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	<title>Esporte em Pauta &#187; Triathlon</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Triathlon</title>
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		<title>Medalhistas olímpicos levam título do Circuito Mundial; Pâmella é 15ª na Grande Final</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 14:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Triathlon]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Segunda competição mais importante do ano no triatlo, depois das Olimpíadas, a Grande Final do Circuito Mundial teve reedição das disputas olímpicas. Em Auckland, Jonathan Brownlee, bronze em Londres, e Lisa Norden, vice campeã olímpica, garantiram o título após a última etapa. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Segunda competição mais importante do ano no triatlo, depois das Olimpíadas, a Grande Final do Circuito Mundial teve reedição das disputas olímpicas. Em Auckland, os melhores do mundo competiram na última etapa para fechar o Mundial da temporada. Jonathan Brownlee, bronze em Londres, e Lisa Norden, vice campeã olímpica, garantiram o título Mundial após a última etapa. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Captura-de-Tela-2012-10-22-às-12.10.43.png"><img class="alignright size-medium wp-image-8497" title="Captura de Tela 2012-10-22 às 12.10.43" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Captura-de-Tela-2012-10-22-às-12.10.43-208x300.png" alt="" width="208" height="300" /></a></p>
<p>No masculino, <a href="http://esporteempauta.com.br/londres/muitos-motivos-para-parar-so-uma-para-continuar">o espanhol Javier Gomez</a> travou bela disputa com Jonathan Brownlee, britânico que foi bronze nas Olimpíadas. Na ocasião, a disputa de Gomez foi contra o irmão de Jonathan, Alistair, que sagrou-se campeão olímpico.</p>
<p>Dessa vez, Gomez levou a melhor no sprint final e venceu a prova por dois segundos, mas não conseguiu evitar o título mundial de Brownlee. Gomez foi segundo no ranking final, e o russo <a href="http://www.triathlon.org/athletes/profile/dmitry_polyanskiy/">Dmitry Polyanskiy</a> terminou em terceiro.  Com o título de Jonathan, ele se torna o terceiro homem a ganhar a prova de elite e também a prova sub-23, depois de Alistair e Gomez &#8211; os três vem dominando a modalidade nos últimos anos.</p>
<p>No feminino, a vitória da Grande Final ficou com Anne Haug, da Alemanha, que terminou em segundo no Circuito. A norte-americana Gwen Jorgensen foi segunda, enquanto Barbara Riveros Diaz, do Chile, foi terceira. Em quarto, a vice campeã olímpica Lisa Norden garantiu o título do Circuito. Andre Hewitt, uma das favoritas ao título olímpico mas que acabou em sexto em Londres, ficou com o bronze do Circuito.</p>
<p><strong>Brasileiros</strong><br />
Pamella Oliveira ficou em 15º. Mais uma vez, ela se destacou na natação, saindo em quinto da água. Nadadora nas categorias de base, a natação é a parte mais forte de sua prova. Apesar de ter melhorado muito sua corrida, novamente fazendo os 10km na casa de 36’’, essa continua sendo a parte mais fraca de sua prova comparada às demais &#8211; as nove primeiras na prova fizeram abaixo de 35’’30. Ela terminou o Circuito em 28o.</p>
<p>No masculino, Bruno Matheus foi 27º e terminou o Circuito em 79. O melhor brasileiro foi Reinaldo Colucci, em 68o. Ele não disputou a Grand Final.</p>
<div></div>
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		<title>Muitos motivos para parar, só um para continuar</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 15:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Triathlon]]></category>
