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	<title>Esporte em Pauta &#187; Ginástica de trampolim</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Ginástica de trampolim</title>
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		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
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		<title>Ginástica brasileira até o final do ano</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/ginastica-artistica/ginastica-brasileira-ate-o-final-do-ano</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 17:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ginástica Artística]]></category>
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		<category><![CDATA[Ginástica Rítmica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>As três modalidades de ginástica - artística, rítmica e trampolim - já iniciaram a preparação para o novo ciclo olímpico. Na  ginástica rítmica e de trampolim, não tivemos representantes em Londres, enquanto na artística o Brasil conquistou uma inédita medalha com Arthur Zanetti, ouro nas argolas, e fez mais uma final, com Sergio Sasaki (no feminino, as brasileiras não foram bem e não tivemos nenhuma representante nas finais). 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>As três modalidades de ginástica &#8211; artística, rítmica e trampolim &#8211; já iniciaram a preparação para o novo ciclo olímpico. Na  ginástica rítmica e de trampolim, não tivemos representantes em Londres, enquanto na artística o Brasil conquistou uma inédita medalha com Arthur Zanetti, ouro nas argolas, e fez mais uma final, com Sergio Sasaki (no feminino, as brasileiras não foram bem e não tivemos nenhuma representante nas finais).</p>
<p>Na ginástica de trampolim, os principais eventos são as etapas da Copa do Mundo de 2012. No final de semana aconteceu a etapa de Loule, Portugal, com participação de quatro atletas brasileiros, além da participação do Minas Tênis Clube na competição interclubes. No trampolim individual, Joana Perez teve o melhor resultado brasileiro, terminando em 20o. Camilla Gomes foi 33a na mesma prova, e na masculina Rafael Andrade foi 27o e Calros Ramirez Pala, 30o. A próxima etapa acontece em Sófia, Bulgária, nos dias 5 e 6 de outubro. Um sulamericano estava previsto para esta semana, em Minas Gerais, mas foi cancelado. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/GR.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7938" title="GR" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/GR-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Na ginástica rítmica, o principal evento é o Sulamericano, que acontece na Colômbia do dia 19 a 24 de setembro. Até o final do ano, acontece ainda o Brasileiro da modalidade, a ser disputado em Manaus. Entre as categorias de base, aconteceu o Pan-Americano Juvenil no primeiro final de semana de setembro, em Córdoba (Argentina). A seleção de conjunto conquistou a medalha de prata por equipe e a seleção individual conquistou duas medalhas no individual geral, com Andressa Wendel (prata, subindo ao pódio nos quatro elementos que compõem a nota final: ouro no arco e na bola, prata nas maças e fitas) e Mayra Siñeriz (bronze).</p>
<p>Na ginástica artística, teremos os Brasileiros das categorias de base &#8211; o próximo é o Juvenil, que acontece a partir de quinta-feira no Rio Grande do Sul &#8211; e a última etapa do Circuito Caixa, em Sergipe. Acontecem ainda os Sulamericanos adulto e infanto-juvenil. Nas seleções adultas, Daiane dos Santos se aposentou, Daniele Hypólito terá 32 anos em 2016 e Jade Barbosa precisa resolver os conflitos com a Confederação para voltar a defender o Brasil. Uma opinião sobre o ciclo feminino encerrado em Londres você encontra <a href="http://esporteempauta.com.br/ginastica-artistica/opiniao-brasil-termina-sua-participacao-na-ginastica-artistica-feminina-em-londres">aqui</a>. Na nova geração, o principal nome é Rebeca Andrade, a melhor juvenil do país hoje.</p>
