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	<title>Esporte em Pauta &#187; Nado sincronizado</title>
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		<title>Esporte em Pauta &#187; Nado sincronizado</title>
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		<title>O melhor ano para os esportes olímpicos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2013 18:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada. Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Coberturas" title="Coberturas" /><br/><p>O título mundial inédito do handebol feminino encerra um ano de resultados expressivos para o esporte olímpico do país. Foram oito medalhas de ouro em provas olímpicas em Mundiais, e 27 medalhas no total. Como comparação, nas últimas Olimpíadas, foram 17 medalhas, sendo três de ouro. É claro que Mundial é diferente de Olimpíada e, em muitas modalidades, o ano pós olímpico tem bons competidores dando um tempo, se aposentando, novos nomes surgindo. É um período de transição.</p>
<p>Ainda assim, os resultados devem ser comemorados. Primeiro porque precisamos parar de pensar que os resultados só fazem sentido se virarem uma medalha olímpica lá na frente. Toda competição tem sua importância, todo título deve ser comemorado &#8211; não superestimado nem o contrário, mas comemorado dentro do seu significado. E em segundo porque sim, várias modalidades deram um passo importante agora rumo ao Rio-2016.</p>
<p>Acho que as modalidades <strong>como um todo </strong>que mais se destacaram no ano foram o handebol feminino, natação (especialmente as maratonas aquáticas), judô, vôlei e vela. Também foi um ano com medalhas em Mundiais para ginástica artística, boxe, vôlei de praia, pentatlo moderno e taekwondo.</p>
<div id="attachment_12453" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand.jpg"><img class=" wp-image-12453  " title="hand" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/hand-800x532.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Handebol: Conquista histórica</p></div>
<p>O <strong>handebol feminino </strong>quebrou uma série de tabus &#8211; venceu uma seleção europeia pela primeira vez em mata-mata de grandes competições (e já foram logo três), bateu as donas da casa da Sérvia (campeãs olímpicas em 1984 e Mundiais em 1073) no jogo com maior audiência da história do handball (quase 20 mil pessoas), e se tornou a segunda seleção não europeia a vencer um Mundial (a primeira foi a Coreia do Sul). Resultado histórico.</p>
<div id="attachment_12451" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png"><img class=" wp-image-12451  " title="Captura de Tela 2013-12-23 às 14.26.36" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Captura-de-Tela-2013-12-23-às-14.26.36.png" alt="" width="265" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Judô: modelo a ser perseguido</p></div>
<p>Se eu &#8220;fosse uma modalidade&#8221;, escolheria ser o <strong>judô</strong>. Não somente pelas medalhas conquistadas no Mundial deste ano (seis medalhas, uma de ouro), mas porque, diferente da natação, o judô não depende tanto de alguns poucos nomes para subir ao pódio. É claro que a modalidade tem grandes ídolos, como Sarah Menezes, mas o mais legal é que há muitos atletas fortes com chances de chegar a uma medalha nos Mundiais e nas Olimpíadas.</p>
<p>Nesse Mundial, subiram ao pódio Sarah, Rafaela Silva (ouro em uma campanha irretocável e uma volta por cima linda, digna de filme), Erika Miranda, Maria Suelen, Mayra Aguiar e Rafael Silva. Além disso, Um &#8220;sintoma&#8221; da força de uma modalidade está na forte disputa interna por vagas para defender a seleção, e temos isso no judô. Um <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,judo-renova-por-2-anos-com-principal-patrocinador,1049024,0.htm">leque de patrocinadores</a>, não só de estatais, fruto de um projeto organizado que consegue ser atrativo para a iniciativa privada.</p>
<div id="attachment_12452" style="width: 334px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg"><img class=" wp-image-12452 " title="poliana" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/poliana.jpg" alt="" width="324" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Poliana e Cielo: ano incrível</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>natação</strong> conseguiu um resultado histórico no Mundial de Barcelona. Pegando apenas as provas olímpicas, foram quatro medalhas na piscina e duas nas maratonas aquáticas. Cesar Cielo voltou ao topo do mundo depois de ser bronze em Londres e mostrou que é um ídolo não só do Brasil, mas da história da natação &#8211; é o primeiro tricampeão mundial do 50 livre e certamente um dos melhores <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/cesar-cielo-e-o-primeiro-tricampeao-mundial-do-50-livre">velocistas da história</a>. Thiago Pereira foi bronze duas vezes, e Felipe Lima atingiu outro patamar, conquistando o bronze no 100 peito, sua primeira medalha em competições desse porte. Sete finais em provas olímpicas.</p>
<p>Nas <strong>maratonas aquáticas</strong> então, o resultado foi espetacular. Poliana Okimoto e Ana Marcela fizeram dobradinha na prova olímpica de 10km, provavelmente uma das melhores provas da história do Brasil em esportes olímpicos, e Allan do Carmo foi sétimo nesta prova no masculino. Em partes, o resultado de Poliana e Ana Marcela &#8220;esconde&#8221; uma participação <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/analise-natacao-feminina-termina-participacao-em-barcelona-com-uma-final">fraca da natação feminina</a> nas piscinas &#8211; apenas uma final, e em prova não olímpica.</p>
