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	<title>Esporte em Pauta &#187; Badminton</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Badminton</title>
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		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
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		<title>O melhor do esporte olímpico no início de junho</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/atletismo/o-melhor-do-esporte-olimpico-no-inicio-de-junho</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 23:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/>O esporte olímpico não para. Neste mês de junho, o que não faltam são participações de brasileiros em competições ao redor do mundo e competições nacionais de algumas modalidades. Aponto boxe, pentatlo moderno e vôlei como as modalidades com os principais resultados na primeira metade do mês. Boas vitórias também do handebol no PAN da modalidade, consolidando a supremacia na região]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/><p>O esporte olímpico não para. Neste mês de junho, o que não faltam são participações de brasileiros em competições ao redor do mundo e competições nacionais de algumas modalidades.</p>
<div id="attachment_10876" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/yane.jpg"><img class="size-full wp-image-10876" title="yane" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/yane.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">Linda vitória de Yane na Rússia</p></div>
<p><strong>Boxe, pentatlo e vôlei são destaques</strong><br />
Aponto boxe, pentatlo moderno e vôlei como as modalidades com os principais resultados na primeira metade do mês. No <strong>boxe</strong>, o Brasil participou da Copa Cardin e Copa Roberto Balado, com presença de seleção completa de Cuba na primeira e de vários atletas da elite mundial na segunda. O Brasil saiu das competições com seis medalhas.</p>
<p>O mais interessante é que elas não vieram das mãos dos medalhistas olímpicos, mas de Robenilson Jesus, Myke Carvalho, Michel Borges, Lucas Martins, Jhony Klever e Juan Nogueira. A modalidade segue bem neste início de ciclo olímpico, com treinamento em Cuba e muitas competições internacionais.</p>
<p>No <strong>pentatlo moderno</strong>, ouro para Yane Marques na Kremlin Cup, mostrando que a atleta segue em forma e motivada após a medalha olímpica. Ela tem mostrado melhora em modalidades em que não era tão boa, e fez uma bela prova vencendo a campeã olímpica por um segundo. Vale ler o relato <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2075">aqui</a>. Yane ainda foi oitava na final da Copa do Mundo, seguindo o roteiro do último ciclo olímpico de ficar sempre entre as oito melhores nas principais competições do mundo.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong> mostrou que segue na elite mundial, com vitórias no feminino e masculino. As comandadas por Zé Roberto Guimarães venceram a Copa Alessio Cup, na Itália, e o Masters, na Suiça. Já o masculino venceu a Argentina e a Polônia pela Liga Mundial.</p>
<p><strong>Medalhas fora do país na preparação para Mundiais<br />
</strong>Outras modalidades tiveram participações interessantes em torneios fora do país. Lohaynny Vicente (ouro) e Daniel Paiola (bronze) subiram ao pódio no Torneio da Argentina de badminton. Na canoagem, bela vitória de Erlon e Ronilson e de Isaquias, promessa jovem do novo ciclo olímpico, na terceira etapa da Copa do Mundo, na Polônia. No ciclismo BMX, Priscilla Carnaval chegou à semifinal da Copa do Mundo pela primeira vez, na etapa da Holanda. No polo aquático, resultado não tão bom, com seis derrotas em seis jogos na Liga Mundial, que aconteceu uma semana depois da final da Taça Brasil.</p>
<div id="attachment_10877" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/handebol.png"><img class="size-medium wp-image-10877" title="handebol" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/handebol-300x200.png" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol campeão continental pela oitava vez</p></div>
<p>Em torneios continentais, a seleção feminina de handebol venceu com tranquilidade o PAN, batendo a Argentina na final por 38 a 15. A seleção garantiu ainda vaga para o Mundial. No PAN de esgrima disputado na Colômbia, Gabriela Cecchini e Tais Rochel ficaram em 17º no florete individual no PAN, mesmo colocação de Nicolas Ferreira na espada.</p>
<p><strong>Judô e vôlei de praia estão em outro patamar</strong><br />
