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	<title>Esporte em Pauta &#187; Handebol</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Handebol</title>
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		<title>O que o famigerado handebol e o Jammil me ensinaram sobre esporte e vida</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Dec 2013 21:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Eu não acho que elas são coitadinhas, e é bom deixar claro que o handebol vem tendo apoio sim,mas olhando esse histórico, quem poderia criticar se a comemoração fosse um desabafo, se sobrassem críticas para todos os lados, reclamações pela estrutura do Brasil, mais desabafo, “calamos a boca de todo mundo” e por ai vai?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>A essa altura do campeoanto, todo mundo já sabe, já se emocionou, já postou ou pelo menos já deu um curtir no título mundial do handebol feminino do Brasil. Era o mínimo, porque foi histórico e espetacular. Daquelas coisas que daqui a muitos anos dá para olhar para trás e falar “cacete, aquele dia foi foda, aquelas meninas eram fodas”.</p>
<p>Eu entendo do fundo do coração o bode que as pessoas que “gostam de verdade de handebol” e acompanham a seleção faz tempo sentem quando veem seus esporte virar modinha. Acho que é até normal. Quando o Cielo foi campeão olímpico, em 2008, teve um momento que me senti meio “traída”: po Cielo, te acompanho desde que você nem ganhava brasileiro absoluto, e agora você é da galera&#8230; tem a ver com o que o Mike Gustafson falou sobre o amor que a gente tem pelos esportes “não mainstream”, que se assemelham às bandas pequenas e desconhecidas: “You love them partially because they&#8217;re small, they&#8217;re yours, and in this world of globalization and commercialization, sometimes the best rocking out is to the small-time garage band in your life.”</p>
<p>Mas isso só pode durar 1 dia. Porque quem gosta do seu esporte preferido de verdade precisa ver que é maravilhoso o que aconteceu com o handebol, e que eu não vejo há muito tempo: a forma como essa seleção e esse título contagiaram muita gente. Amo natação e tenho orgulho dessa modalidade ser tão vitoriosa, mas eu admito que nunca vi uma reação como essa a um título da natação: não vi esse ano na histórica dobradinha da Poliana com a Ana Marcela no Mundial, no pódio do Cielo, ou mesmo no seu ouro em 2008, não vi no judô com o título da Rafaela.</p>
<p>Talvez porque no handebol o título era inédito, e natação e judô já são mais “vitoriosos”? Pode ser. Talvez tenha um pouco do efeito facebook, da época do ano vazia no calendário do futebol e de “férias” pra muita gente, pode ter a ver com o fato de muita gente ter praticado a modalidade na escola, ser um esporte coletivo, enfim.. não sei e nem me interesssa muito. O fato é que poucas vezes na vida eu vi algo como isso. Alexandra pedindo música no fantástico, todo mundo falando de handebol, que sensacional! As implicações são imensas. Mais mídia, mais gente querendo praticar a modalidade. Já pensou se começa uma cultura de handebol? Não vai ser como futebol, mas não dá para querer comparar com futebol &#8211; é outro negócio, e não tem problema que seja assim. Todo país tem seu esporte principal. O importante é que os outros tenham um mínimo de estrutura para atrair mais gente, ter crianças praticando, atletas se formando, e tudo mais.</p>
<p>E agora me estendendo um pouco mais na Alexandra no Fantástico, é aqui que chego na parte mais bonita dessa história para mim. De tudo, o que mais me emocionou foi a reação das jogadoras, especificamente a música que elas cantaram durante o campeonato. Eu estou longe, eu sei, e minha visão pode ser superficial, mas o que eu vi ali e em todas as declarações depois me tocou o coração. Eu já conhecia a música, e a primeira vez que vi que elas estavam cantando essa letra, achei muito divertido. Poxa, a música é super pra cima, elas estavam felizes de estar vivendo aquilo ali, que demais.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/YfufhS8jH4s" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p>Vamos recapitular essa história: essas jogadoras precisaram sair do país para melhorar seu handebol (com apoio da Confederação, é bom dizer), ficar longe de suas famílias. Vem de um histórico de exposição pífia na mídia (um salve ao Brasil no Rio, Surto Olímpico, Marcelo Romano, Olimpílulas, e todo mundo que tenta fazer jornalismo de esportes olímpicos nesse país). De um continente que não tinha nenhum resultado expressivo em Mundiais/Olimpíadas. E de dois resultados que estavam engasgados, o Mundial de 2011 e as Olimpíadas do ano passado. Eu não acho que elas são coitadinhas, e é bom deixar claro que o handebol vem tendo apoio sim,mas olhando esse histórico, quem poderia criticar se a comemoração fosse um desabafo, se sobrassem críticas para todos os lados, reclamações pela estrutura do Brasil, mais desabafo, “calamos a boca de todo mundo” e por ai vai?</p>
<p>Mas não foi isso o que aconteceu. Sim, até teve, mas de um jeito bem moderado &#8211; e, em geral, como resposta a perguntas de jornalistas, não como uma agenda imposta por elas. Bem diferente do que o vôlei quando foi campeão olímpico em 2012 (isso não é uma crítica, eu entendo). Mas falando de handebol: a comemoração delas foi leve, foi linda:</p>
<p><em>“Celebrar, como se amanhã o mundo fosse acabar,</em><br />
<em>  tanta coisa boa a vida tem pra te dar, </em><br />
<em> o pensamento leve faz a gente mudar”. </em></p>
<p>Elas estavam felizes! Não estavam preocupadas em calar a boca de ninguém (até podem ter ficado e até podem ter calados, mas isso não foi o principal), ou em cantar uma música de superação: elas estavam cantando uma música sobre alegria! A tônica de Celebrar, que a Alexandra pediu no Fantástico e que a seleção cantou depois de conquistar o título, é de meninas felizes até perder a conta, orgulhosas de si mesmas, agradecidas pelo momento que puderam viver. Isso é muito muito muito bonito.</p>
