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	<title>Esporte em Pauta &#187; olimpíadas</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; olimpíadas</title>
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		<title>Asiáticos avançam, mas Itália sai como maior medalhista da esgrima em Londres</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 20:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Um dos países mais tradicionais do mundo na esgrima, a Itália saiu de Londres com o maior número de medalhas (sete) e de ouros (três) da competição. A competição foi marcada ainda pelo episódio da semifinal da espada, envolvendo a sulcoreana Lam Shin e o erro da árbitra do duelo, e pela vitória do venezuelano Rubem Limardo Gascon, que conquistou o primeiro ouro do país desde 1968 e se tornou o primeiro sulamericano a vencer a Olimpíadas na esgrima]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Um dos países mais tradicionais do mundo na esgrima, a Itália saiu de Londres com o maior número de medalhas (sete) e de ouros (três) da competição. Houve algumas decepções, como a falta o país ter ficado fora do pódio do florete individual masculino, em prova que teve um chinês e um egípcio na final, vencida pelo primeiro. Fora essa, no florete os italianos foram supremos: venceram no equipe feminino e masculino nessa arma, e no feminino individual fizeram o pódio completo, com os três primeiros lugares.</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-7258 aligncenter" title="italia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/italia.jpg" alt="" width="525" height="296" /></p>
<p>Na espada, prova sem favoritos, feito inédito com a conquista do ouro pelo venezuelo Rubem Limardo Gascon, que se tornou o primeiro <img class="alignright size-medium wp-image-7259" title="venezuela" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/venezuela-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" />sulamericano campeão olímpico da modalidade e quebrou jejum de 44 anos da Venezuela sem ouros em Olimpíadas. Para chegar à final contra o norueguês Bartosz Piasecki, ele bateu o alemão número 1 do mundo nas oitavas de final, o campeão mundial italiano Paolo Pizzo nas quartas e o norte-americano Seth Kelsey na semifinal.</p>
<p>No feminino, a ucraniana Yana Shemyakina bateu a campeã olímpica em 2008 Britta Heidemann para ficar com o ouro &#8211; Shemyakina esteve no duelo com a sul coreana Lam Shin na semifinal, na cena que ficou marcada como uma das mais marcantes dos Jogos. Em outra final asiática, as chinesesas venceram a Coreia do Sul na disputa por equipes da espada feminino (não há a prova no masculino. . Treinadas com o francês Daniel Levavasseur no melhor centro de esgrima no mundo, em Saint-Maur-des-Fossés, as chinesas comemoraram muito o título.</p>
<p>No sabre, o domínio foi coreano, com vitórias no individual feminino e por equipes masculino. No feminino, a campeã Jiyeon Kim bateu Mairel Zagunis na semifinal, a porta bandeira dos EUA bicampeã olímpica, que acabou saindo sem medalhas após perder a disputa do bronze.  No masculino, vitória do húngaro Szilagy, depois de quatro edições em que o país ficou sem ouros no sabre (de 1908 para 1964, foram 11 vitórias).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7260" title="Captura de Tela 2012-08-15 às 11.42.21" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Captura-de-Tela-2012-08-15-às-11.42.21.png" alt="" width="645" height="301" /></p>
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		<title>Brasil tem melhor estreia da história e já alcança 20% da meta de medalhas</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2012 00:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
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		<category><![CDATA[olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[quadro de medalhas]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Com as três medalhas, o Brasil dorme em quarto lugar no quadro de medalhas, atrás de China, Itália e Estados Unidos. Foram três medalhas conquistadas - uma de ouro, uma de prata e uma de bronze-, na melhor estreia da história do país em Jogos Olímpicos. Com os resultados de hoje, já chegamos a 20% da meta do COB]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O primeiro dia de disputas valendo medalha foi excepcional para o Brasil. Foram três medalhas conquistadas &#8211; uma de ouro, uma de prata e uma de bronze-, na melhor estreia da história do país em Jogos Olímpicos. A medalha de Sarah Menezes, no judô, já estava nas contas do Comitê Olímpico Brasileiros e nas principais previsões ao redor do mundo, mas a maioria não esperava que seria ouro. Quanto à prata de Thiago Pereira e o bronze de Felipe Kitadai, foram surpresas bem vindas e não constavam na maioria das projeções da delegação e das publicações ao redor do mundo.</p>