O judô segue em outro patamar frente aos demais esportes olímpicos. Se no boxe há bons resultados não só dos medalhistas olímpicos, no judô os bons desempenhos vão além dos representantes olímpicos. A briga interna pelas vagas de cada peso serão intensas nesse ciclo olímpico. No Grand Prix de Miami, oito medalhas, sendo três pratas e cinco bronzes</p>
<p>O vôlei de praia também segue se destacando no início do Circuito Mundial, nesse ano de conturbadas mudanças na modalidade. Foram títulos para Talita/Maria Elisa e Emanuel/Alison na Copa do Mundo, disputada em Campinas, e ouro das duplas brasileiras no Grand Slam da Holanda (Talite/Taiana e Bruno Schmitd/Pedro Solberg).</p>
<p><strong>Destaques individuais: Falavigna, Thiago Pereira</strong><br />
Medalhistas olímpicos do país tiveram bons resultados individuais. No taekwondo, Natália Falavigna venceu o Aberto da Áustria e foi quinta no Aberto da Suíça. Na natação, Thiago Pereira foi o destaque da delegação brasileira no Trofeu Sette Colli, na Itália, com ouro no 200 medley batendo Lazslo Cseh, seu rival antigo na prova, com uma boa marca de 1&#8217;58&#8221;12. Cielo foi prata o 50 livre no Grand Prix de Santa Clara, com 22&#8221;04.</p>
<p>No atletismo, alem do Troféu Brasil de Atletismo, com dois novos atletas conseguindo índice para o Mundial de Moscou, destaque para Ausgusto Dutra, que foi prata em Colônia no salto com vara, com a marca de 5m70. Na etapa de Eugene da Liga Diamante, Duda foi prata no salto em distância com 8m22.</p>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Ciclismo, vôlei e saltos ornamentais: o melhor do final de semana olímpico</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 20:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/>Henrique Avancini fez história no domingo, conquistando a etapa de Munsingen da Bundesliga, campeonato alemão de Mountain Bike. No  Troféu Brasil de Saltos Ornamentais 2013, cinco atletas fizeram índice para as etapas do Grand Prix. Ana Marcela foi quarta na etapa do México da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Athletics-42.png" width="42" height="42" alt="Atletismo" title="Atletismo" /><br/><p><strong>Atletismo &#8211; Copa Brasil de Marcha Atlética</strong><br />
Cisiane Lopes e Caio Bonfim foram os campeões da prova de 20km na Copa Brasil de Marcha Atlética, enquanto Claudio Richardson venceu a prova de 50km. Nenhum dos atletas chegou ao índice para o Mundial de Moscou. Na Áustria, Cruz Nonata e Michele Chagas termiraram no top 10 na Maratona de Viena, mas também não correram abaixo do índice, de 2h28m34s.</p>
<p><strong>Badminton &#8211; Aberto do Peru</strong><br />
O melhor brasileiro na tradicional competição foi Filipe Toledo, que caiu na segunda rodada de simples. Daniel Paiola, melhor brasileiro no ranking mundial, não participou do torneio. O cubano <a href="http://www.tournamentsoftware.com/sport/player.aspx?id=E2F957A3-E155-4EFD-A6A1-10C1F19D97DA&amp;player=30">Osleni Guerrero</a> foi o campeão no masculino, e Christin Tsai levou no feminino.</p>
<p><strong>Ciclismo &#8211; Vitória Histórica no moutain bike<br />
</strong>Henrique Avancini fez história no domingo, conquistando a etapa de Munsingen da Bundesliga, campeonato alemão de Mountain Bike, tornando-se o primeiro brasileiro a vencer uma prova internacional da modalidade fora do país. A corrida é uma das mais tradicionais e importantes da Europa. Avancini travou disputa desde o início com o medalhista olímpico e mundial José Hermida. Leia <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/depoimento-o-podio-foi-formado-so-por-estrelas-mas-tinha-um-desconhecido-no-degrau-mais-alto-representando-o-brasil">aqui</a> relato do atleta.</p>
<p><strong>Maratonas Aquáticas &#8211; Ana Marcela segue líder</strong><br />
Ana Marcela foi quarta na etapa do México da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas, em Cozumel, mas mantém a liderança da competição &#8211; ela terminou a frente de Emily Bruneman, segunda colocada no ranking. Betina Lorscheitter terminou em 44o. No masculino, Allan do Carmo terminou em oitavo e Diogo Villarinho foi 29o.</p>
<div id="attachment_10252" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gemeas.jpg"><img class="size-medium wp-image-10252" title="gemeas" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gemeas-300x272.jpg" alt="" width="300" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: AliceKohler</p></div>
<p><strong>Saltos Ornamentais &#8211; Cinco índices</strong><br />
No  Troféu Brasil de Saltos Ornamentais 2013, cinco atletas fizeram índice para as etapas do Grand Prix. Na plataforma, Hugo Pari e Cassius Duran conseguiram índice no masculino e Natali e Nicole Cruz na plataforma sincronizada. No trampolim, o finalista de mundial Cesar Castro atingiu a marca exigida. A Apoe/RJ (Associação Peneira Olímpica) foi a vencedora da competição, com o Pinheiros na segunda colocação.</p>