		<category><![CDATA[javier gomez]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Mesmo sem licença, o espanhol competiu na França, vencendo todas as seis etapas, e continuava trabalhando para recuperar a licença, o que conseguiu em 2006. No mesmo ano, ele se tornaria o primeiro espanhol a ganhar a Copa do Mundo da modalidade, e em 2007 já era o líder do ranking mundial. Finalmente, em 2008, Gomez conseguiu defender a Espanha nas Olimpíadas pela primeira vez. Era favorito, credenciado por um título mundial. Mas Gomez foi quarto, ultrapassado perto do final da corrida]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Javier Gomez estava cansado de apenas jogar bola, e gostava de nadar. Mas também se sentia bem pedalando e correndo. Por que, necessariamente, precisava escolher? O espanhol tinha 15 anos quando conheceu o triathlon, em 1998, modalidade que na época nem constava no programa olímpico, incluída dois anos depois. Passaram-se 14 anos, três edições olímpicas, uma quarta colocação em Pequim e duas licenças para competir cassadas por problemas cardíacos para que ele chegasse ao pódio olímpico, na manhã dessa terça-feira, em Londres.</p>
<p>Filho de pais espanhóis, Gomez nasceu na Suiça e voltou à Espanha com três meses <img class="alignright size-medium wp-image-6769" title="Captura de Tela 2012-08-07 às 11.58.40" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Captura-de-Tela-2012-08-07-às-11.58.40-300x280.png" alt="" width="300" height="280" />de vida, em 1983. Aos 16 anos, foi detectada uma anomalia cardíaca, embora Gomez não concordasse com a avaliação. O espanhol teve sua licença cassada e foi proibido de competir em 1999.</p>
<p>Mas Gomez não parou.</p>
<p>Os médicos consultados por Gomez tinham uma visão diferente. Demorou quatro anos até que, com a ajuda de um físico britânico, ele recuperou sua licença, em novembro de 2003. Três semanas depois, venceu o Mundial sub-23 e decidiu treinar para as Olimpíadas de Atenas. Mesmo em grande fase, uma decisão do diretor técnico da Federação Espanhola de Triathlon o tiraria dos Jogos. Na ocasião, viu seu compatriota Ivan Raña bater na trave, terminando em quarto lugar nas Olimpíadas. No início do novo ciclo olímpico, em 2005, Gomez veria sua licença ser revogada mais uma vez. Como disse o <a href="http://deportes.elpais.com/deportes/2012/08/07/juegos_olimpicos/1344340804_351809.html">El Pais hoje, de brilhante revelação, ele passou a louco</a>.</p>
<p>Mas Gomez não parou.</p>
<p>Mesmo sem licença, o espanhol competiu na França, vencendo todas as seis etapas, e continuava trabalhando para recuperar a licença, o que conseguiu em 2006. No mesmo ano, ele se tornaria o primeiro espanhol a ganhar a Copa do Mundo da modalidade, e em 2007 já era o líder do ranking mundial e olímpico. Finalmente, em 2008, Gomez conseguiu defender a Espanha nas Olimpíadas. Era favorito, credenciado por um título mundial.</p>
<p>Mas Gomez foi quarto, ultrapassado perto do final da corrida.</p>
<p>E não parou.</p>
<p>A partir de 2009, Gomez reinou no ciclo olímpico, juntamente com Alistair Brownlee. O primeiro ano não foi fácil: Gomez mudou de técnico, conviveu com a continuidade de uma lesão que o tirou dos treinos por seis meses no final de 2008. Em 2010, venceu novamente o Mundial de Triathlon, e ano passado foi bronze na competição, a principal da modalidade &#8211;  depois dos Jogos Olímpicos.</p>
<p>Em seu site oficial, a biografia termina com a frase:  “Pero por encima de todos sus éxitos deportivos, lo más importante, Javi actualmente disfruta del triatlón y persigue el sueño de conseguir una medalla en Los Juegos Olímpicos de Londres 2012”. ["Mas o mais importante, Javi hoje se diverte com o triathlon, e persegue o sonho de conseguir uma medalha nos Jogos Olímpicos de Londres 2012"]</p>
<p>Em algumas horas, a equipe de Gomez poderá atualizar a página e dizer que o espanhol, aos 29 anos, alcançou o sonho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-6772" title="Captura de Tela 2012-08-07 às 11.53.28" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Captura-de-Tela-2012-08-07-às-11.53.281.png" alt="" width="533" height="445" /></p>
<p style="text-align: center;">\<img class="wp-image-6773 alignnone" title="chegada2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/chegada2.jpg" alt="" width="564" height="320" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6767" title="podio" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/podio.jpg" alt="" width="340" height="240" /></p>
