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	<title>Esporte em Pauta &#187; MAtheus Santana</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; MAtheus Santana</title>
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		<title>Matheus Santana: &#8220;quero estar em 2016 e disputar medalha&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2014 19:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Natação]]></category>
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		<category><![CDATA[MAtheus Santana]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Os resultados não mentem: Matheus Santana já é uma realidade. O juvenil que bateu os fortes recordes de categoria de Cesar Cielo conquistou, no Sulamericano deste ano, seu primeiro resultado de alto nível no absoluto]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Os resultados não mentem: Matheus Santana já é uma realidade. O juvenil que bateu os fortes recordes de categoria de Cesar Cielo conquistou, no Sulamericano deste ano, seu primeiro resultado de alto nível no absoluto: ouro nos 100 livre, vencendo a prova com 49”13. Diabético desde os 8 anos, Matheus foi cortado da seleção brasileira para o Mundial Junior no meio do ano passado, pouco depois de trocar o Botafogo pela Unisanta, e diz que usou o corte como motivação para voltar melhor no segundo semestre. Ele fala sobre isso na entrevista, além de contar sobre seu início na natação, o objetivo para esse ano (que não é o Pan Pacific!), sua rotina e  o que espera de 2016.</p>
<p><b>Beatriz Nantes: Hoje você é velocista, mas levantamos seus resultados desde petiz e vimos que sua primeira medalha de Brasileiro foi nos 200 livre, no brasileiro de inverno infantil 1. Como era seu treino na época?<br />
</b>Matheus Santana: Foi isso mesmo, minha primeira medalha foi nos 200 livre. Na época eu treinava metragem muito grande. Quando tinha dobra, chegava a nadar 10 mil metros. Eu nadava muito mais provas que hoje, cheguei a nadar 200 borboleta e 1500 livre. O treino não era tão específico.</p>
<p><b>BN: Você gostava?<br />
</b>MS: Eu gostava mais de nadar os 100 livre e os 200. Nadava bastante borbo também, e gostava.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/santana.jpg"><img class="alignright" alt="santana" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/santana.jpg" width="290" height="423" /></a></p>
<p>Matheus defendeu o Botafogo até 2012</p>
<p><b>BN: Onde você começou a nadar? Fazia outros esportes quando era mais novo?<br />
</b>MS: Comecei a nadar numa escolinha no Fluminense e depois fui para o Olaria. No petiz, fui para o Botafogo, onde fiquei até 2012. Quando era menor eu fazia jiu jitsu, e cheguei a fazer escolinha de futebol. Mas sempre gostei de nadar.</p>
<p><b>BN: Depois dessa medalha dos 200 livre, você ficou dois brasileiros sem pegar pódio, e foi voltar no infantil 2, bronze nos 50 livre. Você acha que nadar uma prova tão competitiva no Brasil em todas as categorias, como as de velocidade, te ajudou a não se acomodar? Como foi essa época?<br />
</b>MS: Depois da medalha dos 200 livre, fiquei uma época sem conseguir me destacar, fiquei meio desmotivado com a natação. Mas eu sempre treinei forte, sempre busquei objetivos que eu estabeleci para mim. Depois no intantil 2, fui evoluindo um pouco mais, e acho que isso foi importante para não me deixar desistir, não me desmotivar. No infantil eu treinava muito. A partir do juvenil foi quando eu comecei a especificar mais.</p>
<p><b>BN: Você sempre quis ser nadador “profissional”, mesmo nessa época? Já sonhava com isso desde novo?<br />
</b>MS: Sempre sonhei em ser nadador profissional, chegar em uma Olimpíada. Mas de uns tempos para cá que eu acho que comecei a chegar mais perto.</p>
<p><b>BN: Teve algum momento, alguma prova ou competição, que deu um clique e você percebeu isso?<br />
</b>MS: Acho que o divisor de águas foi um 100 livre no Open quando eu era juvenil 1, em 2011. Eu fiz 51” na época. Era um tempo que na época, para juvenil, as pessoas olhavam e falavam “nossa, tá nadando pra caramba!”. Ali eu percebi que podia dar algo a mais. Dali em diante eu fiquei muito focado, mais motivado.</p>
<p><b>BN: Você tem algum ídolo na natação?<br />
