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	<title>Esporte em Pauta &#187; rafaela silva</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; rafaela silva</title>
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		<title>Brasil termina Mundial de Judô com prata na prova feminina por equipes</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Sep 2013 23:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Depois de terminar em primeiro no quadro de medalhas do feminino na competição individual do Mundial de Judô, o Brasil conquistou a prata na prova por equipes no feminino. A seleção, que havia sido bronze na edição de 2012 do Mundial, disputada em Salvador, foi superada pelo Japão na final.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Depois de terminar em primeiro no quadro de medalhas do feminino na competição individual do Mundial de Judô, o Brasil conquistou a prata na prova por equipes no feminino. A seleção, que havia sido bronze na edição de 2012 do Mundial, disputada em Salvador, foi superada pelo Japão na final.</p>
<p>A prata coroa a melhor participação da história do judô feminino em Mundiais, com cinco medalhas conquistadas  no individual &#8211; ouro de Rafaela Silva, prata de Erika Miranda e Maria Suelen Altheman, e bronze de Mayra Aguiar e Sarah Menezes.</p>
<p>Na final da prova por equipes, com o Japão, a decisão ficou para a última luta. Na primeira, Erika Miranda (até 52 kg) foi imobilizada por Yuki Hashimoto e as japonesas abriram 1 a 0. Na sequência, Rafaela Silva (até 57 kg) enfrentou Anzu Yamamoto e venceu por um yuko. Katherine Campos (até 63 kg) tentou, mas não conseguiu superar a técnica de chão de Kana Abe e acabou sendo imobilizada. A gaúcha Maria Portela (até 70kg) entrou logo depois e venceu Haruka Tachimoto, por dois shidôs. A decisão ficou entre Maria Suelen Altheman e Megumi Tachimoto. A brasileira lutou até o fim, mas foi derrotada por uma punição.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Captura-de-Tela-2013-09-01-às-20.43.11.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-12342" title="Captura de Tela 2013-09-01 às 20.43.11" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Captura-de-Tela-2013-09-01-às-20.43.11.png" alt="" width="637" height="406" /></a></p>
<p><strong>Masculino</strong></p>
<p>A equipe masculina, assim como no individual, não teve um bom desempenho. A equipe formada por Charles Chibana (-66kg), Bruno Mendonça (-73kg), Victor Penalber (-81kg), Eduardo Bettoni (-90kg) e Rafael Silva (+100kg) foi eliminada pela Alemanha logo na estreia &#8211; os alemães acabaram em terceiro lugar, junto com o Japão. A Georgia ficou com o título e  a Rússia foi prata.</p>
<div><strong>Masculino</strong></div>
<p>1º &#8211; Geórgia<br />
2º &#8211; Rússia<br />
3º &#8211; Alemanha<br />
3º &#8211; Japão</p>
<p><strong>Feminino</strong></p>
<p>1º &#8211; Japão<br />
2º &#8211; Brasil<br />
3º &#8211; França<br />
3º &#8211; Cuba</p>
<div></div>
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		<title>Judô: Grand Prix de Abu Dhabi em cinco destaques</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2012 14:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Judô]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/>Brasil conquistou dez medalhas no Grand Prix de Abi Dhabi, três delas de ouro, com Gabriela Chibana, Victor Penalber e Maria Portela. Além desses bons resultados, vale prestar atenção no desempenho dos pesados brasileiros, estreia de Rafaela Silva na nova categoria e o pódio de Ketelyn Quadros]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/><p>O Brasil levou 16 atletas para o Grand Prix de Abu Dhabi de Judô, que aconteceu no último final de semana, entre eles quatro judocas que estiveram em Londres-2012. A seleção brasileira saiu da competição com dez medalhas, sendo três de ouro, atrás apenas da Rússia no quadro de medalhas (cinco medalhas, mas quatro de ouro). Veja cinco destaques da competição:</p>
<p><strong>1- Gabriela Chibana e a forte categoria até 48kg</strong></p>
<p>O destaque absoluto do Brasil na categoria até 48kg é Sarah Menezes, campeã olímpica e duas vezes medalhista de bronze em Mundiais. E a categoria parece estar bem servida internamente. Gabriela Chibana, de 19 anos, venceu o Grand Prix, somando 200 pontos no ranking mundial &#8211; Sarah não participou, assim como os demais medalhistas brasileiros em Londres.</p>
<p>Chibana bateu na semifinal a brasileira Taciana Lima, por ippon, e na final venceu a belga Amelie Rosseneu. Chibana é a 35a no ranking mundial atualizado até dia 7/outubro, treina no Pinheiros e foi sétima colocada no Mundial Junior de 2011, realizado em Cape Town. Ela está convocada para participar da primeira seletiva para formação da seleção brasileira do Rio-2016, que acontecerá em dezembro, no Pinheiros.</p>