<p><strong>Tênis de mesa &#8211; Copa Brasil<br />
</strong>Cazuo Matsumoto (que foi destaque do site da Confederação Internacional, <a href="http://www.ittf.com/_front_page/ittf_full_story1.asp?ID=31196&amp;Category=General&amp;Competition_ID=&amp;">veja</a>)  comprovou a boa base e venceu a Copa Brasil de tênis de mesa. No feminino, vitória de Caroline Kumahara. O tênis de mesa foi a modalidade olímpica do Brasil que apresentou<a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/tenis-de-mesa-tem-bons-resultados-no-primeiro-trimestre-do-ano"> maior evolução nestes primeiros três meses do ano</a>.</p>
<p><strong>Vôlei &#8211; Rio de Janeiro de virada</strong><br />
Também de virada, assim como no feminino, o time masculino do Rio de Janeiro  foi campeão da Superliga de vôlei. O time venceu o campeão da última temporada, Sada/Cruzeiro, por 3 sets a 1, colocado fim a 31 anos sem que o Rio de Janeiro vencesse o nacional de vôlei &#8211; na última vez, Bernardinho era o levantador da equipe campeã, dessa vez, foi Bruninho, seu filho.</p>
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		<title>Badminton: de que ponto partimos rumo a 2016?</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/badminton-de-que-ponto-partimos-rumo-a-2016</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 14:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>As Olimpíadas de 2016 marcarão a primeira participação brasileira no badminton. Em 2012 foi por pouco: Daniel Paiola terminou em sexto reserva na luta pela vaga. Há uma semana, a Confederação Brasileira de Badminton enviou comunicado falando sobre projeto elaborado para o ciclo olímpico
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>As Olimpíadas de 2016 marcarão a primeira participação brasileira no badminton. Em 2012 foi por pouco: Daniel Paiola terminou em sexto reserva na luta pela vaga, depois de um ciclo olímpico intenso em treinamentos e competições fora do país. Bancando os investimentos, ele saltou de 386 no ranking mundial em fevereiro de 2009 para 62 em sua melhor posição. Antes das Olimpíadas, ele ficou na 86a posição, muito próximo da vaga para os Jogos.</p>
<p>Há uma semana, a Confederação Brasileira de Badminton enviou comunicado falando sobre projeto elaborado para o ciclo olímpico. O projeto, que contempla despesas com treinamentos e competições internacionais, está sendo analisado pelo COB, que dará um posicionamento até o final do mês. A recomendação da Confederação é que os atletas façam a pré temporada em seus clubes ao longo do mês, para estarem aptos a serem selecionados para o projeto.</p>
<p>Paiola <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/visando-2016-daniel-paiola-quer-ciclo-olimpico-no-brasil-competir-menos-e-treinar-muito">já havia dito em entrevista ao Esporte em Pauta</a> que pretendia fazer o ciclo olímpico no Brasil. Há uma grande possibilidade que seu técnico, o português Marcos Vasconcellos, passe a treinar a seleção brasileira.Ele treinou o grupo para o Pan e Sulamericano, disputados no segundo semestre do ano passado, competições em que o Brasil se consolidou como principal nome da América do Sul (perdeu apenas nas duplas masculinas, levando todos os demais ouros) e um dos mais fortes das Américas (uma prata e três bronzes).</p>
<p>Em entrevista ao Brasil no Rio, o diretor técnico da Confederação destacou o trabalho de Vasconcelos no Pan, em especial a conquista inédita do bronze por equipes. Ele disse que era “provável” que o português ficasse aqui nos próximos anos e que a Confederação quer que os atletas treinem no país. O projeto em análise pelo COB deve tratar de uma seleção permanente, treinada por Vasconcellos. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/irmas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9177" title="irmas" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/irmas-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Depois de Paiola, que hoje aparece como número 111 do ranking mundial, o Brasil tem como melhor posição no ranking o resultado da dupla Paula e Fabiana, 116 no ranking de duplas. No feminino individual, a melhor brasileira é Yasmin Cury, na 169a posição, seguida de Fabiana Silva, em 209.  Na base, o resultado mais promissor é de Luana e Lohaynny Vicente, de 18 e 16 anos, que surgiram no Miratus, projeto social no Rio de Janeiro. Ainda com 15 anos, Lohaynny caiu apenas nas quartas de final do PAN de Guadalajara.</p>