</b>MS: Eu acompanho bastante o Cielo nadando, ele tem um talento inquestionável. Mas quem eu me espelho mesmo é no Nicholas [Santos, campeão mundial do 50 borboleta em piscina curta, esteve em duas Olimpíadas]. Gosto do jeito que ele lida com as coisas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/nicholasematheus.jpg"><img class="aligncenter" alt="Ao lado do ídolo e companheiro de equipe, Nicholas Santos" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/nicholasematheus.jpg" width="640" height="426" /></a></p>
<p>Ao lado do ídolo e companheiro de equipe, Nicholas Santos</p>
<p><b>BN: Já falou isso para ele?<br />
</b>MS: Já. Ele fica rindo, falando “ah, quando você ganhar uma medalha olímpica não vai esquecer de mim”.</p>
<p><b>BN: Você disse que começou a especificar o treino no juvenil, e em que momento começou trabalho de musculação?</b><br />
MS: Desde o infantil 2 eu já trabalhava com um pouco de peso, não musculação, mas já fazia trabalho com peso. Musculação mais intensivo mesmo foi a partir do juvenil 1 para o 2.</p>
<p><b>BN: Sua ascenção a partir do juvenil 1 foi bem rápida. Você ganhou seu primeiro título de brasileiro e no ano seguinte já bateu recorde do Cielo. Bater os recordes dele era algo que você tinha como objetivo?</b><br />
MS: Aconteceu de forma natural. Eu não ficava procurando o recorde, foi algo que aconteceu.</p>
<p><b>BN: Como você se motiva? É daqueles que anota um tempo e guarda para você, cola no quarto, penso nos objetivos no início do ano…<br />
</b>MS: Eu consigo me motivar no começo do ano colocando objetivos na cabeça. Consigo ficar bem focado e deixar isso bem claro na minha cabeça, lembro disso quando eu treino. Consigo me motivar sozinho.</p>
<p><b>BN: Você gosta de treinar?</b><br />
MS: Eu gosto. Sou uma cara que gosto de sentir dor no treino, gosto de dar meu máximo todo dia.</p>
<p><b>BN: E de competir?</b><br />
MS: Sou bastante competitivo. Gosto de estar sempre competindo.</p>
<p><b>BN: Como foi a decisão de sair do Botafogo? Vários clubes devem ter te procurado, qual o diferencial da Unisanta?<br />
</b>MS: No Botafogo eu não estava mais tendo a estrutrura que precisava, não tinha mais um suporte para continuar motivado. Procurei alguns clubes e alguns clubes me procuraram. Mas eu já tinha contato com o Marcio Latuf, a gente já se conhecia e acabou fechando esse acordo. Foi meio difícil a adaptação no começo, mas depois de um mês eu já consegui me adaptar legal, ajeitar meu nado, a o Marcio fez um trabalho para ajeitar a técnica e a estratégia de prova. Hoje em dia a gente se dá super bem, acho que estou 100% bem aqui, tenho tudo que eu preciso. Estou feliz no Unisanta.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/Captura-de-Tela-2014-03-30-%C3%A0s-23.47.26.png"><img class="alignleft" alt="Foto: Satiro Sodré/SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/Captura-de-Tela-2014-03-30-%C3%A0s-23.47.26.png" width="367" height="242" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré/SSPress</p>
<p><b>BN: Seus pais foram para Santos com você?<br />
</b>MS: A princípio eu iria morar sozinho, depois o meu pai veio passar um tempo comigo. Ele gostou da cidade, do ambiente de treinamento, e agora ele fica aqui, e volta quando eu vou viajar.</p>
<p><b>BN: Como está sendo viver em Santos? Sente muita falta do Rio?</b><br />
MS: Às vezes sinto da familia, dos meus amigos… mas morar aqui é bem parecido com o Rio, Santos é um mini Rio (risos).</p>
<p><b>BN: Você está estudando?</b><br />
MS: Não comecei a faculdade ainda. Estou meio em dúvida, nao sei direito o que vou fazer.</p>
<p><b>BN: Quando você descobriu que tinha diabetes? Como lida com isso?</b><br />
MS: Fiquei diabético com 8 anos. Nunca me atrapalhou até o dia que eu deixei de morar com meu pai e minha mãe. Eu pisei um pouco na bola, e aconteceu tudo o que aconteceu. No final, foi importante para eu ter uma consciência melhor.</p>
<p><b>BN: Como foi esse momento? No primeiro semestre você nadou um pouco acima dos seus melhores tempos.</b><br />
MS: No começo do ano passado eu tive muitas viagens, a cada duas semanas viajava para algum lugar. Primeiro teve Austrália, depois Sulamericano, clínica em Brasília, depois Multinations, Brasileiro Junior. Acho que não deu para encaixar legal no treinamento, sempre dava uma quebrada. Isso que me atrapalhou um pouco. Depois a gente conseguiu parar e teve um longo período de treino, e começou a funcionar. Depois não pude competir o Mundial Junior e começou tudo de novo do zero. Tive um tempinho, um mês e meio, e consegui encaixar o treino.</p>
