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	<title>Esporte em Pauta &#187; Rumo ao Rio</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Rumo ao Rio</title>
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		<title>Badminton: de que ponto partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 14:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>As Olimpíadas de 2016 marcarão a primeira participação brasileira no badminton. Em 2012 foi por pouco: Daniel Paiola terminou em sexto reserva na luta pela vaga. Há uma semana, a Confederação Brasileira de Badminton enviou comunicado falando sobre projeto elaborado para o ciclo olímpico
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>As Olimpíadas de 2016 marcarão a primeira participação brasileira no badminton. Em 2012 foi por pouco: Daniel Paiola terminou em sexto reserva na luta pela vaga, depois de um ciclo olímpico intenso em treinamentos e competições fora do país. Bancando os investimentos, ele saltou de 386 no ranking mundial em fevereiro de 2009 para 62 em sua melhor posição. Antes das Olimpíadas, ele ficou na 86a posição, muito próximo da vaga para os Jogos.</p>
<p>Há uma semana, a Confederação Brasileira de Badminton enviou comunicado falando sobre projeto elaborado para o ciclo olímpico. O projeto, que contempla despesas com treinamentos e competições internacionais, está sendo analisado pelo COB, que dará um posicionamento até o final do mês. A recomendação da Confederação é que os atletas façam a pré temporada em seus clubes ao longo do mês, para estarem aptos a serem selecionados para o projeto.</p>
<p>Paiola <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/visando-2016-daniel-paiola-quer-ciclo-olimpico-no-brasil-competir-menos-e-treinar-muito">já havia dito em entrevista ao Esporte em Pauta</a> que pretendia fazer o ciclo olímpico no Brasil. Há uma grande possibilidade que seu técnico, o português Marcos Vasconcellos, passe a treinar a seleção brasileira.Ele treinou o grupo para o Pan e Sulamericano, disputados no segundo semestre do ano passado, competições em que o Brasil se consolidou como principal nome da América do Sul (perdeu apenas nas duplas masculinas, levando todos os demais ouros) e um dos mais fortes das Américas (uma prata e três bronzes).</p>
<p>Em entrevista ao Brasil no Rio, o diretor técnico da Confederação destacou o trabalho de Vasconcelos no Pan, em especial a conquista inédita do bronze por equipes. Ele disse que era “provável” que o português ficasse aqui nos próximos anos e que a Confederação quer que os atletas treinem no país. O projeto em análise pelo COB deve tratar de uma seleção permanente, treinada por Vasconcellos. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/irmas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9177" title="irmas" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/irmas-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Depois de Paiola, que hoje aparece como número 111 do ranking mundial, o Brasil tem como melhor posição no ranking o resultado da dupla Paula e Fabiana, 116 no ranking de duplas. No feminino individual, a melhor brasileira é Yasmin Cury, na 169a posição, seguida de Fabiana Silva, em 209.  Na base, o resultado mais promissor é de Luana e Lohaynny Vicente, de 18 e 16 anos, que surgiram no Miratus, projeto social no Rio de Janeiro. Ainda com 15 anos, Lohaynny caiu apenas nas quartas de final do PAN de Guadalajara.</p>
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		<title>Tênis de mesa: De que ponto partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 17:24:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Modalidade amplamente dominada por asiáticos, em especial a China - 24 dos 28  ouros disputados em Olimpíadas desde que a modalidade virou olímpica, em 1988 - o tênis de mesa conta hoje com melhora na estrutura para os brasileiros. Maior participação em torneios internacionais, vinda de técnico estrangeiro e uma geração nova forte, que coexiste com veteranos na seleção (em especial Hugo Hoyama e Ligia Silva).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Modalidade amplamente dominada por asiáticos, em especial a China &#8211; 24 dos 28  ouros disputados em Olimpíadas desde que a modalidade virou olímpica, em 1988 &#8211; o tênis de mesa conta hoje com melhora na estrutura para os brasileiros. Maior participação em torneios internacionais, vinda de técnico estrangeiro e uma geração nova forte, que coexiste com veteranos na seleção (em especial Hugo Hoyama e Ligia Silva).<a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/thiago.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8404" title="2012 Latin American Cup" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/thiago-219x300.jpg" alt="" width="219" height="300" /></a></p>
