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	<title>Esporte em Pauta &#187; Thiago Alves</title>
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		<title>Efeito gangorra</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 14:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Guilherme Daolio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>Todos sabem que são poucos os brasileiros na elite do tênis mundial. Thomaz Bellucci é o nosso único jogador na faixa dos 100 melhores do mundo e nos últimos anos apenas ele colecionou boas campanhas nos torneios de primeira linha. Thiago Alves, João “Feijão” Souza, Rogério Dutra Silva e Ricardo Mello, viveram nas últimas temporadas uma gangorra interminável. Em momentos estão prestes a deixar o top 200, aí encaixam três semanas boas e voltam ao top 100. Jogam muitos challengers e poucos ATPs]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p>Todos sabem que são poucos os brasileiros na elite do tênis mundial. Thomaz Bellucci é o nosso único jogador na faixa dos 100 melhores do mundo e nos últimos anos apenas ele colecionou boas campanhas nos torneios de primeira linha. Thiago Alves, João “Feijão” Souza, Rogério Dutra Silva e Ricardo Mello, viveram nas últimas temporadas uma gangorra interminável. Em momentos estão prestes a deixar o top 200, aí encaixam três semanas boas e voltam ao top 100. Jogam muitos <em>challengers</em> e poucos ATPs. Sobem e descem com muita facilidade.</p>
<div id="attachment_8170" style="width: 235px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/primeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-8170" title="primeiro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/primeiro-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Thiago Alves busca vaga no Challenger Finals</p></div>
<p>Não há uma explicação exata para isso, mas existem fatos que podem ajudar a compreender a realidade do tênis brasileiro. Sem apoio e sem grandes patrocínios, nossos tenistas sofrem para conseguir montar um calendário da forma que realmente gostariam. Apostam muito nos torneios dentro de casa e se aventuram pequenas excursões pelas Américas, principalmente a do sul. Há também um medo de estar longe de casa, de encarar semanas e mais semanas longe da terra natal.</p>
<p>Com pouca experiência internacional, nossos jovens demoram mais para amadurecer, conhecer os atalhos do circuito, enfim, crescer. Como frisou o companheiro de ESPN Manuel Cunha, em uma conversa informal, até o peso das bolas é diferentes aqui e na Europa. Segundo o editor do Jornal do Tênis, deveria acontecer por aqui algo semelhante a Argentina, onde pequenos grupos de tenistas se juntam, contratam um técnico e viajam o mundo para adquirir experiência. Não é à toa que os Hermanos conseguem se destacar precocemente no duro circuito.</p>
<p>Nossos tenistas chegam aos <em>challengers</em> europeus e sofrem para colocar a mesma força na bola que põe por aqui. Muito acostumados ao clima tropical, veem o nível abaixar diante de temperaturas mais frias e as lesões também aparecem aos montes. Essa semana tivemos o vice-campeonato de Leonardo Kirche em Campinas. O brasileiro tem 27 anos e só agora beira a faixa dos 200 melhores tenistas do mundo. Não por coincidência, no início do ano – quando pensava em largar o tênis – Kirche se mudou para Santa Catarina e começou a treinar com Larri Passos. Os resultados vieram longe de casa.</p>
<p>Caso semelhante ao de Rogerinho, que depois de 28 primaveras e muito suor, atingiu a meta de entrar para o top 100 e jogar Grand Slams. De quebra assumiu a titularidade na Davis e vem obtendo ótimos resultados. Também treina com Larri. Thiago Alves já esteve no top 100 e foi caindo nos últimos dois anos. Após pensar na aposentadoria, escolheu muito bem os <em>challengers</em>que iria jogar em 2012 e briga por vaga no Finals, que reúne os oito melhores do ano.</p>
<div id="attachment_8171" style="width: 210px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/feijao.jpg"><img class="size-medium wp-image-8171" title="feijao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/feijao-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Feijão busca se firmar no top 100</p></div>
<p>Talento temos de sobra. Feijão e Guilherme Clezar, por exemplo, explodiram cedo no ranking, mas têm tido dificuldades para evoluir. Feijão, 24, entrou para o top 100 com boas campanhas no saibro europeu no ano passado, mas voltou para a faixa dos 150 e sofre para avançar. Clezar é mais jovem e com 19 anos já esteve no 218º lugar, mas há algum tempo sofre para alcançar as rodadas finais de challengers mais fortes e os melhores resultados aparecem no Brasil mesmo. Investimento, patrocínio, cara e coragem. É disso que precisamos.</p>
<p><strong>Final de semana –</strong> Nos ATPs disputados na última semana, o destaque ficou por conta de Jo-Wilfried Tsonga, que levantou o bicampeonato em Metz. Jogando diante de sua torcida, o francês não encontrou qualquer dificuldade para levantar a taça. Muito positiva também a volta de Gael Monfils, que parece totalmente recuperado da séria lesão que o deixou afastado por meses. Ele parou nas semifinais. Entre as mulheres, Caroline Wozniacki levantou um troféu depois de 13 meses. A dinamarquesa, ex-número um do mundo, faturou o pequeno WTA de Seul e tenta voltar aos melhores dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3535" title="gue" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/gue2.jpg" alt="" width="150" height="150" />Guilherme Daolio</strong> é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.</p>
<p>O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.</p>
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