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	<title>Esporte em Pauta &#187; Guilherme Valadão</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Guilherme Valadão</title>
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		<title>Entrevista &#8211; Valadão é contratado por equipe espanhola: &#8220;realizo um sonho&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 16:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Guilherme Valadão]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Foi anunciada ontem (26) a contratação de Guilherme Valadão, armador da seleção e do Metodista, pela equipe do Balonmano Guadalajara, da Espanha. Depois de um 2012 difícil com uma cirurgia para tratar de lesão no joelho, Valadão sobre as expectativas e a realização de um sonho.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>O handebol masculino brasileiro tem tudo para dar um salto de qualidade este ano. Foi anunciada ontem (26) a contratação de Guilherme Valadão, armador da seleção e do Metodista, pela equipe do Balonmano Guadalajara, da Espanha. E ele não deve ser o único: nesta entrevista ao <strong>Esporte em Pauta</strong>, ele comenta que provavelmente a seleção terá mais de 10 atletas fora do país nesta temporada, assim como acontece na seleção feminina da modalidade. Depois de um 2012 difícil com uma <a href="http://esporteempauta.com.br/handebol/da-mesa-de-cirurgia-para-o-mundial-em-nove-meses">cirurgia para tratar de lesão no joelho</a>, Valadão sobre as expectativas e a realização de um sonho.</p>
<p><strong><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/valadao.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-10953" title="valadao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/valadao.jpg" alt="" width="183" height="275" /></a>Você foi o quarto contratado pelo Balonmano Guadalajara, em uma renovação do clube para essa temporada. Como foram as negociações? </strong><br />
Sim, fui o quarto contratado pela equipe do Guadalajara. Entretanto, houve boas renovações de contrato lá, então teremos uma equipe muito forte, para buscar colocações acima das anteriores. As negociações começaram após o Mundial, em janeiro, e tornaram-se mais concretas após viajarmos em março para fazer alguns amistosos. Isso facilitou e ajudou na escolha do clube. Pude conversar com muitas pessoas para buscar a melhor opção dentre as que eu possuía.</p>
<p><strong>Quando você viaja para lá em definitivo?</strong><br />
Devo viajar entre o dia 20 e 25 de julho. Ainda jogo mais uma partida oficial amanhã (28/06) pelo Super Paulistão, contra a equipe do Hebraica, em São bernardo do campo.</p>
<p><strong>Hoje a seleção brasileira tem dois atletas fora do país no masculino. Como você acha que sua ida para lá pode melhorar seu jogo? Quais suas expectativas pra essa temporada?</strong><br />
A seleção está com muitos atletas fora do país. Para essa temporada, provavelmente teremos mais de 10 atletas fora do Brasil, o que crescerá muito a nossa seleção e o nível do handebol nacional! As expectativas são as melhores. Não tem como você realizar um sonho, jogar uma das ligas mais fortes do mundo e estar desmotivado. Estou muito ansioso, nervoso e não vejo a hora de começar a treinar e aprender lá!</p>
<p><strong> Como vai ser sua vida lá? Você vai apenas para treinar, e vai trancar a faculdade aqui?</strong><br />
Agora sim, vou trancar  a faculdade [ele estudava Engenharia no Mackenzie], por um tempo. Lá o handebol é profissional, então fica complicado jogar, estudar e fazer outras coisas.</p>
<p><strong>Uma matéria que saiu hoje no &#8220;Diario Vasco&#8221; <a href="http://www.diariovasco.com/agencias/20130627/deportes/mas-deportes/balonmano-guadalajara-ficha-brasileno-valadao_201306271327.html">destacou</a> sua &#8220;força, jogo com garra, chute poderoso, bom comportamento na defesa&#8221;. Há um ano você passou por uma cirurgia complicada no joelho. É a realização de um sonho? </strong><br />
