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	<title>Esporte em Pauta &#187; Canoagem</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Canoagem</title>
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		<title>Quem é Isaquias Queiroz (um pouco além da &#8220;piada pronta&#8221; e da &#8220;redenção&#8221;)</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2014 23:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Isaquias Queiroz]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Natural de Ubaitaba, na Bahia, Isaquias é um fenômeno da canoagem brasileira já há algum tempo. Estamos falando de um esporte com pouca tradição no Brasil, que tem no jovem de 20 anos os melhores resultados já conquistados. Ele começou na modalidade aos 11 anos, quando ingressou no projeto do governo federal Segundo Tempo. Antes disso, seu sonho era ser jogador de futebol. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Isaquias Queiroz estampou as manchetes de jornais no sábado, dia 10 de agosto. Durante o Mundial de Canoagem, disputado em Moscou, na Rússia, o atleta brasileiro esteve prestes a se sagrar campeão quando se desequilibrou e caiu perto da linha de chegada. Foi na prova olímpica de C1 1000 metros, em que ele havia sido bronze no Mundial de 2013, melhor resultado da história da canoagem brasileira em Mundiais.</p>
<p><img class="alignright" alt="" src="http://s2.glbimg.com/VVaGroilqsCQQJC4GvxlGf4Tw7Y=/0x0:880x600/690x470/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2014/08/10/isaquiasqueiroz_facebook.jpg" width="386" height="263" /></p>
<p>A imagem e o vídeo rodaram os principais portais de notícias, menos pelo resultado e mais pelo &#8220;pitoresco&#8221; da queda tão próxima à linha de chegada. Isaquias nem é Isaquias na maioria das manchetes, mas sim o &#8220;Brasileiro que tem ouro do Mundial de canoagem na mão, mas cai na remada final&#8221;. Piada pronta, né? Nos comentários, &#8220;Brasil sendo Brasil&#8221;, &#8220;Eu me pergunto porque brasileiro &#8220;amarela&#8221; tanto!&#8221;, &#8220;Gol, da Alemanha, rs.&#8221; e por ai vai. Uma prévia do que teremos daqui a dois anos nas Olimpíadas, quando os entendidos de plantão virarão entendidos nos 28 esportes olímpicos que serão disputados.</p>
<p>Antes de continuar: não acho que os atletas brasileiros são coitadinhos nem heróis incompreendidos, não acho que a grande imprensa e o futebol são grandes  vilões por não haver espaço para &#8220;outros esportes&#8221;, não acho que para torcer para um esporte você precisa necessariamente entender dele e nem sou contra cobranças aos atletas. Mas acho legal e razoável que as pessoas saibam que Isaquias não é só &#8220;um brasileiro que tem ouro na mão&#8221;, que Poliana não &#8220;saiu da prova em Londres porque estava com frio&#8221; e etc. Como tudo na vida, se informar e entender um pouco sobre as coisas torna todas as histórias mais complexas e mais gostosas de acompanhar. O que não diminui o fato, é claro, de Isaquias ter cometido um erro no final da prova. Não dá para não dizer isso. Para além disso, vale conhecer a historia de Isaquias.</p>
<p>Natural de Ubaitaba, na Bahia, Isaquias é um fenômeno da canoagem brasileira já há algum tempo. Estamos falando de um esporte com pouca tradição no Brasil, que tem no nono lugar de Sabastian Cuatrin, um argentino naturalizado brasileiro, seu melhor resultado em Olimpíadas. Foi Isaquias quem teve os melhores resultados do país na modalidade desde então.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Ele começou na modalidade aos 11 anos, quando ingressou no projeto do governo federal Segundo Tempo. Antes disso, seu sonho era ser jogador de futebol. &#8220;</span><em style="line-height: 1.5em;">Eu acho que o sonho da maioria dos brasileiros, quando jovens, é jogar futebol, para ter seu nome reconhecido. E o futebol é o esporte que mais traz esse reconhecimento no país</em><span style="line-height: 1.5em;">&#8220;. Aos 14 anos, Isaquias saiu da Bahia e foi para São Paulo treinar, período em se bancava sozinho, com sua mãe mandando dinheiro e colocando foco total nos treinos.</span></p>
