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	<title>Esporte em Pauta &#187; Coberturas</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Coberturas</title>
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	<item>
		<title>Quem já tem índice para o Pan Pacific</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 11:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Lenk 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Pan Pacific]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>Até o momento, já são 9 índices no masculino em provas olímpicas e 3 no feminino. Nas provas não olímpicas, sem contar as sobreposições, são 4 no masculino e 2 no feminino. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O Maria Lenk é a terceira seletiva para o Pan Pacific, competição que acontece em Gold Coast, na Austrália, entre 21 e 25 de agosto. Pelo critério adotado pela CBDA, serão convocados dois atletas por prova, na seguinte proporção:</p>
<p>- 21 atletas nas provas olímpicas (14 masculino e 7 no feminino)<br />
- 6 atletas nas provas não olímpicas (4 masculino e 2 no feminino)</p>
<p>Até o momento, já são 9 índices no masculino em provas olímpicas e 3 no feminino. Nas provas não olímpicas, sem contar as sobreposições, são 4 no masculino e 2 no feminino.</p>
<p>Provas olímpicas:<br />
<strong>Masculino</strong><br />
Bruno Fratus &#8211; 50 livre &#8211;  21&#8221;80 (Open 2013)<br />
Cesar Cielo &#8211; 50 livre &#8211; 21&#8221;92 (Open 2013)<br />
Leonardo de Deus &#8211;  200 costas &#8211; 1&#8217;57&#8221;77 (Open 2013)<br />
Felipe França &#8211;  100 peito &#8211; 1&#8217;00&#8221;31 (Open 2013)<br />
Tales Cerdeira &#8211; 200 peito &#8211; 2&#8217;11&#8221;16 (Open 2013)<br />
Thiago Simon &#8211; 200 peito &#8211; 2&#8217;11&#8221;99 (Maria Lenk 2014)<br />
Leonardo de Deus &#8211; 200 borboleta &#8211; 1&#8217;56&#8221;23 (Open 2013)<br />
Nicolas Oliveira &#8211; 200 livre &#8211; 1&#8217;47&#8221;17 (Maria Lenk 2014)<br />
João de Lucca &#8211; 200 livre &#8211; 1&#8217;48&#8221;30 (Maria Lenk 2014)<br />
Fabio Santi &#8211; 100 costas &#8211; 54&#8221;32 (Maria Lenk 2014)<br />
Thiago Pereira &#8211; 100 borboleta &#8211; 52&#8221;37 (Maria Lenk 2014)</p>
<p>*Henrique Barbosa também nadou abaixo do índice no 200 peito, mas fez o terceiro melhor tempo, atrás de Tales e Thiago.</p>
<p><strong>Feminino</strong><br />
<span style="line-height: 1.5em;">Daynara de Paula &#8211; 100 borboleta 58&#8221;35 (Open 2013)<br />
</span>Graciele Hermann &#8211; 50 livre &#8211; 24&#8221;76 (Maria Lenk 2014)<br />
Etiene Medeiros &#8211; 100 costas &#8211; 1&#8217;00&#8221;77 (Open 2013)</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Provas não-olímpicas<br />
<strong>Masculino</strong><br />
Guilherme Guido &#8211; 50 costas &#8211; 24&#8221;95 (Open 2013)<br />
Daniel Orzechowski &#8211; 50 costas &#8211; 25&#8221;40 (Open 2013)<br />
Felipe França &#8211; 50 peito &#8211; 27&#8221;03 (Open 2013)<br />
João Gomes Jr &#8211; 50 peito &#8211; 27&#8221;40 (Open 2013)<br />
Nicholas Santos &#8211; 50 borboleta &#8211; 22&#8221;95 (Open 2013)<br />
</span></p>
<p><strong>Feminino</strong><br />
<span style="line-height: 1.5em;">Carolina Bergamaschi &#8211; 50 peito &#8211; 31&#8221;83 (Open 2013)<br />
</span>Beatriz Travalon &#8211; 50 peito &#8211; 31&#8221;98 (Open 2013)<br />
Daynara de Paula &#8211; 50 borboleta 26&#8221;67 (Open 2013)<br />
Etiene Medeiros &#8211; 50 costas &#8211; 28&#8221;11 (Open 2013)</p>
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		<title>Thiago Simon e Pereira são os nomes do segundo dia</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/natacao/thiago-simon-e-pereira-sao-os-nomes-do-segundo-dia</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 00:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[thiago pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Simon]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O segundo dia de finais não foi tão intenso como o primeiro, mas teve muitas boas marcas! Mais dois atletas fizeram índice para o Pan Pacific. No 200 peito masculino, Thiago Simon não só confirmou seu índice como nadou melhor do que pela manhã

]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O segundo dia de finais não foi tão intenso como o primeiro, mas teve muitas boas marcas! Mais dois atletas fizeram índice para o Pan Pacific.</p>
<p>No 200 peito masculino, Thiago Simon não só confirmou seu índice como nadou melhor do que pela manhã. Com 2’11”99 ele venceu a prova e comemorou muito. Henrique Barbosa também nadou bem, fechou forte (34”15) e fez o índice, com 2’12”54. Tales Cerdeira completou o pódio com 2’13”28.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-18.38.40.png"><img class="aligncenter" alt="Foto: Satiro Sodré, SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-18.38.40.png" width="556" height="370" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré, SSPress</p>
