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	<title>Esporte em Pauta &#187; Ciclismo</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Ciclismo</title>
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		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
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		<title>Ciclismo, vôlei e saltos ornamentais: o melhor do final de semana olímpico</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 20:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/>Henrique Avancini fez história no domingo, conquistando a etapa de Munsingen da Bundesliga, campeonato alemão de Mountain Bike. No  Troféu Brasil de Saltos Ornamentais 2013, cinco atletas fizeram índice para as etapas do Grand Prix. Ana Marcela foi quarta na etapa do México da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/><p><strong>Atletismo &#8211; Copa Brasil de Marcha Atlética</strong><br />
Cisiane Lopes e Caio Bonfim foram os campeões da prova de 20km na Copa Brasil de Marcha Atlética, enquanto Claudio Richardson venceu a prova de 50km. Nenhum dos atletas chegou ao índice para o Mundial de Moscou. Na Áustria, Cruz Nonata e Michele Chagas termiraram no top 10 na Maratona de Viena, mas também não correram abaixo do índice, de 2h28m34s.</p>
<p><strong>Badminton &#8211; Aberto do Peru</strong><br />
O melhor brasileiro na tradicional competição foi Filipe Toledo, que caiu na segunda rodada de simples. Daniel Paiola, melhor brasileiro no ranking mundial, não participou do torneio. O cubano <a href="http://www.tournamentsoftware.com/sport/player.aspx?id=E2F957A3-E155-4EFD-A6A1-10C1F19D97DA&amp;player=30">Osleni Guerrero</a> foi o campeão no masculino, e Christin Tsai levou no feminino.</p>
<p><strong>Ciclismo &#8211; Vitória Histórica no moutain bike<br />
</strong>Henrique Avancini fez história no domingo, conquistando a etapa de Munsingen da Bundesliga, campeonato alemão de Mountain Bike, tornando-se o primeiro brasileiro a vencer uma prova internacional da modalidade fora do país. A corrida é uma das mais tradicionais e importantes da Europa. Avancini travou disputa desde o início com o medalhista olímpico e mundial José Hermida. Leia <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/depoimento-o-podio-foi-formado-so-por-estrelas-mas-tinha-um-desconhecido-no-degrau-mais-alto-representando-o-brasil">aqui</a> relato do atleta.</p>
<p><strong>Maratonas Aquáticas &#8211; Ana Marcela segue líder</strong><br />
Ana Marcela foi quarta na etapa do México da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas, em Cozumel, mas mantém a liderança da competição &#8211; ela terminou a frente de Emily Bruneman, segunda colocada no ranking. Betina Lorscheitter terminou em 44o. No masculino, Allan do Carmo terminou em oitavo e Diogo Villarinho foi 29o.</p>
<div id="attachment_10252" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gemeas.jpg"><img class="size-medium wp-image-10252" title="gemeas" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gemeas-300x272.jpg" alt="" width="300" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: AliceKohler</p></div>
<p><strong>Saltos Ornamentais &#8211; Cinco índices</strong><br />
No  Troféu Brasil de Saltos Ornamentais 2013, cinco atletas fizeram índice para as etapas do Grand Prix. Na plataforma, Hugo Pari e Cassius Duran conseguiram índice no masculino e Natali e Nicole Cruz na plataforma sincronizada. No trampolim, o finalista de mundial Cesar Castro atingiu a marca exigida. A Apoe/RJ (Associação Peneira Olímpica) foi a vencedora da competição, com o Pinheiros na segunda colocação.</p>
<p><strong>Tênis de mesa &#8211; Copa Brasil<br />
</strong>Cazuo Matsumoto (que foi destaque do site da Confederação Internacional, <a href="http://www.ittf.com/_front_page/ittf_full_story1.asp?ID=31196&amp;Category=General&amp;Competition_ID=&amp;">veja</a>)  comprovou a boa base e venceu a Copa Brasil de tênis de mesa. No feminino, vitória de Caroline Kumahara. O tênis de mesa foi a modalidade olímpica do Brasil que apresentou<a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/tenis-de-mesa-tem-bons-resultados-no-primeiro-trimestre-do-ano"> maior evolução nestes primeiros três meses do ano</a>.</p>
