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	<title>Esporte em Pauta &#187; jéssica carvalho</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; jéssica carvalho</title>
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		<title>O 4&#215;200 livre feminino brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 19:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/>O que se viu no PAN foi a melhor atuação das brasileiras neste revezamento desde Atenas-2004, quando conquistaram a segunda final olímpica de revezamento na história da natação feminina do país, terminando em sétimo. Na ocasião, tinhamos Joanna Maranhão, Mariana Brochado, Monique Ferreira e Paulo Baracho, um revezamento consistente com quatro nadadoras nadando entre 2'01-2'02.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="PAN" title="PAN" /><br/><p>Foi uma grata surpresa assistir ao revezamento 4&#215;200 livre feminino no PAN. As análises indicavam que o Brasil teria uma luta difícil apenas pela prata, lutado contra as venezuelanas, capitaneadas pelas irmãs Andreina e Yanel Pinto, terceira e quinta colocadas na prova, com 2&#8217;00&#8243;7 para Andreina e 2&#8217;03&#8243;9 para Yanel. Mas o que se viu foi a melhor atuação das brasileiras desde Atenas-2004, quando conquistaram a segunda final olímpica de revezamento na história da natação feminina do país, terminando em sétimo.</p>
<p><img class="size-full wp-image-260 alignright" title="marianaemonique" src="http://teste.gpizzo.com/wp-content/uploads/2011/10/marianaemonique.jpg" alt="" width="280" height="200" />Na ocasião, tinhamos Joanna Maranhão, Mariana Brochado, Monique Ferreira e Paulo Baracho, um revezamento consistente com quatro nadadoras nadando entre 2&#8217;01-2&#8217;02 (o recorde sulamericano era de Mariana com 2&#8217;01&#8243;17, batido somente com o início da era dos trajes). A rivalidade na piscina entre Monique e Mariana era muito saudável, forçando as duas cariocas a nadar cada vez mais forte.</p>
<p>Em 2004, tivemos o renascimento da natação feminina. Em uma Olimpíada de transição da geração Gustavo Borges e Xuxa para a de Thiago Pereira e Cielo, o Brasil não chegou ao pódio mas esteve em cinco finais, três das quais no feminino, na melhor performance das mulheres até hoje. Uma delas foi Joanna Maranhão, no melhor resultado de nossa história, ficando em quinto, Flavia Delaroli foi oitava no 50 livre, e o revezamento foi sétimo.</p>
<p>Na eliminatória, as meninas nadaram para 8&#8217;05&#8243;58, recorde sulamericano, garantindo vaga para a final, onde melhoraram 29 centésimos e cravaram 8&#8217;05&#8243;29, recorde sulamericano até hoje. Foi uma prova muito especial com quatro nadadoras guerreiras, duas pernambucanas (Joanna e Paula) e duas cariocas, e que selava uma de nossas provas mais fortes, o 200 livre, justamente pelo protagonismo das duas últimas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-261" title="reveza" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza.jpg" alt="" width="200" height="280" /></p>
<p>De lá para cá, Paula e Mariana pararam de nadar, Monique voltou a nadar muito bem próximo às Olimpíadas de Pequim, e ano passado voltou ao Rio depois de anos nadando pela Unisanta e depois pelo Pinheiros. Joanna também se recuperou de percalços e alcançou o índice que garantiu participação individual em Pequim. Na ocasião, o 4&#215;200 foi o único sem participação brasileira, evidenciando como aquele 4&#215;200 de quatro anos antes fora resultado de uma geração muito forte de nadadoras da prova.</p>
<p>Desconsiderando os tempos feitos com trajes, nos últimos tempos as nadadoras não conseguiram superar a casa dos 2&#8217;03. Promessas acabaram não vingando e Tatiana Lemos se especializou mais nos 100 livre.</p>
<p>Sob este contexto, foi muito importante os 8&#8217;09&#8243; e a prata registrada na noite de terça feira em Guadalajara. A começar pelo tempo de Joanna, que abriu para 2&#8217;01&#8243;46, marca muito boa considerando a altitude e os fatos dela ter acabado de sair da final do 200 medley, onde conseguiu o bronze e superar seu melhor tempo sem trajes, e os 200 livre não serem sua principal prova. Jéssica Cavalheiro e Tatiana Lemos nadaram para 2&#8217;03, enquanto Manuella Lyrio, que tem voltado a nadar bem, marcou 2&#8217;01&#8243;22, tempo muito respeitável.</p>
<p><img class="aligncenter  wp-image-262" title="4x200pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/4x200pan.jpg" alt="" width="480" height="718" /></p>
<p>Claro que pensando na marca da Atenas comparada com essa tivemos uma involução, e ninguém nega isso. Mas este cenário posto, e pensando no que virá, o tempo de ontem foi uma inflexão importante para reverter este quadro. Precisamos de meninas de 20 anos, como Mariana em 2004, voltando a nadar para 2&#8217;01 e 2&#8217;00 e a brigar por finais internacionais, da força de Joanna, que não pode deixar de ser citada como referência para esta prova no Brasil. Jéssica Carvalho tem tudo para ser um desses nomes, além de outras que vem se destacando no cenário nacional &#8211; como Ana Araújo, cortada a uma semana do PAN, que foi lembrada por Joanna na entrevista após a prova.</p>
<p>Outro ponto que me agradou muito foi a fala de Tatiana Lemos. Veterana da seleção, ela comentou que havia tempo que o Brasil não nadava bem esta prova, e este tempo já era razoável (palavras dela). Esse tipo de autocrítica é muito importante e mostra que no caso dessas quatro, não há acomodação ou ingenuidade &#8211; elas sabem o que precisa melhorar e estão lutando por isso.</p>