<p>Em Londres, a participação foi mediana. As representantes no feminino, Caroline Kumahara e Ligia Silva, venceram na fase preliminar e depois foram eliminadas para atletas com ranking melhor na primeira rodada. Na disputa por equipes, o feminino (que teve as duas mais Gui Lin, chinesa naturalizada brasileira a poucas semanas dos Jogos) perdeu para a superior Hong Kong na estreia, resultado já esperado, por 3 a 0. O mesmo aconteceu no masculino contra a Coreia do Sul.  No individual, Hugo Hoyama e Gustavo Tsuboi entraram direto na primeira rodada e perderam. Gustavo não jogou bem e perdeu de atleta indiano de ranking inferior, enquanto Hoyama conseguiu enfrentar de igual para igual seu adversário, um chinês naturalizado polonês que era favorito. O jogo foi muito duro e a derrota veio por 4 a 3, no último set.</p>
<p><strong>Daqui para frente</strong><br />
O novo ciclo olímpico começou com presença de brasileiros em etapas internacionais do Circuito Mundial, Thiago Monteiro participando da Copa do Mundo e a chegada de um técnico estrangeiro no país, Ricardo Antônio Gonçalves de Faria. Técnico de Portugal nas duas últimas Olimpíadas, Ricardo levou o país ao quinto lugar em Londres no equipes masculino. Ele passa a acompanhar os jovens destaques do Brasil, e ainda  ministrou um curso de formação de técnicos para 20 profissionais em São Caetano.</p>
<p>O melhor brasileiro no ranking hoje é Cazuo Matsumoto, número 96 do ranking mundial. Ele não foi a Londres e já está há tempos na seleção. O segundo é Gustavo Tsubiu, na 107 posição, seguido de Thiago Monteiro, número 114, enquanto Hoyama é 227. Thiago participou recentemente da Copa do Mundo de Liverpool, vencendo a Taça Continental disputada antes da competição, credenciando o atleta a ser o representante da América Latina na competição. Hoyama terá 47 anos nas Olimpíadas do Rio e será difícil participar, mas não há como duvidar dele &#8211; recomendo <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=57">esse vídeo</a> muito divertido de entrevista com o jogador.</p>
<p>Uma das grandes “promessas” da nova geração é <a href="http://brasilnaolimpiada.blogspot.com.br/2012/09/entrevista-da-semana-hugo-calderano.html">Hugo Calderano</a>. Carioca de 16 anos, ele foi sexto no ranking mundial sub-15. Ele trocou o Rio de Janeiro por São Caetano para treinar em janeiro de 2011, e agora passa por estágio de três meses de treino na França, no Insep, casa de atletas de alto rendimento de várias modalidades olímpicas. Hugo participará em novembro de duas etapas do Pro Tour adulto e do Mundial Juvenil em dezembro.</p>
<p>No feminino, Caroline Kumahara, de 17 anos, é hoje a melhor brasileira no ranking mundial, em 189, sua melhor colocação da carreira. Caroline esteve em Londres, classificando-se pelo Pré Olímpico das Américas e também é campeã da Copa Latino-Americana, realizada na Costa Rica. Ligia Silva, que já esteve em três Olimpíadas, é a número 244 e Gui Lin é 272, pouco a frente de Jéssica Yamada, número 274. Antes das Olimpíadas, Jéssica estava a sua frente e causou polêmica a escolha da chinesa naturalizada para compor a equipe olímpica.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/caroline.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8403" title="caroline" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/caroline.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vôlei de praia: De onde partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2012 13:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O Brasil foi o único país a marcas presença nos dois pódios do vôlei de praia nas Olimpíadas de Londres. Desde a inclusão da modalidade no programa olímpico, em 1996, o país subiu ao pódio em todas as ocasiões pelo menos uma vez, e tem dois ouros. Principalmente no feminino, o Brasil está bem servido de duplas para o próximo ciclo olímpico. No masculino, com algumas aposentadorias prováveis, as duplas ainda estão indefinidas e podemos ter várias mudanças nos quatro anos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>O Brasil foi o único país a marcas presença nos dois pódios do vôlei de praia nas Olimpíadas de Londres. Desde a inclusão da modalidade no programa olímpico, em 1996, o país subiu ao pódio em todas as ocasiões pelo menos uma vez, e tem dois ouros &#8211; um no feminino, em Atlanta, com Jaqueline e Sandra, e outro em 2004, com Emanuel e Ricardo.</p>