<p>Na prova feminina, Pamela Alencar dominou boa parte da prova (passou 1’12”52), mas cansou na volta. Fechando muito forte para 37”13, Julia Sebastian levou a prova com 2’28”53. Para se ter uma ideia de como o último parcia de Julia fez diferença, o segundo melhor parcial de últimos 50 foi 39”82, mais de 1 segundo e meio mais fraco. Renata Sander fez 2’34”07 e foi a segunda melhor brasileira, e Manuela Prado foi a terceira, com 2’35”27.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-18.42.56.png"><img class="aligncenter" alt="Foto: Satiro Sodré, SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-18.42.56.png" width="568" height="376" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré, SSPress</p>
<p>Nadando sua segunda prova de 100 na competição, Thiago Pereira venceu e fez o índice do Pan Pacific no 100 borboleta, com 52”37. Marcos Macedo foi prata com 52”76 e Arhtur Mendes Filho bronze, com 52”94.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-19.47.03.png"><img class="aligncenter" alt="Foto: Satiro Sodré, SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-19.47.03.png" width="544" height="364" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré, SSPress</p>
<p>No 100 borboleta feminino, domínio das estrangeiras.. e do SESI! Jeanette Ottensen e Inge Dekker ficaram nas primeiras posições, com 57”22 para a dinamarquesa (recorde de campeonato) e 57”60 para a nadadora da holanda.</p>
<p><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-19.56.34.png"><img class="aligncenter" alt="Foto: Satiro Sodré, SSPress" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-22-%C3%A0s-19.56.34.png" width="569" height="379" /></a></p>
<p>Foto: Satiro Sodré, SSPress</p>
<p>Entre as brasileiras, o pódio foi 100% do SESI, com Daynara de Paula (58”49), Etiene Medeiros (59”79) e Giovanna Diamante (1’00”25). Fernando Vanzella falou sobre isso com exclusividade.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/z2yB3Jo8Ah8" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>No 1500m livre, Juan Pereyra travou uma bela disputa com Luiz Rogerio Arapiraca. O final de prova do argentino fez a diferença e ele levou com 15’30”42. Mas o ouro na verdade ficou com Miguel Valente, que pela manhã venceu a série fraca com 15’28”87. Arapiraca completou o pódio com 15’33”40.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Graciele Herrmann é o destaque do primeiro dia de Maria Lenk</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/natacao/graciele-herrmann-e-o-destaque-do-primeiro-dia-de-maria-lenk</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2014 23:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[etiene medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Santi]]></category>
		<category><![CDATA[Graciele Herrmann]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>Graciele abriu o revezamento 4x50 livre com novo recorde sul-americano, de 24''76. O Pinheiros teve um belo dia de finais, com vitórias de Larissa Oliveira no 200 livre e Fabio Santi no 100 costas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>Na primeira disputa do dia, Larissa Oliveira fez um grande 200 livre. Passou 59”89 e voltou muito forte, especialmente os últimos 50 metros (29”47). Ouro com  2’00”73, seu melhor tempo da vida. Larissa depois dedicou a vitória ao técnico Amém. A prata ficou com a recordista sul-americana Manuella Lyrio, com 2’00”94. Bronze para Jessica Cavalheiro, 2’01”56, nadando um pouco acima do que havia feito de manhã.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-19.09.26.png"><img class="aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-21 às 19.09.26" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-19.09.26.png" width="651" height="433" /></a></p>
<p>Na prova masculina, Nicolas Oliveira mesmo disse que estava “devendo” nadar bem uma final. Depois de fazer o índice do Pan Pacific nas eliminatórias, o nadador do Minas nadou para 1’47”17, seu melhor tempo desde o Mundial de Barcelona. Em segundo, o campeão do NCAA, João de Lucca, 1’49”01, acima de seu tempo da manhã. O bronze foi para João Amorim, 1’50”02.</p>
<p>Etiene Medeiros confirmou ser a melhor nadadora do Brasil de 100 costas na atualidade. Nadou um pouco acima de seu tempo  a tarde, com 1’01”37 (havia feito 1’00”73 de manhã). Prata pra Natalia de Luccas com 1’02”41 e bronze para a argentina Florencia Perotti (1’03”68) e Thalandra Borges (1’04”36).</p>
<p>Na prova masculina, vitória incrível de Fabio Santi. Nadando na raia 2, ele desbancou Guido e Thiago Pereira fazendo 54”32, índice para o Pan Pacific e seu melhor tempo da vida. O atleta e a torcida do Pinheiros comemoraram muito. Prata ficou com Thiago Pereira, 54”90, e bronze com Guilherme Guido, 55”24.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-18.59.10.png"><img class="aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-21 às 18.59.10" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-18.59.10.png" width="659" height="435" /></a></p>