<p><b>BN: Como foi ficar fora do Mundial Junior? <em>[Matheus foi cortado em função do tratamento de diabetes]</em></b><br />
MS: Foi bem dificil. Eu fiquei bem chateado. Chorava com o Marcio, com a minha namorada, com a minha mãe… Mas eu procurei esquecer um pouco. Fiquei umas três semanas sem treinar, voltei para o Rio. Procurei não saber dos resultados, dar uma afastada mesmo. Depois que passou, que eu consegui digerir esse corte que eu tive, acho que eu consegui realmente começar do zero. Do zero no tratamento, no treinamento, em tudo. E consegui lidar bem com isso.</p>
<p><b>BN: A seleção fez várias homenagens para você lá. Você tem muitos amigos na natação?</b><br />
MS: O grupo que foi para Dubai era um grupo bem único. Já vinha de várias seleções juntos. Quando eu vi, fiquei bem emocionado. Mandei mensagem pra eles no mesmo dia, achei bem bacana.</p>
<p><b>BN: No próprio ano você voltou com tudo. Melhorou os tempos, classificou para o Sulamericano. A quê e a quem você atribui essa sua melhora no desempenho?</b><br />
MS: A minha vontade depois do corte era dar a volta por cima, mostrar para mim mesmo que esse corte tinha sido drástico mas ao mesmo tempo importante pra minha consciência de diabético, que isso ajudaria meu treinamento. Fiquei bem motivado pelo corte na verdade, me motivou a conseguir buscar meus resultados o mais rápido possível. No Brasileiro Junior, eu esperava nadar um pouco melhor. Não só o tempo, mas nadar a prova melhor. Acabei passando um pouco forte e dei uma cansada no final. No Open, eu já nadei um pouco melhor, dividi melhor. E no Sulamericano eu acho que foi a melhor prova nadada por mim. Saída boa, virada boa. Estou chegando perto dos meus objetivos de tempo e da forma que eu espero nadar os 100 livre.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/Captura-de-Tela-2014-03-31-%C3%A0s-00.00.43.png"><img class="aligncenter" alt="Sula: Título absoluto no 100 livre" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/Captura-de-Tela-2014-03-31-%C3%A0s-00.00.43.png" width="607" height="406" /></a></p>
<p>Sula: Título absoluto nos 100 livre</p>
<p><b>BN: Você estava descansado no Sula?</b><br />
MS: A gente não estava descansado, mas diminuiu um pouco o volume de treino. Eu cortei a dobra da semana também. Só que eu tava com uma sensação boa na água, isso ajudou.</p>
<p><b>BN: E agora para o Maria Lenk? Como estão os treinos e qual o objetivo?</b><br />
MS: Ainda estamos no finalzinho do específico, com treino forte. No fim de semana que vem, começa o pré polimento, tem competição em Santos, e aí começa o polimento. Primeiro eu tô pensando nas Olimpíadas da Juventude, mesmo que faça índice para o Pan Pacific eu acho que vou focar nos Jogos da Juventude.</p>
<p><b>Pergunta do leitor – </b><b>Gustavo Cardoso</b><b>: Matheus vem sendo apelidado de ” o novo Cielo”, como ele lida com essa comparação e se isso o ajuda ou atrapalha na hora das competições.<br />
</b>MS: Eu na verdade não lembro disso no dia a dia, só quando alguém me pergunta.  Eu acho que é uma coisa boa, mas não gosto de ficar sendo toda hora comparado ao Cielo. O Cielo é o Cielo, nada de um jeito, eu de outro. Claro que ser comparado com o melhor velocista do mundo é legal. Mas primeiro penso em fazer o meu trabalho, para depois pensar em chegar onde ele chegou.</p>
<p><b>BN: Você já pensa em 2016?<br />
</b>MS: Eu tô pensando aos poucos, um passo de cada vez. O Marcio sempre fala isso para mim. Mas em 2016, eu espero estar lá e nadar o revezamento e a prova, e quero disputar medalha.</p>
<p><b>BN: E os 200 livre, que te deu sua primeira medalha de brasileiro. Você pensa em focar?</b><br />
MS: Tinha muito tempo que eu não nadava bem os 200 livre. No Brasileiro Junior, consegui fazer uma divisão meio maluca da prova, mas deu certo. Agora vou nadar o Maria Lenk, a gente vai ver o que vai sair, para ver as possibilidades.</p>
<p><b>BN: Mentalmente, você se sente preparado? Como é competir contra nomes como Cielo e Fratus?<br />
</b>MS: Cada um tem seu jeito de lidar com a pressão. Eu sou bem tranquilo quanto a isso, consigo não deixar esse negócio de pressão me afetar muito. E tem outra coisa, eu acho que os dois estão bem focados nos 50 livre, e eu vejo que minha prova principal hoje é os 100 livre. A pressão de nadar com eles não me afeta muito, eu sei que na competição vou estar preparado, pronto pra dar meu melhor.</p>
<p><strong>BN: Sua prova preferida é os 100 livre?</strong><br />