<p>Principalmente no feminino, o Brasil está bem servido de duplas para o próximo ciclo olímpico. No masculino, com algumas aposentadorias prováveis, as duplas ainda estão indefinidas e podemos ter várias mudanças nos quatro anos. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/volei1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8147" title="volei" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/volei1-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a></p>
<p>O Circuito Banco do Brasil promoveu algumas mudanças para atrair mais público este ano, terminando no início do ano e fazendo algumas adaptações para a TV. A primeira etapa aconteceu em Cuiabá e teve 11 duplas no feminino e 13 no masculino, com jogos disputados, presença do público, transmissão na SporTV e vitória das duplas medalhistas olímpicas (Emanuel e Alison e Juliana e Larissa).</p>
<p>No feminino, a disputa pelas vagas para as Olimpíadas do Rio e para as próximas competições internacionais não será fácil. Juliana e Larissa estão um patamar acima, com o título Mundial e o bronze olímpico, e tem condições de chegar fortes para buscar o ouro em 2016.Em ótima forma, será difícil batê-las.</p>
<p>Além delas, o Brasil tem as também olímpicas Maria Elisa e Talita (5a colocadas no ranking mundial), Barbara e Agatha Seixas (que fizeram a final em Cuiabá), Maria Clara e Carol (10a colocadas no ranking, só não foram a Londres pelo limite de duas duplas por país) e outras duplas devem surgir. No Mundial sub-21 realizado em agosto, Rebecca e Drussyla ficaram com a prata &#8211; Rebecca jogou ao lado de Lili no Circuito BB e terminou em quarto. Uma coisa é certa: talentos na praia no  feminino não faltam.</p>
<p>No masculino, a dúvida é sobre as aposentadorias nos próximos anos. Emanuel, três vezes medalhista olímpico, terá 43 anos em 2016. Apesar de ser excepcional fisica e técnicamente, não é certo que continuará jogando, abrindo a dúvida de quem seria a dupla de Alison caso isso aconteça. Ricardo, que foi ouro em Atenas-2004 ao lado de Emanuel e esteve em Londres junto com Pedro Cunha, também deve se aposentar, e a formação das duplas ainda está em aberto.</p>
<p>A próxima grande competição será o Mundial de 2013, em Stare Jablonki (Polônia). Das oito edições já realizadas do Mundial, o Brasil venceu cinco vezes no masculino (detalhe para Emanuel, que ganhou três vezes, com três parceiros de dupla diferentes, entre 1999 e 2011) e quatro no feminino. Além dos ouros, são 13 medalhas entre pratas e bronzes. Esse ano, resta a decisão do Circuito Mundial feminino. A última etapa da competição, que acontece na Tailândia no final de outubro, decidirá entre Juliana e Larissa e Chen Xue e Zhang Xi &#8211; se forem campeãs, as brasileiras se tornam as primeiras heptacampeãs da competição. No masculino, os norte-americanos Gibb e Rosenthal foram campeões, e Emanuel e Alison ficaram com o vice campeonato.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vôlei: De onde partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 15:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Volleyball-42.png" width="42" height="42" alt="Vôlei" title="Vôlei" /><br/>O trabalho bem sucedido começou há mais de uma década, e inclui jogadores reconhecidos e bem pagos, um centro de treinamento em Saquarema e um campeontato nacional forte. Empresas de marketing esportivo apontam que o vôlei está confortável na segunda posição de esportes preferidos do brasileiro. E a força não está, claro, apenas nos modelos dos campeonatos e visibilidade. A competitividade é muito alta. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Volleyball-42.png" width="42" height="42" alt="Vôlei" title="Vôlei" /><br/><p>Ouro e prata nas Olimpíadas de Londres, o vôlei é hoje o principal esporte olímpico do Brasil, juntamente com o judô. Tudo indica que esse cenário deve continuar neste ciclo olímpico que se inicia.</p>
<p>O trabalho bem sucedido começou há mais de uma década, e inclui jogadores reconhecidos e bem pagos (para os padrões de esportes olímpicos), um centro de treinamento em Saquarema e um campeontato nacional forte. Pesquisas conduzidas por empresas de marketing esportivo apontam que o vôlei está confortável na segunda posição de esportes preferidos do brasileiro, como mostra <a href="http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Empresa/noticia/2012/09/o-brasileiro-e-um-adorador-de-medalhas-diz-diretor-da-nielsen-sports.html">essa entrevista com o diretor da Nielsen sports</a>, Rafael Plastina.</p>
<p>A Superliga é forte e tem transmissão na cadeia fechada e final transmitida pela Globo, há torcedores identificados com os times, algo que não é comparável em nenhum outro esporte olímpico no país. E a força não está, claro, apenas nos modelos dos campeonatos e visibilidade. A competitividade é muito alta.</p>