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		<title>Alistair Brownle acaba com sina de favoritos no triatlhon e vence Olimpíadas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 13:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Desde 2000, quando o triatlhon foi incluído no programa olímpico, nunca um campeão mundial no ano anterior às Olimpíadas conseguiu vencer a competição. Alistair Brownle acabou com essa sina e venceu a prova da modalidade em Londres. O britânico dividiu pódio com seu irmão Jonathan, que foi terceiro, e o espanhol Gomez em segundo, depois de terminar em quarto em Pequim
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Desde 2000, quando o triatlhon foi incluído no programa olímpico, nunca um campeão mundial no ano anterior às Olimpíadas conseguiu vencer a competição. Na manhã desta terça-feira (7), Alistair Brownle acabou com essa sina e venceu a prova da modalidade em Londres depois de um ciclo olímpico impecável, ganhando os Mundiais de 2009 e 2011. Em casa, o britânico conquistou a primeiro medalha da Grã Bretanha na modalidade, já de ouro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6761" title="brownlee" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/brownlee.jpg" alt="" width="638" height="359" /></p>
<p>Por pouco não foi perfeito. Só não foi porque o irmão de Alistair, Jonathan Brownlee, tentou a prata e esteve sm , mas acabou cedendo para o espanhol Javier Gomez, acabando com o sonho dos irmãos de repetir a dobradinha do último Mundial. Brownlee ainda foi prejudicado por uma penalização de 15 segundos por ter saído da bicicleta muito cedo. Ele perdeu a prata por 20 segundos.</p>
<p>Gomez consegue com a prata colocar a Espanha pela primeira vez no pódio da modalidade, depois de duas quarta colocações em Atenas (Iván Raña) e Pequim (o próprio Gomez, que era então o favorito mas competiu lesiosado). Proibido de competir aos 17 anos por problemas cardíacos, Gomez tem uma bonita história de superação.</p>
<p>Um dos grandes nomes da modalidade, o canadense Simon Whitfield, campeão olímpico em 2000 e prata em Pequim, que caiu e foi forçado a abandonar a prova. O brasileiro Reinaldo Collucci foi 36o na prova, e Diego Sclebin 44o.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Triathlon feminino é decidido na fotografia; Pâmella cai e termina em 30º</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Aug 2012 13:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Triathlon]]></category>
		<category><![CDATA[pamella oliveira]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>A chegada foi tão apertada que foi necessário recorrer à fotografia para conseguir definir a campeã, tão coladas estavam Nicola Spirig, da Suiça, e Lisa Norden, da Suécia. Única brasileira na prova, Pâmella Oliveira estava no pelotão de liderança depois de sair em quarto da natação quando tomou um tombo na bicicleta e perdeu muitas posições; ela terminou a prova em 30º]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>A prova de triathon feminina, realizada na manhã deste sábado em Londres, foi decidida no detalhe. A chegada foi tão apertada que foi necessário recorrer à fotografia para conseguir definir a campeã, tão coladas estavam Nicola Spirig, da Suiça, e Lisa Norden, da Suécia. Pela foto, Spirig, terceira colocada no ranking mundial, foi declarada a campeã, e ambas aparecem no resultado oficial com o tempo final de 1:59:48:00. Na terceira colocação ficou Erin Densham, australiana e vice líder do ranking mundial, uma das favoritas ao ouro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6462" title="triathlon" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/triathlon.jpg" alt="" width="638" height="359" /></p>
<p>Única brasileira na prova, Pâmella Oliveira saiu da natação em quarto. Nadadora de destaque nas categorias de base, Pâmella tem na primeira parte seu forte mas evoluiu muito na parcial de ciclismo e na corrida durante este ciclo olímpico, em que treinou em Rio Maior, centro de excelência em Portugal. Pâmella continou bem no ciclismo, no pelotão de liderança, mas teve uma queda que a prejudicou ao longo da prova. Ela acabou a segunda parte da prova em 39º, e conseguiu se recuperar parcialmente na corrida, chegando em 30º. Sua última parcial foi de 36&#8243;, uma boa marca.</p>