MS: Eu gosto bastante de nadar o 100 livre. Tinha uma dificuldade na saída para o s50, eu ficava pra trás. Acho que agora já acertou, dá para nadar bem esse cinquentinha.</p>
<p><b>Pergunta do leitor – </b><b>Vítor Anfrizio</b><b>: Qual a rotina dele (treino físico, dieta, dobras etc.).<br />
</b>Treino na parte da manhã, de segunda a sábado, e dobro duas vezes na semana, na terça e quinta. De manhã a gente faz musculação e preparo antes do treino, depois a gente cai das 9h às 11h30 mais ou menos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/latuf.jpg"><img class="aligncenter" alt="Com o técnico Marcio Latuf" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/latuf.jpg" width="512" height="512" /></a></p>
<p>Com o técnico Marcio Latuf</p>
<p><strong>BN: Como foi o trabalho que você fez na Unisanta para aprimorar seu estilo? </strong><br />
MS:  O Marcio logo percebeu que a minha técnica não era das melhores. A gente fez um trabalho de técnica, de diminuir braçada, diminuir a frequência, aumentar a força, e de melhorar a técnica e a pernada. Meu pé saia muito fora da água, fizemos trabalho subaquático para ver o quão eficiente era minha braçada. Isso tudo me fez melhorar. Ele é um cara que todo dia cobra a mesma coisa. Não dá para esquecer que ele vai estar lá.</p>
<p><strong>BN: Qual seu treino ou série preferida?<br />
</strong>MS: A gente faz um monte, não consigo lembrar da preferida. Mas eu gosto de série na porrada. AN, fazer força, eu gosto.</p>
<p><b>BN: Dê um recado aos leitores do blog.<br />
</b>MS: Eu queria agradecer as mensagens que eu recebi pelo Sulamericano. Agradecer a torcida do pessoal e mandar um beijo pra todo mundo.</p>
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		<title>Os destaques do Sulamericano Juvenil de natação</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 20:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Bruna Primati]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>O Brasil venceu fácil o Sulamericano Juvenil de natação, conquistando no total 73 medalhas (43 ouros, 25 pratas e 05 bronzes). Das 60 provas disputadas, o Brasil ganhou 43 (71%), sendo a maioria no feminino (23), um dado interessante. A campanha também mostrou evolução no número de ouros frente ao último Sulamericano. Indo além da comemoração do resultado, vale a pena destacar alguns pontos e atletas. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>O Brasil venceu fácil o Sulamericano Juvenil de natação, conquistando no total 73 medalhas (43 ouros, 25 pratas e 05</p>
<div id="attachment_9930" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/185081_302453_sula2013___brasil_campeao_web_.jpg"><img class="size-medium wp-image-9930" title="185081_302453_sula2013___brasil_campeao_web_" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/185081_302453_sula2013___brasil_campeao_web_-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Satiro Sodré</p></div>
<p>bronzes). Das 60 provas disputadas, o Brasil ganhou 43 (71%), sendo a maioria no feminino (23), um dado interessante. A campanha também mostrou evolução no número de ouros frente ao último Sulamericano, em 2011, quando foram 35 medalhas de ouros dentre as 74 no total.</p>
<p>O mérito de ser campeão do continente com essa hegemonia desde as categorias de base é inegável, e não preciso nem mencionar o quanto é absurdamente legal para um jovem de 15 anos é subir a um pódio de Sulamericano. Isso é fato. Mas não é novidade para ninguém que o Brasil é a maior força da América do Sul. Indo além da comemoração do resultado, vale a pena destacar alguns pontos e atletas.</p>
<p><strong>Costas masculino: Brasil bem servido<br />
</strong>Já escrevi algumas vezes que há uma geração boa de nadadores de costas nas categorias de base no masculino, quebrando recordes brasileiros e que podem começar a incomodar no absoluto ainda neste ciclo olímpico. No juvenil B, Victor Guaraldo e Gustavo Lozada fizeram dobradinha, ambos nadando abaixo de 57’’7. Essa disputa acirrada entre os dois acontece há algum tempo e é muito bom ter dois nadadores fortes na mesma prova na mesma categoria, impedindo alguma “acomodação”. No juvenil A, André Santos fez 58’’68 nas eliminatórias e quebrou o recorde sulamericano. Outro nome muito forte.</p>
