﻿
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
xmlns:rawvoice="http://www.rawvoice.com/rawvoiceRssModule/"
>

<channel>
	<title>Esporte em Pauta &#187; Futebol</title>
	<atom:link href="https://esporteempauta.com.br/category/futebol/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://esporteempauta.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Oct 2014 13:33:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.3</generator>
<!-- podcast_generator="Blubrry PowerPress/5.0.3" mode="advanced" -->
	<itunes:summary></itunes:summary>
	<itunes:author>Esporte em Pauta</itunes:author>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="https://esporteempauta.com.br/wp-content/plugins/powerpress/itunes_default.jpg" />
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<image>
		<title>Esporte em Pauta &#187; Futebol</title>
		<url>https://esporteempauta.com.br/wp-content/plugins/powerpress/rss_default.jpg</url>
		<link>https://esporteempauta.com.br/category/futebol</link>
	</image>
	<item>
		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/atletismo/o-melhor-ano-para-os-esportes-olimpicos-no-brasil</link>
		<comments>https://esporteempauta.com.br/atletismo/o-melhor-ano-para-os-esportes-olimpicos-no-brasil#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[Badminton]]></category>
		<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[Boxe]]></category>
		<category><![CDATA[Canoagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Esgrima]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Ginástica Artística]]></category>
		<category><![CDATA[Ginástica de trampolim]]></category>
		<category><![CDATA[Ginástica Rítmica]]></category>
		<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Judô]]></category>
		<category><![CDATA[Levantamento de peso]]></category>
		<category><![CDATA[Luta Olímpica]]></category>
		<category><![CDATA[Nado sincronizado]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Pentatlo moderno]]></category>
		<category><![CDATA[Polo Aquático]]></category>
		<category><![CDATA[Remo]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saltos ornamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Taekwondo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=12447</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://esporteempauta.com.br/atletismo/o-melhor-ano-para-os-esportes-olimpicos-no-brasil/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nova geração: Mundiais de categorias de base são destaques da semana</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/atletismo/nova-geracao-mundiais-de-categorias-de-base-sao-destaques-da-semana</link>
		<comments>https://esporteempauta.com.br/atletismo/nova-geracao-mundiais-de-categorias-de-base-sao-destaques-da-semana#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2012 14:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Ginástica Artística]]></category>
		<category><![CDATA[Judô]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polo Aquático]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=7299</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/>Uma semana depois do fim dos Jogos Olímpicos, são os atletas brasileiros das categorias de base que competem pelo mundo no início do novo ciclo olímpico. As três modalidades precisam de renovação nas categorias de adulta: o futebol feminino, polo aquático e maratonas aquáticas. No Brasil, acontecem nacionais de base do judô, atletismo e ginástica artística
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Judo-42.png" width="42" height="42" alt="Judô" title="Judô" /><br/><p><em>Atualizado às 13h com resultados do pólo aquático e maratonas aquáticas</em></p>
<p>Uma semana depois do fim dos Jogos Olímpicos, são os atletas brasileiros das categorias de base que competem pelo mundo no início do novo ciclo olímpico. As três modalidades precisam de renovação nas categorias de adulta: o futebol feminino tem as mesmas jogadoras a cerca de 12 anos e pela primeira vez ficou fora das semifinais nas Olimpíadas; o polo aquático nem se classificou para os Jogos, e as maratonas aquáticas não tiveram representantes no masculino.</p>
<p><strong>Futebol feminino</strong>: a seleção brasileira sub-20 disputa o Mundial no Japão a partir de domingo. Na primeira fase, as meninas pegam a Itália (19/08), a Nigéria (22/08) e Coreia do Sul (26/08). Thaisinha é a única da equipe que esteve em Londres, quando o Brasil caiu diante do Japão nas quartas de final.</p>
