Os títulos em Auckland, São Paulo, Barcelona e Eastbourne, somados as finais em Hamburgo, Queen’s e Madri e a semifinal de Roland Garros, levaram Bruno ao sexto lugar do ranking mundial. E neste domingo, o troféu no Masters 1000 de Montreal levou Bruno e Alexander Peya ao Finals, além de alçar o mineiro a uma inédita quarta colocação no ranking mundial.
E digo mais: Se os irmãos Bryan não estivessem vivendo a melhor fase da carreira, Bruno e Peya teriam grandes chances de conquistar o troféu em Paris e fechar as quatro metas da temporada. Lembremos também que dia 26 começa o US Open e a parceria mineiro-austríaca deve entrar como cabeça de chave número 2, ou seja, só pegariam os norte-americanos em uma eventual decisão.
Interessante ainda pontuar o ótimo desempenho de Bruno em todos os tipos de piso. Títulos no sintético, no saibro e na grama. O taça de hoje foi a 15ª da carreira de Bruno em 27 finais de primeira linha. Ele e Peya dividiram neste domingo um cheque de 170 mil dólares. Com o quarto lugar no ranking, Bruno iguala Cássio Motta, que chegou a mesma colocação em 1983.
Touro com tudo - Não podemos deixar de falar do título de Nadal em simples. O espanhol acabou – mais uma vez – com as especulações em cima de seu joelho e faturou seu 25° troféu de Masters 1000 em Montreal. Durante toda a semana, Nadal só perdeu um set, diante de Novak Djokovic na semifinal. O resto das partidas foram tranquilas e com a movimentação de sempre. Lembrando que ele não defende pontos até fevereiro e se continuar assim logo logo incomodará os primeiros do ranking.
Guilherme Daolio é Jornalista e Radialista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Apaixonado por tênis por influência de seu pai, acompanha o esporte desde pequeno. No momento em que Djokovic, Federer e Nadal polarizam as quadras, Guilherme arrisca suas raquetadas por aqui. Novidades, projeções, análises, informações, apostas e tudo que envolva a bolinha amarela vira assunto.
O nosso colunista já passou pela Rede Record e pelo Portal IG. Hoje é editor de texto da ESPN Brasil e louco por tênis.
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