<p>Na quadra, o feminino está bem servido de jogadoras para os próximos anos. Mesmo que haja aposentadorias, todas as posições tem intensa disputa entre as jogadoras, como pudemos observar antes dos Jogos, com jogadoras de alto nível como Mari ficando fora das titulares.</p>
<p>De todo elenco que foi a Londres, a líbero Fabi é a mais velha (terá 36 anos em 2016), mas já manifesto intenção de competir em casa. Mesmo sem ela, Camila Brait está em alto nível e por pouco não esteve entre as titulares. Sheila, Mari, Dani Lins, Paula Pequeno, Fabiana, Fernanda Garay e Jaque terão entre 30 e 33 anos; Adenízia, Thaisa e Tandara não terão nem 30 anos. A grande aposta é em Natália, que ainda se recupera de cirurgia, mas tem tudo para ser uma das melhores atacantes do mundo. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/walace.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8127" title="walace" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/walace-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Entre os homens, o time de Londres era mais velho, e alguns grandes nomes se aposentaram da seleção, como Serginho e Giba. Mesmo assim, o elevado nível técnico da Superliga oferece boas opções para o técnico da seleção, que deve fazer muitos testes nos próximos anos.</p>
<p>Como líbero, o homônimo de nosso principal jogador, Serginho, que defendeu o SADA/Cruzeiro, foi eleito melhor defesa da última Superliga. Bruninho está muito bem como levantador, Walace fez uma excelente participação em sua primeira Olimpíadas, e Murilo já disse que se sente a vontade como novo “líder”, após as aposentadorias dos ídolos.</p>
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		<title>Ciclo olímpico terá R$ 2,5 bilhões de investimentos do governo federal</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/ciclo-olimpico-tera-r-25-bilhoes-de-investimentos-do-governo-federal-havera-priorizacao-das-modalidades</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 00:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil Medalhas 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Rumo ao Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A meta é colocar o Brasil entre os dez primeiros no quadro de medalhas nas Olimpíadas e entre os cinco primeiros nas Paraolimpíadas. O plano se divide em duas frentes. A primeira, de apoio ao atleta, com Bolsa Pódio, Bolsa Técnico e Bolsa multidisciplinar; a segunda prevê a construção de 22 centros de treinamento no país]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>A presidente Dilma anunciou hoje, em conjunto com o ministro Aldo Rabelo, o Plano Brasil Medalhas 2016, com previsão de investimentos de R$ 1 bilhão no esporte de alto rendimento. O valor, adicionado aos R$ 1,5 bilhão já anunciados anteriormente, completam um pacote de R$ 2,5 bilhões que serão direcionados ao esporte, visando o desempenho do país nas Olimpíadas do Rio 2016.Do novo valor, um terço virá de estatais e dois terços do Orçamento Geral da União. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/plano.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8030" title="plano" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/plano-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>A meta é colocar o Brasil entre os dez primeiros no quadro de medalhas nas Olimpíadas e entre os cinco primeiros nas Paraolimpíadas. Em Londres, o Brasil ficou em 22º nas Olimpíadas, a quatro ouros do décimo país melhor colocado (Austrália), e 7ª nas Paraolimpíadas, a nove medalhas do quinto colocado, também a Austrália.</p>
<p>O plano se divide em duas frentes. A primeira, de apoio ao atleta, consumirá R$ 690 milhões de recursos e será fundamentalmente via Bolsa-Pódio, destinando R$ 15 mil/atleta mensalmente para os atletas que estiverem &#8220;entre os vinte melhores do ranking mundial e com chances reais de medalha&#8221;. Essa frente inclui ainda o  Bolsa Técnico (R$ 10 mil/atleta), apoio financeiro em viagens para competições e bolsa multdisciplinar,com pagamento a nutricionistas, fisioterapeutas e equipe de apoio. A segunda, de apoio na infraestrutura, consumirá os R$ 310 milhões restantes, através da construção de 22 centros de treinamentos &#8211; a localização e as modalidades incluídas não foram especificadas.</p>
<p><strong>Prioridades</strong><br />
Como já havia sido anunciado após as Olimpíadas de Londres, a ideia é priorizar modalidades individuais com mais chances de engordar o quadro de medalhas do Brasil. Foram escolhidas 21 modalidades olímpicas e 15 paraolímpicas às quais serão destinados os R$ 1 bilhão &#8220;extraordinários&#8221;, somado o orçamento usual via Ministério e estatais &#8211; para as demais, continua apenas o orçamento usual.</p>
