
Nesta temporada quem está se destacando é Andy Murray. No início do ano a parceria com Ivan Lendl demorou um pouco a engrenar, mas quando os dois se acertaram o britânico decolou. Após alcançar a final de Wimbledon e vencer o primeiro set diante de Federer, Murray foi campeão olímpico em Londres, conquistou seu primeiro Grand Slam no US Open, fez semifinal em Tóquio e neste domingo perdeu cinco match points contra Djokovic na decisão do Masters 1000 de Xangai.
Adoro a prova de Pequim, mas a que tem mais significado para mim é a que aconteceu um ano depois, em Roma. Estávamos no penúltimo de uma competição em que os trajes tecnológicos eram grandes protagonistas. Phelps já havia perdido o 200 livre para o até então desconhecido Paul Biederman, e de forma humilhante para ele – por 1.2 segundos, sem nem ter chance contra o alemão. Phelps estava bravo.
Modalidade amplamente dominada por asiáticos, em especial a China – 24 dos 28 ouros disputados em Olimpíadas desde que a modalidade virou olímpica, em 1988 – o tênis de mesa conta hoje com melhora na estrutura para os brasileiros. Maior participação em torneios internacionais, vinda de técnico estrangeiro e uma geração nova forte, que coexiste com veteranos na seleção (em especial Hugo Hoyama e Ligia Silva).
O primeiro africano a vencer uma maratona nas Olimpíadas, abrindo caminho para o domínio do continente nas provas de fundo, venceu as Olimpíadas de Roma correndo descalço. Bikila, da Etiópia, foi ainda o primeiro bicampeão olímpico da maratona, ao vencer os Jogos de Tóquio pouco mais de um mês depois de ser operado por uma apêndicite. Ele chegou a tentar correr no México, mas parou no meio da prova; em 1969, sofreu um acidente de carro e morreu quatro anos depois
Daniel Paiola, o melhor atleta de badminton do Brasil, quer treinar no país. Na próxima semana, Paiola e mais nove atletas brasileiros disputam o Pan-Americano adulto da modalidade, em Lima, no Peru. Os atletas ficaram cerca de um mês em campo de treinamento, em Campinas, treinando com Marco Vasconcelos, técnico português que treinou Paiola nos últimos anos
O Canadá sediou na última semana o Mundial feminino de luta olímpica. O grande destaque individual da competição foi a japonesa Saori Yoshida, tricampeã olímpica, que venceu o Mundial pela 10a vez na categoria até 55kg. O Brasil esteve presente com duas atletas na competição, a olímpica Joice Silva (55kg), e Aline Ferreira (72kg). Ambas foram eliminadas na segunda rodada e Joice terminou na nona colocação
O grande destaque, que até furou a mídia especializada em natação e chegou aos portais, foi mesmo Matheus Santana e seus 23”01. Mais do que bater o recorde de César Cielo de novo, o tempo é muito forte comparado aos melhores dessa idade em países como EUA, Austrália e França – estou preparando um levantamento dos tempos ao redor do mundo que sairá na estreia da minha coluna no site Brasil no Rio.
Bruno Soares realmente vive uma grande temporada. Após começar o ano com o americano Eric Butorac e faturar o caneco no Brasil Open, o tenista mineiro alternou parceiros até se juntar com o austríaco Alexander Peya. No primeiro torneio juntos alcançaram a decisão em Bastad, no segundo foram até as quartas do US Open e agora triunfaram em Kuala Lumpur. Nada mal para uma dupla formada há tão pouco tempo.
O time do interior de São Paulo conquistou seu oitavo título brasileiro de Rugby Union (modalidade jogada com 15 jogadores) ao bater o time da capital paulista pelo placar de 25 a 18, em uma final emocionante, com 10 minutos finais de tirar o folego. O jogo marca o “fim” da temporada de Rugby Union e o ínicio do circuito nacional de seven para o Rugby masculino no Brasil
Começou na manhã de hoje o 44o Troféu Chico Piscina, uma das competições mais importantes das categorias de base da natação brasileira. Com eliminatórias disputadas pela manhã e finais a partir das 18h, o tradicional evento terá as finais transmitidas pelo SporTV. Realizado em Mococa de 1968, pelo Chico Piscina passaram nadadores como Gustavo Borges, Rogério Romero, César Cielo e Joanna Maranhão.