<p><strong>Polo Aquático</strong>: os brasileiros disputam o PAN Júnior de Polo Aquático em Montreal, Canadá. O masculino pega a Colômbia na semifinal, enquanto o feminino perdeu para os EUA na semifinal e disputa o bronze. As finais acontecem no sábado. Veja aqui entrevista com um dos jogadores brasileiros, Henrique Vasconcelos</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/R88c-nHpygM" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><strong>Maratonas Aquáticas</strong>: acontece no Canadá, no Canal de Welland, o primeiro Mundial Júnior de Maratonas Aquáticas, com presença de oito atletas brasileiros. A competição começou na sexta-feira com a prova de 7,5km no masculino júnior. Diogo Andrade Villarinho ficou em quinto na prova e Matheus Isidro foi 25o. O pódio teve Alemanha, EUA e República Tcheca nas três primeiras posições.</p>
<p>Ainda hoje, acontece a prova de 5 km no feminino juvenil, e no no sábado a prova de 7,5km feminino júnior e 5km no masculino juvenil. No domingo, acontecem as disputas por equipe nas duas idades. O país participa com os três melhores resultados das provas já realizadas.</p>
<p><strong>Basquete</strong>: A Seleção Brasileira Sub-17 Feminina estreou com derrota no Mundial, realizado na Holanda. O time, comandado pela ex-jogadora Janeth, perdeu para o Japão por 92 a 71 (47 a 37 no primeiro tempo).</p>
<p><strong>Handebol</strong>: No Mundial Juvenil feminino, realizado em Montenegro, as brasileiras perderam a primeira partida, para o Japão, e hoje venceram no segundo jogo, contra Portugal, por 27 a 25. No domingo, o Brasil pega Angola e no dia 21 enfrenta a Noruega.</p>
<p>Campeonatos nacionais:</p>
<p><strong>Atletismo</strong>: não é Mundial, mas os atletas de 16 a 19 anos disputam em Maringá (Paraná) o Campeonato Brasileiro Interclube de Juvenis.</p>
<p><strong>Judô</strong>: no rio de Janeiro, acontece o Brasileiro sub-20 de Judô, com presença de 286 judocas. Os vencedores de cada categoria se garantem na seletiva nacional projeto Rio-2016.</p>
<p><strong>Ginástica Artística</strong>: acontece em Roraima o Brasileiro Pré-Infantil e Copa Brasil de Conjunto Pré-Infantil e Adulto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://esporteempauta.com.br/atletismo/nova-geracao-mundiais-de-categorias-de-base-sao-destaques-da-semana/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ataque ineficiente e jogo mexicano inteligente adiam sonho do ouro no futebol</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/londres/ataque-ineficiente-e-jogo-mexicano-inteligente-adiam-sonho-do-ouro</link>
		<comments>https://esporteempauta.com.br/londres/ataque-ineficiente-e-jogo-mexicano-inteligente-adiam-sonho-do-ouro#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Aug 2012 16:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vitor Morales]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=7074</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Mais uma vez o Brasil deixa os Jogos Olímpicos sem a tão esperada medalha de ouro no futebol masculino. Diante do estádio de Wembley lotado e da grande expectativa de que a geração de Neymar, Lucas e Ganso faria o que craques como Romário, Ronaldo e Rivaldo não conseguiram, a seleção brasileira foi incapaz de superar um adversário muito mais determinado e organizado em campo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Mais uma vez o Brasil deixa os Jogos Olímpicos sem a tão esperada medalha de ouro no futebol masculino. E mais uma vez para diante dos mexicanos, algozes nos últimos anos nessa modalidade. Diante do estádio de Wembley lotado e da grande expectativa de que a geração de Neymar, Lucas e Ganso faria o que craques como Romário, Ronaldo e Rivaldo não conseguiram, a seleção brasileira foi incapaz de superar um adversário muito mais determinado e organizado em campo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7078" title="brasil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/brasil2.jpg" alt="" width="638" height="359" /></p>
<p>A partida mal havia começado e os mexicanos já celebravam o primeiro gol. Em um erro no recuo de bola do lateral Rafael, a bola sobrou para Peralta de frente para área que bateu no canto do goleiro Gabriel. Aos 30 segundos de jogo a seleção mexicana tinha o placar que lhes permitiria jogar da maneira que gostariam o restante da partida, concentrados na frente de sua área e saindo nos contra-ataques. O Brasil não chegava com grandes chances no ataque e Mano Menezes foi obrigado então a mexer aos 30 minutos, colocando Hulk no lugar de Alex Sandro. O primeiro tempo terminava com os brasileiros arriscando chutes de fora da área e esperando algum êxito nas bolas paradas.</p>
