8217;s nice to get the first swim out of the way. I was a little bit nervous before. I [was] not as bad as I thought I would be, though. I didn&#8217;t vomit or anything. I can&#8217;t remember the race, don&#8217;t know if it was any good or not. I came second, I&#8217;m glad I have another opportunity for a final tonight. I&#8217;m sure once I watch the video there&#8217;ll be things that I can work on and it&#8217;s my first swim I&#8217;m glad it&#8217;s out of the way.&#8221;</p>
<p>Já depois de nadar as eliminatórias do 100 borboleta e ficar de fora da final com 54.09, Thorpe esteve mais reticente. Deu declarações dizendo que precisa se comparar com onde estava há 12 meses mas confessou estar desapontado porque esperava estar mais rápido e com detalhes técnicos melhores. Importante também foi que percebeu que ainda tem um caminho para converter seus progressos nos treinos em progresso na competição.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="thorpe_piscina" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/11/thorpe_piscina.jpg" alt="" width="480" height="270" /></p>
<p>O jornalista Mike Colman escreveu um <a href="http://www.couriermail.com.au/ipad/thorpies-world-is-all-shook-up/story-fn6ck6i3-1226186698217">texto curioso</a> comparando a volta de Thorpe e de Geoff Huegill, especulando sobre os motivos de cada um. Enquanto Huegill nunca chegou a ser tão vitorioso quanto Thorpe (ainda que tenha sido um grande nome da natação australiana, recordista mundial e medalhista olímpico) e se viu diante de um problema médico, chegando a pesar 140 kg após parar, Thorpe não tem nada faltando em seu currículo, e ao contrário não chegou a engordar de forma tão preocupante mesmo tendo saído de forma. Especulando sobre os motivos que fizeram Thorpe encarar uma volta tão dura, ele diz acreditar que Thorpe estava entediado e nunca esteve tão feliz nos últimos cinco anos como agora: &#8220;I reckon he&#8217;s making this comeback because he was bored. (&#8230;) <strong>Did you see how his eyes were sparkling as he answered the questions at those press conferences? He hasn&#8217;t looked so happy for five years</strong>. He loves the attention, the competition, the cheers, the cameras. He&#8217;s hooked on it every bit as much as Huegill was hooked on pizza and beer&#8221;.</p>
<p>É difícil mesmo entender porque Thorpe está voltando, mas duas coisas me parecem claras: 1) é muito difícil voltar. Pergunte a qualquer ex atleta de alto nível, ou mesmo algum que treinava sério mas não chegou a ser profissional. Uma vez fora da rotina, a parte psicológica é complicada, e entrar em forma depois de anos parado não é fácil (não apenas emagrecer, mas treinar 8km por dia, dobrar treinos, a semana inteira). Se treinando diariamente é difícil melhorar tempo, o que dizer da dificuldade com esse longo tempo afastado; 2) Não sei se Thorpe estava entediado, mas é realmente complicada a vida depois de parar. Não é fácil para ninguém ser ex atleta, particularmente para quem sempre brilhou. Não apenas porque sente falta dos louros da vitória e do reconhecimento, mas porque os objetivos no esporte, para quem é atleta, muitas vezes se confundem com os objetivos de vida. É preciso estar preparado para deixar os treinos e não ter mais uma Olimpíada por esperar, uma marca para bater, um adversário que imaginar antes de dormir.</p>
<p>*</p>
<p>Para terminar, mais um dos muitos vídeos para ilustrar o que significa Ian Thorpe. Revezamento 4&#215;100 livre em Sidney, 2000. A Austrália, em casa, abre com Michael Klim nadando para 48.08, recorde mundial da prova e colocando uma diferença boa frente os EUA, campeões da prova nas últimas quatro edições dos Jogos. Mas os EUA tiraram a diferença com os outros nadadores e para fechar, o velocista nato Gary Hall Jr. caiu com boa vantagem sobre Thorpe, um meio fundista que não tinha nos 100 sua especialidade, e já nos primeiros 50 metros ficou mais para trás. O que se viu foi Thorpe com um final alucinante passnado Gary Hall no final e levando o ouro para a equipe da casa. (Interessante que o tempo de Thorpe nem foi tão fantástico como o de Lezak em 2008. Ele nadou para 48.30, pior até do que o tempo de Klim abrindo; o que impressiona é a imagem dele chegando no final).</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/6L_jE9rAZAI?