<p>Outra que se prejudicou em função de um tombo foi uma das favoritas, a anfitriã Helen Jenkins, que estava no pelotão de liderança e acabou ficando em quinto.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6463" title="pamela_mao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/pamela_mao.jpg" alt="" width="619" height="464" /></p>
<p>&#8220;Depois que eu levantei eu estava com muitas dores, não consegui subir logo na bike, não consegui pedalar e imprimir força. Perdi o próximo pelotão que passou. Infelizmente acontece nas provas. Podia ter sido uma prova espetacular para mim, estava ali no grupo. Mas infelizmente aconteceu e agora é esperar mais quatro anos&#8221;, afirmou ao Terra. A triatleta ficou com a mão muito machucada após a prova. Ela ainda afirmou que nem cogitou não terminar a prova em respeito à sua preparação nos últimos quatro anos.</p>
<p>&#8220;Era minha primeira Olimpíada, e outra só daqui a quatro anos. Eu me preparei muito, treinei muito, e em respeito ao que eu fiz, eu não tive nem dúvida em não terminar a prova. Isso aqui depois melhora, graças a Deus não quebrei nada. É escoriação e dor muscular. Amanhã eu não ando, mas depois já melhora&#8221;, afirmou ao mesmo veículo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6464" title="chegada_pamela" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/chegada_pamela.jpg" alt="" width="619" height="464" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que esperar do triatlo nas Olimpíadas?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jul 2012 17:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Austrália e Grã Bretanha são os grandes nomes do triathlon mundial, introduzido no programa olímpico em 2000. No entanto, mesmo com o domínio nos campeonatos mundiais, nas Olimpíadas o equilíbrio é grande, e nenhum país até hoje tem mais de um ouro nos Jogos. O equilíbrio vale também pensando nos atletas individualmente, com as três edições mostrando resultados aparentemente surpreendentes - nunca um campeão mundial no ano anterior venceu os Jogos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Austrália e Grã Bretanha são os grandes nomes do tritahlon mundial, introduzido no programa olímpico em 2000. No entanto, mesmo com o domínio nos campeonatos mundiais (a Grã Bretanha tem nove ouros no masculino em 23 campeonatos disputados desde 1989, e a Austrália 14 no feminino), nas Olimpíadas o equilíbrio é grande. Nenhum país até hoje tem mais de um ouro nos Jogos. O equilíbrio vale também pensando nos atletas individualmente, com as três edições mostrando resultados aparentemente surpreendentes &#8211; nunca um campeão mundial no ano anterior venceu as Olimpíadas.</p>
<p>No masculino, os grandes nomes hoje são o espanhol Javier Gomez, campeão mundial em 2008 e 2010 e que desde <img class="alignright size-medium wp-image-4971" title="tri" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/tri-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />2007 subiu ao pódio em todos os mundiais que disputou, o britânico Alistair Brownlee, campeão mundial em 2009 e 2011, e seu irmão, Jonathan, vice na disputa no ano passado. Competindo em casa, os dois poderiam fazer uma  dobradinha, repetindo o que foi alcançado pela Nova Zelândia em 2004.</p>
<p>No feminino, Emma Muffat foi campeã mundial duas vezes neste ciclo (2009 e 2010) e tem um bronze olímpico em Pequim-2008. A atual líder do ranking mundial, Andrea Hewitt, vice campeã mundial em 2011, também é grande favorita ao ouro. Correndo em casa e atual campeã mundial, a terceira no ranking Helen Jenkins competirá para fazer a história, podendo se tornar a primeira britânica e vencer a modalidade nas Olimpíadas.</p>
<p><strong>Quando</strong>: 4 (feminino) e 7 (masculino) de agosto<strong><br />
Onde:</strong> Hyde Park<br />
<strong>Provas</strong>: Feminino e masculino<br />
<strong>Em Pequim</strong>: Austrália foi único país a ganhar duas medalhas, um ouro e um bronze, e Alemanha levou o outro ouro em disputa<br />