<p><strong>2- Victor Penalber de volta</strong></p>
<p>Victor Penalber foi medalhista de bronze no Mundial Junior da Tailândia, em 2008, e era uma das grandes promessas do Brasil quando foi pego no doping. Ele cumpriu dois anos de suspensão e voltou no ano passado. Em Abu Dhabi, Victor foi ouro vencendo o russo <a href="http://www.judoinside.com/judoka/view/30161/">Sirazhudin</a> Magomedov, número 8 do ranking mundial. Ele é da mesma categoria de Leandro Guilheiro, duas vezes medalhista de bronze em Olimpíadas. O facebook oficial da Federação Internacional de Judô (IJF) falou que Penalber estava &#8220;on fire&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/penalber.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-8457" title="penalber" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/penalber-800x569.jpg" alt="" width="576" height="410" /></a></p>
<p><strong>3- Estreia de Rafaela Silva na nova categoria</strong></p>
<p>Vice campeã mundial da categoria até 57kg, Rafaela Silva fez a primeira competição na categoria acima (até 63kg), que está testando no início do novo ciclo olímpico. A estreia não foi das melhores: ela perdeu na primeira luta para a sueca Ana Berholm, por ippon &#8211; a atleta é número 41 da última atualização do ranking mundial, mas foi bem na competição e acabou em terceiro.</p>
<p><strong>4 &#8211; Ketleyn Quadros de volta, Portela e Érika Miranda bem</strong></p>
<p>A mudança de peso de Rafaela coloca em destaque Ketleyn Quadros na categoria até 57kg. Medalhista olímpica em Pequim &#8211; na ocasião conseguindo a primeira medalha individual de uma brasileira na história das Olimpíadas &#8211; Ketleyn acabou perdendo a vaga na categoria para Rafaela. Ela é 28a na última atualização do ranking. Ainda estamos no início do ciclo e as avaliações são prematuras &#8211; Rafaela pode voltar para esse peso caso não dê certo no 63kg. Vale a pena monitorar.</p>
<p>Ainda entre as mulheres, Maria Portela (até 70kg) foi campeã vencendo suas duas lutas por ippon. Foi seu terceiro título de Grand Prix este ano, e o site da IJF destacou o ippon em &#8220;estilo espetacular&#8221; para vencer a final. Já Érika Miranda (até 52kg) foi prata, vencendo a brasileira Eleudis Valentim na semifinal.</p>
<div id="attachment_8456" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/portela.jpg"><img class=" wp-image-8456 " title="portela" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/portela-800x724.jpg" alt="" width="576" height="521" /></a><p class="wp-caption-text">IJF destaca ouro em &quot;estilo espetacular&quot; de Portela</p></div>
<p><strong>5- Pesados vão bem </strong></p>
<p>O Brasil mais uma vez foi bem nas categorias pesado. Maria Suelen Altheman (+78kg), que perdeu na disputa de bronze em Londres, ficou com a prata em Abu Dhabi. Entre os homens, David Moura (+100kg) foi prata também, perdendo por ippon do japonês Masaru Momose na final.</p>
<div></div>
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		<title>Rafaela Silva é desclassificada e está fora da luta por medalha</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 11:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/>A atleta Rafaela Silva foi desclassificada na segunda luta das Olimpíada, por desclassificação, e está fora da luta por medalha. Rafaela lutava contra a atleta húngara e foi desclassificada após os juízes de mesa entenderem que ela atacou diretamente na perna da adversário, golpe que foi proibido depois de uma mudança de regra em 2008]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/><p>A atleta Rafaela Silva foi desclassificada na segunda luta das Olimpíada, por desclassificação, e está fora da luta por medalha. Rafaela lutava contra a atleta húngara e foi desclassificada após os juízes de mesa entenderem que ela atacou diretamente na perna da adversário, golpe que foi proibido depois de uma mudança de regra em 2008. O juiz central tinha dado wasari para a atleta, mas prevaleceu o entendimento dos juízes de mesa de que ela tinha atacado diretamente na perna.</p>
<p>A atleta ficou desconsolada, e foi levantada pela adversária para conseguir sair do tatame.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5817" title="rafaela" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/rafaela1.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
