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	<title>Esporte em Pauta &#187; Daniel Paiola</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Daniel Paiola</title>
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		<title>Badminton: de que ponto partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 14:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>As Olimpíadas de 2016 marcarão a primeira participação brasileira no badminton. Em 2012 foi por pouco: Daniel Paiola terminou em sexto reserva na luta pela vaga. Há uma semana, a Confederação Brasileira de Badminton enviou comunicado falando sobre projeto elaborado para o ciclo olímpico
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>As Olimpíadas de 2016 marcarão a primeira participação brasileira no badminton. Em 2012 foi por pouco: Daniel Paiola terminou em sexto reserva na luta pela vaga, depois de um ciclo olímpico intenso em treinamentos e competições fora do país. Bancando os investimentos, ele saltou de 386 no ranking mundial em fevereiro de 2009 para 62 em sua melhor posição. Antes das Olimpíadas, ele ficou na 86a posição, muito próximo da vaga para os Jogos.</p>
<p>Há uma semana, a Confederação Brasileira de Badminton enviou comunicado falando sobre projeto elaborado para o ciclo olímpico. O projeto, que contempla despesas com treinamentos e competições internacionais, está sendo analisado pelo COB, que dará um posicionamento até o final do mês. A recomendação da Confederação é que os atletas façam a pré temporada em seus clubes ao longo do mês, para estarem aptos a serem selecionados para o projeto.</p>
<p>Paiola <a href="http://esporteempauta.com.br/personagens/visando-2016-daniel-paiola-quer-ciclo-olimpico-no-brasil-competir-menos-e-treinar-muito">já havia dito em entrevista ao Esporte em Pauta</a> que pretendia fazer o ciclo olímpico no Brasil. Há uma grande possibilidade que seu técnico, o português Marcos Vasconcellos, passe a treinar a seleção brasileira.Ele treinou o grupo para o Pan e Sulamericano, disputados no segundo semestre do ano passado, competições em que o Brasil se consolidou como principal nome da América do Sul (perdeu apenas nas duplas masculinas, levando todos os demais ouros) e um dos mais fortes das Américas (uma prata e três bronzes).</p>
<p>Em entrevista ao Brasil no Rio, o diretor técnico da Confederação destacou o trabalho de Vasconcelos no Pan, em especial a conquista inédita do bronze por equipes. Ele disse que era “provável” que o português ficasse aqui nos próximos anos e que a Confederação quer que os atletas treinem no país. O projeto em análise pelo COB deve tratar de uma seleção permanente, treinada por Vasconcellos. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/irmas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9177" title="irmas" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/01/irmas-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Depois de Paiola, que hoje aparece como número 111 do ranking mundial, o Brasil tem como melhor posição no ranking o resultado da dupla Paula e Fabiana, 116 no ranking de duplas. No feminino individual, a melhor brasileira é Yasmin Cury, na 169a posição, seguida de Fabiana Silva, em 209.  Na base, o resultado mais promissor é de Luana e Lohaynny Vicente, de 18 e 16 anos, que surgiram no Miratus, projeto social no Rio de Janeiro. Ainda com 15 anos, Lohaynny caiu apenas nas quartas de final do PAN de Guadalajara.</p>
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		<title>Melhor do badminton no Brasil, Paiola quer centro de treinamento no país</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 18:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Badminton]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Paiola]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>Fazia tempo que Daniel Paiola não competia no Brasil, cerca de quatro anos. Nascido em Campinas, o atleta de 23 anos decidiu não prestar vestibular quando se formou no ensino médio, para se dedicar integralmente ao badminton. Saiu do Brasil por conta própria e foi para a Europa treinar. Melhor brasileiro no ranking, primeiro a ganhar uma medalha individual no PAN na modalidade, ficou em sexto na lista de espera para a classificação olímpica]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>Fazia tempo que Daniel Paiola não competia no Brasil, cerca de quatro anos. Nascido em Campinas, o atleta de 23 anos decidiu não prestar vestibular quando se formou no ensino médio, para se dedicar integralmente ao badminton, esporte que começou a praticar com 13 anos. &#8220;Queria colocar o Brasil no ranking internacional, tentar chegar a uma Olimpíada&#8221;. Na época ele já se destacava nas categorias de base, tendo sido convocado para a Seleção Brasileira pela primeira vez aos 17 anos. Saiu do Brasil por conta própria e foi para a Europa treinar.