<div id="attachment_9931" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/185081_302455_sula2013___pedro_cardona_web_.jpg"><img class="size-medium wp-image-9931" title="185081_302455_sula2013___pedro_cardona_web_" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/185081_302455_sula2013___pedro_cardona_web_-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Cardona. Foto: Satiro Sodré</p></div>
<p><strong>Peito: dois recordes<br />
</strong>Mais um nadador que pode incomodar os mais velhos mais para frente nesse ciclo olímpico (Pedro Cardona) e mais uma nadadora boa na base que é promessa para mudar a realidade do peito feminino no Brasil (Gabrielle Roncato). Os dois fizeram novo recorde da competição, com 1’02’’99 para Pedro no juvenil B e 1’13’’10 para Roncato no juvenil A. Ela ainda fez 58’’46 no 100 livre, 2’08 no 200 livre e 2’25 no 200 medley, ganhando todas!. Como já disse aqui também, não é a primeira nem será a última vez que uma nadadora vai fazer 1’13 de peito na base, e isso não garante evolução mais para frente (quantas mantiveram esse tempo no júnior, sênior, e não passaram de promessas&#8230;.); ainda assim, é uma nadadora para se acompanhar.</p>
<p><strong>Fundo: bom tempo no 400 livre<br />
</strong>Não tivemos nenhum tempo espetacular, mas é legal ver a evolução das nadadoras e vitórias em uma das poucas provas que o Chile e a Argentina são melhores que nós hoje no absoluto. Carolina Bilich fez um tempo muito bom no 400 livre (4’18), que deu a ela o índice técnico da competição, e venceu o 800 livre também (8’58).</p>
<p><strong>Velocidade: o que houve com o revezamento?<br />
</strong>O Brasil tem grande tradição nas provas de velocidade no masculino, mas curiosamente essas foram as mais “fracas” do país na competição. No juvenil A, o Brasil ganhou o 50 livre com Felipe Souza (juv A), nem subiu ao pódio no 100 livre e perdeu o 4&#215;100 livre para a Venezuela (foi o único revezamento do Brasil que não foi campeão dentre os 8 disputados). No juvenil B, Matheus Santana venceu no 100 livre e ficou apenas em terceiro no 50 livre, o que não o deixou feliz.  Legal destacar o recorde de Sarah Marques no juvenil A, que fez 26&#8221;69 no 50 livre.</p>
<p><strong>Medley: Brandonn e Primatti<br />
</strong>Brandon Almeida é um ótimo nadador de provas longas e de medley, nunca perdeu um brasileiro de categoria desde o infantil 1 (hoje é juvenil 2). Ele fez suas melhores marcas pessoais na competição, com um ótimo tempo no 1500 livre (16’01, ficou em segundo) e no 400 medley (4’31 &#8211; essa o deixaria em sétimo no ranking brasileiro absoluto de 2012). No feminino, Bruna Primatti, que já subiu ao pódio em Maria Lenk, venceu com 4’59. Ela era do Paineiras até o ano passado e agora treinará com o Vanzella, no SESI, e tomara que consiga baixar mais esse tempo e diminuir a distância para Joanna Maranhão, que há dez anos reina absoluta nessa prova no Brasil.</p>
<div></div>
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		<title>Os destaques do Brasileiro Juvenil de natação</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 12:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Natação]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A nova geração da natação brasileira provou uma vez mais que está no caminho certo. No Brasileiro Juvenil de Natação, realizado em Curitiba, foram batidos 13 recordes de campeonato e cinco atletas alcançaram o índice para o Mundial Júnior. Matheus Santana novamente superou dois recordes, e Luiz Altamir fez marca muito expressiva no 200 livre]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>A nova geração da natação brasileira provou uma vez mais que está no caminho certo. No Brasileiro Juvenil de Natação, realizado em Curitiba, foram batidos 13 recordes de campeonato e cinco atletas alcançaram o índice para o Mundial Júnior. A competição, que reúne nadadores de 15 e 16 anos, foi vencida pelo Pinheiros. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/11/brasileirojuvenil.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8828" title="brasileirojuvenil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/11/brasileirojuvenil-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Matheus Santana foi um dos destaques, mais uma vez. Depois de superar o recorde de César Cielo no 50 livre no Chico Piscina e no Brasileiro de Inverno, dessa vez ele impressionou no 100 livre, com 50&#8221;25, índice para o Mundial Junior e marca muito expressiva. No 50 livre, marcou 23&#8221;12, um pouco acima de seu tempo no Chico Piscina, e também garantiu o índice.</p>
