
O dueto brasileiro ficou em nono na rotina livre e terminou na mesma posição na classificação total, que soma o resultado com a rotina técnica apresentada na quarta-feira. Essa será a segunda participação olímpica de Lara e Nayara, que em Pequim terminaram na 13a colocação, e agora tem como meta ficar entre as dez primeiras em Londres
Quando acabou o jogo, ao invés de tristeza e choro pela derrota por mais e vinte pontos, as brasileiras comemoraram como se houvessem vencido. Fizeram muito mais festas do que as americanas, acostumadas às finais olímpicas. A cena de Paula e Hortência correndo com a bandeira comemorando a inédita e histórica prata não sai da minha memória
Lara Teixeira e Nayara Figueira viajam na sexta-feira para o Pré Olímpico de Nado Sincronizado, onde lutam por uma das 19 vagas em disputa. Confiante na classificação, Lara falou sobre a importância da técnica canadense Leslie Sproule ter assumido o dueto, o intercâmbio na Rússia, onde as duas treinaram com uma das melhores técnicas do mundo, e o desejo de ficar entre as dez primeiras nas Olimpíadas
O Brasil nunca esteve tão perto de ter um representante do badminton nas Olimpíadas. A vaga inédita pode vir este ano, com Daniel Paiola, que a partir de amanhã disputa preciosos pontos para subir no ranking mundial, no XVII Peru Internacional. O atleta está em 84o lugar no ranking que será fechado no dia 2 de maio – contando o limite de atletas por país, ele seria hoje o quarto reserva para a vaga olímpica
No último final de semana foram definidas as últimas vagas do handebol masculino nas Olimpíadas, com a disputa de três torneios pré olímpicos, cada um com duas vagas disputadas por quatro Seleções. O Brasil caiu num grupo complicado, com Suécia, Hungria e Macedônia. Mesmo jogando bem e impondo alguma dificuldade, o Brasil ficou sem a vaga ao perder para Suécia e Hungria
Com apenas dez meses de vida, o time do RJX se formou cheio de estrelas da seleção brasileira (como Dante, Marlon e Lucão) e cotado a ser campeão. Mas a equipe começou a Superliga cambaleando, fez uma fase de classificação cheia de altos e baixos e avançou aos playoffs somente na sétima e penúltima colocação. Nas quartas de final, o favoritismo era todo do Sesi-SP, mas o clichê de que a fase final é outro campeonato também vale para esta competição, que de óbvia não tem nada
Nadador campeão olímpico da prova em Pequim foi apenas quinto na seletiva francesa. Quem levou a vaga na prova foi Yannick Agnel,marcou 48”02 para levar a vaga. Fabien Gilot levou a segunda vaga, com 48”38. Em terceiro e quarto, Clement Lefert (48”64) e Amaury Levaux (48”69). Bousquet foi apenas o 7o
No último dia de seletiva, as irmãs Cate e Bronte Campbell protagonizaram uma das melhores histórias dos Trials e se classificaram para Londres na prova de 50 livre; no 1500 livre, quebrando a tradição do país na prova, nenhum nadador alcançou o índice A da FINA. Seleção australiana, conhecida como Dolphins, terá 44 nadadores em Londres, metade estreando em Jogos Olímpicos
Por diversos momentos deixei de prestar atenção no jogo para virar um puro torcedor. Vibrava com as enterradas, torci pelo Helinho no campeonato de três pontos e vendo o jogo de sábado passei a maior parte do tempo sorrindo. Por isso hoje sou um pouco suspeito para falar do evento. O Pedrocão viveu um dia para entrar para sua a história. Jogadores, técnicos, dirigentes e jornalistas foram para um final de semana no interior paulista para mostrar que o basquete nacional ainda tem salvação e que seu futuro pode ser dourado
O tempo de Magnussen na final dos Trials australiano foi sem dúvida a melhor performance do ano na natação mundial até agora. 47”10 é um tempo muito forte, a apenas 19 centésimos do recorde mundial sem trajes feito por César Cielo em Roma-2009 (46”91).O 47”63 do segundo colocado, James Roberts, também foi fortíssimo, segundo melhor tempo da história sem trajes, ultrapassando Pieter van den Hoogenband