<p>No 1500m livre, vitória fácil de Poliana Okimoto para mais uma vitória em brasileiro absoluto, com 16’47”44. Ana Marcela foi prata, com 17’01”39,  e Bianca Avella foi bronze, 17’04”35.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-18.58.38.png"><img class="aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-21 às 18.58.38" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-18.58.38.png" width="652" height="420" /></a></p>
<p>No revezamento 4×50 livre masculino, destaque para Cesar Cielo abrindo o revezamento para 21”71 e para a parcial de Bruno Fratus, o segundo a nadar pelo Pinheiros, com 21”21. Vitória foi do Minas diante de uma arquibancada lotada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-19.07.07.png"><img class="aligncenter" alt="Captura de Tela 2014-04-21 às 19.07.07" src="http://www.swimbrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-21-%C3%A0s-19.07.07.png" width="540" height="300" /></a></p>
<p>O revezamento 4×50 livre feminino teve uma atuação fantástica de Graciele Herrmann. Abrindo o revezamento do GNU ela chegou na frente das estrangeiras Inge Dekker (24”98) e Katinka Hosszu (24”89), nadou pela primeira vez abaixo de 25” e igualou o recorde sul-americano de 24”76. A vitória da prova ficou com o Corinthians, abaixo do recorde sul-americano, com destaque para o último parcial de Jeanette Ottensen (24”04). Confira video de Graciele logo após sair da piscina:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/PRcddWhGUzw" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Todas as fotos, com exceção da última, são de Satiro Sodré, da SSPress.</p>
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		<title>Cate Campbell e Hagino brilham no segundo dia de BHP Billiton</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/natacao/cate-campbell-e-hagino-brilham-no-segundo-dia-de-bhp-billiton</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Feb 2014 12:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[BHP Billiton Aquatic Super Series]]></category>
		<category><![CDATA[Cate Campbell]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O segundo e último dia de BHP Billiton Aquatic Super Series teve tempaço de Cate Campbell no 50 livre, mais vitória de Kosuke Hagino e James Magnussen fazendo o melhor tempo do mundo novamente. O Brasil encerra a competição com três medalhas, todas no masculino: além do ouro de Nicholas no 50 borbo ontem e bronze de Felipe Lima no 100 peito, João Junior hoje foi prata no 50 peito. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O segundo e último dia de BHP Billiton Aquatic Super Series teve tempaço de Cate Campbell no 50 livre, mais vitória de Kosuke Hagino e James Magnussen fazendo o melhor tempo do mundo novamente. O Brasil encerra a competição com três medalhas, todas no masculino: além do ouro de Nicholas no 50 borbo ontem e bronze de Felipe Lima no 100 peito, João Junior hoje foi prata no 50 peito. No feminino, o melhor resultado foi a quarta colocação de Gracielle Herrmann no 50 livre.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" alt="" src="https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/t1/1622150_662168780489067_1577151866_n.jpg" width="538" height="358" /></p>
<p>Interessante ver o Brasil indo bem nas provas de peito masculino, estilo que era o ponto fraco no final da década de 90 e início dos anos 2000. Em grande parte pela forte disputa interna de vagas, hoje temos nadadores buscando medalhas em grandes competições internacionais.</p>
<p>200 livre feminino: Karin Prinsloo da África do Sul travou bela disputa com a australiana Bronte Barratt, vencendo com 1&#8217;57&#8221;41 contra 1&#8217;57&#8221;50. Brasil foi sétimo e oitavo com Larissa Oliveira (2&#8217;03&#8221;76) e Manuela Lyrio (2&#8217;03&#8221;92).</p>
<p>200 livre masculino: O versátil Kosuke Hagino, que nada costas, medley e meio fundo, venceu com 1&#8217;46&#8221;35, seguido de Cameron McEvoy com 1&#8217;46&#8221;68. Brasil foi sétimo com Nicolas Oliveira (1&#8217;49&#8221;68) e décimo com Luiz Altamir (1&#8242; 52&#8221;24).</p>
<p>200 peito feminino: Vitória de Taylow McEwon com 2&#8217;23&#8221;94. Brasil foi nono com Natalia Almeida para 2&#8217;48&#8221;35.</p>
<p>200 peito masculino: Vitória de Feilian Mao com boa marca de 2&#8217;11&#8221;32. Brasil sétimo com Tales Cerdeira (2&#8217;15&#8221;13) e nono com Henrique Barbosa (2&#8217;18&#8221;87).</p>
<p>100 borbo feminino: Alicia Coutts, também muito versátil, foi ouro com 57&#8221;60, segundo melhor tempo do mundo esse ano. Brasil foi sexto com 1&#8217;01&#8221;17 de Daniele Paoli e oitavo com 1&#8217;02&#8221;36 de Bruna Rocha.</p>
<p>100 borbo masculino: Chad Le Clos ouro com 52&#8221;66. Brasil foi sexto com Marcos Macedo, 54&#8221;07.</p>
