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	<title>Esporte em Pauta &#187; pan</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; pan</title>
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		<title>Quanto vale o PAN?</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 21:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Paixão]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Paixão" title="Paixão" /><br/>O PAN se chama PAN porque é o PAN, e não Olimpíadas, e não Mundial. Nenhum atleta é ingênuo o bastante para achar que um pódio no PAN equivale a uma medalha olímpica. Mas você sabe sabe o que significa participar de uma Seleção Brasileira? Não vejo porque não valorizar os ouros de Thiago, Hoyama e tantos outros, só porque eles não tem medalhas olímpicas. Poucas vezes vivi um clima tão contagiante como o que tomou conta do Rio-2007 e tive o privilégio de assistir]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Paixão" title="Paixão" /><br/><p>É normal em épocas de PAN ouvir as pessoas fazendo piadinhas sobre a inutilidade da competição. &#8220;De que vale ser ouro no PAN e depois chegar nas Olimpíadas e ficar em quinto?&#8221;, &#8220;Os EUA só vem com a seleção B&#8221;, ou o eterno complexo de inferioridade &#8220;Só o Brasil liga pra essa competição&#8221;.</p>
<p>Primeiro de tudo: o PAN se chama PAN porque é o PAN, e não Olimpíadas, e não Mundial. Nenhum atleta é ingênuo o bastante para achar que um pódio no PAN equivale a uma medalha olímpica.</p>
<p>Segundo: você sabe o que significa participar de uma Seleção Brasileira? Que seja de categoria: são pouquíssimos que conseguem. Chegar a uma seleção brasileira, ou do país que for, significa demais. Penso na natação, esporte mais familiar a mim: desde a categoria infantil, são centenas de pessoas competindo, já há um filtro dado pelos que conseguem índices para chegar aos campeonatos estaduais/brasileiro, os que conseguem final, os que conseguem pódio, os que continuam nadando apesar do que vai surgindo ao longo do caminho. Os que chegam ao absoluto e conseguem se manter no topo são a elite da nossa natação, e creio que assim seja para os outros esportes. Salvo raras exceções de atletas que se acomodam nesse patamar e são de provas/categorias relativamente fracas, faço uma reverência a todos eles pela capacidade de chegar aonde muitos gostariam: manter sua paixão, o esporte, como sua atividade profissional, e viver disso. Por si só, isso já é lindo.</p>
<p>Terceiro: ninguém duvida que o nível no PAN é mais fraco na maioria dos casos (provas como o 100 livre tiveram um resultado muito forte, assim como o taekwondo masculino até 58 kg, com a final disputada entre um vice campeão olímpico e um vice campeão mundial). Mas a preparação olímpica também é feita das competições intermediárias, e isso vale para os atletas que chegaram às Olimpíadas para chegar às finais ou participar e também para Cielo, que vai lá em busca de dois ouros &#8211; se o PAN fosse tão desimportante, ele não teria chegado em Guadalajra polido e se preparado para fazer o melhor tempo de sua vida sem trajes.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-253" title="cielo_2007" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/cielo_2007.jpg" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p><em>Cielo comemorando o ouro no PAN de 2007,em uma vitória extremamente importante em sua jornada rumo ao ouro olímpico um ano depois</em></p>
<p>Hugo Hoyama e Thiago Pereira estão sendo colocados pela imprensa em um disputa por quem carrega mais ouros e medalhas em PANs. E nenhum deles tem medalha olímpica. Tenho quase certeza que Thiago trocaria todas as medalhas do PAN por uma de Olimpíadas, mas enquanto ela não chega &#8211; e talvez, espero que não mas pode acontecer, ela nunca chegue &#8211; não vejo  o que há de tosco ou ridículo em brilhar no PAN. As Olimpíadas sempre serão o objetivo máximo, mas que bom para nós que haja outras competições para torcer no meio do caminho e, principalmente para os atletas, que bom que podem colocar objetivos de médio prazo e ganhar motivação extra durante a jornada em competições tão legais como o PAN.</p>
<p>Por fim, lembro que o esporte é feito também de histórias de superação pessoal. Tenho a opinião que sempre haverá mais gente merecedora do que lugares no pódio: o esporte é assim, e ganhar requer uma combinação de muita coisa, há muitos que treinam demais e não conseguem chegar lá.</p>