<p><strong>Vôlei &#8211; Rio de Janeiro de virada</strong><br />
Também de virada, assim como no feminino, o time masculino do Rio de Janeiro  foi campeão da Superliga de vôlei. O time venceu o campeão da última temporada, Sada/Cruzeiro, por 3 sets a 1, colocado fim a 31 anos sem que o Rio de Janeiro vencesse o nacional de vôlei &#8211; na última vez, Bernardinho era o levantador da equipe campeã, dessa vez, foi Bruninho, seu filho.</p>
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		<title>Depoimento: &#8220;tinha um desconhecido no degrau mais alto representando o Brasil&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 12:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Henrique Avancini conquistou na manhã de domingo o principal resultado do Mountain Bike brasileiro, vencendo a 26a Bundesliga de Munsingen, campeonato alemão da modalidade e uma das provas mais tradicionais do mundo. Pelo facebook, ele fez um relato sobre a conquista.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Henrique Avancini conquistou na manhã de domingo o principal resultado do Mountain Bike brasileiro, vencendo a 26a Bundesliga de Munsingen, campeonato alemão da modalidade e uma das provas mais tradicionais do mundo. Pelo facebook, ele fez um relato sobre a conquista. Confira:</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Hoje conquistei a vitória mais impressionante da minha carreira. Venci a 26ª Bundesliga de Munsingen,Alemanha, uma das clássicas de primavera do MTB internacional. O nível estava absurdamente alto.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/avancini.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-10243" title="avancini" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/avancini-800x532.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a></p>
<p>Mesmo largando como 52° do ranking mundial, alinhei somente na terceira fila. Larguei muito bem e consegui entrar no primeiro single-track na 6ª colocação. No meio da primeira volta ataquei(!) em uma subida para entrar na parte mais técnica do circuito. Mantive a liderança e fechei a primeira volta na frente. Eu estava tão bem que acabei partindo o pelotão e formando um grupo de 4 atletas.</p>
<p>Na segunda volta o holandês Rudi Van Houts da Multivan-Merida atacou e somente eu consegui acompanhá-lo. Eu ditei o ritmo a maior parte do tempo e no final da segunda volta fomos alcançados pelo espanhol José Hermida. Me mantive com eles e puxava o nosso trio a maior parte do tempo. Um grande grupo perseguidor formado por grandes nomes como os franceses Maxime Marrote e Stephane Tempier, os suiços Fabian Giger(atual 4° colocado do ranking UCI) e Thomas Litscher, o sueco Emil Lindgrem e outros grandes nomes nos seguiam de muito perto.</p>
<p>Fomos mantendo a liderança e a cada volta me sentia mais confiante.</p>
<p>Na 6ª das sete voltas comecei a fazer alterações de ritmo e percebi que a dupla da Merida não estava tão confortável e que eu poderia não só me manter junto deles, mas também poderia tentar algo maior. Abrimos a última volta e esperei para lançar somente um ataque que pudesse separá-los. Ataquei no meio da volta e Rudi Van Houts perdeu o contato.</p>
<p>Agora era só eu e o grande José Hermida. Mantive a calma e a concentração e não deixei a emoção de estar na frente de uma super estrela me abalar.</p>
<p>Fiz mais um ataque e percebi que ele tinha perdido alguns poucos metros. A cada seção técnica eu me mantinha rápido e concentrado e então atacava nas partes mais abertas para tetar abrir alguma diferença. Eu abria cerca de 10-15 metros e era alcançado. A parte final do circuito era mais estreita e com muitas curvas e eu sabia que seria difícil ser ultrapassado ali. Então diminuí o ritmo e quando saímos na reta de chegada arranquei com tudo que podia para me tornar o vencedor de uma das grandes provas da Europa. Foi realmente incrível e mágico. Eu fiquei fora de mim por alguns minutos.</p>