<strong>Brasil na modalidade</strong>: O Brasil será representado por <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/pamella-oliveira-fala-sobre-primeira-olimpiada-e-mudanca-para-triatlhon-renasci-como-atleta">Pâmella Oliveira</a> no feminino eDiogo Sclebin e Reinaldo Colucci no masculino</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pâmella Oliveira fala sobre primeira Olimpíada e mudança para triatlhon: &#8220;renasci como atleta&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2012 14:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Triathlon]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Cinco anos depois de trocar a natação pelo triatlhon, Pâmella é uma triatleta olímpica e medalhista de Panamericano. Ela reside em Rio Maior, Portugal, onde treina no centro de excelência dentro do projeto Rio Maior 2016 da CBtri. No domingo, ela embarca para Font Romeu, na França, para treinamento em altitude]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Pâmella Oliveira não estava nadando bem em 2007. Depois de ser prata no 800 livre no Open (brasileiro absoluto) um ano antes, foi mal na mesma prova no Maria Lenk, piorando 30 segundos. Foi nesse mesmo ano que ela descobriu o triatlhon. Se interessou pela modalidade e fez uma seletiva para o Centro de Treinamento de Vila Velha, idealizado e mantido pela Confederação Brasileira de Triathlon. &#8220;A mudança me fez muito bem e renasci como atleta&#8221;, disse Pâmella em entrevista exclusiva ao <strong>Esporte em Pauta</strong>.</p>
<div id="attachment_4164" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-4164" title="pamella" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/pamella-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/COB</p></div>
<p>Cinco anos depois, Pâmella é uma triatleta olímpica e medalhista de Panamericano. Ela reside em Rio Maior, Portugal, onde treina no <a href="http://www.desmor.pt/">centro de excelência</a> dentro do projeto Rio Maior 2016 da CBtri, que visa sobretudo as Olimpíadas de 2016. Com estrutura completa de piscina, pista de atletismo de tartan, alojamento, refeitório, filmagem subaquática, o Centro Desportivo Rio Maior é um dos melhores do mundo.</p>
<p>O técnico que comanda os sete atletas do Brasil lá é o português Sérgio Santos. &#8220;Gostei muito de como ele trabalha e me adaptei bem aos treinos dele&#8221;, falou Pâmella sobre o treinador. No pico de treinamento, o volume semanal chega a 30km de natação, 380km de ciclismo e 105km de corrida.</p>
<p>No domingo, ela embarca para Font Romeu, na França, para treinamento em altitude, repetindo o que havia feito para o PAN do ano passado. &#8220;De lá vou direto para Hamburgo fazer uma prova, volto pra Portugal, fico cá uma semana e depois vou pra Londres&#8221;. O passaporte foi carimbado depois de uma <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/fique-de-olho-pamella-oliveira-e-o-triathlon-brasileiro-feminino-em-londres">série de boas colocações em etapas da Copa do Mundo</a> (como a 2a colocação em Hutualco), somando pontos que alçaram a atleta no ranking mundial.</p>
<div>A prova olímpica de triathlon é composta por 1,5km de natação, 40km de ciclismo e 10km de corrida. &#8220;Ex-nadadora, nem preciso <img class="alignright size-medium wp-image-4165" title="Captura de Tela 2012-06-13 às 13.05.56" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/Captura-de-Tela-2012-06-13-às-13.05.56-118x300.png" alt="" width="118" height="300" />dizer que meu forte é a natação! E a corrida seria minha modalidade mais fraca, mas que consegui melhorar muito esse ano&#8221;, disse a triatleta, que comemorou muito quando conseguiu fechar a parcial da corrida em 36&#8242;. &#8220;Fiquei mesmo muito feliz com meus 36&#8242; e mais de uma vez. Pretendo trabalhar duro pra chegar aos 35&#8242; nas Olimpíadas&#8221;.Sobre o resultado em Londres, ela diz que seria maravilhoso melhorar a colocação brasileira. Até hoje, o melhor resultado na modalidade foi conquistado por Sandra Soldan, em 2000, na estreia do triatlhon, quando ficou em 11o lugar. &#8220;Com certeza penso nisso. Acredito ser possível se um pequeno grupo se dividir mais a frente e eu estar lá! Vou trabalhar para isso!&#8221;, afirma. &#8220;Seria minha prova perfeita. Um pequeno grupo se descolar a frente na natação, abrir mais um bocado na bike e sair com alguma vantagem para correr&#8221;.</p>
