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	<title>Esporte em Pauta &#187; Seletiva Australiana</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Seletiva Australiana</title>
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		<title>Análise: Time australiano para o Mundial de Barcelona</title>
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		<pubDate>Sun, 05 May 2013 20:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Destaque" title="Destaque" /><br/>Depois de uma Olimpíada ruim - foram 10 medalhas, sendo apenas uma de ouro, contra 20 medalhas e seis ouros em Pequim-2008 - os australianos estão muito fortes para retomar o top 3 da natação mundial. Para se ter uma ideia, das 34 provas que serão disputadas no Mundial, os australianos tem o melhor tempo da temporada em 11 delas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Destaque" title="Destaque" /><br/><p>Com o fim do EnergyAustralia Swimming Championships, realizado em Adelaide, está definido o time que defenderá o país na principal competição de natação do mundo este ano. A seleção completa terá 36 atletas na natação e 7 nas maratonas aquáticas, totalizando 43 nadadores. A imprensa australiana destacou que o time é o menor deste as Olimpíadas de Atlanta, mas muito forte &#8211; os índices estabelecidos pela Confederação foram o oitavo no Mundial de Shangai, de modo que todos os classificados tem chances reais de chegar à final em Barcelona.</p>
<div id="attachment_10572" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/05/australia.jpg"><img class="size-full wp-image-10572" title="australia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/05/australia.jpg" alt="" width="620" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Menor equipe desde 1996, mas forte</p></div>
<p>Depois de uma Olimpíada muito ruim &#8211; foram 10 medalhas, sendo apenas uma de ouro, contra 20 medalhas e seis ouros em Pequim-2008 &#8211; a natação australiana passou por uma reformulação. A mudança passou pela saída do antigo head coach, Leigh Nugent, com entrada de Michael Scott em seu lugar. A saída ocorreu pouco depois da polêmica envolvendo o time masculino, com cinco atletas admitindo, em fevereiro, mau comportamento durante o trainning camp antes dos Jogos e uso do stilnox, remédio que ajuda a combater a insônia e é proibido pela Confederação Australiana, embora não seja doping.</p>
<p>Os resultados da seletiva mostram que os australianos estão muito fortes para retomar o top 3 da natação mundial. Para se ter uma ideia, das 34 provas que serão disputadas no Mundial, os australianos tem o melhor tempo da temporada em 11 delas &#8211; resta ainda, é claro, a seletiva americana, mas até o momento a australiana foi a mais forte de todas.</p>
<p><strong>Magnussen: a revanche em Barcelona?</strong><br />
Não dá para dizer que Magnussen só nada bem na Austrália &#8211; afinal, ele é o atual campeão mundial do 100 livre e do revezamento 4&#215;100 livre, títulos conquistados em Shangai, sua primeira grande competição. Mas o desempenho em Londres-2012 foi tão aquém do esperado que ficou a sensação de que ele ainda tem algo a provar. Prata no 100 livre, fora da final do 50m livre e do pódio no 4&#215;100, Magnussen saiu de Londres sem repetir seus melhores tempos e decepcionado.</p>
<div id="attachment_10571" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/05/magnussen.jpg"><img class="size-medium wp-image-10571" title="magnussen" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/05/magnussen-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Magnussen: melhor marca do mundo no 50 e 100 livre</p></div>
<p>A performance em Adelaide mostra que Magnussen está bem fisicamente &#8211; resta saber o que conseguirá fazer em Barcelona. Com 21&#8221;52, Magnussen fez o melhor tempo do mundo no 50 livre, desbancando Florent Manaudou e Cielo em prova que nem é sua especialidade. No 100 livre, 47&#8221;53, também melhor marca da temporada no mundo. E de quebra ainda nadou para 1&#8217;47 na semifinal do 200 livre, prova em que nunca competiu em grandes campeonatos &#8211; ele desistiu da final da prova na seletiva e não será esse ano que veremos um 200 livre em grande estilo do australiano.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>As melhores<br />
</strong>Cate Campbell e Alicia Coutts saem sem dúvida como os grandes nomes da seleção no feminino. A primeira fez as melhores marcas do mundo este ano nas provas de velocidade, com 24&#8243;27 no 50 livre e 52&#8221;83 no 100 livre (com direito a virar 25&#8221;12 na parcial de 50 metros). Cate esteve em Londres mas não nadou bem, prejudicada por uma pancreatite e por machucar a mão quando pulava na piscina. Lá, ela foi ouro no revezamento 4&#215;100 livre no primeiro dia, parou nas semifinais do 50 livre e não nadou o 100 livre mesmo tendo a vaga do país.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/7ron8rTnHDw?list=UULzqQ_o5w8RIyKISU3st2IQ" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Já Alicia Coutts saiu de Londres com cinco medalhas &#8211; três em revezamentos e duas em provas individuais, o 100 borboleta e 200 medley. Foi nas duas que Coutts brilhou em Adelaide, fazendo 57&#8221;18 e 2’08”63, melhores tempos do mundo este ano. Muito versátil, ela ainda fez tempos muito fortes no 50 livre (24&#8221;96), no 50 borboleta (25&#8221;78), 50 costas (28&#8221;12) e conseguiu vaga no revezamento 4&#215;100 livre.</p>