<p>O Pódio foi formado só por estrelas com Hermida(ESP), Van Houts(HOL), Fabian Giger(SUI) e Maxime Marrote (FRA), mas tinha um desconhecido no degrau mais alto com a camisa da Caloi, e representando o Brasil&#8230;</p>
<p>Com certeza saí da prova com uma grande vitória, porém mais do que isso, provei para mim mesmo que: SIM, É POSSÍVEL!</p>
<p>Agradeço à Deus pela vitória e por ter colocado em minha vida pessoas tão importantes que fazem toda a diferença não só na minha carreira, mas também em minha vida.</p>
<p>Essa é pra vocês!&#8221;</p>
<p>Fonte: Facebook</p>
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		<title>Líder do ranking brasileiro de BMX, Bianca Quinalha tem PAN e Mundial como objetivos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 15:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Bianca Quinalha]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Nova geração]]></category>
		<category><![CDATA[Squel Stein]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Bianca teve um bom início de ano, conquistando o título paulista e terminando na sétima colocação  no Gator Nationals, disputado nos EUA. “Fiquei extremamente feliz pois estou colhendo todo o trabalho que estou fazendo, disputando de igual para igual com os melhores do mundo, e espero que isso seja só o começo”, comenta. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Líder do ranking nacional brasileiro de ciclismo BMX em 2012, Bianca Quinalha tem 19 anos e treina de 6 a 7 horas por dia no interior de São Paulo, no clube de Ciclismo de São José dos Campos. Praticante do esporte desde os 6 anos, seu pai, que praticava a modalidade até o nascimento da filha, inicialmente não apoiou a empreitada. &#8220;Por ser um esporte radical e por ser menina.. mas com o tempo comecei a me destacar e ele viu que eu tinha futuro&#8221;, disse em entrevista ao <strong>Esporte em Pauta</strong>.</p>
<div id="attachment_9921" style="width: 263px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bianca.jpg"><img class="size-full wp-image-9921" title="bianca" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bianca.jpg" alt="" width="253" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Bianca teve um bom início de ano, conquistando o título paulista e terminando na sétima colocação  no Gator Nationals, disputado nos EUA. A competição foi vencida pela campeã olímpica, a colombiana Mariana Pajon. “Fiquei extremamente feliz pois estou colhendo todo o trabalho que estou fazendo, disputando de igual para igual com os melhores do mundo, e espero que isso seja só o começo”, comenta.</p>
<p>Olímpico desde a edição de Pequim-2008, o ciclismo BMX teve em Londres uma representante brasileira pela primeira vez. Squel Stein conquistou a vaga ao terminar em sexto no Mundial de Birmighan. Bianca esteve na competição e ficou em 36o. “Para este ano, os objetivos são ficar entre as três primeiras no campeonato Panamericano, que será na Argentina, conseguir resultados significativos nas etapas da Copa do mundo e melhorar meu resutado no campeonato Mundial”. A vaga do Brasil ainda não está definida.</p>
<p>No ciclismo BMX, é muito comum acontecerem “tombos” durante as provas, Bianca já teve algumas quedas graves, duas dela culminando com cirurgias, no joelho e na mão. “O ciclismo BMX é um esporte radical, temos que lidar com isso”. O treinamento da modalidade envolve treinos na pista, academias e na rua (sprints). Entre os três, Bianca faz de dois a três treinos por dia, seis dias por semana.</p>
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		<title>O que rolou nos esportes olímpicos durante o Carnaval</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 14:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Judô]]></category>
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		<category><![CDATA[Grand Slam de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Rezende]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O esporte olímpico não parou durante o Carnaval. O grande destaque do final de semana foi o tradicional Grand Slam de Paris de judô, com presença da seleção brasileira. Além da modalidade, competições de ciclismo e vôlei de praia contaram com brasileiros ao redor do mundo. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>O esporte olímpico não parou durante o Carnaval. O grande destaque do final de semana foi o tradicional Grand Slam de Paris de judô, com presença da seleção brasileira. Além da modalidade, competições de ciclismo e vôlei de praia contaram com brasileiros ao redor do mundo.</p>