<p>O segundo tempo começou com melhor postura brasileira, chegando ao ataque com mais frequência, porém ainda errando finalizações ou sendo bloqueados pelos zagueiros mexicanos. Até que aos 18 minutos, Fabián aproveitou mais um vacilo da defesa brasileira e quase marcou um golaço para os mexicanos. A bola no travessão salvava os brasileiros, mas anunciava que o México voltaria para o ataque, e assim o fez em 3 ataques seguidos. Aos 23, Peralta marcava, mas impedido. Aos 26, Fabían novamente cabeceava em uma saída falha do goleiro Neto e abola por pouco não entrou. E, finalmente, aos 29, em novo cruzamento na área, Peralta cabeceia forte e sem chance de defesa, marcando seu 2º gol na partida e tornando-se herói do ouro mexicano.<br />
<img class="alignright size-medium wp-image-7077" title="mexico" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/mexico-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p>Os brasileiros tinham 15 minutos para tentar o empate e levar a decisão para a prorrogação, mas seu meio campo sem criação e o bom posicionamento defensivo dos mexicanos impediam qualquer tentativa. Apenas aos 45 Hulk conseguiu aproveitar um lançamento e tocou na saída do goleiro, deixando o placar em 2 a 1 e um ar de apreensão para os 2 minutos de acréscimo. Oscar ainda teve a última chance em um cruzamento dentro da pequena área, mas finalizou por cima do gol dando adeus ao Ouro e, de certa forma, garantindo o placar mais justo com o que as equipes haviam apresentado.</p>
<div data-jsid="message">Os mexicanos se sagram campeões no futebol logo em sua primeira participação em finais, ao passo que o Brasil amarga a terceira medalha de prata (1984, 1988 e 2012) e uma situação de desconfiança para este elenco e comissão técnica a apenas 2 anos da disputa da Copa em casa. Os sul-coreanos, que haviam derrotado o Japão por 2 a 0, completaram o pódio com o 3º lugar.</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<p><strong><strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-6976" title="mozao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/mozao1-150x150.jpg" alt="" width="111" height="111" />Vitor Morales</strong> </strong>teve o voleibol como parceiro de estudos por 9 anos de sua vida, embora seja mais fácil encontrá-lo na arquibancada do Pacaembu do que em um ginásio.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://esporteempauta.com.br/londres/ataque-ineficiente-e-jogo-mexicano-inteligente-adiam-sonho-do-ouro/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil vacila no segundo tempo, mas segura vitória sobre Egito na estreia</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/londres/egito-assusta-no-segundo-tempo-mas-brasil-vence-na-estreia-por-3x2</link>
		<comments>https://esporteempauta.com.br/londres/egito-assusta-no-segundo-tempo-mas-brasil-vence-na-estreia-por-3x2#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 20:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=5387</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Pelo primeiro tempo, parecia que seria uma goleada. A seleção masculina de futebol começou sua primeira partida nas Olimpíadas vencendo o Egito por 3x0, com os três gols em menos de 15 minutos. Mas na volta do segundo tempo, falhas da defesa permitiram que os adversários encostassem no placar, que acabou em 3x2.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Pelo primeiro tempo, parecia que seria uma goleada. A seleção masculina de futebol começou sua primeira partida nas Olimpíadas vencendo o Egito por 3&#215;0, com os três gols em menos de 15 minutos. Mas na volta do segundo tempo, falhas da defesa permitiram que os adversários encostassem no placar, que acabou em 3&#215;2.</p>
<p>Agora, o Brasil pega a Bielorússia no domingo, dia 29/julho.</p>
<p><strong>Resultados do dia<img class="alignright size-full wp-image-5389" title="rafael-brasil-egito-reu" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/rafael-brasil-egito-reu.jpg" alt="" width="300" height="230" /></strong></p>
<p>Emirados Árabes 1&#215;2 Uruguai &#8211; grupo A<br />
Reino Unido 1&#215;0 Senegal &#8211; grupo A<br />
Gabão 1&#215;1 SuiçaB<br />
México 0&#215;0 Coréia do Sul &#8211; grupo B<br />
Brasil 3&#215;2 Egito &#8211; grupo C<br />
Bielorússia 1&#215;0 Nova Zelândia &#8211; grupo C<br />
Espanha 0&#215;1 Japão &#8211; grupo D<br />
Marrocos 2&#215;2 Honduras &#8211; grupo D</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://esporteempauta.com.br/londres/egito-assusta-no-segundo-tempo-mas-brasil-vence-na-estreia-por-3x2/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil goleia Camarões na estreia; favoritas, EUA e Japão também vencem</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/londres/brasil-vai-ganhando-de-camaroes-por-2x0-favoritas-eua-e-franca-vencem-primeiro-jogo</link>
