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	<title>Esporte em Pauta &#187; Reportagem</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Reportagem</title>
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		<title>Evolução brasileira na 1ª etapa da Copa do Mundo 2014</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2014 19:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A Copa do Mundo ISSF de Tiro Esportivo 2014 teve seu pontapé inicial em Fort Benning, Georgia, EUA, onde a primeira etapa da Copa do Mundo de Carabina e Pistola da temporada foi realizada de 26 de março a 3 de abril.
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><div>A Copa do Mundo ISSF de Tiro Esportivo 2014 teve seu pontapé inicial em Fort Benning, Georgia, EUA, onde a primeira etapa da Copa do Mundo de Carabina e Pistola da temporada foi realizada de 26 de março a 3 de abril.</p>
<p>É o início do caminho que leva à World Cup Final, que será realizada em Gabala, no Azerbaijão, em outubro, e um passo importante na preparação para o Campeonato Mundial ISSF a ser realizada em Granada, Espanha, em setembro próximo. Lá, serão distribuídas as primeiras vagas olímpicas para 2016.<a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-04-às-15.52.19.png"><img class="alignright size-medium wp-image-12583" alt="Captura de Tela 2014-04-04 às 15.52.19" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Captura-de-Tela-2014-04-04-às-15.52.19-300x200.png" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Entre campeões olímpicos e mundias, defensores de título e novatos, 430 atletas internacionais vindos de 53 países participaram da competição, que teve um total de 680 inscritos nos 10 eventos olímpicos disputados.</p>
<p>A Pistola de Tiro Rápido masculina, vencida por Keith Sanderson (EUA) e a Carabina Deitado masculino, dominada pelo &#8220;atirador do ano&#8221; Henri Junghaenel (Alemanha), concluíram esta primeira etapa da Copa do Mundo.</p>
<p>A Rússia terminou no topo da classificação geral de medalhas com 2 de ouro, 1 de prata e 3 de bronze. A Itália, <a href="http://www.primeirostiros.com.br/2014/03/Sorte-e-alto-desempenho-deram-a-Campriani-o-ouro-na-Carabina-3-Posicoes-em-Fort-Benning.html" target="_blank">que só levou dois atletas</a>, ficou em segundo com 2 ouros, ambos consquistados na Carabina 3 Posições por Niccolò Campriani e Petra Zublasing. A China, com 6 medalhas (1 de ouro, 3 de prata, 2 de bronze ) fechou a etapa em terceiro lugar.</p>
<p>Um novo recorde mundial de 202,8 pontos foi estabelecido por Hoang Xuan Vinh (Vietnã) na final da Pistola de Ar masculino, enquanto Petra Zublasing marcou um novo recorde mundial de 591 pontos na qualificação da Carabina 3 Posições Feminino. Yulia Karimova, 19, da Rússia, registrou o novo recorde mundial Junior na final da Carabina 3 Posições, com 413,7 pontos.</p>
<p>O Brasil esteve na disputa com 8 atletas do Time Olímpico, dentre eles dois finalistas de etapas da Copa do Mundo em 2013: Cassio Rippel &#8211; duas vezes 5º lugar na Carabina 3 Posições &#8211; e Felipe Wu, 8º lugar na Pistola de Ar. Dessa vez nossas atiradores não disputaram finais, mas houve uma grande evolução no desempenho geral.</p>
<p>Bruno Heck fez uma belíssima prova na Carabina 3 Posições e<a href="http://www.primeirostiros.com.br/2014/03/Por-apenas-1-ponto-Bruno-Heck-nao-vai-a-final-da-Carabina-3-Posicoes-na-primeira-etapa-da-Copa-do-Mundo.html" target="_blank"> por uma diferença de apenas um ponto deixou de disputar uma vaga na final</a>. Bruno terminou na 11aª posição, resultado que o fez subir de 59º para 22º lugar no ranking. Na Carabina Deitado, Cassio Rippel mais uma vez obteve uma excelente pontuação (625,2), mas por 0,9 também deixou escapar a chance de fazer a final. Cassio ocupa atualmente a 15ª posição no ranking mundial.</p>
<p>Julio Almeida foi outro a subir muitas posições. Após terminar em 15º na Pistola de Ar com 578 pontos, Julio saiu da 59ª para a 27ª colocação no ranking mundial. Esse resultado é ainda mais relevante se considerarmos que desde 2012 Julio não fazia acima de 575 pontos em etapas de Copa do Mundo.</p></div>
<div></div>
