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	<title>Esporte em Pauta &#187; 4&#215;100 livre</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; 4&#215;100 livre</title>
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		<title>Revezamento 4&#215;100 masculino: Barcelona francesa</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2013 15:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Os últimos 100 metros foram sensacionais, com uma briga até o último metro para ver quem levaria. Jeremy Stravius ficou um pouco à frente faltando 5 metros, para delírio da torcida - está difícil calcular se há mais espanhois ou frances aqui, tamanha a festa sempre que um atleta da França entre na piscina. James Feigen manteve os EUA em segundo por pouco. Festa francesa na piscina, e especialmente no momento do pódio]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Faz tempo que o revezamento 4&#215;100 livre masculino reserva grandes emoções nas principais competições mundiais. Sidney 2000 e Ian Thorpe ganhando para a Austrália na batida. Atenas 2004 e o ineditismo sulafricano. Sidney 2008 e a recuperação surreal de Jason Lezak. Londres 2012 e a revanche francesa. O Mundial de 2013 em Barcelona entra nesse rol, e mais uma vez favorável à França.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/franca2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11778" title="franca" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/franca2.jpg" alt="" width="627" height="374" /></a></p>
<p>Os russos chegaram ao Mundial com status parecido dos australianos às Olimpíadas de Londres: favoritos, com quatro atletas no top 6 do ranking mundial do 100 livre este ano. Um time de jovens, liderado por Vladimir Morozov. Mas é difícil descartar EUA em qualquer revezamento que seja, e a França vinha muito forte, além da própria Austrália, que passou por uma renovação e buscava um pódio após o frustrante quarto lugar em Londres.</p>
<p>Quem abriu para a França foi o protagonista da virada das Olimpíadas: Yannick Agnel. Mas ele não foi bem: abriu apenas em sétimo (48&#8221;76), atrás até mesmo do Brasil, com Nicolas Oliveira abrindo para 48&#8221;72 (o mesmo tempo que ele fez no Maria Lenk e empatou com Fernando Ernesto&#8230;). Nathan Adrian colocava os EUA na frente com um bom 47&#8221;95, cinco centésimos à frente de James Magnussen, que mais uma vez ficou aquém do potencial mostrado ao longo da temporada.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/4x100.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11779" title="4x100" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/4x100.jpg" alt="" width="560" height="263" /></a></p>
<p>Cameron McEvoy foi bem e colocou a Austrália na liderança, enquanto a Russia tentava se recuperar com Lobintsev. Vendo as parciais, o revezamento russo foi muito forte: ninguém nadou acima de 48&#8221;0, e Morozov nadou muito bem para 47&#8221;40.O mesmo para a Austrália: ninguém nadou acima de 48&#8221;0, mas ningúem nadou abaixo de 47&#8221;4.</p>
<p>O que faltou foi alguém para desequilibrar, como houve na França, que mesmo com o parcial fraco de Agnel, começou a buscar com Manaudou (47&#8221;93) e principalmente com Fabien Gilot, com um parcial fantástico de 46&#8221;90, o melhor da prova. Os EUA continuavam na frente neste momento, depois de um parcial muito bom de Anthony Ervin, que na seletiva de imprensa falou da sensação de estar de volta dez anos depois em Barcelona para um Mundial, e comemorou a adrenalina que pode sentir novamente na hora da prova.</p>