<p>Desde cedo os resultados foram muito fortes, dominando os campeonatos nacionais e sul-americanos de categoria. Em 2010, ele participou da primeira edição das Olimpíadas da Juventude e terminou em quinto. Foi medalhista nos Pan-Americanos de canoagem e, em 2011, conquistou a primeira medalha do Brasil a nível mundial da modalidade: ouro no Mundial Junior. Dois anos depois, abriu mão de defender o título para disputar o Mundial adulto. Resultado: duas medalhas, um bronze em prova olímpica (c1 1000m, essa mesma em que caiu ontem) e ouro em prova não olímpica. Esse ouro foi repetido hoje, quando sagrou-se bicampeão do C1 500, para alegria de quem adora uma história de &#8220;redenção&#8221;. Ele ganhou ainda um bronze ao lado de Erlon Souza na prova de C2 200, também não olímpica.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">No facebook, ele postou:</span></p>
<p><a href="http://www.empiricus.com.br/?attachment_id=20625" rel="attachment wp-att-20625"><img alt="Captura de Tela 2014-08-10 às 19.45.57" src="http://www.empiricus.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Captura-de-Tela-2014-08-10-às-19.45.57.png" width="519" height="324" /></a></p>
<p>Procurando reportagens antigas sobre ele, além dessa <a href="http://www.esporteessencial.com.br/entrevista/isaquias-queiroz-canoagem">excelente entrevista do Esporte Essencial</a>, achei <a href="http://sportsdende.com.br/n/isaquias-queiroz-confederacao-brasileira-de-canoagem#.U-flXl4oznA">declarações interessantes</a> de seu técnico, o espanhol Jesús Morlán. O renomado treinador foi contratado pelo COB para auxiliar na preparação da canoagem visando os Jogos de 2016.</p>
<p><em><span style="line-height: 1.5em;">&#8220;O Isaquias sempre teve um potencial enorme, mas ainda tinha que entender que era um caminho longo de quatro anos de preparação para os Jogos. Então ainda faltava um pouco de paciência, ele queria tudo instantaneamente, mas em pouco tempo conseguimos trabalhar essa ansiedade dele”, conta o treinador. Ele também comenta que o baiano sofreu com o trabalho árduo, mas depois de ser campeão mundial entendeu que o sacrifício valia a pena.</span><span style="line-height: 1.5em;"><span style="line-height: 1.5em;"> </span></span></em></p>
<p>Outro episódio interessante envolvendo o atleta foi seu &#8220;<a href="http://globoesporte.globo.com/outros-esportes/noticia/2013/09/campeao-mundial-isaquias-queiroz-desabafa-e-ameaca-largar-canoagem.html">desabafo</a>&#8221; nas redes sociais, após o ouro no Mundial do ano passado. Nele, ele fala que nada em sua vida mudou financeiramente, diz que está triste, que pensou em abandonar o esporte e voltar a ser &#8220;aquele moleque travesso&#8221;, e comenta de um amigo do Equador que ganhou uma casa após ser ouro em etapa da Copa do Mundo. O desabafo é forte e vale ser lido.</p>
<p>Já pensei bastante sobre essa questão da premiação para atletas. Não acho que alguém deve ganhar uma casa por ganhar uma medalha e entendo que hoje em dia há sim apoio ao esporte olímpico brasileiro &#8211; não da forma certa, uma vez que o investimento vem sendo feito no esporte de alto rendimento em buscas exclusivamente de medalhas em 2016, para sustentar uma boa colocação no quadro de medalhas, que pode até vir mas <a href="http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/brasil-no-rio/post/o-que-e-ser-uma-potencia-olimpica.html">não significará que somos uma potência esportiva</a>. Mas que há mais investimentos hoje dia, isso é inegável.</p>
<p>O ponto é que, lendo a história de Isaquias, entendo sua frustração. Acho que ele tem toda razão em cobrar mais atenção, em &#8220;denunciar&#8221; os erros da Confederação, compreendo sua &#8220;impaciência por um resultado&#8221; como o técnico colocou. Estamos falando de um jovem de 20 anos, que saiu de casa aos 14, que vê no esporte uma forma de mudar de vida e que luta diariamente para um resultado. O esporte no Brasil não podia ser diferente do que é o Brasil e suas desigualdades de todos os tipos.<span style="line-height: 1.5em;"> Não digo isso de forma piegas, nem pintando Isaquias como um &#8220;coitadinho&#8221;. É só uma constatação de como funciona o esporte olímpico no Brasil. </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/atletismo/o-melhor-ano-para-os-esportes-olimpicos-no-brasil</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