</div>
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		<title>Fique de olho: Pâmella Oliveira é o triathlon brasileiro feminino em Londres</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 19:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
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		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Triathlon]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Nadadora de destaque durante as categorias de base, Pâmella Oliveira vem mostrando evolução impressionante no triathlon, principalmente nos últimos meses, com um bronze no PAN e medalha em etapa da Copa do Mundo, garantindo sua evolução no ranking e a classificação olímpica. Em Londres, ela quer superar o melhor resultado do Brasil na história]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>O último final de semana marcou a definição de mais uma modalidade brasileira nas Olimpíadas, o triatlo. No feminino, teremos uma representante, Pâmella Oliveira; entre os homens, serão dois: Reinaldo Colucci e Diego Sclabin.</p>
<p><img class="alignleft  wp-image-3667" title="Captura de tela 2012-05-29 às 16.21.43" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Captura-de-tela-2012-05-29-às-16.21.43-300x251.png" alt="" width="240" height="201" />Pâmella tem mostrado uma evolução impressionante na modalidade. Nascida em 1987, ela começou na natação e tinha grande destaque nas piscinas nas categorias de base, nas provas de borboleta e de fundo. Em competições absolutas, chegou a subir ao pódio em diversas ocasiões, tanto no 100 borboleta como no 800 livre (vice no Open de 2006). Em 2007, ela foi convidada pela Confederação de Triatlo para a modalidade e a adaptação se mostrou satisfatória.</p>
<p>No último ciclo olímpico, Carla Moreno foi um dos principais nomes do Brasil entre as mulheres. Ela esteve presente nas duas últimas Olimpíadas, abandonando as provas nas duas ocasiões, e até o início deste ano seguia como a última classificada pelo ranking mundial. No entanto, a atleta abandonou a tentativa olímpica porque a CBtri não aprovou a programação da temporada da atleta. Ela não participou do PAN ano passado em função de lesão, e apresentou um planejamento feito com o técnico que foi reprovado pela entidade. Assim, ela deixou de participar de competições internacionais no final do ano passado, deixando de somar pontos no raking, e agora se dedica a outras provas do triatlhon.</p>
<p><strong>Evolução salta aos olhos</strong><br />
Paralelamente, Pâmella Oliveira foi crescendo. No PAN de Guadalajara, depois da lesão de Carla Moreno, Pâmella foi a representante do Brasil, conseguindo uma surpreendente medalha de bronze. De lá para cá, Pâmella cresceu muito, ficou em 14o e em 2o lugar  em duas etapas da Copa do Mundo &#8211; a prata foi um resultado histórico para o Brasil, começou bem a série mundial e subiu no ranking, garantindo a classificação com a 57a vaga sem nem precisar da etapa de Madrid da Copa do Mundo, que foi decisiva para algumas posições.</p>
<p>O que mais impressiona em Pâmella é a evolução que vem mostrando, com resultados muito consistentes nos últimos meses. <img class="size-medium wp-image-3668 alignright" title="Captura de tela 2012-05-29 às 16.26.49" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Captura-de-tela-2012-05-29-às-16.26.49-241x300.png" alt="" width="241" height="300" />Ela é uma das melhores do circuito na natação, e tem melhorado muito a corrida, conseguindo correr para 36 minutos (o percurso é de 1,5 km de natação, 40km de ciclismo e 10 km de corrida). Embalada pelo bom momento, já afirmou que busca a melhor colocação do Brasil na história. Para tanto, precisará superar o 11o lugar de Sandra Soldan em Sidney-2000, primeira edição dos Jogos em que a modalidade foi disputada.</p>
