
Para ficar entre os dez primeiros países no quadro de medalhas das Olimpíadas de 2016, o COB que focar em esportes individuais. Em coletiva realizado ao final dos Jogos, os dirigentes citaram o caso do Cazaquistão, que conquistou seus medalhas individuais, sendo quatro no levantamento de peso. Judô e vôlei devem continuar sendo carros-chefes, mas meta é maior diversidade no quadro de medalhas
Antes dos jogos começarem, Kobe Bryant disse que esse time dos EUA poderia bater o Dream Team de Barcelona 92 e foi zombado por isso. Porém, com esses números, uma coisa ficou clara: a diferença técnica, tática e física desse selecionado é proporcional à daquele time. Muito se falou sobre uma possível dificuldade dos americanos teriam ao enfrentar alguns adversários (Espanha, Argentina, Rússia), mas o que se viu em Londres foi uma aula de basquete com o selecionado norte americano
Sarah Menezes, Arthur Zanetti, seleção feminina de vôlei, Thiago Pereira, Emanuel e Alison, seleção msaculina de futebol, Esquiva Falcão, seleção masculina de vôlei, Felipe Kitadai, Mayra Aguiar, Rafael Silva, César Cielo, Robert Scheidt e Bruno Prada, Juliana e Larissa, Adriana Araújo, Yamaguchi Falcão e Yane Maques. Homenagem a todos os medalhistas brasileiros em Londres
Além de quebrar o recorde com 17 medalhas, o Brasil viu duas modalidades que nunca haviam trazido medalhas ao Brasil chegar ao pódio (ginástica artística e pentatlo moderno) e um que havia subido ao pódio apenas uma vez, em 1968, trazer três medalhas em uma edição (boxe). Das 302 provas disputadas, tivemos 42 finais, contando finais como atletas que chegam entre os oito primeiros nos individuais ou às quartas de final nos coletivos
Nos últimos quatro anos, Yane Marques chegou entre as oito primeiras do mundo em todas as grandes competições internacionais. Mas nunca havia subido ao pódio. Forte na natação, Yane tinha na corrida seu ponto mais fraco. Hoje, a pernambucana fez a melhor prova de sua vida e conquistou o bronze na última prova das Olimpíadas, a 17ª do Brasil. Exausta e extasiada, Yane desabou ao cruzar a linha de chegada
Inexplicável. Esta foi a resposta dada por jogadores brasileiro após a derrota por 3 a 2 para os russos que adiou por mais 4 anos o título de campeão olímpico no vôlei masculino. O Brasil, que chegou a ficar a 1 ponto de fechar o jogo em 3 a 0 e garantir o ouro, assistiu a uma reação russa incrível e de forma implacável em pouco tempo. Os 2 match points salvos pelos russos pareciam ter feito os 2 times inverterem os papeis e o voleibol que desempenhavam até então
Em uma prova improvável, Stephen Kiprotich, de Uganda, surpreendeu os quenianos e levou o ouro na maratona aos 23 anos de idade, depois de um sprint no quilômetro 38, em um momento em que os quenianos Kirui e Kipsang lideravam e ele vinha um pouco atrás. A partir dai, Kiprotich abriu e liderou até o final, vencendo com 2:08:01. Os três brasileiros na prova terminaram, entre os 15 primeiros, e Marilson dos Santos, em 5º, fez o melhor resultado do atletismo brasileiro em Londres
Pelo placar de 14 a 13, o baiano perdeu a final para o japonês Ryota Murata, mas ainda assim escreve seu nome ao lado do irmão Yamaguchi, medalhista de bronze em sua categoria, como os melhores boxeadores brasileiros.
De time desacredito a campeão olímpico. Este pode ser o resumo da trajetória do vôlei feminino brasileiro em Londres. Zé Roberto arruma o time durante o jogo e leva suas comandadas à medalha de Ouro pela segunda vez consecutiva
Terceira colocada em Pequim-2008, a brasileira Natália Falavigna perdeu na estreiae está fora das Olimpíadas de Londres. A atleta, que disputa a categoria acima de 67kg, caiu diante da sul-coreana Jong Lee In por 13 a 9. Ainda havia chances de Falavigna seguir na repescagem caso a sul-coreana avançasse à final, mas Lee In perdeu nas quartas de final