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		<title>Torneios Pan-Americanos de taekwondo, badminton e BMX</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2012 13:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Os Jogos Pan-Americanos acontecem a cada quatro anos e reúnem diversos esportes. Mas este não é o único PAN da maioria dos atletas. As modalidades contam também com um Pan-Americano específico, muitas vezes até mais importante do que os Jogos. No último final de semana, aconteceram dois Pan-Americanos: de taekwondo e de badminton, além do latino americano de ciclismo BMX. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Os Jogos Pan-Americanos acontecem a cada quatro anos e reúnem diversos esportes, em um formato multiesportivo similar ao das Olimpíadas. Mas este não é o único PAN da maioria dos atletas que representam o Brasil internacionalmente. Grande parte das modalidades conta também com um Pan-Americano específico, muitas vezes até mais importante do que os Jogos, valendo pontos para rankings mundiais e mesmo vagas em Mundiais e Olimpíadas.</p>
<p>No último final de semana, aconteceram dois Pan-Americanos: de taekwondo e de badminton, além do latino americano de ciclismo BMX.</p>
<p>No badminton, o Brasil fez boa competição com os oito atletas presentes. No individual, Daniel Paiola e Yasmin Cury ficaram com o bronze, um bom resultado. Na disputa por equipes, o Brasil ficou com um inédito bronze, depois de perder dos EUA na semifinal e bater o México na disputa pela medalha, por 3 a 0. Nas duplas,  Alex Tjong e Paiola chegaram à final e ficaram com a prata.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/paiola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8449" title="paiola" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/paiola.jpg" alt="" width="620" height="429" /></a></p>
<p>No PAN de tawkwondo, realizado na Bolívia, o Brasil esteve presente com 16 atletas. Natália Falavigna e Diogo Silva, os dois principais nomes do país na modalidade, não estiveram presentes. O Brasil ganhou quatro medalhas, com destaque para Guilherme Dias, ouro na categoria até 58kg. Mais do que o ouro, foi interessante ter vencido o olímpico Heitor Moreira na final, que por sua vez bateu o medalhista olímpico Oscar Muñoz na semifinal. As demais medalhas foram conquistadas por Katia Arakaki (prata na categoria até 46kg), Marcel Wenceslau (bronze na categoria até 63kg) e Julia Santos (bronze na categoria 62kg).</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/bmx.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8448" title="bmx" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/bmx-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<p>A seleção brasileira de ciclismo BMX foi até Santiago do Chile com cinco atletas para participar do  Sul-Americano da modalidade. Renato Rezende e Bianca Quinalha foram ouro nas provas de elite, somando pontos para o país no ranking mundial, especialmente importantes para a classificação do país para o Mundial 2013, que acontece em julho na Nova Zelândia. No masculino, Hugo Osteti também subiu ao pódio, ficando em terceiro, enquanto Leandro Miranda foi quarto. No feminino, Priscilla Carnaval foi terceira</p>
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		<title>Visando 2016, Daniel Paiola quer ciclo olímpico no Brasil, competir menos e treinar muito</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2012 14:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Daniel Paiola, o melhor atleta de badminton do Brasil, quer treinar no país. Na próxima semana, Paiola e mais nove atletas brasileiros disputam o Pan-Americano adulto da modalidade, em Lima, no Peru. Os atletas ficaram cerca de um mês em campo de treinamento, em Campinas, treinando com Marco Vasconcelos, técnico português que treinou Paiola nos últimos anos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Daniel Paiola, o melhor atleta de badminton do Brasil, quer treinar no país. “Em 2016 o mundo todo vai vir para o Brasil, e eu tenho que sair daqui para treinar?”. No último ciclo olímpico, Paiola rodou o mundo disputando competições para subir no ranking mundial, e ficou a seis posições da classificação para as Olimpíadas, ainda inédita para um jogador brasileiro na modalidade. “Essa ano, a meta era mesmo ir para Londres. Depois eu tirei um mês e meio de férias, e voltei a treinar para ter um bom resultado no Pan-Americano”.</p>