<div>O <a href="http://www.primeirostiros.com.br/2014/03/Com-11-medalhas-Tiro-Esportivo-brasileiro-encerra-participacao-nos-Jogos-Sul-Americanos.html" target="_blank">melhor atirador de Pistola de Tiro Rápido da América do Sul</a>, Emerson Duarte, também se destacou em Fort Benning. Emerson foi o 17º colocado na sua prova e, com isso, subiu três posições no ranking mundial, ocupando agora a 26ª colocação.</p>
<p>A Copa do Mundo ISSF de Carabina e Pistola continua entre os dias 4 e 13 de junho, na cidade de Munique, Alemanha. Mas antes disso, os brasileiros ainda disputam o Campeonato Ibero-Americano, que será realizado em Buenos Aires, entre 5 e 12 de maio.</p>
<p>O próximo evento ISSF é a estréia da Copa do Mundo de Tiro ao Prato Olímpico, em Tucson, Arizona, EUA, entre os dias 08 e 15 de abril. O Brasil estará presente na disputa com 10 atletas: Andre Altobello, Rodrigo Bastos, Eduardo Correa, Robson Deschamps, Filipe Fuzaro, Dante Lanna, Ludmila Melo, Jaison Santin, Roberto Schmitis e Janice Teixeira.</p>
<p><strong>Fabio Bessa</strong> é criador do site Primeiros Tiros, um dos principais veículos especializados sobre tiro esportivo no país</div>
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		<title>Tiro olímpico brasileiro começa bem a temporada 2014</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/tiro-olimpico-brasileiro-comeca-bem-a-temporada-2014</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Feb 2014 01:53:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O time olímpico brasileiro de Carabina fez bonito esta semana em Colorado Springs (EUA), onde foi realizado o Rocky Mountain Rifle Championships. O Brasil esteve nas finais em todas as provas que disputou
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p><a href="http://4.bp.blogspot.com/-JMu6BCg6ErM/UwHxZjwZ2nI/AAAAAAAAC-g/O3IqbF3OHNM/s1600/cassio+rippel+-+rocky+mountain+2.jpg" target="_blank"><img class="alignleft" style="border: 0px;" title="Olympic Shooting Center, estande onde foi disputado o Rocky Mountain Rifle Championships - Foto: Reprodução/ Cassio Rippel" alt="Olympic Shooting Center, estande onde foi disputado o Rocky Mountain Rifle Championships - Foto: Reprodução/ Cassio Rippel" src="https://4.bp.blogspot.com/-JMu6BCg6ErM/UwHxZjwZ2nI/AAAAAAAAC-g/O3IqbF3OHNM/s1600/cassio+rippel+-+rocky+mountain+2.jpg" width="320" height="176" border="0" /></a><br />
O time olímpico brasileiro de Carabina fez bonito esta semana em Colorado Springs (EUA), onde foi realizado o Rocky Mountain Rifle Championships. Disputada entre os dias 12 e 16, essa foi a 1ª competição internacional da temporada para os atiradores Bruno Heck, Cassio Rippel e Leonardo Moreira, que viajaram acompanhados do técnico da seleção brasileira, o ucraniano Oleg Mikhailov. O Brasil esteve nas finais em todas as provas que disputou.</p>
<p>Bruno Heck, que disputou as três provas do programa, ficou em 6º lugar em duas delas. Na Carabina de Ar, vencida pelo francês Jeremy Monnier (206,9 pontos), Heck saiu da prova com 121,3 pontos. Na Carabina 3 Posições, o vencedor foi o também francês Valerian Sauveplane, 7º nos Jogos de Pequim 2008, que venceu com 462,9 pontos e larga vantagem sobre o seu compatriota, Monnier, que fez 456,7 e terminou em 2º lugar. Com 404,9 pontos na final, Heck garantiu a 6ª posição, depois de se qualificar com 2322 pontos.</p>
<p>Na Carabina Deitado, novo 6º lugar para o Brasil. Qualificado em 4º com 1248,2 pontos, Cassio Rippel fez 123,4 na final e terminou na 6ª colocação. A prova foi vencida por outro integrante do time francês, Guillaume Jenicot, que superou Sauveplane por 0,7 ponto e terminou em 1º com 208,9. Rippel havia disputado também a Carabina 3 Posições e por apenas 4 pontos não foi à final, terminando em 9º lugar com 2300 pontos.</p>
<p>Leonardo Moreira, <a href="http://www.primeirostiros.com.br/2014/02/Conheca-os-convocados-para-a-primeira-etapa-da-Copa-do-Mundo-ISSF-de-Carabina-e-Pistola-2014.html" target="_blank">destaque da seletiva para a 1ª etapa da Copa do Mundo ISSF de Carabina e Pistola</a>, terminou as qualificatórias com 1241,5 e ficou a apenas 0,6 ponto de entrar na final. Leonardo ficou ainda em 10º lugar na Carabina de Ar (1218,1 pontos) e em 11º na Carabina 3 Posições (2292).</p>