<p>Com as três medalhas, o Brasil dorme em quarto lugar no quadro de medalhas, atrás de China, Itália e Estados Unidos. O Brasil deve cair ao longo dos dias, principalmente porque não deve medalhar em muitos esportes individuais que distribuem muitas medalhas e engordam o quadro, mas podemos esperar por uma surpresa e a superação da meta do COB. O Comitê fala em 15 medalhas, sendo cinco de ouros, o que se configuraria na melhor edição para o Brasil. Com os resultados de hoje, já chegamos a 20% da meta de medalhas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5654" title="brasil3" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/brasil3.jpg" alt="" width="468" height="366" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amanhã mais dois judocas entram no tatame e podem trazer medalhas. Nem Érika Miranda nem Leandro Cunha são favoritos, mas os dois entram como cabeça de chave e pegaram um bom chaveamento, e não surpreenderia se subissem ao pódio &#8211; os dois estream contra adversários que já venceram e só pegam judocas melhor posicionados no ranking mundial na semifinal. Na natação, Felipe França não classificou para a final do 100 peito e a única chance de medalha é caso o revezamento 4&#215;100 livre masculino se classifique para a final, o que é bem provável. É dia também de torcer nas estreias do basquete masculino (7h30, contra Austrália), vôlei masculino (18h00) de Robert Scheidt e Bruno Prada na vela. Hoje, em dia de jogos dos coletivos no feminino, tivemos vitórias do vôlei, futebol e handebol, enquanto o basquete foi derrotado pela França.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Com Cseh fora da final, 400 medley masculino abre espaço para surpresa</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/natacao/com-cseh-fora-da-final-400-medley-masculino-abre-espaco-para-surpresa</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 10:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>As eliminatórias do 400 medley masculino já trouxeram surpresas no Centro Aquático de Londres. O vice campeão da prova Lazslo Cseh, ficou fora da final e abriu caminho para mais uma posição no pódio. Phelps, que busca o tri olímpico na prova, por pouco não ficou fora da final, classificando em oitavo por apenas sete centésimos Thiago Pereira passou em quarto]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>As eliminatórias do 400 medley masculino já trouxeram surpresas no Centro Aquático de Londres. O vice campeão da prova e maior adversário de Thiago Pereira no 200 medley, Lazslo Cseh, ficou fora da final e abriu caminho para mais uma posição no pódio.</p>
<p>O americano Michael Phelps, que busca o tri olímpico na prova, por pouco não ficou fora da final. Ele classificou em oitavo com 4&#8217;13&#8221;33, apenas sete centésimos à frente do nono. Thiago Pereira passou em quarto com 4&#8217;12&#8221;39, e a noite nada a final. Essa não é a principal prova de Thiago mas, sem Cseh, uma surpresa é possível. <img class="alignright size-medium wp-image-5489" title="hagino" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/hagino-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></p>
<p><strong>Confira os classificados para a final:</strong></p>
<p>1 &#8211; Hagino Kosuke (JAP) &#8211; 4min10s01<br />
2 &#8211; Chad Le Clos (AFR) &#8211; 4min12s24<br />
3 &#8211; Ryan Lochte (EUA) &#8211; 4min12s35<br />
4 &#8211; Thiago Pereira (BRA) &#8211; 4min12s39<br />
5 &#8211; Thomas Frase-Holmes (AUS) &#8211; 4min12s66<br />
6 &#8211; Luca Marin (ITA) &#8211; 4min13s02<br />
7 &#8211; Yuya Horihata (JAP) &#8211; 4min13s09<br />
8 &#8211; Michael Phelps &#8211; 4min13s33</p>
