
Para quem ainda duvida do que Michael Phelps pode fazer nas Olimpíadas, a performance no GP de Ohio, depois de três semanas em treinamento de altitude em Colorado Springs e nadando com barba e sem raspar, foi uma boa resposta. No 200 borboleta, 1’55’’32, melhor tempo do ano; no 200 livre, 1’45’’69, e no 100 livre, prova que não é sua especialidade, um ótimo 48’’49. Allison Schmitt, Natalie Coughlin e as dúvidas sobre seu programa olímpico, Kitajima e brasileiros na competição são os outros destaques
A brasileira de apenas 15 anos, Ana Sátila, conquistou neste sábado a vaga olímpica na prova de k-1 feminino, ao vencer o Panamericano de Canoagem Slalom, realizado em Foz do Iguaçu. Ana superou as duas canadenses e ficou com a vaga e o título do PAN ao fazer o percurso em 106″92 . Cássio Petry e Charles Corrêa, que competiram no c2, perderam o ouro e a vaga por dois segundos para os norte-americanos
Quando Caroline Kumahara nasceu, Hugo Hoyama já tinha uma participação olímpica na bagagem. Na segunda-feira, o veterano de 42 anos e a revelação de 16 carimbaram os passaportes para os Jogos de Londres – a estreia de Caroline e a sexta vez de Hoyama. Os dois se juntam a Lígia Silva e Gustavo Tsuboiu como os quatro classificados brasileiros na modalidade
Delegação brasileira de taekwondo abre o calendário da modalide no US Open, em Las Vegas. Com uma medalha em Jogos Olímpicos, depois do bronze de Falavigna em Pequim, o taekwondo entra no concentrado quadro de medalhas já conquistadas pelo Brasil em Olimpíadas – das 91 medalhas do país em Jogos, apenas duas são de esportes que subiram apenas uma vez no pódio (taekwondo e boxe, esta em 1968). Do restante, 79% das medalhas se concentram em cinco esportes: Judô, Vela, Vôlei (de quadra e de praia), Atletismo e Natação.
Como um quarto lugar nas Olimpíadas de 1972 transcende gerações e seu protagonista é até hoje inspiração para uma corrida nos Estados Unidos? Na mesma edição dos Jogos que Steve Prefontaine foi 4o lugar na prova dos 5.000 metros, depois de passar a primeira volta na frente, Mark Spitz conquistava sete ouros e ofuscava qualquer atleta da delegação olímpica americana. A morte prematura de Prefontaine em um acidente de carro, no entanto, ajudou a transformá-lo em inspiração para muitos corredores.
A inglesa Sarah Storey conseguiu como poucos superar a condição de “exemplo de vida” e “bonita história de superação” atribuída aos paraolímpicos e ser tratada, antes, como atleta. Com 18 medalhas olímpicas , dezesseis na natação e duas no ciclismo, Sarah competiu lado a lado com as atletas sem deficiência nos Jogos da Comunidade Britânica e na Copa do Mundo, e chegou muito perto de integrar a Seleção Olímpica Inglesa na prova por equipes de ciclismo de perseguição
Na ausência de notícias quentes, as retrospectivas e entrevistas fazendo um panorama do ano dominam o noticiário esportivo. A quantidade de conteúdo com César Cielo deixa claro que há tempos ele deixou de ser um ídolo da natação e é hoje um dos maiores nomes do esporte olímpico brasileiro, status conquistado após um ouro e um bronze na sua primeira Olimpíada, dois ouros no Mundial e os recordes mundiais em suas principais provas.