		<comments>https://esporteempauta.com.br/londres/brasil-vai-ganhando-de-camaroes-por-2x0-favoritas-eua-e-franca-vencem-primeiro-jogo#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 18:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[francielo]]></category>
		<category><![CDATA[futebol feminino]]></category>
		<category><![CDATA[renata costa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=5296</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>A seleção feminina de futebol estreou com goleada contra Camarões, vencendo por 5x0. Cristiane, com um gol, se tornou a maior artilheira das Olimpíadas. Nas demais partidas, as favoritas ao título EUA e Japão venceram, e a Coreia do Norte se recusou a entrar em campo após a organização exibir bandeira errada, da Coreia do Sul, antes da partida]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Na primeira partida brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres, a seleção feminina de futebol venceu Camarões por  5&#215;0, com gols de Franciele, Renata Costa, Marta e Cristiane, que se tornou a maior artilheira das Olimpíadas, com 11 gols marcados. Os demais favoritos venceram no dia, e Coreia do Norte se recusou a jogar depois de erro da organização na colocação da bandeira.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5297" title="futebol_gol" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/futebol_gol-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />Dominando desde o início da partida, o Brasil abriu o placar logo aos 6 minutos, com Franciele marcando de falta. Logo depois, aos 10 minutos, Renata Costa ampliou de cabeça e a seleção terminou o primeiro tempo vencendo por 2&#215;0. Na segunda etapa, Marta marcou de pênalti aos 27 minutos e Cristiane aumentou em jogada bonita em que driblou a goleira e marcou. Foi o 11o gol de Cristiane em Olimpíadas, tornando-a a maior artilheira das Copas. Marta fechou a goleada por 5&#215;0 depois de jogada de Cristiane.</p>
<p>Na primeira polêmica dos Jogos, a organização errou a bandeira na partida entre Coreia do Norte e Colômbia, exibindo a bandeira da Coreia do Sul. A seleção feminina da Coreia do Norte se recusou a entrar em campo, e a partida segue paralisada.</p>
<p>Nas demais partidas do dia, o Japão, atual campeão mundial, confirmou o favoritismo e venceu o Canadá por 2&#215;1. No melhor jogo do dia, a França começou surpreendendo as campeãs olímpicas dos EUA e abriu 2&#215;0 nos primeiros 15 minutos de jogo. As americanas se recuperaram e viraram o jogo, vencendo por 4&#215;2. As anfitriãs da Grã Bretanha, que fizeram a primeira partida dos Jogos Olímpicos e estão no mesmo grupo das brasileiras, pressionaram o jogo inteiro contra a Nova Zelândia e acabaram com a vitória por 1&#215;0.</p>
<p><strong>Próximos jogos do Brasil</strong></p>
<p>Sábado, 28/julho &#8211; Brasil x Nova Zelândia &#8211; 10h30<br />
Terça-feira, 31/julho &#8211; Brasil x Grã Bretanha &#8211; 15h45</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://esporteempauta.com.br/londres/brasil-vai-ganhando-de-camaroes-por-2x0-favoritas-eua-e-franca-vencem-primeiro-jogo/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Futebol feminino: as chances de ouro inédito</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/futebol-feminino-as-chances-de-ouro-inedito</link>
		<comments>https://esporteempauta.com.br/reportagem/futebol-feminino-as-chances-de-ouro-inedito#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 13:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo de futebol feminino]]></category>
		<category><![CDATA[futebol feminino]]></category>
		<category><![CDATA[jorge barcelos]]></category>
		<category><![CDATA[marta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=2986</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O Brasil chegou às semifinais das quatro edições em que houve disputa do futebol feminino até hoje, ficando duas vezes em quarto e duas vezes com a prata. Apesar da alta qualidade e de ter uma jogadora fora de série, Marta, o Brasil vem de um 2011 ruim e ainda sofre com a falta de amistosos, que dificulta o entrosamento das jogadoras, ao contrário das outras Seleções]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>O futebol feminino entrou no programa olímpico em Atlanta-1996. Desde então, apenas duas seleções chegaram às semifinais em todas as edições, os Estados Unidos e o Brasil. A primeira chegou a todas as finais e venceu três delas, perdendo apenas para a Noruega em 2000. Já o Brasil tem um histórico de quatro derrotas no último jogo do torneio: duas vezes perdendo a disputa pelo bronze, em 1996 e 2000, e duas vezes perdendo a final, em 2004 e 2008. Em ambas as vezes, a equipe perdeu dos EUA na prorrogação, e a partida entre as duas é um dos maiores clássicos do futebol feminino.</p>
