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	<title>Esporte em Pauta &#187; gustavo borges</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; gustavo borges</title>
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		<title>A importância de Gustavo</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 19:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[gustavo borges]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>É bonito ver como Gustavo lida bem com o sucesso da nova geração, algo nem sempre trivial. É muito marcante a imagem do nadador, que trabalhou como comentarista da Globo em Pequim, descendo as arquibancadas e invadindo a área da piscina para abraçar Cielo depois dele receber sua medalha de ouro. O currículo do nadador inclui quatro medalhas olímpicas, 17 de panamericanos e quatro recordes mundiais em piscina curta, sendo um deles no 100 livre]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Hoje, 4 de julho, Gustavo Borges postou em sua página do facebook um link para <a href="http://olimpiadas.uol.com.br/noticias/bbc/2012/07/03/erro-em-cronometro-em-92-levou-gustavo-borges-de-frustracao-a-emocao-incontrolavel.htm">notícia da UOL que relembra a prata de Gustavo</a> nas Olimpíadas de Barcelona. “20 anos da medalha de prata em Barcelona. Saudades!”, escreveu o maior medalhista da história da natação brasileira até hoje, com quatro medalhas olímpicas.</p>
<div id="attachment_4842" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-4842" title="barcelona" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/barcelona.jpg" alt="" width="640" height="564" /><p class="wp-caption-text">A caminho do primeiro pódio olímpico, aos 19 anos</p></div>
<p>Gustavo Borges tem um papel central na natação brasileira. Até a ascensão de César Cielo, ele foi nosso nadador mais vitorioso. O mais interessente é que, embora Cielo tenha conseguido o que faltou a Borges (o ouro olímpico), as conquistas de Cielo em nada diminuem as de Borges, pelo contrário &#8211; nosso campeão olímpico faz questão de frisar a importância de Gustavo em sua carreira, principalmente da época que treinou com ele no Pinheiros, e sua mãe já disse várias vezes que só deixou Cielo se mudar para São Paulo com 15 anos porque teria Gustavo como seu companheiro de treino. Na parede de sua casa em Santa Bárbara D’Oeste, Cielo tem enquadrado um traje usado por Gustavo, presente que recebeu do ídolo quando treinava com ele. <img class="alignright size-full wp-image-4839" title="Captura de Tela 2012-07-04 às 15.41.01" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Captura-de-Tela-2012-07-04-às-15.41.01.png" alt="" width="251" height="182" /></p>
<p>É bonito ver como Gustavo lida bem com o sucesso da nova geração, algo nem sempre trivial. É muito marcante a imagem do nadador, que trabalhou como comentarista da Globo em Pequim, descendo as arquibancadas e invadindo a área da piscina para abraçar Cielo depois dele receber sua medalha de ouro.</p>
<p>Não foi só Cielo quem Gustavo inspirou. Uma geração de nadadores teve o paulista como referência, e se hoje pais colocam fotos de seu filho criança de sunga dizendo “é o próximo Cielo” e adolescentes tem o paulista como ídolo, até meados de 2000 muitos cresceram e passaram anos querendo ser Gustavo Borges, metonínima do que era um nadador de sucesso no país.</p>
<p>Este ano, Gustavo Borges foi eleito para o Hall da Fama da natação, e recebeu o prêmio em Fort Lauderlale, nos EUA. Com o feito, ele se junta a Maria Lenk, única brasileira já contemplada com a premiação, em 1988.</p>
<div id="attachment_4840" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4840" title="200livre" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/200livre-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /><p class="wp-caption-text">Prata em Atlanta-1996</p></div>
<p>O currículo do nadador inclui quatro medalhas olímpicas, 17 de panamericanos e quatro recordes mundiais em piscina curta, sendo um deles no 100 livre. Além da carreira medalhada, Gustavo sempre foi exemplo para as novas gerações pela dedicação extrema. São comuns relatos de companheiros de treino que dizem que Gustavo era sempre o primeiro a chegar a piscina e preparar seu material antes de mais uma sessão na água, mesmo nos últimos anos de carreira, encerrada em 2004, nas Olimpíadas de Atenas.</p>
<p>Foi com uma disciplina fora da curva que ele conseguiu levar o curso de Economia na faculdade de Michigan junto aos treinos nos EUA com o treinador o Jon Urbanchek, que esteve na cerimônia do Hall da Fama e entregou a premiação à Gustavo.</p>
<div id="attachment_4841" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-4841" title="Captura de Tela 2012-07-04 às 16.03.30" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Captura-de-Tela-2012-07-04-às-16.03.30-300x196.png" alt="" width="300" height="196" /><p class="wp-caption-text">Bronze no revezamento nas Olimpíadas de Sidney</p></div>
<p>Em Barcelona-1992, já treinando nos EUA, Gustavo nadou pela raia 5 e foi prata no 100 livre, perdendo apenas de Popov, em uma final emocionante sobretudo pelos episódios após a prova, quando apareceu como oitavo colocado no placar. A angustiante espera até a confirmação do segundo lugar contrastou com o sorriso de um gigante de 2,23 metros de envergadura e 2,04 metros de altura no pódio.</p>