<p>Com seleção repleta de medalhistas olímpicos, quem levou a melhor no Grand Slam de Paris foram Bruno Mendonça e Victor Penalber. Bruno foi prata na categoria até 73kg, perdendo na final do mongolês Tsagaanbaatar, que já foi campeão mundial e bronze olímpico em outras categorias. Já Victor Penalber, de 22 anos, foi bronze na categoria até 81kg. O ciclo olímpico promete luta intensa pelas vagas para o Rio-2016 em várias categorias &#8211; é o caso de Victor, da mesma categoria de Leandro Guilheiro. Ketleyn Quadros, Rafael Silva, Sarah Menezes e Felipe Kitadai perderam a disputa de bronze e terminaram em quinto lugar em Paris.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/brubo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9633" title="brubo" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/brubo.jpg" alt="" width="575" height="405" /></a></p>
<p>No ciclismo pista, o Brasil saiu sem medalhas do Pan-Americano. Uma das modalidades mais fracas do país atualmente, o Mundial de ciclismo pista acontece de 20 a 24 de fevereiro, em Minsk, sem representantes brasileiros.</p>
<p>No ciclismo BMX, que se tornou olímpico em 2008, aconteceu a Copa América de Bicicross em Paulínia. Renato Rezende, representando do Brasil em Londres, venceu a prova de elite masculina, seu segundo título no torneio. No feminino, vitória de Priscilla Carnaval &#8211; Squel Stein, representante do Brasil nas Olimpíadas, e Binca Quinalha, bicampeã da prova, se envolveram em acidente e ficaram nas últimas posições.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/renato.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9634" title="renato" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/renato.jpg" alt="" width="515" height="309" /></a></p>
<p>No vôlei de praia, a dupla formada por Evandro e Vitor Felipe venceu a segunda etapa do Sul-Americano, disputado no Chile, enquanto Fernanda Berti e Elize Maia perderam a final e ficaram em segundo lugar, enquanto Maria Clara e Ângela foram bronze.</p>
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		<title>Os quatro melhores resultados do esporte olímpico brasileiro em  janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 22:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Janeiro olímpico]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>O melhor resultado veio do tênis de mesa, com a vitória de Cazuo Matsumoto no Aberto da Espanha, tornando-se o primeiro latino-americano a vencer uma etapa do Circuito Mundial. O handebol masculino brasileiro teve boa atuação no Mundial, realizado na Espanha, terminando em 13º, melhor posição da história]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p><strong>1- Tênis de mesa</strong><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Cazuo_Matsumoto_-_12.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9512" title="Cazuo_Matsumoto_-_12" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Cazuo_Matsumoto_-_12-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><br />
Cazuo Matsumoto conquistou o Aberto da Espanha de tênis de mesa, tornando-se o primeiro atleta da América do Sul a vencer uma etapa do Circuito Mundial. Com 20 anos, Cazuo é 94 no ranking mundial divulgado no início de janeiro, e deve subir várias posições após a vitória.</p>
<p><strong>2- Handebol</strong><br />
A seleção brasileira masculina de handebol terminou em 13º lugar no <a href="http://esporteempauta.com.br/tag/mundial-de-handebol">Mundial da Espanha</a>, melhor colocação da história. Vencendo três jogos na primeira fase, contra as boas equipes da Argentina, Tunísia e Montenegro, o Brasil pegou a Rússia nas oitavas de final.</p>