<p>O Rocky Mountain Rifle Championships tem grandes diferenciais em relação aos eventos ISSF e, por esse motivo, é tratada como sendo parte do treinamento do time olímpico. O primeiro diferencial é ser disputada em estandes totalmente <i>indoor</i>, o que não é permitido pela ISSF, pois elimina o fator vento. Além disso, são disputadas não uma, mas duas provas qualificatórias, em dias consecutivos, e a classificação é obtida com a soma dos dois resultados. O atirador precisa ser consistente o bastante para fazer dois bons resultados, sob o risco de ficar fora da final. O tiro olímpico brasileiro começou bem a temporada 2014.</p>
<p><strong>Fabio Bessa</strong> é criador do site <a href="http://www.primeirostiros.com.br/">Primeiros Tiros</a>, um dos principais veículos especializados sobre tiro esportivo no país.</p>
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		<title>O resultado histórico de Hugo Calderano</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2014 13:24:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O brasileiro Hugo Calderano, de 17 anos, conquistou mais um bom resultado para o tênis de mesa e segue como principal destaque das categorias de base da modalidade. No domingo, Hugo foi vice no ITTF Global Junior Final, a final do Circuito Mundial Juvenil, disputada em Vila Nova de Gaia, em Portugal. 
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>O brasileiro Hugo Calderano, de 17 anos, conquistou mais um bom resultado para o tênis de mesa e segue como principal destaque das categorias de base da modalidade. No domingo, Hugo foi vice no ITTF Global Junior Final, a final do Circuito Mundial Juvenil, disputada em Vila Nova de Gaia, em Portugal.</p>
<p>A competição reúne os melhores atletas do mundo da categoria e Calderano enfrentou na final o sul-coreano Kim Minhyeok, por 4 games a 1, com parciais de 13/11, 6/11, 11/8, 12/10 e 11/5. Atualmente, Calderano está na sexta colocação do ranking mundial juvenil da ITTD, Federação Internacional da modalidade. Foi a melhor colocação de um atleta das Américas na competição.</p>
<p>Como bem lembrou o <a href="http://frantt.com.br/?p=9569">site FranTT</a>, em 2002, Gustavo Tsuboi chegou na quinta posição da final do Circuito Mundial Juvenil e em 2003, Cazuo Matsumoto chegou na terceira posição. No ranking mundial adulto, Hugo hoje está atrás apenas dos dois e de Thiago Monteiro entre os brasileiros, ocupando hoje a 190a colocação geral.</p>
<p>A conquista veio uma semana depois de Hugo ficar em sexto na seletiva para os Jogos Olímpicos da Juventude, a uma vaga da classificação para o torneio, que é o foco do mesatenista para a temporada, conforme <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/promessa-do-tenis-de-mesa-hugo-calderano-se-recupera-de-cirurgia-e-foca-em-jogos-da-juventude">entrevista de Hugo</a> para o Esporte em Pauta. Ele ainda pode se classificar através do ranking.</p>
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		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
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		<title>Tóquio será a sede olímpica dos Jogos de 2020</title>
		<link>https://esporteempauta.com.br/reportagem/toquio-sera-a-sede-olimpica-dos-jogos-de-2020</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Sep 2013 15:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Olimpíadas 2020]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Tóquio será a sede das Olimpíadas de 2020. A capital japonesa receberá os Jogos pela segunda vez, 56 anos depois das Olimpíadas de 1964, a primeira vez em que o maior evento esportivo do mundo foi realizado no continente asiático. A cidade venceu a concorrente Istanbul por 60 votos a 36.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Tóquio será a sede das Olimpíadas de 2020. A capital japonesa receberá os Jogos pela segunda vez, 56 anos depois das Olimpíadas de 1964, a primeira vez em que o maior evento esportivo do mundo foi realizado no continente asiático. A cidade venceu a concorrente Istanbul por 60 votos a 36.</p>
