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	<title>Esporte em Pauta &#187; rumo a londres</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; rumo a londres</title>
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		<title>O que esperar do triatlo nas Olimpíadas?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jul 2012 17:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Austrália e Grã Bretanha são os grandes nomes do triathlon mundial, introduzido no programa olímpico em 2000. No entanto, mesmo com o domínio nos campeonatos mundiais, nas Olimpíadas o equilíbrio é grande, e nenhum país até hoje tem mais de um ouro nos Jogos. O equilíbrio vale também pensando nos atletas individualmente, com as três edições mostrando resultados aparentemente surpreendentes - nunca um campeão mundial no ano anterior venceu os Jogos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Austrália e Grã Bretanha são os grandes nomes do tritahlon mundial, introduzido no programa olímpico em 2000. No entanto, mesmo com o domínio nos campeonatos mundiais (a Grã Bretanha tem nove ouros no masculino em 23 campeonatos disputados desde 1989, e a Austrália 14 no feminino), nas Olimpíadas o equilíbrio é grande. Nenhum país até hoje tem mais de um ouro nos Jogos. O equilíbrio vale também pensando nos atletas individualmente, com as três edições mostrando resultados aparentemente surpreendentes &#8211; nunca um campeão mundial no ano anterior venceu as Olimpíadas.</p>
<p>No masculino, os grandes nomes hoje são o espanhol Javier Gomez, campeão mundial em 2008 e 2010 e que desde <img class="alignright size-medium wp-image-4971" title="tri" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/tri-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />2007 subiu ao pódio em todos os mundiais que disputou, o britânico Alistair Brownlee, campeão mundial em 2009 e 2011, e seu irmão, Jonathan, vice na disputa no ano passado. Competindo em casa, os dois poderiam fazer uma  dobradinha, repetindo o que foi alcançado pela Nova Zelândia em 2004.</p>
<p>No feminino, Emma Muffat foi campeã mundial duas vezes neste ciclo (2009 e 2010) e tem um bronze olímpico em Pequim-2008. A atual líder do ranking mundial, Andrea Hewitt, vice campeã mundial em 2011, também é grande favorita ao ouro. Correndo em casa e atual campeã mundial, a terceira no ranking Helen Jenkins competirá para fazer a história, podendo se tornar a primeira britânica e vencer a modalidade nas Olimpíadas.</p>
<p><strong>Quando</strong>: 4 (feminino) e 7 (masculino) de agosto<strong><br />
Onde:</strong> Hyde Park<br />
<strong>Provas</strong>: Feminino e masculino<br />
<strong>Em Pequim</strong>: Austrália foi único país a ganhar duas medalhas, um ouro e um bronze, e Alemanha levou o outro ouro em disputa<br />
<strong>Brasil na modalidade</strong>: O Brasil será representado por <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/pamella-oliveira-fala-sobre-primeira-olimpiada-e-mudanca-para-triatlhon-renasci-como-atleta">Pâmella Oliveira</a> no feminino eDiogo Sclebin e Reinaldo Colucci no masculino</p>
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		<title>Análise: boxe brasileiro chega às Olimpíadas com grandes chances de medalha</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/boxe/boxe-brasileiro-tem-grandes-chances-de-medalha-em-londres</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2012 20:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/>O Brasil vai a Londres com nove classificados de 13 categorias, sete homens e duas mulheres. Mais do que a representatividade nas classes, a qualidade da equipe chama atenção, com todos os atletas chegando aos Jogos com chances reais de voltar ao pódio após 44 anos. O principal nome é Everton Lopes, campeão mundial ano passado na categoria 64kg]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/><p>Uma das modalidades que mais cresceu no último ciclo olímpico foi o boxe. O Brasil vai a Londres com nove classificados de 13 categorias, sete homens e duas mulheres. Mais do que a representatividade nas classes, a qualidade da equipe chama atenção, com todos os atletas chegando aos Jogos com chances reais de subir ao pódio. O país <a href="http://esporteempauta.com.br/boxe/a-medalha-de-bronze-do-menino-de-ouro">já tem uma medalha no boxe, conquistada em 1968, por Servílio de Oliveira</a>.