<p>Em jogo muito disputado, a eliminação veio por um gol de diferença, e o Brasil foi apontado pelas equipes e por sites especializados como uma das boas surpresas da competição. O técnico Jordi Ribeira optou por mesclar experiência e renovação na seleção, e foi um bom começo de ciclo rumo aos Jogos de 2016.</p>
<p><strong>3- Ciclismo estrada</strong><br />
Alex Diniz teve ótima participação no Tour de San Luis, na Argentina, terminando na terceira colocação.Ele competiu contra grandes nomes do ciclismo mundial, ficando à frente de nomes como Alberto Contador e Joaquim Rodríguez.</p>
<p><strong>4- Tênis</strong><br />
Dando sequência a 2012, melhor ano de sua carreira. Bruno Soares foi campeão do ATP de Auckland, na Nova Zelândia, jogando ao lado de Colin Fleming. Uma semana antes, Marcelo Melo também venceu um ATP nas duplas, em Brisbane, jogando com Tommy Robredo.</p>
<p><strong>Base</strong>: Vale destacar o desempenho de Isaquias Queiroz no Festival da Juventude, tradicional competição que acontece na Austrália. O atleta da canoagem conquistou dois ouros, nas provas de c1- 200m e C 1000m. Na primeira prova, Isaquias tem o título mundial júnior, conquistado na Alemanha em 2011.</p>
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		<title>Torneios Pan-Americanos de taekwondo, badminton e BMX</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/os-torneios-pan-americanos-do-final-de-semana-taekwondo-badminton-e-bmx</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2012 13:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pan de taekwondo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Os Jogos Pan-Americanos acontecem a cada quatro anos e reúnem diversos esportes. Mas este não é o único PAN da maioria dos atletas. As modalidades contam também com um Pan-Americano específico, muitas vezes até mais importante do que os Jogos. No último final de semana, aconteceram dois Pan-Americanos: de taekwondo e de badminton, além do latino americano de ciclismo BMX. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Os Jogos Pan-Americanos acontecem a cada quatro anos e reúnem diversos esportes, em um formato multiesportivo similar ao das Olimpíadas. Mas este não é o único PAN da maioria dos atletas que representam o Brasil internacionalmente. Grande parte das modalidades conta também com um Pan-Americano específico, muitas vezes até mais importante do que os Jogos, valendo pontos para rankings mundiais e mesmo vagas em Mundiais e Olimpíadas.</p>
<p>No último final de semana, aconteceram dois Pan-Americanos: de taekwondo e de badminton, além do latino americano de ciclismo BMX.</p>
<p>No badminton, o Brasil fez boa competição com os oito atletas presentes. No individual, Daniel Paiola e Yasmin Cury ficaram com o bronze, um bom resultado. Na disputa por equipes, o Brasil ficou com um inédito bronze, depois de perder dos EUA na semifinal e bater o México na disputa pela medalha, por 3 a 0. Nas duplas,  Alex Tjong e Paiola chegaram à final e ficaram com a prata.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/paiola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8449" title="paiola" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/paiola.jpg" alt="" width="620" height="429" /></a></p>
<p>No PAN de tawkwondo, realizado na Bolívia, o Brasil esteve presente com 16 atletas. Natália Falavigna e Diogo Silva, os dois principais nomes do país na modalidade, não estiveram presentes. O Brasil ganhou quatro medalhas, com destaque para Guilherme Dias, ouro na categoria até 58kg. Mais do que o ouro, foi interessante ter vencido o olímpico Heitor Moreira na final, que por sua vez bateu o medalhista olímpico Oscar Muñoz na semifinal. As demais medalhas foram conquistadas por Katia Arakaki (prata na categoria até 46kg), Marcel Wenceslau (bronze na categoria até 63kg) e Julia Santos (bronze na categoria 62kg).</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/bmx.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8448" title="bmx" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/bmx-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<p>A seleção brasileira de ciclismo BMX foi até Santiago do Chile com cinco atletas para participar do  Sul-Americano da modalidade. Renato Rezende e Bianca Quinalha foram ouro nas provas de elite, somando pontos para o país no ranking mundial, especialmente importantes para a classificação do país para o Mundial 2013, que acontece em julho na Nova Zelândia. No masculino, Hugo Osteti também subiu ao pódio, ficando em terceiro, enquanto Leandro Miranda foi quarto. No feminino, Priscilla Carnaval foi terceira</p>