<p>Fico muito emocionada quando vejo pessoas trabalhando com o que amam e fazendo sua função bem. Isso vale não só para elas, mas para os jornalistas do Esporte Interativo: como foi legal ver a emoção da repórter, do narrador, a vibração da equipe toda. Eu sai da casa do meu amigo com quem eu vi o jogo feliz de ter visto tantas pessoas genuinamente felizes. Isso é muito raro, e talvez seja uma pureza que só um &#8220;primeiro título&#8221; permita, pensando na pressão, no dinheiro, e em tudo mais que está envolvido depois.</p>
<p>Como eu sempre falo: cada título deve ser muito comemorado por si só. Uma conquista não tem valor só porque ela foi um passo rumo ao ouro olímpico: ela é também este passo, mas é antes disso um título por si só. Que bode desse mundo em que as coisas só tem sentido se vão implicar em alguma outra, se vão agregar ao currículo ou ensinar a ter disciplina: cacete, o esporte vale por ele, não só pelas suas implicações (que são muito legais, claro!). Muito bonito ver essa celebração, &#8220;como se amanhã o mundo fosse acabar&#8221;. Claro! O título vale muito, a Olimpíada é outra coisa, e o que quer que aconteça lá, não apaga o que aconteceu agora.</p>
<p>Pra terminar: <em>&#8220;se acostume com a felicidade&#8221;</em> da música é lindo, e bem que o Gérson, meu técnico de natação, me ensinou lá atras: &#8220;para com essa história ridícula de se melhorar estraga, se melhorar, melhora!&#8221;. Quem diria que o Jammil fosse me dar uma aula de filosofia de vida.</p>
<p><em>*Dedicado a Camila Lacerda, que assim como as meninas, é sempre em prol da alegria</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand4.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12473" title="hand4" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand4-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand3.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12474" title="hand3" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand3-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12475" title="hand2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand2-800x533.jpg" alt="" width="512" height="341" /></a></p>
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		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/atletismo/o-melhor-ano-para-os-esportes-olimpicos-no-brasil</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
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		<title>Entrevista &#8211; Valadão é contratado por equipe espanhola: &#8220;realizo um sonho&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 16:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Valadão]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Foi anunciada ontem (26) a contratação de Guilherme Valadão, armador da seleção e do Metodista, pela equipe do Balonmano Guadalajara, da Espanha. Depois de um 2012 difícil com uma cirurgia para tratar de lesão no joelho, Valadão sobre as expectativas e a realização de um sonho.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>O handebol masculino brasileiro tem tudo para dar um salto de qualidade este ano. Foi anunciada ontem (26) a contratação de Guilherme Valadão, armador da seleção e do Metodista, pela equipe do Balonmano Guadalajara, da Espanha. E ele não deve ser o único: nesta entrevista ao <strong>Esporte em Pauta</strong>, ele comenta que provavelmente a seleção terá mais de 10 atletas fora do país nesta temporada, assim como acontece na seleção feminina da modalidade. Depois de um 2012 difícil com uma <a href="http://esporteempauta.com.br/handebol/da-mesa-de-cirurgia-para-o-mundial-em-nove-meses">cirurgia para tratar de lesão no joelho</a>, Valadão sobre as expectativas e a realização de um sonho.</p>
<p><strong><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/valadao.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-10953" title="valadao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/valadao.jpg" alt="" width="183" height="275" /></a>Você foi o quarto contratado pelo Balonmano Guadalajara, em uma renovação do clube para essa temporada. Como foram as negociações? </strong><br />
Sim, fui o quarto contratado pela equipe do Guadalajara. Entretanto, houve boas renovações de contrato lá, então teremos uma equipe muito forte, para buscar colocações acima das anteriores. As negociações começaram após o Mundial, em janeiro, e tornaram-se mais concretas após viajarmos em março para fazer alguns amistosos. Isso facilitou e ajudou na escolha do clube. Pude conversar com muitas pessoas para buscar a melhor opção dentre as que eu possuía.</p>
<p><strong>Quando você viaja para lá em definitivo?</strong><br />
Devo viajar entre o dia 20 e 25 de julho. Ainda jogo mais uma partida oficial amanhã (28/06) pelo Super Paulistão, contra a equipe do Hebraica, em São bernardo do campo.</p>
<p><strong>Hoje a seleção brasileira tem dois atletas fora do país no masculino. Como você acha que sua ida para lá pode melhorar seu jogo? Quais suas expectativas pra essa temporada?</strong><br />
A seleção está com muitos atletas fora do país. Para essa temporada, provavelmente teremos mais de 10 atletas fora do Brasil, o que crescerá muito a nossa seleção e o nível do handebol nacional! As expectativas são as melhores. Não tem como você realizar um sonho, jogar uma das ligas mais fortes do mundo e estar desmotivado. Estou muito ansioso, nervoso e não vejo a hora de começar a treinar e aprender lá!</p>
<p><strong> Como vai ser sua vida lá? Você vai apenas para treinar, e vai trancar a faculdade aqui?</strong><br />