<p>O <strong>vôlei</strong>é parecido com o judô (organizado, base forte, muitos atletas de destaque, boa disputa para chegar à Seleção, patrocinadores), mas esse foi um ano mais &#8220;morno&#8221; para a modalidade. Nos tradicionais Grand Prix e Liga Mundial, o Brasil foi ouro no Grand Prix (feminino) e prata na Liga Mundial (masculino), neste último perdendo para a Rússia, mesmo algoz da final de Londres. Ano que vem tem os dois Mundiais da modalidade, competição mais importante do vôlei depois das Olimpíadas &#8211; o Brasil busca um título inédito no feminino e o tetra no masculino. O legal é que o vôlei do Brasil está sempre lá entre os melhores &#8211; e até por isso, é claro, a cobrança aqui é sempre maior.</p>
<div id="attachment_12454" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif.jpg"><img class="size-medium wp-image-12454" title="zarif" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/zarif-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Zarif: nova geração da vela</p></div>
<p>Não colocaria a <strong>vela</strong> no mesmo patamar de judô e vôlei &#8211; confederação é desorganizada, também dependemos em grande parte de poucos talentos individuais. Mas foi um bom ano, e acho que dá para chegar em 2016 com boas chances de medalha em várias classes. Foram dois títulos mundiais (Jorginho Zarif, de 20 anos e uma surpresa para este momento, e Robert Scheidt, que voltou a classe laser e já foi campeão, mostrando que é um atleta de talento inquestionável), uma medalha de prata (Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX) e outros três resultados entre os melhores do mundo.</p>
<p>A <strong>ginástica artística</strong> vive um ótimo momento no masculino, tendo em Arthur Zanetti a maior expressão. Ele teve um ano perfeito e ganhou praticamente tudo que disputou, incluindo o Mundial. Além disso, foram cinco finais na competição, com quatro atletas diferentes. No feminino, apenas com duas representantes, Daniele Hypolito e Letícia Costa, o Brasil ainda sofre com o imbróglio envolvendo Jade Barbosa. Destaque para destaques das mais novas, como Rebeca Andrade, que tem tido resultados bem expressivos.</p>
<div id="attachment_12456" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-12456" title="alvaro" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/alvaro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vôlei de praia: sempre lá</p></div>
<p>Boxe e vôlei de praia chegaram ao pódio nos seus Mundiais e devem chegar ao Rio com boas chances de medalha. Se fosse o Ministério do Esporte, eu pegaria o caso do <strong>boxe</strong> como &#8220;case&#8221; de sucesso depois das Olimpíadas de Londres. Com patrocínio da Petrobras e um trabalho legal, chegamos a três medalhas em 2012, depois de décadas da última medalha, de Servílio. Esse ano foram duas medalhas no Mundial, com Robson Conceição (prata) e Everton Lopes (bronze), e seis atletas chegando até as oitavas de final (contra um em 2007, como levantou o Guilherme Costa do <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2902">Brasil no Rio</a>). Já o <strong>vôlei de praia</strong> foi marcado por um <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3011">vaivém de duplas</a>, mudanças nas regras, criação de seleção permanente. No Mundial, foram duas medalhas: prata no masculino com Ricardo e Álvaro Filho, e bronze no feminino, com Lili e Bárbara Seixas. Minha sensação é que o Brasil continua tendo atletas entre os melhores do mundo (tem as duas duplas melhor ranqueadas no mundo no feminino, mas as duas caíram no mata mata do Mundial), mas tem pecado nas grandes competições.</p>
<p>Outras modalidades tiveram bons resultados individuais mas ainda estão um patamar abaixo dessas que falei antes.</p>
<div id="attachment_12455" style="width: 302px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg"><img class="size-full wp-image-12455" title="IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IsaquiasQueiroz_canoagem_FrankAugstein_AP_01092013_292.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado sensacional de Isaquias</p></div>
<p>Por exemplo, no <strong>taekwondo</strong>, o Brasil conquistou uma medalha no Mundial, com Guilherme Dias, mas muitos atletas perderam na primeira luta. No Grand Prix agora em dezembro, segunda competição mais importante do ano, Guilherme Felix foi prata e Dias ficou em quinto. No <strong>pentatlo moderno</strong>, mais um grande resultado de Yane Marques, vice campeã mundial, mas no masculino seguimos sem resultados expressivos. E Isaquias Queiroz, jovem promessa do Brasil na <strong>canoagem</strong>, fez uma participação sensacional no Mundial e terminou em <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/um-dia-historico-para-o-esporte-olimpico-brasileiro">terceiro</a> na prova olímpica de c1-1000m.</p>
<p>Outras modalidades não chegaram ao pódio, mas seguem em evolução. Especialmente legal ver modalidades em que brasileiros atingiram o melhor resultado da história do país em Mundiais.</p>