<p><strong>Christian Sprenger<br />
</strong>Ótima competição para o peitista que ano passado ganhou sua primeira medalha individual em Olimpíadas. Sprenger fez os melhores tempos do ano no mundo nas provas de 50m (26&#8221;90) e 100m peito (59&#8221;05) e é um dos favoritos ao pódio na prova em Barcelona.</p>
<div id="attachment_10570" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/05/sprenger.jpg"><img class=" wp-image-10570 " title="sprenger" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/05/sprenger.jpg" alt="" width="585" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Londres-2012: Sprenger se emociona após conquistar a prata</p></div>
<p><strong>Fundo</strong><br />
No feminino, o grande nome do fundo foi Bronte Barrat, que tirou a liderança do ranking mundial de ninguém menos que Camille Muffat, campeã olímpica do 400m livre. Com 4&#8217;03&#8221;52 ela é mais uma no bolo para vencer a prova que deve ser disputadíssima em Barcelona.</p>
<p>No masculino, David McKeon venceu com 3&#8217;43&#8221;71,segunda marca da temporada, atrás apenas do prodígio Sun Yang, o cara a ser batido nas provas de fundo atualmente. Esse tempo seria suficiente para McKeon ser bronze em Londres e retoma a tradição australiana na prova, que já teve Gratn Hackett, Kierin Perkins e Ian Thorpe como grandes ídolos.</p>
<p>Renovação também no 1500m livre: depois do país ficar sem nenhum atleta com índice para as Olimpíadas de Londres na prova, Jordan Harrison, treinado por Denis Cotterel, fez 14&#8217;51&#8221;02.  A marca é a segunda mais forte da história para um atleta de 17 anos, atrás apenas de Perkins, bicampeão olímpico da prova.</p>
<div id="attachment_10569" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/05/jordan.jpg"><img class=" wp-image-10569 " title="jordan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/05/jordan.jpg" alt="" width="585" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Será que Jordan conseguirá ameaçar Sun Yang no 1500?</p></div>
<p>Confira o time completo para Barcelona:</p>
<p><strong>FEMININO</strong></p>
<address>Alicia Coutts</address>
<address>Ami Matsuo</address>
<address>Belinda Hocking</address>
<address>Brittany Elmslie</address>
<address>Bronte Barratt</address>
<address>Bronte Campbell</address>
<address>Cate Campbell</address>
<address>Emily Seebohm</address>
<address>Emma McKeon</address>
<address>Jessica Ashwood</address>
<address>Kylie Palmer</address>
<address>Megan Nay</address>
<address>Melanie Schlanger</address>
<address><em>Sally Foster</em></address>
<address><em></em>Samantha Marshall</address>
<address> </address>
<address>MARATONAS AQUÁTICAS</address>
<address><em>Bonnie MacDonald</em></address>
<address><em>Chelsea Guebecka</em></address>
<address><em>Danielle De Francesco</em></address>
<address><em>Melissa Gorman</em></address>
<address> </address>
<address>MASCULINO</address>
<address>Alexander Graham</address>
<address>Ashley Delaney</address>
<address>Brenton Rickard</address>
<address>Cameron McEvoy</address>
<address>Chris Wright</address>
<address>Christian Sprenger</address>
<address>Daniel Tranter</address>
<address>David McKeon</address>
<address>Grant Irvine</address>
<address>James Magnussen</address>
<address>James Roberts</address>
<address>Jarrod Killey</address>
<address>Jordan Harrison</address>
<address>Kenneth To</address>
<address>Matson Lawson</address>
<address>Matt Targett</address>
<address>Matthew Abood</address>
<address>Mitch Larkin</address>
<address>Ned McKendry</address>
<address>Tommaso D-Orsogna</address>
<address>Thomas Fraser-Holmes</address>
<address> </address>
<address>MARATONAS AQUÁTICAS</address>
<address><em>Jarrod Poort</em></address>
<div><em>Simon Huitenga</em></div>
<div><em>Rhys Mainstone</em></div>