Agora sim, vou trancar  a faculdade [ele estudava Engenharia no Mackenzie], por um tempo. Lá o handebol é profissional, então fica complicado jogar, estudar e fazer outras coisas.</p>
<p><strong>Uma matéria que saiu hoje no &#8220;Diario Vasco&#8221; <a href="http://www.diariovasco.com/agencias/20130627/deportes/mas-deportes/balonmano-guadalajara-ficha-brasileno-valadao_201306271327.html">destacou</a> sua &#8220;força, jogo com garra, chute poderoso, bom comportamento na defesa&#8221;. Há um ano você passou por uma cirurgia complicada no joelho. É a realização de um sonho? </strong><br />
Hoje acordei extremamente feliz. Como na Espanha são 5 horas a frente, acordei e tinha muitas mensagens, recados no twitter, mensagens na página do Facebook, todos elogiando. Saíram matérias em diversos jornais, sites, o que  deixa qualquer atleta feliz pelo reconhecimento. Muito bom conseguir conquistar tudo isso, depois de pouco mais de um ano de uma cirurgia extremamente complicada. Fico feliz demais, realizo um sonho, mostro mais uma vez a superação da lesão e agora preciso descansar, para começar uma boa temporada la.</p>
<p><strong>Sobre a lesão, você já está 100% fisicamente?</strong><br />
Não sei se estou 100% já, mas estou bem. Agora é aprimorar a forma física, pois aguentar a temporada e o ritmo de jogos l&#8217;á será complicado! Espero contar com a torcida de todos os brasileiros, sem perder o foco das Olimpíadas de 2016, é o sonho de qualquer atleta. C<span style="text-align: left;">aso alguém queira alguma notícia a mais, siga a </span><a style="text-align: left;" href="https://www.facebook.com/GuiValadao.Handebol?fref=ts">página no facebook</a><span style="text-align: left;"> &#8220;Guilherme Valadão Gama&#8221;. </span></p>
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		<title>O melhor do esporte olímpico no início de junho</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 23:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atletismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/>O esporte olímpico não para. Neste mês de junho, o que não faltam são participações de brasileiros em competições ao redor do mundo e competições nacionais de algumas modalidades. Aponto boxe, pentatlo moderno e vôlei como as modalidades com os principais resultados na primeira metade do mês. Boas vitórias também do handebol no PAN da modalidade, consolidando a supremacia na região]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Boxing-42.png" width="42" height="42" alt="Boxe" title="Boxe" /><br/><p>O esporte olímpico não para. Neste mês de junho, o que não faltam são participações de brasileiros em competições ao redor do mundo e competições nacionais de algumas modalidades.</p>
<div id="attachment_10876" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/yane.jpg"><img class="size-full wp-image-10876" title="yane" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/yane.jpg" alt="" width="300" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">Linda vitória de Yane na Rússia</p></div>
<p><strong>Boxe, pentatlo e vôlei são destaques</strong><br />
Aponto boxe, pentatlo moderno e vôlei como as modalidades com os principais resultados na primeira metade do mês. No <strong>boxe</strong>, o Brasil participou da Copa Cardin e Copa Roberto Balado, com presença de seleção completa de Cuba na primeira e de vários atletas da elite mundial na segunda. O Brasil saiu das competições com seis medalhas.</p>
<p>O mais interessante é que elas não vieram das mãos dos medalhistas olímpicos, mas de Robenilson Jesus, Myke Carvalho, Michel Borges, Lucas Martins, Jhony Klever e Juan Nogueira. A modalidade segue bem neste início de ciclo olímpico, com treinamento em Cuba e muitas competições internacionais.</p>
<p>No <strong>pentatlo moderno</strong>, ouro para Yane Marques na Kremlin Cup, mostrando que a atleta segue em forma e motivada após a medalha olímpica. Ela tem mostrado melhora em modalidades em que não era tão boa, e fez uma bela prova vencendo a campeã olímpica por um segundo. Vale ler o relato <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2075">aqui</a>. Yane ainda foi oitava na final da Copa do Mundo, seguindo o roteiro do último ciclo olímpico de ficar sempre entre as oito melhores nas principais competições do mundo.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong> mostrou que segue na elite mundial, com vitórias no feminino e masculino. As comandadas por Zé Roberto Guimarães venceram a Copa Alessio Cup, na Itália, e o Masters, na Suiça. Já o masculino venceu a Argentina e a Polônia pela Liga Mundial.</p>
<p><strong>Medalhas fora do país na preparação para Mundiais<br />
</strong>Outras modalidades tiveram participações interessantes em torneios fora do país. Lohaynny Vicente (ouro) e Daniel Paiola (bronze) subiram ao pódio no Torneio da Argentina de badminton. Na canoagem, bela vitória de Erlon e Ronilson e de Isaquias, promessa jovem do novo ciclo olímpico, na terceira etapa da Copa do Mundo, na Polônia. No ciclismo BMX, Priscilla Carnaval chegou à semifinal da Copa do Mundo pela primeira vez, na etapa da Holanda. No polo aquático, resultado não tão bom, com seis derrotas em seis jogos na Liga Mundial, que aconteceu uma semana depois da final da Taça Brasil.</p>
<div id="attachment_10877" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/handebol.png"><img class="size-medium wp-image-10877" title="handebol" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/06/handebol-300x200.png" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol campeão continental pela oitava vez</p></div>
<p>Em torneios continentais, a seleção feminina de handebol venceu com tranquilidade o PAN, batendo a Argentina na final por 38 a 15. A seleção garantiu ainda vaga para o Mundial. No PAN de esgrima disputado na Colômbia, Gabriela Cecchini e Tais Rochel ficaram em 17º no florete individual no PAN, mesmo colocação de Nicolas Ferreira na espada.</p>