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		<title>Um dia histórico para o esporte olímpico brasileiro</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2013 14:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Em uma semana repleta de Mundiais de modalidades olímpicas ao redor do mundo, o Judô concentra as atenções, com uma bela campanha que soma quatro medalhas até o momento. Mas os bons resultados do Brasil não se resumem ao tatame. Dois jovens atletas, vistos como promessa para as Olimpíadas de 2016, conquistaram resultados espetaculares na manhã deste sábado. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Em uma semana repleta de Mundiais de modalidades olímpicas ao redor do mundo, o Judô concentra as atenções, com uma bela campanha que soma quatro medalhas até o momento. Mas os bons resultados do Brasil não se resumem ao tatame. Dois jovens atletas, vistos como promessa para as Olimpíadas de 2016, conquistaram resultados espetaculares na manhã deste sábado.</p>
<p>Jorginho Zarif, de 20 anos, entrou na última regata do Mundial da classe Finn a um passo de sagrar-se campeão mundial. O atleta, que este ano foi campeão Mundial Junior, fez uma competição muito consistente e chegou a Medal Race precisando apenas completar a prova para conquistar o título. Ele foi 44o na primeira regata, que foi descartada, e nas outras seis terminou duas em primeiro, uma em terceiro, uma em nono, uma em sétimo e uma no 24o lugar. Na Medal race, terminou em nono, garantindo o título da Finn pela primeira vez desde 1972 (Jorg Bruder).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/zarif.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12331" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/zarif-800x533.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a></p>
<p>Com o título, o Brasil chega a quatro campeões mundiais em modalidades olímpicas neste ciclo olímpico: Cesar Cielo no 50 livre, Rafaela Silva na categoria até 57kg no Judô e Poliana Okimoto na prova de 10km nas maratonas aquáticas.</p>
<p>No Mundial de canoagem, disputado em Duisburg, na Alemanha, mais um grande resultado do Brasil: <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2550">Isaquias Queiroz, de 19 anos</a>, conquistou o bronze na prova olímpica de c1 1000 metros. O atleta foi quinto nos Jogos da Juventude em 2010 e foi campeão Mundial Junior em 2011 &#8211; este ano, abriu mão de tentar o bi para disputar o torneio adulto.<br />
<a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Captura-de-Tela-2013-08-31-às-10.43.59.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-12329" title="Captura de Tela 2013-08-31 às 10.43.59" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Captura-de-Tela-2013-08-31-às-10.43.59.png" alt="" width="640" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Captura-de-Tela-2013-08-31-às-10.49.45.png"><img class="aligncenter  wp-image-12330" title="Captura de Tela 2013-08-31 às 10.49.45" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Captura-de-Tela-2013-08-31-às-10.49.45-800x504.png" alt="" width="640" height="403" /></a></p>
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		<title>O melhor do esporte olímpico no início de junho</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/atletismo/o-melhor-do-esporte-olimpico-no-inicio-de-junho</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 23:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/>O esporte olímpico não para. Neste mês de junho, o que não faltam são participações de brasileiros em competições ao redor do mundo e competições nacionais de algumas modalidades. Aponto boxe, pentatlo moderno e vôlei como as modalidades com os principais resultados na primeira metade do mês. Boas vitórias também do handebol no PAN da modalidade, consolidando a supremacia na região]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/><p>O esporte olímpico não para. Neste mês de junho, o que não faltam são participações de brasileiros em competições ao redor do mundo e competições nacionais de algumas modalidades.</p>
<div id="attachment_10876" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/yane.jpg"><img class="size-full wp-image-10876" title="yane" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/yane.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">Linda vitória de Yane na Rússia</p></div>
<p><strong>Boxe, pentatlo e vôlei são destaques</strong><br />
Aponto boxe, pentatlo moderno e vôlei como as modalidades com os principais resultados na primeira metade do mês. No <strong>boxe</strong>, o Brasil participou da Copa Cardin e Copa Roberto Balado, com presença de seleção completa de Cuba na primeira e de vários atletas da elite mundial na segunda. O Brasil saiu das competições com seis medalhas.</p>