<p>Por exemplo, a história de Ailson da Silva contada pela UOL. Ele aprendeu a remar treinando em barcos artesanais no Rio Negro (Amazonas), passou fome na infância e foi vice-campeão mundial sub-23 em 2009, e agora chegou a seu primeiro PAN. Talvez Ailson nunca ganhe uma medalha olímpica e sequer chegue a uma Olimpíada, mas tem no PAN a possibilidade de se consagrar.</p>
<p>Ou o 200 borboleta de Leo de Deus ontem. O tempo dele não foi forte, o nivel da prova não foi nada digno de nota, mas ele venceu em seu primeiro PAN uma prova linda, e as circunstâncias seguintes deram um toque de drama (para alegria da Record) que tornou a prova inesquecível para ele. Independente do que venha nas Olimpíadas do ano que vem e nas próximas, tenho certeza que essa prova ficará marcada para ele (que acabou altamente exposto para todo o Brasil, o que é bom para ele) e dará folêgo extra para o treinamento. Se chegar em Londres e ele não conseguir subir ao pódio, isso invalida esse momento que viveu em Guadalajara?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-252" title="Captura de tela 2011-10-18 às 16.55.16" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/captura-de-tela-2011-10-18-c3a0s-16-55-16.png" alt="" width="480" height="234" /></p>
<p>Não vejo porque valorizar essa histórias e não valorizar os ouros de Thiago, Hoyama e tantos outros. Tenho orgulho de ver o Brasil no PAN e poucas vezes vivi um clima tão contagiante como o que tomou conta do Rio-2007 e tive o privilégio de assistir.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-251" title="pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pan1.jpg" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil X Cuba</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/volei/historias-do-pan-brasil-x-cuba</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 01:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Vôlei]]></category>
		<category><![CDATA[bernardinho]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Volleyball-42.png" width="42" height="42" alt="Vôlei" title="Vôlei" /><br/>Duas semi finais olímpicas, disputa de bronze, finais de PAN com disputa dentro e fora de quadra marcam a história do confronta entre as duas potências das Américas no vôlei feminino nos últimos 15 anos. A geração de Leila, Virna e Fofão fez muito pelo vôlei, chegou a vencer Cuba em Winnipeg, mas ficou faltando a final olímpica. A seleção atual chegou em Guadalajara no PAN com o ouro olímpico mas a derrota no PAN do Rio engasgada, e em um jogo disputado, devolveu e levou o título]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Volleyball-42.png" width="42" height="42" alt="Vôlei" title="Vôlei" /><br/><p>Em 2007, tive o prazer de estar no Rio de Janeiro especialmente para ver o PAN com o meu irmão. Além de todos os dias da natação, estivemos no Marcanãzinho vendo a final do Vôlei feminino onde as brasileiras encontraram suas velhas rivais cubanas.</p>
<p>O histórico era complicado: nas Olimpíadas de 1996 e 2000, o Brasil fora eliminado por Cuba, sem conseguir parar a jogadora Mireya Luis, grande estrela do time e que nas duas ocasiões arranjou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=HUrDOE4GXqo">briga com as brasileiras</a>, passado que até hoje faz um Brasil X Cuba ser um jogo quente. Neste período, vale lembrar da vitória emocionante das brasileiras no PAN de Winnipeg, em 1999, onde no quinto set Elisângela fechou o jogo com uma largadinha. A geração de Leila, Virna e Fofão fez muito pelo vôlei (a semi de 1996 foi a primeira da história, e as meninas conquistaram o bronze vencendo a Rússia no último jogo), chegou a vencer Cuba, mas ficou faltando a final olímpica.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-220" title="pan99_volei" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pan99_volei.jpg" alt="" width="437" height="316" /></p>
<p>Em 2004, agora sob o comando de Zé Roberto (Bernardinho trocou o posto de técnico da seleção feminina pela masculina após Sidney) verdadeira algoz do time brasileiro foi a equipe da Rússia, mas Cuba terminou o que pode ser descrita como uma das derrotas mais memoráveis da seleção de vôlei feminino. Na semifinal, ganhando por 2&#215;1, o Brasil ganhava o quarto set por 24&#215;19. Foram quatro match points desperdiçados, e a equipe perdeu a cabeça a partir de lá. Foi para o quinto set e perdeu a chance de chegar à primeira final olímpica. Foi triste ver o choro das jogadoras e do técnico após perder o que estava na mão, e ver a disputa pelo terceiro lugar jogada de forma abatida, com as jogadores perdendo o bronze para Cuba.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-221" title="mari_2004" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/mari_2004.jpg" alt="" width="360" height="249" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-222" title="virna_2004" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/virna_2004.jpg" alt="" width="224" height="300" /></p>