<p>800 livre: Em prova nadada com homens e mulheres na mesma série, Vitória de Mack Horton, estrela australiana da nova geração (17 anos), com 7&#8217;53&#8221;88. Marco Ferrari fez 8&#8217;13&#8221;27 e foi o quinto entre os homens. Jessica Ashwood foi a primeira no feminino, com 8&#8217;27&#8221;09, e Carolina Bilich a quinta com 9&#8217;13&#8221;90.</p>
<p>50 peito feminino: Leiston Pickett ouro com 31&#8221;20. Brasil foi nono com Bruna Rocha, 34&#8221;72, em prova que não é sua especialidade.</p>
<p>50 peito masculino: O vice campeão mundial da prova Christian Sprenger foi ouro com 27&#8221;54, seguido do brasileiro João Luiz Gomes Junior, com 27&#8221;67. Felipe Lima ficou em quinto com 28&#8221;30.</p>
<p>100 costas feminino: Yuanhui Fu frustrou a vice campeã mundial australiana Emily Seebohm, levando o ouro com 1&#8217;00&#8221;05, seguida da japonesa Sayaka Akase (100&#8221;48). Seebohm, que saiu mal, ficou com o bronze com 1&#8217;00&#8221;98. Brasil foi 8o com Natalia de Luccas para 1&#8217;03&#8221;78.</p>
<p>100 costas masculino: Jiayu Xu, de 18 anos, levou para a China com 53&#8221;42. Brasil foi nono com Guilherme Guido nadando para 57&#8221;69.</p>
<p>50 livre feminino: Dobradinha das irmãs Campbell, com Cate em primeiro com fortes 24&#8221;21, e Bronte em segundo com 24&#8221;82. Gracielle Herrmann ficou a 7 centésimos do pódio, marcando 25&#8221;88, melhor resultado do feminino até agora. Larissa Oliveira veio logo atrás, com 26&#8221;0.<img class="alignright" alt="" src="https://pbs.twimg.com/media/BfYqoTWCcAAs-ko.jpg:large" width="258" height="344" /></p>
<p>50 livre masculino:  Já está virando comum ver James Magnussen nadando muito no início de temporada. Dessa vez, o australiano fez 21&#8221;88 no 50 livre, melhor tempo do ano, 1 centésimo a frente da marca de Nathan Adrian no GP de Austin.</p>
<p>400 medley feminino: Miyu Otsuka do Japão levou com 4&#8217;37&#8221;33 com um forte final de crawl, ultrapassando a chinesa de 16 anos Min Zhou (4&#8217;38&#8221;16). Ye Shiewen, recordista mundial, ficou em quarto com 4&#8217;41&#8221;03 e nem parece a menina que assombou o mundo fechando mais forte que Ryan Lochte em 2012. Brasil foi nono com Natalia de Luccas (5&#8217;09) e décimo com Nathalia Almeida (5&#8217;10).</p>
<p>400 medley masculino: Mais vitória de Kosuke Hagino, já nadando para baixo de 4&#8217;10. O japonês, que foi quarto nessa prova no mundial depois de travar no parcial de crawl, levou com 4&#8217;09&#8221;82. Prata para o campeão mundial Daiya Seto, 4&#8217;13&#8221;60 e bronze para Chad Le Lcos, 4&#8217;16&#8221;71. Brandonn Almeida, do Brasil, fez o melhor resultado dos mais novos em Perth e ficou em sexto com 4&#8217;28&#8221;71. Leo de Deus, especialista no borboleta, nadou e ficou em oitavo, 4&#8217;32&#8221;52.</p>
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		<title>Natação: O primeiro dia de BHP Billiton</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jan 2014 13:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O destaque do primeiro dia ficou com Daiya Seto, Kosuke Hagino e James Magnussen, que fizeram o melhor tempo do mundo este ano nas provas de 200 borboleta, 200 medley e 100 livre. Pelo Brasil, foram duas medalhas na primeira etapa: Nicholas Santos levou o 50 borboleta e Felipe Lima foi bronze no 100 peito
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p style="text-align: left;">Começou o BHP Billiton Aquatic Super Series, na Austrália.A competição, realizada na <a href="http://www.bestswimming.com.br/2013/2014/01/30/palco-em-perth-e-unico-na-natacao-mundial/">histórica piscina de Perth</a>, na Austrália, reúne cinco seleções: África do Sul, China, Japão, Brasil e os anfitriões australianos. São dois nadadores por seleção em cada prova, sempre disputada em série única, em dez raias.<img class="aligncenter" alt="" src="https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/t1/1601367_661913937181218_343876590_n.jpg" width="605" height="402" /></p>
<p>O destaque do primeiro dia ficou com <strong>Daiya Seto, Kosuke Hagino</strong> e <strong>James Magnussen</strong>, que fizeram o melhor tempo do mundo este ano nas provas de 200 borboleta (1&#8217;54&#8221;82), 200 medley (1&#8217;55&#8221;90) e 100 livre (47&#8221;59). Pelo Brasil, foram duas medalhas na primeira etapa: <strong>Nicholas Santos</strong> levou o 50 borboleta (23&#8221;61, também a melhor marca da temporada), e <strong>Felipe Lima</strong> foi bronze no 100 peito, com 1&#8217;01&#8221;47.</p>
<p>Os brasileiros, em geral, nadaram bem acima de seus tempos. A competição é muito legal e óbvio que é super importante ter experiência internacional, mas fica a pergunta: será que vale a pena mandar a seleção para uma competição na Austrália, tão longe, bem no início da temporada, depois de uma temporada 2013 que terminou tão tarde (Open acabou pouco antes do Natal)? Não é a toa que bastante gente pediu dispensa da seleção, caso de Cesar Cielo.</p>
<p>Segue os vencedoras de cada prova e o resultado dos brasileiros.</p>