<p>A decisão foi tomada no sábado, em Buenos Aires. No domingo, o COI anunciou também que a luta olímpica ficará no programa olímpico de 2020, revertendo decisão que havia sido tomada pela Mesa Executiva do COI.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/RM8tlRIDyvY" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><strong>Cidades</strong><br />
No primeiro turno da votação, Tóquio teve 42 votos enquanto Madri e Istanbul empataram com 26 votos cada. No desempate, a capital turca levou com margem de quatro votos. Na segunda votação, Istanbul, que tentava ser escolhida pela quinta vez, foi superado pela capital japonesa &#8211; se fosse escolhida, seria a primeira vez que uma cidade muçulmana sediaria as Olimpíadas.</p>
<p>O primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, fez uma apresentação onde garantiu que não haverá problemas com o nível de radioatividade gerado pela central atômica de Fukushima. &#8220;O esporte tem o poder de unir pessoas. Nós tivemos essa experiência após o terremoto e o tsunami, quando atletas vieram ao país para nos ajudar. O Japão precisa da força do esporte, de esperanças e sonhos&#8221;. Ele ainda agradeceu a ajuda internacional recebida após a tragédia, e disse que organizar os Jogos com sucesso será um agradecimento ao mundo.<br />
&amp;<iframe src="//www.youtube.com/embed/zHSUz26fAIM" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe>;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um dia histórico para o esporte olímpico brasileiro</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2013 14:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Isaquias Queiroz]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Em uma semana repleta de Mundiais de modalidades olímpicas ao redor do mundo, o Judô concentra as atenções, com uma bela campanha que soma quatro medalhas até o momento. Mas os bons resultados do Brasil não se resumem ao tatame. Dois jovens atletas, vistos como promessa para as Olimpíadas de 2016, conquistaram resultados espetaculares na manhã deste sábado. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>Em uma semana repleta de Mundiais de modalidades olímpicas ao redor do mundo, o Judô concentra as atenções, com uma bela campanha que soma quatro medalhas até o momento. Mas os bons resultados do Brasil não se resumem ao tatame. Dois jovens atletas, vistos como promessa para as Olimpíadas de 2016, conquistaram resultados espetaculares na manhã deste sábado.</p>
<p>Jorginho Zarif, de 20 anos, entrou na última regata do Mundial da classe Finn a um passo de sagrar-se campeão mundial. O atleta, que este ano foi campeão Mundial Junior, fez uma competição muito consistente e chegou a Medal Race precisando apenas completar a prova para conquistar o título. Ele foi 44o na primeira regata, que foi descartada, e nas outras seis terminou duas em primeiro, uma em terceiro, uma em nono, uma em sétimo e uma no 24o lugar. Na Medal race, terminou em nono, garantindo o título da Finn pela primeira vez desde 1972 (Jorg Bruder).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/zarif.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-12331" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/zarif-800x533.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a></p>
<p>Com o título, o Brasil chega a quatro campeões mundiais em modalidades olímpicas neste ciclo olímpico: Cesar Cielo no 50 livre, Rafaela Silva na categoria até 57kg no Judô e Poliana Okimoto na prova de 10km nas maratonas aquáticas.</p>
<p>No Mundial de canoagem, disputado em Duisburg, na Alemanha, mais um grande resultado do Brasil: <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2550">Isaquias Queiroz, de 19 anos</a>, conquistou o bronze na prova olímpica de c1 1000 metros. O atleta foi quinto nos Jogos da Juventude em 2010 e foi campeão Mundial Junior em 2011 &#8211; este ano, abriu mão de tentar o bi para disputar o torneio adulto.<br />
<a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Captura-de-Tela-2013-08-31-às-10.43.59.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-12329" title="Captura de Tela 2013-08-31 às 10.43.59" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Captura-de-Tela-2013-08-31-às-10.43.59.png" alt="" width="640" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Captura-de-Tela-2013-08-31-às-10.49.45.png"><img class="aligncenter  wp-image-12330" title="Captura de Tela 2013-08-31 às 10.49.45" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Captura-de-Tela-2013-08-31-às-10.49.45-800x504.png" alt="" width="640" height="403" /></a></p>