<p>Em seu antebraço direito, Pâmella tem tatuada a frase: &#8221;Derrota após derrota até a vitória final&#8221;. Muito raçuda durante as provas, ela diz que sabe que para chegar ao topo precisará cair várias vezes. Desde o início da semana ela está em Portugal, para dois meses de preparação até os Jogos, que incluem ainda um mês em altitude, em Font Romeu, França. A mesma preparação foi feita antes do PAN e da arrancada de Pâmella no ranking, e é atribuído pela atleta como um dos principais fatores para sua evolução.</p>
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		<title>Pamella Oliveira é prata na Copa do Mundo e fica mais próxima de Londres</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Triathlon]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Pâmella é a quarta triatleta da história do Brasil a subir ao pódio em uma etapa da Copa do Mundo. Após a prata, a triatleta aparece com a 47º de 55 vagas na última simulação de vagas olímpicas. A lista será fechada após próximas duas etapas do Circuito Mundial, com participação da brasileira. Pâmella saiu da água em segundo, terminou o ciclismo em quinto e comemorou muito a prata após 2h13min47s de prova]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>A triatleta Pâmella Oliveira conseguiu um ótimo resultado para o triatlhon brasileiro, ao ficar em segundo lugar na etapa de Huatulco da Copa doMundo de Triatlhon. Além de ser a quarta brasileira da história a subir ao pódio de uma Copa do Mundo, Pâmella ficou mais próxima da vaga olímpica após o resultado.</p>
<p>Pâmella, que foi nadadora durante as categorias de base e chegou a ser campeã brasileira na modalidade, saiu dos 1500 <img class="alignright size-medium wp-image-3122" title="pam_comemoracao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pam_comemoracao-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" />metros no mar em segundo lugar, e ultrapassou a líder da prova na transição para o ciclismo. Ela permaneceu no primeiro pelotão durante os 40km de ciclismo, e partiu para a corrida em quinto lugar. Flora Duffy, de Bermudas, disparou nos 10km de corrida e ficou com o primeiro lugar, com 2h13min17s, e Pâmella venceu a intensa disputa no segundo pelotão, ficando com a prata após 2h13min47s de prova, seis segundos a frente da terceira colocada, Claudia Rivas, que competia em casa.</p>
<p>A brasileira comemorou o resultado no twitter:  <strong>@Pami_Oliveira</strong> Obrigada a todos pela torcida e pelos parabéns.Esperava ir bem,mas pódio,foi mais que isso,foi espetacular! Muito FELIZ =)</p>
<p><strong>Rumo a Londres</strong><br />
Com a prata, Pâmella soma mais pontos para o ranking mundial, que distribuirá as últimas vagas olímpicas da modalidade. A lista será fechada após as etapa do Circuito Mundial de San Diego e Madrid, em 11 e 26 de maio, que terão presença da brasileira. Na última simulação, Pâmella aparece com a 47ª de 55 vagas</p>
<p>Entre os homens, Diego Sclebin foi 14º colocado. Ele deve ficar com a segunda vaga brasileira na modalidade para Londres &#8211; a primeira já é de Reinaldo Collucci, ouro no PAN de Guadalajara. Juraci Moreira foi 24º, Fábio Carvalho foi 27º e Bruno Matheus foi 32º.</p>
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		<title>Brasil mais próximo da vaga olímpica no Triatlo</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 15:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Brasileiros foram bem na etapa de Sidney do Circuito Mundial e somaram pontos importantas para a vaga olímpica.  No feminino, Pâmella Oliveira foi 23ª, aparecendo pela primeira vez na simulação olímpica e mostrando temporada muito consistente;  no masculino, Diogo Sclebin foi 22º e deve se consolidar como a segunda vaga brasileira para as Olimpíadas - Reinaldo Colucci já tem a primeira vaga por ter vencido o PAN de Guadalajara]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>O triatlo brasileiro conseguiu um importante resultado na noite de sexta-feira, com a participação dos brasileiros na etapa de Sidney do Circuito Mundial. No feminino, Pâmella Oliveira foi 23ª, terminando a prova em 2h03m26s, e somou 372 pontos para o ranking olímpico; no masculino, Diogo Sclebin foi 22º com 1h52m30s e somou 383 pontos no ranking.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2309" title="pamelaoliveira3_joaogabriel3" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/pamelaoliveira3_joaogabriel3-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" />Com o resultado, Pâmella já apareceu no ranking de simulação olímpica com a 50ª vaga e está próxima de conseguir classificação para sua primeira Olimpíada. Pâmella, que era da natação nas categorias de base, tem mostrado uma temporada muito consistente e foi 14ª na etapa da Copa do Mundo na Austrália e ano passado foi bronze no PAN de Guadalajara. No twitter, ela exaltou a forte corrida: &#8220;Corri 36&#8243;15 !!! Da um zoom aiii nessa informacao por favor.hehehe Nada a declarar!!&#8221;</p>