<p>Os últimos 100 metros foram sensacionais, com uma briga até o último metro para ver quem levaria. Jeremy Stravius ficou um pouco à frente faltando 5 metros, para delírio da torcida &#8211; está difícil calcular se há mais espanhois ou frances aqui, tamanha a festa sempre que um atleta da França entre na piscina. James Feigen manteve os EUA em segundo mas por pouco não deixa a prata escapar para a Rússia, que fechou melhor (48&#8221;23 contra 48&#8221;04 de Lobintsev). Stravius fez 47&#8221;59. Festa francesa na piscina, e especialmente no momento do pódio: veja a torcida cantando em coro a Marsellesa.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/waZnKms0RUA" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>O Brasil terminou em sétimo, uma posição abaixo da eliminatória. As parciais foram Nicolas Oliveira (48&#8221;72), Fernando Ernesto (48&#8221;98), Vinícius Waked (49&#8221;19) e Marcelo Chierighini (47&#8221;56) &#8211; a quarta melhor dentre todos os concorrentes. O 100 livre promete.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/franca21.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-11780" title="franca2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/franca21-800x533.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a></p>
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		<title>Dia francês na natação tem campeões inéditos em todas as provas e prova dedicada a Dale Oen</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2012 23:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>O segundo dia de finais da natação teve quatro campeões inéditos nas quatro provas disputadas. No caso de Muffat e van der Burgh, foi a primeira medalha olímpica de suas vidas. Cameron dedicou seu título ao amigo e adversário Dale Oen, morto no início deste ano - as famílias dos dois atletas assistiram a final juntas ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O segundo dia de finais da natação teve quatro campeões inéditos nas quatro provas disputadas. Dana Vollmer, Cameron van der Burgh, Camille Muffat e o revezamento francês jamais haviam subido ao lugar mais alto do pódio nas provas vencidas hoje &#8211; no caso de Muffat e van der Burgh, foi a primeira medalha olímpica de suas vidas. <img class="alignright size-medium wp-image-5792" title="cameron" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/cameron2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>Com recordes mundiais de Vollmer no 100 borboleta e van der Burgh no 100 peito, somados à marca de Ye Shiwen ontem e Lochte ano passado, não restam dúvidas de que os tempos conquistados com trajes são atingíveis. As marcas vem caindo mais rápido do que se esperava, e é um ótimo sinal para a natação. <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/dana-vollmer-e-primeira-mulher-a-nadar-abaixo-de-56-no-100-borboleta">Vollmer entra para a história</a> como a primeira a nadar abaixo de 56&#8243; no 100 borboleta, uma marca fortíssima.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cameron-van-der-burgh-faz-prova-perfeita-e-acaba-com-sonho-do-tri-de-kitajima">Além do tempaço, van der Burgh</a> dedicou sua vitória ao amigo e adversário Dale Oen, morto em maio deste ano. Campeão mundial da prova, Oen certamente estaria nesta final. Os pais de Oen assistiram a prova juntamente com a família de Cameron. Perguntado o que foi falado entre os dois, Cameron respondeu &#8220;Não há nada a ser dito. Apenas sentir o amor e celebrar a vida de um grande amigo que sentimos tanta falta&#8221;, de acordo com informações de Craig Lord, da Swimnews.</p>
<p><strong>Força francesa</strong><br />
Em uma das finais com concorrentes medalhadas e aptas a levar o ouro, Camille Muffat confirmou seu bom momento este ano e bateu Rebecca Adlington e Federica Pellegrini para levar o ouro. A francesa até já nadou melhor do que o tempo do ouro este ano, mas Olimpíada é Olimpíada, e o que vale é a derrota. Esperava uma volta mais forte, que é sua característica, e tinha expectativa que ela baixasse dos 4&#8217;00, mas valeu o ouro &#8211; e mais tranquila, podemos esperar uma ótima performance no 200 livre. Muffat se disse aliviada e afirmou que sabia que era a melhor desse ano mas não esperava ganhar.</p>