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		<title>O caminho do judô até as Olimpíadas</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 00:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/>Segunda modalidade que mais trouxe medalhas para o Brasil na hisória olímpica, o Judô (15 no total, com dois ouros, três pratas e dez bronzes) chega a Londres credenciado a subir mais vezes ao pódio. O critério da FIJ para a classificação aos Jogos é baseado no ranking mundial, onde os 22 homens e as 14 mulheres melhor classificados em cada categoria tem vaga garantida, respeitando o critério de apenas um representante por país. Até o momento, o Brasil tem representante nas 14 categorias.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/><p>Segunda modalidade que mais trouxe medalhas para o Brasil na hisória olímpica, o Judô (15 no total, com dois ouros, três pratas e dez bronzes) chega a Londres credenciado a subir mais vezes ao pódio. O critério da FIJ (Federação Internacional de Judô) para a classificação aos Jogos é baseado no ranking mundial, onde os 22 homens e as 14 mulheres melhor classificados em cada categoria tem vaga garantida, respeitando o critério de apenas um representante por país. Contabilizados os pontos até metade de janeiro, o Brasil tem representante nas 14 categorias, 13 a partir do ranking e uma pelo sistema de cota continental (Maria Portela, peso médio que é 22ª no ranking).</p>
<p>A melhor classificação dentre os brasileiros é de uma de nossas principais estrelas, o duas vezes medalha de bronze olímpica Leandro Guilheiro, hoje 2º colocado no ranking meio médio. Leandro acabou com o mesmo bronze no Mundial de Paris ano passado, e sua melhor colocação na competição (a mais importante depois das Olimpíadas) foi uma prata em Tóquio, 2010. Curioso é que as medalhas olímpicas de Guilheiro foram conquistadas no peso leve, e só a partir de 2010 ele passou a competir em um peso acima, o meio médio. Antes dele, o grande nome do Brasil na categoria era Flávio Canto, que também foi bronze em Atenas. Hoje na 20ª posição do ranking, ele ficaria fora das Olimpíadas pelo critério de apenas um judoca por país, e para entrar teria que superar Guiheiro, cenário altamente improvável.</p>
<p>A briga por uma vaga é mais acirrada entre os peso médio Tiago Camilo (prata em Sidney como leve e bronze em Pequim como meio médio) e Hugo Pessanha, hoje os 5º e 6º colocados no último ranking mundial da categoria. Se para o Brasil o sistema é perverso gerando as disputas internas, para os países com grande tradição no esporte a competição pela vaga é ainda mais acirrada. No masculino, apenas nos meio pesado o Japão não tem mais de um atleta entre os 22 primeiros do ranking, e em diversas categorias seus lutadores estão em 2º e 3º no ranking – no feminino, no peso ligeiro, meio leve e leve, as duas primeiras do ranking são japonesas.</p>
<p>Entre as mulheres brasileiras, depois de uma inédita medalha de bronze conquistada por Ketleyn Quadros em 2008 – a primeira medalha feminina individual da história do Brasil em Olimpíadas – o Brasil chega em Londres forte, hoje com quatro judocas entre as 7 primeiras do ranking. Rafaela Silva, hoje 5 ª nos 57 kg (categoria de Quadros, hoje 19º no ranking e que deve ficar fora das Olimpíadas), foi prata em Paris. Sarah Menezes (ligeiro) e Mayra Aguiar (meio pesado) foram bronze, e já haviam subido ao pódio do Mundial em 2010. Depois de tanta melhora, gerou certa decepção ano passado a participação feminina do PAN, com as meninas não conseguindo os resultados condizentes com o patamar alcançado nos últimos anos a nível mundial. De qualquer forma, quem acompanha judô sabe que a evolução é consistente e o ranking mundial é uma prova disso, e  o torneio não é uma das prioridades dos judocas uma vez que não vale ponto para o ranking &#8211; há um pan-americano apenas da modalidade, este entrando como o campeonato continental que vale pontuação.</p>
<p>São sete competições que distribuem pontos no ranking, sendo a maior pontuação dada pelas Olimpíadas, e em ordem decrescente, Mundial, Masters, Grand Slam, Grand Prix, Continental e World Cup. Até Londres, os judocas terão cinco etapas da Copa do Mundo, três Grans Slam e um Grand Prix, além do Masters já realizado em janeiro.</p>
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		<title>Judô, UFC e menina de ouro</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 20:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>Confesso que sempre nutri um certo &#8220;desprezo&#8221; pelos esportes de luta mais pegada, desde o boxe até, em maior grau, as lutas de vale tudo. Minha impressão imediata ao ver o UFC virar programa de sábado a noite foi de certa decepção, e um questionamento de porque esse esporte, aparentemente violento, consegue mais ibope do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>Confesso que sempre nutri um certo &#8220;desprezo&#8221; pelos esportes de luta mais pegada, desde o boxe até, em maior grau, as lutas de vale tudo. Minha impressão imediata ao ver o UFC virar programa de sábado a noite foi de certa decepção, e um questionamento de porque esse esporte, aparentemente violento, consegue mais ibope do que um mundial de futebol feminino, ou os próprios mundiais de atletismo e de judô que ocorrem nos últimos dias.</p>
