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	<title>Esporte em Pauta &#187; marcelinho machado</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; marcelinho machado</title>
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		<title>Pra fazer bonito</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 23:42:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Devemos levar os jogadores brasileiros que atuam na NBA e não participaram do pré-olímpico? Primeiramente, já podemos excluir dessa análise o pivô Tiago Splitter, que representou o Brasil em praticamente todas as competições nos últimos anos. Outro atleta que talvez já tenha a vaga assegurada no time de Rubén Magnano é Anderson Varejão, que vive a melhor fase da carreira e chegou a ser convocado pra o pré-olímpico e se apresentou, mas acabou sendo cortado devido a uma lesão no tornozelo direito. Leandrinho Barbosa e Nenê Hilário são dois casos mais delicados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Como havia prometido no ultimo <a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/olimpiadas-o-que-queremos">post</a>, quando escrevi sobre a volta de seleção masculina de basquetebol aos Jogos Olímpicos, dessa vez vou tentar explicar por quais motivos levaria os jogadores brasileiros que atuam na NBA e não participaram do pré-olímpico, em agosto na Argentina, onde o Brasil conseguiu a classificação para as Olimpíadas após 15 anos.</p>
<p>Primeiramente já podemos excluir dessa breve análise o pivô Tiago Splitter, jogador do San Antonio Spurs, que representou o Brasil em praticamente todas as competições nos últimos anos, vive um bom momento na NBA e já tem sua convocação praticamente garantida.</p>
<p>Outro atleta que talvez já tenha a vaga assegurada no time de Rubén Magnano é Anderson Varejão. Pivô do Cleveland Cavaliers, o brasileiro vive atualmente a sua melhor fase na NBA e é considerado por técnicos e jogadores um dos melhores pivôs na liga. Com médias de 10,8 pontos e 11,5 rebotes por jogo, Anderson é visto hoje pela sua equipe como indispensável, tanto que o dono do time da Cleveland já disse por várias vezes que ele é um jogador inegociável.</p>
<p>Lembrando que ele chegou a ser convocado pra o pré-olímpico e se apresentou, mas acabou sendo cortado devido a uma lesão no tornozelo direito. Hoje vejo Varejão como um dos melhores defensores da liga americana e gostaria muito de poder contar com ele no time. Alto, não muito forte mas bastante ágil, e que pelo que vem jogando provavelmente só fica atrás de Dwight Howard, astro do Orlando Magic.</p>
<p>Após anos sendo criticado pelo seu baixo potencial ofensivo e pelo pouco que ele produzia no ataque dos Cavaliers, porém nessa temporada Varejão vem mostrando que é sim capaz de ajudar muito o time também no ataque.</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=PowUbrqHJcc&#038;feature=related</p>
<p>Vale a pena lembrar que, infelizmente, no último dia 10 ele acabou sofrendo uma micro fratura na mão durante a derrota da sua equipe para o Milwaukee Buckse e ainda não tem previsão de volta as quadras.</p>
<p>Agora vamos aos dois casos mais delicados do basquete brasileiro. Leandrinho Barbosa e Nenê Hilário. O primeiro sempre esteve presente nos campeonatos disputados pelo Brasil e alegou uma contusão para não ir a Mar Del Plata. Já Nenê tem um histórico de confusões com a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e consequentemente com a <a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/pra-fazer-bonito/attachment/leandrinho" rel="attachment wp-att-1066"><img class="alignleft size-full wp-image-1066" title="leandrinho" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/leandrinho.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>seleção, sempre é convocado para jogar pela Seleção, mas quase todo às vezes alega algum problema de saúde ou familiar e acaba pedindo dispensa. Os dois jogadores vivem bons momentos na NBA (mas em um nível abaixo de Anderson Varejão) e podem ser peças fundamentais em uma campanha vitoriosa esse ano nas Olimpíadas. A questão é se devemos dar uma segunda chance (ou terceira, quarta, etc, no caso de Nenê) para eles.</p>
<p>Pessoalmente acredito que Leandrinho seja peça importantíssima para o Brasil, bom chutador da linha dos três pontos e muito veloz nos contra ataques. Agora já vejo Nenê com um pé atrás, mas que seria um belo jogador para completar o elenco e ter seus minutos em quadra, principalmente, para dar descanso aos outros pivôs da seleção (Varejão e Splitter). Além disso, ainda pode ser muito importante para dar um pouco mais de força ao garrafão brasileiro.</p>
