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	<title>Esporte em Pauta &#187; Plano Brasil Medalhas 2016</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Plano Brasil Medalhas 2016</title>
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		<title>Cinco questionamentos sobre o Plano Brasil Medalhas</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 13:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil Medalhas 2016]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O papel do governo federal é realmente incentivar dessa forma o alto rendimento? A presidenta Dilma Rousseff falou em "salto para se tornar uma potência olímpica", mas esses investimentos será feito de forma sistemática, ou temos apenas um plano emergencial visando os Jogos de 2016? O papel do governo não é incentivar de forma maciça a base, oferecendo esporte a todos no país? ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Algumas questões a serem pensadas para o <a href="http://ads.tt/ueGOtA">Plano Brasil Medalhas, apresentado ontem pelo governo</a> federal:</p>
<p>- Como e onde serão construídos os 21 centros de treinamento voltados para o esporte olímpico e um para o paraolímpico? A ideia é concentrar atletas em seleções permanentes, como acontece na ginástica? Sabemos que nem todas as modalidades funcionam assim &#8211; algumas se dão bem com uma estrutura de clubes, por exemplo. Os técnicos deixarão de fazer parte dos clubes e ficarão 100% focados nos centros? Quando eles ficarão prontos? Serão mantidos após os Jogos do Rio?</p>
<p>- Quem determinará os atletas que receberão os auxílios propostos? O governo falou em &#8220;20 melhores no ranking mundial e que tenham chances de conquistar medalhas&#8221;, um critério muito subjetivo.</p>
<p>- De acordo com a Folha de São Paulo, o ministro de Esportes Aldo Rabelo afirmou que as verbas dependerão de alternância de poder nas entidades, citando os casos da CBAt e CBDA. Resta saber se a declaração entrará como contrapartida de fato para a liberação das verbas, ou se trata-se de mais um discurso vazio sobre o tema.</p>
<p>- Para pensar: de acordo com o site do Ministério do Esporte, as modalidades novatas nos Jogos (golfe e rugby) e as modalidades que não tiveram representantes em Londres ficaram fora do pacote que receberá os R$ 1 bilhão extras, sendo mantido para essas o orçamento usual. Dentro delas, temos muitas modalidades individuais que distribuem bom número de medalhas (ciclismo pista, badminton). O modelo aprofunda a disparidade existente entre modalidades com mais tradição e outras que  ainda carecem de grandes nomes.</p>
<p>- Por fim, o mais importante: o papel do governo federal é realmente incentivar dessa forma o alto rendimento? A presidenta Dilma Rousseff falou em &#8220;salto para se tornar uma potência olímpica&#8221;, mas será que esses investimentos serão feito de forma sistemática (como em uma potência olímpica), ou temos apenas um plano emergencial visando os Jogos de 2016 (aliás, é bom ter em mente que não é tão simples a relação entre investimento-medalha para algumas modalidades, principalmente em apenas quatro anos)? O papel do governo não é incentivar de forma maciça a base, oferecendo esporte a todos no país? Os dois investimentos não poderiam ser feitos em paralelo &#8211; mesmo que em detrimento de uma parte do investimento em alto rendimento -, para além de fazer uma política pública digna para o esporte, criar bases sustentáveis para todas as Olimpíadas, e não apenas a edição &#8220;em casa&#8221;?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/medalha.jpeg"><img class="aligncenter  wp-image-8038" title="medalha" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/medalha.jpeg" alt="" width="522" height="326" /></a></p>
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		<title>Ciclo olímpico terá R$ 2,5 bilhões de investimentos do governo federal</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 00:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil Medalhas 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Rumo ao Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A meta é colocar o Brasil entre os dez primeiros no quadro de medalhas nas Olimpíadas e entre os cinco primeiros nas Paraolimpíadas. O plano se divide em duas frentes. A primeira, de apoio ao atleta, com Bolsa Pódio, Bolsa Técnico e Bolsa multidisciplinar; a segunda prevê a construção de 22 centros de treinamento no país]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>A presidente Dilma anunciou hoje, em conjunto com o ministro Aldo Rabelo, o Plano Brasil Medalhas 2016, com previsão de investimentos de R$ 1 bilhão no esporte de alto rendimento. O valor, adicionado aos R$ 1,5 bilhão já anunciados anteriormente, completam um pacote de R$ 2,5 bilhões que serão direcionados ao esporte, visando o desempenho do país nas Olimpíadas do Rio 2016.Do novo valor, um terço virá de estatais e dois terços do Orçamento Geral da União. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/plano.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8030" title="plano" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/plano-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>A meta é colocar o Brasil entre os dez primeiros no quadro de medalhas nas Olimpíadas e entre os cinco primeiros nas Paraolimpíadas. Em Londres, o Brasil ficou em 22º nas Olimpíadas, a quatro ouros do décimo país melhor colocado (Austrália), e 7ª nas Paraolimpíadas, a nove medalhas do quinto colocado, também a Austrália.</p>
<p>O plano se divide em duas frentes. A primeira, de apoio ao atleta, consumirá R$ 690 milhões de recursos e será fundamentalmente via Bolsa-Pódio, destinando R$ 15 mil/atleta mensalmente para os atletas que estiverem &#8220;entre os vinte melhores do ranking mundial e com chances reais de medalha&#8221;. Essa frente inclui ainda o  Bolsa Técnico (R$ 10 mil/atleta), apoio financeiro em viagens para competições e bolsa multdisciplinar,com pagamento a nutricionistas, fisioterapeutas e equipe de apoio. A segunda, de apoio na infraestrutura, consumirá os R$ 310 milhões restantes, através da construção de 22 centros de treinamentos &#8211; a localização e as modalidades incluídas não foram especificadas.</p>
<p><strong>Prioridades</strong><br />
Como já havia sido anunciado após as Olimpíadas de Londres, a ideia é priorizar modalidades individuais com mais chances de engordar o quadro de medalhas do Brasil. Foram escolhidas 21 modalidades olímpicas e 15 paraolímpicas às quais serão destinados os R$ 1 bilhão &#8220;extraordinários&#8221;, somado o orçamento usual via Ministério e estatais &#8211; para as demais, continua apenas o orçamento usual.</p>
<p>Ficaram de fora modalidades que não tiveram representates do Brasil em Londres: ginástica rítmica, hóquei na grama, polo aquático, badminton, ginástica de trampolim, ciclismo pista; além delas, o ciclismo estrada e MTB, e as novatas golfe e rugby não foram incluídas.  Foram selecionadas: águas abertas, atletismo, basquete, boxe, canoagem, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica artística, handebol, hipismo saltos, judô, lutas, natação, pentatlo moderno taekwondo, tênis, tiro esportivo, triatlo, vela, vôlei e vôlei de praia.</p>
<p><strong>Veja a lista de estatais e as modalidades apoiadas no orçamento usual:</strong></p>
<p>Banco do Brasil: vela, vôlei de praia, vôlei e pentatlo moderno<br />
Banco do Brasil e Correios: handebol<br />
Banco do Nordeste (BNB): triatlo<br />
BNDES: canoagem e hipismo<br />
Caixa: atletismo, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica, lutas, modalidades paraolímpicas e tiro esportivo<br />
Correios: natação, águas abertas (maratona aquática) e tênis<br />
Eletrobras: basquetebol<br />
Infraero e Petrobras: judô<br />
Petrobras: boxe e taekwondo</p>
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