<p>Ficaram de fora modalidades que não tiveram representates do Brasil em Londres: ginástica rítmica, hóquei na grama, polo aquático, badminton, ginástica de trampolim, ciclismo pista; além delas, o ciclismo estrada e MTB, e as novatas golfe e rugby não foram incluídas.  Foram selecionadas: águas abertas, atletismo, basquete, boxe, canoagem, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica artística, handebol, hipismo saltos, judô, lutas, natação, pentatlo moderno taekwondo, tênis, tiro esportivo, triatlo, vela, vôlei e vôlei de praia.</p>
<p><strong>Veja a lista de estatais e as modalidades apoiadas no orçamento usual:</strong></p>
<p>Banco do Brasil: vela, vôlei de praia, vôlei e pentatlo moderno<br />
Banco do Brasil e Correios: handebol<br />
Banco do Nordeste (BNB): triatlo<br />
BNDES: canoagem e hipismo<br />
Caixa: atletismo, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica, lutas, modalidades paraolímpicas e tiro esportivo<br />
Correios: natação, águas abertas (maratona aquática) e tênis<br />
Eletrobras: basquetebol<br />
Infraero e Petrobras: judô<br />
Petrobras: boxe e taekwondo</p>
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		<title>Judô: de onde partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Sep 2012 13:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/>Para 2016, é importante que isso seja mantido: o Brasil tenha 14 representantes, e muitos deles em alto nível e com chances de medalha. É muito difícil que dê tudo certo para todos da equipe em uma competição, mas se for com um grupo forte novamente, o Brasil tira a dependência das “estrelas”. Também devemos ver uma boa briga interna pelas únicas vagas disponíveis para cada categoria, como já aconteceu em algumas para 2012.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/><p>Modalidade que mais medalhas trouxe ao Brasil em Londres, o judô tem uma das Confederações mais organizadas e capitalizadas do país hoje (certamente as duas qualificações tem grande relação entre si). Com patrocínios de Sadia, Infraero, Bradesco, Cielo, Scania e Mizuno, a CBJ tem estrutura para mandar os atletas brasileiros para treinamento fora do país e, mais do que isso, participação em várias competições ao redor do mundo.</p>
<p>Juntamente com França e Japão, o Brasil foi o único país com representantes em todas as 14 categorias do judô nas Olimpíadas. Mais do que isso, o grupo era muito forte e em geral homogêneo, com bom número de atletas que tinham chances reais de medalha, e não dependendo apenas de uma ou duas estrelas. Isso é muito importante para uma modalidade, e permite que mesmo com alguns “favoritos” caindo precocemente, como Leandro Guilheiro e Tiago Camilo, o judô tenha trazido quatro medalhas, com um “azarão”como Felipe Kitadai chegando ao pódio.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/medalhistas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8019" title="medalhistas" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/medalhistas.jpg" alt="" width="620" height="413" /></a></p>
<p>Para 2016, é importante que isso seja mantido: o Brasil tenha 14 representantes, e muitos deles em alto nível e com chances de medalha. É muito difícil que dê tudo certo para todos da equipe em uma competição, mas se for com um grupo forte novamente, o Brasil tira a dependência das “estrelas” &#8211; esse talvez seja o único esporte individual do Brasil hoje com essa realidade, vide a dependência da natação de Cielo e Thiago, e do atletismo de Fabiana Murer e Maurren. Também devemos ver uma boa briga interna pelas únicas vagas disponíveis para cada categoria, como já aconteceu em algumas para 2012.</p>
<p>A nova geração também está forte, mantendendo a hegemonia do país nas Américas. Nas últimas semanas, a seleção sub-17 e sub-20 terminou em primeiro no quadro de medalhas do Sulamericano (12 ouros, 29 medalhas no total) e do Pan-Americano (11 ouros, 15 medalhas no total).</p>
<div id="attachment_8018" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Captura-de-Tela-2012-09-13-às-09.57.54.png"><img class="size-medium wp-image-8018" title="Captura de Tela 2012-09-13 às 09.57.54" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Captura-de-Tela-2012-09-13-às-09.57.54-300x199.png" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Brasil compete no PAN sub-17 e sub-20</p></div>
<p>Esse ano, o Brasil sediará uma importante competição do calendário do judô, o Mundial por Equipes, que será realizado em Salvador no final de outubro. Dos três Mundiais do ciclo olímpico que se inicia, dois acontecerão no Brasil, no Rio de Janeiro em 2013 e em São Paulo em 2015.</p>
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		<title>Esportes aquáticos: de onde partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 12:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Nado sincronizado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polo Aquático]]></category>