&#8221;Acho que foi quando me apaixonei mais ainda pelo esporte, vendo a infraestrutura da Europa, os treinamentos&#8221;.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4303" title="IMG_5461" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5461-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" />Depois de fazer todo o ciclo olímpico treinando na Europa, Paiola está de volta ao Brasil e no final de semana venceu a segunda etapa do Campeonato Nacional Adulto sem perder nenhum set. Melhor brasileiro a nível mundial (ele é número 86 do ranking), o primeiro a ter ranking para disputar um Mundial da modalidade e primeiro a ganhar uma medalha individual de PAN, Paiola ficou em sexto na lista de espera para as Olimpíadas, e terá que adiar o sonho olímpico por mais quatro anos.</p>
<p>Sócio do <a href="http://esporteempauta.com.br/?p=4293">Fonte São Paulo, clube de Campinas tradicional na modalidade</a>, ele praticou vários esportes quando pequeno mas sempre gostou daqueles disputados com raquete. Jogou tênis muitos anos, mas teve que parar por uma lesão no ombro, que o deixou afastado por um ano. Na volta, testou o badminton. &#8220;Foi amor a primeira vista. Eu tinha uns 13 anos, e nunca mais parei&#8221;, diz Paiola em entrevista depois de vencer Ygor Coelho por 2&#215;0 no Nacional, disputado no clube Fonte, onde começou. &#8220;Realmente, tive sorte de ser um clube com tradição no esporte. Aqui o badminton tem espaço, ao contrário do que acontece no Brasil&#8221;.</p>
<p>Apesar da constatação, Paiola é sensato quando avalia o desconhecimento do esporte no país. &#8220;Cada país tem sua cultura, isso é normal. O que eu penso não é nem na questão da visibilidade, mas do espaço. Não significa que precisa ser um esporte grande, mas de qualidade. Você sempre vai ter um esporte principal no país, é normal. Mas nos outros países você tem o principal e os outros tem sua base, tem uma infraestrutura correta&#8221;.</p>
<p><strong>Ciclo olímpico </strong><br />
Na jornada fora do país para tentar a vaga olímpica, Paiola começou em Portugal, onde treinou com Marco Vasconcelos, seu técnico até hoje, ainda que não consiga acompanhá-lo em todos os torneios. Depois de um ano no país, ficou três meses na Espanha, quatro na Dinamarca, contratado por um clube local, e depois foi para a Malásia, uma das maiores potências do esporte. &#8220;Foi sensacional, lá o badminton é como se fosse o futebol, a gente era visto como estrela. Passa na TV, em horário nobre, os ginásios ficam lotados, foi incrível&#8221;. O período na Malásia foi parte do treinamento para o PAN, quando a Confederação enviou a Seleção para o país. <img class="alignright size-medium wp-image-4304" title="IMG_5822" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5822-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></p>
<p>Sobre a ajuda da Confederação Brasileira de Badminton Daniel se diz satisfeito. No primeiro ano, sua família bancou sua ida para a Europa. &#8220;Mas eu não cheguei a pedir nada para a Confederação porque nem era o melhor do Brasil. Conforme fui melhorando e virei o primeiro no ranking, a Confederação junto com o COB fez um projeto específico para mim. Apesar de todas as polêmicas [a Confederação ficou sob intervenção durante parte do ano passado] eu posso dizer que comigo foi 100% correto&#8221;.</p>
<p>Para Daniel, parte das polêmicas com que a Confederação se envolveu foram justamente por tentar deixar o badminton mais profissional, algo que não agradou os que não se dedicavam tanto. &#8220;Ainda falta comprometimento dos atletas de levar a sério, mas isso depende um pouco da Confederação, de fazer uma seleção fixa, algo bem planejado. A geração do badminton é muito nova, geralmente o pessoal vai para a faculdade e para. Se as pessoas ganhassem algo em troca, seria diferente. É como na Europa: você não vai ganhar uma fortuna, mas tem um salário, as vezes pode estudar, tem algum recurso&#8221;, compara.</p>
<p><strong>Rio 2016</strong><br />
Depois de chegar perto da inédita classificação olímpica, Paiola avalia o ciclo. &#8220;Quando fui para a Europa no começo, não sabia nada. Um erro foi que fiquei um ano em Portugal, depois seis meses em um lugar, três em outro.. na próxima vez que tentar, vou querer ficar fixo em algum lugar&#8221;, projeta, mas pondera que não poderia ter sido diferente. &#8220;Naqueles dois primeiros anos eu não <img class="alignleft size-medium wp-image-4305" title="IMG_5512" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5512-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />tinha experiência, tive que jogar muito torneio para conseguir experiência, dessa vez não vou precisar jogar tanto. Visitei 80 países, as vezes era um por semana, isso desgasta. Agora eu já sei do que preciso&#8221;.</p>