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		<title>Especial: Europeus dominam Mundial de ciclismo estrada 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 23:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>Entre os brasileiros, Clemilda Fernandes terminou em 26º na prova de contrarrelógio e 36º na prova de estrada. Rafael Andriato fez uma boa prova mas se envolveu em um acidente a 4km do final e terminou na 49ª colocação. Rafael treina na Itália, tem 25 anos e se profissionalizou no início deste ano, conseguindo bons resultados desde então. O Brasil participou também na categoria júnior, com três ciclistas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>Na primeira grande competição do ciclismo estrada depois das Olimpíadas, os europeus dominaram o quadro de medalhas. Das doze medalhas em disputa nas provas olímpicas, só duas não foram conquistadas por atletas da Europa. A Alemanha foi a grande vencedora, com dois ouros, nas provas de contrarrelógio no feminino e masculino.</p>
<div id="attachment_8209" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/gilbert.jpg"><img class="size-medium wp-image-8209" title="gilbert" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/gilbert-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Bélgica não vencia no masculino desde 2005</p></div>
<p>A tradição da modalidade é europeia mesmo. Philippe Gilbert, que venceu a prova de estrada (261 quilômetros pedalando), conquistou o 26o título da Bélgica na prova masculina. Ele ultrapassou os líderes na última subida e abriu boa distância, permitindo que chegasse comemorando, colocando quatro segundos no segundo colocado, o norueguês Edvald Hagen. Alejandro Verde, da Espanha, completou o pódio em terceiro. Fez diferença também o belo trabalho de equipe dos belgas.</p>
<p>Na prova de contrarrelógio, o alemão Tony Martin conquistou o bicampeonato. Um dos nomes a ser batido na prova nos últimos tempos, ele foi campeão mundial ano passado, vice nas Olimpíadas de Londres, e voltou a vencer o Mundial &#8211; isso tudo apesar de um ano difícil, com um acidente de carro em abril e depois de ter quebrado a mão durante uma prova antes dos Jogos. O técnico do alemão falou sobre isso <a href="http://www.youtube.com/watch?v=A9QQsulL7ts&amp;feature=youtu.be">nesse vídeo</a>, onde exalta sua motivação. Ele venceu o norte-americano Taylor Phinney por cinco segundos, e o bielorusso Vasil Kiryenka foi terceiro.</p>
<p><strong>Feminino</strong><br />
Na prova feminina de contrarrelógio, vitória também da Alemanha e também de uma atleta que foi prata em Londres: Judith Arndt, de 36 anos, que tem três medalhas olímpicas &#8211; a primeira conquistada em Atlanta-1996. A alemã sobe ao pódio de Mundiais desde 1997, e este foi seu terceiro título, aos 36 anos. Evelyn Stevens, dos EUA, foi prata, e Linda Villumsen, da Nova Zelândia, bronze.</p>
<p>Na prova de estrada, uma prova para coroar o ano perfeito de Marianne Vos: pouco mais de um mês depois de vencer esta prova em Londres, ela voltou a ganhar um Mundial da estrada correndo em casa, acumulando agora sete medalhas de Mundiais (o único ouro era de 2006). Vos já tinha também um ouro olímpico antes de Londres; o detalhe é que ele foi conquistado em Pequim na prova de ciclismo pista, totalmente diferente da prova de estrada. A australiana Tachel Neylan foi prata e Elisa Longo, da Itália, foi bronze.</p>
<div id="attachment_8210" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/vos.png"><img class="size-full wp-image-8210" title="vos" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/vos.png" alt="" width="640" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Ouro de Marianne Vos em casa coroa ano perfeito</p></div>