<p>Ainda no masculino, destaque para Luiz Altamir, do Flamengo, que nadou para 1&#8217;51&#8221;24 no 200 livre, provavelmente a marca mais expressiva da competição. O tempo daria a ele vaga na final B do Maria Lenk. Boa safra de nadadores de costas: tanto Gustavo Louzada como Vitor Guaraldo fizeram o índice de 100 costas, com 56&#8221;95 e 57&#8221;03. A disputa entre os dois é antiga e ambos tem marcas expressiva há alguns anos. Forte também o 4&#8217;32&#8221;38 do juvenil 1 Brandonn Piery no 400 medley, superando o recorde de campeonato de Lucas Salatta, que já durava dez anos.</p>
<p>No feminino, a versátil Natalia de Luccas fez o índice no 100 costas, com 1&#8217;03&#8221;63. Giovanna Dorigon, que já tem duas medalhas de Maria Lenk e mostrou muita maturidade nas entrevistas, ficou muito a oito centésimos do índice no 200 peito, fazendo 2&#8217;33&#8221;83. Uma promessa para o estilo mais fraco do Brasil atualmente, que se junta a Beatriz Travalon e Pamela Alencar, devendo deixar para trás nomes que estiveram no topo nos últimos anos. No 100 peito, Giovanna fez 1&#8217;12&#8221;21.</p>
<p>Os índices não foram divulgados oficialmente,tampouco os critérios de convocação, mas o o diretor executivo da CBDA, Djan Madruga, anunciou os índices durante a transmissão na TV CBDA:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="10">
<tbody>
<tr>
<td><strong>PROVA</strong></td>
<td><strong>FEMININO</strong></td>
<td><strong>MASCULINO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>50 LIVRE</td>
<td>26.29</td>
<td>23.55</td>
</tr>
<tr>
<td>100 LIVRE</td>
<td>57.07</td>
<td>51.21</td>
</tr>
<tr>
<td>200 LIVRE</td>
<td>2:02.81</td>
<td>1:52.93</td>
</tr>
<tr>
<td>400 LIVRE</td>
<td>4:19.45</td>
<td>3:58.71</td>
</tr>
<tr>
<td>800 LIVRE</td>
<td>8:50.48</td>
<td>8:13.93</td>
</tr>
<tr>
<td>1500 LIVRE</td>
<td>17:03.68</td>
<td>15:50.13</td>
</tr>
<tr>
<td>100 PEITO</td>
<td>1:11.61</td>
<td>1:03.94</td>
</tr>
<tr>
<td>200 PEITO</td>
<td>2:33.80</td>
<td>2:20.18</td>
</tr>
<tr>
<td>100 COSTAS</td>
<td>1:03.66</td>
<td>57.32</td>
</tr>
<tr>
<td>200 COSTAS</td>
<td>2:16.92</td>
<td>2:04.27</td>
</tr>
<tr>
<td>100 BORBOLETA</td>
<td>1:01.94</td>
<td>55.26</td>
</tr>
<tr>
<td>200 BORBOLETA</td>
<td>2:21.29</td>
<td>2:02.93</td>
</tr>
<tr>
<td>200 MEDLEY</td>
<td>2:18.62</td>
<td>2:04.97</td>
</tr>
<tr>
<td>400 MEDLEY</td>
<td>4:54.32</td>
<td>4:28.48</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Matheus de Santana e Giovanna Dorigon batem recorde mais uma vez: 1º dia de Chico Piscina</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/natacao/matheus-de-santana-baixa-tempo-do-50-livre-ainda-mais-primeiro-dia-de-chico-piscina</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 23:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Bianca Avela]]></category>
		<category><![CDATA[Brandonn Pierry]]></category>
		<category><![CDATA[chico piscina]]></category>
		<category><![CDATA[Giovanna Dorigon]]></category>
		<category><![CDATA[MAtheus Santana]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>Quem achava que os tempos bons da manhã não se repetiria de noite se enganou. Mesmo com o frio e a piscina em 23 graus, o primeiro dia de finais do Chico Piscina teve marcas expressivas, com destaque para Matheus de Santana. O atleta melhorou ainda mais o recorde da competição no 50 livre, nadando para 23''01 ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>Quem achava que os tempos bons da manhã não se repetiriam de noite se enganou. Mesmo com o frio e a piscina em 23 graus, o primeiro dia de finais do Chico Piscina teve marcas expressivas, com destaque para Matheus de Santana. O atleta juvenil, que pela manhã havia superado o recorde de César Cielo no 50 livre com 23&#8221;18, melhorou ainda mais a marca, nadando para 23&#8221;01 &#8211; o antigo recorde do campeão olímpico era de 23&#8221;29.</p>
<div id="attachment_8257" style="width: 235px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/brandon.jpg"><img class="size-medium wp-image-8257" title="brandon" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/brandon-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Brandonn venceu 400 livre mais uma vez</p></div>