<div id="attachment_3734" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-3734" title="Estados Unidos 2a2 Brasil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Estados-Unidos-2a2-Brasil-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">EUA é um dos principais rivais do Brasil</p></div>
<p><strong>2011 e início de 2012 fracos</strong><br />
Para aumentar a rivalidade contra as norte-americanas, o Brasil perdeu mais uma vez, nas quartas de final da Copa do Mundo do ano passado, nos pênaltis, depois das americanas empatarem nos últimos minutos. 2011, aliás, não foi um bom ano para o Brasil, que saiu precocemente da Copa do Mundo  e não chegou a impressionar na primeira fase (uma edição antes, o Brasil tinha chegado à final, quando perdeu da Alemanha), e ficou com a prata no PAN, perdendo para o Canadá.</p>
<p>Este ano, o Brasil disputou um torneio amistoso junto com Estados Unidos e Japão, que fizeram a final da Copa do Mundo ano passado, com vitória inédita das japonesas. Sem Marta, o Brasil teve um desempenho medíocre: perdeu de 4&#215;1 do Japão e de 3&#215;0 dos EUA, depois de ter perdido um amistoso contra o Canadá.</p>
<p>Apesar da qualidade reconhecida de todas as jogadoras brasileiras, alguns especialistas vem afirmando que, pela evolução dos outros times, sem Marta o Brasil tem se mostrado um time na média &#8211; não ruim, mas Marta é um diferencial muito relevante da Seleção. Contribui para isso o fato das outras Seleções terem mais jogadoras disputando as ligas de times nos EUA e Europa e mais amistosos no calendário, jogando mais vezes juntas, ganhando entrosamento, enquanto no Brasil há poucos amistosos (no feminino&#8230;) e não há um campeonato de times consistente. Como comparação, os EUA já disputaram 13 amistosos este ano, enquanto o Braisl só jogou três, e sem o time completo.</p>
<p><strong>O caminho das pedras em Londres<br />
</strong>O Brasil caiu em um grupo teoricamente fácil na primeira fase, com Camarões (estreia olímpica, derrotou a favorita Nigéria no continental, mas a própria comissão técnica fala em pegar experiência em Londres, que será o primeiro torneio internacional de peso da história do país), Nova Zêlanda (conseguiu vaga da Oceania sem Austrália) e Grã Bretanha (a única que deve dar mais trabalho ao Brasil, também caiu nas quartas de final na Copa do Mundo ano ano passado).</p>
<div id="attachment_3735" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-3735" title="japao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/japao-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /><p class="wp-caption-text">Japão ganhou ouro inédito na última Copa do Mundo</p></div>
<p>As maiores favoritas a chegarem às semifinais são, além de Brasil e EUA, as atuais campeãs mundiais japonesas, a tradicional Suécia, terceira na Copa do Mundo em 2011 e França, que fez a semi final contra as suecas e cresceu muito no último ciclo. Canadá também vem crescendo e pode surpreender. Uma das principais ausências é a Alemanha, campeã mundial em 2007 sobre o Brasil e bronze olímpicas nas últimas três edições. Eliminadas pelo Japão nas quartas de final na Copa do Mundo ano passado, ficaram sem uma das duas vagas europeias para as Olimpíadas.</p>
<p>Se o Brasil fizer o esperado e passar em primeiro  na primeira fase, deve pegar Canadá ou Coreia do Norte nas quartas, mas se terminar em segundo pode enfrentar uma das favoritas já nessa fase. Se o Brasil jogar seu potencial todo, tem chances de conquistar o ouro inédito. Jorge Barcellos, que comandou o time em Pequim e depois saiu da Seleção, está de volta e terá chances de trabalhar o entrosamento das jogadoras no treinamento na Granja Comary, de 4 a 29 de junho, e depois em um torneio amistoso na Suiça, com a presença de Nova Zelândia, Canadá, Rússia e duas seleções ainda não definidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://esporteempauta.com.br/reportagem/futebol-feminino-as-chances-de-ouro-inedito/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meu momento olímpico inesquecível: medalhinha difícil de sair</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/memoria/meu-momento-olimpico-inesquecivel-medalhinha-dificil-de-sair</link>