<p>Destaco aqui o <strong>levantamento de peso</strong> (melhor resultado da história em um Mundial, com Fernando Reis em sétimo), <strong>tiro com arco</strong> (também o melhor resultado da história em um Mundial, com <a href="http://esporteolimpicobrasileiro.blogspot.com.br/2013/10/entrevista-da-semana-sarah-nikitin-tiro.html">Sarah Nikitin</a> em sétimo0) <strong>handebol masculino</strong> (derrota nas oitavas de final, melhorando frente aos últimos anos, jogadores saindo do Brasil), <strong>ginástica rítmica</strong> (12o lugar no <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2600">Mundial</a>, melhorando depois de ficar fora da última Olimpíada), <strong>badminton</strong> (Lohaynny Vicente chegou a posição 63 no ranking mundial, melhor da história do Brasil), <strong>luta olímpica</strong>(Joice Silva chegou até as quartas de final no Mundial; mas a maior chance de medalha para 2016 aqui virá dos estrangeiros que a confederação está tentando naturalizar), <strong>ciclismo MTB</strong> (Henrique Avancini teve um problema no Mundial mas chegou ao melhor ranking de um brasileiro na história da modalidade).</p>
<div>Algumas modalidades seguem com resultados tímidos, sem melhorar ou piorar. Casos da <strong>ginástica de trampolim</strong> (melhor resultado foi um 27o no Mundial), <strong>remo</strong> (confederação desorganizada, campeonatos nacionais esvaziados), <strong>saltos ornamentais</strong> (semifinal de Cesar Castro no Mundial é obviamente um bom resultado, mas falta renovação), <strong>polo aquático</strong> (Brasil não classificou no masculino e no feminino não ganhou nenhum jogo no Mundial; por outro lado, legal o sétimo lugar do masculino no Mundial júnior, e a notícia do tetracampeão olímpico Ratko Rudic para <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3015">treinar</a> a seleção) e mesmo da <strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/olimpilulas/brasil-nao-sai-do-papel-de-coadjuvante-no-mundial-de-esgrima/">esgrima</a></strong>, que vem evoluindo, mas este ano não teve desempenhos tão expressivos (no Mundial, só cinco atletas passaram para o round de 64).</div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Quem tem tradição e piorou</strong></div>
<div>Para terminar, vale a pena mencionar três esportes com tradição que caíram: atletismo, basquete e futebol feminino. O atletismo saiu do Mundial sem nenhuma medalha, repetindo o que aconteceu em Londres (primeira Olimpíada sem medalha na modalidade desde 92).  Por outro lado, há algumas provas com bons resultados &#8211; vale muito a pena ver <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=2625">essa análise</a> do Guilherme. No basquete masculino, nenhuma vitória na Copa América &#8211; vale ler <a href="http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/2013/09/04/depois-do-vexame-na-copa-america-a-hora-da-reflexao-pro-basquete-brasileiro-tem-solucao/">essa reflexão</a>. E o futebol feminino, que por muito tempo esteve entre os melhores do mundo, hoje já não está mais &#8211; não houve nenhum resultado específico este ano, mas a comparação entre as vezes que a seleção jogou comparada às demais evidencia a <a href="http://brasilnorio.com.br/?p=3209">distância atual</a>.</div>
<div>
<div id="attachment_12457" style="width: 662px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg"><img class="size-full wp-image-12457" title="rev" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/12/rev.jpg" alt="" width="652" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Queda no bastão foi imagem &quot;emblemática&quot; do Mundial</p></div>
</div>
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		<title>O melhor do esporte olímpico no fim de semana</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 02:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/>O Brasil conquistou 15 medalhas (cinco ouros, quatro pratas e seis bronzes) no Open de Buenos Aires de judô, com destaque para Luciano Correa, que venceu campeão olímpico. No pentatlo moderno, Priscila Oliveira foi o melhor resultado do Brasil na Copa do Mundo do Rio de Janeiro, terminando em 11º]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/Handball-42.png" width="42" height="42" alt="Handebol" title="Handebol" /><br/><p>Fim de semana repleto de competições nos esportes olímpicos. Veja os destaques:</p>
<p><strong>Handebol &#8211; Sulamericano e PAN: </strong>Três títulos continentais para o handebol brasileiro no final de semana: sulamericano feminino adulto, Pan-Americano júnior masculino &#8211; ambos com vitória sobre a Argentina na final &#8211; e Pan-Americano adulto masculino de handebol de areia. Confira <a href="http://esporteempauta.com.br/handebol/fim-de-semana-de-titulos-continentais-para-o-handebol-brasileiro">aqui</a>.</p>
<div id="attachment_10013" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/podio.jpg"><img class="size-medium wp-image-10013" title="podio" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/podio-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Pentatlo: Pódio da prova feminina</p></div>
<p><strong>Pentatlo &#8211; Priscila à frente de Yane Marques:</strong> Aconteceu ao longo da última semana a segunda etapa da Copa do Mundo da modalidade, sediada no Rio de Janeiro. No feminino, a competição esteve muito forte, com as três medalhistas olímpicas presentes na prova. Com grande expectativa grande sobre Yane Marques, o melhor resultado do Brasil acabou ficando com Priscila Oliveira, que terminou em 11º, a frente de Yane, que foi 13º lugar. A vitória ficou com a norte-americana Margaux Isaksen, que foi quarta colocada na última Olimpíada, chegando pouco atrás de Yane. No masculino, nenhum brasileiro chegou à final &#8211; o melhor resultado foi de Danilo Fagundes, que terminou em 40º.</p>