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4179" title="everton" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/everton-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" />O principal nome é Everton Lopes, campeão mundial ano passado na categoria 64kg e prata nos Jogos Pan Americanos de Guadalajara, quando perdeu para aquele que deve ser seu maior adversário em Londres: Roniel Iglesias, cubano campeão Mundial em 2009 e medalhista nas Olimpíadas de Pequim. Quando Everton venceu o Mundial, o cubano perdeu precocemente na primeira rodada para Denys Berinchyik, que acabaria perdendo de Everton na final e ficando com a prata.  Os três são os favoritos para a prova, juntamente com o britânico que competirá em casa, Tom Stalker, e o mongolês Munkh Uranchimeg, ambos bronze no último Mundial.</p>
<p>Esquiva Falcão (75kg) também foi medalha no último Mundial, terminando em terceiro. Filho do lendário Touro Moreno, fará sua estreia olímpica em Londres e está confiante para subir ao pódio após um ciclo onde participou de competições internacionais, considerado um dos fatores cruciais para a melhora no desempenho brasileiro no período. Os favoritos em Londres serão o japonês Ryota Murata, de quem Esquiva perdeu na semifinal do Mundial e Evhen Khytrov, o campeão mundial.</p>
<p>Yamaguchi Falcão (81kg) é irmão de Esquiva e conquistou a vaga no pré olímpico das Américas. Ele caiu nas oitavas de final no último Mundia, para Elshod Rasulov, que acabou ficando com o bronze e chega a Londres como um dos favoritos. Em entrevista ao blog Brasil em Londres, Yamaguchi disse que chegou à luta muito desgastado fisicamente, mas que este ponto já foi corrigido para Londres. Outro que chega aos Jogos como homem a ser batido é Julio Cesar La Cruz, campeão mundial, e que Yamaguchi conhece bem: perdeu do cubano a final do PAN de Guadalajara.</p>
<p>Completam a equipe masculina Myke Carvalho, Robson Conceição, Julião Neto e Robenilson Jesus. Os quatro conquistaram a vaga no último pré olímpico. Myke já foi a duas Olimpíadas e nunca subiu ao pódio em Mundiais. Robson Conceição está muito forte, venceu o campeão olímpico Vasyl Lomachenko no último Mundial, mas um dia depois o resultado foi revisto em um lance polêmico até agora. Julião e Robenílson chegam como azarões, mas tem condições reais de surpreender se encaixarem a luta.</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-4180" title="adriana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/adriana-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" />Adriana e Roseli<br />
</strong>É difícil fazer previsões no feminino, que será disputado pela primeira vez em Olimpíadas. Adriana Araújo (60kg) é um grande nome. Ela venceu o Panamericano de boxe sete vezes, foi quinta no Mundial deste ano, perdendo nas quartas de final para a russa Sofya Ochigava, que acabou ficando com a prata. Como serão apenas 12 lutadoras por categoria, é possível que mesmo com apenas uma vitória a atleta já consiga o bronze (isso se a lutadora que derrotá-la na segunda fase chegar até o final).</p>
<p>Algo parecido aconteceu com Roseli Feitosa. Campeã mundial na categoria até 81kg, ela reduziu o peso para se encaixar na categoria olímpica, 75kg. No pré olímpico, não venceu nenhuma luta, eliminada logo na primeira rodada, mas pelo critério de representatividade de continentes, acabou conseguindo uma das vagas mesmo assim, porque a atleta que a derrotou acabou chegando à final.</p>
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		<title>O que esperar da ginástica de trampolim nas Olimpíadas?</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/londres/o-que-esperar-da-ginastica-de-trampolim-nas-olimpiadas</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 14:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Olímpica desde a edição de 2000 em Sidney, a ginástica de trampolim tem vivido sob hegemonia chinesa desde a última edição dos Jogos, quando os anfitriões levaram os dois ouros em disputa. Nos três mundiais de lá para cá, a China também levou todos os ouros disputados, e os principais adversários devem ser o Japão no masculino e Canadá no feminino. O Brasil não terá representantes na modalidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Olímpica desde a edição de 2000 em Sidney, a ginástica de trampolim tem vivido sob hegemonia chinesa desde a última edição dos Jogos, quando os anfitriões levaram os dois ouros em disputa. Nos três mundiais de lá para cá, a China também levou todos os ouros disputados.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4088" title="trampolim" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/trampolim.jpg" alt="" width="271" height="186" />Mas nem sempre foi assim. Em Sidney, quem venceu as duas provas foi a Rússia, mas o país decaiu muito na modalidade na última década. O Canadá, que levou dois bronzes na primeira edição e duas pratas na última, permanece forte, principalmente no feminino. Já no masculino, quem polariza com a China é o Japão, que ainda não possui medalhas olímpicas na modalidade.</p>