<p><strong>Judô e vôlei de praia estão em outro patamar</strong><br />
O judô segue em outro patamar frente aos demais esportes olímpicos. Se no boxe há bons resultados não só dos medalhistas olímpicos, no judô os bons desempenhos vão além dos representantes olímpicos. A briga interna pelas vagas de cada peso serão intensas nesse ciclo olímpico. No Grand Prix de Miami, oito medalhas, sendo três pratas e cinco bronzes</p>
<p>O vôlei de praia também segue se destacando no início do Circuito Mundial, nesse ano de conturbadas mudanças na modalidade. Foram títulos para Talita/Maria Elisa e Emanuel/Alison na Copa do Mundo, disputada em Campinas, e ouro das duplas brasileiras no Grand Slam da Holanda (Talite/Taiana e Bruno Schmitd/Pedro Solberg).</p>
<p><strong>Destaques individuais: Falavigna, Thiago Pereira</strong><br />
Medalhistas olímpicos do país tiveram bons resultados individuais. No taekwondo, Natália Falavigna venceu o Aberto da Áustria e foi quinta no Aberto da Suíça. Na natação, Thiago Pereira foi o destaque da delegação brasileira no Trofeu Sette Colli, na Itália, com ouro no 200 medley batendo Lazslo Cseh, seu rival antigo na prova, com uma boa marca de 1&#8217;58&#8221;12. Cielo foi prata o 50 livre no Grand Prix de Santa Clara, com 22&#8221;04.</p>
<p>No atletismo, alem do Troféu Brasil de Atletismo, com dois novos atletas conseguindo índice para o Mundial de Moscou, destaque para Ausgusto Dutra, que foi prata em Colônia no salto com vara, com a marca de 5m70. Na etapa de Eugene da Liga Diamante, Duda foi prata no salto em distância com 8m22.</p>
<div></div>
<div></div>
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		<title>O melhor do esporte olímpico no fim de semana</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 02:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>O Brasil conquistou 15 medalhas (cinco ouros, quatro pratas e seis bronzes) no Open de Buenos Aires de judô, com destaque para Luciano Correa, que venceu campeão olímpico. No pentatlo moderno, Priscila Oliveira foi o melhor resultado do Brasil na Copa do Mundo do Rio de Janeiro, terminando em 11º]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>Fim de semana repleto de competições nos esportes olímpicos. Veja os destaques:</p>
<p><strong>Handebol &#8211; Sulamericano e PAN: </strong>Três títulos continentais para o handebol brasileiro no final de semana: sulamericano feminino adulto, Pan-Americano júnior masculino &#8211; ambos com vitória sobre a Argentina na final &#8211; e Pan-Americano adulto masculino de handebol de areia. Confira <a href="http://esporteempauta.com.br/handebol/fim-de-semana-de-titulos-continentais-para-o-handebol-brasileiro">aqui</a>.</p>
<div id="attachment_10013" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/podio.jpg"><img class="size-medium wp-image-10013" title="podio" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/podio-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Pentatlo: Pódio da prova feminina</p></div>
<p><strong>Pentatlo &#8211; Priscila à frente de Yane Marques:</strong> Aconteceu ao longo da última semana a segunda etapa da Copa do Mundo da modalidade, sediada no Rio de Janeiro. No feminino, a competição esteve muito forte, com as três medalhistas olímpicas presentes na prova. Com grande expectativa grande sobre Yane Marques, o melhor resultado do Brasil acabou ficando com Priscila Oliveira, que terminou em 11º, a frente de Yane, que foi 13º lugar. A vitória ficou com a norte-americana Margaux Isaksen, que foi quarta colocada na última Olimpíada, chegando pouco atrás de Yane. No masculino, nenhum brasileiro chegou à final &#8211; o melhor resultado foi de Danilo Fagundes, que terminou em 40º.</p>
<p><strong>Ginástica Artística &#8211; Copa do Mundo</strong>: O Brasil conquistou medalha na etapa de Cottubus da Copa do Mundo, com o bronze de Caio Campos no salto sobre o cavalo.</p>
<div> <strong>Judô &#8211; brasileiros vencem medalhistas olímpicos</strong>: Competindo com a seleção B, o Brasil conquistou 15 medalhas (cinco ouros, quatro pratas e seis bronzes) no Open da Argentina de judô. Os ouros vieram com Felipe Costa, Luciano Correa, Walter Santos, Nathália Brígida e Khaterine Campos. Interessante destacar que Luciano e Felipe venceram medalhistas olímpicos: Luciano bateu o atual campeão olímpico da categoria até 100kg, Tagir Khabulaiev, enquanto Felipe bateu Ivan Nifontov, bronze em Londres.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<div id="attachment_10014" style="width: 635px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luciano.jpg"><img class="size-full wp-image-10014" title="luciano" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luciano.jpg" alt="" width="625" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Luciano Correa bateu campeão olímpico russo</p></div>
</div>
<p><strong>Tênis de mesa &#8211; Dois ouros para Caroline</strong>: Carolina Kumahara venceu Lígia Silva na final e levou o título Latino-Americano de maiores de tênis de mesa, disputado em El Salvador. Ela já havia vencido nas duplas mistas, ao lado de Eric Jouti. No masculino, Cazuo Matsumoto terminou em segundo lugar.</p>
<p><strong>Esportes aquáticos &#8211; Sulamericano juvenil</strong> &#8211; o Brasil conquistou mais medalhas no Sulamericano juvenil, depois de vencer fácil na natação. No polo aquático, ouro no feminino (17&#215;5 na final) e masculino (17&#215;8 na final), ambos contra a Venezuela. Nas maratonas aquáticas, dois ouros e uma prata na competição. Destaque para Carolina Bilich, que venceu a prova de 7,5km e  levou o prêmio de melhor maratonista da competição, que soma-se ao prêmio de melhor índice técnico na competição de natação. Na disputa de nado sincronizado, seis ouros e uma prata para o Brasil.</p>