<p>O mais interessante é que elas não vieram das mãos dos medalhistas olímpicos, mas de Robenilson Jesus, Myke Carvalho, Michel Borges, Lucas Martins, Jhony Klever e Juan Nogueira. A modalidade segue bem neste início de ciclo olímpico, com treinamento em Cuba e muitas competições internacionais.</p>
<p>No <strong>pentatlo moderno</strong>, ouro para Yane Marques na Kremlin Cup, mostrando que a atleta segue em forma e motivada após a medalha olímpica. Ela tem mostrado melhora em modalidades em que não era tão boa, e fez uma bela prova vencendo a campeã olímpica por um segundo. Vale ler o relato <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2075">aqui</a>. Yane ainda foi oitava na final da Copa do Mundo, seguindo o roteiro do último ciclo olímpico de ficar sempre entre as oito melhores nas principais competições do mundo.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong> mostrou que segue na elite mundial, com vitórias no feminino e masculino. As comandadas por Zé Roberto Guimarães venceram a Copa Alessio Cup, na Itália, e o Masters, na Suiça. Já o masculino venceu a Argentina e a Polônia pela Liga Mundial.</p>
<p><strong>Medalhas fora do país na preparação para Mundiais<br />
</strong>Outras modalidades tiveram participações interessantes em torneios fora do país. Lohaynny Vicente (ouro) e Daniel Paiola (bronze) subiram ao pódio no Torneio da Argentina de badminton. Na canoagem, bela vitória de Erlon e Ronilson e de Isaquias, promessa jovem do novo ciclo olímpico, na terceira etapa da Copa do Mundo, na Polônia. No ciclismo BMX, Priscilla Carnaval chegou à semifinal da Copa do Mundo pela primeira vez, na etapa da Holanda. No polo aquático, resultado não tão bom, com seis derrotas em seis jogos na Liga Mundial, que aconteceu uma semana depois da final da Taça Brasil.</p>
<div id="attachment_10877" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/handebol.png"><img class="size-medium wp-image-10877" title="handebol" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/handebol-300x200.png" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol campeão continental pela oitava vez</p></div>
<p>Em torneios continentais, a seleção feminina de handebol venceu com tranquilidade o PAN, batendo a Argentina na final por 38 a 15. A seleção garantiu ainda vaga para o Mundial. No PAN de esgrima disputado na Colômbia, Gabriela Cecchini e Tais Rochel ficaram em 17º no florete individual no PAN, mesmo colocação de Nicolas Ferreira na espada.</p>
<p><strong>Judô e vôlei de praia estão em outro patamar</strong><br />
O judô segue em outro patamar frente aos demais esportes olímpicos. Se no boxe há bons resultados não só dos medalhistas olímpicos, no judô os bons desempenhos vão além dos representantes olímpicos. A briga interna pelas vagas de cada peso serão intensas nesse ciclo olímpico. No Grand Prix de Miami, oito medalhas, sendo três pratas e cinco bronzes</p>
<p>O vôlei de praia também segue se destacando no início do Circuito Mundial, nesse ano de conturbadas mudanças na modalidade. Foram títulos para Talita/Maria Elisa e Emanuel/Alison na Copa do Mundo, disputada em Campinas, e ouro das duplas brasileiras no Grand Slam da Holanda (Talite/Taiana e Bruno Schmitd/Pedro Solberg).</p>
<p><strong>Destaques individuais: Falavigna, Thiago Pereira</strong><br />
Medalhistas olímpicos do país tiveram bons resultados individuais. No taekwondo, Natália Falavigna venceu o Aberto da Áustria e foi quinta no Aberto da Suíça. Na natação, Thiago Pereira foi o destaque da delegação brasileira no Trofeu Sette Colli, na Itália, com ouro no 200 medley batendo Lazslo Cseh, seu rival antigo na prova, com uma boa marca de 1&#8217;58&#8221;12. Cielo foi prata o 50 livre no Grand Prix de Santa Clara, com 22&#8221;04.</p>
<p>No atletismo, alem do Troféu Brasil de Atletismo, com dois novos atletas conseguindo índice para o Mundial de Moscou, destaque para Ausgusto Dutra, que foi prata em Colônia no salto com vara, com a marca de 5m70. Na etapa de Eugene da Liga Diamante, Duda foi prata no salto em distância com 8m22.</p>
<div></div>
<div></div>