<p>A competição acontece a partir do dia 8 de outubro, em Lima, no Peru, e terá presença de dez atletas do país. Os atletas ficaram cerca de um mês em campo de treinamento, em Campinas, treinando com Marco Vasconcelos, técnico português que treinou Paiola nos últimos anos. “Dessa vez ele está treinando a equipe toda, visando o PAN. Já tem conversas para ele vir e ficar de vez, mas não tem nada certo”. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Captura-de-Tela-2012-10-03-às-11.25.28.png"><img class="alignright size-full wp-image-8335" title="Captura de Tela 2012-10-03 às 11.25.28" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Captura-de-Tela-2012-10-03-às-11.25.28.png" alt="" width="379" height="270" /></a></p>
<p>Nas conversas de Paiola com a Confederação Brasileira de Badminton, a intenção é que não seja necessário sair do país para treinar, como Paiola precisou fazer no último ciclo olímpico. “O <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/melhor-do-badminton-no-brasil-daniel-paiola-quer-centro-de-treinamento-no-pais">plano deles é deixar um legado para o badminton brasileiro</a>, dando a estrutura corretora para atletas olímpicos, trazendo treinadores de fora. Não é menosprezar o que tem aqui, mas o esporte ainda é pequeno no Brasil, não tem conhecimento que eles tem lá fora. Esses técnicos estrangeiros tem que vir até para dar cursos para técnicos também”.</p>
<p><strong>Evolução</strong><br />
Na semana passada, Paiola disputou o Aberto Internacional de Badminton, no Clube Athlético Paulistano, em São Paulo. Mesmo se recuperando de virose e com febre na véspera do campeonato, Paiola mostrou conseguiu arrancar um set de Kevin Corda, número 43 do ranking mundial e o melhor jogador de badminton nas Américas, mostrando evolução da performance no primeiro confronto entre os dois.</p>
<p>“Ano passado no PAN de Guadalajara foi a primeira vez que a gente jogou, e foi 2 a 0 para ele. O estilo de jogo dele é difícil de seguir. Dessa vez, eu já estava esperando algo. Foi um bom jogo no final, com 54 minutos de duração, ele ganhou o primeiro set por 21-18, eu ganhei o segundo por 21-16 e o último ele venceu por 21-13”. No PAN do ano passado, Corda tinha vencido sem dificuldades por 21-14 e 21-8.</p>
<p>O melhor resultado da competição veio nas duplas, jogando ao lado de Alex Tjong, o segundo brasileiro melhor ranqueado. Mas o foco continua sendo no individual. “Esse foi o primeiro campeonato jogando ao lado do Alex, porque o Hugo [Arthuso], que costumava jogar comigo, está se dedicando mais aos estudos. Ainda não sabemos como vai ser”.</p>
<p><strong>Próximos desafios</strong><br />
Paiola vai continuar treinando até o final do ano, quando ainda disputará uma etapa do Nacional e talvez o Sulamericano adulto, no Peru. “Vou continua treinando, já tive as minhas férias”. No Pan-Americano do Peru, Kevin estará presente novamente, e é um dos favoritos. Paiola é hoje o quinto melhor ranquado das Américas. “Estava em quarto, mas como dei umas férias de campeonatos depois de não conseguir classificação, e o americano continuou jogando, acabou me passando”. O peruano Rodrigo Pacheco Carrillo, segundo das Américas no ranking mundial, parou os treinos após as Olimpíadas e não estará na competição. Paiola tem tudo de brigar de igual para a igual com os competidores.</p>
<p>Mesmo sem classificar para as Olimpíadas, Paiola foi a Londres assistir algumas competições. “É claro que sempre fica um pouco triste, mas a gente tem que ver pelo lado bom, melhorar para o próximo ciclo. Eu devo fazer menos campeonatos, me poupando e treinando mais, talvez uma das coisas que aprendi no último ciclo, mas eu precisava conseguir ranking”. Agora já melhor ranqueado, Paiola pode treinar mais forte nos dois primeiros anos e se preparar para os dois últimos anos do ciclo, mais puxados.</p>
<p>A ideia é aproveitar os dois primeiros anos e estudar em um período, treinando nos outros dois. “Sei que em 2015 vai ser impossível, mas acho que em 2013 e 2014 dá para administrar isso”. O curso ainda não é certo, mas se estudar no Brasil Paiola pensa em algo ligado a esporte, como Educação Física ou fisioterapia. “Já tenho mais experiência. Quero jogar menos torneios, talvez os mais importantes. E treinar muito”.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Captura-de-Tela-2012-10-03-às-11.27.52.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-8336" title="Captura de Tela 2012-10-03 às 11.27.52" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Captura-de-Tela-2012-10-03-às-11.27.52.png" alt="" width="609" height="455" /></a></p>