<p>No ciclo olímpico seguinte, Gustavo subiu ao pódio no Campeonato Mundial de piscina longa, sendo bronze no 100 livre e no revezamento 4&#215;100. Em Atenas, subiu duas vezes ao pódio em Atlanta, sendo prata no 200 livre e bronze no 100 livre. Até hoje, essa foi a Olimpíada mas medalhada da natação brasileira, somando aos feitos de Borges a medalha de bronze no Fernando Scherer no 50 livre. Em 2000, não nadou tão bem as provas individuais mas fez parte do revezamento bronze no 4&#215;100 livre em Sidney, junto de Xuxa, Carlos Jayme e Edvaldo Valério, a primeira medalha da delegação brasileira na ocasião.</p>
<p><strong>Beatriz Nantes</strong> é criadora do Esporte em Pauta, ex nadadora e apaixonada por natação desde que se entende por gente. Tem um golfinho de pelúcia apelidado Gustavo Borges</p>
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		<title>Histórias do PAN &#8211; Fernando Scherer tricampeão</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>A disputa do 50 livre prometia ser uma das mais fortes da competição, a única contando com o melhor atleta da seleção americana que foi ao PAN, Gary HAll Jr, nada menos do que o campeão olímpico dos 50 livre na época. Mas o outro protagonista era o argentino José Meolans, campeão mundial da prova em piscina curta um ano antes, e que já havia levado o 100 livre no mesmo PAN. E lá estava Scherer]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p>O PAN é uma competição importante para a natação brasileira. Mesmo com a melhora no nível de nossos ateltas nos últimos anos, que permitiu mudar escolhas o como a de 2003, onde o PAN foi privilegiado frente ao Mundial de piscina longa, a competição continental continua tendo grande peso no calendário da CBDA. Para a edição de Guadalajara, nossa seleção completa estará lá, e nossas maiores estrelas César Cielo, Thiago Pereira e Felipe França devem conseguir entregar bons tempos.</p>
<p>Um grande personagem da história de nossa natação já brilhou nessa competição. É Fernando Scherer, o Xuxa, que junto com Gustavo Borges foi o grande nome das piscinas na década de 1990.Ambos são grandes medalhistas de PAN &#8211; Gustavo Borges foi o atleta brasileiro que mais subiu ao pódio na competição até hoje, 19 vezes, enquanto Scherer tem dez medalhas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-235" title="borges e scherer" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/borges-e-scherer.jpg" alt="" width="250" height="171" /></p>
<p>Santo Domingo ficou marcada pela aparição de dois que seriam grandes nomes da natação brasileira a partir dai. Thiago Pereira, então com 17 anos, foi prata no 200 medley, que um ano depois daria a ele sua primeira final olímpica, e bronze nos 400 medley; na mesma prova, Joanna Maranhão também foi bronze no PAN e no ano seguinte conseguiu o melhor resultado da natação feminina do Brasil em toda história, ficando em em quinta em Atenas com 17 anos.</p>
<p>Diante dos novatos, Gustavo Borges,  Scherer e Rogério Romero (que merece um post exclusivo) também brilharam. Os dois ajudaram o revezamento brasileiro a levar o ouro, Borges esteve na prata do 4&#215;200, e conquistou o bronze nos 100 livre &#8211; já pouco competitivo na prova em nível mundial, fez uma opção a meu ver certa e encerrou a carreira em Atenas nadando apenas o revezamento 4&#215;100, sabendo que na prova individual seria difícil brilhar e chegar perto do resultado de Barcelona (prata) e Atlanta (bronze).</p>
<p>Mas a grande surpresa e uma prova memorável ficou por conta de Scherer nos 50 livre. A disputa prometia ser uma das mais fortes da competição, a única contando com o melhor atleta da seleção americana que foi ao PAN, Gary HAll Jr, nada menos do que o campeão olímpico dos 50 livre na época (e que um ano depois se tornaria bi, levando o ouro em Atenas). Mas o outro protagonista era o argentino José Meolans, campeão mundial da prova em piscina curta um ano antes, e que já havia levado o 100 livre no mesmo PAN.</p>
<p>E lá estave Scherer. Bronze nas Olimpíadas de Atlanta sete anos antes (não sei se é possível entender o tamanho e o significado de uma medalha individual olímpica), em Sidney a má atuação individual (não passou das eliminatórias) foi ofuscada por um bronze histórico no revezamento 4&#215;100 livre, com o Brasil se colocando junto aos gigantes Austrália e EUA.Três anos depois, Scherer chegou ao PAN como azarão ao lado dos dois.</p>
<p>Mas Scherer sempre foi guerreiro. Começou tarde na natação, com 17 anos, era surfista, se iniciou com cabelos compridos e loiros e depois ficou conhecido pela cabeça completamente raspada. Nadou ali uma prova irretocável e levou o tricampeonato com 22&#8243;40, deixando os dois rivas para trás, e comemorando do jeito que esse tipo de vitória pede.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-236" title="scherer_pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_pan.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-237" title="scherer_2003" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_2003.jpg" alt="" width="480" height="316" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-238" title="scherer_podio2003" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/scherer_podio2003.jpg" alt="" width="245" height="364" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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