<div>
<p><strong>Vôlei de praia &#8211; Sulamericano</strong>: Na quinta etapa do Circuito, disputada em Assunção, final brasileira e vitória de Lili/Rebecca, que se mantém líderes do ranking. A prata ficou com Fernanda Berti/Elize. No masculino, Oscar/Edson Filipe foram bronze, e caíram para o segundo lugar no ranking.</p>
<p><strong>Vôlei &#8211; Superliga masculina</strong>: Nas primeiras partidas da semifinal da Superliga masculina de vôlei, vitória dos anfitriões e favoritos. O Rio de Janeiro venceu o Vivo/Minas em casa, em partida muito disputada decidida no tie break, enquanto o Sada/Cruzeiro bateu o SESI, por 3 sets a 0. Os jogos de volta acontecem no próximo final de semana.</p>
</div>
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		<title>Três títulos continentais para o handebol brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 00:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Sulamericano femino adulto, Pan-Americano masculino júnior e Pan-Americano masculino adulto de handebol de areia: o fim de semana foi dourado para o handebol brasileiro, com direito a duas vitórias sobre a Argentina na final. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><div id="attachment_10006" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/sula2.jpg"><img class="size-medium wp-image-10006" title="sula" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/sula2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Título no Sulamericano feminino...</p></div>
<p>O handebol brasileiro conquistou três títulos continentais no final de semana. A seleção feminina levou o Sul-Americano adulto, disputado no Chile, enquanto a vez da seleção masculina levou o Pan-Americano júnior, disputado em Mar del Plata, ambos vencendo a Argentina. O terceiro título veio do handebol de praia, com vitória no Pan-Americano masculino adulto.</p>
<p>No Sulamericano feminino, a campanha foi impecável: quatro vitórias com goleadas até enfrentar a Argentina, que também estava invicta, na partida que valia o título. Contra as adversárias o placar não foi tão elástico, mas a vantagem também foi boa: 37 a 23, com 11 gols marcados por Alexandra Nascimento, eleita melhor jogadora do mundo ano passado. Detalhe para o saldo de gols impressionante de 114 gols (190 marcados e 76 sofridos). A seleção garantiu vaga no Pan-Americano, que acontece em julho, e funciona como classificatório para o Mundial, que ocorre em dezembro.</p>
<div id="attachment_10008" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/praia.jpg"><img class="size-medium wp-image-10008 " title="praia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/praia-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">.. no PAN de handebol de areia...</p></div>
<p>No Pan-Americano de handebol de areia, foram cinco vitórias na fase classificatória até chegar à final contra a Venezuela, vencida por 2 sets a 0, com partida decidida no gol de ouro no segundo período, após empate no tempo regular. O Brasil é atual campeão mundial, e já tem vaga garantida no World Games, que acontecerá na Colômbia este ano.</p>
<div>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">No PAN júnior, a seleção masculina &#8211; que é treinada pelo técnico da principal Jordi Ribera, também terminou invicta, com quatro vitórias na primeira fase e duas na fase final. A final foi mais tensa, com o ouro vindo após vitória por 25 a 21 sobre os donos da casa argentinos, depois de sair empatados no primeiro tempo (11 a 11). Com o título, o Brasil garantiu uma das três vagas para o Mundial júnior, que acontece na Bósnia, em julho (as outras duas ficaram com Argetina e Chile). </span></p>
<div id="attachment_10007" style="width: 626px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/pan.jpg"><img class=" wp-image-10007  " title="pan" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/pan-800x533.jpg" alt="" width="616" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">.. no PAN masculino júnior.</p></div>
</div>
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		<title>Da mesa de cirurgia para o Mundial de handebol em nove meses</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 13:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Valadão]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Revelação do handebol nacional - esteve em todas as seleções das categorias de base, desde 2005, quando tinha 14 anos -, Guilherme Valadão, de 22 anos, integrou sua primeira Seleção nacional adulta em janeiro. Depois de perder a temporada de 2012 praticamente inteira em função da lesão no joelho, a estreia aconteceu no Mundial da Espanha. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>“Tinha dias que eu estudava o dia inteiro, chegava em casa e não conseguia dormir. Meu corpo estava acostumado a correr, fazer esporte, de repente ficar parado, eu não tinha sono!”.  Quem conta sobre o período de lesão é Guilherme Valadão, de 22 anos, ao final de uma tarde de aulas no Mackenzie, onde cursa Engenharia. Revelação do handebol nacional &#8211; esteve em todas as seleções das categorias de base, desde 2005, quando tinha 14 anos -, ele integrou sua primeira Seleção nacional adulta em janeiro. Depois de perder a temporada de 2012 praticamente inteira em função da lesão no joelho, a estreia aconteceu no Mundial da Espanha. O Brasil jogou bem e conquistou um inédito 13o lugar, permitindo boas expectativas para o ciclo olímpico que se inicia.</p>
<div id="attachment_9739" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valadao.jpg"><img class="size-medium wp-image-9739" title="valadao" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valadao-300x291.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia: Piccolo &amp; Inamine</p></div>