<p><strong>Ginástica Artística &#8211; Copa do Mundo</strong>: O Brasil conquistou medalha na etapa de Cottubus da Copa do Mundo, com o bronze de Caio Campos no salto sobre o cavalo.</p>
<div> <strong>Judô &#8211; brasileiros vencem medalhistas olímpicos</strong>: Competindo com a seleção B, o Brasil conquistou 15 medalhas (cinco ouros, quatro pratas e seis bronzes) no Open da Argentina de judô. Os ouros vieram com Felipe Costa, Luciano Correa, Walter Santos, Nathália Brígida e Khaterine Campos. Interessante destacar que Luciano e Felipe venceram medalhistas olímpicos: Luciano bateu o atual campeão olímpico da categoria até 100kg, Tagir Khabulaiev, enquanto Felipe bateu Ivan Nifontov, bronze em Londres.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<div id="attachment_10014" style="width: 635px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luciano.jpg"><img class="size-full wp-image-10014" title="luciano" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2013/03/luciano.jpg" alt="" width="625" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Luciano Correa bateu campeão olímpico russo</p></div>
</div>
<p><strong>Tênis de mesa &#8211; Dois ouros para Caroline</strong>: Carolina Kumahara venceu Lígia Silva na final e levou o título Latino-Americano de maiores de tênis de mesa, disputado em El Salvador. Ela já havia vencido nas duplas mistas, ao lado de Eric Jouti. No masculino, Cazuo Matsumoto terminou em segundo lugar.</p>
<p><strong>Esportes aquáticos &#8211; Sulamericano juvenil</strong> &#8211; o Brasil conquistou mais medalhas no Sulamericano juvenil, depois de vencer fácil na natação. No polo aquático, ouro no feminino (17&#215;5 na final) e masculino (17&#215;8 na final), ambos contra a Venezuela. Nas maratonas aquáticas, dois ouros e uma prata na competição. Destaque para Carolina Bilich, que venceu a prova de 7,5km e  levou o prêmio de melhor maratonista da competição, que soma-se ao prêmio de melhor índice técnico na competição de natação. Na disputa de nado sincronizado, seis ouros e uma prata para o Brasil.</p>
<div>
<p><strong>Vôlei de praia &#8211; Sulamericano</strong>: Na quinta etapa do Circuito, disputada em Assunção, final brasileira e vitória de Lili/Rebecca, que se mantém líderes do ranking. A prata ficou com Fernanda Berti/Elize. No masculino, Oscar/Edson Filipe foram bronze, e caíram para o segundo lugar no ranking.</p>
<p><strong>Vôlei &#8211; Superliga masculina</strong>: Nas primeiras partidas da semifinal da Superliga masculina de vôlei, vitória dos anfitriões e favoritos. O Rio de Janeiro venceu o Vivo/Minas em casa, em partida muito disputada decidida no tie break, enquanto o Sada/Cruzeiro bateu o SESI, por 3 sets a 0. Os jogos de volta acontecem no próximo final de semana.</p>
</div>
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		<title>Mais quatro anos de hegemonia russa no nado sincronizado? Resultados do Mundial Junior</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 13:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mundial Junior]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>Nas Olimpíadas, dois ouros em duas provas disputadas. No Mundial Junior, quatro outos em quatro disputas. A hegemonia da Rússia no nado sincronizado mundial atualmente teve mais uma prova na realização da principal competição de base da modalidade, realizada na Grécia. O Brasil esteve presente e ficou a poucas posições da final, tendo como melhor colocação as provas de solo e equipes, terminando em 14o nas duas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Nas Olimpíadas, <a href="http://esporteempauta.com.br/londres/sem-surpresas-russia-leva-os-dois-ouros-do-nado-sincronizado">dois ouros em duas provas disputadas</a>. No Mundial Junior, quatro outos em quatro disputas. A hegemonia da Rússia no nado sincronizado mundial atualmente teve mais uma prova na realização da principal competição de base da modalidade, realizada na Grécia. O Brasil esteve presente e ficou a poucas posições da final, tendo como melhor colocação as provas de solo e equipes, terminando em 14o nas duas. <a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/russia.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8116" title="russia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/russia-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Assim como nas declarações após as Olimpíadas, a comissão técnica russa exaltou o treinamento intensivo do país na modalidade. A técnica Balentina Keplekova falou que “não há segredo, só três palavras: trabalho, trabalho, trabalho”. Nas duas provas olímpicas, dueto e equipes, o Mundial marcou a oitava e nona vitórias consecutivas da Rússia na competição.</p>
<p>A distância da Rússia para os demais países na modalidade fica mais evidente pela falta de uma nação que consiga resultados tão sólidos no júnior e no absoluto. Durante este ciclo olímpico, o cenário deve ter uma boa briga entre um bloco de países para se firmar como a segunda e terceira portência da modalidade, que hoje está com China e Espanha, as únicas medalhistas nas Olimpídas. Os dois países estiveram na final do Mundial Júnior, mas não conseguiram nenhuma medalha nas provas olímpicas, que ficaram com Japão e Ucrânia, prata e bronze tanto no dueto como na equipe.</p>
<p>O Brasil terminou em 15o no dueto, com Maria Eduarda Miccuci e Luisa Borges, com 147,8115 pontos. No solo, Adriana Bitiati foi 14a no geral, com 146,4459 pontos. Na disputa de equipes, a seleção brasileira também foi 14o, com 147,2052 pontos. No solo e no equipes o Brasil chegou a terminar entre os 12 primeiros que avançam para a final após a rotina eliminatória, mas ambas perderam posição após a soma da prova de figuras.</p>