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		<title>Aberto Internacional de Badminton tem seis brasileiros nas quartas de final</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 14:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Badminton]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A disputa do individual masculino, que tem Daniel Paiola e Alex Tjong nas quartas de final, acontece a partir das 15h no Clube Athlético Paulistano; no feminino, a partir das 15h20, há quatro brasileiras. Paiola, brasileiro melhor colocado no ranking mundial, pega Kevin Cordon. Os dois já se enfrentaram na semifinal do PAN de Guadalajara, quando Cordon foi campeão e Paiola bronze]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Acontecem hoje as quartas de final do Brasil Internacional de Badminton. A disputa do individual masculino, com dois brasileiros, acontece a partir das 15h no Clube Athlético Paulistano; no feminino, a partir das 15h20, há quatro brasileiras (nenhuma em confronto direto). Pela manhã acontecem as disputas de oitavas de final de duplas masculina e duplas mistas, e no final da tarde as  quartas de final de duplas feminina, com seis duplas do Brasil.</p>
<p>No masculino individual, seis brasileiros avançaram para as oitavas de final ontem, e os dois melhores no ranking mundial venceram e seguiram para as quartas de final. Daniel Paiola (número 94 do mundo e cabeça de chave 5 do torneio) enfrenta o experiente e olímpico Kevin Cordon, da Guatemala, número 45 do mundo e cabeça de chave 2 do torneio. Os dois se enfrentaram nos Jogos Pan-Americanos do ano passado, quando Cordon bateu Paiola na semifinal. Ele acabaria vencendo a competição, enquanto Paiola venceu a disputa de bronze, conquistado a primeira medalha individual do Brasil na modalidade em PANs. Alex Tjong (número 145 do mundo e cabeça de chave número 6) pega o norte-americano Sattawat Pongnairat, cabeça de chave número 4 e número 85 do mundo. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/cordon.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8268" title="cordon" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/cordon-229x300.jpg" alt="" width="229" height="300" /></a></p>
<p>No feminino, a brasileira melhor ranqueada, Yasmin Cury (número 154 do mundo e cabeça de chave número 2 do torneio), pega Rebecca Pantaney,  Thayse Cruz enfrenta a cabeça de chave número 1, Nicole Grether; Fabiana Silva (cabeça de chave 3) pega Camilla Garcia e Ana Paula Campos enfrenta Jamie Subandhi. As irmãs Luana e Lohayny Vicente, destaques do Brasil nos últimso anos, não disputam a competição, após pedirem dispensa do Miratus, Centro de Treinamento no Rio de Janeiro, de acordo com o jornalista Marcelo Romano do Brasil na Olimpíada.</p>
<p>Os brasileiros estiveram em treinamento em Campinas desde o dia 10 de setembro, e o torneio de São Paulo serve de preparação para o Pan-Americano adulto da modalidade, que será realizado em Lima, Peru, no mês de outubro. Estão convocados para a competição Paiola, Tjong, Ítalo Antonassi, Lucas Alvez e Luiz Henrique Dias; no feminino, Yasmin, Fabiana Silva, Gabrielle Cavalcante, Mariana Pedrol e Paula Beatriz. As irmãs Vicente, assim como Ygor Coelho (Miratus) ficaram de fora por não terem cumprido os requisitos da seleção de participar do treinamento (no caso dos três jovens, eles estão em período de aula e precisariam perder um mês de aulas&#8230;)</p>
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		<title>China domina badminton em competição marcada por eliminação forçada de atletas</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/londres/china-domina-badminton-em-competicao-marcada-por-eliminacao-forcada-de-atletas</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Aug 2012 23:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Badminton]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://esporteempauta.com.br/?p=6605</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Em mais uma modalidade que engorda seu quadro de medalhas, a China levou os cinco ouros disputados no badminton, e conseguiu oito medalhas das 15 distruídas na modalidade. O domínio do país asiático veio em competição marcada ainda pela polêmica da "entregada", que tirou oito atletas da disputa, que teriam entregado jogos na primeira fase para enfrentar adversários mais fáceis nas quartas de final]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Em mais uma modalidade que engorda seu quadro de medalhas, a China levou os cinco ouros disputados no badminton, e conseguiu oito medalhas das 15 distruídas na modalidade. O domínio do país asiático veio em competição marcada ainda pela polêmica da &#8220;entregada&#8221;, que tirou oito atletas da disputa &#8211; duas duplas da Coreia do Sul, uma da China e uma da Indonesia. Elas teriam entregado jogos na primeira fase para enfrentar adversários mais fáceis nas quartas de final.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6607" title="badminton2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/badminton2.jpg" alt="" width="619" height="464" /></p>