<p>50 costas feminino: Vitória da vice campeã mundial Fu Yuanhui com 27&#8221;91. Brasil foi com duas Nathálias, ambas da nova geração: a Luccas nadou para 31&#8221;10 e ficou em 8o e a Almeida foi 10a com 31&#8221;95.</p>
<p>50 costas masculino: Bem Treffers ouro com 25&#8221;14. Brasil teve Guido em 7o com 25&#8221;95 e Thiago Pereira em 10o com 26&#8221;38.</p>
<p>100 livre feminino: A campeã mundial Cate Campbell venceu com 53&#8221;08, melhor tempo do mundo esse ano na prova, colocando quase um segundo sobre sua irmã (53&#8221;98). Larissa Oliveira (56&#8221;45) ficou em 7o e Graciele Herrmann (56&#8221;71) em 9o.</p>
<p>100 livre masculino: Assim como no Mundial de Barcelona, Austrália levou o 100 livre no feminino e masculino. Aqui foi a vez de James Magnussen nadar para 47&#8221;pela terceira vez no mês (!!!), com 47&#8221;59, melhor marca do mundo esse ano. Prata para McEvoy com 48&#8221;19. Nicolas Oliveira fez 49&#8221;91 e foi quinto, enquanto Matheus Santana fez 50&#8221;69 e foi 9o.</p>
<p>100 peito feminino: Três nadadoras para 1&#8217;08 nas primeiras posições. Quem levou foi sally Hunter, cravando 1&#8217;08&#8221;00, terceira melhor marca do ano. Brasil foi com Bruna Rocha, especialista em borboleta, nadando para 1&#8217;16, em nono.</p>
<p>100 peito masculino: O japonês Yashuir Koseki frustrou o campeão mundial da casa, Christian Sprenger, levando com 59&#8221;94 contra 1&#8217;00&#8221;36. Bronze para o medalhista de mundial brasileiro Felipe Lima 1&#8217;01&#8221;47. João Junior</p>
<p>200 borboleta feminino: Madelein Groves fez 2&#8217;07&#8221;03 para vencer a prova. Ela vem nadando bem esse ano as provas de borboleta (já fez 2&#8217;06&#8221;90 e lidera o ranking tanto dessa prova como do 100 borbo). Brasil teve Manuella Lyrio com 2&#8217;19&#8221;82, em 7o.</p>
<p>200 borboleta masculino: Prova muito boa! Daiya Seto abriu um segundo já nos primeiros 100 metros frente ao campeão Mundial e olímpico Chad Le Clos. O japonês marcou 1&#8217;54&#8221;82, contra 1&#8217;56&#8221;45 do sulafricano. Brasil foi quinto com Leo de Deus, 1&#8217;58&#8221;36 e 10o com Luiz Altamir (2&#8217;01&#8221;59).</p>
<p>400 livre feminino: Bronte Barratt venceu com 4&#8217;07&#8221;44. Carolina Bilich, que esteve no Mundial de Barcelona, foi 8a com 4&#8217;29&#8221;92.</p>
<p>400 livre masculino: Mack Horton, de 17 anos e estrela do Mundia Junior, venceu com 3&#8217;47&#8221;98. Brasil foi nono com Marco Oliveira (3&#8217;56&#8221;54) e 10o com Brandonn Almeida (4&#8217;02&#8221;58).</p>
<p>200 medley feminino: Depois de um Mundial ruim, Ye Shiwen está voltando. A campeã olímpica venceu com 2&#8217;10&#8221;49, seguida de Alicia Coutts (2&#8217;12&#8221;43). Brasil 9o com Nathalia Almeida fazendo 2&#8217;25&#8221;21.</p>
<p>200 medley masculino:  Vitória de Kosuke Hagino com um tempaço de 1&#8217;55&#8221;90, não só o melhor tempo desse ano como muito próximo à marca que lhe deu a prata no último Mundia. Tempaço para o início da temporada. Daiya Seto foi prata com 1&#8217;58&#8221;12. Thiago Pereira ficou em sétimo com 2&#8217;02&#8221;50 e Brandonn em 10o com 2&#8217;10&#8221;02.</p>
<p>200 costas feminino: Belinda Hocking 2&#8217;07&#8221;42. Natalia de Luccas,  recordista sulamericana da prova, fez 2&#8217;19&#8221;66, e Nathalia Almeida 2&#8217;29&#8221;52.</p>
<p>50 borbo feminino: Alicia Coutts fez 26&#8221;35 para vencer. Daniele Paoli teve o melhor resultado do Brasil, quinta com 27&#8221;58, e Bruna Rocha foi 7a com 27&#8221;70.</p>
<p>50 borbo masculino: Nicholas melhor tempo do ano, 23&#8221;61. Chad Le Clos ficou fora do pódio, com 24&#8221;07.</p>
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		<title>O resultado histórico de Hugo Calderano</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2014 13:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Tênis de mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Calderano]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O brasileiro Hugo Calderano, de 17 anos, conquistou mais um bom resultado para o tênis de mesa e segue como principal destaque das categorias de base da modalidade. No domingo, Hugo foi vice no ITTF Global Junior Final, a final do Circuito Mundial Juvenil, disputada em Vila Nova de Gaia, em Portugal. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>O brasileiro Hugo Calderano, de 17 anos, conquistou mais um bom resultado para o tênis de mesa e segue como principal destaque das categorias de base da modalidade. No domingo, Hugo foi vice no ITTF Global Junior Final, a final do Circuito Mundial Juvenil, disputada em Vila Nova de Gaia, em Portugal.</p>
<p>A competição reúne os melhores atletas do mundo da categoria e Calderano enfrentou na final o sul-coreano Kim Minhyeok, por 4 games a 1, com parciais de 13/11, 6/11, 11/8, 12/10 e 11/5. Atualmente, Calderano está na sexta colocação do ranking mundial juvenil da ITTD, Federação Internacional da modalidade. Foi a melhor colocação de um atleta das Américas na competição.</p>
