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	<title>Esporte em Pauta &#187; Rumo a Londres</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Rumo a Londres</title>
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		<title>O que esperar do ciclismo pista nas Olimpíadas?</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2012 18:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Principal modalidade da anfitriã dos Jogos, que levou sete dos dez ouros disputados em Pequim-2008, o ciclismo pista será disputado a partir de 2 de agosto e distribuirá dez ouros. A principal adversária da Grã Bretanha deve ser a seleção australiana, que cresceu muito no último ciclo olímpico. O Brasil não terá representantes na modalidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O ciclismo pista é a principal modalidade da anfitriã dos Jogos, Grã Bretanha, que levou sete dos dez ouros disputados em Pequim-2008. A principal adversária deve ser a seleção australiana, que saiu de Pequim com apenas uma prata mas cresceu muito no último ciclo olímpico.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3998" title="ciclismo-pista" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/ciclismo-pista-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" />Considerando apenas as provas olímpicas nos últimos quatro Mundiais (há 19 provas disputadas em Mundiais e apenas 10 nas Olimpíadas), a Austrália teve um desempenho melhor, com 15 ouros neste ciclo, contra 11 da Grã Bretanha. Além dos dois, as maiores potências da modalidade são os países europeus, com destaque para França e Alemanha, e há países com desempenho de destaque em provas específicas, como o Canadá no omnium feminino, incluído no programa a partir de Londres, e a França que tem um grande nome no velocidade individual masculino.</p>
<p><strong>Para ficar de olho</strong><br />
O grande nome de Pequim foi <a href="http://esporteempauta.com.br/?p=3993">Chris Hoy, britânico que levou três ouros em Pequim</a> e é esperança do país para repetir o feito. Ele não venceu a prova de velocidade individual em nenhum dos Mundiais deste ciclo, mas levou o keirin em duas ocasiões e costuma dizer que o foco são as Olimpíadas. Outra disputa muito esperada será entre Anna Mearers e Victoria Pendleton na velocidade individual. <a href="http://esporteempauta.com.br/?p=3994">Rivais dentro da pista e com uma relação de animosidade fora dela</a>, as duas tem se revezado na primeira colocação nas principais competições deste ciclo olímpico.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong><br />
- O ciclismo pista deu à Argentina uma das duas medalhas de ouro dos Jogos de Pequim. Foi na prova de Madison, com Juan Esteban Curucher e Walter Fernando Perez. A prova saiu do programa olímpico e não será disputada em Londres.<br />
- Dentre as quatro modalidades de ciclismo olímpicas (BMX, estrada, mountain bike e pista), a pista é a mais fraca no Brasil hoje, com poucas competições nacionais e nenhum atleta conseguindo chegar perto da classificação para Londres</p>
<p><strong>Quando</strong>:2 a 7 de agosto<strong><img class="alignright size-medium wp-image-3999" title="velodromo" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/velodromo-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /><br />
Onde: </strong>Olympic Park &#8211; Velódromo<strong><br />
Provas</strong>: 10: Velocidade individual, velocidade por equipes, keirin, Perseguição por equipes e Omnium (soma dos pontos das provas: velocidade 250m, pontos, eliminação, perseguição, scratch e 500m contra o relógio), todos no feminino e masculino<br />
<strong>Em Pequim</strong>: Grã Bretanha venceu o quadro de medalhas, com sete ouros e doze medalhas no total<br />