<p>Mas o verdadeiro colírio dos olhos para a torcida francesa estava por vir. Em um revezamento em que a Austrália já era dada como campeã, <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/franca-da-o-troco-nos-eua-e-australia-decepciona">o improvável aconteceu muitas vezes</a>: Magnussen nadou mal, Roberts ficou aquém do esperado e a delegação americana, tão coerente, errou. Errou ao colocar Ryan Lochte no revezamento 4&#215;100 livre, baseado em seu bom momento e ignorando que ele não tem um 100 livre tão forte &#8211; Phelps não tem o 100 livre como prova principal mas é muito forte nela, mas Lochte não é Phelps. E quem fez a diferença foi o estreante Yannick Agnel, que já estava se destacando ao longo deste ano mas era desconhecido do grande público. Fechando para 46&#8243;74, Agnel ultrapassou Lochte nos últimos 15 metros e agora é um dos principais nomes para o 100 livre.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5794" title="rev_franca" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/rev_franca.jpg" alt="" width="640" height="350" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil sem classificados para segundo dia de finais, recorde olímpico e surpresa lituana</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2012 12:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Com parciais fracas de Nicholas Santos e Nicolas Oliveira, estratégia de poupar Cielo não funciona e Brasil fica fora da final do 4x100 livre; Emily Seebohm faz melhor 100 costas da história sem trajes e lituana de 15 anos surpreende e se emociona nas eliminatórias do 100 peito ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O segundo dia de eliminatórias da natação teve os favoritos mais ligados depois das surpresas de ontem, e os principais nomes conseguiram se classificar. Ainda assim, alguns quase ficaram de fora, como Rebecca Adlington, campeã olímpica do 400 livre, que entrou apenas em oitavo  &#8211; foi necessário nadar para 4&#8217;05&#8221;75 para entrar na final da prova. A bicampeã mundial Federica Pellegrini, a sensação francesa Camille Muffat e Allison Schmitt americana que treina com o técnico de Phelps, passaram e prometem uma final muito apertada.</p>
<p>O principal destaque do dia foi Emily Seebohm, australiana que ontem esteve no revezamento 4&#215;100 livre campeão. A própria Seebohm <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/100-costas-fabiola-e-daniel-param-nas-eliminatorias-emily-seebohm-bate-recrode-olimpico">se surpreendeu com a fortíssima marca de 58&#8221;23</a>, o melhor tempo da história sem trajes, recorde olímpico, e a apenas 11 centésimos do recorde mundial. Amanhã, a final vai ser muito forte contra a sensação americana Missy Franklin.</p>
<p>Já entre as surpresas, vale destacar a lituana Ruta Meilutyte, de 15 anos, que venceu as eliminatórias do 100 peito com 1&#8217;05&#8221;56 e se emocionou muito ao ver o tempo. A marca é a oitava melhor da história e ela passa a ser uma das cotadas para o ouro. No 200 livre, vai ser boa a disputa entre Lochte, Sun Yang, Yannick Agnel e Izotov, e o tempo para entrar na final hoje deve ficar na casa de 1&#8217;46&#8221;5.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5697" title="ruta" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/ruta.jpg" alt="" width="619" height="464" /></p>
<p>Os brasileiros não se classificaram no 100 costas, com Fabíola Molina e Daniel Orzechowski piorando seus tempos. Na melhor chance do dia, o Brasil bateu na trave, ficando em nono no 4&#215;100 livre. Nadando com Nicolas Oliveira, Bruno Fratus, Nicholas Santos e Marcelo Chiereghini, a seleção ficou a uma posição da final. Pesaram as parciais fracas, principalmente de Nicholas (49&#8243;7) e Nicolas (49&#8221;3), e poupar Cielo acabou não dando certo. A noite, a briga entre australianos, americanos, franceses e russos, correndo por fora, promete.</p>
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		<title>Entrevista com Natalie Coughlin: &#8220;I&#8217;m up for the challenge&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 18:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>A bi-campeã olímpica Natalie Coughlin treina para conquistar o tri no 100 costas ano que vem em Londres, e está a uma pódio de alcançar o recorde de 12 medalhas de uma mulher em Olimpíadas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Muito boa a entrevista de Natalie Coughlin ao The Morning Swim Show publicada na semana passada. A bi-campeã olímpica na prova de 100 costas treina para conquistar o tri ano que vem em Londres, quando terá a árdua concorrência da nova sensação americana Melissa Franklin, que este ano bateu o recorde mundial dos 200 costas.</p>