<p>No masculino, Arthur Zanetti e Sérgio Sasaki tem tudo para continuar brilhando nos próximos quatro anos, e um nome que deve começar a despontar é Arthur Mariano. Diego Hypólito terá 30 anos no Rio, e ainda é prematuro saber como estará nos próximos quatro anos. Ele passou em agosto pela sua sétima cirurgia e continua lutando contra lesões, mas é muito bom tecnicamente e não há como duvidar dele.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Seleção brasileira de ginástica de trampolim começa novo ciclo olímpico em Portugal</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/selecao-brasileira-de-ginastica-de-trampolim-comeca-novo-ciclo-olimpico-em-portugal</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2012 14:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Começa amanhã a quarta etapa da Copa do Mundo de Trampolim, em Loulé, Portugal. O Brasil estará presente com quatro atletas da seleção. Modalidade que nunca teve representante brasileiro em Olimpíadas, a ginástica de trampolim segue com dificuldade de fazer bons resultados em grandes competições]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Começa amanhã (6) a quarta etapa da Copa do Mundo de Trampolim, em Loulé, Portugal. O Brasil estará presente com quatro atletas da seleção, comandados pela treinadora Tatiana Figueiredo. Modalidade que nunca teve representante brasileiro em Olimpíadas, a ginástica de trampolim segue com dificuldade de fazer bons resultados em grandes competições, mas nota-se uma evolução.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/rafael.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7854" title="rafael" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/rafael-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Ano passado, Rafael Andrade (que estará na Copa do Mundo de Portugal) foi prata no PAN, e Giovanna Bastos conquistou o bronze na edição de 2007. A mesma atleta conseguiu um resultado histórico para o Brasil na Copa do Mundo do Japão, terminando em terceiro. Giovanna participou ainda do Pré Olímpico este ano, mas terminou em 13o e não conseguiu uma das cinco vagas para Londres.</p>
<p>Nas duas etapas da Copa do Mundo deste ano que tiveram presença de brasileiros, na Espanha e na Suiça, Camilla Gomes e Giovanna Bastos ficaram entre a 25a e 31a colocação. Entre os homens, o destaque foi para Carlos Ramirez, campeão brasileiro, que foi 11o na Espanha, e 41o na Suiça. Rafael Andrade, vice campeão brasileiro, foi 23o e 42o.</p>
<p>Em Portugal, o país será representado pro Camilla Gomes e Joana Perez no feminino, e Carlos Ramirez e Rafael Andrade no masculino. Junto com a Copa do Mundo acontecerá a competição interclubes, com presença de cinco atletas brasileiros do Minas Tênis Clube. Um dos clubes que mais investe na modalidade no país, o Minas levou seus atletas para uma semana em Lisboa fazendo intercâmbio de treinamento.</p>
<p>O Brasil sediaria o Sulamericano de Trampolim a partir da próxima semana, em Minas Gerais, mas a competição, que seria inédita, foi cancelada.</p>
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		<title>O que esperar da ginástica de trampolim nas Olimpíadas?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 14:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ginástica de trampolim]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Moskalenko]]></category>
		<category><![CDATA[preview londres-2012]]></category>
		<category><![CDATA[rumo a londres]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Olímpica desde a edição de 2000 em Sidney, a ginástica de trampolim tem vivido sob hegemonia chinesa desde a última edição dos Jogos, quando os anfitriões levaram os dois ouros em disputa. Nos três mundiais de lá para cá, a China também levou todos os ouros disputados, e os principais adversários devem ser o Japão no masculino e Canadá no feminino. O Brasil não terá representantes na modalidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Olímpica desde a edição de 2000 em Sidney, a ginástica de trampolim tem vivido sob hegemonia chinesa desde a última edição dos Jogos, quando os anfitriões levaram os dois ouros em disputa. Nos três mundiais de lá para cá, a China também levou todos os ouros disputados.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4088" title="trampolim" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/trampolim.jpg" alt="" width="271" height="186" />Mas nem sempre foi assim. Em Sidney, quem venceu as duas provas foi a Rússia, mas o país decaiu muito na modalidade na última década. O Canadá, que levou dois bronzes na primeira edição e duas pratas na última, permanece forte, principalmente no feminino. Já no masculino, quem polariza com a China é o Japão, que ainda não possui medalhas olímpicas na modalidade.</p>