<p>A competição teve ainda a disputa das provas na categoria junior. A Grã Bretanha ficou com o ouro nas duas provas no feminino, enquanto Noruega também mostrou que é forte na modalidade, ficando com um ouro (masculino contrarrelógio) e uma prata (feminino estrada). Clique <a href="http://www.limburg2012.nl/section.php?sid=items_en&amp;items_vmd=svw&amp;items_id=uitslagen">aqui </a>para os resultados completos.</p>
<p><strong>Brasileiros</strong><br />
A brasileira Clemilda Fernandes terminou em 26º na prova de contrarrelógio (ela foi 18ª nas Olimpíadas) e 36º na prova de estrada (ela foi 23ª nas Olimpíadas). Entre os homens, Rafael Andriato fez uma boa prova mas se envolveu em um acidente a 4km do final e terminou na 49ª colocação. Rafael treina na Itália, tem 25 anos e se profissionalizou no início deste ano, conseguindo bons resultados desde então &#8211; foi 10º na Paris -Bruxelas, foi 6º na Volta da Turquia  venceu o GP Jurmala.</p>
<p>Entre os atletas da categoria júnior, em uma prova muito apertada Caio Godoy foi 60º, ficando a apenas 12 segundos do campeão, enquanto Carlos Henrique foi 87º. Na prova feminina de estrada, Wellyda Rodrigues ficou em 77º.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/ciclismo_brasil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8208" title="ciclismo_brasil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/ciclismo_brasil.jpg" alt="" width="600" height="397" /></a></p>
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		<title>Onze anos depois de perder as duas pernas na Indy, Zanardi é ouro nas Paralimpíadas</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 15:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[Paralímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Zanardi]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>"Eu sou muito sortudo. Sabe como eu cheguei aqui? Em 2001, numa prova de Fórmula Indy na Alemanha, meu carro partiu em dois. Numa parte ficou um pedaço de mim. Na outra estavam as minhas pernas, que, arrivederci, foram embora. E aí ganhei passagens para disputar estes Jogos Paraolímpicos em Londres"]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Com as facilidades da internet, as reações à vitória de Zanardi pipocavam nas redes sociais: mito, herói, fantástico, brilhante. Em uma das raras exceções em que um personagem das Paralimpíadas é conhecido do grande público ao redor do mundo, o italiano protagonizou uma das muitas histórias marcantes dos Jogos Olímpicos da Superação. A cada atleta, uma história de vida &#8211; e é tão difícil vê-los como atleta, o que eles querem, e não como histórias de vida.</p>
<p>Não era para menos para o italiano de Bologna, nascido há 45 anos. Depois de disputar corridas na Fórmula 1, sem grandes resultados, ele se consagrou na Fórnula Indy, ou Cart, como era chamada na época. Campeão em 1997 e 1998, voltou para a F-1 pela Williams, e novamente não teve destaque. Não tinha como fugir: a Indy era a modalidade de sua vida.</p>
<p>Pelo menos era isso que parecia, até aquele dia em setembro de 2001. Em um acidente com o canadense Alex Tagliani durante uma prova na Alemanha, Zanardi milagrosamente se manteve vivo, para poder reesecrever qual era o esporte de sua nova vida. Não foi fácil: ele perdeu quase três quartos do seu sangue, as duas pernas, a carreira na Indy; mas não a vida.</p>
<p>A reabilitação começou logo após o acidente. Tanto é que, dois anos depois, ele voltou a Lausitzring para completar as 13 voltas da prova que quase o havia matado.</p>
<p>Hoje, em Londres, no mesmo autódromo onde fez sua primeira pole position e marcou seus primeiros pontos como piloto, em 1991, Zanardi sagrou-se campeão paralímpico no ciclismo H4. É de um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,forza-zanardi!--,924838,0.htm">artigo lindo de Christian Carvalho Cruz, do Estadão</a>, que tiro as aspas de Zanardi antes de disputar a competição:</p>
