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	<title>Esporte em Pauta &#187; rugby</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; rugby</title>
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		<title>Brasil mostra maturidade, bate Paraguai e sonha com Copa do Mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2012 21:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Claro que ainda falta muito para que o sonho de jogar uma Copa do Mundo se torne realidade, mas é bastante animador ver o Brasil jogando Rugby de bom nível, executando bem seus laterais, com bastante intensidade defensiva e principalmente sabendo controlar o jogo contra um adversário que a pouco tempo atrás nós colocava no “segundo escalão” do Rugby Sulamericano]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Hoje Brasil e Paraguai jogaram pela primeira fase das eliminatórias para a Copa do Mundo de Rugby Union, que será disputada na Inglaterra em 2015 (<a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/rugby-brasil-enfrenta-paraguai-para-classificacao-inedita-na-copa-do-mundo">entenda o que estava em jogo</a>). Mostrando crescimento coletivo e com fundamentos muito sólidos o Brasil foi superior em grande parte da partida e soube vencer o Paraguai num jogo equilibrado, que terminou com o placar de 35 a 22.</p>
<p>No começo do primeiro tempo, empurrado pela torcida e com grande pressão defensiva, os Tupis (apelido da nossa seleção nacional) controlaram as ações do jogo, mantiveram a bola no campo defensivo adversário e em menos de 15 minutos já venciam o jogo por 12 a 0 (tries de Putin aos 5 e Alemão aos 12 minutos).</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/rudgby.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8559" title="rudgby" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/rudgby.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>Mesmo diminuindo o ritmo na metade do primeiro tempo, a seleção nacional continuou a mandar na partida e soube se aproveitar muito bem do jogo de chutes e de seu lateral muito bem executado durante toda a primeira etapa, chegando a levar a vantagem para 19 a 3 aos 32 minutos, quando Putin converteu Try feito pelo centro Moisés.</p>
<p>Nos últimos 5 minutos, porém, os Paraguaios melhoraram, mantiveram a bola no ataque e em uma jogada de muitas fases conseguiram um Try  importante, que levou o jogo para o intervalo com placar apertado de 19 a 10.</p>
<p>Desatento na volta do intervalo, o Brasil vacilou na defesa, cedeu um Try logo no primeiro minuto e nessa altura parecia que passaria sufoco durante a etapa final. Mostrando maturidade surpreendente, nossa seleção colocou a cabeça no lugar, voltou a praticar o jogo que havia dado certo durante o primeiro tempo (pressão defensiva, controle de jogo ofensivo com muita paciência pelos forwards e jogadas muito bem treinadas da linha) e logo fez mais um Try, com Putin, aos 6 minutos.</p>
<p>Com o placar em 26 a 15 e com bom trabalho defensivo contra o jogo de bastante intensidade e passes curtos Paraguaios, o Brasil se manteve bem postado e ainda conseguiu ampliar a vantagem em duas conversões de penal aos 23 (com Putin) e aos 32 (com Lucas Tanque) e garantir excelente vitória contra os rivais Sulamericanos.</p>
<p>O jogo ainda teve tempo para um Try Paraguaio aos 39 minutos e uma conversão de Penal de Tanque aos 42 minutos, último lance da partida.</p>
<p>Mais importante do que o bom placar de 35 a 22, que nos mantem na disputa de uma vaga na próxima Copa do Mundo, foi perceber a evolução da nossa seleção, que a cada desafio internacional parece melhorar física e tecnicamente.</p>
<p><strong>Primeiro passo</strong><br />
Claro que ainda falta muito para que o sonho de jogar uma Copa do Mundo se torne realidade (até mesmo a Confederação Brasileira de Rugby trata como meta de longo prazo a classificação para a Copa do Mundo de 2019, e não a de 2015), mas é bastante animador ver o Brasil jogando Rugby de bom nível, executando bem seus laterais, com bastante intensidade defensiva e principalmente sabendo controlar o jogo contra um adversário que a pouco tempo atrás nós colocava no “segundo escalão” do Rugby Sulamericano.</p>