<strong>Brasil no ciclismo pista</strong>: sem participação</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>100 costas: baixar de 1&#8217;00 não deverá ser suficiente para fazer final olímpica</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 18:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Natação]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Rumo a Londres]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Há dez anos, a norte-americana Natalie Coughlin bateu um recorde mundial histórico e se tornou a primeira mulher a nadar o 100 costas abaixo de 1'00. Em Londres, nadar para 59" não garantirá ninguém na final - ano passado, já sem os trajes tecnológicos, doze mulheres nadaram abaixo de um minuto. Para levar o ouro, provavelmente será necessário nadar para 58"]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Em 2002, Natalie Coughlin fez história ao se tornar a primeira mulher a nadar abaixo de 1&#8217;00 no 100 costas em piscina longa, nadando para 59&#8243;58 em competição nos EUA. Na época com 19 anos, Coughlin quebrava um recorde mundial que já durava desde 1994. A nadadora  venceu a prova nas Olimpíadas de 2004 mas o recorde permaneceu, sendo batido apenas no Mundial de Melbourne, pela mesma Coughlin, com 59&#8221;44.</p>
<div id="attachment_2081" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-2081" title="coughlin-react" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/coughlin-react-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Coughlin aos 19 anos, quando bateu o histórico recorde mundial</p></div>
<p>Coughlin foi também a primeira a baixar dos 59&#8221;, nadando para 58&#8221;97 nos Trials de 2008 &#8211; nas Olimpíadas, ela conseguiria o bi olímpico com um centésimo abaixo desse tempo, mas na época insuficiente para bater o recorde mundial, que Kirsty Coventry havia batido um dia antes na semifinal (58&#8221;77).</p>
<p>Desde então, outras nadadadoras passaram a nadar abaixo de 1&#8217;00. Com a farra dos trajes, o recorde mundial chegou a 58&#8221;12, batido pela britânica Gemma Spoforth em Roma, e 26 atletas já nadaram abaixo de 1&#8217;00. Tomando por referência o ano passado, quando os trajes já estavam abolidos, 13 nadadoras fizeram abaixo de 1&#8217;00, o melhor tempo indo para Jing Zhao com 59&#8221;05, quando venceu o campeonato Mundial em Shangai.</p>
<p>Este ano, já foram oito nadadoras fazendo abaixo de 1&#8217;00 &#8211; e Coughlin não consta na lista (seu melhor em 2012 foi 1&#8217;00&#8221;81 no GP de Columbus).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2080" title="Captura de tela 2012-04-05 às 14.19.57" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-tela-2012-04-05-às-14.19.57.png" alt="" width="467" height="222" /></p>
<p>Em Pequim, foi necessário nadar para 1&#8217;00&#8221;19 para chegar à final, um tempo já muito forte. Pelos resultados que vem sendo apresentados este ano, para se garantir na final olímpica em Londres as nadadoras devem ter que nadar para algo próximo a 59&#8221;8 ou talvez 59&#8221;7 &#8211; nadar abaixo de 1&#8217;00 não garante mais ninguém na final.</p>
<p>Para vencer, é quase certo que será necessário nadar para baixo de 59&#8221;. A japonesa Aya Terakawa nadou para 59&#8221;10 ontem, pulando para o topo do ranking no ano e o terceiro melhor tempo da história sem trajes. Quem não figura na lista e é uma forte candidata à final e medalha olímpica é Zhao Jing, que tem o melhor tempo da história sem trajes, com o 58&#8221;94 que fez em 2010. Ela foi quinta no Campeonato Chinês na prova ontem, mas ainda tem chances de ir para as Olimpíadas uma vez que a competição não é a única seletiva do país para compor o time.</p>
<p>Um pouco atrás mas sempre uma forte concorrente, temos a nadadora do Zimbábue Kirsty Coventry, prata na prova em Atenas e Pequim, ocasiões em que  foi medalha de ouro no 200 costas, sua especialidade. A nadadora ainda foi prata no Mundial de Melbourne e ouro em Roma, no 200 costas, mas ano passado nadou mal e ficou inclusive fora das finais em Shangai. Este ano, voltou para os EUA para treinar mas semana passada teve um susto ao deslocar o joelho depois de uma corrida. Ela afirmou que está em boas mãos e deve voltar logo aos treinos visando o tri em Londres &#8211; estima-se três semanas de recuperação.</p>
<p>Coughlin em 2007, batendo seu recorde mundial no 100 costas que já durava cinco anos:</p>
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