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		<title>Esportes aquáticos: de onde partimos rumo a 2016?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 12:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O polo aquático não esteve em Londres, mas tem uma boa geração chegando, com bronze no PAN Junior no feminino e título no masculino. Os saltos ornamentais tiveram como melhor resultado a semifinal de César Castro, e passam por renovação depois de uma década com os mesmos e heróicos nomes. No nado sincronizado, Lara e Nayara bateram na trave da final olímpica
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>Na natação e maratona aquática, há uma boa base de atletas que tem condições de chegar às Olimpíadas de 2016 com chances de chegar às finais, como comentei <a href="http://esporteempauta.com.br/natacao/natacao-e-maratonas-aquaticas-de-onde-partimos-rumo-a-2016">nesse post</a>. Para os demais esportes aquáticos &#8211; nado sincronizado, saltos ornamentais e pólo aquático &#8211; a coisa é bem diferente. O polo nem esteve em Londres, os saltos tiveram como melhor resultado a semifinal de César Castro, e no nado sincronizado, Lara e Nayara bateram na trave da final olímpica. E para 2016?</p>
<p>No nado sincronizado, a maior tradição brasileira é no dueto, hoje representado por Lara e Nayara. As duas treinaram muito para Londres e ficaram a uma posição da final (13o). Mais uma vez ficou o sentimento de que os critérios subjetivos do esporte pesaram na nota, e o futuro das duas ainda é incerto na modalidade, mas acredito que devam treinar para o Rio-2016, ainda mais sendo uma competição que acontecerá em casa, o que minimiza essa parte política. Vale ficar de olho na nova geração, que compete do dia 12 a 16 de setembro no Mundial Júnior, que acontece na Grécia. O Brasil viaja com 12 atletas e três técnicas, buscando melhorar o resultado da edição de 2010, quando a equipe foi a única a chegar a final, ficando em 12o lugar. No solo e no dueto, o Brasil parou nas eliminatórias, em 18o e 15o lugar.</p>
<div id="attachment_7971" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/andressa2.jpg"><img class="size-medium wp-image-7971" title="andressa2" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/andressa2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Andressa Mendes já esteve na Copa do Mundo</p></div>
<p>Nos saltos ornamentais, há cerca de dez anos a modalidade é dominada pelos mesmos e heróicos nomes: César Castro, Hugo Parisi e Juliana Veloso. Nas Olimpíadas, o melhor resultado foi de César, que chegou à semifinal, mas não conseguiu seu objetivo de avançar para a final. O principal nome para 2016 é Andressa Mendes. Nascida em 1997, ela foi a integrante mais jovem de toda delegação brasileira no PAN de 2011, com apenas 14 anos. Andressa participou do Pré Olímpico este ano e terminou em 6o na repescagem na plataforma 10m. Por pouco ela não conseguiu a vaga, que considera as desistências e alocações por continentes dos outros países &#8211; Juliana Veloso ficou na mesma posição no trampolim 3m e conseguiu vaga para Londres.</p>
<p>No último final de semana, aconteceu o Brasileiro da modalidade, no Rio de Janeiro, que serviu como seletiva para o Mundial Junior, que acontece na Austrália em outubro. Sete atletas alcançaram o índice, mas apenas três em provas olímpicas, e apenas mulheres: Ingrid Oliveira, do Fluminense (trampolim 3m e plataforma 10m), Giovana Pedroso e Andressa Mendes (plataforma 10m). Giovana surpreendeu vencendo Andressa. As duas são companheiras de clube e a disputa é muito saudável, e essencial para que nenhuma das duas se acomode e ambas continuem evoluindo.</p>
<div id="attachment_7972" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Captura-de-Tela-2012-09-11-às-11.29.10.png"><img class="size-medium wp-image-7972" title="Captura de Tela 2012-09-11 às 11.29.10" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Captura-de-Tela-2012-09-11-às-11.29.10-300x116.png" alt="" width="300" height="116" /></a><p class="wp-caption-text">Polo masculino foi campeão do PAN Junior</p></div>
<p>O polo aquático passa por uma renovação forte. O Brasil não participa das Olimpíadas na modalidade desde 1984. Esse ano a equipe masculina ficou a um jogo de conseguir a classificação. Mais do que isso, no entanto, a boa notícia veio do Pan-Americano Junior disputado no Canadá, onde a seleção feminina terminou na terceira colocação, e a masculina sagrou-se campeã, batendo os EUA na final por 10 a 7, com nove dos 11 jogadores de linha fazendo gol na final. No final do ano, acontece o Mundial Junior, em Perth-Austrália. Como parte da preparação, a seleção está em Long Beach, na Califórnia para dez dias de trabalho intenso. A supervisora técnica, Sandy Nitta, foi a treinadora do time feminino em 1999, e foi técnica dos EUA de 1979 a 1994, além de dar nome ao prêmio anual para o melhor treinador de polo feminino dos EUA.</p>
<div></div>
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		<title>Sem surpresas, Rússia leva os dois ouros do nado sincronizado</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 19:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>Em uma modalidade em que tradição e força política pesam muito na atribuição de notas, deu o esperado. A técnica russa Tatiana Dachenko, em entrevista após a prova, disse que sabia que China e Espanha estariam fortes, mas que elas estariam competindo “entre si”. Modesta ou não, foi o que aconteceu: A Rússia levou os dois ouros,  e China e Espanha completaram o pódio, com as espanholas melhor no dueto e as chinesas, em franca evolução, na equipe