<p>A seleção paulista demonstrou sua força logo na primeira prova do dia, os 400 livre. Das quatro provas, os paulistas venceram três, todas com atletas do Corinthians. Os irmãos Bruce Almeida (infantil, 4&#8217;15&#8221;13) e Brandonn Pierry (juvenil, 4&#8217;01&#8221;86) ganharam depois de protagonizar disputas acirradas. Bruce venceu na chegada e Brandonn, que ainda é juvenil 1 e competiu com atletas um ano mais velhos, conseguiu abrir já nos últimos 100 metros. Recordista do infantil, seu tempo foi bem forte e não dá para duvidar que possa nadar abaixo de 4&#8217;00 ainda este ano.</p>
<p>Bela disputa entre Bianca Avela e Bruna Primatti na prova do juvenil. As duas foram formadas no Paineras, e esse ano Bianca foi para o Corinthians, onde continua treinando com o técnico Wlad, que também trocou de clube. Bianca, que é um ano mais velha e tem 16 anos, levou a melhor com 4&#8217;23&#8221;38, quatro décimos à frente de Bruna &#8211; as duas já tem medalhas em competições no absoluto.</p>
<p>Nos últimos anos, houve muitas histórias de meninas que vão muito bem no 100 peito em categorias de base, chegando a nadar entre 1&#8217;13 e 1&#8217;16 desde o infantil, são alçadas a &#8220;promessas&#8221; do estilo mais fraco do país hoje no feminino, mas que depois tem dificuldades de melhorar. É de se destacar o tempaço de Giovanna Dorigon, com 1&#8217;12&#8221;02, batendo de novo o recorde da competição. Vale lembrar que o antigo recorde foi estabelecido com trajes, e o tempo renderia final à nadadora no último Maria Lenk. Tomara que dessa vez a história seja diferente! No infantil, Gabrielle Roncato venceu pelo segundo ano seguido, agora com 1&#8217;14&#8221;6. Nas provas masculinas, Eduardo Amaral nadou para 1&#8217;09&#8221;11 no infantil e Felipe Moni 1&#8217;04&#8221;6 no juvenil. Pela manhã, Felipe, do Pinheiros, superou recorde da competição que já durava desde 2004 com Thiago Parravicini, com 1&#8217;04&#8221;17.</p>
<p>A boa tradição que o Brasil tem formado nas provas de velocidade valeu também para a competição. Dois recordes foram superados na prova de 50 livre, o de Matheus Santana e o de Fernanda Schmit, nadadora infantil que se emocionou muito depois de fazer um forte 26&#8221;84, batendo recorde de dois anos que também foi feito com trajes. A prova feminina juvenil foi vencida pela talentosa Natália de Luccas, com 26&#8221;66, e a masculina infantil pelo santista Felipe Ribeiro, com 24&#8221;61.</p>
<div id="attachment_8258" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/matheus_santana-025.jpg"><img class="size-full wp-image-8258" title="matheus_santana-025" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/matheus_santana-025.jpg" alt="" width="620" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Matheus Santana foi o destaque do dia</p></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Matheus Santana supera recorde juvenil de Cielo no 50 livre</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/natacao/matheus-santana-supera-recorde-juvenil-de-cielo-de-2003</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 14:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[MAtheus Santana]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O Chico Piscina começou bem. Já durante as eliminatórias, o nadador carioca Matheus Santana, de 16 anos, atendeu às grandes expectativas e superou o recorde do 50 livre juvenil, que pertencia a César Cielo desde 2003. Matheus, que defende o Botafogo, nadou para 23''18, superando por 11 centésimos o recorde do campeão olímpico. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O Chico Piscina começou bem. Já durante as eliminatórias, o nadador carioca Matheus Santana, de 16 anos, atendeu às grandes expectativas e superou o recorde do 50 livre juvenil, que pertencia a César Cielo desde 2003. Matheus, que defende o Botafogo, nadou para 23&#8221;18, superando por 11 centésimos o recorde do campeão olímpico.</p>
<p>No Campeonato Brasileiro Juvenil de Inverno, Matheus já havia chamado atenção ao superar o recorde de Cielo, nadando para 23&#8221;23. Ele ainda superou o recorde brasileiro de 100 livre, com 51&#8221;30, tempo que lhe rendeu o melhor índice técnico da competição.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Captura-de-Tela-2012-09-27-às-11.34.331.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-8246" title="Captura de Tela 2012-09-27 às 11.34.33" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Captura-de-Tela-2012-09-27-às-11.34.331.png" alt="" width="488" height="250" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hoje é dia de Chico Piscina</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/natacao/hoje-e-dia-de-chico-piscina</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 14:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[chico piscina]]></category>