<p>Em Londres, serão 16 competidores para cada gênero, que já foram definidos pelo último Mundial e pelo Evento Teste, realizado em janeiro. O Brasil não terá representantes na modalidade. A competição deve ser mais uma vez polarizada pelos chineses, e a briga interna no país para definir quem fica com as duas vagas deve ser muito dura (Lu Chunlong, Dong Dong e Ye Shuai são os favoritos). O mesmo vale para o feminino,com He Wenna, Li Dan e Huang Shanshan; e as chinesas devem ficar de olho na canadense Rosannah MacLennan, que vem subindo ao pódio nas principais competições e pode incomodar as asiáticas, conquistando o primeiro ouro do Canadá no esporte.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong>:</p>
<p>- O primeiro campeão olímpico, Alexander Moskalenko, já havia se aposentado da modalidade quando ela foi incluída no programa olímpico. Ele perdeu 24kg para participar dos Jogos, e venceu a competição.</p>
<p>- A nota é composta por dois tipos de rotina: uma compulsória e outra livre. A primeira deve ser feita em ordem pré-determinada, enquanto a segunda é mais livre, mas deve conter dez habilidades reconhecidas</p>
<p><strong>Quando</strong>: 3 (masculino) e 4 de agosto (feminino)<strong><br />
Onde: </strong>North Greenwich Arena<strong><br />
Provas</strong>: Trampolim feminino e masculino<br />
<strong>Em Pequim</strong>: China levou o ouro nas duas disputas e Canadá ficou com as duas pratas<br />
<strong>Brasil na modalidade</strong>: sem participação em Londres</p>
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		<title>O que esperar do vôlei de praia masculino nas Olimpíadas?</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/o-que-esperar-do-volei-de-praia-masculino-nas-olimpiadas</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Emanuel e Alison lideram o ranking olímpico e são atuais campeões mundiais, chegando a Londres como um dos favoritos ao título, juntamente com os americanos Rogers e Dalhausser, campeões olímpicos em Pequim e bronze no último mundial, colados na dupla brasileira na segunda posição do ranking. Segunda dupla brasileira ainda não está definida, mas deve ser Ricardo e Pedro Cunha]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>As duplas que representarão o Brasil no vôlei de praia masculino nas Olimpíadas ainda não estão definidas. Praticamente confirmados estão Emanuel e Alison, enquanto a segunda vaga ainda está em aberto entre Ricardo e Pedro Cunha e Marcio e Pedro Solberg. Os primeiros chegam a Londres como favoritos, detentores do título Mundial de 2011 e do circuito mundial do ano passado.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3459" title="Captura de tela 2012-05-15 às 16.36.57" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Captura-de-tela-2012-05-15-às-16.36.57-238x300.png" alt="" width="238" height="300" />Emanuel é um dos principais atletas do vôlei de praia brasileiro. São duas medalhas olímpicas, as duas ao lado de Ricardo, que hoje faz dupla com Pedro Cunha. Juntos, os dois conquistaram o ouro em Atenas-2004 e o bronze em Pequim-2008, e foram ouro no Circuito Mundial de 2003 a 2007. O mais impressionante é que Emanuel já tinha ganhado o circuito quatro vezes e sido campeão Mundial mais duas, com outros parceiros, títulos que voltou a ganhar ano passado, dessa vez já fazendo dupla com Alisson.</p>
<p>Ricardo teve vários parceiros após Emanuel, e sua dupla com Pedro Cunha é relativamente nova. Hoje eles estão um pouco a frente de Marcio e Pedro Solberg, tendo vencido a dupla na etapa da Polônia do Circuito Mundial na final, ficando com o ouro. Nas outras três etapas, os resultados foram parecidos: cada dupla tem um bronze e as duas caíram nas oitavas na etapa de Pequim. Marcio também tem um currículo derespeito, com o vice campeonato em Pequim, ao lado de Fabio Luiz, com quem venceu um Mundial também, em 2005.</p>
<p><strong>Concorrentes</strong><br />
Os principais adversários dos brasileiros devem ser os americanos Rogers e Dalhausser, atualmente em 2o no ranking olímpico, atrás de Emanuel e Alison. Os dois vão a Pequim em busca do bicampeonato olímpico, vindo de um segunda lugar no Circuito Mundial do ano passado. Neste ano, eles já venceram duas etapas, de Brasília e Shangai.</p>