		<comments>https://esporteempauta.com.br/memoria/meu-momento-olimpico-inesquecivel-medalhinha-dificil-de-sair#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[momento inesquecível]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=2668</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Memória" title="Memória" /><br/>Na fase anterior à decisão, o adversário foi a Itália. Seria, pelo menos para os mais jovens na época, uma espécie de revanche, já que os italianos tinham deixado os brasileiros para trás dois anos antes na Espanha, graças a Paolo Rossi. Placar da semifinal, Brasil 2 x 1 Itália. Quem abriu o placar foi Gilmar Popoca]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Memória" title="Memória" /><br/><div>Por <strong>Maurício Rossi de Araújo</strong></div>
<div></div>
<div>O tão sonhado ouro olímpico para o futebol brasileiro, como diz o outro, está de rosca. Jamais o Brasil conseguiu conquistar o primeiro lugar no futebol em Olimpíadas. Tá certo, chegou  bem perto. Mas para quem diz que &#8220;aqui&#8221; brotam talentos, essa conquista já deveria ter acontecido.</div>
<div></div>
<div>O Brasil disputou os Jogos em 11 ocasiões com o futebol. Teve ano que não chegou nem a se classificar para a disputa. Em algumas que participou, como a de 1996 em Atlanta, foi derrotado pela Nigéria na semifinal; em 2000, por Camarões, nas quartas.<br />
Até hoje, levou duas medalhas de prata e duas de bronze. Pouco para o maior vencedor de Copas do Mundo na modalidade.</div>
<div></div>
<div>Em 1984, ano em que conquistou a primeira medalha de prata, foi quando o Comitê Olímpico Internacional (COI), para motivar o público do futebol, resolveu liberar jogadores profissionais para o evento. Lembro como se fosse hoje da camisa que a Seleção Brasileira vestia naquele torneio. Bem diferente daquelas que estamos acostumados a ver. Nada de amarelinha. Era um uniforme azul, particularmente bonito, mas não parecia Brasil.</div>
<div></div>
<div>Gilmar Rinaldi, goleiro do Internacional na época, encabeçava um time com jogadores, na maioria, formado pelo time de Porto Alegre. O Colorado era a base. Tinha Dunga no meio-campo. Mauro Galvão na zaga. Luís Carlos Winck na lateral-direita. Todos esses citados, menos o goleiro Gilmar, fizeram parte, um pouco mais tarde, do time do Vasco.</div>
<div></div>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-2669" title="futebol" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/futebol.jpeg" alt="" width="266" height="189" />Mas um outro Gilmar, do rival vascaíno, o Flamengo, era o camisa 10 que encantava com toques diferentes, cobranças de faltas perfeitas. Para ficar mais fácil, os mais velhos, como eu, lembram dele: Gilmar Popoca. Bom jogador, um cara que seria o substituto de Zico, mas que batia na bola com a canhota. Um jogador que mais tarde vestiria a camisa de outros times como Ponte Preta, Botafogo, São Paulo.</div>
<div></div>
<div>Augilmar. Esse é o nome dele, um cidadão manauara, que hoje está com 48 anos. Popoca foi o tipo de jogador que, para muitos, era craque. Mas sempre faltava aquele tostãozinho para ele. Belo jogador, com classe.  Se pegarmos um jogador com passagem mais recente pelo futebol para uma comparação com Popoca, Ricardinho, ex-Corinthians, São Paulo, Santos e campeão do mundo com a Seleção Brasileira, seria esse cara.</div>
<div></div>
<div>Numa Olimpíada, por mais que os outros esportes mexam comigo, nada se compara ao futebol. Sempre vai chamar mais a atenção. Isso, sem ser machista, o futebol masculino. Embora, o feminino, com as condições precárias que o Brasil o trata, tem empolgado na competição. Nas duas últimas disputas, embalado por Marta, ficou com o segundo lugar, perdendo para os Estados Unidos.<br />
Mas quando a eliminação é no masculino, ela insiste por muito mais tempo em incomodar. O time de Gilmar Popoca, por exemplo, me deixou bem triste naquele longínquo ano de 1984, quando eu ainda estava com 14 anos de idade.</div>
<div></div>
<div>Eram outros tempos, verdade. Talvez tenha sido uma das últimas vezes que um time da Seleção Brasileira tenha me deixado chateado com uma derrota. Dois anos antes, pela Copa do Mundo, um time, ou melhor, um timaço havia cortado meu coração de apenas 12 anos de vida.<img class="alignright size-medium wp-image-2670" title="Captura de tela 2012-04-25 às 13.38.08" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-tela-2012-04-25-às-13.38.08-300x229.png" alt="" width="300" height="229" /></div>
<div></div>