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		<title>O melhor do final de semana nos esportes olímpicos</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 13:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Sede das Olimpíadas de 2016, o Rio de Janeiro recebe importantes competições no mês de março. O Mundial de Vela de RS:X está sendo disputado em Búzios - após cinco regatas, Bimba é 5o colocado no masculino e Patrícia Freitas é 13a no feminino. Na capital, acontece a segunda rodada da Liga Mundial de hóquei sobre a grama]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Sede das Olimpíadas de 2016, o Rio de Janeiro recebe importantes competições no mês de março. O Mundial de Vela de RS:X <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bimba.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9804" title="bimba" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bimba-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a>está sendo disputado em Búzios &#8211; após cinco regatas, Bimba é 5o colocado no masculino e Patrícia Freitas é 13a no feminino. A competição acontece até quarta-feira, quando acontece a medal race.</p>
<p>Também no Rio de Janeiro acontece a segunda rodada da Liga Mundial de hóquei sobre a grama. No masculino, o Brasil perdeu quatro partidas até o momento, para África do Sul (9&#215;0),  Argentina (10&#215;0), EUA (5&#215;0) e Chile (3&#215;1). Resta apenas uma partida, contra Trinidad e Tobago. A disputa feminina começa nesta segunda-feira, e o Brasil estreia diante dos EUA.  A modalidade não teve representantes do Brasil em Londres e precisa crescer no ranking mundial para garantir vaga em 2016.</p>
<p>Ao redor do mundo, destaque para o Pan-americano de canoagem slalom. O Brasil teve três  vitórias: duas com a jovem Ana Sátila, que venceu o c1 (não olímpica) e o k1 (prova olímpica) &#8211; aos 16 anos, ela foi a mais jovem da delegação brasileira em Londres, onde terminou na 16a colocação &#8211; e outro ouro com Charles Correa e Anderson Santos no c2.</p>
<p>Em Israel, Ana Marcela foi ouro na 3a etapa da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas. Poliana Okimoto foi 7a colocada e na prova masculina Allan do Carmo foi 6o. Os três já estão classificados para o Mundial de Barcelona, principal competição da temporada, que acontece no início de agosto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/ana.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9805" title="ana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/ana-800x600.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>No judô, Maria Portela teve o melhor resultado do Brasil na Continental Cup de Praga, ficando com a prata na categoria até 70kg. Maria Suelen Altheman, terceira colocada no ranking mundial na última atualização da IJF, foi bronze na categoria até 78kg. Na competçião masculina, disputada em Varsóvia, os brasileiros saíram sem medalha.</p>
<p>Na quarta etapa do Circuito Sul-Americano de Vôlei de Praia, disputada no Peru, Lili/Rebecca e Thiago/Álvaro Filho foram ouro. Elize Maia/Fernanda Berti ficaram com a prata e Hevaldo/Edson Filipe foram bronze.</p>
<div></div>
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		<title>Jovens Ana Sátila e Pepe são destaques do Brasileiro de Canoagem Slalom</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2012 13:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Aconteceu neste final de semana em Três Coroas (RS) o Campeonato Brasileiro de Canoagem Slalom 2012 – 1a. Divisão, encerrando o Circuito Nacional 2012. Destaque para os canoístas do Instituto Meninos do Lago (IMEL), de Foz do Iguaçu, campeões gerais do circuito.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Aconteceu neste final de semana em Três Coroas (RS) o Campeonato Brasileiro de Canoagem Slalom 2012 – 1a. Divisão, encerrando o Circuito Nacional 2012. Destaque para os canoístas do Instituto Meninos do Lago (IMEL), de Foz do Iguaçu, campeões gerais do circuito.</p>
<p>O melhor tempo geral da categoria C1 Masculino foi marcado por um atleta júnior (Felipe Borges – 101.43), derrotando atletas renomados do esporte. Muitos desses jovens talentos são fortes candidatos a ingressar na Equipe Permanente de Canoagem Slalom que reside em Foz do Iguaçu e é patrocinada pelo BNDES, através da Lei de Incentivo Fiscal ao Esporte. No K1 Masculino Sênior, vitória de Pedro Henrique Gonçalves, que ficou muito próximo de vaga para Londres.  De quebra, Pepe marcou o melhor tempo geral da competição com 87.12.</p>