<p>Outros que são fortes candidatos a medalha são os alemães Brink e Rckermann, 3o lugar no ranking olímpico. Campeões mundiais em 2009, foram bronze em 2001, perdendo para Emanuel e Alison na semifinal.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que esperar do Brasil na canoagem velocidade em Londres?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 15:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>O Brasil será representado por dois atletas na canoagem velocidade nas Olimpíadas de Londres, Erlon Souza e Ronilson Oliveira, que competem em dupla na prova de C2-1000 metros e querem chegar a final, algo que não acontece desde Atlanta-1996. Há uma chance de Niválter Santos, que é primeiro reserva das Américas e do Mundial, conseguir uma vaga a partir de alguma realocação
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O Brasil será representado por dois atletas na canoagem velocidade nas Olimpíadas de Londres, Erlon Souza e Ronilson Oliveira, que competem em dupla na prova de C2-1000 metros. Não há mais vagas em disputa na modalidade, mas há chance de Niválter Santos, que ficou a uma posição da classificação nos dois torneios que serviram como pré olímpico (Mundial e Jogos Pan Americanos), conseguir uma vaga.</p>
<p><strong>Entendendo a modalidade</strong><br />
São duas classes na canoagem velocidade: canoa e caiaque. Na canoa, disputada exclusivamente por homens, os competidores estão ajoelhados na embarcação, usando um remo de uma pá para se projetar para frente; no caiaque, os competidores ficam sentados no barco, e usam as duas  pás do remo.</p>
<p>São 12 provas olímpicas, três de canoa e nove de caiaque. As de canoa são C1-200m, C1-1000m e C2-1000m, onde o C indica a embarcação, o 1 e 2 representam o número de atletas no barco, e a distância se refere ao percurso total da prova. São quatro provas individuais de canoa (K, sigla para o nome em inglês): K1-200m (feminino e masculino), K1-1000m masculino K1-500m feminino; três provas de duplas: K2-1000 m masculino, K2- 200m e K2-500m no feminino; e duas em quartetos, o K4-1000 metros para os homens e K4-500m para as mulheres.</p>
<div id="attachment_3067" style="width: 280px" class="wp-caption alignleft"><img class=" wp-image-3067 " title="Captura de tela 2012-05-04 às 11.45.19" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Captura-de-tela-2012-05-04-às-11.45.19-300x185.png" alt="" width="270" height="167" /><p class="wp-caption-text">Prova de canoa é a mais forte do Brasil</p></div>
<div id="attachment_3068" style="width: 280px" class="wp-caption alignright"><img class=" wp-image-3068 " title="Captura de tela 2012-05-04 às 11.45.53" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Captura-de-tela-2012-05-04-às-11.45.53-300x189.png" alt="" width="270" height="170" /><p class="wp-caption-text">Caiaque não terá brasileiros nas Olimpíadas</p></div>
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<p><strong>Brasil<br />
</strong>Atualmente, o Brasil está mais forte na canoa, com um 14o lugar na última edição olímpica, com Nivalter Santos, e resultados mais consistentes em torneios internacionais. No caiaque, não há nenhum brasileiro classificado para Londres, repetindo a ausência de Pequim.</p>
<p>A grande expectativa da dupla de Erlon e Ronilson é fazer final em Londres. A última vez que isso aconteceu foi com Sebastian Cuattrin, nas Olimpíadas de 1996. O argentino naturalizado brasileiro foi o primeiro representante do Brasil em Olimpíadas, quatro anos antes em Barcelona, e também estive em Sidney e Atenas, quando não chegou às finais.</p>
<p>No último mundial, Erlon e Ronilson ficaram em quarto lugar na final B desta prova, e chegaram à final A do C-2 200m, prova que não é olímpica. Há duas semanas, os dois foram campeões do panamericano de canoagem realizado no Rio de Janeiro nas duas provas. Uma semana antes, os dois sagraram-se campeões das provas em Torneio realizado na Itália.</p>
<p><strong>O caso Niválter</strong><br />