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		<title>Começou!</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 22:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cerimônia de Abertura]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>As Olimpíadas de Londres começaram oficialmente nesta sexta-feira, com a realização da Cerimônia de Abertura. Com elementos da história do país, o diretor Daniel Boyle recontou a história do país desde o período rural, passando pela Revolução Industrial e com ícones da cultura inglesa, como os Beatles, James Bond, Harry Potter, Amy Winehouse e Mr. Bean, que apareceu em cena e foi um dos mais aplaudidos pelo público 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>As Olimpíadas de Londres começaram oficialmente nesta sexta-feira, com a realização da Cerimônia de Abertura. Com elementos da história do país, o diretor Daniel Boyle recontou a história do país desde o período rural, passando pela Revolução Industrial e com ícones da cultura inglesa, como os Beatles, James Bond, Harry Potter, Amy Winehouse e Mr. Bean, que apareceu em cena e foi um dos mais aplaudidos pelo público</p>
<p>O Brasil, 28º país a entrar no estádio, liderado pelo campeão olímpico Rodrigo Pessoa, foi muito aplaudido pelo estádio. Foi possível ver os atletas da seleção masculina de basquete, modalidade que ficou três edições sem o Brasil nas Olimpíadas,  jogadores do vôlei de praia,esgrima, tênis e dirigentes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/ocmx_gallery/cerimonia-de-abertura">Veja aqui a galeria de fotos</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/ocmx_gallery/cerimonia-de-abertura"><img class="size-full wp-image-5474 aligncenter" title="aros" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/aros.jpg" alt="" width="638" height="359" /></a></p>
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		<title>Fique de olho: Sarah Menezes e primeiro Lochte x Phelps são os destaques do sábado</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 22:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Judô]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/>É do judô que vem a principal chance de medalha brasileira do dia. Sarah Menezes, da categoria até 48kg, é terceira colocada no ranking mundial e foi bronze nos dois últimos mundiais, histórico que credencia a atleta do Piauí a chegar ao pódio. O destaque do dia é o primeiro confronto entre Ryan Lochte e Michael Phelps, na prova de 400 medley ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/><p>Diversas modalidades brasileiras com chances de medalha estreiam neste sábado, como o vôlei feminino, vôlei de praia, natação e judô. E é dessa modalidade, que começa já as 5h30 horário de Brasília, que vem a principal chance de medalha brasileira do dia. Sarah Menezes, da categoria até 48kg, é terceira colocada no ranking mundial e foi bronze nos dois últimos mundiais, histórico que credencia a atleta a chegar ao pódio.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5240" title="sara-menezes1" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/sara-menezes1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Tanto no mundial quanto no ranking, ela ficou atrás de duas japonesas. Como nas Olimpíadas cada país só pode levar um representante no judô, Sarah está sendo muito cotada para a prata. A atleta já declarou que está tranquila e que quer uma medalha, &#8220;independente da cor&#8221;, em entrevista a Guilherme Giorgi da Costa, do blog Brasil em Londres.</p>
<p>Até hoje, apenas uma judoca conseguiu medalha no feminino, Keitelyn Quadros, em Pequim-2008 &#8211; na ocasião, foi também o primeiro pódio feminino individual da história do Brasil nos Jogos. O judô feminino viveu seu melhor ciclo olímpico desde então, e tem quatro judocas com chances reais de medalha. Um dos &#8220;pontos fracos&#8221; no ciclo foi o PAN de Guadalajara, que levantou críticas sobre a capacidade das atletas em momentos decisivos. Os resultados nos Mundiais, com três medalhas no feminino no último, pesam a favor das judocas.Sarah tem ainda retrospecto favorável contra a maioria das atletas que estão em Londres &#8211; a única que nunca venceu é a japonesa Fukumi.</p>
<p>O dia reserva também a primeira disputa entre Ryan Lochte e Michael Phelps, na final do 400 medley masculino. Phelps não nadou a prova durante esse ciclo olímpico, voltando apenas este ano. Se vencer, ele se sagrará o primeiro homem tricampeão olímpico na natação. Sem Phelps, Lochte venceu os dois últimos Mundiais e, no embate nos Trials, venceu com o melhor tempo do ano, com direito a soltar no final da prova. Imperdível!</p>
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		<title>O que esperar do tiro com arco nas Olimpíadas?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jul 2012 13:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tiro com arco]]></category>