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		<title>Tiro esportivo: Balanço da participação brasileira no Universíade</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 12:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Bessa]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Universíade]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>A Universíade em Kazan termina hoje e os atletas brasileiros do Tiro Esportivo encerraram sua participação na competição. Após ter terminado em 8º lugar na final da Carabina Deitado na segunda-feira (dia 15), Bruno Heck se classificou hoje em 5º lugar para a final da Carabina 3 Posições com 1161 pontos - seu melhor resultado nessa prova em competições internacionais esse ano.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>A Universíade em Kazan termina hoje e os atletas brasileiros do Tiro Esportivo encerraram sua participação na competição. Após ter terminado em 8º lugar na final da Carabina Deitado na segunda-feira (dia 15), Bruno Heck se classificou hoje em 5º lugar para a final da Carabina 3 Posições com 1161 pontos &#8211; seu melhor resultado nessa prova em competições internacionais esse ano.</p>
<p><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/bruno.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11424" title="bruno" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/bruno-300x239.jpg" alt="" width="300" height="239" /></a>Na final, Alexis Raynaud (FRA), que havia se classificado em 8º, atirou melhor e ultrapassou o brasileiro, que terminou na 6ª colocação. Após a mudança das regras no começo do ano, a pontuação da qualificação não é mais transportada para a final. Todos começam do zero. A prova foi vencida pelo russo Nazar Luginets, seguido por Hongwei Kang, da China, e por Tomasz Bartinik, da Polônia.</p>
<p>Bruno Lion Heck começou a disputa no domingo (dia 14). Na Carabina de Ar 10m, fez 620 pontos e ficou em 13º lugar. O pódio da prova foi formado pelo chinês Zhiguo Liu em 1º, seguido pelos russos Nazar Luginets e Sergei Kruglov em 2º e 3º lugar.</p>
<p>Felipe Wu atirou no sábado pela qualificação da Pistola de Ar 10m, mas não repetiu seu desempenho da prova disputa em Granada. Com 569, Felipe terminou em 15º lugar. Com os 575 pontos conquistados na Copa do Mundo ISSF, Felipe teria se classificado para a final. Ontem (dia 16), Felipe atirou pela Pistola 50m e terminou em 17º com 536 pontos, desempenho melhor que em Granada, mas ainda abaixo do seu melhor</p>
<p>Na sexta-feira (dia 12), primeiro dia de competições do Tiro Esportivo em Kazan, Guilherme Maurina acertou 115 pratos na Fossa Olímpica e se classificou em oitavo para a semi-final. Com 12 acertos na semi-final realizada no sábado (dia 13), terminou em quinto. Yutiy Nikandrov (Ucrânia) terminou em primeiro, Valerio Grazini (Itália) em segundo e Simone Prosperi (Itália) em terceiro.</p>
<p>Thaís Moura atirou na sexta-feira também pela Pistola de Ar 10m feminino. Terminou na 41ª colocação, com 369 pontos. Resultado melhor que em Granada, quando fez 367 pontos e ficou com o 61º lugar. A atleta da casa Liubov Yaskevich ficou com a medalha de ouro, seguida pela tailandesa Tanyaporn Prucksakorn com a de prata e pela chinesa Su Yuling com a de bronze.</p>
<p><strong>Fabio Bessa</strong> é criador do site <a href="http://www.primeirostiros.com.br">Primeiros Tiros</a>, um dos principais veículos especializados sobre tiro esportivo no país.</p>