Niválter Santos compete na categoria c1-200m. O atleta vinha de uma boa evolução no ciclo olímpico, tendo ficado em oitavo no último Campeonato Mundial, que dava vaga para os sete primeiros. No PAN,que dava vaga apenas para o campeão, Niválter foi segundo colocado, atrás do canadense Richard Dalton por menos de três décimos. Assim, Niválter é o primeiro reserva tanto pelo Mundial como no continente, e pode ser que ele consiga uma vaga, assim como ocorreu em Pequim, quando competiu após um africano abrir mão de ir aos Jogos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que esperar do vôlei de praia feminino nas Olimpíadas?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 16:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>As duas duplas brasileiras, Juliana e Larissa e Maria Elisa e Talita, têm grande chances de manter o histórico impressionante do Brasil em Olimpíadas, com cinco medalhas nas quatro edições disputadas. As principais adversárias são as bicampeãs olímpicas Walsh e May e as chinesas Chen e Zhang, bronze em Pequim]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Um dos esportes que mais medalhas trouxe ao Brasil até hoje, o vôlei de praia tem plenas condições de continuar sendo um dos carros chefes do país nas Olimpíadas. Foram nove medalhas até aqui, com um aproveitamento impressionante: pelo menos uma medalha em cada Olimpíada que teve a disputa da modalidade, que entrou no programa olímpico em 1996. No feminino, Pequim foi a primeira edição sem medalha brasileira.</p>
<p><img class="alignleft  wp-image-2704" title="juliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/juliana-264x300.jpg" alt="" width="185" height="210" />O Brasil chega com grandes chances tanto entre os homens como entre as mulheres, com os atuais campeões mundiais nos dois casos. No feminino, as duas duplas brasileiras já estão praticamente definidas: Juliana e Larissa e Maria Elisa e Talita. Apenas um imprevisto muda essas vagas- como o que ocorreu em 2008, quando Juliana se contundiu e Larissa teve que fazer dupla com a jogadora Ana Paula.</p>
<p>As duas chegam a Londres com currículo impressionante. Hexacampeãs do Circuito Mundial, o último conquistado ano passado, e medalharam nos dois mundiais do último ciclo olímpico, levando o ouro ano passado e a prata no Mundial de 2009, na Noruega.</p>
<p>Maria Elisa e Talita acabam sendo ofuscadas pelas duas, mas chegam a Londres com chances reais de medalha. Elas foram bronze no Mundial de 2009 e Talita já foi quarta colocada nas Olimpíadas de Pequim, quando jogou ao lado de Renata.</p>
<div>A principal adversária das duas duplas é uma velha conhecida do Brasil. As americanas Walsh e May são bi campeãs olímpicas, em 2004 vencendo as brasileiras Adriana Behar e Shelda, duas vezes prata em Olimpíadas. Elas também foram tri campeãs mundiais, nas edições de 2003, 2005 e 2007.</p>
<div id="attachment_2705" style="width: 250px" class="wp-caption alignright"><img class=" wp-image-2705 " title="Misty May-Treanor and Kerri Walsh of the U.S. celebrate winning their women's beach volleyball final match against China at the Beijing 2008 Olympic Games" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/waksh-300x200.jpg" alt="" width="240" height="160" /><p class="wp-caption-text">Walsh e May retomaram parceria visando tri</p></div>
<p>Pararam por um tempo e não são mais favoritas absolutas como eram nas últimas edições, mas continuam sendo muito fortes &#8211; elas voltaram a jogar juntas ano passado e já chegaram à final do Mundial, quando perderam de Juliana e Larissa.</p>
</div>
<div>Além delas, as principais adversárias deverão ser as chinesas Chen Xue e Zhang Li. Elas foram bronze em Pequim-2008 e na semana passada venceram as duas duplas brasileiras na primeira etapa do Circuito Mundial, realizada em Brasília, ficando com o ouro. Atualmente estão em segundo lugar no ranking olímpico. As favoritas a chegar às semifinais são as quatro duplas, mas evidente que tudo pode acontecer &#8211; a dupla italiana e a mexicana podem ser as grandes surpresas das Olimpíadas.</div>
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		<title>O que esperar do tênis de mesa nas Olimpíadas?</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 16:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>China é o país a ser batido na competição - nas últimas Olimpíadas, levou o ouro por equipes no masculino e feminino e ficou com todos os lugares no pódio individual tanto entre os homens como entre as mulheres, domínio que se estendeu nos dois Mundiais disputados desde então. A hegemonia é tão grande que a disputa por uma vaga no time olímpico chinês é mais acirrada do que os próprios Jogos Olímpicos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>No final de semana retrasado, a China venceu o Mundial de Tênis de Mesa por equipes tanto no feminino como no masculino. O domínio não é novidade: há tempos a China é o grande nome da modalidade, tendo ganhado todos os quatros ouros  em disputa nas Olimpíadas de Pequim. Desde que o tênis de mesa se tornou esporte olímpico, em 1988, a China venceu todas as seis edições, em três delas levando todos os ouros em disputa.</p>
