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	<title>Esporte em Pauta &#187; ricardo mello</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; ricardo mello</title>
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		<title>A despedida de Ricardo Mello</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 12:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>Um pouco lento, Mello não conseguiu impor seu jogo, mesmo com o apoio do ótimo público que compareceu ao Ginásio do Ibirapuera. A organização preparou uma homenagem para Mello, três vezes semifinalista do torneio, para emoção de seus mais de 20 familiares que estiveram presentes. O adeus de um tenista que chegou ao top 50 e honrou as cores brasileiras na Copa Davis. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>Começou o maior torneio de tênis do país. Pelo segundo ano sendo disputado na capital paulista, o Brasil Open deu a largada oficial nesta segunda-feira com muita emoção. Logo de cara, mais dois tenistas nacionais garantiram vaga na chave principal e depois a despedida de Ricardo Mello, um dos sete brasileiros que levantaram um troféu de nível ATP.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/MELLO2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9615" title="MELLO2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/MELLO2-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a>O dia começou com boas notícias. Guilherme Clezar e João “Feijão” Souza venceram seus três jogos no qualificatório e se juntaram a Thomaz Bellucci e Ricardo Mello na chave principal. Mas o grande número de tenistas nacionais no torneio durou pouco. Primeiro o sorteio colocou Bellucci e Clezar frente a frente na terça-feira. E logo depois Mello deu adeus ao circuito mundial.</p>
<p>O tenista de Campinas chegou tranquilo ao complexo do Ibirapuera. Junto com familiares, bateu bola, almoçou e depois se preparou para aquele que poderia ser o último jogo de sua carreira. Convidado da organização, Mello conversou com jornalistas e deixou claro que estava curtindo seus últimos momentos. Ele iria enfrentar o argentino Leonardo Mayer, que desistiu de última hora e deixou o caminho livre para o compatriota Martin Alund, que havia perdido na última rodada do qualifying.</p>
<p>Um pouco lento, Mello não conseguiu impor seu jogo, mesmo com o apoio do ótimo público que compareceu ao Ginásio do Ibirapuera. Com muito sangue frio e o físico em dia poucas horas após ter jogado 3 horas pelo qualificatório, Alund foi muito superior e anotou duplo 6-4. A organização preparou uma homenagem para Mello, três vezes semifinalista do torneio, para emoção de seus mais de 20 familiares que estiveram presentes. O adeus de um tenista que chegou ao top 50 e honrou as cores brasileiras na Copa Davis. Querido por amigos e pela imprensa. Fará falta como tenista e como pessoa.</p>
<p>Nos outros dois jogos pela chave principal, Pablo Andujar passou em sets diretos pelo colombiano Santiago Giraldo e Simone Bolelli também não perdeu parciais para Tommy Robredo. O Brasil Open começou e o clima brasileiro já pode ser notado. Tenistas passeando pelo complexo, muitos familiares, ex-atletas e torcedores convivendo em harmonia. Nesta terça-feira Rafael Nadal, David Nalbandian e Juan Monaco darão as caras por lá. E o Esporte Em Pauta continuará trazendo as novidades por aqui.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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		<title>Efeito gangorra</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 14:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>Todos sabem que são poucos os brasileiros na elite do tênis mundial. Thomaz Bellucci é o nosso único jogador na faixa dos 100 melhores do mundo e nos últimos anos apenas ele colecionou boas campanhas nos torneios de primeira linha. Thiago Alves, João “Feijão” Souza, Rogério Dutra Silva e Ricardo Mello, viveram nas últimas temporadas uma gangorra interminável. Em momentos estão prestes a deixar o top 200, aí encaixam três semanas boas e voltam ao top 100. Jogam muitos challengers e poucos ATPs]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>Todos sabem que são poucos os brasileiros na elite do tênis mundial. Thomaz Bellucci é o nosso único jogador na faixa dos 100 melhores do mundo e nos últimos anos apenas ele colecionou boas campanhas nos torneios de primeira linha. Thiago Alves, João “Feijão” Souza, Rogério Dutra Silva e Ricardo Mello, viveram nas últimas temporadas uma gangorra interminável. Em momentos estão prestes a deixar o top 200, aí encaixam três semanas boas e voltam ao top 100. Jogam muitos <em>challengers</em> e poucos ATPs. Sobem e descem com muita facilidade.</p>