<p>*</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-263" title="reveza" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza1.jpg" alt="" width="480" height="320" /><em>4&#215;200 Brasil 2011</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-264" title="reveza2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/reveza2.jpg" alt="" width="280" height="200" /></p>
<p><em>4&#215;200 Brasil 2004, no melhor momento da carreira das quatro e prestes a fazer a melhor marca sulamericana da prova até hoje</em></p>
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		<title>Finkel &#8211; 2o dia</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 18:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>Hoje não consegui assistir às provas pela televisão mas dei uma olhada nos resultados da CBDA. No geral, mais um dia com tempos um pouco fracos, bom para novos nomes que aproveitam para subir ao pódio, e atletas da elite brasileira mas que não foram ao Mundial se destacando (Nicholas e João Junior são os [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>Hoje não consegui assistir às provas pela televisão mas dei uma olhada nos resultados da CBDA. No geral, mais um dia com tempos um pouco fracos, bom para novos nomes que aproveitam para subir ao pódio, e atletas da elite brasileira mas que não foram ao Mundial se destacando (Nicholas e João Junior são os maiores exemplos). Tivemos três finais na etapa (50 livre, 200 livre e 400 medley) e duas semifinais (100 borboleta e 100 peito).</p>
<p>No 50 livre, Flávia piorou o tempo das semi mas se manteve como principal velocista do Brasil. Em segundo, Alessandra<img class="alignright size-medium wp-image-173" title="Captura de tela 2011-08-31 às 14.07.07" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/08/captura-de-tela-2011-08-31-c3a0s-14-07-071.png?w=300" alt="" width="300" height="195" /> Marchioro, dez anos mais nova que Flávia, nadou bem para 25&#8243;72. Na frente das duas, Inge Dekker não fez nada de espetacular, nadando para 25&#8243;36, mas atendendo ao motivo porque foi trazida pelo Minas: levar os 35 pontos para o clube. Na prova masculina, apesar das justificativas de Cielo para uma possível derrota antes da prova, deu o óbvio e ele levou com 21&#8243;97. Nicholas nadou bem e venceu Fratus, fazendo a dobradinha do Flamengo no pódio, mas ainda não chegou ao tempo do índice.</p>
<p>No 400 medley, boa disputa entre as duas estrangeira. Entre a argentina medalhista olímpica em 2004, Georgina Bardach (Unisanta) e a espanhola campeã mundial de curta, Mireya Belmonte (Flamengo), a segunda levou a melhor mesmo virando dois segundos atrás nos 300 metros, fechando para 1&#8217;05 contra 1&#8217;08 da argentina. Entre as brasileiras, Julia Gerotto levou a melhor com 5&#8217;01, seguida da fundista do corinthians Maria Caroline Ferreira e Larissa Cieslak.Entre os homens, Thiago Pereira administrou a prova e ficou com o ouro com 4&#8217;24&#8243;, com Renato Barufi garatindo a dobradinha corinthiana ao marcar 4&#8217;25&#8243;5. Diogo Yabe fechou o pódio com 4&#8217;27.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-174" title="Captura de tela 2011-08-31 às 14.06.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/08/captura-de-tela-2011-08-31-c3a0s-14-06-36.png?w=300" alt="" width="300" height="198" />O 200 livre feminino valeu mais pela disputa do que pelo tempo em si. Desde a aposentadoria de Mariana Brochado e da má fase de Monique Ferreira, que antes lutavam por índices para as competições de ponta &#8211; foi nessa prova a primeira final do Brasil em revezamentos femininos em Olimpíadas, em 2004 &#8211; ,a prova vem mostrando resultados fracos, e acho difícil que alguma nadadora consiga nadar para baixo de 1&#8217;58&#8243;20 e carimbar o passaporte para Londres. De qualquer forma, Jéssica Cavalheiro merece os méritos e nadou muito bem, cravando 2&#8217;02&#8243;62 e vencendo a americana Kimberly Vanderbergh por 8 centésimos. Manuella Lyrio completou o pódio do Minas com 2&#8217;02&#8243;90.</p>
<p>No masculino, prova marcada por mais falhas, com placar errando mais uma vez &#8211; dessa vez pior, pois ao invés de não dar os tempos colocou Fernando Ernesto como campeão, que chegou a comemorar e dar entrevista, quando na verdade terminou em quinto. Quem venceu foi outro mas os 35 pontos foram mesmo para o Corinthians &#8211; o venezuelano Daniel Tirabassi levou o ouro com 1&#8217;50&#8243;61 após boa disputa com Rodrigo Castro, que aos 33 anos continua sendo um dos principais nomes da prova no Brasil, desbancando as novas promessas. Completando o pódio, nem Minas, nem Corinthians, nem Flamengo, nem Pinheiros: o bronze foi para o Curitibano, com Eduardo Duarte.</p>
<p>Sem Gabriella Silva, a disputa no 100 borboleta amanhã promete ser boa com Daynara de Paula (já com índice olímpico para a prova, aliás a única mulher até o momento), Daniele Paoli e Daiene Marçal. Fabíola, provando a versatilidade, também está na final com tempo classificatório na casa de 1&#8217;01&#8243;. No masculino, Mangabeira está com o primeiro tempo mas ainda 7 décimos distante do índice olímpico, quem sabe sai amanhã.</p>
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