Hoje acordei extremamente feliz. Como na Espanha são 5 horas a frente, acordei e tinha muitas mensagens, recados no twitter, mensagens na página do Facebook, todos elogiando. Saíram matérias em diversos jornais, sites, o que  deixa qualquer atleta feliz pelo reconhecimento. Muito bom conseguir conquistar tudo isso, depois de pouco mais de um ano de uma cirurgia extremamente complicada. Fico feliz demais, realizo um sonho, mostro mais uma vez a superação da lesão e agora preciso descansar, para começar uma boa temporada la.</p>
<p><strong>Sobre a lesão, você já está 100% fisicamente?</strong><br />
Não sei se estou 100% já, mas estou bem. Agora é aprimorar a forma física, pois aguentar a temporada e o ritmo de jogos l&#8217;á será complicado! Espero contar com a torcida de todos os brasileiros, sem perder o foco das Olimpíadas de 2016, é o sonho de qualquer atleta. C<span style="text-align: left;">aso alguém queira alguma notícia a mais, siga a </span><a style="text-align: left;" href="https://www.facebook.com/GuiValadao.Handebol?fref=ts">página no facebook</a><span style="text-align: left;"> &#8220;Guilherme Valadão Gama&#8221;. </span></p>
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		<title>Da mesa de cirurgia para o Mundial de handebol em nove meses</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/handebol/da-mesa-de-cirurgia-para-o-mundial-em-nove-meses</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 13:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Valadão]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Revelação do handebol nacional - esteve em todas as seleções das categorias de base, desde 2005, quando tinha 14 anos -, Guilherme Valadão, de 22 anos, integrou sua primeira Seleção nacional adulta em janeiro. Depois de perder a temporada de 2012 praticamente inteira em função da lesão no joelho, a estreia aconteceu no Mundial da Espanha. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>“Tinha dias que eu estudava o dia inteiro, chegava em casa e não conseguia dormir. Meu corpo estava acostumado a correr, fazer esporte, de repente ficar parado, eu não tinha sono!”.  Quem conta sobre o período de lesão é Guilherme Valadão, de 22 anos, ao final de uma tarde de aulas no Mackenzie, onde cursa Engenharia. Revelação do handebol nacional &#8211; esteve em todas as seleções das categorias de base, desde 2005, quando tinha 14 anos -, ele integrou sua primeira Seleção nacional adulta em janeiro. Depois de perder a temporada de 2012 praticamente inteira em função da lesão no joelho, a estreia aconteceu no Mundial da Espanha. O Brasil jogou bem e conquistou um inédito 13o lugar, permitindo boas expectativas para o ciclo olímpico que se inicia.</p>
<div id="attachment_9739" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valadao.jpg"><img class="size-medium wp-image-9739" title="valadao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valadao-300x291.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia: Piccolo &amp; Inamine</p></div>
<p>O início da trajetória é uma história bem familiar: Valadão começou jogando handebol aos 12 anos, na escola, durante as aulas de educação física &#8211; algo comum no Brasil. Natural de São Bernardo, ele estudava no Colégio Metodista. O técnico também dava aulas no clube e não demorou a notar o talento do jogador, chamando-o para o treino. Dois anos depois, Valadão estava na seleção brasileira infantil. E onze anos depois, continua defendendo o mesmo clube &#8211; uma das duas maiores forças nacional da modalidade, junto com o Pinheiros.</p>
<p>O que não é tão trivial é a evolução desde as categorias de base até o adulto. “Muitos jogadores param, alguns que foram da base comigo, porque precisam trabalhar ou estudar, é difícil viver disso. Me ajudou o apoio da família e do clube, que sempre deu bolsa de estudos, plano de saúde&#8221;. Além da falta de apoio, alguns jogadores não continuam evoluindo conforme sobem de categoria. Valadão não. Eleito destaque da categoria cadete masculina em 2007 pela Federeção Paulista, quando ainda era juvenil, ganhou o prêmio novamente em 2011 e é uma das apostas da comissão técnica para as Olimpíadas de 2016.</p>
<p><strong>O Mundial</strong><br />