<p>O passo agora é continuar a desenvolver a modalidade no país para que num futuro não muito distante consigamos também bater Chile e Uruguai e chegar à disputa da tão sonhada Copa do Mundo.</p>
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		<title>Rugby: Brasil enfrenta Paraguai em busca de classificação inédita para Copa do Mundo</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/rugby-brasil-enfrenta-paraguai-para-classificacao-inedita-na-copa-do-mundo</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 16:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Rugby]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo de Rugby]]></category>
		<category><![CDATA[rugby]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O Brasil começa nesta sábado a caminhada de classificação inédita para a Copa do Mundo de rugby. A seleção brasileira de rugby enfrenta o Paraguai, no Estádio do Nacional, a partir das 13h30, para continuar na briga pela vaga da América]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Um dos eventos esportivos mais assistidos do mundo, a Copa do Mundo do rugby já teve sete edições disputadas até hoje, desde 1987. O Brasil, que nunca jogou o campeonato, começa nesta sábado (27) a caminhada de classificação para a Copa do Mundo 2015, que será realizada na Inglaterra. A seleção brasileira de rugby enfrenta o Paraguai, no Estádio do Nacional, a partir das 13h30, para continuar na briga pela vaga da América. A partida será transmitida pelo SporTV. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/rugby.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8541" title="rugby" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/rugby-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Campeões do Campeonato Sul-Americano B de 2012, o Paraguai tenta voltar à série A, enquanto o Brasil, quarto colocado no Sul-Americano A, tenta defender sua posição no torneio para o próximo ano &#8211; se perder, o Brasil volta a disputar o Sul-Americano B.</p>
<p>O Brasil não perde do Paraguai desde 2008, ano em que reverteu um histórico desfavorável contra a equipe, que tradicionalmente era superior ao time brasileiro. Entre os destaques da equipe estão o capitão e centro Rodrigo Llamosas, o oitavo Felix Zárate e o fullback Hugo Chaves.</p>
<p>Caso vença o Paraguai, o Brasil permanece no Sul-Americano A, que será disputado em maio de 2013 em Montevidéu, Uruguai. Como a Argentina já está classificada para a Copa do Mundo, a disputa pela segunda vaga das Américas se dará inicialmente com o Uruguai e Chile. Quem vencer enfrenta o perdedor do Nacra A (Campeonato da América do Norte e Caribe). O vencendo se classifica automaticamente, enquanto o perdedor ainda tem uma chance se vencer mais dois jogos: um contra o segundo colocado nas eliminatórias asiáticas e outro com o vencedor da repescagem entre África e Europa.</p>
<p>&#8220;Nossa meta de longo prazo é a classificação para a Copa do Mundo de 2019 no Japão, mas devemos acreditar na força e determinação de nossos atletas, bem como no trabalho técnico desenvolvido pela comissão neozelandesa. Cada partida é uma decisão de vida ou morte e assim o Brasil encarará cada desafio dessas eliminatórias&#8221;, disse Sami Arap Sobrinho, Presidente da CBRu, em referência ao programa de intercâmbio realizado com os Crusaders.</p>
<p>Vale lembrar que essa competição é de Rugby XV, e <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/caminho-das-pedras-ate-as-olimpiadas">a classificação para as Olimpíadas</a>, que será jogada na modalidade Sevens, é diferente &#8211; as regras ainda não foram definidas.</p>
<p><strong>Brasil x Paraguai, valendo a permanência no Sulamericano A<br />
</strong>Sábado, dia 27/outubro, a partir das 13h30<br />
Local: Estádio do Nacional ((Av. Marquês de São Vicente, 2477))</p>
<p><strong>Ingressos </strong><br />
À venda a partir de quinta-feira (25). Inteira: R$ 10,00 (Menores de 18 anos não pagam)<br />
- Sede da Confederação Brasileira de Rugby (R. João Lourenço, 683, cj. 21. Vila Nova Conceição), das 10h as 17h<br />