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		<title>James Magnussen e Cate Campbell fazem melhor 100 livre do ano na seletiva australiana</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 14:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Seletiva Australiana]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>Se no final da década de 1990 e início dos anos 2000 a Austrália era o país dos fundistas, agora são os velocistas do país que roubam a cena. Durante o quinto dia de finais da Seletiva Australiana para o Mundial de Barcelona, realizada em Adelaide, a prova de 100m livre teve tempos muito fortes no feminino e masculino.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>Se no final da década de 1990 e início dos anos 2000 a Austrália era o país dos fundistas, agora são os velocistas do país que roubam a cena. Durante o quinto dia de finais da Seletiva Australiana para o Mundial de Barcelona, realizada em Adelaide, a prova de 100m livre teve tempos muito fortes no feminino e masculino.<a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/magnussen1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10549" title="magnussen" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/magnussen1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Entre os homens, o campeão mundial e vice campeão olímpico James Magnussen mostrou que está mordido depois de sua prata em Londres. Com 47&#8221;53, ele passa a liderar o ranking mundial do 100m livre este ano, tomando o posto de Vlad Morozov (47&#8221;93). Magnussen defenderá seu título mundial em Barcelona e, mais do que isso, busca a revanche sobre Nathan Adrian, que bateu o australiano em Londres por apenas 1 centésimo. Na segunda colocação, bom tempo para Cameron McEvoy, com 48&#8221;07, terceiro melhor do mundo até o momento, deixando Chierighini em quarto neste momento.</p>
<p>No feminino, a marca foi mais forte ainda, e olha que só tivemos as semifinais. Passando de forma espetacular para 25&#8221;12, Cate Campbell fez 52&#8221;82, melhor tempo do mundo este ano por cerca de nove décimos. Sua irmão mais nova, Bronte Campbell, foi prata com 53&#8221;72, quarta melhor marca do mundo em 2013. Para se ter uma ideia de como o tempo é forte, com esse parcial Cate não só pegaria índice para o Mundial de Barcelona, como estaria no top 10 do mundo na prova de 50 livre.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/campbell.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-10550" title="campbell" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/campbell-800x533.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a></p>
<p>Entre os demais destaques, Christian Sprenger vem fazendo uma ótima competição, estabelecendo a melhor marca do ano no 50m peito (26&#8221;90 na final e 27&#8221;18 na semifinal, os dois melhores tempos da temporada) e no 100m peito (59&#8242;&#8217;05). No 200 borboleta, melhor tempo do mundo para Grant Irvine, com 1&#8217;55&#8221;32 .Entre as mulheres, Alicia Coutts nadou no mesmo dia a final do 100 borboleta e 200 medley, vencendo as duas, com melhor marca do mundo nas duas (57&#8221;18 e 2&#8217;08&#8221;63).</p>
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		<title>Seletiva Australiana começa com tempos fortes no 400 livre</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 19:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Bronte Barrat]]></category>
		<category><![CDATA[David McKeon]]></category>
		<category><![CDATA[Seletiva Australiana]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/> Em Adelaide, McKeon fez seu melhor tempo da vida no 400 livre, nadou para 3'43''71. A marca é a segunda maior do mundo este ano e o coloca como o sexto melhor de todos os tempos sem trajes. Na Austrália, ele agora está atrás apenas dos ídolos Ian Thorpe e Grant Hackett, ultrapassando o lendário Kieren Perkins, bicampeão olímpico no 1500m livre. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>Enquanto no Brasil o Maria Lenk chega ao fim neste sábado, na Austrália começou ontem a seletiva para o Mundial de Barcelona, em Adelaide, em competição que vai até dia 3 de abril. No primeiro dia de finais, os campeões fizeram tempos fortes no 400m livre. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/daviv.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10490" title="daviv" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/daviv-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>David McKeon é apontado há anos como destaque da nova geração de fundistas do país. Aos 20 anos, sua vitória na competição ontem prova que ele é mais que uma promessa, depois de uma participação frustrante em Londres-2012, quando terminou em 14o. Em Adelaide, McKeon fez seu melhor tempo da vida no 400 livre, nadou para 3&#8217;43&#8221;71. A marca é a segunda maior do mundo este ano e o coloca como o sexto melhor de todos os tempos sem trajes. Na Austrália, ele agora está atrás apenas dos ídolos Ian Thorpe e Grant Hackett, ultrapassando o lendário Kieren Perkins, bicampeão olímpico no 1500m livre.</p>
<p>Na prova feminina, Bronte Barrat fez a melhor marca do ano no mundo, superando Camile Muffat, campeã olímpica da prova. Barrat liderou desde o início mesmo tendo ao seu lado a forte Kylie Palmer, fez parciais de 58&#8221;9, 2&#8217;00&#8221;9 (1&#8217;02&#8221;0), 3&#8217;02&#8221;4 (1&#8217;01&#8221;5) e fechou 1&#8217;01&#8221;1, marcando 4&#8217;03&#8221;52. A australiana é mais uma que lutará pelo disputado ouro da prova em Barcelona. Palmer foi prata com 4&#8217;06&#8221;0 e será segunda representante do país no Mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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