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Histórias do PAN &#8211; Fernando Scherer tricampeão</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>A disputa do 50 livre prometia ser uma das mais fortes da competição, a única contando com o melhor atleta da seleção americana que foi ao PAN, Gary HAll Jr, nada menos do que o campeão olímpico dos 50 livre na época. Mas o outro protagonista era o argentino José Meolans, campeão mundial da prova em piscina curta um ano antes, e que já havia levado o 100 livre no mesmo PAN. E lá estava Scherer]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p>O PAN é uma competição importante para a natação brasileira. Mesmo com a melhora no nível de nossos ateltas nos últimos anos, que permitiu mudar escolhas o como a de 2003, onde o PAN foi privilegiado frente ao Mundial de piscina longa, a competição continental continua tendo grande peso no calendário da CBDA. Para a edição de Guadalajara, nossa seleção completa estará lá, e nossas maiores estrelas César Cielo, Thiago Pereira e Felipe França devem conseguir entregar bons tempos.</p>
<p>Um grande personagem da história de nossa natação já brilhou nessa competição. É Fernando Scherer, o Xuxa, que junto com Gustavo Borges foi o grande nome das piscinas na década de 1990.Ambos são grandes medalhistas de PAN &#8211; Gustavo Borges foi o atleta brasileiro que mais subiu ao pódio na competição até hoje, 19 vezes, enquanto Scherer tem dez medalhas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-235" title="borges e scherer" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/borges-e-scherer.jpg" alt="" width="250" height="171" /></p>
<p>Santo Domingo ficou marcada pela aparição de dois que seriam grandes nomes da natação brasileira a partir dai. Thiago Pereira, então com 17 anos, foi prata no 200 medley, que um ano depois daria a ele sua primeira final olímpica, e bronze nos 400 medley; na mesma prova, Joanna Maranhão também foi bronze no PAN e no ano seguinte conseguiu o melhor resultado da natação feminina do Brasil em toda história, ficando em em quinta em Atenas com 17 anos.</p>
<p>Diante dos novatos, Gustavo Borges,  Scherer e Rogério Romero (que merece um post exclusivo) também brilharam. Os dois ajudaram o revezamento brasileiro a levar o ouro, Borges esteve na prata do 4&#215;200, e conquistou o bronze nos 100 livre &#8211; já pouco competitivo na prova em nível mundial, fez uma opção a meu ver certa e encerrou a carreira em Atenas nadando apenas o revezamento 4&#215;100, sabendo que na prova individual seria difícil brilhar e chegar perto do resultado de Barcelona (prata) e Atlanta (bronze).</p>
<p>Mas a grande surpresa e uma prova memorável ficou por conta de Scherer nos 50 livre. A disputa prometia ser uma das mais fortes da competição, a única contando com o melhor atleta da seleção americana que foi ao PAN, Gary HAll Jr, nada menos do que o campeão olímpico dos 50 livre na época (e que um ano depois se tornaria bi, levando o ouro em Atenas). Mas o outro protagonista era o argentino José Meolans, campeão mundial da prova em piscina curta um ano antes, e que já havia levado o 100 livre no mesmo PAN.</p>
<p>E lá estave Scherer. Bronze nas Olimpíadas de Atlanta sete anos antes (não sei se é possível entender o tamanho e o significado de uma medalha individual olímpica), em Sidney a má atuação individual (não passou das eliminatórias) foi ofuscada por um bronze histórico no revezamento 4&#215;100 livre, com o Brasil se colocando junto aos gigantes Austrália e EUA.Três anos depois, Scherer chegou ao PAN como azarão ao lado dos dois.</p>
<p>Mas Scherer sempre foi guerreiro. Começou tarde na natação, com 17 anos, era surfista, se iniciou com cabelos compridos e loiros e depois ficou conhecido pela cabeça completamente raspada. Nadou ali uma prova irretocável e levou o tricampeonato com 22&#8243;40, deixando os dois rivas para trás, e comemorando do jeito que esse tipo de vitória pede.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-236" title="scherer_pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_pan.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-237" title="scherer_2003" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_2003.jpg" alt="" width="480" height="316" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-238" title="scherer_podio2003" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_podio2003.jpg" alt="" width="245" height="364" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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