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		<title>Mundial de Vôlei de praia: balanço da participação brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jul 2013 00:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>A comparação com o desempenho da última edição, em 2011, é inevitável: na ocasião, foram dois ouros, conquistados por Emanuel e Alison (que aqui terminaram em quarto, depois de perder a semifinal para Ricardo e Álvaro) e Juliana e Larissa. A diferença não esteve só nas medalhas: no feminino, tivemos apenas uma dupla nas oitavas de final, o pior resultado desde o primeiro Mundial da modalidade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>O Brasil terminou a participação no Mundial de Vôlei de praia, disputado esta semana em Stare Jablonki, Polônia, com duas  medalhas conquistadas. As estreantes Lili e Bárbara Seixas foram bronze no feminino, enquanto Ricardo e Álvaro Filho foram prata na competição masculina.</p>
<div id="attachment_11120" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/lili2.jpg"><img class="size-medium wp-image-11120" title="Bronze Medalists, Barbara Seixas and Liliane Maestrini from Brazil" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/lili2-300x209.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Lili e Barbara foram uma boa &quot;surpresa&quot;</p></div>
<p>A comparação com o desempenho da última edição, em 2011, é inevitável: na ocasião, foram dois ouros, conquistados por Emanuel e Alison (que aqui terminaram em quarto, depois de perder a semifinal para Ricardo e Álvaro) e Juliana e Larissa (parceria desfeita depois da &#8220;aposentadoria&#8221; de Larissa, enquanto Juliana foi cortada da seleção após polêmicas).</p>
<p>A diferença não esteve só nas medalhas: no feminino, tivemos apenas uma dupla nas oitavas de final, o pior resultado desde o primeiro Mundial da modalidade, disputado em 1997 na Flórida. Em 2009, por exemplo, foram três duplas brasileiras na semifinal. O masculino não foi tão preocupante &#8211; foram quatro duplas nas quartas de final e duas nas semifinais. Não tão bom quanto a final brasileira de 2011, é verdade, mas ainda assim o resultado pode ser considerado positivo.</p>
<p>Mesmo com a piora frente à última edição e o desempenho especialmente ruim no feminino, há alguns motivos para comemorar. Lili, Bárbara Seixas e Álvaro Filho fizeram sua estreia em Mundiais, e já subiram ao pódio. Interessante que os três foram medalhistas de Mundial de categorias de base &#8211; as duas inclusive jogando juntas, quando conquistaram o sub-21 de 2007. Evando e Felipe também estrearam na competição, já com uma boa participação.</p>
<div id="attachment_11119" style="width: 209px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-11119" title="FIVB Beach Volleyball World Championships" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/alvaro-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Álvaro foi eleito MVP da competição</p></div>
<p>Bom também ver que Ricardo e Emanuel, aos 38 e 40 anos, continuam jogando em alto nível &#8211; os dois foram campeões jogando juntos há 10 anos, em 2003. Emanuel é uma lenda viva do vôlei de praia, e participou de todas as edições do Mundial até hoje. Ainda é cedo para dizer, mas acredito que ele estará no Rio-2016.</p>
<p>No geral, a competição trouxe muitas surpresas. A vitória de Alexander Brouwer e Robert Meeuwsen, que jamais haviam chegado a uma semifinal de tour internacional, como lembrou o <a href="http://www.primeiroset.com.br/2013/07/campeonato-mundial-lilibarbara-e.html">Blog Primeiro Set</a>, foi inesperada.</p>
<p>No feminino, a vitória das chinesas Xue chen e Zhang Xi coroa uma parceria que esteve sempre entre as melhores do mundo mas ainda não tinha um título Mundial. Vale destacar a boa participação das duplas alemãs, prata no feminino e bronze no masculino, confirmado a evolução que já ficou clara na vitória das Olimpíadas ano passado.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/Mundial.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-11118" title="Mundial" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/Mundial.jpg" alt="" width="596" height="91" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aberto da França: Thiago bate Cseh e Manaudou vence Cielo</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jul 2013 23:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>Há três semanas do Mundial de Barcelona, principal competição da natação este ano, Thiago Pereira e César Cielo saíram com medalhas do Aberto da França, tradicional torneio do calendário europeu. Os principais nadadores do Brasil saíram de Vichy com três medalhas. 