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>Em uma modalidade em que tradição e força política pesam muito na atribuição de notas dos juízes, deu o esperado. Não sem méritos: a Rússia, que levou todos os títulos Mundiais desde 1998, tem reconhecidamente as melhores atletas e profissionais do mundo na modalidade, e estrutura para tal &#8211; inclusive, as brasileiras Lara e Nayara passaram três semanas treinando com elas no início do ano.  A técnica russa Tatiana Dachenko, em entrevista após a prova, disse que sabia que China e Espanha estariam fortes, mas que sabia que elas estariam competindo “entre si”. Modesta ou não, foi o que aconteceu: A Rússia levou os dois ouros,  e China e Espanha completaram o pódio, com as espanholas melhor no dueto e as chinesas na equipe.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-7053" title="russia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/russia-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />O nado sincronizado, disputado apenas no feminino, entrou no programa olímpico em 1984, com as provas de solo e dueto, que permaneceram até 1992. Em 1996, os dois saíram do programa e entrou a prova por equipes, mantida a partir daí; o solo não voltou às Olimpíadas, mas continua presente nos Mundiais, e o dueto voltou em 2000. Nas cinco vezes com disputa por equipes, a Rússia venceu quatro; no dueto, desde a volta em 2000, as russas levaram todos os ouros.</p>
<p>O sucesso não vem por acaso, e a comissão técnica sabe que o histórico não garante o pódio &#8211; embora, para essa modalidade, já seja uma boa parte do caminho andado. Ao final da prova, a campeã do dueto e 16 vezes campeã mundial, Natalia Ishchenko contou sobre o dia-a-dia de treinos. “Treinamos dez horas por dia, dentro e fora da piscina, isso que fazemos na água não é brincadeira. Preparamos cada nova rotina por um ano, é uma criação conjunta com nosso técnico. Pensamos primeiro na imagem da história, depois achamos a música, e eventualmente trabalhamos em novos elementos, e por fim o design das roupas”, explicou.</p>
<p>A disputa pelo segundo lugar foi acirrada e emocionante. No dueto, apesar de entrar em posição de desvantagem após a rotina técnica, as espanholas conseguiram bater as chinesas por muito pouco, levando a prata por 0.030 pontos. Andrea Fuentes, que já tinha duas prata de Pequim e é a princial atleta espanhola no nado sincronizado, disse que não conseguia ver a pontuação da China então não sabia quando ela e Ona Carbonell precisavam tirar. “Na verdade demorou um bom tempo para entendermos que tinhamos sido segunda, foi só quando vimos nossos técnicos que caiu a ficha”. A China levou sua primeira medalha olímpica no dueto, ficando com o bronze, e o técnico Masayo Imura comemorou que finalmente o país construiu o status entre as três grandes forças do mundo.</p>
<p>Na disputa por equipes, havia expectativa de que o Canadá conseguisse chegar ao pódio, depois de conseguir medalha no último Mundial. No entanto, as canadenses não foram páreo para a disputa entre chinesas e espanholas pela segunda colocação, terminando em quarto 3.49 pontos atrás do terceiro lugar, que ficou com a Espanha. É bom a Rússia ficar esperta com a China: na disputa por equipes, elas foram sexta colocadas em Atenas-2004, terceiras em Pequim-2008, e agora já pegaram a prata da Espanha.</p>
<p><strong>Quadro de medalhas:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7054" title="Captura de Tela 2012-08-10 às 15.25.50" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Captura-de-Tela-2012-08-10-às-15.25.50.png" alt="" width="649" height="114" /></p>
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		<title>Lara e Nayara terminam em 13o, a uma posição da final</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 17:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/>O dueto brasileiro do nado sincronizado, formado por Lara e Nayara, encerrou a participação em Londres na 13a colocação, ficando a uma posição da final e repetindo o desempenho de Pequim. As duas somaram 174.100 pontos, nota inferior aos 177.600 pontos alcançados no Evento Teste, também realizado em Londres, em abril
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				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Londres 2012" title="Londres 2012" /><br/><p>O dueto brasileiro do nado sincronizado, formado por Lara e Nayara, encerrou a participação em Londres na 13a colocação, ficando a uma posição da final e repetindo o desempenho de Pequim. As duas somaram 174.100 pontos, nota inferior aos 177.600 pontos alcançados no Evento Teste e pré olímpico, também realizado em Londres, em abril, e repetiram a colocação das Olimpíadas de Pequim. O dueto sul coreano, que ficou na 12a posição, avançou para as finais, fez 174.160 pontos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-6670" title="lara" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/08/lara.jpg" alt="" width="510" height="287" /></p>
<p>Competição muito subjetiva, no nado sincronizado pesa muito a tradição dos países na modalidade. O dueto do Brasil já havia diminuido um pouco esse problema com o reforço da técnica canadense Leslie Sproule, que não só ajuda as atletas no treinamento como passou a fazer parte da comissão técnica do Brasil, o que tem peso na decisão das notas.</p>