		<category><![CDATA[MAtheus Santana]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Começou na manhã de hoje o 44o Troféu Chico Piscina, uma das competições mais importantes das categorias de base da natação brasileira. Com eliminatórias disputadas pela manhã e finais a partir das 18h, o tradicional evento terá as finais transmitidas pelo SporTV. Realizado em Mococa de 1968, pelo Chico Piscina passaram nadadores como Gustavo Borges, Rogério Romero, César Cielo e Joanna Maranhão. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Começou na manhã de hoje o 44o Troféu Chico Piscina, uma das competições mais importantes das categorias de base da natação brasileira. Com eliminatórias disputadas pela manhã e finais a partir das 18h, o tradicional evento terá as finais transmitidas pelo SporTV. Realizado em Mococa de 1968, pelo Chico Piscina passaram nadadores como Gustavo Borges, Rogério Romero, César Cielo e Joanna Maranhão.</p>
<p>A hegemonia da Seleção Paulista já dura desde 2001 &#8211; em 2008, os mineiros chegaram a ganhar na categoria juvenil, mas o geral tem domínio absoluto de São Paulo há 11 edições. A última derrota no geral foi em 2000, para a seleção carioca, que tinha nomes como Rebecca Gusmão, Mariana Brochado,Henrique Barbosa e Kaio Marcio &#8211; todos acabaram integrando a seleção brasileira olímpica anos depois.</p>
<div id="attachment_8237" style="width: 215px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/matheus.jpg"><img class="size-medium wp-image-8237" title="matheus" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/matheus-205x300.jpg" alt="" width="205" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Matheus pode bater recorde de Cielo</p></div>
<p>Para esse ano, alguns nomes merecem atenção. Pela seleção carioca, Matheus Santana é o grande destaque. Atleta do Botafogo da categoria juvenil 2 (nascidos em 1996 e 1997), ele bateu o recorde brasileiro de César Cielo no 50 livre último brasileiro de categoria. O recorde da competição na prova também pertence ao campeão olímpico, e há grande expectativa que seja quebrado (com os 23’’23 que fez em junho, Matheus supera o tempo por seis centésimos). Será que saiu algo na casa de 22’’?</p>
<p>Vale prestar atenção também em Bianca Avela e Natalia de Lucca. As duas subiram ao pódio no Finkel, competição absoluta disputada em São Paulo há um mês e vão bem em várias provas &#8211; Natalia nadará o 50 e 100 livre e o 100 borboleta, e no Finkel foi pódio no 100 costas; Bianca também nada as provas de velocidade de livre de forma competitiva (atenção para ela no 200 livre, onde pode bater o recorde de Larissa Oliveira), mas é especialista no fundo, provas em que medalhou no Finkel. Andressa Cholodovskis Lima, de Minas, ainda juvenil 1, é um bom nome nas provas de velocidade de livre também. E vale olhar Brandonn Pierry, agora juvenil 1 que ganhou todas as provas de brasileiro que disputou desde infantil 1, que pode quebrar pela primeira vez a barreira dos 4’00 no 400 livre.</p>
<p>Na categoria infantil, destaco André Augusto. Atleta do Corinthians especialista no estilo costas, ele tem tempo para superar o recorde de Lucas Salatta no 200 medley e não ficaria surpresa se, ainda como infantil, superasse o recorde do 100 costas no juvenil (58’’02). Aliás, Vitor Guaraldo (SP) e Gustavo  Louzada, do juvenil, devem travar bela disputa para superar esse recorde. Bela geração de nadadores de costas para o Brasil.</p>
<p><strong>Programação</strong>:</p>
<p>Quinta-feira – 27/09: 400m livre, 100m peito, 50m livre (Eliminatórias a partir de 9h e finais 18h15)<br />
Sexta-feira – 28/09: 200 livre, 100 borboleta, 200 medley e 4&#215;100 livre (Eliminatórias 9h30 e finais 18h30)<br />
Sábado – 29/09: 100 livre, 100 costas, 4&#215;100 medley (Eliminatórias 9h30 e finais 18h30)</p>
<p>*O evento completo pode ser acompanhado <a href="http://eventosaovivo.com/cbda/">neste link</a> e a SporTV 2 transmitirá as finais</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/mococa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8238" title="mococa" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/mococa.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
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