<p>Por hora, se fosse Rubén Magnano, montaria o time com Marcelinho Huertas (armador), Leandrinho (ala-armador), Alex Garcia (ala), Anderson Varejão (ala-pivo) e Tiago Splitter (pivô). Não sei se é o melhor que temos, mas é um time que eu vejo com condições de jogar bem contra um estilo de basquete de muita força e velocidade.</p>
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		<title>Olimpíadas: o que queremos?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Basquete]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Depois de conquistar a vaga para Londres no pré-olímpico da Argentina, onde ganhou, depois de muito tempo, dos donos da casa, a seleção brasileira voltou de Mar Del Plata com uma medalha e uma interrogação na mala: Quem serão os jogadores que irão representar o Brasil nas Olimpíadas? O motivo de tanta polêmica é: devemos contar com os jogadores que, por algum motivo, pediram dispensa da Seleção Brasileira que disputou o campeonato classificatório em agosto passado?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Um dos principais destaques dos Jogos Olímpicos de Londres este ano não poderia deixar de ser à volta (em um grande momento) da seleção masculina de basquetebol. Fora das ultimas três edições das olimpíadas e de resultados inexpressivos nos últimos campeonatos mundiais, em 2011 o Brasil voltou a ser grande. Depois de conquistar a vaga para Londres no pré-olímpico da Argentina, onde ganhou, depois de muito tempo, dos donos da casa (e não um rival regional qualquer, um dos melhores times do mundo nos últimos anos), a seleção brasileira voltou de Mar Del Plata com uma medalha e uma interrogação na mala: Quem serão os jogadores que irão representar o Brasil nas Olimpíadas?</p>
<p>O motivo de tanta polêmica é: devemos contar com os jogadores que, por algum motivo, pediram dispensa da Seleção Brasileira que disputou o campeonato classificatório em agosto passado? Independente dos motivos, jogadores como Nenê, Anderson Varejão e Leandrinho foram julgados e crucificados por grande parte da imprensa que, no mais absurdo dos comentários, dizia que se o Brasil conseguiu a classificação para os Jogos sem esses atletas não precisaríamos deles em Londres.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/olimpiadas-o-que-queremos/attachment/selecao" rel="attachment wp-att-943"><img class="aligncenter  wp-image-943" title="selecao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/selecao.jpg" alt="" width="521" height="367" /></a></p>
<p>O ponto que quero tocar é exatamente esse. Realmente não precisamos desses jogadores para participar dos Jogos, poderíamos levar somente os jogadores que disputaram o pré-olímpico. Mas a pergunta que fica é: O que nos queremos de Londres? Queremos ir para desfilar na cerimônia de abertura ou vamos tentar (isso mesmo, tentar) jogar de igual para igual com as grandes equipes do mundo?</p>
<p>É evidente que temos jogadores de potencial atuando aqui no Brasil, com a NBB tomando cada dia mais corpo e se tornando um campeonato de bom nível técnico, com vários atletas se destacando e que ajudariam muito o Brasil em uma campanha vitoriosa nas Olimpíadas. Jogadores como o incansável Marcelinho Machado (Flamengo) hoje com média de mais de 26 pontos por jogo, ou então do ala Marquinhos (Pinheiros) que após uma passagem pouco proveitosa na NBA voltou a jogar em alto nível. Sem esquecer outros jogadores que estão apresentando um bom basquetebol pelo campeonato nacional como: Guilherme Giovannoni (Brasília), Alex Garcia (Brasília), e Olivinha (Pinheiros) esse último com menos chances de ir para Londres do que os outros quatro.</p>
<p>Contando com os jogadores da NBB e mais alguns atletas que atuam nas principais ligas pelo mundo, o time brasileiro já apresenta um elenco com bom potencial, ainda mais se já dermos como certa a convocação de Tiago Splitter, pivô do San Antonio Spurs, que em sua segunda temporada na NBA vem conquistando cada vez mais espaço no time e saindo do banco de reservas para uma média de 9,2 pontos por jogo. Mas, sem dúvida, hoje o principal jogador da Seleção Brasileira e um dos responsáveis pela classificação aos Jogos Olímpicos é o excelente Marcelinho Huertas, armador recentemente contratado pelo Barcelona, que na fase final do Campeonato Europeu de Basquete (Euroliga) vem registrando média de 10 pontos por jogo e incríveis 63% de aproveitamento nos arremessos de três pontos.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/olimpiadas-o-que-queremos/attachment/marcelinho" rel="attachment wp-att-942"><img class="aligncenter size-full wp-image-942" title="marcelinho" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/marcelinho.jpg" alt="" width="619" height="464" /></a></p>