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><div id="attachment_11113" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/thiago.jpg"><img class="size-medium wp-image-11113" title="thiago" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/thiago-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Thiago bateu Cseh no 200 medley</p></div>
<p>Há três semanas do Mundial de Barcelona, principal competição da natação este ano, Thiago Pereira e César Cielo saíram com medalhas do Aberto da França, tradicional torneio do calendário europeu. Os principais nadadores do Brasil saíram de Vichy com três medalhas.</p>
<p>Thiago venceu o 200 medley, sua principal prova, batendo seu antigo rival e medalhista olímpico Lazslo Cseh. Thiago foi ouro com 1&#8217;58&#8221;92, enquanto o húngaro nadou para 1&#8217;59&#8221;23. Thiago tem o quarto melhor tempo do ano, com 1&#8217;57&#8221;48 que estabeleceu no Maria Lenk. Ainda resta a dúvida se ele nadará o 400 medley, prova que deu a ele sua prata olímpica &#8211; ele já disse que não nadará, mas sem Lochte e Cseh, as chances de medalha na prova são altíssimas.</p>
<p>César Cielo, focado exclusivamente nas provas de 50 livre e borboleta, em que detém o título mundial, fez tempos fortes. No 50 borboleta, venceu com 23&#8221;15, sexto melhor tempo do mundo este ano. No 50 livre, uma das provas mais esperadas da competição, Cielo fez 21&#8221;78, conseguindo nadar para baixo de 22&#8221; pela primeira vez depois do Maria Lenk. Cielo foi superado por quem deve ser <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/prova-a-prova-50-livre-masculino">seu grande adversário em Barcelona</a>, Florent Manaudou, com ótimos 21&#8221;64. James Magnussen fez 21&#8221;86 e foi terceiro &#8211; o australiano tem o segundo melhor tempo do mundo. Agora, Cielo continuará na Europa, para uma período de treinamento na Alemanha até o Mundial.</p>
<p><strong>Outras provas<br />
</strong></p>
<div id="attachment_11114" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/Camille-Muffat-100-Free-Semifinal-Water-Splash-780x520.jpg"><img class="size-medium wp-image-11114" title="Camille-Muffat-100-Free-Semifinal-Water-Splash-780x520" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/Camille-Muffat-100-Free-Semifinal-Water-Splash-780x520-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Lauren e Camille duelaram no 400 livre</p></div>
<p>Um dos destaques da competição foi Lauren Boyle, australiana que vem se destacando nas provas de fundo. Boyle venceu o 800 livre com 8&#8217;23&#8221;08, terceiro melhor tempo do mundo este ano, e minutos depois foi terceira no 200 livre com 1&#8217;58&#8221;77. No 400 livre, Boyle protagonizou um belo duelo com a campeã olímpica Camille Muffat. Muffat venceu com 4&#8217;04&#8221;09 e Boyle foi prata com 4&#8217;04&#8221;24, quarto melhor tempo da temporada.</p>
<p>James Magnusen também foi um dos destaques da competição, marcando 47&#8221;67 no 100 livre &#8211; ele agora tem as duas melhores marcas do ano na prova. A revanche contra Nathan Adrian em Barcelona <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/mundial-de-barcelona-prova-a-prova-100-livre-masculino">será imperdível</a>.</p>
