
Thiago Pereira avançou em quarto lugar para a final dos 200 medley masculino, enquanto Henrique Rodrigues, que tinha o terceiro melhor tempo do ano, ficou fora da final. Thiago nadou para 1’57”52 segurando o último parcial e amanhã terá uma boa briga com Ryan Lochte, Kosuke HAgino e Lazslo Cseh, que passaram com os três melhores tempos.
Hoje foi o dia da África do Sul no Mundial de Barcelona: além do ouro de Le Clos no 200 borboleta, o 50 peito teve dois nadadores do país no pódio. O campeão olímpico Cameron van der Burgh foi o campeão (26”77), enquanto Giulio Zorzi (27”04) ficou em terceiro lugar. Christian Sprenger, vencedor do 100 peito, completou o pódio, apenas um centésimos atrás de Cameron.
Nas olimpíadas de Londres-2012, Missy Franklin brilhou nas provas de costas, mas ficou sem medalha nas provas individuais de livre. No 200 livre, ficou em quarto lugar. Um ano depois, a norte-americana sagrou-se campeã mundial da prova, somando agora três ouros em três provas em Barcelona. Missy passou 55”56 e segurou a volta alucinante de Pellegrini, nadando para 1’54”81.
Sun Yang pode conseguir um feito histórico: se tornar o segundo homem a ganhar o 400, 800 e 1500 livre no mesmo Mudial. Depois da segunda vitória em Barcelona, na prova de 800 livre, falta apenas um ouro para o chinês a repetir o que Grant Hackett alcançou em Montreal -2005.
Chad Le Clos já bateu Phelps na sua principal prova, tem duas medalhas olímpicas, mas nunca havia subido ao pódio em Mundiais de longa. Nadando pela raia 4, Le Clos não teve dificuldades para vencer seu primeiro Mundial. Com 1’54”32, Le Clos colocou mais de meio segundo sobre o segundo colocado.
O brasileiro Marcelo Chierighini avançou para a final da prova de 100 livre com o terceiro melhor tempo, nadando apra 48”11. No 50 costas feminino, Etiene Medeiros avançou para a final com o quinto tempo, 27”89. O Brasil soma sete finais até o momento.
Fotos do Palau Sant Jordi por dentro e bastidores do Mundial
Desde 2004, os EUA vencem os 100 costas nas Olimpíadas tanto no feminino como no masculino. No caso dos homens, as últimas duas edições tiveram dobradinhas no pódio. O roteiro se repetiu no Mundial de Barcelona: ouro para os EUA no feminino, com Missy Franklin, e no masculino, com Matt Greevers, que fez dobradinha – dessa vez com David Plummer.
Lotte Friis já tinha twittado para Rebecca Adlington que sairia do 400 livre para se poupar para as disputas do 800 e 1500 livre com as “mais novas”. O que se viu na piscina do Palau Sant Jordi foi uma disputa sensacional entre a nadadora dinamarquesa e a americana Katie Ledecky, que vai se colocando como a mulher a ser batida nas provas de fundo.
Ele é medalhista olímpico, mas não parecia o favorito – abriu mal o revezamento francês 4×100 livre, nadando para 48”8, e disse na entrevista coletiva após a prova que sabe que não está 100%. Mas o francês Yannick Agnel, que cogitou não nadar a prova de 200 livre no Mundial de Barcelona depois de trocar de técnico e ir treinar com Bob Bowman em Baltimore, não teve dificuldade para vencer a prova em Mundiais pela primeira vez.