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		<category><![CDATA[Denisse Van Lamoen]]></category>
		<category><![CDATA[Natalia Valeeva]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>O tiro com arco distribui quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas, no individual e por equipes feminino e masculino. A Coreia do Sul é o grande nome da modalidade, com o maior número de ouros na história olímpica, 16 no total. A China melhorou muito e chegou a ameaçar em Pequim, mas a Coreia saiu com os dois ouros por equipes e prata nos individuais, liderando o quadro de medalhas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O tiro com arco distribui quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas, no individual e por equipes feminino e masculino. A Coreia do Sul é o grande nome da modalidade, com o maior número de ouros na história olímpica, 16 no total. A China melhorou muito e chegou a ameaçar em Pequim, mas a Coreia saiu com os dois ouros por equipes e prata nos individuais, liderando o quadro de medalhas.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5131" title="archery" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/archery-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" />Neste ciclo olímpico, a Coreia continua forte. No último mundial venceu as duas provas masculinas no arco recurvo (a única que é disputada nas Olimpíadas) mas não foi bem no feminino, ficando fora do pódio no individual e apenas em terceiro por equipes. Além da China, outra equipe forte é a Itália, prata no equipe masculino em Pequim e que com duas medalhas nas provas por equipes no último Mundial. O grande nome da delegação é Natalia Valeeva, que disputará sua sexta Olimpíada e que tem títulos mundiais por equipes (2011) e no individual (2007). Vem da América do Sul uma forte concorrente ao título feminino, a chilena Denisse Van Lamoen, atual campeã mundial e estrela da equipe do Chile, escolhida para levar a bandeira na Cerimônia de abertura. Outro país sem tanta tradição em Jogos e que chega forte é a Índia, vice campeã mundial por equipes no feminino.</p>
<p>A trajetória do tiro com arco em Olimpíadas é peculiar. A modalidade estreou nos Jogos de Paris, em 1900, e permaneceu nas duas edições seguintes, depois saiu e retornou apenas para os Jogos de 1920, depois ficando 52 anos sem ser disputada. Depois, foi reintroduzida de forma definitiva no programa olímpico em Munique-1972.</p>
<p><strong>Quando</strong>: 27 de julho a 3 de agosto<strong><br />
Onde: </strong>Lord’s Cricket Ground<strong><br />
Provas</strong>: São quatro: individual feminino e masculino, equipe feminino e masculino<strong><br />
Em Pequim</strong>: A Coreia do Sul foi o maior destaque do tiro com arco em Pequim, levando cinco medalhas de 16 distribuídas, sendo duas de ouro. A China veio em seguida com três medalhas, sendo uma de ouro<br />
<strong>Brasil no tiro com arco: </strong>O Brasil será representando por Daniel Xavier no individual masculino</p>
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		<title>Europeus devem continuar dominando a esgrima em Londres</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jul 2012 18:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Dominada por países europeus, a esgrima tem como principais forças a Itália, Alemanha e França, todas elas saindo com dois ouros na edição de Pequim. O atual ciclo olímpico viu ainda a ascenção da Rússia e China, que ficaram no alto do quadro de medalhas do último Mundial]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Dominada por países europeus, a esgrima tem como principais forças a Itália, Alemanha e França, todas elas saindo com dois ouros na edição de Pequim. O atual ciclo olímpico viu ainda a ascenção da Rússia e China, que ficaram no alto do quadro de medalhas do último Mundial.</p>
<p>Nos Mundiais de 2009 a 2011, considerando apenas as provas olímpicas, dos 15 ouros <img class="alignright size-medium wp-image-4410" title="fencing" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/fencing-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />distribuídos no feminino, nove foram para Itália (5) e Rússia (4). No masculino, a Itália também levou cinco ouros e os demais países foram mais homogêneos, com Rússia, China e Alemanha com dois ouros cada.</p>
<p><strong>Florete italiano, espada acirrada</strong><br />
