
Como será assistir um 200 medley sem ele? Como vai ser ver o 200 borboleta, prova em que tem a maior hegemonia – dois ouros olímpicos e cinco mundiais – sem a presença de Phelps? Tenho certeza que lembrarão de Phelps daqui a muitos anos e apontarão o americano como o maior do mundo. Vejo como amantes do futebol sentem inveja de quem diz que viu o Pelé jogar, e não consigo deixar de me sentir privilegiada por estar assistindo a história da natação ser escrita
Na final, a TV estava focada, claro, na briga pelo ouro entre Austrália e EUA. A distância era tanta que, quando fechava o quadro, só se via os nadadores dos dois países, o resto nem aparecia na TV. Nos últimos 50m, o Brasil estava em quinto e Edvaldo “Bala” Valério na água. A TV focada na briga pelo ouro e eu, querendo ver uma medalha do Brasil, não tinha como saber como estava a equipe brasileira
Thiago Pereira desistiu das das provas de 100 e 200 costas e nadará somente as provas individuais de medley em Londres. Assim, há uma vaga em aberto em cada umas das provas. Apesar de não nadar a prova, a CBDA informou que o tempo de 53”86 feito por Thiago no Maria Lenk contará para fins de escalação do revezamento 4×100 medley
A única coisa que sei é que eles estão tristes, muito tristes. Será que Alexander morreu porque ele nadou muito rápido? Meu filho diz que não consegue dormir, porque ele nunca verá seu maior ídolo. Não era só Alexander que estava ansioso para as Olimpíadas. Alexander é o único ídolo de verdade que ele tem, o único com quem ele tem uma relação apaixonada e que fez com que a natação fosse aceita entre os amigos na escola.E agora ele se foi
O norueguês Alexnader Dale Oen, campeão mundial do 100 peito, morreu na noite passada aos 26 anos em função de uma parada cardíacada durante um training camp em altitude em Flagstaff. O nadador foi encontrado no chão do banheiro de seu quarto ontem a noite.O técnico da Noruega, Petter Loevberg, disse que todos estão em choque. O japonês Kosuke Kitajima afirmou em seu twitter que está em choque e chamou Oen de “amigo querido e grande rival”
Quatro anos depois de ficar a quatro centésimos das Olimpíadas, em um 100 peito com quatro nadadores abaixo do índice, dessa vez Felipe Lima garantiu vaga para os Jogos. O nadador carimbou passaporte na última seletiva, ao fazer o sexto melhor tempo do mundo este ano. Em entrevista ao Esporte em Pauta, ele afirmou que a pressão sentida na seletiva brasileira foi maior do que a que encontrará em Londres, onde sabe que terá que nadar abaixo de 1’00 para entrar na final
Conheça os bastidores do Parque Aquático Maria Lenk, inaugurado em 2007 para sediar os Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro, e que tem sediado importantes competições do calendário da natação brasileira, além de servir de centro de treinamento do Time Rio
O Flamengo venceu o último revezamento da competição, o 4×100 medley masculino, com César Cielo ultrapassando o Pinheiros, que fechou com Marcelo Chiereghini, na última parcial. Com o resultado, somado ao recorde sulamericano de Mireya no 400 livre , o clube ultrapassou o Pinheiros na última etapa e é o campeão geral do Troféu Maria Lenk, título que não conquistava desde 2002
A espanhola Mireya Belmonte venceu o duelo contra Lotte Friis no 400 livre e esquentou a briga pelo título entre Pinheiros e Flamengo. Mireya nadou para 4’05”70, quinto melhor tempo do mundo este ano. Entre os homens, mais uma vez o Minas Tênis Clube dominou, assim como tinha acontecido no 800 livre, ficando com as quatro primeiras posições
A nadadora de 36 anos atingiu o índice para sua terceira Olimpíada, ao nadar para 1’00”74, abaixo da marca de 1’00”82 exigida. A nadadora já tinha nadado abaixo do índice mas teve a marca anulada após testar positivo para metilhexanamina. No masculino, Thiago melhorou o tempo da manhã e nadou para 53”86. O nadador está classificado para a prova, juntamente com Daniel Orzechowski, do Pinheiros, que fez 54”20 pela manhã