<div id="attachment_8170" style="width: 235px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/primeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-8170" title="primeiro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/primeiro-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Thiago Alves busca vaga no Challenger Finals</p></div>
<p>Não há uma explicação exata para isso, mas existem fatos que podem ajudar a compreender a realidade do tênis brasileiro. Sem apoio e sem grandes patrocínios, nossos tenistas sofrem para conseguir montar um calendário da forma que realmente gostariam. Apostam muito nos torneios dentro de casa e se aventuram pequenas excursões pelas Américas, principalmente a do sul. Há também um medo de estar longe de casa, de encarar semanas e mais semanas longe da terra natal.</p>
<p>Com pouca experiência internacional, nossos jovens demoram mais para amadurecer, conhecer os atalhos do circuito, enfim, crescer. Como frisou o companheiro de ESPN Manuel Cunha, em uma conversa informal, até o peso das bolas é diferentes aqui e na Europa. Segundo o editor do Jornal do Tênis, deveria acontecer por aqui algo semelhante a Argentina, onde pequenos grupos de tenistas se juntam, contratam um técnico e viajam o mundo para adquirir experiência. Não é à toa que os Hermanos conseguem se destacar precocemente no duro circuito.</p>
<p>Nossos tenistas chegam aos <em>challengers</em> europeus e sofrem para colocar a mesma força na bola que põe por aqui. Muito acostumados ao clima tropical, veem o nível abaixar diante de temperaturas mais frias e as lesões também aparecem aos montes. Essa semana tivemos o vice-campeonato de Leonardo Kirche em Campinas. O brasileiro tem 27 anos e só agora beira a faixa dos 200 melhores tenistas do mundo. Não por coincidência, no início do ano – quando pensava em largar o tênis – Kirche se mudou para Santa Catarina e começou a treinar com Larri Passos. Os resultados vieram longe de casa.</p>
<p>Caso semelhante ao de Rogerinho, que depois de 28 primaveras e muito suor, atingiu a meta de entrar para o top 100 e jogar Grand Slams. De quebra assumiu a titularidade na Davis e vem obtendo ótimos resultados. Também treina com Larri. Thiago Alves já esteve no top 100 e foi caindo nos últimos dois anos. Após pensar na aposentadoria, escolheu muito bem os <em>challengers</em>que iria jogar em 2012 e briga por vaga no Finals, que reúne os oito melhores do ano.</p>
<div id="attachment_8171" style="width: 210px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/feijao.jpg"><img class="size-medium wp-image-8171" title="feijao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/feijao-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Feijão busca se firmar no top 100</p></div>
<p>Talento temos de sobra. Feijão e Guilherme Clezar, por exemplo, explodiram cedo no ranking, mas têm tido dificuldades para evoluir. Feijão, 24, entrou para o top 100 com boas campanhas no saibro europeu no ano passado, mas voltou para a faixa dos 150 e sofre para avançar. Clezar é mais jovem e com 19 anos já esteve no 218º lugar, mas há algum tempo sofre para alcançar as rodadas finais de challengers mais fortes e os melhores resultados aparecem no Brasil mesmo. Investimento, patrocínio, cara e coragem. É disso que precisamos.</p>
<p><strong>Final de semana –</strong> Nos ATPs disputados na última semana, o destaque ficou por conta de Jo-Wilfried Tsonga, que levantou o bicampeonato em Metz. Jogando diante de sua torcida, o francês não encontrou qualquer dificuldade para levantar a taça. Muito positiva também a volta de Gael Monfils, que parece totalmente recuperado da séria lesão que o deixou afastado por meses. Ele parou nas semifinais. Entre as mulheres, Caroline Wozniacki levantou um troféu depois de 13 meses. A dinamarquesa, ex-número um do mundo, faturou o pequeno WTA de Seul e tenta voltar aos melhores dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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		<title>A espera de um novo Guga</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 19:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>Temos, periodicamente, atletas que se destacam na categoria