O Mundial de 2013 foi um marco importante nessa preparação &#8211; tanto para a seleção como para o jogador, que atua como armador esquerdo. Depois de não conseguir classificação para as Olimpíadas de 2012, o handebol masculino do Brasil fez uma campanha empolgante na Espanha, venceu adversários fortes, avançou para as oitavas de final e parou nessa fase depois de derrota por apenas um gol para a Rússia.</p>
<p>Valadão sintetiza bem a campanha: “Fomos crescendo dentro da competição. No primeiro jogo a gente começou bem, mas sentiu a falta de vivência e ritmo no segundo tempo. Quando vimos, eles [Alemanha] já tinham aberto 10 gols. No segundo jogo foi melhor, e conforme foi passando, fomos aprendendo a ficar tranquilos, colocar a bola debaixo do braço,e em outros momentos jogar o jogo veloz”, explica.</p>
<p>Esse segundo jogo já era tenso. O adversário foi a Argentina, com rivalidade que Valadão conhece bem das categorias de base. “Meu primeiro campeonato da seleção foi em 2005, infantil, e mesmo moleque isso já existia. Eu lembro que o jogo empatou e o critério de desempate era o saldo de gols, e a gente ficou atrás. No outro ano a gente treinou com tudo o ano inteiro, e quando chegamos no PAN, tinha aquela coisa da revanche. Acabamos ganhando de 21 gols de diferença, um placar muito elástico”. Além da rivalidade histórica, no Mundial o Brasil estava engasgado da derrota no PAN de 2011, em Guadalajara, que selou a classificação argentina para as Olimpíadas de Londres. Focada, a seleção venceu por 10 gols. “Foi ai que a gente cresceu no campeonato. Entramos no jogo querendo muito ganhar deles, e também querendo conseguir algo inédito no Mundial”.</p>
<p>Seguiram-se vitórias contra a Tunísia (no único jogo em que Valadão não entrou em quadra) e Montenegro, garantindo o terceiro lugar no grupo A e uma vaga nas oitavas de final. Na derrota por um gol para a Rússia, Valadão atuou como goleiro linha no final. “Além de jogar algumas vezes de goleiro linha na Metodista, o Jordi [Robeira, técnico da seleção] queria dar confiança para os mais novos, porque isso vai ser importante lá na frente, que era o objetivo mesmo. Crescemos muito na competição, e ele queria que nós da nova geração estivessemos em quadra”. Valadão relembra a trajetória na Espanha com tanta animação que às vezes não dá para lembrar que a convocação aconteceu depois de um ano complicado.</p>
<div id="attachment_9744" style="width: 265px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valadao2.jpg"><img class="size-medium wp-image-9744" title="valadao2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valadao2-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: A.A.A.H.L</p></div>
<p><strong>A lesão</strong><br />
Além de defender a Metodista, Valadão também joga pela faculdade, o Mackenzie. Em uma das faculdades de ponta que mais apoia o esporte em São Paulo, o atleta tem bolsa integral de estudos, e por isso joga também torneios universitários. A rotina inclui treinos de manhã, das 9h às 13h, e aulas no período da tarde e da noite.</p>
<p>Foi em um desses jogos pelo universitário que Valadão se machucou. “Foi uma besteira, um lance sozinho, escorreguei e cai. Eu tinha jogado dois jogos da temporada pelo Metodista, dois dias depois joguei esse do universitário e perdi o ano inteiro. Voltei só para os dois jogos finais”. Valadão rompeu o ligamento cruzado anterior e os dois meniscos, passou por cirurgia em abril e ficou o restante do ano em recuperação.</p>
<p>“Eu nunca tinha me machucado, às vezes eu caia, batia a cabeça, mas nunca nada sério”. Valadão conta que foi difícil ficar um ano parado. “Tem horas que você não acredita, quando não consegue fazer uma etapa da fisioterapia, não consegue correr. Mas muitas pessoas ajudam, quem já passou por isso. A família também foi importante na recuperação”. Apesar disso, ele diz que deve jogar novamente pela faculdade. “Pro clube é pesado, claro, mas eles também me apoiam. Eu tenho bolsa, tenho que jogar. Claro que mais tranquilo, para não acontecer de novo”.</p>