<p>Como bem lembrou o <a href="http://frantt.com.br/?p=9569">site FranTT</a>, em 2002, Gustavo Tsuboi chegou na quinta posição da final do Circuito Mundial Juvenil e em 2003, Cazuo Matsumoto chegou na terceira posição. No ranking mundial adulto, Hugo hoje está atrás apenas dos dois e de Thiago Monteiro entre os brasileiros, ocupando hoje a 190a colocação geral.</p>
<p>A conquista veio uma semana depois de Hugo ficar em sexto na seletiva para os Jogos Olímpicos da Juventude, a uma vaga da classificação para o torneio, que é o foco do mesatenista para a temporada, conforme <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/promessa-do-tenis-de-mesa-hugo-calderano-se-recupera-de-cirurgia-e-foca-em-jogos-da-juventude">entrevista de Hugo</a> para o Esporte em Pauta. Ele ainda pode se classificar através do ranking.</p>
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		<title>O que o famigerado handebol e o Jammil me ensinaram sobre esporte e vida</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Dec 2013 21:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Eu não acho que elas são coitadinhas, e é bom deixar claro que o handebol vem tendo apoio sim,mas olhando esse histórico, quem poderia criticar se a comemoração fosse um desabafo, se sobrassem críticas para todos os lados, reclamações pela estrutura do Brasil, mais desabafo, “calamos a boca de todo mundo” e por ai vai?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>A essa altura do campeoanto, todo mundo já sabe, já se emocionou, já postou ou pelo menos já deu um curtir no título mundial do handebol feminino do Brasil. Era o mínimo, porque foi histórico e espetacular. Daquelas coisas que daqui a muitos anos dá para olhar para trás e falar “cacete, aquele dia foi foda, aquelas meninas eram fodas”.</p>
<p>Eu entendo do fundo do coração o bode que as pessoas que “gostam de verdade de handebol” e acompanham a seleção faz tempo sentem quando veem seus esporte virar modinha. Acho que é até normal. Quando o Cielo foi campeão olímpico, em 2008, teve um momento que me senti meio “traída”: po Cielo, te acompanho desde que você nem ganhava brasileiro absoluto, e agora você é da galera&#8230; tem a ver com o que o Mike Gustafson falou sobre o amor que a gente tem pelos esportes “não mainstream”, que se assemelham às bandas pequenas e desconhecidas: “You love them partially because they&#8217;re small, they&#8217;re yours, and in this world of globalization and commercialization, sometimes the best rocking out is to the small-time garage band in your life.”</p>
<p>Mas isso só pode durar 1 dia. Porque quem gosta do seu esporte preferido de verdade precisa ver que é maravilhoso o que aconteceu com o handebol, e que eu não vejo há muito tempo: a forma como essa seleção e esse título contagiaram muita gente. Amo natação e tenho orgulho dessa modalidade ser tão vitoriosa, mas eu admito que nunca vi uma reação como essa a um título da natação: não vi esse ano na histórica dobradinha da Poliana com a Ana Marcela no Mundial, no pódio do Cielo, ou mesmo no seu ouro em 2008, não vi no judô com o título da Rafaela.</p>
<p>Talvez porque no handebol o título era inédito, e natação e judô já são mais “vitoriosos”? Pode ser. Talvez tenha um pouco do efeito facebook, da época do ano vazia no calendário do futebol e de “férias” pra muita gente, pode ter a ver com o fato de muita gente ter praticado a modalidade na escola, ser um esporte coletivo, enfim.. não sei e nem me interesssa muito. O fato é que poucas vezes na vida eu vi algo como isso. Alexandra pedindo música no fantástico, todo mundo falando de handebol, que sensacional! As implicações são imensas. Mais mídia, mais gente querendo praticar a modalidade. Já pensou se começa uma cultura de handebol? Não vai ser como futebol, mas não dá para querer comparar com futebol &#8211; é outro negócio, e não tem problema que seja assim. Todo país tem seu esporte principal. O importante é que os outros tenham um mínimo de estrutura para atrair mais gente, ter crianças praticando, atletas se formando, e tudo mais.</p>
<p>E agora me estendendo um pouco mais na Alexandra no Fantástico, é aqui que chego na parte mais bonita dessa história para mim. De tudo, o que mais me emocionou foi a reação das jogadoras, especificamente a música que elas cantaram durante o campeonato. Eu estou longe, eu sei, e minha visão pode ser superficial, mas o que eu vi ali e em todas as declarações depois me tocou o coração. Eu já conhecia a música, e a primeira vez que vi que elas estavam cantando essa letra, achei muito divertido. Poxa, a música é super pra cima, elas estavam felizes de estar vivendo aquilo ali, que demais.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/YfufhS8jH4s" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Vamos recapitular essa história: essas jogadoras precisaram sair do país para melhorar seu handebol (com apoio da Confederação, é bom dizer), ficar longe de suas famílias. Vem de um histórico de exposição pífia na mídia (um salve ao Brasil no Rio, Surto Olímpico, Marcelo Romano, Olimpílulas, e todo mundo que tenta fazer jornalismo de esportes olímpicos nesse país). De um continente que não tinha nenhum resultado expressivo em Mundiais/Olimpíadas. E de dois resultados que estavam engasgados, o Mundial de 2011 e as Olimpíadas do ano passado. Eu não acho que elas são coitadinhas, e é bom deixar claro que o handebol vem tendo apoio sim,mas olhando esse histórico, quem poderia criticar se a comemoração fosse um desabafo, se sobrassem críticas para todos os lados, reclamações pela estrutura do Brasil, mais desabafo, “calamos a boca de todo mundo” e por ai vai?</p>