- Bilheterias do Estádio do Nacional , das 10h às 17h. No dia do jogo, serão vendidos até o início da partida</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>88 anos depois, a volta</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 01:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Memória" title="Memória" /><br/>Essa não será a estreia do rugby em Olimpíadas. Ele participou das edições de 1900, 1908, 1920 e 1924, e o criador das Olimpídas da era moderna, Barão de Coubertin, era um grande fã da modalidade. Além da saída do Barão da presidência do COI em 1924, um dos fatores para o rugby sair do programa olímpico a partir dali foi a pouca importância dada aos Jogos pelas principais forças da modalidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Memória" title="Memória" /><br/><p>Essa não será a estreia do rugby em Olimpíadas. Ele participou das edições de 1900, 1908, 1920 e 1924, e o criador das Olimpídas da era moderna, Barão de Coubertin, era um grande fã da modalidade. Além da saída do Barão da presidência do COI em 1924, um dos fatores para o rugby sair do programa olímpico a partir dali foi a pouca importância dada aos Jogos pelas principais forças da modalidade.</p>
<div id="attachment_7500" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-7500" title="rugby_historia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/rugby_historia-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /><p class="wp-caption-text">EUA x França nos Jogos de 1924</p></div>
<p>Em 1924, apenas Estados Unidos, França e Romênia participaram. Nos Jogos anteriores, alguns chegaram a levar equipes locais para representar o país, como a Inglaterra em 1900, enquanto outros recusaram o convite (África do Sul e Nova Zelândia em 1908). Além disso, o IRB não se filiou ao movimento olímpico até 1994, quando passou a ser esporte reconhecido pelo Comitê. Foi a partir dai que iniciaram-se as negociações para a volta do esporte às Olimpíadas.</p>
<p><strong>A volta</strong><br />
Em votação em outubro 2009, o rugby ganhou o direito de retornar o programa olímpico, em votação com 81 votos a favor e oito contra. Pesou a favor da decisão o maior comprometimento das seleções com tradição na modalidade, o comitê do IRB composto por representantes de países de todas as regiões do mundo, mostrando diversidade regional, o passado olímpico e o crescimento do esporte em países emergentes. A disputa da modalidade também no feminina contou pontos a favor. <a href="http://blogdorugby.wordpress.com/2009/10/09/porque-o-rugby-entrou-nas-olimpiadas/">Esse post,do Blog do Rugby (hoje Portal do Rugby) </a>resume bem os pontos e o caminho daqui para frente.</p>
<p>Também é interessante ver a repercussão na comunidade do rugby à época da decisão. O técnico da Seleção de Sevens da África do Sul, Paul Treu, <a href="http://www.irbsevens.com/columnist/newsid=2033944.html#paul+treu+totally+blown+away">escreveu</a> sobre o dia da reintegração do rugby nos Jogos: &#8220;Friday was just magic. To us it felt like a bit of a formality, because we were so confident in Sevens as a sport, and I must admit that even before the announcement we had a toast to Sevens!&#8221; [Sexta-feira foi simplesmente mágico. Para nós, pareceu um pouco como uma formalidade, porque estávamos muito confiantes no Sevens como um esporte, e devo admitir que, mesmo antes do anúncio fizemos um brinde ao Sevens!]. O site da IRB traz uma série de notícias com a <a href="http://www.irb.com/rugbyandtheolympics/news/newsid=2033898.html#ioc+decision+reaction">reação</a> após a decisão, e diz que o dia 9 de outubro será &#8220;sempre lembrado como um dia <a href="http://www.irb.com/rugbyandtheolympics/news/newsid=2035087.html#olympics+sevens+heaven+rugby">monumental para a história do rugby</a>, em matéria intitulada: &#8220;Olympics: sevens heaven por rugby&#8221;, fazendo trocadilho com a palavra Sevens e Heaven (paraíso, em inglês).</p>
<div></div>