<p>No feminino, destaque apra a vitória da representante brasileira nas Olimpíadas, Ana Sátila, no K1. A atleta, de 16 anos, colocou mais de 20 segundos sobre a segunda colocada, Poliana de Paula, que representou o Brasil nas Olimpíadas de Pequim, e é o principal nome para esse ciclo olímpico.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/11/canoagem.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8784" title="canoagem" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/11/canoagem.jpg" alt="" width="660" height="433" /></a></p>
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		<title>França desbanca Eslováquia e sai de Londres como maior força na canoagem slalom</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 18:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>A França foi o principal nome da canoagem slalom em Londres, levando duas medalhas de ouro na competição, sua melhor participação das sete edições olímpicas com a modalidade, e desbancando a Eslováquia, uma das maiores forças da canoagem slalom. Os eslovacos saíram de Londres com dois bronzes]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p><img class="alignright size-medium wp-image-6862" title="estanguet" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/estanguet1-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />A França foi o principal nome da canoagem slalom em Londres, levando duas medalhas de ouro na competição, sua melhor participação das sete edições olímpicas com a modalidade, e desbancando a Eslováquia, uma das maiores forças da canoagem slalom. Os eslovacos saíram de Londres com dois bronzes.</p>
<p>A maior surpresa veio com a derrota dos gêmeos eslovacos Pavol e Peter Hochschorner, tricampeões olímpicos no c-2 e seis vezes campeões mundiais. Campeões mundiais ano passado, eles foram a Londres para buscar o tetra, mas acabaram apenas com o bronze, superados por duas duplas da casa, Timothy Baillie e Etienne Stott e David Florence e Richard Hounslow, estes que já tinham uma prata olímpica na carreira, em Pequim. O time anfitrião fez muita festa com a vitória.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6863" title="gbr" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/gbr.jpg" alt="" width="638" height="359" /></p>
<p>Uma das grandes rivalidades olímpicas simboliza os dois países. O francês Tony Estanguet e o eslovaco Michael Martikan dominam o esporte há anos, e as medalhas de ouro das últimas cinco Olimpíadas ficaram com um dos dois. Dessa vez, depois de ficar de fora da final em Pequim, Estanguet levou a melhor e foi ouro, se tornando o primeiro francês tricampeão olímpico do país.</p>
<p>Nas provas de caiaque, nem França nem Eslováquia, quem levou a melhor foi o campeão mundial em 2010, Daniele Molmenti. Na prova feminina, a bicampeã olímpica Corinna Kunhle, da Áustria, ficou apenas em sétimo e o ouro ficou com a francesa Émilie Fer, que tinha sido sétima em Pequim. A jovem Jessica Fox, de 18 anos, campeã mundial júnior em 2010, mesmo ano em que já foi bronze no Mundial adulto, ficou com a prata, e a espanhola Mailen Chourraut, que esteve no pódio dos Mundiais da categoria do último ciclo olímpico, levou o bronze.</p>
<p><strong> Quadro de medalhas da canoagem:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6864" title="Captura de Tela 2012-08-08 às 13.23.06" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Captura-de-Tela-2012-08-08-às-13.23.06.png" alt="" width="647" height="251" /></p>
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		<title>Rivalidades olímpicas: Estanguet e Matikan se revezam no ouro olímpico desde 1996</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 18:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[Canoagem slalom]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Martikan]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Estanguet]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>O francês Tony Estanguet e o eslovaco Michael Martikan dominam a canoagem slalom há anos, e as medalhas de ouro das últimas cinco Olimpíadas ficaram com um dos dois. A rivalidade começou com outro Estanguet, Patrice, irmão mais velho de Tony, bronze em Atlanta-1996, quando Martikan foi ouro com 16 anos. Desde então, Tony venceu em 2000 e 2004, Martikan foi ouro em 2008, e no desempate em Londres o francês levou a melhor]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Uma das grandes rivalidades olímpicas simboliza os dois países mais fortes na canoagem slalom atualmente, França e Eslováquia. O francês Tony Estanguet e o eslovaco Michael Martikan dominam o esporte há anos, e as medalhas de ouro das últimas cinco Olimpíadas ficaram com um dos dois.</p>