<p>Mas não foi isso o que aconteceu. Sim, até teve, mas de um jeito bem moderado &#8211; e, em geral, como resposta a perguntas de jornalistas, não como uma agenda imposta por elas. Bem diferente do que o vôlei quando foi campeão olímpico em 2012 (isso não é uma crítica, eu entendo). Mas falando de handebol: a comemoração delas foi leve, foi linda:</p>
<p><em>“Celebrar, como se amanhã o mundo fosse acabar,</em><br />
<em>  tanta coisa boa a vida tem pra te dar, </em><br />
<em> o pensamento leve faz a gente mudar”. </em></p>
<p>Elas estavam felizes! Não estavam preocupadas em calar a boca de ninguém (até podem ter ficado e até podem ter calados, mas isso não foi o principal), ou em cantar uma música de superação: elas estavam cantando uma música sobre alegria! A tônica de Celebrar, que a Alexandra pediu no Fantástico e que a seleção cantou depois de conquistar o título, é de meninas felizes até perder a conta, orgulhosas de si mesmas, agradecidas pelo momento que puderam viver. Isso é muito muito muito bonito.</p>
<p>Fico muito emocionada quando vejo pessoas trabalhando com o que amam e fazendo sua função bem. Isso vale não só para elas, mas para os jornalistas do Esporte Interativo: como foi legal ver a emoção da repórter, do narrador, a vibração da equipe toda. Eu sai da casa do meu amigo com quem eu vi o jogo feliz de ter visto tantas pessoas genuinamente felizes. Isso é muito raro, e talvez seja uma pureza que só um &#8220;primeiro título&#8221; permita, pensando na pressão, no dinheiro, e em tudo mais que está envolvido depois.</p>
<p>Como eu sempre falo: cada título deve ser muito comemorado por si só. Uma conquista não tem valor só porque ela foi um passo rumo ao ouro olímpico: ela é também este passo, mas é antes disso um título por si só. Que bode desse mundo em que as coisas só tem sentido se vão implicar em alguma outra, se vão agregar ao currículo ou ensinar a ter disciplina: cacete, o esporte vale por ele, não só pelas suas implicações (que são muito legais, claro!). Muito bonito ver essa celebração, &#8220;como se amanhã o mundo fosse acabar&#8221;. Claro! O título vale muito, a Olimpíada é outra coisa, e o que quer que aconteça lá, não apaga o que aconteceu agora.</p>
<p>Pra terminar: <em>&#8220;se acostume com a felicidade&#8221;</em> da música é lindo, e bem que o Gérson, meu técnico de natação, me ensinou lá atras: &#8220;para com essa história ridícula de se melhorar estraga, se melhorar, melhora!&#8221;. Quem diria que o Jammil fosse me dar uma aula de filosofia de vida.</p>
<p><em>*Dedicado a Camila Lacerda, que assim como as meninas, é sempre em prol da alegria</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand4.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12473" title="hand4" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand4-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand3.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12474" title="hand3" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand3-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12475" title="hand2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand2-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
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		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
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		<title>Brasil volta do Cazaquistão com duas medalhas no Mundial de boxe</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Oct 2013 13:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/>A prata atingida por Robson Conceição foi o segundo melhor alcançado por um brasileiro na história dos Campeonatos Mundiais de Boxe, sendo superado somente pela medalha de ouro vencida por Everton Lopes no Mundial de 2011, no Azerbaijão. Everton, por sua vez, traz de volta ao Brasil a medalha de bronze neste Mundial 2013, garantindo que o Brasil igualasse as duas medalhas obtidas em 2011]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/><p>Depois de 18 dias de competição, chegou ao final a edição de 2013 do Campeonato Mundial de Boxe Elite da AIBA. Neste último dia, reservados somente para as 10 finais de categorias, o Brasil esteve muito bem representado por Robson Conceição.<a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/10/robson.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-12428" title="robson" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/10/robson-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" /></a></p>