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		<title>Abrindo o caminho</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2012 17:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Foram nessas idas semanais ao interior para treinar que ele alimentava o sonho de jogar fora do Brasil, junto com o amigo Erick, conhecido como Putin. O desejo de jogar fora do país era antigo. "Eu já tinha ido para a França uma vez com uma turnê do São José, ficamos 15 dias, e levei todas as minhas coisas achando que um clube ia me chamar para ficar, na época tinha 18 anos"]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>No rugby, o jogador com a camisa 10 é conhecido como Abertura. Para ocupar a posição, é necessário visão de jogo e boa execução de fundamentos. É o abertura que vai distribuir a bola, ditando a velocidade do jogo e o caminho que a equipe vai seguir na partida, &#8220;abrindo&#8221; a bola que chega a ele pelo Half-Scrum. No campo, Fernando Portugal, 31 anos, atua como Abertura (joga como Centro também) no rugby XV. Hoje capitão da seleção de Sevens, Portugal foi um dos primeiros brasileiros a jogar rugby fora do país, abrindo caminho para os demais, e é um dos poucos que consegue viver razoavelmente de rugby no Brasil (ainda que não somente de treinar). Portugal recebeu o <strong>Esporte em Pauta</strong> no campo do Bandeirantes, onde treina e atua como coordenador técnico do time juvenil.<img class="alignright size-medium wp-image-7475" title="portugal2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/portugal2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>Com 1,84m de altura, Portugal fala sobre rugby com seriedade, paixão e conhecimento técnico. Terminada a Olimpíada de Londres, o rugby passa a dividir as atenções na cobertura de esportes olímpicos. Incluído nos Jogos em decisão tomada em 2009, o esporte faz sua reestréia em 2016, na modalidade sevens, onde ao invés de 15, sete jogadores atuam no mesmo campo, em dois tempos de sete minutos. Fernando joga nos dois, como boa parte dos jogadores do Brasil. Sem dramatizar, ele comenta a situação amadora que prevalece no rugby brasileiro. &#8220;Ainda não é certo que o Brasil tenha uma vaga por ser o país sede. Existe a possibilidade, mas também existe uma de que tenhamos que entrar em uma qualificação. Se precisasse, hoje, fazer uma seletiva mundial, a gente não chegaria entre os 12 primeiros, de jeito nenhum&#8221;. Mas a situação está melhorando, e a inclusão do rugby nas Olimpíadas fez toda a diferença.</p>
<p>&#8220;Muita gente apaixonada pelo rugby, que tinha deixado o esporte para fazer outra coisa, começou a reservar um tempo a mais pra trabalhar com rugby, imaginando que poderia virar um meio de vida, tanto no meio da gestão, como para treinador&#8221;, comenta. Ele emenda fazendo uma comparação: &#8220;A gente vê as outras modalidades reclamando que estão nas Olimpíadas e não tem estrutura, reclamando do pouco que tem. E a gente está comemorando o pouco que a gente tem. Porque realmente vivíamos em um cenário de escuridão completa. Não tinha saída. A coisa mudou, o esporte vai crescer muito nesses próximo anos&#8221;.</p>
<p>Hoje, a maioria dos clubes do país treina duas vezes por semana em campo &#8211; inclusive os jogadores da seleção, depois de trabalhar durante o dia. Recentemente, a Confederação Brasileira fechou uma parceria com a província de Canterbury e sua equipe local, os Crusaders, da Nova Zelândia, um dos países mais tradicionais na modalidade. Focada no alto rendimento, a parceria vai até 2017 e é essencial para o aprimoramento da Seleção rumo a 2016. &#8220;Nos próximos quatro anos precisamos muito disso, profissionalizar, talvez no nível de Seleção apenas. Nos clubes não vai acontecer tão cedo. Esse trabalho que os neozalandeses estão propondo, do jeito que está não tem como.  Os jogadores vão precisar parar de trabalhar por um tempo, mas para isso vão ter que ganhar para isso. Isso está bem próximo na seleção&#8221;.</p>
<p><strong>Vaquinha</strong><br />