<p><img class="alignleft  wp-image-6854" title="dois" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/dois.jpg" alt="" width="197" height="291" />A rivalidade começou com outro Estanguet, Patrice, irmão mais velho de Tony. Ele foi bronze em Atlanta-1996, quando Martikan levou sua primeira medalha olímpica, vencendo com apenas 16 anos, um ano depois de ter surgido para o mundo ao ser bronze no Mundial, com 15 anos. Em Sidney-2000, Tony venceu, e Martikan se recuperou no ciclo olímpicos, vencendo os Mundiais de 2002 e 2003, com Tony em segundo lugar em 2003. Mas em Atenas-2004, foi Tony quem levou o ouro sobre Martikan, em uma competição polêmica. O eslovaco tomou uma controversa penalidade de dois segundos, que foi crucial para que ficasse em segundo, a apenas 12 centésimos do francês.</p>
<p>Em Pequim, também depois de dois Mundiais em que eles se alternaram na primeira e segunda colocação, Tony era um dos principais atletas franceses. Tony carregou a bandeira do país na Cerimônia de Abertura e havia grande expectativa para a disputa entre os dois, mas ela nem aconteceu: o francês falhou logo nas eliminatórias e não passou para a final. Melhor para Martikan, que com o caminho livre, deu o troco e foi ouro.</p>
<p>No “desempate” em Londres, mais uma vez depois de um ouro e uma prata de cada em dois mundiais do período, o francês levou a melhor: Tony venceu e se tornou o primeiro francês a se tornar tricampeão olímpico na mesma prova, e Martikan foi apenas bronze.  Estanguet afirmou que o adversário é um &#8220;grande campeão e treina por causa dele, sabendo que se ele está na disputa, você precisa fazer algo especial para batê-lo&#8221;.  <img class="alignright size-medium wp-image-6855" title="London Olympics Kayak Slalom Men" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/rivalidade-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></p>
<p>Essa pode ter sido a última vez que se viu uma disputa entre os dois. Tony afirmou que não sabe se seguirá competindo, e pensará sobre o assunto nos próximos meses. Já Martikan disse que quer competir no Rio-2016 e declarou seu amor pela canoagem, em entrevista após a prova.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mais nova da delegação, Ana Sátila estreia em Londres e fica a uma posição da semifinal</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 18:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[ana sátila]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Antes mesmo de competir, Ana Sátila já capturou os holofotes da imprensa. Mais jovem atleta da delegação brasileira em Londres, e mais nova entre as atletas de todos os países na competição de canoagem slalom, Sátila conquistou sua vaga no início deste ano, ao vencer o Pan Americano da modalidade. Treinada pelo italiano Ettore Ivaldi, Ana busca experiência para chegar bem aos Jogos do Rio-2016. São 21 canoístas e 15 avançam para a semifinal, e o objetivo da atleta é passar de fase]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Antes mesmo de competir, Ana Sátila já capturou os holofotes da imprensa. Mais jovem atleta da delegação brasileira em Londres, e mais nova entre as atletas de todos os países na competição de canoagem slalom, Sátila conquistou sua vaga no início deste ano, ao vencer o Pan Americano da modalidade. Na ocasião, protagonizou uma cena linda, chorando muito ainda dentro da canoa. Hoje, ficou em 16º e parou nas eliminatórias por apenas uma vaga.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5858" title="Canoagem Panamericano" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/ana-satila.jpg" alt="" width="600" height="388" /></p>
<p>São duas descidas no trajeto da prova, e na primeira Ana foi mal e acabou na última colocação, fazendo o percurso em 179.92 . Na segunda descida, se recuperou e marcou 110.83. Ela esteve com a 15ª posição até uma das últimas concorrentes competir, mas acabou na 16ª colocação. Depois da prova, Ana se disse muito feliz.</p>
<p>Treinada pelo italiano Ettore Ivaldi, Ana busca experiência para chegar bem aos Jogos do Rio-2016. Parte da preparação foi feita no mesmo local de disputa das Olimpíadas, e parte em Verona, na Itáia, com participação em competições internacionais para preparar a atleta para os Jogos, sua primeira competição de grande porte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que esperar do Brasil na canoagem velocidade em Londres?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 15:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[canoagem velocidade]]></category>
