
A seleção brasileira de handebol feminino venceu a forte Montenegro por 27 a 25 e se aproximou das quartas de final. No vôlei e basquete feminino o dia não foi tão bom, e as meninas perderam dos EUA no vôlei por 3 a 1 e da Rússia por 69 a 59 no basquete. Juliana e Larissa vencem alemãs Katrin Holtwick e Ilka Semmler na segunda rodada e somam duas vitórias na competição. Yamaguchi Falcão vence o indiano Sumit Sangwan por 15 a 14 e avança às oitavas da categoria até 81kg. Adriana Kostiw termina primeiro dia da Laser Radial em 12º e Bruno Fontes em oitavo na Laser
Nas últimas duas edições das Olimpíadas, os EUA venceram o 100 costas tanto no feminino como no masculino. No masculino, o país não perde a medalha de ouro desde 1992. Com esse retrospecto, Missy Franklin e Matt Greevers caíram na água como favoritos, e confirmaram suas vitórias, estendendo o domínio dos EUA por mais um ciclo olímpico, com direito a dobradinha no masculino
Adriana Kostiw e Bruno Fontes estrearam hoje na vela. Nenhum dos dois é favorito, mas começaram bem e podem surpreender – principalmente Bruno, que é quarto no ranking mundial e teve um bom ciclo olímpico. A brasileira terminou o primeiro dia em 12º, enquanto Bruno Fontes é o oitavo, depois de ficar em 17º e 2º nas duas regatas iniciais
Na semifinal, a noite, a dúvida era: será que ela aguenta a presão, nadando do lado das maiores do mundo? Até agora, Ruta tem mostrado que não tem problemas com isso. Melhorando para 1’05”21, o melhor tempo da história sem trajes e a quarta melhor marca de todos os tempos, ela nadará a final na raia 4. Se a pressão sobre Ruta é grande para confirmar o que fez até aqui, imagine para as favoritas
No segundo dia de disputas do tênis nos Jogos Olímpicos de Londres, a chuva atrapalhou o andamento das partidas e poucas foram finalizadas. Entre elas, Novak Djokovic e Jo-Wilfried Tsonga passaram sufoco, mas avançaram no terceiro set. Entre as mulheres, Agnieska Radwanska foi eliminada na primeira rodada, e Maria Sharapova atropelou
Durante o terceiro dia de eliminatórias da natação, apenas Joanna Maranhão avançou para as semifinais na delegação brasileira. A nadadora marcou 2’14”26 e passou em 16º lugar para a próxima etapa. Kaio Marcio e Leo de Deus pioraram seus tempos e não conseguiram passar para a semifinal no 200 borboleta
Parte do programa olímpico desde 1992 em Barcelona, o badminton é dominado pelos países asiáticos. A China é o mais forte, com 11 de 24 ouros e 30 das 76 medalhas distribuídas até hoje. Coreia do Sul e Indonésia vem atrás, e a Malásia, onde o esporte é um dos mais tradicionais do país, também é forte e vai a Londres com esperança de conseguir seu primeiro ouro. O Brasil não terá representantes na modalidade
Quatro anos depois, a revanche. Dessa vez, o algoz era francês. O nome dele é Yannick Agnel e aos 20 anos o estretante em Olimpíadas foi a principal chave para a França devolver a derrota para os EUA nos últimos metros, também para seu atleta mais badalado. Agnel fechou 46”74 e superou Ryan Lochte nos últimos 25 metros, conseguindo a primeira vitória da França na história do revezamento 4×100 livre em Olimpíadas
O japonês ficou apenas em quinto lugar na final do 100 peito, e não conseguiu se tornar o primeiro tricampeão olímpico da natação masculina. O protagonismo ficou com o sulafricano Cameron van der Burgh, que fez uma prova irretocável, liderou desde o início, virou em primeiro com 27”07 e venceu com 58”46, novo recorde mundial
Dana Vollmer confirmou o favoritismo e, um ano depois de vencer o mundial, levou seu primeiro ouro olímpico individual. Na primeira participação olímpica, com 16 anos em 2004, levou o ouro no revezamento 4×200 livre. Em 2008, foi mal nos Trials americanos e ficou fora das Olimpíadas. Dessa vez, venceu com recorde mundial mesmo errando a chegada