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		<category><![CDATA[lara e nayara]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O polo aquático não esteve em Londres, mas tem uma boa geração chegando, com bronze no PAN Junior no feminino e título no masculino. Os saltos ornamentais tiveram como melhor resultado a semifinal de César Castro, e passam por renovação depois de uma década com os mesmos e heróicos nomes. No nado sincronizado, Lara e Nayara bateram na trave da final olímpica
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Na natação e maratona aquática, há uma boa base de atletas que tem condições de chegar às Olimpíadas de 2016 com chances de chegar às finais, como comentei <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/natacao-e-maratonas-aquaticas-de-onde-partimos-rumo-a-2016">nesse post</a>. Para os demais esportes aquáticos &#8211; nado sincronizado, saltos ornamentais e pólo aquático &#8211; a coisa é bem diferente. O polo nem esteve em Londres, os saltos tiveram como melhor resultado a semifinal de César Castro, e no nado sincronizado, Lara e Nayara bateram na trave da final olímpica. E para 2016?</p>
<p>No nado sincronizado, a maior tradição brasileira é no dueto, hoje representado por Lara e Nayara. As duas treinaram muito para Londres e ficaram a uma posição da final (13o). Mais uma vez ficou o sentimento de que os critérios subjetivos do esporte pesaram na nota, e o futuro das duas ainda é incerto na modalidade, mas acredito que devam treinar para o Rio-2016, ainda mais sendo uma competição que acontecerá em casa, o que minimiza essa parte política. Vale ficar de olho na nova geração, que compete do dia 12 a 16 de setembro no Mundial Júnior, que acontece na Grécia. O Brasil viaja com 12 atletas e três técnicas, buscando melhorar o resultado da edição de 2010, quando a equipe foi a única a chegar a final, ficando em 12o lugar. No solo e no dueto, o Brasil parou nas eliminatórias, em 18o e 15o lugar.</p>
<div id="attachment_7971" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/andressa2.jpg"><img class="size-medium wp-image-7971" title="andressa2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/andressa2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Andressa Mendes já esteve na Copa do Mundo</p></div>
<p>Nos saltos ornamentais, há cerca de dez anos a modalidade é dominada pelos mesmos e heróicos nomes: César Castro, Hugo Parisi e Juliana Veloso. Nas Olimpíadas, o melhor resultado foi de César, que chegou à semifinal, mas não conseguiu seu objetivo de avançar para a final. O principal nome para 2016 é Andressa Mendes. Nascida em 1997, ela foi a integrante mais jovem de toda delegação brasileira no PAN de 2011, com apenas 14 anos. Andressa participou do Pré Olímpico este ano e terminou em 6o na repescagem na plataforma 10m. Por pouco ela não conseguiu a vaga, que considera as desistências e alocações por continentes dos outros países &#8211; Juliana Veloso ficou na mesma posição no trampolim 3m e conseguiu vaga para Londres.</p>
<p>No último final de semana, aconteceu o Brasileiro da modalidade, no Rio de Janeiro, que serviu como seletiva para o Mundial Junior, que acontece na Austrália em outubro. Sete atletas alcançaram o índice, mas apenas três em provas olímpicas, e apenas mulheres: Ingrid Oliveira, do Fluminense (trampolim 3m e plataforma 10m), Giovana Pedroso e Andressa Mendes (plataforma 10m). Giovana surpreendeu vencendo Andressa. As duas são companheiras de clube e a disputa é muito saudável, e essencial para que nenhuma das duas se acomode e ambas continuem evoluindo.</p>
<div id="attachment_7972" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Captura-de-Tela-2012-09-11-às-11.29.10.png"><img class="size-medium wp-image-7972" title="Captura de Tela 2012-09-11 às 11.29.10" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Captura-de-Tela-2012-09-11-às-11.29.10-300x116.png" alt="" width="300" height="116" /></a><p class="wp-caption-text">Polo masculino foi campeão do PAN Junior</p></div>
<p>O polo aquático passa por uma renovação forte. O Brasil não participa das Olimpíadas na modalidade desde 1984. Esse ano a equipe masculina ficou a um jogo de conseguir a classificação. Mais do que isso, no entanto, a boa notícia veio do Pan-Americano Junior disputado no Canadá, onde a seleção feminina terminou na terceira colocação, e a masculina sagrou-se campeã, batendo os EUA na final por 10 a 7, com nove dos 11 jogadores de linha fazendo gol na final. No final do ano, acontece o Mundial Junior, em Perth-Austrália. Como parte da preparação, a seleção está em Long Beach, na Califórnia para dez dias de trabalho intenso. A supervisora técnica, Sandy Nitta, foi a treinadora do time feminino em 1999, e foi técnica dos EUA de 1979 a 1994, além de dar nome ao prêmio anual para o melhor treinador de polo feminino dos EUA.</p>