<p>O baiano, que para chegar à final dos 60 Kg teve que enfrentar uma seqüência de fortíssimos adversário, encarava agora o cubano Lazaro Alvares Estrada. Em poucas palavras, tratava-se se um oponente com um currículo que inclui, entre outros títulos, um campeonato mundial e um ouro olímpico. Mas, para quem viu Robson lutando neste Mundial, tudo era possível.</p>
<p>E, enfim, chegou o momento da final. E foi soltando mais golpes e atuando com um jab que confundia o cubano que Robson foi mais forte no primeiro round. Mesmo sem conhecimento do publico presente, assim como dos atletas, o primeiro round foi decidido majoritariamente a favor do brasileiro, por parte dos juízes. Porém, no segundo round a história começou a se inverter. Isto devido ao fato de Estrada começar a encontrar a distância necessária para comandar as ações ofensivas após o primeiro minuto do assalto.</p>
<p>Com o segundo round sendo decidido em favor do cubano, o título de melhor do mundo seria decidido mesmo no terceiro e último round. Com o público atento a cada movimentos dos dois atletas, a movimentação intensa do round derradeiro foi aplaudida pelos cerca de 2 mil espectadores que lotaram o ginásio na cidade de Almaty, no Cazaquistão. Foram 3 rounds competitivos mas, assim como o segundo round, foi Estrada que conseguiu ser mais contundente e efetivo no terceiro. Desta forma, o juízes decretaram o cubano vencedor do confronto, e Robson terminou o torneio com a (mais que) honrosa medalha de prata.</p>
<p>Este resultado atingido por Robson Conceição foi o segundo melhor alcançado por um brasileiro na história dos Campeonatos Mundiais de Boxe, sendo superado somente pela medalha de ouro vencida por Everton Lopes no Mundial de 2011, no Azerbaijão. Everton, por sua vez, traz de volta ao Brasil a medalha de bronze neste Mundial 2013, garantindo que o Brasil igualasse as duas medalhas obtidas em 2011, quando Esquiva Falcão voltou com o bronze.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil termina Mundial de Judô com prata na prova feminina por equipes</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Sep 2013 23:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Depois de terminar em primeiro no quadro de medalhas do feminino na competição individual do Mundial de Judô, o Brasil conquistou a prata na prova por equipes no feminino. A seleção, que havia sido bronze na edição de 2012 do Mundial, disputada em Salvador, foi superada pelo Japão na final.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Depois de terminar em primeiro no quadro de medalhas do feminino na competição individual do Mundial de Judô, o Brasil conquistou a prata na prova por equipes no feminino. A seleção, que havia sido bronze na edição de 2012 do Mundial, disputada em Salvador, foi superada pelo Japão na final.</p>
<p>A prata coroa a melhor participação da história do judô feminino em Mundiais, com cinco medalhas conquistadas  no individual &#8211; ouro de Rafaela Silva, prata de Erika Miranda e Maria Suelen Altheman, e bronze de Mayra Aguiar e Sarah Menezes.</p>
<p>Na final da prova por equipes, com o Japão, a decisão ficou para a última luta. Na primeira, Erika Miranda (até 52 kg) foi imobilizada por Yuki Hashimoto e as japonesas abriram 1 a 0. Na sequência, Rafaela Silva (até 57 kg) enfrentou Anzu Yamamoto e venceu por um yuko. Katherine Campos (até 63 kg) tentou, mas não conseguiu superar a técnica de chão de Kana Abe e acabou sendo imobilizada. A gaúcha Maria Portela (até 70kg) entrou logo depois e venceu Haruka Tachimoto, por dois shidôs. A decisão ficou entre Maria Suelen Altheman e Megumi Tachimoto. A brasileira lutou até o fim, mas foi derrotada por uma punição.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Captura-de-Tela-2013-09-01-às-20.43.11.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-12342" title="Captura de Tela 2013-09-01 às 20.43.11" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Captura-de-Tela-2013-09-01-às-20.43.11.png" alt="" width="637" height="406" /></a></p>
<p><strong>Masculino</strong></p>
<p>A equipe masculina, assim como no individual, não teve um bom desempenho. A equipe formada por Charles Chibana (-66kg), Bruno Mendonça (-73kg), Victor Penalber (-81kg), Eduardo Bettoni (-90kg) e Rafael Silva (+100kg) foi eliminada pela Alemanha logo na estreia &#8211; os alemães acabaram em terceiro lugar, junto com o Japão. A Georgia ficou com o título e  a Rússia foi prata.</p>
<div><strong>Masculino</strong></div>
<p>1º &#8211; Geórgia<br />
2º &#8211; Rússia<br />
3º &#8211; Alemanha<br />
3º &#8211; Japão</p>
<p><strong>Feminino</strong></p>
<p>1º &#8211; Japão<br />
2º &#8211; Brasil<br />
3º &#8211; França<br />
3º &#8211; Cuba</p>
<div></div>
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