O grande nome da equipe italiana é Valentina Vezzali, tricampeã olímpica e atual campeã mundial do florete.No masculino, os três Mundiais deste ciclo foram vencidos por esgrimistas italianos no florete, e a Itália quer comprovar o favoritismo e voltar a vencer o florete depois de três edições olímpicas sem o ouro.</p>
<p>Tanto no masculino como no feminino, a espada é a prova mais aberta, sendo difícil apontar favoritos. Nos últimos três mundiais, as 12 medalhas distribuídas (são dois bronzes na competição, diferente do que ocorre nas Olimpíadas) foram para 12 esgrimistas diferentes.</p>
<div id="attachment_4409" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4409 " title="Olympics Day 8 - Fencing" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/eua-300x189.jpg" alt="" width="300" height="189" /><p class="wp-caption-text">EUA levou todas as medalhas no sabre individual em 2008</p></div>
<p><strong>Sabre e equipes</strong><br />
Os Estados Unidos permanecem fortes no sabre individual, quatro anos depois de terem levado todas as medalhas da prova nas Olimpíadas de Pequim. A campeã, Mariel Zagunis, venceu dois Mundiais desde então e é a favorita ao bi. No masculino, o nome mais forte é o do alemão Nicolas Limbach, que subiu ao pódio nos três mundiais deste ciclo.</p>
<p>Nas disputas por equipe feminino, a Romênia é muito forte na espada, enquanto Itália e Rússia rivalizam no florete. No masculino, a Itália é mais forte no florete, mas caiu precocemente nas quartas de final no último Mundial e viu uma boa atuação da China.Já no sabre, a Rússia é mais forte e a Itália não venceu nenhum Mundial neste ciclo.</p>
<p><strong>Quando</strong>: 28 de julho a 5 de agosto<strong><br />
Onde: </strong>ExCel<strong><br />
Provas</strong>: 10: sabre, espada e florete individuais no feminino e masculino, florete por equipes no feminino e masculino, espada por equipes feminino e sabre equipes no masculino <strong><br />
Em Pequim</strong>: Itália, Alemanha e França saíram da competição com dois ouros cada, e a segunda ficou à frente no quadro de medalhas pela quantidade de pratas (2). EUA, China, Ucrânia e Rússia também subiram ao lugar mais alto do pódio<br />
<strong>Brasil na esgrima: </strong>O Brasil terá representantes nas três armas no masculino: Renzo Agresta (sabre), Guilherme Toldo (florete) e Athos Schawantes (espada).</p>
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		<title>Riscando a parede</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 19:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Dezembro de 2011. Em seu quarto, Graciele Hermann olha o papel onde havia colocado o símbolo do PAN, o símbolo das Olimpíadas e o tempo 25"20. O primeiro já estava riscado, e o momento em que Graciele conseguiu riscar os demais objetivos do ano, na volta do Open em que nadou para 25˜12 e conquistou o índice olímpico, foi um dos mais emocionantes de 2011. Para 2012, há um novo papel no quarto da nadadora do GNU, com o tempo que quer atingir, mantido em segredo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Novembro de 2007. Graciele Hermann está em Fortaleza nadando seu primeiro Campeonato Brasileiro, na categoria Juvenil 1 &#8211;  única representante do Clube Brilhante, de Pelotas. Com verba restrita, o clube não tinha como fazer a atleta viajar, o que foi possível apenas depois de uma vaquinha, idealizada por Flávio e Luciano Castagno, nadadores master que treinam no clube. Assim, Graciele e seu técnico Nico conseguiram as verbas para garantir a participação no torneio. Depois de nadar as eliminatórias do 50 livre, o anúncio: ela estava na final do 50 livre com o 8º tempo, depois de se classificar com 28”80. A gaúcha comemorou muito e já tinha ligado para a mãe contando a novidade, quando o locutor anunciou uma retificação: na verdade, Graciele havia sido nona e era 1ª reserva. A pelotense, na época com 15 anos, chorou.</p>
<div>
<p>Dezembro de 2011. Em seu quarto, Graciele olha o papel onde havia colocado o símbolo do PAN, o símbolo das Olimpíadas e o tempo 25&#8243;20. O primeiro já estava riscado, depois da nadadora conseguir a vaga para a competição e voltar de Guadalajara com duas pratas na bagagem. O momento em que Graciele riscou os demais objetivos do ano, traçados no início da temporada, foi um dos mais emocionantes do ano passado, segundo suas próprias palavras. A cena ocorreu dias depois da nadadora marcar 25&#8243;12 no 50 livre na piscina do Maria Lenk e bater por oito centésimos o índice olímpico da prova.</p>