<div></div>
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		<title>Pentatlo moderno: de onde partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2012 23:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pentatlo moderno]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A Confederação toca, desde 2009, o projeto de treinamento PentaJovem, por onde já passaram 250 atletas. Este ano são 70, sendo 40 na unidade do Rio de Janeiro e 30 em Recife. Foi do PentaJovem que saiu William Muinhos, que teve o melhor resultado do Brasil no Mundial Júnior de Pentatlo Moderno, realizado na Polônia na última semana. William foi 17º nas Olimpíadas da Juventude de 2010, e aos 18 anos é o quarto brasileiro melhor rankeado]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Esporte sensação do Brasil nas últimas Olimpíadas, juntamente com o boxe, o pentatlo moderno nunca teve tanta visibilidade. A medalha de Yane Marques deu visibilidade para uma modalidade desconhecida da maior parte do grande público, na qual o Brasil tinha pouquíssima tradição.E para o Rio-2016?</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/yane.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7998" title="yane" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/yane-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>É muito provável que Yane continue sendo o principal nome da modalidade por aqui, e a atleta deve continuar forte até 2016, quando terá 32 anos. Ela já deu declarações dizendo que sentirá menos pressão pela medalha, e que pretende encerrar a carreira após os Jogos do Rio. Muito constante nos últimos quatro anos, Yane esteve sempre entre as oito melhores do mundo nos Mundiais e Copas do Mundo do período. Seu melhor resultado antes de Londres havia sido uma sexta posição em Mundial. Ela não chegava a Londres como favorita, mas como uma das cinco ou seis atletas no bolo para brigar por medalha &#8211; e conseguiu.</p>
<p>Agora, é importante que aproveite-se o status conquistado pela modalidade para possibilitar o surgimento de novas &#8220;Yanes&#8221;. A conquista da medalha já é um grande passo, trazendo novos praticantes para o esporte e aumentando a motivação dos atletas brasileiros que já se dedicavam ao pentatlo. A Confederação toca, desde 2009, o projeto de treinamento PentaJovem, por onde já passaram 250 atletas. Este ano são 70, sendo 40 na unidade do Rio de Janeiro e 30 em Recife.</p>
<p>Foi do PentaJovem que saiu William Muinhos, que teve o melhor resultado do Brasil no Mundial Júnior de Pentatlo Moderno, realizado na Polônia na última semana. William foi 17º nas Olimpíadas da Juventude de 2010, e aos 18 anos é o quarto brasileiro melhor rankeado, aparecendo em 121º. Na categoria Jovem A, ele foi terceiro no ranking mundial ano passado, e é um nome a ficar de olho. Tanto ele como Felipe Nascimento terminaram o Mundial na 14ª colocação em suas respectivas qualificações (são três qualificações, e 12 de cada avançam para a final).</p>
<p>No feminino, Amanda Turute foi 28ª na bateria. Ela é a terceira brasileira melhor rankeada mundialmente na categoria adulta, na 121ª colocação. À sua frente, além de Yana, segunda colocada no ranking, aparece Priscila Oliveira, 68ª no ranking. A atleta de 23 anos tentou classificação para Londres e é o principal nome do Brasil hoje depois de Yane. Ela participou de três etapas da Copa do Mundo em 2012, sempre parando nas qualificatórias. Entre os homens, Danilo Fagundes é o  melhor ranqueado, na 106ª posição mundialmente. O carioca, também revelado no PentaJovem, participou de seu primeiro Mundial este ano, terminando em 26º na sua qualificação.</p>
<p>Ano que vem, o Rio de Janeiro será pela quarta vez a sede de uma das etapas da Copa do Mundo. A competição acontecerá em Deodoro &#8211; onde a Confederação mantém o PentaJovem &#8211; de 20 a 24 de março, válido pela segunda etapa da competição.</p>
<p><em>*Recomendo <a href="http://www.pentathlon.org/london2012?k2item=1931">esse artigo</a> de Helio Meireles, presidente da Confederação Brasileira de Pentatlo Moderno, disponível no site da Federação Internacional da modalidade. Nela, Hélio fala sobre o bronze de Yane Marques nos Jogos e simula uma &#8220;conversa dos deuses gregos das Olimpíadas&#8221;, em que eles discutem o fim dos Jogos, a prova de Yane e a festa em sua cidade de origem, Afogados da Ingazeira, no Recife.</em></p>