<p>Além dos dois ouros no 100 costas, Coughlin tem mais uma medalha dourada olímpica pelo 4&#215;200 livre de Atenas, quatro pratas (4&#215;100 livre e 4&#215;100 medley nas últimas duas Olimpíadas) e quatro bronzes (100 livre em Atenas e Pequim, 4&#215;200 e 200 medley em Pequim) sendo uma das maiores estrelas da seleção americana e a apenas uma medalha de alcançar o recorde de 12 medalhas de Jenny Thompson (curiosidade, das 12 medalhas, 8 são douradas, mas nenhuma delas em provas individuais)</p>
<p><iframe src="http://blip.tv/play/3kaC5LR5Ag.x?p=1" width="500" height="380" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://a.blip.tv/api.swf#3kaC5LR5Ag" style="display:none"></embed></p>
<p>Destaco a primeira parte da entrevista, onde Natalie responde a pergunta de Peter Busch se está de fato &#8220;re-energizada&#8221; nos últimos tempos como aparenta:</p>
<p>Natalie Coughlin: No, it&#8217;s definitely the case. <strong>I&#8217;ve been more excited in training and in competing than I&#8217;ve ever been.</strong> I think part of that is because it is the Olympic year, and the other part is I knew that I was going to be so, so busy with sponsor obligations and media obligations and such that<strong> I met with Teri McKeever, my swim coach, and then Nick Folker, my strength coach, in the beginning of the year and we really set this plan ahead that I was going to train no matter what and I was going to fit in all of these things</strong>. and for some reason having such a good plan laid out really gave me something to be excited for and it&#8217;s been working out so far.</p>
<p>E ela está treinando essa semana, mesmo durante as férias do técnico. Dê uma olhada no programa dela com o marido para a terça 27/dezembro:</p>
<div><a title="Natalie Coughlin" href="http://twitter.com/NatalieCoughlin">NatalieCoughlin</a> Natalie Coughlin Since the Cal team is on Winter break, my hubby&#8217;s my coach for the next few weeks. Got my butt kicked today in an IM/breast set. Exhausted!</div>
<div></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Especial: Thorpe de volta &#8211; parte II</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 19:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/>É muito difícil tirar qualquer conclusão da primeira competição de Thorpe após o anúncio de que está de volta às piscinas. A escolha de duas provas que estão longe de ser sua especialidade já foi estratégica para isso. O que dá para dizer: Thorpe está em forma, seu crawl no medley estava estranho (braçada curta, muito diferente do estilo que assombrou o mundo no início da década passada). Pouco além disso.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Sem categoria" title="Sem categoria" /><br/><p>É muito difícil tirar qualquer conclusão da primeira competição de Thorpe após o anúncio de que está de volta às piscinas. A escolha de duas provas que estão longe de ser sua especialidade já foi estratégica para isso. O que dá para dizer: Thorpe está em forma, seu crawl no medley estava estranho (braçada curta, muito diferente do estilo que assombrou o mundo no início da década passada). Pouco além disso.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/HPbobd13uxA?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Seu técnico disse que queria reacostumá-lo às competições e realmente acho que essa parte é muito importante. Depois da primeira prova, os 100 medley que classificou em 6o e terminou a final em 7o, Thorpe disse: &#8220;I&#8217;m happy. It&#8217;s nice to get the first swim out of the way. I was a little bit nervous before. I [was] not as bad as I thought I would be, though. I didn&#8217;t vomit or anything. I can&#8217;t remember the race, don&#8217;t know if it was any good or not. I came second, I&#8217;m glad I have another opportunity for a final tonight. I&#8217;m sure once I watch the video there&#8217;ll be things that I can work on and it&#8217;s my first swim I&#8217;m glad it&#8217;s out of the way.&#8221;</p>