</div>
<p>Graciele Hermann nasceu em Pelotas, em 1º de janeiro de 1992, tendo recém completado 20 anos. Com 1,80m e magra, tem o porte ideal para as provas de velocidade &#8211; a nadadora foi comparada à alemã Britta Steffen, campeã olímpica do 50 livre, principal prova da nadadora gaúcha. Treinando há cinco anos no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, Graciele chegou a primeira Seleção Brasileira ano passado &#8211; já no absoluto, sem ter passado pelas seleções de categoria.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1323" title="gracinadando" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/gracinadando.jpg" alt="" width="634" height="410" /></p>
<div class="mceTemp">
<p>Comparado à média, pode-se dizer que Graciele começou &#8220;tarde&#8221; na natação. Aprendeu a nadar com 12 anos, começou a participar de estaduais competindo pelo Clube Brilhante, e seu primeiro brasileiro foi o citado acima, em Fortaleza, já na categoria juvenil 1. Foi na sua quarta participação em nacionais, em 2009, que Graciele ganhou a primeira medalha, curiosamente, na prova de 100 peito, no brasileiro de inverno realizado na metade do ano. Um ano depois, nadou abaixo de 26&#8243; no 50 livre pela primeira vez, marcando 25&#8243;92 para vencer o Júlio Delamare. Em 2011, melhor ano de sua carreira até aqui, melhorou oito décimos e conseguiu o índice que desejava. Além dele, veio também o objetivo de conquistar a vaga no PAN, de onde saiu com duas medalhas &#8211; prata no 50 livre e no 4&#215;100 livre, onde nadou as eliminatórias.  Teve até desfile em Pelotas para comemorar os feitos.</p>
<dl id="attachment_1293" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-1293" title="PAN GUADAJARA 2011/NATAÃÃO" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/graci_3-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Só faltam 3! Foto: Satiro Sodré</dd>
</dl>
</div>
<p>Chamou a atenção o sorriso estampado depois de nadar as eliminatórias, quando passou de desconhecida para revelação da natação, ficando a oito centésimos do índice olímpico. Na final, nadou 0,05 mais forte e diminuiu para três centésimos a distância rumo à marca olímpica. Reação: comemorar de novo e ainda mostrar com os dedos o &#8220;três&#8221; que faltava. Lúcia Araújo, diretora do GNU e uma das principais pessoas a acolher Graci em Porto Alegre, ficou uma semana pulando de roupa na piscina depois do PAN, conforme prometido para a atleta. &#8220;E ela ficava: agora de pé, agora de ponta cabeça&#8221;. &#8220;E ficou faltando uma ainda, né?&#8221;, lembra a nadadora, que para as Olimpíadas não aceitou a sugestão de Lúcia de estender as quedas n&#8217;água para um mês e está bolando uma nova aposta.</p>
<p>Na república feminina do GNU, onde mora com mais quatro nadadoras, um quadro na parede da sala estampa a frase &#8220;Winners make commitments&#8221;. Graciele sai pouco e treina forte &#8211; são 10 sessões semanais de treinamento, além de musculação e parte física fora d&#8217;água. Ela acaba de voltar de três semanas em La Loma, no México, onde treinou com mais nove atletas do GNU em um dos mais modernos centros de treinamento de altitude do mundo. &#8220;Lá era bom que tudo era ótimo: piscina, acomodação, equipamento. E a gente só treinava&#8221;. Para aguentar a preparação, visando as Olimpíadas, Graciele trancou a faculdade de Fisioterapia, um pouco a contra gosto. &#8220;Semestre que vem eu volto. Não dá para parar de estudar:  não quero, minha mãe não deixa, meu irmão me mata&#8221;.</p>
<div id="attachment_1290" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-1290" title="SAM_0889" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/SAM_08891-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Graci treinando sob a supervisão do técnico Fred</p></div>
<p>Graci sabe o que precisa melhorar para chegar a uma final olímpica. &#8220;Saída, e também tem algumas coisas da minha técnica que o PC viu que eu tenho que melhorar&#8221;. PC é Paulo Marinho, biomecânico da Seleção Brasileira, que vem fazendo um trabalho de avaliação dos fundamentos e da técnica de Graciele. Tranquila, a nadadora não costuma ficar muito nervosa antes das provas. Dorme bem e confia no trabalho realizado. Há três anos treina com Fred, técnico dos velocistas do GNU. &#8220;Adoro o treino dele, me dei muito bem&#8221;.</p>