<p>No masculino, Diogo Sclebin deu um importante passo para ficar com a segunda vaga &#8211; a primeira já é de Reinaldo Colucci pela vitória no PAN de Guadalajara. No último ranking, divulgado hoje, ele aparece com a 39ª vaga em 52ª no ranking (a diferença se deve ao limite de atletas por país). Fábio Carvalho, Bruno Matheus  (41º na prova ontem) e Juraci Moreira estão colados na 80ª, 81ª e 82ª colocação do ranking, mas o Brasil só poderá levar dois atletas.</p>
<p>Restam quatro competições para somar pontos para o ranking olímpico, que será fechado no dia 31 de maio. Ainda em abril, na semana que vem tem etapa da Copa do Mundo no Japão; em maio, dia 6 é a vez da etapa do México. Pela Série Mundial, dia 12 de maio tem etapa dos EUA e dia 26 de maio na Espanha.</p>
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		<title>Brasileiros em busca de pontos para vaga olímpica no triathlon</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 19:42:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Triathlon]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A Copa do Mundo 2012 de Triathlon começa neste final de semana, com a etapa de Mooloolaba, na Austrália, valendo pontos para o ranking olímpico - as últimas vagas serão distribuídas a partir das colocações até 30 de maio. O Brasil será representado na Austrália, por cinco atletas, Pamela Oliveira (76a no ranking olímpico), Diogo Sclebin (57o), Fabio Carvalho (55o no Mundial ano passado, 75o no ranking olímpico), Bruno Matheus (78o) e Juraci Moreira (79o)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><div>
<p>A Copa do Mundo 2012 de Triathlon começa neste final de semana, com a etapa de Mooloolaba, na Austrália, valendo pontos para o ranking olímpico &#8211; as últimas vagas serão distribuídas a partir das colocações até 30 de maio. O Brasil será representado por cinco atletas, Pamela Oliveira (76a no ranking olímpico, bronze no PAN ano passado), Diogo Sclebin (57o no ranking olímpico), Fabio Carvalho (55o no Mundial ano passado, principal competição do ano, em que foi o único representante do Brasil, 75o no ranking olímpico), Bruno Matheus (78o no ranking) e Juraci Moreira (79o no ranking).</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1815" title="moolooaba" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/03/moolooaba-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" />O Brasil tem hoje um classificado para os Jogos, Reinaldo Colucci, que conseguiu a vaga ao vencer o PAN de Guadalajara em uma prova muito forte. Ele terminou 2011 em 35o no ranking mundial, melhor colocação entre os brasileiros, e não viajou à Austrália, competindo no Sulamericano no início da semana, no Chile, onde se sagrou campeão pela terceira vez &#8211; as outras duas foram em 2004 e 2005. Colucci já participou das Olimpíadas em Pequim e tem no ciclismo o principal ponto forte.</p>
<p>Além das vagas continentais e pelo Campeonato Mundial, os 55 classificados para Londres serão definidos a partir do ranking. Hoje, Sclebin teria vaga, ficando com a 41a posição depois dos descartes pelo limite de atletas por país &#8211; os oito primeiros países com três atletas dentro da classificação olímpica podem levar equipe completa (três atletas), e os demais, dois. Atualmente, o Brasil teria dois classificados no masculino. No feminino, Carla Moreno, em 57o no ranking, é hoje a 47a na lista de classificação, contando com os descartes. A atleta já representou o Brasil em Sidney e Atenas, e foi prata no PAN de Winnipeg.</p>
</div>
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