juvenil. O alagoano Tiago Fernandes, por exemplo, foi campeão do Australian Open em 2010. Já o cearense Thiago Monteiro é o atual número 2 do ranking mundial da ITF. Promessas nacionais não faltam, mas são poucos os que vingam logo após abandonar a categoria juvenil. Após os anos dourados de Guga, o tênis nacional viu apenas mais três títulos de nível ATP serem conquistados por brasileiros, todos da categoria 250]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>Desde que Gustavo Kuerten aposentou as raquetes, o tênis brasileiro está em busca de um novo ídolo. O maior tenista nacional de todos os tempos levantou três taças de Grand Slam e acumulou 20 títulos de expressão na carreira, abreviada por seguidas lesões no quadril. Guga deixou, além de grandes conquistas, muita esperança para os fãs da bolinha amarela.</p>
<p>Após os anos dourados do &#8220;manezinho da ilha&#8221;, o tênis nacional viu apenas mais três títulos de nível ATP serem conquistados por brasileiros, todos da categoria 250. Ricardo Mello, no piso duro de Delray Beach em 2004, e Thomaz Bellucci, nas quadras de saibro de Gstaad em 2009 e de Santiago no ano seguinte.</p>
<div id="attachment_1410" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-1410" title="tiago-fernandes-620-size-598" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tiago-fernandes-620-size-598-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" /><p class="wp-caption-text">Tiago Fernandes, vencedor do Australian Open juvenil</p></div>
<p>O legado Guga poderia e deveria ter sido o salto para a construção de centros de treinamentos e para a popularização do esporte no país. Mas sabemos que a quantidade de projetos e quadras públicas para a formação de atletas por aqui é ínfima. Praticar tênis é um negócio caro, desde o material de treino até as viagens para competições. Se não houver investimento e acompanhamento, dificilmente haverá desenvolvimento dos nossos jovens talentos e será difícil encontrar um novo e iluminado Gustavo Kuerten dando sopa por aí.</p>
<p>Temos, periodicamente, atletas que se destacam na categoria juvenil. O alagoano Tiago Fernandes, por exemplo, foi campeão do Australian Open em 2010. Já o cearense Thiago Monteiro é o atual número 2 do ranking mundial da ITF. Promessas nacionais não faltam, mas são poucos os que vingam logo após abandonar a categoria juvenil.</p>
<p>O Brasil possui o quarto maior calendário de futures (torneios de nível mais baixo) do mundo e o maior de challengers (um nível antes de ATP 250) da América Latina. Indiscutivelmente, os melhores resultados dos brasileiros são em casa. Muito pelo alto número de participantes e também por poupar o desgaste e o dinheiro das longas viagens. Mas o degrau para torneios de primeiro escalão é muito maior.</p>
<p>Em média, para se jogar ATPs 250 é necessário estar na faixa dos 100 melhores do mundo. Hoje temos apenas dois tenistas no seleto grupo, Thomaz Bellucci (49º) e João &#8220;Feijão&#8221; Souza (100º). Entre os 200, temos mais três: Rogério Dutra Silva (111º), Ricardo Mello (124º) e Júlio Silva (148º). E outros três fecham o grupo dos 300: Thiago Alves (239º), Guilherme Clezar (277º) e Caio Zampieri (282º).</p>
<div id="attachment_1411" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-1411" title="beatrizhaddad" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/03/beatrizhaddad-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /><p class="wp-caption-text">Beatriz Haddad Maia, aos 15 anos a maior esperança nacional</p></div>
<p>Entre as mulheres a situação é ainda mais preocupante. Atualmente não temos nenhuma atleta na faixa das 200 melhores colocadas no ranking mundial. Desde 1993, com Andrea Vieira, uma tenista brasileira não participa de um Grand Slam. O calendário nacional também se reforçou com muito torneios de nível ITF, mas os poucos pontos distribuídos por eles não alavancam nossas esperanças. As apostas hoje estão em Beatriz Haddad Maia, que aos 15 anos já venceu um torneio profissional de menor expressão e ocupa a 677ª colocação. Roxane Vaisenberg lidera as brasileiras, na 244ª posição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-1427 alignleft" title="gué" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/03/gué-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><strong>Guilherme Daolio</strong>é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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