<p>Em Londres, serão 16 competidores para cada gênero, que já foram definidos pelo último Mundial e pelo Evento Teste, realizado em janeiro. O Brasil não terá representantes na modalidade. A competição deve ser mais uma vez polarizada pelos chineses, e a briga interna no país para definir quem fica com as duas vagas deve ser muito dura (Lu Chunlong, Dong Dong e Ye Shuai são os favoritos). O mesmo vale para o feminino,com He Wenna, Li Dan e Huang Shanshan; e as chinesas devem ficar de olho na canadense Rosannah MacLennan, que vem subindo ao pódio nas principais competições e pode incomodar as asiáticas, conquistando o primeiro ouro do Canadá no esporte.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong>:</p>
<p>- O primeiro campeão olímpico, Alexander Moskalenko, já havia se aposentado da modalidade quando ela foi incluída no programa olímpico. Ele perdeu 24kg para participar dos Jogos, e venceu a competição.</p>
<p>- A nota é composta por dois tipos de rotina: uma compulsória e outra livre. A primeira deve ser feita em ordem pré-determinada, enquanto a segunda é mais livre, mas deve conter dez habilidades reconhecidas</p>
<p><strong>Quando</strong>: 3 (masculino) e 4 de agosto (feminino)<strong><br />
Onde: </strong>North Greenwich Arena<strong><br />
Provas</strong>: Trampolim feminino e masculino<br />
<strong>Em Pequim</strong>: China levou o ouro nas duas disputas e Canadá ficou com as duas pratas<br />
<strong>Brasil na modalidade</strong>: sem participação em Londres</p>
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		<title>Alexander Moskalenko perde 24kg para levar primeiro ouro olímpico da ginástica de trampolim</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 14:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ginástica de trampolim]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Moskalenko]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Memória" title="Memória" /><br/>Quando a ginástica de trampolim foi incluída no programa olímpico de Sidney-200, em 1997, o russo Alexander Moskalenko já tinha parado de competir há um ano. Maior nome da modalidade na época, ele havia vencido o campeonato mundial da categoria três vezes, em 1990, 1992 e 1994. Para voltar ao esporte disposto a levar o primeiro ouro olímpico da modalidade, precisou perder 24kg
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Memória" title="Memória" /><br/><p>Quando a ginástica de trampolim foi incluída no programa olímpico de Sidney-200, em 1997, o russo Alexander Moskalenko já tinha parado de competir há um ano. Maior nome da modalidade, ele havia vencido o campeonato mundial da categoria três vezes, em 1990, 1992 e 1994, tendo surgido no cenário da ginástica de trampolim em 1989, com sua vitória no Europeu aos 20 anos, derrotando os principais favoritos.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4091" title="alexander" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/alexander.jpg" alt="" width="182" height="277" />Moskalenko já havia parado de competir após se sagrar bicampeão mundial em 1992, sem motivação para continuar. Voltou para a disputa do Mundial de 1994. Com a inclusão da modalidade em que era consagrado nas Olimpíadas, não tinha como ser diferente: voltou, disposto a levar o primeiro ouro da história do trampolim. No entanto, havia maiores impeditivos à frente. Ele já teria 30 anos em Sidney e estava muito acima do peso.</p>
<p>Moskalenko perdeu 24kg, voltou à melhor forma, e no Mundial de 1999 venceu, mostrando que chegaria às Olimpíadas como favorito ao ouro. Ainda assim, ele chegou a Sidney sob muito ceticismo, próximo de completar 31 anos, idade avançada para a modalidade. Na final, uma apresentação impecável e a vitória por 2.40 pontos.</p>
<p>Moskalenko continou competindo, venceu o Mundial no ano seguinte, e só perdeu a competição pela primeira vez em 2003, pelo critério de desempate, após fazer a mesma pontuação do campeão. Perto de completar 35 anos, fez sua despedida de grandes competição em Atenas-2004, onde conquistou a medalha de prata e se consagrou como o maior atleta de trampolim até hoje.</p>
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