<p>Alguns fatos recentes me fizeram mudar um pouco de opinião e diminuir esse preconceito.Primeiro, o boxe. De fato, é um esporte que envolve perigos evidentes pelo contato físico intenso e o próprio objetivo último da luta, nocautear o adversário. Precisei de um filme para passar a entender que a esportividade está presente (assim como está no automobilismo, dado que são humanos que pilotam as máquinas) e perceber que ligar este esporte à violência é uma associação rasa e superficial. Falo do brilhante Menina de Ouro, de Clint Eastwood, com uma atuação impecável de Hillary Swank no papel de uma mulher que tem apenas o boxe e seu treinador em sua vida. É do personagem interpretado por Morgan Freeman que saiu uma de minhas citações preferidas: &#8220;If there&#8217;s magic in boxing, it&#8217;s the magic of fighting battles beyond endurance, beyond cracked ribs, ruptured kidneys and detached retinas. It&#8217;s the magic of risking everything for a dream that nobody sees but you&#8221;. Substitua &#8220;boxing&#8221; por esporte e temos ai uma definição universal.</p>
<p>Quanto ao MMA, por que relutar em chamá-lo de esporte? Por que não é olímpico? O futsal também não é, as maratonas aquáticas entraram no programa apenas em Pequim. Depois da derrota de Vitor Belfort na fatídica luta contra Anderson Silva, li uma reportagem sobre sua rotina nos EUA, onde vive com a mulher e os filhos. Sim, é caricato que ele seja casado com a antiga Feiticeira, é um pouco tosco ver homens lutando com bermudas apertadas e não me identifico com uma comemoração que cita o Capitão Nascimento. Mas vendo as reportagens sobre o dia-a-dia desses atletas (e entendo que é no dia-a-dia que realmente se define e caracteriza o esporte competitivo), o que há de tão diferente nestes atletas comparado a outros esportes em que há mudança de vida para conseguir melhores condições de treinamento, em que há uma dieta regrada, treinos e cansaço diário, e a preparação para uma única disputa que se resume em poucos minutos? Sim, no UFC há todo o marketing que cerca as disputas, mas o que dizer do futebol? Para o bem ou para o mal, são todos aspectos que rodeiam a luta ou o jogo em si, estes sim o verdadeiro espetáculo.</p>
<p>Há algo de brutal em gostar de assistir duas pessoas se batendo. Mas enxergando além do que se vê, há também aquela mesma beleza de &#8220;fighting battles beyond endurance&#8221;.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="anderson_silva" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/08/anderson_silva1.jpg" alt="" width="379" height="594" /></p>
<p>*</p>
<p>Terminou ontem o Mundial de Judô, realizado em Paris. Minha admiração por este esporte que conheço pouco é imensa. Primeiro pela filosofia envolvida e pelo respeito dos atletas ante seus competidores antes da luta. É um esporte que envolve força física e técnica em uma combinação  que evidencia a necessidade de grande grau de concentração. A relação entre atletas e seus técnicos também é algo que me impressiona. Vale a pena, para qualquer leigo, ver um campeonato desse tipo somente pelas reações após o fim da luta, onde há uma comemoração no momento da vitória, o cumprimento final com o adversário, e o judoca correndo em direção a sua equipe e abraçando os técnicos. Outra coisa bonita é a carga de emoção. Não me esqueço da entrevista de Carlos Honorato após as Olimpíadas de Atenas (2004), quando chegou favorito ao ouro (havia sido prata em Sidney e bronze no Mundial-2003) e caiu nas quartas. Chorando, pedia desculpas por não ter alcançado o pódio. Os orientais, conhecidos por serem contidos, também proporcionam imagens de muita emoção, como a da favorita Akari Ogata chorando após perder para a francesa Audrey Tcheumeo na sexta.</p>
<p>O Brasil teve uma atuação boa ainda que não impressionante e sem nenhum ouro. Foram duas pratas (Rafaela Silva, até 57 km, e Leandro Cunha, até 66 kg) e três bronzes (Sarah Menezes, até 48kg, Leandro Guilheiro, até 81 kg, e Mayra Aguiar, até 78 kg). Na disputa por equipes, os homens deram trabalho aos anfitriões franceses e perderam o primeiro lugar apenas na última luta, com a França vencendo por 3&#215;2.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-147" title="origata" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/08/japonesa.jpg" alt="" width="480" height="247" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-148" title="japoneses" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/08/japoneses.jpg" alt="" width="480" height="314" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-149" title="sarahmenezes" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/08/sarahmenezes.jpg" alt="" width="480" height="247" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-151" title="tcheumeo" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/08/tcheumeo1.jpg" alt="" width="480" height="305" /></p>
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