<div>Bem, mas como aqui o assunto é Olimpíada, naquela de Los Angeles, especialmente, o futebol provocou uma emoção diferente. Nas quartas-de-final, o time dirigido por Jair Picerni enfrentou o Canadá, que vencia o jogo até os 27 minutos do segundo tempo, quando Gilmar Popoca empatou e levou a decisão para os pênaltis. O Brasil venceu por 5 a 3 e seguiu para a semifinal.</div>
<div></div>
<div>Na fase anterior à decisão, o adversário foi a Itália. Seria, pelo menos para os mais jovens na época, uma espécie de revanche, já que os italianos tinham deixado os brasileiros para trás dois anos antes na Espanha, graças a Paolo Rossi.</div>
<div></div>
<div>Placar da semifinal, Brasil 2 x 1 Itália. Quem abriu o placar foi Gilmar Popoca, que nada pôde fazer para evitar, na final, uma derrota para a sempre carrasca França, que venceu por 2 a 0. Sabe-se lá o que vem por aí em Londres. Mas, vale uma brincadeirinha: tomara que Ganso não &#8220;popoque&#8221; e consiga, ao lado do &#8220;gênio&#8221; Neymar, a tão sonhada medalha.</div>
<div></div>
<div>
<p><strong>Maurício Rossi de Araújo</strong> nasceu em 21 de dezembro de 1969 e formou-se em Jornalismo pela Universidade São Judas (SP), em 1999. Chegou a fazer rádio comunitária, mas considera como verdadeiro início de carreira o trabalho realizado no programa Mundo da Bola, comandado por Flávio Prado, na rádio Jovem Pan AM, durante 1999. Do ano 2000 a 2010, atuou no programa Esportes Show do Portal Terra, como produtor, repórter e editor, ao lado do jornalista Wanderley Nogueira. Paralelamente, trabalhou, como pauteiro, repórter e editor de textos na TV Record (SP), entre janeiro de 2004 e setembro de 2006, e cobriu férias na equipe de reportagem da TV Gazeta, em julho de 2005. Desde janeiro de 2007, é funcionário da ESPN Brasil (SP), onde entrou como editor de textos, faz reportagens e, desde abril de 2007, atua como plantão esportivo da rádio Estadão ESPN.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://esporteempauta.com.br/memoria/meu-momento-olimpico-inesquecivel-medalhinha-dificil-de-sair/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meu momento olímpico inesquecível: a primeira vez a gente nunca esquece</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/memoria/meu-momento-olimpico-inesquecivel-a-primeira-vez-a-gente-nunca-esquece</link>
		<comments>https://esporteempauta.com.br/memoria/meu-momento-olimpico-inesquecivel-a-primeira-vez-a-gente-nunca-esquece#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thiago Blum]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[momento inesquecível]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=2651</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Memória" title="Memória" /><br/>Quando o diretor de jornalismo abriu a lista, fiquei em choque... pra não dizer em pânico. Foi quando soube que faria parte do quarteto que iria acompanhar a seleção brasileira de futebol. Justo futebol? O que pra mim sempre foi um 'sub-esporte olímpico ?' Vou pra Miami e não Atlanta? Dane-se ! Era Olimpíada ! Não importa o endereço]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Memória" title="Memória" /><br/><p>O título deste texto não podia ser mais óbvio, mas quando o assunto é a chegada ao auge, quase obrigatório.</p>
<div>
<p>Sonhar em estar numa Olimpíada não é privilégio de atletas.</p>
</div>
<div>
<p>Minha primeira lembrança do maior evento esportivo do planeta aconteceu há 32 anos.</p>
</div>
<div>
<p>Me via lá, ao lado do mosaico do mascote Misha, que encantou o mundo direto de Moscou, quando as transmissões ao vivo começavam a deixar de engatinhar.</p>
</div>
<div>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2659" title="Captura de tela 2012-04-25 às 11.48.59" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-tela-2012-04-25-às-11.48.591.png" alt="" width="159" height="250" />Quatro anos passaram, e o troco soviético ao boicote, tirou boa parte do brilho dos jogos de Los Angeles.</p>
</div>
<div>
<p>Em Seul 88, os prazeres da adolescência desviaram o foco. O esporte corria forte em minhas veias, mas outras ofertas ocupavam a cabeça.</p>
</div>
<div>
<p>Quando os quatro cantos do globo se voltaram pra Barcelona, eu gozava dos primeiros meses de estágio.</p>
</div>
<div>
<p>Jornalismo ! Era o caminho mais curto pro atleta frustrado alcançar a medalha sonhada. O alto do pódio.</p>
</div>
<div>
<p>Dividia o atendimento aos ouvintes da Rádio Cultura AM de São Paulo, com os jornais. Mergulhava fundo nas notícias. E vibrava com a formação do timaço de José Roberto Guimarães, que ganhou o primeiro ouro olímpico coletivo para o Brasil.</p>
</div>
<div>
<p>Para muitos, a capital da Catalunha sediava a maior Olimpíada de todos os tempos.</p>