<p>O futuro permanece em aberto, mas o desejo é continuar se dedicando integralmente ao badminton. &#8220;Ainda vou me reunir com o COB e a Confederação, para ver como vai ser a estrutura&#8221;. A ideia que quer apresentar é a de fazer um centro de treinamento no Brasil, como viu no restante do mundo. &#8220;O que eu penso é que eles gastam dinheiro em mim e na equipe, mas não deixam um legado. Se aproveitarem as Olimpíadas do Rio para construírem uma infraestrutura, isso fica. Tem como fazer, precisa ver se vão querer&#8221;, avalia Paiola, que gostaria de treinar no Centro com técnico, equipe e estrutura fixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Além da peteca</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 16:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Em 2007, durante o PAN do Rio de Janeiro, um cambista tentava vender ingressos para um jogo de "bandball" que estava prestes a começar. Um turista brasileiro se aproximou e perguntou de que esporte se tratava, ouvindo como resposta que tratava-se de uma partida com bola jogada com as mãos. O turista pediu para ver o ingresso e corrigiu dizendo que o ingresso era para o badminton, um jogo com raquete e peteca. O cambista saiu furioso. Cinco anos depois, quem esteve presente na manhã de 16 de junho ao Clube Fonte São Paulo, em Campinas, não se confundiria com o nome da modalide praticada]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Em 2007, durante o PAN do Rio de Janeiro, um cambista tentava desesperado vender ingressos para um jogo de &#8220;bandball&#8221; que estava prestes a começar, por R$ 5. Um turista brasileiro se aproximou e perguntou de que esporte se tratava, ouvindo como resposta que tratava-se de uma partida com bola jogada com as mãos, algo semelhante ao que é o handebol. O turista pediu para ver o ingresso e corrigiu dizendo que o ingresso era para o badminton, um jogo com raquete e peteca. &#8220;Peteca??&#8221;. O cambista saiu furioso.</p>
<p>Cinco anos depois, quem esteve presente na manhã de 16 de junho ao Clube Fonte São Paulo, em Campinas, não se confundiria <img class="alignright size-medium wp-image-4296" title="IMG_5487" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5487-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><br />
com o nome da modalidade praticada. Ali, o badminton era nome comum, e sério. E não apenas pela realização da segunda etapa do Campeonato Nacional Adulto de Badminton, com 86 atletas inscritos. Um dos clubes mais tradicionais do país na modalidade, junto com a Hípica, da mesma cidade, e o Paulistado, na capital paulista, o Fonte revelou muitos atletas para a Seleção Brasileira e foi onde o <a href="http://esporteempauta.com.br/?p=4300">melhor brasileiro no ranking mundial da atualidade, Daniel Paiola</a>, começou a treinar. Ele estava presente na competição.</p>
<p>No sábado de manhã, a partida de Daniel foi contra Ygor Coelho de Oliveira, atleta Júnior do <a href="http://www.miratus.org/">Miratus</a>, projeto social do Rio de Janeiro que tem revelado muitos atletas e é apontado como grande nome para o futuro do esporte. Além de Ygor, os nomes de maior destaque a Asseociação Miratus são as irmãs Lohaynny e Luana Vicente, que vem se destacando no feminino.Lohaynny tem 15 anos e já é número 135 no ranking mundial; nas duplas, elas chegaram a ser número 58 do ranking e hoje estão na 78a posição. Os três fazem parte da Seleção Brasileira que irá ao Pan Americano Júnior, a ser disputado no Canadá em julho.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4295" title="IMG_5489" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5489-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Daniel e Ygor jogaram na primeira de cinco quadras de badminton no Fonte, sob os olhares de torcedores, crianças, pais e um grupo de atletas de parabadminton da equipe da Unipar, de Toledo, no Paraná observavam a partida sem perder nenhum lance. A peteca usada no jogo chega a 300km/h de velocidade e os jogadores se movimentam intensamente pela quadra em partida de até três games, onde vence quem ganhar dois, tentando fazer a peteca cair no chão, passando pela rede colocada a 1,55 metros do chão.</p>
<p>Paiola venceu o jogo, as outras duas partidas, e se sagrou campeão da etapa no nacional, na primeira competição disputada no Brasil em três anos. Ele esteve no exterior nos últimos anos, treinando e participando de torneios internacionais em busca de uma vaga inédita nas Olimpíadas. Acabou ficando em sexto na lista de espera, e a estreia de um brasileiro no badminton nas Olimpíadas deve ficar para 2016, no mesmo Rio de Janeiro do PAN de 2007.</p>
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