<p>Ano passado, no PAN, o dueto passou por um problema nesse quesito, quando ficou atrás das norte-americanas na classificação geral mesmo com uma apresentação apontada por muitos especialistas como superior à das adversárias &#8211; a própria técnica norte-americana deu declarações nesse sentido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Treino Lara e Nayara</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2012 14:50:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>]]></content:encoded>
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		<title>Em busca de resultado inédito, Lara e Nayara enfrentam rotina dura de treinos</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2012 14:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/>É terça-feira. Mas podia ser segunda, quarta, quinta, sexta, final de semana, feriado. A rotina de Lara e Nayara é a mesma: as 7h30 da manhã, elas já estão na piscina do Paineiras para o primeiro treino do dia, até as 10h, supervisionadas pela técnica Andrea Curi. Juntas, Lara e Nayara conquistaram três sulamericanos absolutos no dueto, um bronze no PAN e uma 13ª colocação em Pequim-2008]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Personagens" title="Personagens" /><br/><p>É terça-feira. Mas podia ser segunda, quarta, quinta, sexta, final de semana, feriado. A rotina de Lara e Nayara é a mesma: as 7h30 da manhã, elas já estão na piscina social do Paineiras para o primeiro treino do dia, até as 10h, supervisionadas pela técnica Andrea Curi.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3979" title="SAM_1407" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/SAM_1407-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Foi Andrea quem convidou Nayara para treinar no Paineiras, quando ela tinha 10 anos. Incentivada pela avó, que queria que os netos praticassem esporte, Nayara tentou natação e ballet e não deu certo. Até que viu um treino de nado sincronizado no Ibirapuera, se apaixonou e começou a treinar. Não parou mais. Lara também começou cedo. Praticava esporte desde muito nova, e aos oito anos pediu aos pais para entrar no nado sincronizado. Entrou no Tijuca, no Rio de Janeiro. Também não parou mais.</p>
<p>Juntas, Lara e Nayara conquistaram três sulamericanos absolutos no dueto, um bronze no PAN de Guadalajara (Lara ainda tem um bronze nos Jogos do Rio, quando competiu ao lado de Caroline Hildebrandt) e uma participação olímpica em Pequim-2008, quando terminaram na 13ª colocação. Além dos títulos, compartilham o sonho e objetivo de ficar entre os dez primeiros duetos nas Olimpíadas de Londres.</p>
<p><strong>Treinamento</strong><br />
Para alcançá-lo, o ciclo olímpico foi intenso. No final de 2010, as duas decidiram que passariam a treinar em dois períodos e se <img class="alignright size-medium wp-image-3980" title="SAM_1410" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/SAM_1410-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />dedicar ainda mais ao esporte, visando o Mundial e as Olimpíadas. Lara havia acabado de se formar em administração de empresas e Nayara trancou a faculdade de educação física. A rotina inclui o treino da manhã na piscina, musculação, uma preparação de dança que inclui movimentos de ballet, yoga e pilates, e mais uma sessão dentro d´água a tarde. A rotina se encerra as 19h, e é repetida diariamente.</p>
<p>Repetição é uma das chaves para o treino de nado sincronizado. Além da rotina, elas repetem exaustivamente os movimentos da coreografia.Tudo sob o comando de Andrea Curi, e em alguns períodos do ano, da canadense Leslie Sproule, que passou a reforçar a comissão técnica brasileira. Em um esporte onde ainda há grande componente subjetivo e político na atribuição de notas pelos juízes, a presença da canadense como técnica do Brasil é muito importante não apenas tecnicamente mas para dar mais força e peso às atletas em competições internacionais.</p>
<p><strong>Em Londres</strong><br />
Garantidas nas Olimpíadas após o pré olímpico realizado em Londres, quando terminaram na nona colocação, Lara e Nayara sabem quem são as adversárias a mirar para alcançar o desejado top 10. &#8220;O objetivo principal é pegar final. Estamos confrontando diretamente com a Grécia, EUA, Inglaterra e França. Estamos indo para cima&#8221;, afirma Nayara após um treinamento no Paineras, a 53 dias dos Jogos. &#8220;No pré olímpico a gente já ganhou em uma das coreografias da França, então vimos que é viável. Queremos ficar melhor do que a posiçao das gêmeas [Isabela e Carolina de Moraes, 12º em Sidney e Atenas]&#8220;.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3981" title="SAM_1413" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/06/SAM_1413-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" />O dueto viaja para Londres no dia 29 de julho, e a competição de nado sincronizado começa dia 5 de agosto. Até lá, decidiram não participar mais de competições para melhorar o condicionamento físico, um dos pilares de uma boa prova.</p>
<p><strong>Depois</strong><br />
&#8220;Depois.. estamos tão focadas nas Olimpíadas que nem conseguimos pensar nisso&#8221;, responde Lara quando um dos jornalistas presentes ao treino pergunta como será a vida após Londres. &#8221;Mas queremos estudar. Eu quero terminar a faculdade e a Lara quer fazer pós&#8221;, conta Nayara, e Lara complementa que, com o esporte correndo na veia, quer trabalhar com gestão ou marketing esportivo.</p>