<div id="attachment_2170" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-2170" title="tenismesa_china" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/tenismesa_china-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" /><p class="wp-caption-text">China venceu Mundial por equipes este ano</p></div>
<p><strong>Disputas<br />
</strong>São quatro competições na modalidade: simples e equipes, no feminino e masculino. Até 2004, ao invés do torneio de equipes tinhamos a disputa por duplas, alterada apenas em Pequim. Na disputa por equipes, cada país disputa quatro partidas de simples e uma de duplas, cada uma em um melhor de cinco sets. Na disputa individual, disputa-se o melhor de 7 sets, com cada um indo a 11 pontos.</p>
<p><strong>Equipes &#8211; Supremacia chinesa<br />
</strong>No por equipes feminino, a supremacia é chinesa, enquanto Singapura (vice olímpica e campeã Mundial em 2010) e Japão (frequentemente bronze nos torneios Mundiais e Copas do Mundo) são outras forças do esporte. Hong Kong e Alemanha também figuram entre os medalhistas das últimas Copas do Mundo, com os pódios das principais competições se dividindo entre os cinco países.</p>
<p>A força da Alemanha, único país não asiático com resultados muito fortes na modalidade, é maior no masculino. A equipe chegou à final em casa no Mundial disputado em casa, e mesmo com presença em peso da torcida, o time formado não foi capaz de deter a China, que venceu por 3&#215;0. O país asiático tem as últimas três medalhas de ouro em Copas do Mundo, foi campeã das Olimpíadas de Pequim e venceu também os últimos Mundiais, chegando a Londres como equipe a ser batida &#8211; a definição pelos representantes individuais do país parece mais aberta do que a disputa por equipes. Coreia do Sul, Alemanha e Japão são as demais forças na disputa masculina.</p>
<p><strong>Individual &#8211; mais uma edição com pódio completo da China?<br />
</strong>O domínio na competição por equipes se repete no individual. Na última edição dos Jogos, assim como nos últimos dois Mundiais, a China conseguiu a incrível marca de fazer o pódio completo, levando ouro, prata e bronze, tanto no feminino como no masculino.  O domínio chinês é tão grande que os cinco primeiros no ranking mundial, entre os homens e mulheres, são da China &#8211; com isso, a disputa interna pelas vagas do país promete ser mais forte até do que a própria Olimpíada.</p>
<div id="attachment_2184" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><img class="size-thumbnail wp-image-2184" title="samsonov" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/samsonov-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Bielorusso Samsonov</p></div>
<p>Os únicos atletas que conseguiram beliscar uma medalha na Copa do Mundo (torneio menos importante que o Mundial) foram o alemão Timo Boll, bronze na edição de 2010, e o bielorusso Vladimir Samsonov, ouro em 2009. Samsonov é um jogador de 35 anos que ficou por muito tempo na liderança do ranking do mundo, sem nunca ter vencido uma Olimpíada ou Mundial. Foi nas Copas do Mundo que alcançou seus principais feitos, vencendo em 1999, 2001 e 2009, sendo que na última edição venceu o chinês sensação Long Ma na semifinal e Chen Qi na final.</p>
<div id="attachment_2189" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-thumbnail wp-image-2189" title="ding" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ding-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Ding Ning</p></div>
<p>Vencer os chineses não é impossível, mas o favoritismo está todo com eles para as Olimpíadas. O principal nome no individual hoje é Jike Zhang, campeão do Mundial e Copa do Mundo disputados em 2011 e segundo colocado no ranking mundial. Long Ma, o primeiro no ranking, teve três bronzes nas últimas quatro edições de Copa do Mundo/Mundial, e também é grande nome para o título. No feminino, o principal nome da China hoje é Ding Ning, primeira colocada no ranking, campeã Mundial e da Copa do Mundo em 2011. Uma das principais adversárias é Guo Yie, bronze na última edição dos Jogos, segunda no ranking e prata no Mundial de 2009 e bronze em 2011.</p>
<div></div>
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