<p>A convocação, mesmo com condições físicas adversas &#8211; Valadão ainda não está 100% para jogar, o que deve acontecer este ano com fortalecimento e o fim da cicatrização &#8211; , faz parte do Projeto Olímpico da Confederação, visando os Jogos de 2016. “Junto com o COB a Confederação trouxe o técnico espanhol e fecharam patrocinadores até 2016. Até lá teremos viagens para adquirir experiência internacional”. Valadão é peça importante do projeto, junto com outros jogadores da nova geração, como Arthur Patrianova. “O técnico até conversava comigo no Mundial, explicava porque joguei menos que os outros, por estar nove meses sem jogar, mas que era importante estar lá”.</p>
<p><strong>Ciclo olímpico</strong><br />
Valadão é consciente do momento do Brasil hoje, e empolgado com o ciclo olímpico. &#8220;Depois que vimos que a Rússia perdeu de um gol da Eslovênia, vimos que se a gente ganhasse poderia fazer um jogo bom com eles, e talvez chegar à semifinal. Ficou aquele gosto de quero mais. Não é que chegamos nas oitavas de final meio por sorte e perdemos de muitos gols. Mas a gente também tem que saber se colocar no lugar que a gente está. Não estamos ainda, temos que ser realistas, entre os quatro melhores do mundo. Está longe de ser campeão daqui a dois anos. Mas crescemos muito em dois anos, e sabemos que dá para crescer mais&#8221;.</p>
<p>A fala encontra eco na evolução dos resultados. Há dois anos, no Mundial disputado na Suécia, a seleção perdeu os cinco jogos da primeira fase e terminou na 21a posição. Fazia 14 anos da última (e única) vez que o Brasil havia chegado às oitavas de final, na ocasião perdendo para a Espanha por 10 gols de diferença. &#8220;Não vamos mais para jogar aquele campeonato de segunda divisão, dos que não se classificam. Vamos para brigar entre os 16. Daqui a dois anos, no Qatar, a gente já espera algo que era impensável. Se não dá para ser campeão, vamos para ficar entre os oito. O mínimo para nós é isso. Para quando chegar em 2016, dependendo de como for no Qatar, chegar para ficar entre os quatro. Se não conseguimos a evolução exponencial do feminino, vamos aos poucos&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Captura-de-Tela-2013-02-20-às-23.10.07.png"><img class="aligncenter  wp-image-9750" title="Captura de Tela 2013-02-20 às 23.10.07" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Captura-de-Tela-2013-02-20-às-23.10.07.png" alt="" width="470" height="300" /></a></p>
<p>Valadão comemora o bom momento das meninas e enaltece o prêmio conquistada por Alexandra Nascimento, eleita a melhor jogadora do mundo ano passado. Hoje praticamente todas as jogadoras da seleção brasileira atuam fora do país, e muitas jogam no mesmo time, o Hypo, da Áustria. Já no masculino, são apenas dois jogadores atuando fora do Brasil, na Espanha. Valadão explica em partes a diferença. &#8220;A gente sabe que não jogar lá atrapalha. Na Europa todo jogo é muito importante. O líder ganha do último colocado por um ponto. Tudo é forte. Aqui não. Quando começa o campeonato a gente já sabe os quatro que estarão na semifinal, pelo investimento, pelos atletas, pelo patrocínio&#8221;.</p>
<p>E a ida dos jogadores do masculino para a Europa é mais complicada. &#8220;No masculino é diferente. A mão de obra, os atletas lá, tem nível superior ao nosso. No feminino talvez por elas terem estrutura física melhor que as outras, elas conseguem ir. No masculino não, eles tem estrutura física melhor que a gente, e também tecnicamente e taticamente, são melhores.Tem que se destacar muito num mundial para um cara do masculino ir embora. No feminino não é tanto, mas claro que é difícil também. Por isso o feminino cresce exponencial e o masculino cresce passo a passo.&#8221;</p>
<p>Mas Valadão não fala em tom de lamentação. Animado, fala sobre os treinamentos programados dentro do Programa Olímpico e exalta a experiência do Mundial. &#8220;A gente comentou, se a competição durasse dois meses a gente estaria entre o 4 primeiros. Qualquer jogo internacional é importante, qualquer jogo de alto nível, contra qualquer equipe. No Mundial a gente voltou com uma vivência como se tivesse jogado um ano inteiro aqui&#8221;.</p>
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