Portugal começou a praticar rugby em São José, cidade do interior de São Paulo onde morava na infância. Um amigo o convidou para um treino por ser &#8220;grandão&#8221;, e ele acabou ficando. &#8220;Fui e treinei sem entender nada, nunca tinha visto um jogo na vida. Mas o ambiente é muito amistoso, então todo mundo quer que você fique, todos te tratam bem&#8221;, relembra. Desde então, sua vida passou a girar em torno do rugby, que ainda tem condições amadoras no país &#8211; Fernando se diz &#8220;teimoso&#8221; por querer viver de rugby. &#8220;Fiquei muito tempo, alguns anos, estudando para passar em Medicina. Mas na verdade acho que era mais uma desculpa para não trabalhar e poder jogar&#8221;. Quando caiu na real, pressionado pelo pai, Fernando foi para São Paulo cursar Fisioterapia em uma faculdade particular, com bolsa por jogar pelo time de rugby. Paralelamente, dava treinos para o time da faculdade de Direito da USP, e assim se mantinha em São Paulo, revezando com os treinos no São José, duas vezes por semana.</p>
<p>Foi nessas idas semanais ao interior para treinar que ele alimentava o sonho de jogar fora do Brasil, junto com o amigo Erick, conhecido como Putin. O desejo de jogar fora do país era antigo. &#8220;Eu já tinha ido para a França uma vez com uma turnê do São José, ficamos 15 dias, e levei todas as minhas coisas achando que um clube ia me chamar para ficar, na época tinha 18 anos. E não fiquei. Como jogava desde cedo na Seleção, sempre alguém falava que ia arranjar um time fora, na Irlanda, País de Gales. O tempo foi passando, eu fui acreditando, e nunca aconteceu nada, até o dia que eu decidi ir&#8221;. Foram os alunos da Direito-USP que ajudaram a comprar a passagem, de 2.400 reais, para viajar para a Itália, onde Putin tinha um tio. Sem contrato assinado ou contato, em 2005 os dois bateram nas portas dos clubes que ficavam próximo à casa do tio. Recebidos com ceticismo pelos técnicos, por conhecer o nível do rugby brasileiro, eles conseguiram treinar. Erick machucou a clavícula no primeiro amistoso e voltou para o Brasil, enquanto Portugal ficaria dois anos.</p>
<p>No primeiro ano, Portugal recebeu casa e trabalho, como pedreiro. Apenas no ano seguinte conseguiu se profissionalizar. &#8220;Para não ficar a toa só treinando, eles me colocaram nesse Projeto Escola, que era dar aula de rugby nas escolas da região. Dava treino pra criancinhas de 5 a 15 anos de idade&#8221;. Perguntado se existiria espaço para um projeto como esse no Brasil, Portugal explica sobre o tag rugby, um rugby com fitas, onde ao invés de derrubar, os jogadores ficam com uma fita, que precisa ser puxada para o jogador parar, evitando o jogo de contato do rugby tradicional. &#8220;Isso já tem dentro dos CEUs aqui, á instituição Urra que faz. É o caminho, aliás, o único pra entrar na grade das escolas. Se um menino está correndo e cai, e estava com a bola de rugby, mesmo que não tenha tido um contato, isso vai dar problema. Se ele quebrar o pé  num carrinho de um jogo de futebol, não tem problema. Mas se quebrar brincando de rugby, vai&#8221;, conta, citando uma experiência que passou com crianças de sete anos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7477" title="selecao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/selecao.jpg" alt="" width="550" height="367" /></p>
<p>Até o ano passado, Portugal dava treino para universitários. Parou para conseguir se dedicar mais ao treinamento, decisão viabilizada pelo patrocínio da Topper, que patrocina, além dele individualmente, a Confederação Brasileira de Rugby. &#8220;Ano passado foi o ano em que eu mais dei treino. Foi complicado porque estava ganhando uma grana de treino, mas era ano de PAN e queria ter me preparado um pouco mais. No final o resultado do PAN não foi legal, acho que podíamos ter aproveitado mais. Como a Topper me deu a oportunidade, me dei ao luxo de parar esse tipo de trabalho, porque eu ficava até meia noite, 1h da manhã, dando treino&#8221;. O resultado a que ele se refere é o PAN de 2011, em que o Brasil terminou na sétima colocação. &#8220;Tinha Canadá e EUA, que são equipes profissionais, bem estruturadas, com muitos recursos, e tinha a Argentina, que foram os três primeiros. Do Chile ganhamos uma e perdemos outra. Do Uruguai perdemos de placar apertado, 5&#215;0, que é como se fosse 1&#215;0 no futebol. Ganhamos da Guiana e empatamos com os EUA por 19&#215;19, e contra Argentina não jogamos. A única diferença monstruosa foi contra o Canadá, que foi 45&#215;0, e mostrou o abismo entre os dois. Competitivamente, o Brasil foi muito bem, mas terminou em sétimo, então não foi legal&#8221;.</p>