<p>A Malásia, país onde o badminton é um dos mais tradicionais do país e tem grande audiência de público, continua sem uma medalha de ouro na modalidade. O país chegou à final do individual masculino com sua maior estrela, Chong Wei Lee, mas o número 1 do mundo caiu diante de Dan Lin em uma das finais mais acirradas, vencida por 2 sets a 1.</p>
<p>As finais do feminino individual e duplas mistas  foram disputadas com chineses dos dois lados da quadra, reforçando a força do país na modalidade. Nas duplas masculina, a China não teve dificuldade em vencer a Dinamarca, e na feminina as chinesas bateram o Japão na final.</p>
<p><strong>Quadro de medalhas da modalidade</strong></p>
<p><img 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		<title>O que esperar do badminton em Londres?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 01:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Badminton]]></category>
		<category><![CDATA[Londres 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lee Chong Wei]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Parte do programa olímpico desde 1992 em Barcelona, o badminton é dominado pelos países asiáticos. A China é o mais forte, com 11 de 24 ouros e 30 das 76 medalhas distribuídas até hoje. Coreia do Sul e Indonésia vem atrás, e a Malásia, onde o esporte é um dos mais tradicionais do país, também é forte e vai a Londres com esperança de conseguir seu primeiro ouro. O Brasil não terá representantes na modalidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O badminton é uma modalidade relativamente nova em Olimpíadas, tendo entrado na edição de 1992 em Barcelona. Dominado pelos países asiáticos, apenas três países fora do continente já ganharam medalhas na modalidade. A China é o país mais forte, com 11 de 24 ouros e 30 das 76 medalhas distribuídas até hoje. Coreia do Sul e Indonésia vem atrás, e a Malásia, onde o esporte é um dos mais tradicionais do país, também vai forte para Londres.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4890" title="badminton" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/07/badminton-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />Em Londres, as disputas devem ficar entre esses países, e a China tem chances de levar todos os outros, em uma hegemonia semelhante à que possui nos saltos ornamentais e tênis de mesa. Para se ter uma ideia da força chinesa no badminton, nos três campeonatos mundiais deste ciclo olímpico, a China levou todos os ouros nas cinco provas, com exceção das duplas mistas na edição de 2009.</p>
<p>No individual masculino, o favorito é Lin Dan, campeão em Pequim há quatro anos, favoritismo reforçado agora que seu principal adversário e esperança de primeiro ouro para a Malásia Lee Chong Wei está voltando de contusão. No feminino, a briga pela vaga chinesa é mais acirrada e há três concorrentes muito fortes, que podem inclusive levar o pódio completo em Londres.</p>
<p>Nas cinco edições em que o badminton foi disputado o Brasil nunca teve um representante. Dessa vez foi por pouco, com <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/melhor-do-badminton-no-brasil-daniel-paiola-quer-centro-de-treinamento-no-pais">Daniel Paiola em sexto reserva</a>, depois de alcançar a melhor posição do país até hoje no ranking mundial.</p>
<p><strong>Quando</strong>: 28 de julho a 5 de agosto<strong><br />
Onde: </strong>Wembley Arena<strong><br />
Provas</strong>: São cinco: individual feminino e masculino, duplas feminino e masculino e duplas mistas<strong><br />
Em Pequim</strong>: A China foi o maior destaque do badminton em Pequim, levando oito medalhas, sendo três de ouro. Indonésia e Coréia ficaram com três medalhas, sendo um ouro cada.<br />
<strong>Brasil no badminton: </strong>O Brasil não representantes em Londres</p>
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		<title>Desbravando o parabadminton no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 14:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Badminton]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[letisson samarone]]></category>
		<category><![CDATA[parabadminton]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Falar em dificuldades para um esporte voltado para deficientes é quase um pleonasmo. Se ele é relacionado a um esporte pouco conhecido, pior ainda. Se não é paralímpico, fica praticamente fora do radar. Foi com isso que se deparou Letisson Samarone quando caiu em suas mãos trabalhar com parabadminton para surdos há cerca de cinco anos