<p>Com esses jogadores o Brasil tem tudo para jogar bem contra algumas equipes como China, Tunísia, Austrália e Grã-Bretanha e até mesmo a Argentina, mas pensar em brigar por medalha já é algo mais distante. Se quisermos voltar a ser referência no basquete mundial precisamos engolir o orgulho e levar a Londres o que realmente temos de melhor.</p>
<p>No próximo post vou tentar explicar por quais motivos levaria o trio da NBA para Londres.</p>
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		<title>Just do it (sobre a beleza de chegar lá)</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 01:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>É um prazer sem tamanho ver qualquer atleta conquistando seu sonho. Sabendo do passado de derrotas e da luta da Seleção Brasileira Masculina de Basquete, assistir à conquista da vaga para as olimpíadas é uma honra e o tipo de coisa que emociona de verdade. Desde a participação em 1996, em Atlanta, o Brasil não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>É um prazer sem tamanho ver qualquer atleta conquistando seu sonho. Sabendo do passado de derrotas e da luta da Seleção Brasileira Masculina de Basquete, assistir à conquista da vaga para as olimpíadas é uma honra e o tipo de coisa que emociona de verdade.</p>
<p>Desde a participação em 1996, em Atlanta, o Brasil não faz parte das equipes que lutam pela consagração nas Olimpíadas. Na última ainda havia Oscar &#8211; acho fundamental que um esporte tenha ídolos, mas é importante também que eles sejam superados, não no sentido de serem esquecidos, mas que um esporte consiga andar para frente mesmo depois que um de seus heróis parou.</p>
<p>No 7 de setembro do ano passado, o Brasil jogou como há muito não se via e colocou pressão na Argentina. Doeu ver o choro de Marcelinho Huerta e a incredulidade dos jogadores nas entrevistas, que chegaram tão perto de derrotar o rival (não um mero rival regional, um rival que é um dos melhores do mundo). Chegaram perto, mas não conseguiram, e como isso dói.</p>
<p>Os últimos quatro dias foram a exaltação do que significa chegar lá. Vejo beleza na busca de um sonho, na preparação,  jornada inteira, nas dores superadas e em tudo que envolve meramente estar numa disputa competindo de igual para igual. Mas como é bom, no final, conseguir também. A beleza e a crueldade do esporte está em saber que muitas vezes, a maioria, os dois lados estão dando o sangue e tendo o jogo de sua vida nas quadras, piscinas, nos ginásios. Há histórias bonitas e superação nas duas metades do campo. E hoje foi o dia  da metade brasileira, sem suas maiores estrelas da NBA, com o genial técnico argentino, e um time focado daquele jeito que dá gosto de ver chegar lá.</p>
<p>Com basquete, sou igual aqueles que torcem meramente quando há uma disputa escancarada na TV. Igual às pessoas que torcem para o Cielo só nas Olimpíadas sem nem saber quem ele era até ai.</p>
<p>Então, hoje o meu brinde vai para todos os apaixonados por basquete, que como eu em Pequim vendo Cielo, Thiago, Kaio e Gabriella, choraram vendo ali a redenção dos brasileiros fazendo o esporte de suas vidas.</p>
<p>Vai para os comentaristas da Sportv, visivelmente abalados ano passado na derrota do Mundial, visivelmente emocionados hoje ao narrar o resultado para que tanto torciam (que coisa bonita ver profissionais se emocionando ao trabalhar).</p>
<p>Vai para a mãe e pai do Marcelinho, e de todos os outros pais que não estavam lá, e choraram vendo seus filhos alcançando a redenção.</p>
<p>Vai para meu irmão, chorando em casa em São Paulo ao assistir essa vitória (vale a pena ler seu texto sobre o jogo <a href="http://simplesmenteesporte.wordpress.com/2011/09/11/londres/">aqui </a>)</p>
<p>E vai para os jogadores que, mais do que terem conquistado a vaga para o Brasil, fizeram hoje o jogo de suas vidas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-209" title="huerta" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/huerta.jpg" alt="" width="341" height="496" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="vitoria" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/09/vitoria.jpg" alt="" width="307" height="446" /></p>
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