		<category><![CDATA[rumo a londres]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>O Brasil será representado por dois atletas na canoagem velocidade nas Olimpíadas de Londres, Erlon Souza e Ronilson Oliveira, que competem em dupla na prova de C2-1000 metros e querem chegar a final, algo que não acontece desde Atlanta-1996. Há uma chance de Niválter Santos, que é primeiro reserva das Américas e do Mundial, conseguir uma vaga a partir de alguma realocação
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O Brasil será representado por dois atletas na canoagem velocidade nas Olimpíadas de Londres, Erlon Souza e Ronilson Oliveira, que competem em dupla na prova de C2-1000 metros. Não há mais vagas em disputa na modalidade, mas há chance de Niválter Santos, que ficou a uma posição da classificação nos dois torneios que serviram como pré olímpico (Mundial e Jogos Pan Americanos), conseguir uma vaga.</p>
<p><strong>Entendendo a modalidade</strong><br />
São duas classes na canoagem velocidade: canoa e caiaque. Na canoa, disputada exclusivamente por homens, os competidores estão ajoelhados na embarcação, usando um remo de uma pá para se projetar para frente; no caiaque, os competidores ficam sentados no barco, e usam as duas  pás do remo.</p>
<p>São 12 provas olímpicas, três de canoa e nove de caiaque. As de canoa são C1-200m, C1-1000m e C2-1000m, onde o C indica a embarcação, o 1 e 2 representam o número de atletas no barco, e a distância se refere ao percurso total da prova. São quatro provas individuais de canoa (K, sigla para o nome em inglês): K1-200m (feminino e masculino), K1-1000m masculino K1-500m feminino; três provas de duplas: K2-1000 m masculino, K2- 200m e K2-500m no feminino; e duas em quartetos, o K4-1000 metros para os homens e K4-500m para as mulheres.</p>
<div id="attachment_3067" style="width: 280px" class="wp-caption alignleft"><img class=" wp-image-3067 " title="Captura de tela 2012-05-04 às 11.45.19" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Captura-de-tela-2012-05-04-às-11.45.19-300x185.png" alt="" width="270" height="167" /><p class="wp-caption-text">Prova de canoa é a mais forte do Brasil</p></div>
<div id="attachment_3068" style="width: 280px" class="wp-caption alignright"><img class=" wp-image-3068 " title="Captura de tela 2012-05-04 às 11.45.53" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Captura-de-tela-2012-05-04-às-11.45.53-300x189.png" alt="" width="270" height="170" /><p class="wp-caption-text">Caiaque não terá brasileiros nas Olimpíadas</p></div>
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<p><strong>Brasil<br />
</strong>Atualmente, o Brasil está mais forte na canoa, com um 14o lugar na última edição olímpica, com Nivalter Santos, e resultados mais consistentes em torneios internacionais. No caiaque, não há nenhum brasileiro classificado para Londres, repetindo a ausência de Pequim.</p>
<p>A grande expectativa da dupla de Erlon e Ronilson é fazer final em Londres. A última vez que isso aconteceu foi com Sebastian Cuattrin, nas Olimpíadas de 1996. O argentino naturalizado brasileiro foi o primeiro representante do Brasil em Olimpíadas, quatro anos antes em Barcelona, e também estive em Sidney e Atenas, quando não chegou às finais.</p>
<p>No último mundial, Erlon e Ronilson ficaram em quarto lugar na final B desta prova, e chegaram à final A do C-2 200m, prova que não é olímpica. Há duas semanas, os dois foram campeões do panamericano de canoagem realizado no Rio de Janeiro nas duas provas. Uma semana antes, os dois sagraram-se campeões das provas em Torneio realizado na Itália.</p>
<p><strong>O caso Niválter</strong><br />
Niválter Santos compete na categoria c1-200m. O atleta vinha de uma boa evolução no ciclo olímpico, tendo ficado em oitavo no último Campeonato Mundial, que dava vaga para os sete primeiros. No PAN,que dava vaga apenas para o campeão, Niválter foi segundo colocado, atrás do canadense Richard Dalton por menos de três décimos. Assim, Niválter é o primeiro reserva tanto pelo Mundial como no continente, e pode ser que ele consiga uma vaga, assim como ocorreu em Pequim, quando competiu após um africano abrir mão de ir aos Jogos.</p>
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