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Falar em dificuldades para um esporte voltado para deficientes é quase um pleonasmo. Se ele é relacionado a um esporte pouco conhecido, pior ainda. Se não é paralímpico &#8211; ou seja, não está no programa das Paraolimpíadas -, fica praticamente fora do radar de dirigentes, imprensa, profissionais, e mesmo praticantes. Foi com isso que se deparou Letisson Samarone quando caiu em suas mãos trabalhar com parabadminton para surdos há cerca de cinco anos. Educador físico e trabalhando com deficientes físicos desde 2000, ele não conhecia o badminton e teve que correr atrás para aprender sobre a modalidade.</p>
<p>Correr atrás significou ir para a Alemanha sozinho, fazer workshops e conversar com profissionais de todo o mundo. Não é exagero dizer que Letisson é o responsável pela introdução do parabadminton no país e seu principal entusiasta no Brasil. Em 2009, se tornou coordenador <img class="alignleft size-medium wp-image-4450" title="IMG_5493" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5493-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />do esporte na Confederação de Badminton. As duas maiores dificuldades apontadas por ele são justamente o desconhecimento em relação ao esporte e o fato de não serem paralímpicos. &#8220;Ano passado teve a votação para os esportes que iam entrar no Rio 2016. De nove, entraram dois: paratriatlo e paracanoagem. O parabadminton foi o terceiro. Para entrar em 2020, estamos com o status que o paratriatlo tinha para o Rio&#8221;, projeta. Foi necessário fazer adaptações, diminuindo o número de classes de onze para seis.</p>
<p>A espera não é parado. Desde 2009, há pelo menos uma etapa do campeonato brasileiro de parabadminton. O Brasil também participa de torneios internacionais, como o PAN da modalidade em 2010 e o Mundial em 2011. &#8220;Este ano conseguimos a primeira medalha em torneios internacionais com o <a href="http://parabadminton.blogspot.com.br/2012/05/perfil-atleta-gabriel-jannini.html">Gabriel Jannini</a>, que é da Sociedade Hípica de Campinas. O Brasil está tendo resultados. Temos mais atletas aqui do que em toda Oceania, nos EUA não tem parabadminton&#8221;, afirmou, durante a segunda etapa do Nacional, que aconteceu <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/alem-da-peteca">juntamente com o torneio adulto de badminton</a>, em Campinas, no Fonte São Paulo.</p>
<p>&#8220;Estamos em 11 estados no Brasil, todos do Sul, o Distrito Federal, de onde eu sou e que tem o <img class="alignright size-medium wp-image-4451" title="IMG_5492" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5492-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />maior número de atletas, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí. O grande problema é a questão financeira, é difícil reunir todos em uma competição&#8221;. A dificuldade financeira vem, em partes, porque a diretoria é um apêndice da Confederação, e os recursos (já escassos) são restritos para o badminton. Outro problema é que, por não ser paralímpico, alguns praticantes acabam indo para modalidades similares que tenham mais atrativos financeiros, ou não conseguem ter tanta regularidade nos campeonatos. Hoje, são cerca de 30 atletas no Brasil.</p>
<p>&#8220;Estamos em formação ainda. Temos duas coisas hoje, o técnico de badminton que aceita deficiente, mas ai não é parabadminton, é um badminton sobre rodas, porque tem diferenças entre os dois esportes, o toque, várias coisas. E o outro é o técnico que entende de deficiência, mas não especificamente do badminton. Temos poucas pessoas técnicas trabalhando com isso hoje&#8221;, comenta. Para ajudar a propagar o parabdminton, Letisson tem um blog (http://parabadminton.blogspot.com.br/) e além da modalidade, trabalha como coordenador de Brasília dos Jogos Escolares Paralímpicos. A competição reúne seis mil atletas no Brasil e este ano acontecerá em São Paulo.</p>
<p>A competição no Fonte era apenas para a categoria adulto, mas havia uma de 13 anos na cadeira de rodas e quatro que competem em pé em classes diferentes. &#8220;A gente junta para ter competição. É interessante porque lá no Paraná não trinha categoria adptada, e colocaram eles para jogar com pessoas sem deficiência, e um deles conseguiu chegar na final em primeiro lugar. É muito importante para os outros verem que é possível&#8221;, conta com orgulho.</p>
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