<p>Com os resultados de 2011, o assédio dos grandes clubes para ter Graciele em suas equipes foi grande, mas a nadadora prefere não mudar o que está dando certo em pleno ano olímpico. O foco total está nas Olimpíadas, mas ela não vai passar por cima do Sulamericano, que acontece em Belém, a partir de 9 de março, nem do Maria Lenk, última seletiva da natação: &#8220;Minha vaga não está garantida&#8221;. Graciele também virou atleta militar e participará de dois treinamentos para se tornar sargenta.</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/RD80oN876XI?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Para 2012, há um novo papel no quarto da nadadora, com o tempo que quer atingir, mantido em segredo. Ela espera que para se garantir nas finais seja necessário nadar para 24&#8243;70. Hoje, 25&#8243;12 é o 26º melhor tempo do mundo na última temporada, e o 17º se consideradas apenas duas atletas por país, como será nos Jogos. E o que ela quer fazer depois de Londres? Treinar. &#8220;Não vai dar pra tirar férias. Quero participar das etapas da Copa do Mundo e do Mundial de curta também&#8221;.</p>
<p>Confira <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/graciele-hermann-fala-ao-esporte-em-pauta">aqui</a> a entrevista completa de Graciele ao Esporte em Pauta</p>
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		<title>Olimpíadas: o que queremos?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/>Depois de conquistar a vaga para Londres no pré-olímpico da Argentina, onde ganhou, depois de muito tempo, dos donos da casa, a seleção brasileira voltou de Mar Del Plata com uma medalha e uma interrogação na mala: Quem serão os jogadores que irão representar o Brasil nas Olimpíadas? O motivo de tanta polêmica é: devemos contar com os jogadores que, por algum motivo, pediram dispensa da Seleção Brasileira que disputou o campeonato classificatório em agosto passado?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Basketball-42.png" width="42" height="42" alt="Basquete" title="Basquete" /><br/><p>Um dos principais destaques dos Jogos Olímpicos de Londres este ano não poderia deixar de ser à volta (em um grande momento) da seleção masculina de basquetebol. Fora das ultimas três edições das olimpíadas e de resultados inexpressivos nos últimos campeonatos mundiais, em 2011 o Brasil voltou a ser grande. Depois de conquistar a vaga para Londres no pré-olímpico da Argentina, onde ganhou, depois de muito tempo, dos donos da casa (e não um rival regional qualquer, um dos melhores times do mundo nos últimos anos), a seleção brasileira voltou de Mar Del Plata com uma medalha e uma interrogação na mala: Quem serão os jogadores que irão representar o Brasil nas Olimpíadas?</p>
<p>O motivo de tanta polêmica é: devemos contar com os jogadores que, por algum motivo, pediram dispensa da Seleção Brasileira que disputou o campeonato classificatório em agosto passado? Independente dos motivos, jogadores como Nenê, Anderson Varejão e Leandrinho foram julgados e crucificados por grande parte da imprensa que, no mais absurdo dos comentários, dizia que se o Brasil conseguiu a classificação para os Jogos sem esses atletas não precisaríamos deles em Londres.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/olimpiadas-o-que-queremos/attachment/selecao" rel="attachment wp-att-943"><img class="aligncenter  wp-image-943" title="selecao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/selecao.jpg" alt="" width="521" height="367" /></a></p>
<p>O ponto que quero tocar é exatamente esse. Realmente não precisamos desses jogadores para participar dos Jogos, poderíamos levar somente os jogadores que disputaram o pré-olímpico. Mas a pergunta que fica é: O que nos queremos de Londres? Queremos ir para desfilar na cerimônia de abertura ou vamos tentar (isso mesmo, tentar) jogar de igual para igual com as grandes equipes do mundo?</p>
<p>É evidente que temos jogadores de potencial atuando aqui no Brasil, com a NBB tomando cada dia mais corpo e se tornando um campeonato de bom nível técnico, com vários atletas se destacando e que ajudariam muito o Brasil em uma campanha vitoriosa nas Olimpíadas. Jogadores como o incansável Marcelinho Machado (Flamengo) hoje com média de mais de 26 pontos por jogo, ou então do ala Marquinhos (Pinheiros) que após uma passagem pouco proveitosa na NBA voltou a jogar em alto nível. Sem esquecer outros jogadores que estão apresentando um bom basquetebol pelo campeonato nacional como: Guilherme Giovannoni (Brasília), Alex Garcia (Brasília), e Olivinha (Pinheiros) esse último com menos chances de ir para Londres do que os outros quatro.</p>