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		<title>Natação e maratonas aquáticas: de onde partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2012 13:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A natação parte para o ciclo olímpico com duas medalhas conquistadas em Londres e cinco finais alcançadas. Os donos das medalhas e de quatro finais são Thiago Pereira e César Cielo, que devem continuar sendo os principais nomes do Brasil e tem condições de continuar entre os melhores do mundo no ciclo olímpico. Junto a eles, Bruno Fratus é o principal nome]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>A natação parte para o ciclo olímpico com duas medalhas conquistadas em Londres e cinco finais alcançadas. Os donos das medalhas e de quatro finais são Thiago Pereira e César Cielo, que devem continuar sendo os principais nomes do Brasil e tem condições de continuar entre os melhores do mundo no ciclo olímpico. Junto a eles, Bruno Fratus é o principal nome, depois de ficar em quarto no 50 livre e bater na trave do pódio em sua primeira Olimpíada.</p>
<div id="attachment_7966" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/thiago_cesar.jpg"><img class="size-medium wp-image-7966" title="thiago_cesar" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/thiago_cesar-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Thiago e Cielo são os principais nomes</p></div>
<p>Nas demais provas, temos bons nomes, que tem condições de estar entre os oito melhores do mundo, mas que ainda precisam crescer para subir ao pódio em provas olímpica em grandes competições: Felipe França, Leo de Deus, Henrique Rodrigues, Kaio Marcio, Tales Cerdeira. De todos esses, apenas Tales melhorou seu tempo nas Olimpíadas, e todos tinham condições de chegar às finais mas pararam no meio do caminho, ou nas semifinais como França e Henrique, ou mesmo nas eliminatórias, como Kaio e Leo em suas principais provas.</p>
<p>A prova de 50 livre continua a mais forte, mesmo considerando os atletas que vem do juvenil. Devemos continuar vendo uma boa disputa pelas vagas no estilo peito, o fundo mostra melhora com Lucas Kanieski e Luis Rogério Arapiraca (há boas chances dos dois fazerem o índice para o Mundial de curta, em uma prova que o Brasil não tem representantes em competições internacionais desde as Olimpíadas de Sidney). Há também uma boa geração subindo, com muitas quebras de recorde em brasileiros infanto-juvenis.</p>
<p>Entre as mulheres, alguns nomes dominam o cenário brasileiro há cerca de dez anos, como Joanna Maranhão e Fabíola Molina, que continuam absolutas em suas provas no Brasil. Há novos nomes despontando que estão em franca evolução, principalmente nas provas de velocidade e meio fundo no estilo livre, como Larissa Oliveira, Alessandra Marchioro, Manuela Lyrio, Jéssica Cavalheiro além da já olímpica Graciele Hermann. Daynara de Paula é um ótimo nome, e talvez tenha pesado a mudança de clube em ano olímpico, mas ela tem condições de fazer os índices uma vez mais e representar o Brasil nas grandes competições. Fica a expectativa também pela volta de Gabriella Silva, que sofre há anos com lesões e cirurgias.</p>
<p>Nas maratonas aquáticas, os principais nomes no feminino continuam sendo Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha. Poliana teve um bom ciclo, sempre entre as melhores do mundo, e nas Olimpíadas não conseguiu terminar a prova, devido a um quadro de hipotermia aproximadamente nos 6km (a prova tem 10km). Ana Marcela bateu na trave da vaga olímpica, quatro anos depois de ser quinta em Pequim. Jovem de apenas 19 anos, ela também se destaca na Copa do Mundo, foi campeã mundial da prova de 25km (não olímpica) ano passado, e tem tudo para se destacar.</p>
<div id="attachment_7967" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/poliana.jpg"><img class=" wp-image-7967 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/poliana-800x564.jpg" alt="" width="640" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Ana Marcela devem continuar brilhando nas maratonas</p></div>
<p>No masculino, Allan do Carmo, Lucas Kanieski e Samuel de Bona são os principais nomes hoje. Os dois primeiros participaram do último pré olímpico mas ficaram longe da vaga. Em geral, a situação se assemelha ao fundo brasileiro: temos bons nomes, mas falta alguém que dê um passo a frente, alce maiores resultados e consiga boas colocações a nível mundial. Nas categorias de base, recentemente aconteceu o Mundial Júnior da modalidade, e o melhor resultado brasileiro foi de Diogo Vilharinho, que terminou em 5o na prova de 7,5km, ficando a cinco segundos do pódio. Nadador do Minas, ele é uma boa promessa nas águas abertas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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