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		<title>Balanço da participação brasileira na Copa do Mundo de rugby</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jul 2013 23:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/>No último final de semana, o Brasil participou da Copa do Mundo de rugby sevens, modalidade que passará a ser olímpica nas Olimpíadas de 2016. As meninas terminaram na 13ª posição, com duas derrotas (Espanha e EUA) e uma vitória (Fiji) na primeira fase, e uma derrota (China) na disputa pelo nono lugar. Há quatro anos, a seleção havia sido 10ª na Copa do Mundo disputada em Dubai. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Home" title="Home" /><br/><p>No último final de semana, o Brasil participou da Copa do Mundo de rugby sevens, modalidade que passará a ser olímpica nas Olimpíadas de 2016. Disputada em Moscou, na Rússia, essa foi a segunda edição da competição com a participação feminina, e as duas tiveram o Brasil representado &#8211; no masculino, a seleção nunca participou da Copa do Mundo. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/rugby.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11063" title="rugby" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/07/rugby-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></a></p>
<p>As meninas terminaram na 13ª posição, com duas derrotas (Espanha e EUA) e uma vitória (Fiji) na primeira fase, e uma derrota (China) na disputa pelo nono lugar. Há quatro anos, a seleção havia sido 10ª na Copa do Mundo disputada em Dubai. Como o rugby sevens é um jogo muito rápido &#8211; dois tempos de 7 minutos &#8211; permite variações muito grandes no placar. Fernando Portugal, capitão da seleção masculina, diz que &#8221; dá para ganhar do melhor, mas dá para perder do pior. É um jogo bem ingrato, acaba muito rápido e às vezes não tem chances das ações&#8221;.</p>
<p>Isso se notou tanto no jogo contra Espanha &#8211; definido pelas adversárias logo no início, com dois trys de cara e que terminou em 26&#215;10  - como no jogo contra os EUA, em que o Brasil teve chance de ganhar. Com bom desempenho na defesa, o Brasil chegou muito perto de empatar o jogo. De acordo com<a href="http://rugbyfemininobrasil.com/2013/06/29/o-brasil-passa-pelo-seu-primeiro-adversario-na-copa-do-mundo/"> Drika Zimmermann, do blog Rugby Feminino no Brasil</a>, resumiu que &#8220;o Brasil simplesmente dominou o 2° tempo, ganhando scruns, abrindo muitas bolas e avançando muito, não virou por detalhe, deixando as americanas espantadas e perdidas em campo&#8221;.</p>
<p>Depois, Espanha e EUA fizeram a disputa de bronze da competição, com vitória das norte-americanas na prorrogação, mostrando o equilíbrio dos times. A Nova Zelândia, grande potência da modalidade, foi campeã tanto no feminino como no masculino.</p>
<p>Fernando Portugal fez um bom<a href="https://www.facebook.com/RugbyFemininoBrasil/posts/268115269995460"> balanço da participação </a>em texto de seu Facebook. Destaco essa passagem: &#8220;A grande verdade, e temos que reconhecer, é que o Brasil hoje joga de igual para igual com a maioria das potências do mundo feminino do Rugby. Um resultado de 12 a 7 contra uma das maiores potências do esporte e do Rugby feminino, o EUA, foi algo sensacional. Sem falar que poderíamos ter vencido, por um detalhe no final da partida. A vitória contra Fiji, que impressiona na potência física, também foi um feito de ser comemorado. A derrota pra Espanha é algo normal, mas o fato de ter marcado 10 pontos nas adversárias também deve ser ressaltado, uma vez que durante as etapas do circuito mundial, o BRASIL produziu muito pouco no ataque. Melhoramos&#8221;.</p>
<p>A pior partida foi de fato contra a China, na disputa do torneio de &#8220;consolação&#8221;. Portugal destacou ainda a mudança de postura da seleção e a constituição física das atletas que estão fazendo parte do programa de profissionalização tocado pela Confederação, com parceria com o Crusaders e vinda de um técnico neozolandês para o país, visando as Olimpíadas do Rio-2016.</p>
<p>R<strong>esultados da Seleção</strong></p>
<p>Primeira fase<br />
EUA 12 x 7 Brasil<br />
Espanha 26 x 10 Brasil<br />
Brasil 17 x 14 Fiji</p>
<p>Quartas de final – Taça de Bronze<br />
Brasil 5 x 10 China</p>
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