<p>De lá até o ouro nas Olimpíadas de 2008, o Braisl perdeu o Campeonato Mundial para a mesma Rússia na final, após vencer o primeiro set, e em 2007, jogando em casa, chegou à final que seria disputada contra Cuba. O ginásio estava lotado e o jogo foi tenso do início ao fim. Cuba já não era a melhor seleção e se fosse para apontar um favorito com base nos primeiros jogos do torneio, Brasil certamente seria apontada pela maioria. Mas Cuba cresce quando joga contra o Brasil. As jogadoras sabem da rivalidade histórica e é impressionante como as cubanas são sérias e dava para ver como o intmidavam as brasileiras, mesmo que estas tenham jogado com atitude de campeãs.</p>
<p>O jogo foi lindo. O quarto set que levou ao tie break terminou em 34&#215;32 e o Brasil desperdiçou quatro match points. No quinto set, foram mais dois não aproveitados e com 17&#215;15 as cubanas mostraram que podem estar mais distantes da elite mundial, mas jamais haverá jogo fácil para o Brasil quando jogar contra elas. Arrisco dizer que o trauma é muito maior do que contra a Rússia, que ganhou dois jogos importantíssimos das brasileiras, um em circunstâncias que até hoje nem elas sabem explicar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-223" title="PAN" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pan.jpg" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p>Fiquei triste indo embora desse jogo. Poucos brasileiros permaneceram para ver sua seleção receber a medalha de prata. Sei que é extremamente frustrante para um torcedor ver uma derrota como essa, que é inevitável pensar em como foram amarelonas e ficar com raiva de mais uma derrota inexplicável. Mas tento ter em mente que ninguém sofre mais com isso do que elas mesmas. Na volta para casa, o torcedor logo esquece do jogo que viu e do grito sou brasileiro com muito orgulho com muito amor, e se volta a seus afazeres cotidianos, no outro dia talvez comenta com os amigos que a derrota foi absurda, entre tantos outros comentários triviais, e a vida segue. Para elas, não. Não é fácil deitar a cabeça no travesseiro depois de uma derrota como essa, e para as jogadoras essa é sua vida, que também segue, mas derrotas como essas não cicatrizam. É claro que o sentimento é maior delas porque quem joga são elas então a culpa é, em última instância, daquelas que não conseguiram fazer, não há porque ser hipócrita. Mas também sei como é difícil não fazer. Ninguém perde porque quer, ninguém amarela porque quer. É necessário muito treino para superar isso.</p>
<p>Em 2008, o vôlei feminino do Brasil chegou ao topo do mundo. Mari, uma das apontadas como maior responsável pelas últimas derrotas &#8211; papel reforçado pelo seu perfil contido em campo e fora dele &#8211; lavou a alma e conduziu o Brasil na vitória por 3&#215;1 contra os EUA em um torneio impecável. Foi lindo ver e essa foto para mim diz muito sobre o tudo, com a consagração de Zé Roberto, a euforia de Fabi, e a alegria e alívio de Mari.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-224" title="brasil_volei_pequim(1)" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/10/brasil_volei_pequim1.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p>
<p>Mas ainda faltava devolver a derrota para Cuba no PAN, e como esperado, as duas equipes se enfrentaram na final. O Brasil começou arrasador e levou fácil o primeiro set, mas perdeu o segundo. Em um terceiro set tenso, o Brasi levou também, fechando no erro de saque de Palácios, mas Cuba se recuperou no quarto set e o placar marcava 24&#215;15. O Brasil ainda se recuperou e marcou 6 pontos seguidos, mas as cubanas conseguiram fechar e levaram a decisão para o tie break. A impressão para quem assistia era que mais uma vez as cubanas estavam crescendo muito para cima do Brasil, e a dúvida pairava : será que de novo elas vão deixar escapar, mesmo com a superioridade da seleção brasileira? O que se viu no último set foi um Brasil quase sem erros, e jogando o que sabe não há chance para as cubanas. A seleção fechou em 15&#215;10, devolvendo a derrota de quatro anos atrás.</p>
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