<p>O início da trajetória é uma história bem familiar: Valadão começou jogando handebol aos 12 anos, na escola, durante as aulas de educação física &#8211; algo comum no Brasil. Natural de São Bernardo, ele estudava no Colégio Metodista. O técnico também dava aulas no clube e não demorou a notar o talento do jogador, chamando-o para o treino. Dois anos depois, Valadão estava na seleção brasileira infantil. E onze anos depois, continua defendendo o mesmo clube &#8211; uma das duas maiores forças nacional da modalidade, junto com o Pinheiros.</p>
<p>O que não é tão trivial é a evolução desde as categorias de base até o adulto. “Muitos jogadores param, alguns que foram da base comigo, porque precisam trabalhar ou estudar, é difícil viver disso. Me ajudou o apoio da família e do clube, que sempre deu bolsa de estudos, plano de saúde&#8221;. Além da falta de apoio, alguns jogadores não continuam evoluindo conforme sobem de categoria. Valadão não. Eleito destaque da categoria cadete masculina em 2007 pela Federeção Paulista, quando ainda era juvenil, ganhou o prêmio novamente em 2011 e é uma das apostas da comissão técnica para as Olimpíadas de 2016.</p>
<p><strong>O Mundial</strong><br />
O Mundial de 2013 foi um marco importante nessa preparação &#8211; tanto para a seleção como para o jogador, que atua como armador esquerdo. Depois de não conseguir classificação para as Olimpíadas de 2012, o handebol masculino do Brasil fez uma campanha empolgante na Espanha, venceu adversários fortes, avançou para as oitavas de final e parou nessa fase depois de derrota por apenas um gol para a Rússia.</p>
<p>Valadão sintetiza bem a campanha: “Fomos crescendo dentro da competição. No primeiro jogo a gente começou bem, mas sentiu a falta de vivência e ritmo no segundo tempo. Quando vimos, eles [Alemanha] já tinham aberto 10 gols. No segundo jogo foi melhor, e conforme foi passando, fomos aprendendo a ficar tranquilos, colocar a bola debaixo do braço,e em outros momentos jogar o jogo veloz”, explica.</p>
<p>Esse segundo jogo já era tenso. O adversário foi a Argentina, com rivalidade que Valadão conhece bem das categorias de base. “Meu primeiro campeonato da seleção foi em 2005, infantil, e mesmo moleque isso já existia. Eu lembro que o jogo empatou e o critério de desempate era o saldo de gols, e a gente ficou atrás. No outro ano a gente treinou com tudo o ano inteiro, e quando chegamos no PAN, tinha aquela coisa da revanche. Acabamos ganhando de 21 gols de diferença, um placar muito elástico”. Além da rivalidade histórica, no Mundial o Brasil estava engasgado da derrota no PAN de 2011, em Guadalajara, que selou a classificação argentina para as Olimpíadas de Londres. Focada, a seleção venceu por 10 gols. “Foi ai que a gente cresceu no campeonato. Entramos no jogo querendo muito ganhar deles, e também querendo conseguir algo inédito no Mundial”.</p>
<p>Seguiram-se vitórias contra a Tunísia (no único jogo em que Valadão não entrou em quadra) e Montenegro, garantindo o terceiro lugar no grupo A e uma vaga nas oitavas de final. Na derrota por um gol para a Rússia, Valadão atuou como goleiro linha no final. “Além de jogar algumas vezes de goleiro linha na Metodista, o Jordi [Robeira, técnico da seleção] queria dar confiança para os mais novos, porque isso vai ser importante lá na frente, que era o objetivo mesmo. Crescemos muito na competição, e ele queria que nós da nova geração estivessemos em quadra”. Valadão relembra a trajetória na Espanha com tanta animação que às vezes não dá para lembrar que a convocação aconteceu depois de um ano complicado.</p>
<div id="attachment_9744" style="width: 265px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valadao2.jpg"><img class="size-medium wp-image-9744" title="valadao2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/valadao2-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: A.A.A.H.L</p></div>
<p><strong>A lesão</strong><br />
Além de defender a Metodista, Valadão também joga pela faculdade, o Mackenzie. Em uma das faculdades de ponta que mais apoia o esporte em São Paulo, o atleta tem bolsa integral de estudos, e por isso joga também torneios universitários. A rotina inclui treinos de manhã, das 9h às 13h, e aulas no período da tarde e da noite.</p>
<p>Foi em um desses jogos pelo universitário que Valadão se machucou. “Foi uma besteira, um lance sozinho, escorreguei e cai. Eu tinha jogado dois jogos da temporada pelo Metodista, dois dias depois joguei esse do universitário e perdi o ano inteiro. Voltei só para os dois jogos finais”. Valadão rompeu o ligamento cruzado anterior e os dois meniscos, passou por cirurgia em abril e ficou o restante do ano em recuperação.</p>
<p>“Eu nunca tinha me machucado, às vezes eu caia, batia a cabeça, mas nunca nada sério”. Valadão conta que foi difícil ficar um ano parado. “Tem horas que você não acredita, quando não consegue fazer uma etapa da fisioterapia, não consegue correr. Mas muitas pessoas ajudam, quem já passou por isso. A família também foi importante na recuperação”. Apesar disso, ele diz que deve jogar novamente pela faculdade. “Pro clube é pesado, claro, mas eles também me apoiam. Eu tenho bolsa, tenho que jogar. Claro que mais tranquilo, para não acontecer de novo”.</p>
<p>A convocação, mesmo com condições físicas adversas &#8211; Valadão ainda não está 100% para jogar, o que deve acontecer este ano com fortalecimento e o fim da cicatrização &#8211; , faz parte do Projeto Olímpico da Confederação, visando os Jogos de 2016. “Junto com o COB a Confederação trouxe o técnico espanhol e fecharam patrocinadores até 2016. Até lá teremos viagens para adquirir experiência internacional”. Valadão é peça importante do projeto, junto com outros jogadores da nova geração, como Arthur Patrianova. “O técnico até conversava comigo no Mundial, explicava porque joguei menos que os outros, por estar nove meses sem jogar, mas que era importante estar lá”.</p>