<p>Contando com os jogadores da NBB e mais alguns atletas que atuam nas principais ligas pelo mundo, o time brasileiro já apresenta um elenco com bom potencial, ainda mais se já dermos como certa a convocação de Tiago Splitter, pivô do San Antonio Spurs, que em sua segunda temporada na NBA vem conquistando cada vez mais espaço no time e saindo do banco de reservas para uma média de 9,2 pontos por jogo. Mas, sem dúvida, hoje o principal jogador da Seleção Brasileira e um dos responsáveis pela classificação aos Jogos Olímpicos é o excelente Marcelinho Huertas, armador recentemente contratado pelo Barcelona, que na fase final do Campeonato Europeu de Basquete (Euroliga) vem registrando média de 10 pontos por jogo e incríveis 63% de aproveitamento nos arremessos de três pontos.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/basquete/olimpiadas-o-que-queremos/attachment/marcelinho" rel="attachment wp-att-942"><img class="aligncenter size-full wp-image-942" title="marcelinho" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/marcelinho.jpg" alt="" width="619" height="464" /></a></p>
<p>Com esses jogadores o Brasil tem tudo para jogar bem contra algumas equipes como China, Tunísia, Austrália e Grã-Bretanha e até mesmo a Argentina, mas pensar em brigar por medalha já é algo mais distante. Se quisermos voltar a ser referência no basquete mundial precisamos engolir o orgulho e levar a Londres o que realmente temos de melhor.</p>
<p>No próximo post vou tentar explicar por quais motivos levaria o trio da NBA para Londres.</p>
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		<title>O herói sem pátria</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/o-heroi-sem-patria</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A atuação de Benjamin Boukpeti em Pequim tinha tudo para ser uma das histórias mais bonitas dos Jogos Olímpicos de 2008, mas acabou sendo alvo de polêmica. Boukpeti, na época com 27 anos, desbancou favoritos e conquistou o terceiro lugar na canoagem slalom, um bronze que seria a primeira medalha de Togo nos Jogos. O atleta fazia história, mas havia pisado no país africano, de cerca de 5,8 milhões de habitantes, apenas uma vez. Agora, Boukpeti falhou nas seletivas e está fora de Londres. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>A atuação de Benjamin Boukpeti em Pequim tinha tudo para ser uma das histórias mais bonitas dos Jogos Olímpicos de 2008, mas acabou sendo alvo de polêmica. Boukpeti, na época com 27 anos, desbancou favoritos e conquistou o terceiro lugar na canoagem slalom, um bronze que seria a primeira medalha de Togo nos Jogos. O atleta fazia história, mas havia pisado no país africano, de cerca de 5,8 milhões de habitantes, apenas uma vez.</p>
<p>Nascido na França, chegou a tentar entrar no time do país, mas não conseguiu a vaga na forte seleção francesa. Filho de mãe francesa e pai nascido no Togo, ele pode competir com a nacionalidade do país que foi colônia da França até 1960. A única visita a Togo &#8211; até a medalha &#8211; foi ainda criança, para ver a avó.</p>
<div><a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/o-heroi-sem-patria/attachment/benjamin-boukpeti" rel="attachment wp-att-915"><img class="aligncenter size-full wp-image-915" title="Benjamin Boukpeti" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Benjamin-Boukpeti.jpg" alt="" width="640" height="416" /></a></div>
<div></div>
<p><em>Crédito: Kirsty Wigglesworth/AP</em><br />
A distância do atleta com relação ao país que defendeu nos Jogos sucitou polêmicas sobre a representatividade da bandeira erguida no pódio. O debate à época questionava o sentido de países pobres da África serem representados por atletas com base fora do país &#8211; ou se o melhor seria não ter representante algum -, e se o COI deveria ter regras mais duras – e em contrapartida, ajudar a financiar mais o esporte em países carentes.<br />
<br />
Ano passado, Boukpeti foi mal no Campeonato Mundial na Bratislava, e não conseguiu a classificação para as Olimpíadas, restando como última seletiva a vaga continental. Na semana passada, a vaga foi disputada no Campeonato Africano de Canoagem, e o atleta acabou ficando em segundo lugar, superado pelo nigeriano Johnathan Akinyemi, que ficou com a vaga para os Jogos.</div>
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