<p>Já depois de nadar as eliminatórias do 100 borboleta e ficar de fora da final com 54.09, Thorpe esteve mais reticente. Deu declarações dizendo que precisa se comparar com onde estava há 12 meses mas confessou estar desapontado porque esperava estar mais rápido e com detalhes técnicos melhores. Importante também foi que percebeu que ainda tem um caminho para converter seus progressos nos treinos em progresso na competição.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-307" title="thorpe_piscina" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2011/11/thorpe_piscina.jpg" alt="" width="480" height="270" /></p>
<p>O jornalista Mike Colman escreveu um <a href="http://www.couriermail.com.au/ipad/thorpies-world-is-all-shook-up/story-fn6ck6i3-1226186698217">texto curioso</a> comparando a volta de Thorpe e de Geoff Huegill, especulando sobre os motivos de cada um. Enquanto Huegill nunca chegou a ser tão vitorioso quanto Thorpe (ainda que tenha sido um grande nome da natação australiana, recordista mundial e medalhista olímpico) e se viu diante de um problema médico, chegando a pesar 140 kg após parar, Thorpe não tem nada faltando em seu currículo, e ao contrário não chegou a engordar de forma tão preocupante mesmo tendo saído de forma. Especulando sobre os motivos que fizeram Thorpe encarar uma volta tão dura, ele diz acreditar que Thorpe estava entediado e nunca esteve tão feliz nos últimos cinco anos como agora: &#8220;I reckon he&#8217;s making this comeback because he was bored. (&#8230;) <strong>Did you see how his eyes were sparkling as he answered the questions at those press conferences? He hasn&#8217;t looked so happy for five years</strong>. He loves the attention, the competition, the cheers, the cameras. He&#8217;s hooked on it every bit as much as Huegill was hooked on pizza and beer&#8221;.</p>
<p>É difícil mesmo entender porque Thorpe está voltando, mas duas coisas me parecem claras: 1) é muito difícil voltar. Pergunte a qualquer ex atleta de alto nível, ou mesmo algum que treinava sério mas não chegou a ser profissional. Uma vez fora da rotina, a parte psicológica é complicada, e entrar em forma depois de anos parado não é fácil (não apenas emagrecer, mas treinar 8km por dia, dobrar treinos, a semana inteira). Se treinando diariamente é difícil melhorar tempo, o que dizer da dificuldade com esse longo tempo afastado; 2) Não sei se Thorpe estava entediado, mas é realmente complicada a vida depois de parar. Não é fácil para ninguém ser ex atleta, particularmente para quem sempre brilhou. Não apenas porque sente falta dos louros da vitória e do reconhecimento, mas porque os objetivos no esporte, para quem é atleta, muitas vezes se confundem com os objetivos de vida. É preciso estar preparado para deixar os treinos e não ter mais uma Olimpíada por esperar, uma marca para bater, um adversário que imaginar antes de dormir.</p>
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<p>Para terminar, mais um dos muitos vídeos para ilustrar o que significa Ian Thorpe. Revezamento 4&#215;100 livre em Sidney, 2000. A Austrália, em casa, abre com Michael Klim nadando para 48.08, recorde mundial da prova e colocando uma diferença boa frente os EUA, campeões da prova nas últimas quatro edições dos Jogos. Mas os EUA tiraram a diferença com os outros nadadores e para fechar, o velocista nato Gary Hall Jr. caiu com boa vantagem sobre Thorpe, um meio fundista que não tinha nos 100 sua especialidade, e já nos primeiros 50 metros ficou mais para trás. O que se viu foi Thorpe com um final alucinante passnado Gary Hall no final e levando o ouro para a equipe da casa. (Interessante que o tempo de Thorpe nem foi tão fantástico como o de Lezak em 2008. Ele nadou para 48.30, pior até do que o tempo de Klim abrindo; o que impressiona é a imagem dele chegando no final).</p>
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