</div>
<div>
<p>O destino se traçava.</p>
</div>
<div>
<p>O aprendizado das ondas do rádio me lançou para a televisão.</p>
</div>
<div>
<p>Conhecer pessoas certas era a ponte. Ser eficiente e profissional, o caminho.</p>
</div>
<div>
<p>Depois de um ano, a contratação, num canal esportivo.</p>
</div>
<div>
<p>As TVs por assinatura eram a novidade, e quem estivesse no lugar certo, seria tragado.</p>
</div>
<div>
<p>Fui&#8230;</p>
</div>
<div>
<p>Aos 24 anos, começava o trabalho que para muitos, inclusive eu mesmo, era uma diversão.</p>
</div>
<div>
<p>1995 passou voando&#8230; e em 96, os Estados Unidos receberiam mais uma vez a elite do esporte mundial.</p>
</div>
<div>
<p>A ESPN Brasil, prestes a completar um ano de vida, não podia ficar de fora, E lógico, não ficou.</p>
</div>
<div>
<p>Os meses que antecederam a escolha dos menos de 10 funcionários que iriam para Atlanta, movimentaram a redação. Afinal de contas, grande parte da equipe era de garotos. &#8216;Focas&#8217; que chegaram ali pelos motivos que eu conhecia tão bem.</p>
</div>
<div>
<p>Quando o diretor de jornalismo abriu a lista, fiquei em choque&#8230; pra não dizer em pânico.</p>
</div>
<div>
<p>E uma pergunta não me abandonava: &#8216;Será que um ano e meio de treinos seria suficiente para vencer ?&#8217;</p>
</div>
<div>
<p>Foi quando soube que faria parte do quarteto que iria acompanhar a seleção brasileira de futebol.</p>
</div>
<div>
<p>Justo futebol ? O que pra mim sempre foi um &#8216;sub-esporte olímpico ?&#8217; Vou pra Miami e não Atlanta ?</p>
</div>
<div>
<p>Questões&#8230; questões&#8230; questões&#8230;</p>
</div>
<div>
<p>Dane-se ! Era Olimpíada ! Não importa o endereço. Não importa que não vai ver a natação, o atletismo ou o judô.</p>
</div>
<div>
<p>A estreia tem local e data marcados ! Com apenas 25 anos !</p>
</div>
<div>
<p>Ao chegar na Flórida, sobravam desafios na minha primeira cobertura da seleção. Sem credenciais oficias, o acesso aos jogadores era limitado. Encontrar e falar com Aldair, Rivaldo, Bebeto, o ainda não fenômeno mas já famoso Ronaldo, Juninho Paulista e outros, era loteria.Para assistir as partidas, precisamos comprar ingressos comuns. A estrutura era pequena. Dependíamos de favores. E de quebra, convivia com problemas internos na equipe.</p>
</div>
<div>
<p>Os dias passavam rápido: derrota para o Japão na estreia esquentou o clima no time de Zagallo. Mas vieram vitórias contra Hungria e Nigéria, e a classificação para as quartas de final. A obrigação pelo ouro inédito, fez o país acompanhar ainda mais de perto a campanha. Expectativa que cresceu ainda mais depois da goleada contra Gana.</p>
</div>
<div>
<p>A briga por medalha fez time e jornalistas mudarem de endereço. As finais aconteceriam em Athens, na Geórgia.<img class="alignright  wp-image-2661" title="nigeria" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/nigeria.jpg" alt="" width="210" height="210" /></p>
</div>
<div>
<p>Apesar de estarmos no Estado de Atlanta, mantivemos distância além do regulamentar da capital oficial dos jogos.</p>
</div>
<div>
<p>Naquela altura já estava absolutamente possuído pela competição. E pouco preocupado em ter que acompanhar apenas de longe as braçadas de Gustavo Borges, as bandejas de Hortência e Paula, e a arrancada fulminante que nos deu o bronze no revezamento.</p>
</div>
<div>
<p>Brasil e Nigéria de novo. Faltavam dois passos para o título.</p>
</div>
<div>
<p>Ingressos na mão. Posição no meio da torcida&#8230;</p>
</div>
<div>
<p>O time ia bem&#8230; mas veio a prorrogação com morte súbita&#8230;</p>
</div>
<div>
<p>Todos conhecem o desfecho: gol de Kanu&#8230; 4&#215;3&#8230; e os africanos na final.</p>
</div>
<div>
<p>Naquela quarta-feira não vimos nem ouvimos os jogadores. A missão era outra: acompanhar o batuque e a festa negra em verde e branco. Festa que terminou em título cinco dias depois.</p>
</div>
<div>
<p>Para o Brasil ficou o bronze nada festejado, e sem aparição no pódio.</p>
</div>
<div>
<p>Foram 22 dias pro resto da vida.</p>
</div>
<div>
<p>Não há dúvida: A PRIMEIRA VEZ A GENTE NUNCA ESQUECE</p>
<p><strong>Thiago Blum</strong> começou na TV Cultura e está na ESPN Brasil desde o início do canal. Hoje é editor chefe do Sportscenter primeira edição. Participou da cobertura das Olimpíadas de 1996, 2000 e 2004 e estará em Londres nesse ano. Cobriu também as Copas do Mundo de 1998, 2002, 2006 e 2010.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://esporteempauta.com.br/memoria/meu-momento-olimpico-inesquecivel-a-primeira-vez-a-gente-nunca-esquece/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