<p>&#8220;Eu sou muito sortudo. Sabe como eu cheguei aqui? Em 2001, numa prova de Fórmula Indy na Alemanha, meu carro partiu em dois. Numa parte ficou um pedaço de mim. Na outra estavam as minhas pernas, que, arrivederci, foram embora. E aí ganhei passagens para disputar estes Jogos Paraolímpicos em Londres. Mas antes daquele dia, se você me dissesse &#8216;Alex, por que você não disputa uma Olimpíada?&#8217; eu te perguntaria &#8216;Ei, o que você andou fumando?&#8217; Por isso eu digo: a vida me deu a chance de fazer tantas coisas surpreendentes nos últimos 11 anos que eu sou mesmo um cara de muita sorte&#8221;.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/zanardi.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7861" title="OLY-2012-PARALYMPICS-CYCLING" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/zanardi.jpg" alt="" width="473" height="264" /></a></p>
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		<title>Ciclismo BMX dá primeiro ouro das Olimpíadas a Letônia e Colômbia</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 17:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ciclismo bmx]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Pajon]]></category>
		<category><![CDATA[Maris Stromberg]]></category>
		<category><![CDATA[Megalie Pottier]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Rezende]]></category>
		<category><![CDATA[Squel Stein]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>No fim da segunda semana dos Jogos, próximo do encerramento, o ciclismo BMX deu a dois países de pouca expressão nas Olimpíadas seus primeiros ouros na competição. A Letônia chegou ao lugar mais alto do pódio no masculino, com o agora bicampeão olímpico Maris Stromberg, enquanto Colômbia ganhou duas medalhas, a primeira de ouro do país essa edição olímpica no feminino e o bronze no masculino, provando-se como a maior força latino-americana do BMX]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>No fim da segunda semana dos Jogos, próximo do encerramento, o ciclismo BMX deu a dois países de pouca expressão nas Olimpíadas seus primeiros ouros na competição. A Letônia chegou ao lugar mais alto do pódio no masculino, com o agora bicampeão olímpico Maris Stromberg, enquanto Colômbia ganhou duas medalhas, a primeira de ouro do país essa edição olímpica no feminino e o bronze no masculino, provando-se como a maior força latino-americana do BMX.</p>
<p>No masculino, Maris Stromberg se provou mais uma vez como o homem a ser batido. O atleta venceu as Olimpíadas em 2008, na <img class="alignright size-medium wp-image-7043" title="letonia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/letonia-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />primeira edição com disputa da modalidade, os Mundiais de 2008 e 2010 e era um dos favoritos ao ouro. Com três décimos de diferença para o segundo colocado, o autraliano campeão mundial Sam Strombergs, Maris venceu a prova, e o colombainao Oquendo Zabala foi bronze. O brasileiro Renato Rezende caiu enquanto disputava as quartas de final, e não terminou a prova.</p>
<p>No feminino, a colombiana campeã mundial em 2011 Mariana Pajon foi campeã, <a href="http://www.eltiempo.com/olimpicos-2012/fotos/londres-2012-deportistas-colombianos/12114963">para alegria da Colômbia</a>, que conquistou sua primeira medalha de ouro em Londres. Ela desbancou Sarah Walker,   da Nova Zelândia, nque venceu o Mundial de 2009 e foi vice em 2010 e 2011, que ficou com a prata. Uma das favoritas na prova, a francesa Megalie Pottier, campeã mundial e número 1 do mundo, foi mal e ficou fora do pódio, terminando apenas em sétimo. A brasileira Squel Stein ficou em 15o na rodada de classificação, e na semifinal caiu e não conseguiu terminar a prova.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-7044" title="colombia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/colombia.jpg" alt="" width="510" height="287" /></p>
<p>Confira o quadro de medalhas da modalidade:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7047" title="Captura de Tela 2012-08-10 às 14.58.22" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Captura-de-Tela-2012-08-10-às-14.58.22.png" alt="" width="638" height="166" /></p>
]]></content:encoded>
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