<p><strong>Ciclo olímpico</strong><br />
Valadão é consciente do momento do Brasil hoje, e empolgado com o ciclo olímpico. &#8220;Depois que vimos que a Rússia perdeu de um gol da Eslovênia, vimos que se a gente ganhasse poderia fazer um jogo bom com eles, e talvez chegar à semifinal. Ficou aquele gosto de quero mais. Não é que chegamos nas oitavas de final meio por sorte e perdemos de muitos gols. Mas a gente também tem que saber se colocar no lugar que a gente está. Não estamos ainda, temos que ser realistas, entre os quatro melhores do mundo. Está longe de ser campeão daqui a dois anos. Mas crescemos muito em dois anos, e sabemos que dá para crescer mais&#8221;.</p>
<p>A fala encontra eco na evolução dos resultados. Há dois anos, no Mundial disputado na Suécia, a seleção perdeu os cinco jogos da primeira fase e terminou na 21a posição. Fazia 14 anos da última (e única) vez que o Brasil havia chegado às oitavas de final, na ocasião perdendo para a Espanha por 10 gols de diferença. &#8220;Não vamos mais para jogar aquele campeonato de segunda divisão, dos que não se classificam. Vamos para brigar entre os 16. Daqui a dois anos, no Qatar, a gente já espera algo que era impensável. Se não dá para ser campeão, vamos para ficar entre os oito. O mínimo para nós é isso. Para quando chegar em 2016, dependendo de como for no Qatar, chegar para ficar entre os quatro. Se não conseguimos a evolução exponencial do feminino, vamos aos poucos&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Captura-de-Tela-2013-02-20-às-23.10.07.png"><img class="aligncenter  wp-image-9750" title="Captura de Tela 2013-02-20 às 23.10.07" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Captura-de-Tela-2013-02-20-às-23.10.07.png" alt="" width="470" height="300" /></a></p>
<p>Valadão comemora o bom momento das meninas e enaltece o prêmio conquistada por Alexandra Nascimento, eleita a melhor jogadora do mundo ano passado. Hoje praticamente todas as jogadoras da seleção brasileira atuam fora do país, e muitas jogam no mesmo time, o Hypo, da Áustria. Já no masculino, são apenas dois jogadores atuando fora do Brasil, na Espanha. Valadão explica em partes a diferença. &#8220;A gente sabe que não jogar lá atrapalha. Na Europa todo jogo é muito importante. O líder ganha do último colocado por um ponto. Tudo é forte. Aqui não. Quando começa o campeonato a gente já sabe os quatro que estarão na semifinal, pelo investimento, pelos atletas, pelo patrocínio&#8221;.</p>
<p>E a ida dos jogadores do masculino para a Europa é mais complicada. &#8220;No masculino é diferente. A mão de obra, os atletas lá, tem nível superior ao nosso. No feminino talvez por elas terem estrutura física melhor que as outras, elas conseguem ir. No masculino não, eles tem estrutura física melhor que a gente, e também tecnicamente e taticamente, são melhores.Tem que se destacar muito num mundial para um cara do masculino ir embora. No feminino não é tanto, mas claro que é difícil também. Por isso o feminino cresce exponencial e o masculino cresce passo a passo.&#8221;</p>
<p>Mas Valadão não fala em tom de lamentação. Animado, fala sobre os treinamentos programados dentro do Programa Olímpico e exalta a experiência do Mundial. &#8220;A gente comentou, se a competição durasse dois meses a gente estaria entre o 4 primeiros. Qualquer jogo internacional é importante, qualquer jogo de alto nível, contra qualquer equipe. No Mundial a gente voltou com uma vivência como se tivesse jogado um ano inteiro aqui&#8221;.</p>
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		<title>Os quatro melhores resultados do esporte olímpico brasileiro em  janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 22:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Tênis de mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro olímpico]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/>O melhor resultado veio do tênis de mesa, com a vitória de Cazuo Matsumoto no Aberto da Espanha, tornando-se o primeiro latino-americano a vencer uma etapa do Circuito Mundial. O handebol masculino brasileiro teve boa atuação no Mundial, realizado na Espanha, terminando em 13º, melhor posição da história]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Tennis-42.png" width="42" height="42" alt="Tênis" title="Tênis" /><br/><p><strong>1- Tênis de mesa</strong><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Cazuo_Matsumoto_-_12.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9512" title="Cazuo_Matsumoto_-_12" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Cazuo_Matsumoto_-_12-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><br />
Cazuo Matsumoto conquistou o Aberto da Espanha de tênis de mesa, tornando-se o primeiro atleta da América do Sul a vencer uma etapa do Circuito Mundial. Com 20 anos, Cazuo é 94 no ranking mundial divulgado no início de janeiro, e deve subir várias posições após a vitória.</p>
<p><strong>2- Handebol</strong><br />
A seleção brasileira masculina de handebol terminou em 13º lugar no <a href="http://esporteempauta.com.br/tag/mundial-de-handebol">Mundial da Espanha</a>, melhor colocação da história. Vencendo três jogos na primeira fase, contra as boas equipes da Argentina, Tunísia e Montenegro, o Brasil pegou a Rússia nas oitavas de final.</p>
<p>Em jogo muito disputado, a eliminação veio por um gol de diferença, e o Brasil foi apontado pelas equipes e por sites especializados como uma das boas surpresas da competição. O técnico Jordi Ribeira optou por mesclar experiência e renovação na seleção, e foi um bom começo de ciclo rumo aos Jogos de 2016.</p>
<p><strong>3- Ciclismo estrada</strong><br />