<p>Em maio deste ano, Brasil e Argentina se enfrentaram no Sulamericano de Rugby XV. O placar de 111 a 0 repercutiu imediatamente na mídia. &#8220;Primeiro tem que distinguir o seven e o XV. No seven a gente ganhou um jogo deles. Talvez não ganhe nos próximos anos, mas estamos competitivos. No XV a diferença é gritante. Fazia 20 anos que não jogávamos contra Argentina no XV. Então, perder de 111, 150, 100&#8230; a gente estava em campo contra eles. É uma vitória para o Brasil ter adquirido o direito de jogar contra a Argentina. Agora, o placar é esse&#8221;, comentou Portugal. A Argentina participou de todas as seis edições da Copa do Mundo de Rugby disputadas até hoje, e tem como melhor colocação o terceiro lugar, alcançado em 2007, na edição disputada na França. No sevens, das cinco edições, os argentinos também estiveram em todas, e tem como melhor colocação a final de 2009, ocasião em que perderam para País de Gales.</p>
<p>&#8220;Eu acreditava até que ia ser um pouco mais. Porque a realidade entre as duas estruturas é um abismo, não dava para esperar menos. Na minha opinião foi bom, achei que ia ser mais&#8221;, continua, voltando ao placar elástico. Da seleção argentina hoje, de 30 jogadores, apenas dois jogam no país, onde o profissionalismo também engatinha. A diferença é que praticamente todo o time joga fora do país. &#8220;Se fizesse uma seleção com quem joga na Argentina, não chegaria nem perto do que eles tem&#8221;, explica.</p>
<p>Veja <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/entrevista-com-fernando-portgual">aqui</a> a íntegra da entrevista.</p>
<p>Por<strong> Beatriz Nantes</strong><br />
Colaborou <strong>Fabio Moraes</strong></p>
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		<title>165 dias para Londres</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 11:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>Nos curtas de 13/fevereiro, resultados do Judô na Copa do Mundo, Circuito Sulamericano de Vôlei de Praia, Brasil no Circuito Mundial de rugby sevens e resultados da natação ao redor do mundo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>+ <strong>Judô</strong>: Na etapa do final de semana da Copa do Mundo, o melhor resultado foi das mulheres, com Maria Portela ficando em terceiro em Budapeste, enquanto Mariana Silva perdeu na primeira rodada.Na Áustria, onde competiram os homens, Leo Leite foi sétimo e Luciano Correa perdeu na segunda rodada. Os dois disputam a vaga brasileira para as Olimpíadas no 100kg, com vantagem para Luciano, que se mantém a frente no ranking mundial.  Ainda na Áustria, o peso pesado David Moura perdeu na estreia.</p>
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<div>+ <strong>Vôlei de praia</strong>: Na segunda etapa do Circuito Sul-Americano de vôlei de praia, no Chile, o Brasil levou o ouro com as mulheres (Ágatha e Bárbara Seixas) e com os homens  (Lipe e Álvaro Filho) A próxima etapa acontece no próximo final de semana, no Peru.</div>
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<p>+ <strong>Natação</strong>: Além do GP do Missouri, que tem cobertura completa no Esporte em Pauta, o fim de semana teve resultados fortes na Austrália e Inglaterra. No país sede das Olimpíadas, destaque para o fortíssimo 8&#8217;22 de Rebecca Adlington nos 800 livre, prova em que é campeão olímpica e mundial. Na Austrália, o NSW State Championships marcou a volta de Stephanie Rice depois da cirurgia no ombro ( 2&#8217;13 no 200 medley e 4&#8217;42 no 400 medley) e alguns atletas marcando o melhor tempo do mundo em suas provas. Destaque para Ellen Gandy (200 borbo para  2&#8217;05&#8221;95), Emily Seebohm (2&#8217;11&#8221;55 no 200 medley e 59&#8221;36 no 100 costas) e o coreano Tae Hwan Park para 14&#8217;47&#8221;3 no 1500, todos alcançando o topo do ranking este ano.</p>
<p>+ <strong>Rugby sevens</strong>: O Brasil terminou em 16º na etapa do Circuito Mundial de Las Vegas, nos Estados Unidos. A modalidade será olímpica a partir de 2016.</p>
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