<p>&#8220;Mas há o sonho também de continuar até 2016, não é uma hipótese descartada. Temos que ver como vai ser o ciclo olímpico, a comissão técnica, aonde vai ser a estrutura&#8221;, pondera Lara. O dueto tem patronício dos Correios desde que foi formado, que cobre os custos com a comissão técnica e as principais viagens, e este ano conseguiu uma ajuda fundamental com o patrocínio da empresa Asterisco, do empresário Roberto, descrito por Lara como &#8220;um apaixonado por esporte&#8221;. Embora já recebessem salário do Correios, é a primeira vez que tem a tranquilidade de uma sobra para sustentar não só a carreira como às duas também.</p>
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		<title>Lara e Nayara conseguem vaga olímpica</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 19:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Nado sincronizado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O dueto brasileiro ficou em nono na rotina livre e terminou na mesma posição na classificação total, que soma o resultado com a rotina técnica apresentada na quarta-feira. Essa será a segunda participação olímpica de Lara e Nayara, que em Pequim terminaram na 13a colocação, e agora tem como meta ficar entre as dez primeiras em Londres]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>O dueto formado por Lara Teixeira e Nayara Figueira garantiu vaga nas Olimpíadas de Londres, ao terminar em nono na rotina livre nesta sexta-feira, pelo Pré Olímpico disputado em Londres. Será a segunda participação olímpica das duas atletas, que em Pequim ficaram na 13a colocação.</p>
<p>Na quarta-feira, o dueto havia ficado em oitavo na rotina técnica, com 87.700. Somando os 89.970 pontos da rotina livre hoje, as duas terminaram em nono lugar &#8211; no total, foram 16 classificadas, que somam-se a cinco classificadas nos torneios continentais e as três vagas que ficarão para as Seleções classificadas por equipe.</p>
<div id="attachment_2484" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-medium wp-image-2484" title="russia" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/russia2-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">Russas ficaram em primeiro</p></div>
<p><strong>Rússia domina</strong><br />
O dueto vencedor foi o da Rússia, formado por Natalia Ischenko e Svetlana Romashina, atuais bi campeãs mundiais e do país que é grande referência da modalidade. A prata foi para Ona Carbonell e Andrea Fuentes, dueto que foi terceiro colocado no último Mundial &#8211; a China, que completou o pódio de Rússia e Espanha, já estava classificada para os Jogos e não participou do pré olímpico. O bronze foi para a Ucrânia, com Daria Iushko e Kseniya Sydorenko.</p>
<p>A nona colocação de Lara e Nayara veio a apenas 0.100 pontos atrás da oitava colocação, que ficou com o dueto francês e é apontado pelas brasileiras como um dos adversários diretos em Londres, juntamente com EUA (7ª no pré olímpico) e Grécia (6ª).</p>
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		<title>Lara e Nayara em oitavo na rotina técnica no pré olímpico</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 23:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Nantes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nado sincronizado]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/>O dueto do nado sincronizado brasileiro deu um importante passo rumo a vaga olímpica. Lara e Nayara ficaram em oitavo na rotina técnica no primeiro dia de Pré Olímpico, realizado no Centro Aquático do Londres, depois de somar 87.700 pontos com a apresentação da rotina "Opostos". No sábado, Lara e Nayara disputarão a rotina livre, no sábado, e a soma dos pontos define os 16 duetos classificados]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img src="http://esporteempauta.com.br//wp-content/uploads/2012/01/filler.png" width="128" height="128" alt="Reportagem" title="Reportagem" /><br/><p>O dueto do nado sincronizado brasileiro deu um importante passo rumo a vaga olímpica nesta quarta-feira. Lara e Nayara ficaram em oitavo na rotina técnica <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/guia-para-o-pre-olimpico-de-nado-sincronizado">no primeiro dia de Pré Olímpico, realizado no Centro Aquático do Londres</a>, depois de somar 87.700 pontos com a apresentação da rotina &#8220;Opostos&#8221;.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2412" title="pre" src="http://esporteempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/pre-300x208.jpg" alt="" width="300" height="208" />No sábado, <a href="http://esporteempauta.com.br/reportagem/lara-teixeira-nao-vamos-so-para-classificar-queremos-comecar-a-incomodar">Lara e Nayara disputarão a rotina livre</a>, e a soma dos pontos define os 16 duetos classificados para as Olimpíadas &#8211; cinco seleções já estão classificadas pelos torneios continentais, e mais três vagas do dueto vão automaticamente para as seleções classificadas na prova por equipes.</p>
<p>A melhor colocação do dueto em Olimpíadas e Mundiais foi um 11º em Roma, no Mundial de 2011. Com a oitava colocação na rotina livre, Lara e Nayara dão um importante passo para conseguir uma das 16 vagas em disputa. O primeiro lugar hoje ficou com as russas Natalia Ischenko e Svetlana Romashina, favoritas ao ouro &#8211; a Rússia é campeã mundial e olímpica tanto no dueto como por equipes.</p>
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