Alex Diniz teve ótima participação no Tour de San Luis, na Argentina, terminando na terceira colocação.Ele competiu contra grandes nomes do ciclismo mundial, ficando à frente de nomes como Alberto Contador e Joaquim Rodríguez.</p>
<p><strong>4- Tênis</strong><br />
Dando sequência a 2012, melhor ano de sua carreira. Bruno Soares foi campeão do ATP de Auckland, na Nova Zelândia, jogando ao lado de Colin Fleming. Uma semana antes, Marcelo Melo também venceu um ATP nas duplas, em Brisbane, jogando com Tommy Robredo.</p>
<p><strong>Base</strong>: Vale destacar o desempenho de Isaquias Queiroz no Festival da Juventude, tradicional competição que acontece na Austrália. O atleta da canoagem conquistou dois ouros, nas provas de c1- 200m e C 1000m. Na primeira prova, Isaquias tem o título mundial júnior, conquistado na Alemanha em 2011.</p>
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		<title>Em casa, Espanha vence Dinamarca e chega ao segundo título mundial de handebol</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jan 2013 22:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[Handebol]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial de handebol]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Nem parecia final de Mundial. Diante da torcida e da forte seleção da Dinamarca, os espanhois entraram em quadra em busca do segundo título Mundial de handebol masculino, oito anos depois de levantar a taça pela primeira vez. A expectativa era por um jogo acirrado, mas o que se viu foi um passeio da seleção anfitriã, que impôs vantagem desde o início e venceu por 16 gols de diferença]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>Nem parecia final de Mundial. Diante da torcida e da forte seleção da Dinamarca, os espanhois entraram em quadra em busca do segundo título Mundial de handebol masculino, oito anos depois de levantar a taça pela primeira vez. A expectativa era por um jogo acirrado, mas o que se viu foi um passeio da seleção anfitriã, que impôs vantagem desde o início e venceu por 16 gols de diferença, a maior diferença de toda segunda fase da competição.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/hand5.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9499" title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/hand5-800x573.jpg" alt="" width="576" height="412" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Como bem definiu o jornal espanhol El País, a partida foi um &#8220;encontro magnífico de defesa, ataque soberano e goleiro colossal&#8221;. A Espanha abriu três gols logo de cara. A Dinamarca ainda conseguiu reagir, após o técnico usar o pedido de tempo logo no início, mas a partir dos 15 minutos a Espanha voltou a abrir vantagem. As duas seleções foram para o intervalo com o placar de 18 a 10.</p>
<p style="text-align: left;">No segundo tempo, não houve reação da Dinamarca, que tinha feito um campeonato quase perfeito até aqui &#8211; estavam invictos, enquanto os espanhois perderam uma partida duvidosa, na primeira fase, para a Croácia. Mantendo a agressividade, os espanhois mantiveram a vantagem. Na metade do segundo tempo, &#8220;o jogo virou quase uma festa&#8221;, nas palavras do site do torneio.</p>
<p style="text-align: left;">Foi a terceira vez que a Dinamarca chegou a final, novamente sem conseguir levar o título. Para os espanhois, a comemoração foi intensa no estádio Sant Jordi, em Barcelona, diante de 14 mil torcedores.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/espanha.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9500" title="espanha" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/espanha-800x444.jpg" alt="" width="560" height="311" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Dinamarca desbanca Croácia e fará final do Mundial contra Espanha</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2013 00:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
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		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial de handebol]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>Depois de eliminar a bicampeã olímpica e Mundial França, a Croácia parou diante da Dinamarca no Mundial de handebol, disputado na Espanha. Os croatas, que vieram de bela vitória por sete gols de diferença contra a França, caíram na semifinal para a forte seleção da Dinamarca. A final acontece no domingo (27)), contra os anfitriões espanhóis. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>Depois de eliminar a bicampeã olímpica e Mundial França, a Croácia parou diante da Dinamarca no Mundial de handebol, disputado na Espanha. Os croatas, que vieram de bela vitória por sete gols de diferença contra a França, caíram na semifinal para a forte seleção da Dinamarca. A final acontece no domingo (27)), contra os anfitriões espanhóis. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/denmark.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9468" title="denmark" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/denmark-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>A Dinamarca dominou a partida desde o início, impondo logo de cara vantagem de três gols contra a Croácia. A seleção dinamarquesa &#8211; que já chegou a duas finais do Mundial, a última em 2011,  mas jamais levantou o título &#8211; manteve a vantagem e não ficou atrás no placar em nenhum momento, terminando em 30 a 24. Na outra semifinal, a Espanha também teve pouca dificuldade contra a Eslovênia, e venceu por 26 a 22.</p>
<p>As duas seleções se enfrentaram em duas grandes competições ano passado, nas Olimpíadas de Londres e no Europeu, ambas com vitória dinamarquesa. A partida acontece no domingo às 14h, horário de Brasília, e a disputa de terceiro lugar amanhã (26), às 16h.</p>
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